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Cuál es el país que más lee en América Latina, según el Cerlalc

Dos países limítrofes de América Latina son los más lectores de la región.

 

En Argentina, el 70% de la gente que lee lo hace por placer según un estudio.

 

A pesar de todos los pronósticos apocalípticos, leer un libro sigue siendo uno de los pasatiempos preferidos de muchas personas.

 

Es verdad que las ventas han caído, sobre todo las del libro impreso, pero también es cierto que estas todavía representan casi la mitad del mercado.

 

Los latinoamericanos permanecen como un público interesado en los libros, en especial en algunos países de la región.

 

Aquí algunos datos sobre los índices de lectura de libros en los países de América Latina.

Cuál es el país que más lee en América Latina

En 2021, la plataforma dedicada a la venta de libros Buscalibre informó que en Argentina y en Chile cada persona leía cinco libros al año, lo que colocaba a esos países en el primer lugar de América Latina. Los seguían México y Colombia con tres libros al año.

Los datos de esa plataforma coinciden solo en parte con los difundidos por el sitio Lectupedia en 2022, según los cuales Chile encabezaba el ranking con 5,3 libros por habitante, seguido por Perú (3,3), Brasil (2,5), Colombia (1,9), México (1,7) y Argentina (1,6).

 

Un trabajo con mucho más campo es el elaborado por el Cerlalc (Centro Regional para el Fomento del Libro en América Latina y el Caribe), un organismo intergubernamental auspiciado por la UNESCO, que confirma la preponderancia de Argentina y Chile a la hora de definir en cuál país de América Latina se leen más libros.

Una infografía del Cerlalc, publicada por el sitio Uvejota, detalla que España sigue al frente de los países de habla hispana que más leen con un 61 % (10,3 libros leídos por año), seguido por Argentina, primer país de Latinoamérica con un 55 % (5,4 libros por año) y luego Chile con 51% (4,5 libros leídos por año) .

 

El top seis de libros leídos de Latinoamérica lo completan Brasil con 46%, Colombia con 45%, Perú con 35% y México con 20% respectivamente. Una curiosidad de este estudio es que en la mayoría de los países, como Brasil, México o Chile, la razón de leer lo marca en un 50 % la búsqueda de conocimiento o razones académicas. Pero en el caso de Argentina, la principal razón de lectura de los libros que presenta la gente es «por puro placer», con un 70 %, razón también dominante en España, donde el 85% de los lectores dicen que solo lo hacen por placer.

 

Qué dicen las estadísticas en Argentina

Las estadísticas del Ministerio de Cultura de Argentina, en tanto, dicen que los argentinos compraron, en 2022, un promedio de 4,6 libros. Casi la mitad compró entre uno y dos; un tercio entre tres y cinco, y 20% seis o más libros.

 

Casi la mitad de los argentinos (48%) leyó libros impresos, mientras que un 20% lo hizo en formato digital, según el informe oficial. Entre los lectores digitales, el teléfono móvil es el dispositivo preferido para realizar sus lecturas, en lugar de la computadora.

 

Agrega que “los adolescentes y los jóvenes (13-29 años) son los grupos más lectores”. Y aclara que “estos rangos etarios coinciden con los de la educación formal y los géneros más leídos se corresponden con áreas de interés educativo, pero también con cómics o novelas gráficas y poesía”.

 

El Ministerio dice que “las personas leen principalmente por entretenimiento. Pero en adolescentes y jóvenes es muy importante el motivo ligado a la formación”. En 2022, un 77% dijo que el ocio era el principal motivo de sus lecturas.

 

Otro dato interesante es la cantidad de libros que los argentinos tienen en sus hogares. El 62% posee hasta 25 libros; un 23% entre 61 y 100, y solo un 11% dice tener una biblioteca con un centenar de ejemplares.

 

Entre los géneros, la narrativa ocupa el primer lugar, seguida por la historia, los textos y manuales escolares, los textos científicos, las biografías, el cómic, la autoayuda, la religión y la poesía.

 

En cuanto a los autores, una cuarta parte de los lectores dijo que seguía a los nacionales, mientras que el resto optaba por escritores de otros países.

 

El informe también destaca los motivos por los cuales los argentinos no leen libros. La falta de interés predomina en todas las franjas etarias desde los 18 años. La falta de tiempo es el principal motivo entre quienes tienen entre 30 y 64 años y el aburrimiento predomina entre los adolescentes.

 

https://www.clarin.com/informacion-general/pais-lee-america-latina-cerlalc_0_FsllJOdWff.html

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Brasil: Docentes da Ufsm relatam como o trabalho tem invadido a vida pessoal por meio do celular

A linha que separa o trabalho da vida pessoal fica cada vez mais tênue com o avanço dos dispositivos móveis. O telefone celular, inicialmente pensado para facilitar a comunicação, tem se tornado um dos principais responsáveis por afetar o equilíbrio entre as esferas profissional e pessoal. Docentes da Universidade Federal de Santa Maria (Ufsm), no Rio Grande do Sul, relatam que o trabalho frequentemente invade seu espaço pessoal, especialmente por meio do dispositivo.

