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Brazil: A Educação é prioridade na Cuiabá dos 299 anos?

Brazil/10 de abril de 2018/Por: Gilberto Figueiredo/ Fonte: https://www.cenariomt.com.br

Muito recentemente, tive a felicidade de encontrar e rememorar uma prova do meu ensino fundamental preenchida em 1969 – há quase 50 anos. O teste foi aplicado na já extinta Escola Rural Mista, que foi modestamente edificada no tradicional bairro várzea-grandense da Guarita.

A maior surpresa relacionada à avaliação não foi a ortografia escrita nela, nem ao menos a data posta no cabeçalho, mas sim o conteúdo daquele teste. Ao contrário do que vemos hoje, a prova não era composta de múltiplas alternativas e, para gabaritá-la, era preciso citar os nomes de ex-presidentes da República e a data em que foi celebrada a primeira missa no Brasil.

Olho para aquela avaliação e desejo profundamente que todas as crianças da atual geração tenham a formação que tive. Pois, infelizmente, arrisco dizer que hoje são poucas as pessoas com nível superior que responderiam, de imediato, questões semelhantes àquelas. Mesmo com poucos recursos, há 50 anos tínhamos uma educação eficaz.

Já na Cuiabá dos 299 anos, o cenário da educação, apesar de ter passado por um processo de resgate e de saldos positivos, não integra a conjuntura dos sonhos de um gestor.

Dentro do saldo positivo está que, hoje, a população cuiabana pode contar com 51 Creches Municipais e 20 unidades de Centros Municipais de Educação Infantil (CMEI). Nesses centros, é possível ter o auxílio de Cuidadores de Aluno com Deficiência (CAD), profissionais capacitados, infraestrutura e salas multifuncionais.

É importante destacar que a bandeira da educação também tem como aliados os mais de nove mil profissionais da área que se dedicam, todos os dias, à oferta de um ensino de melhor qualidade. Trabalho que fortalece a luta por um ensino melhor.

No entanto, neste aniversário da Capital, é necessário enfatizar que a Educação precisa ser prioridade da gestão pública. Em 14 meses, a atual administração municipal inaugurou três CMEIs e deve entregar somente mais duas unidades neste ano. A meta do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) é de chegar a 11 CMEIs entregues – enquanto que a gestão anterior entregou 16. Na gestão pública, é imprescindível que os objetivos sejam otimistas para que os resultados sejam satisfatórios.

No que se refere à questão do Plano Municipal de Educação (PME) – que vigora desde 2015 e até 2024 –, é preocupante constatar a movimentação para rever e alterar as metas pré-estipuladas. Os objetivos do Plano englobam, por exemplo, a valorização dos profissionais da educação das Redes Pública e Privada; a garantia do Ensino Fundamental para 100% das crianças entre 6 e 14 anos e a universalização da Educação Fundamental e Infantil no campo. Repensar tais objetivos da Educação Municipal, nessa altura da gestão, é claramente regredir em resultados que beneficiariam a população cuiabana.

Diante do atual cenário, é necessário que toda a classe política esteja empenhada em reverter o quadro da Educação na capital e, juntamente ao atual secretário de Educação, Alex Vieira Passos, trabalhar para entregar o máximo de feitos possíveis para os cuiabanos.

Rumo aos 300 anos, torço para que a atual gestão esteja atenta à importância da Educação. Esse é o caminho para que as novas gerações tenham a oportunidade de preencher provas tão complexas quanto àquelas preenchidas há 50 anos.

Manifesto profunda gratidão por todos os professores que já passaram pela minha vida estudantil e acadêmica – especialmente à professora Maria do Carmo Conceição, como bem ficou registrado no cabeçalho daquela prova, pela dedicação em minha formação.

*Gilberto Figueiredo (PSB) é vereador e presidente da Comissão de Educação da Câmara Municipal de Cuiabá

Fonte:

https://www.cenariomt.com.br/2018/04/08/a-educacao-e-prioridade-na-cuiaba-dos-299-anos/

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Pakistan: Public Private Partnership produced good results in education sector: CM

Pakistan/April 10, 2018/BY AFTAB CHANNA/Source: https://www.pakistantoday.com.pk

Sindh Chief Minister Syed Murad Ali Shah has said that the Public Private Partnership (PPP) in education sector has produced best results and its one of the success story is the toddlers who speak fluent English at DCTO English medium schools in Lyari.

This he said while addressing administration, teaching staff and students at DCTO English Medium High School, Lyari operating on PPP mode by Kiran Foundation, which he visited on Saturday. When the chief minister reached at school he was received by Education Secretary Iqbal Durani, Sindh Education Foundation (SEF) MD Nahid Durrani, administrator of school Nazir Tunio and others.

He said that Lyari was once a beautiful, peaceful and a vibrant area in the city. It used to remain opened the whole night. “I had also the honour to enjoy milk tea at restaurants at night but later something painful happened and Lyari turned into a most disturbed area in terms of peace and tranquility.

Murad Ali Shah added that drug dealers, paddlers and other out laws established their sway in the Lyari. The government worked day and night and fought bravely with mafias and restored peace there and then started developing the area to restore its past glories.

This DCTO school is one of the oldest schools from pre-partition. Originally it was established in 1930s by Deepchand T Ojha. This school was a preferred choice for schooling till 1970s. Later, this institution saw a great decline resulting in poor standard of education and dilapidated school building. He added that by 2002, the DCTO school had three double storey buildings where 13 schools were running within the same premises but there were barely any children getting education.

The government decided to hand over the school to Kiran Foundation in 2016, the chief minister said and added the Kiran Foundation runs this school from pre-nursery to high school. “The most encouraging move I have witnessed here at DCTO school is that the parents, particularly the mothers of students are given proper training to handle their kids at home DCTO,” he said and added this shows that mother and child education and training are taking place simultaneously at DCTO.

This novel but practical approach would definitely create [a child] father of nation. “These children who live in Lyari and have recently liberated themselves from the shekels of gang wars are speaking fluent English and know how to receive elders and how to talk and even they have good knowledge of history and geography.  “I assure you they are our best future and they would lead Layri to a prosperous, educated and culture Lyari,” he hoped.

The chief minister sharing his personal experience with the audience said that a little girl in a nursery class brilliantly briefed him about the geographical location of different province on the map of Pakistan. “They [students] are good at mathematics, science and history- this is what I have learnt by interacting with them in their class rooms.

Murad Ali Shah said that just after taking over as a chief minister he had visited this school and had made some promises with them to construct additional storey in school building to accommodate more students. “Today, I have visited that portion and heaved a sigh of relief to see wide and airy class rooms, labs and airy veranda,” he said and added the school administration has told him that 800 students are enrolled there and for academic session more three candidates/students had applied for admission but due shortage of space they could hardly accommodate 100 students.

The chief minister directed secretary education Iqbal Durani to locate a suitable school building in the area and hand over them to expand this DCTO school. “If you are giving good education, shaping up the future of students and training their mothers, I am with you- there is no service above it,” he said and vowed to support them in all intents and purposes.

Source:

https://www.pakistantoday.com.pk/2018/04/07/public-private-partnership-produced-good-results-in-education-sector-cm/

 

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Armenia: Education ministry seeks to abolish re-examination opportunity in universities, academic staff express various positions

Armenia/April 10, 2018/Source: https://armenpress.am

The ministry of education and science of Armenia had earlier suggested a new bill whereby the re-examination opportunity for students would be abolished. Under the current system, students of universities are entitled to three re-examination attempts in case of failing an exam. The bill suggest using solely the minimal and maximal credits system – a student either gains enough credits during the year to pass to the following year, or he/she doesn’t.

But executives of universities say that although the model is being used worldwide, the transitioning in Armenia won’t be swift and easy.

ARMENPRESS talked with Vice Rectors of several universities about this proposed change, as well as another change – the attempt to decrease the number of admission applications based on randomly selected professions, and applicants will give the exams partly.

Yerevan State University’s Vice Rector for Academic Affairs Alexander Grigoryan says abolishing the re-examination model is a familiar method which is applied abroad. Grigoryan says transitioning to the model will certainly be difficult, because the complete preparation of the universities requires time.