“Muitas vezes, acabo usando o espaço de tempo pessoal para responder mensagens, porque há uma pressão para que seja feito de imediato. Infelizmente, se a pessoa demora um ou dois dias para responder, já é considerado um atraso. Tudo tem que ser resolvido na mesma hora”, afirma Andrea Cezne, professora do departamento de Direito da Ufsm.

Cezne conta ainda que a situação se agrava para quem ocupa cargos de gestão, pois o assédio institucional dificulta a separação entre trabalho e vida pessoal. “Dificilmente alguém tem coragem realmente de separar as duas esferas usando, por exemplo, um número de WhatsApp para o trabalho e outro pessoal. As pessoas que não aguentam esse tipo de intervenção, entre outras coisas, e saem de grupos do trabalho, etc, são vistas como problemáticas. E quem está na gestão e não suporta mais esses processos, acaba saindo dos cargos. Isso faz com que as questões nunca sejam realmente discutidas”, contou.

Liliana Ferreira, professora do departamento de Fundamentos da Educação da Ufsm, compartilha uma experiência similar. “Parece que é um contínuo dia de trabalho, porque, muitas vezes, domingo à noite, estou recebendo demandas. Durante a pandemia, os estudantes enviavam mensagens de madrugada, pedindo para conversar ou mesmo enviando tarefas. Com o tempo, você vai educando isso”, disse. A docente acrescenta que as mensagens de trabalho ocupam um grande espaço na sua hora de lazer. “Fim de semana, feriados, férias, parece que eles já não existem”, lamenta.

Os depoimentos das docentes mostram como dispositivos eletrônicos, especialmente os smartphones, abriram as portas das casas das professoras e dos professores para as demandas de trabalho. Essa invasão se intensificou com a popularização dos celulares, a sobrecarga de trabalho e os cortes de investimentos em infraestrutura e pessoal nas universidades. As fronteiras entre a vida profissional e pessoal, que já estavam se tornando difusas, foram praticamente eliminadas.

A ideia de que “quem está conectado à internet está em condições de trabalhar” se tornou predominante. Mesmo na ausência de supervisão direta, as e os docentes sentem a necessidade de responder rapidamente a e-mails ou mensagens nos aplicativos de mensagens instantâneas recebidas em horários impróprios. Esse cenário exige um exercício constante de autodisciplina para separar o tempo de trabalho do lazer e do convívio social.

Quando esse autogerenciamento falha, as consequências podem ser graves. O professor do departamento de Neuropsiquiatria da Ufsm, Maurício Hoffmann, alerta sobre o risco da Síndrome de Burnout. “O celular realmente invade o espaço pessoal, pois as pessoas podem te encontrar a qualquer momento, em qualquer lugar. Te mandam um e-mail ou um WhatsApp, e acham que você deve resolver na hora, e isso gera pressão. Dependendo do contexto, algumas pessoas podem desenvolver Burnout por causa disso”, explicou.

Pandemia
Embora as aulas presenciais na Ufsm tenham sido retomadas há mais de dois anos, após a interrupção causada pela pandemia de Covid-19, ainda persistem resquícios desse período que parecem ter se consolidado de maneira definitiva na prática docente.

Andrea Cezne conta que, durante a suspensão das aulas presenciais, existiu pressão para que as e os docentes rapidamente se adequassem ao uso das telas. “No meu caso, isso teve efeitos físicos e mentais na minha saúde, o que provocou uma situação que necessitou de um afastamento de 60 dias para ser resolvido. Mas pior ainda ficaram os colegas na coordenação, por exemplo. Porque além de terem que resolver sozinhos várias questões no sistema, ainda recebiam as demandas dos alunos e a pressão dos superiores”, relata a docente.

A pandemia funcionou como um agente normalizador do trabalho docente mediado por tecnologias digitais, principalmente devido ao baixo custo orçamentário. Essa hipótese é levantada pela docente Liliana Ferreira, que argumenta que a tecnologia se tornou uma forma econômica de gerenciar o trabalho docente. Atualmente, ela tem avançado para áreas que antes eram essencialmente presenciais, como as atividades em instituições de fomento à pesquisa, como FAPERGS, CNPq e Capes, além da participação na avaliação de instituições e cursos pelo Inep.

“A pandemia causou um grande estrago no modo de a gente viver […] Então, para além de todo o sofrimento que causou, das perdas que nós tivemos, tivemos também essa descoberta de que é muito mais fácil fazer um controle do nosso trabalho pela tecnologia do que propriamente gerando novos e bem aparelhados espaços presenciais de trabalho. Assim, a maior parte do nosso trabalho tem acontecido pela internet. Hoje, nós temos as aulas presenciais novamente, o que é um ganho, mas por outro lado também temos todo o atendimento feito à distância […] Então, com certeza a descoberta de que é muito mais viável, é vantajoso manter os professores em casa, na frente de uma tela para a realização desse trabalho, acabou onerando o nosso tempo”, analisa Liliana.