“Serious work is required and I think the Yerevan State University will be ready for the new bill”, he said.

Tsolak Akopyan, Vice Rector of Academic Affairs of the Valery Brusov State University of Languages and Social Sciences, said a transition-at once will be difficult.

“But the fact that students will chose how many credits during how many years and when to graduate – in four or six years, this is an  accepted option”,  he said.

Arkadi Barkhudaryan, Vice Rector of for Academic Affairs of the national university of architecture and construction, said he opposes the bill and students should at least have one re-examination chance.

Source:

https://armenpress.am/eng/news/929061/

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Conocimiento puede financiar escuelas de educación superior de México

América del Norte/México / 09.04.2018 / Fuente:  www.jornada.com.mx

Las universidades pueden generar recursos propios con consultorías, cooperación académica internacional y regional, expuso el rector de la UAM.

El conocimiento es una fuente potencial de recursos económicos propios, complementarios del subsidio federal con los que las instituciones de educación superior incrementarían su presupuesto, de acuerdo con Eduardo Peñalosa Castro, rector general de la Universidad Autónoma Metropolitana (UAM).

Peñalosa participó en la séptima asamblea general extraordinaria de la Unión de Universidades de América Latina (Udual), que se efectuó esta semana en la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM).

En este encuentro, que se realizó para reforzar vínculos entre las universidades de América Latina y el Caribe, de cara a la celebración por el centenario de la Reforma Universitaria de Córdoba, Peñalosa Castro expuso que esos recursos pueden generarse a partir de consultorías, oferta de educación continua especializada y cooperación académica nacional, regional e internacional, entre otras actividades.

Indicó que el país destina a ciencia, innovación y tecnología 0.51 por ciento del producto interno bruto (PIB), mientras que el promedio en las naciones de la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos (OCDE) es de 2.4.

México tiene el compromiso de asignar uno por ciento del PIB a dichos rubros, pero esa meta no se ha logrado, lo que muestra que se encuentra rezagado en el plano global.

La generación de recursos propios es una manera de incrementar el presupuesto, pero sin dejar de considerar que es obligación de la federación el apoyo hacia las instituciones públicas de educación superior.

Propuso desarrollar una estrategia que implica un estudio comparado de retiro, la renovación de la planta docente y la actualización de la infraestructura, así como un sistema de información en aspectos educativos y un plan de ingresos propios en materia de educación continua, patentes, empresas, revitalización de convenios, fundaciones y atención a necesidades, entre otros temas.

Se manifestó también por un mecanismo de ingresos federales que abarque un proyecto presupuestal multianual, mejora de la comunicación con las entidades que otorgan recursos y el apego a estándares mundiales para solicitar presupuesto.

La séptima asamblea de la Udual tuvo lugar en el palacio de la Antigua Escuela de Medicina de la UNAM, en el marco de la celebración de la Conferencia Regional de Educación Superior 2018, a realizarse en junio próximo en Córdoba, Argentina.

La generación de recursos propios es una manera de incrementar el presupuesto, pero sin dejar de considerar que es obligación de la federación el apoyo hacia las instituciones públicas de educación superior.

 

Fuente de la noticia: http://www.jornada.com.mx/2018/04/08/sociedad/029n1so

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CLADE: Seminario virtual ¿Hacia dónde caminan las reformas educativas en América Latina?

Para inscribirse y recibir un certificado de participación en el evento, pinche aquí.

¡Será un gusto contar con su participación en esta cita virtual!

A continuación, compartimos un listado de recomendaciones técnicas:

– El día de la reunión, es necesario que se conecte a través del enlace https://global.gotomeeting.com/join/532703357

– Después de que hagan clic en dicho enlace, se descargará un archivo llamado “Gotomeeting Opener.exe”. En seguida, se abrirá una ventana para la videoconferencia.

– Le recomendamos utilizar los navegadores Internet Explorer o Mozilla Firefox.

– Le recomendamos que se conecte 10 minutos antes de la hora prevista al inicio del evento (15h00 de Brasil) y acceda al enlace indicado.

– Si tiene alguna dificultad para calcular el horario en su país y/o localidad le recomendamos que consulte en http://es.calcuworld.com/conversores/conversor-de-husos-horarios/

– Para quienes participen del diálogo como oyentes, solicitamos que mantengan su webcam (cámara) y micrófono inactivos durante todo el evento.

– Para quienes se conecten desde tablets o celulares, bastará descargar el aplicativo de Go to Meeting. Luego que ustedes pinchen para iniciar el aplicativo, se abrirá una ventana en la que será solicitado el número de ID de la reunión, que es: 532703357.

– Para aclarar dudas, presentar comentarios o enviar preguntas a las y los participantes, mande un mensaje para la persona que modera el debate desde la ventana del “Chat”.

– Para conocer más sobre la herramienta Go to Meeting, vea el video: https://www.youtube.com/watch?v=K_7EPg5NuoE

 

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Argentina: «En cada beca hay una persona con un futuro”

América del Sur/ Argentina/ 09.04.2018/ Fuente: diariolaopinion.com.ar.

El Fondo Becario Municipal es regulado por la ordenanza Nº 4551 que estipula que el presupuesto municipal debe asignar anualmente una partida específica para ser distribuida en becas de fortalecimiento a la educación. Constituye una acción sostenida y fundamental de las políticas educativas del Municipio, que entiende a la educación como el único camino posible para el desarrollo.
Hay 6 líneas de becas: inicial, primarias y secundarias, universitarias, terciarias y de escuelas agrotécnicas, que tienen como objetivo apostar al estudio de carreras estratégicas para el desarrollo de la ciudad, y también de aquellas que el Ministerio de Educación de la Nación ha considerado prioritarias. Además, existe la línea becas para situaciones extraordinarias, que contempla todas las solicitudes que no se enmarquen en el resto de las líneas y requieran una consideración especial.
El crecimiento en la demanda de becas para este 2018 reflejó un aumento del 40%. Por este motivo, se tomó la decisión de aumentar el monto mensual estipulado y la cantidad de beneficiarios y beneficiarias, teniendo en cuenta el contexto y el aumento de las necesidades. El objetivo es ayudar a la mayor cantidad de estudiantes para que continúen con sus estudios.
Las becas para escuelas primarias llegan este año a 643 estudiantes y cada una tiene un valor de 550 pesos, mientras que los aportes para las secundarias tendrán como destino 555 estudiantes, también con un valor de 550 pesos cada una. En total son 704.380 pesos que se distribuyen entre estudiantes de escuelas primarias y secundarias de la ciudad. El resto se divide entre jardines, escuelas especiales y el Centro de Formación Profesional Nº 5.
Si se toma en cuenta el aporte total que se realizará a través de esta línea de becas en el transcurso del año, la cifra se ubica por encima de 1.400.000 pesos. Un importe que representará un incremento superior al 20% en relación a lo otorgado el año anterior.
Respecto al resto de las líneas, la Comisión determinó la entrega de 189 becas para educación terciaria y universitaria, así como de situaciones extraordinarias. De estos 189 estudiantes, 69 corresponden a renovaciones, 103 son nuevos becarios y 17 pertenecen a escuelas agrotécnicas.
Mensualmente, se distribuirán cerca de 180.000 pesos mensuales, con una inversión anual superior a 1.600.000 pesos. Sumando los aportes mensuales de becas para nivel inicial, primario y secundario, la inversión total de la Municipalidad se ubicará en torno a los 3.000.000 de pesos.
Como expresa Mariana Andereggen, secretaria de Educación, “detrás de cada uno de estos números hay una historia de esfuerzos, hay una persona a la que se acompaña a construir su futuro y a cumplir sus sueños: hay adolescentes que pueden sentirse incluidos y desarrollar una vocación, como en el caso de quienes asisten a escuelas agrotécnicas; hay jóvenes que pueden transitar su educación terciaria y universitaria; y hay adultos que deciden dar un volantazo y tomar el timón de su actividad laboral, potenciando su capacitación para acceder a más y mejores puestos de trabajo. Tal es el caso de las enfermeras que desarrollan los acompañamientos terapéuticos, o de las mamás que una vez criados sus hijos deciden tomar una carrera docente, una tecnicatura o licenciatura”.
“Nuestras becas son más abarcativas, más que otros programas nacionales, como el caso de progresar que se entrega hasta los 24 años. Y eso nos enorgullece, porque detrás de cada ayuda económica hay personas apostando por el futuro y por los sueños. Y a través de ellos, nosotros estamos apostando a la ciudad”, concluyó la funcionaria.

Fuente de la noticia: https://diariolaopinion.com.ar/noticia/215197/en-cada-beca-hay-una-persona-con-un-futuro

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Children stuff food into their pockets and turn up to school in dirty uniforms as poverty worsens, headteachers warn in United Kingdom

United Kingdom/ 09.04.2018/ From: www.independent.co.uk.

Los niños que viven en la pobreza llegan a las puertas de la escuela con «piel gris, dientes pobres, cabello y uñas». Los niños desnutridos están llenando sus bolsillos con comida y yendo a la escuela con uniformes sucios a medida que crece el número de personas que viven en la pobreza , han advertido los directores.

Malnourished children are stuffing their pockets with food and turning up to school in dirty uniforms as the numbers living in poverty grows, headteachers have warned.

Pupils are arriving to school on Monday wearing uniforms they have been in all weekend, while others do not turn up to school because they have no shoes, staff have said.

And schools are going out of their way to give parents debt advice – and one primary school headteacher recently opened his school during the severe snow to ensure his pupils got a hot meal that day.

Speaking at the National Education Union (NEU) conference, NUT section, conference in Brighton, school leaders described how pupils arrived at the school gates with grey skin, poor teeth, hair and nails.

A survey, by the NEU and the Child Poverty Action Group, found that three in five (60 per cent) school staff believe child poverty has worsened since 2015.

And the vast majority (87 per cent) say it is having a significant impact on the learning of their pupils.

A head from a school in Cumbria, who would only give her name as “Lynn”, said her pupils put “food in their pockets to take home because they’re not sure if they’re going to get another meal that day”.

“In some establishments I would imagine that would be called stealing, but in ours it’s called survival,” she said.

Lynn added that her members of staff have washed dirty uniform for pupils and they have used their own money to buy families beds.

She added: “You can go into the town where we are and the children are wearing uniform, often something that we’ve given them, and they are wearing that at weekends.”

And Lynn described seeing children from a nearby affluent secondary school and comparing them to youngsters who had been to her school.

“My children who have gone from me up to the local secondary school have grey skin, poor teeth, poor hair, poor nails, they are smaller, they are thinner,” she said.

“You think ‘our kids are really small’, you don’t notice it because you’re with them all the time. When you then see them with children of the same age that are in an affluent area, they just look tiny.”

Ms Regan added that her school gives out food and clothing, such as winter coats and shoes, to those families in need.

She said: “We’ve had children who haven’t come to school because they didn’t have shoes, we’ve gone and bought shoes, taken them to the house and brought the child into school,” she said.

In 2015/16, there were four million children in the UK living in poverty, according to the Child Poverty Action Group (CPAG) – equivalent to nine in every classroom of 30 pupils.

A Department for Education spokesman said they have launched a social mobility action plan – which sets out measures to close the attainment gap between disadvantaged students and their classmates.

He added: “Alongside this we continue to support the country’s most disadvantaged children through free school meals, the £2.5bn funding given to schools through the Pupil Premium to support their education and the recently announced a £26m investment to kickstart or improve breakfast clubs in at least 1,700 schools.”

 Many of the union members described the situation facing their poorest pupils and families as “heartbreaking”, the study said.

One headteacher told the press at the NEU conference in Brighton said that league table positions were becoming secondary to dealing with the impact of financial hardship among pupils.

Jane Jenkins, from a Cardiff primary school, said that children have turned up with just a slice of bread and margarine in their lunchbox. “It is really tough,” she said.

“When people are asking you about standards and you know, “why is your school not higher in the league tables”, often that is very much a secondary consideration for us these days,” Ms Jenkins added.

From: https://www.independent.co.uk/news/education/education-news/child-poverty-headteachers-schools-teachers-national-education-union-neu-austerity-a8283956.htm

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