Mas e além do trabalho?
O aumento das jornadas de trabalho das professoras e dos professores, incitado pelo envio de demandas a celulares e e-mails e pela expectativa de respostas mesmo em momentos de lazer, tem contribuído para problemas de saúde na categoria docente. Paralelamente, especialmente em setembro, mês dedicado à promoção da saúde mental, surge um debate sobre a relação entre o aumento do uso de telas para fins recreativos e o crescimento dos transtornos psíquicos. Essa discussão abrange não apenas smartphones e tablets, mas também notebooks e TVs conectadas à internet. Diante do tempo já elevado que as e os docentes passam em frente a dispositivos digitais, surge a questão: quanto tempo sobra para o convívio social e quem realmente tem conquistado essa atenção?

Maurício Hoffmann, que também atende como psiquiatra, conta que suas e seus pacientes ficam 8 ou até 12 horas no celular. E então, ao chegarem ao consultório, acreditam ter déficit de atenção ou outro tipo de transtorno, mas, na verdade, o problema deles é o uso excessivo de telas.

“Tem gente que fica assim por questões de trabalho, mas alguns pacientes não. Então, essas pessoas que acabam se atrapalhando nesse momento de usar a tela, acabam desenvolvendo um tipo de transtorno aditivo. E parece, às vezes, que têm um déficit de atenção, parece que, às vezes, têm outra coisa, mas não. É só a pessoa realmente estar muito adita à tela, então a gente tem que fazer alguma intervenção”, pondera Hoffmann.

Ele reflete que hoje, com a tecnologia, gasta-se menos tempo lavando roupa, cozinhando e realizando outras tarefas de manutenção do ambiente doméstico. E o tempo livre que sobra, resultado de uma maior automatização do cotidiano, pode ser preenchido pelo uso do celular.

“E realmente […] esses dispositivos são feitos para manter a atenção da pessoa ali, para a gente poder consumir os produtos que estão vendendo, a propaganda, enfim. Então, isso é feito dessa forma. Mas as pessoas, normalmente, têm um mecanismo de autorregulação que elas cansam daquilo ali e vão fazer outra coisa. Algumas pessoas não, como qualquer questão aditiva que sempre teve”, explica.

Segundo Maurício Hoffmann, é possível estabelecer limites para reduzir o impacto negativo das telas em nosso cotidiano. Algumas dessas orientações incluem: bloquear determinados aplicativos durante o horário de trabalho; manter perfis separados no WhatsApp, um para uso profissional e outro pessoal; solicitar a ajuda do parceiro ou da parceira para se envolver na tarefa de diminuir o tempo de tela ou evitá-la em momentos específicos do dia; desligar o máximo possível de notificações, utilizando o celular apenas quando realmente necessário; e evitar o uso de qualquer tela de uma a duas horas antes de dormir, além de cuidar com o uso de luzes intensas, mesmo para leitura. Acesse a matéria completa aqui

Enquete Saúde Docente
O ANDES-SN iniciou, em setembro, a segunda etapa da Enquete Nacional “Condições de Trabalho e Saúde Docente”, voltada para docentes, na ativa, aposentadas e aposentados, do ensino superior e do ensino básico, técnico e tecnológico, que atuam nas universidades federais, estaduais e municipais, nos institutos federais e Cefets.

A nova etapa do levantamento busca traçar o perfil das e dos docentes, com base em critérios como autoidentificação de cor e raça, idade, identidade de gênero, tempo de docência, entre outros. Além disso, fará um levantamento sobre as condições de trabalho, a partir de eixos como Demandas, exigências e cotidiano profissional; Tempo de trabalho; Condições estruturais e Salariais; e Relações de Trabalho e Organização Sindical. As e os interessados têm até 19 de dezembro de 2024 para participar do levantamento. Acesse aqui o formulário.

Fonte: Sedufsm SSind, com edição e inclusão de conteúdo do ANDES-SN

https://www.andes.org.br/conteudos/noticia/docentes-da-ufsm-relatam-como-o-trabalho-tem-invadido-a-vida-pessoal-por-meio-do-celular1

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Ir a la escuela en África: Una práctica arriesgada para millones de niños

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Educación y cultura; estos son los compromisos que Claudia Sheinbaum quiere cumplir en su sexenio

La presidenta electa de México abordó varios temas en materia de educación y cultura en los 100 puntos de su proyecto de nación

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Uruguay: Concurso de Educación Solidaria 2024 recibirá experiencias hasta el 8 de noviembre

La Administración Nacional de Educación Pública (ANEP) apoya la convocatoria del Centro Latinoamericano de Aprendizaje y Servicio Solidario (CLAYSS) sede Uruguay a presentar experiencias, hasta el 8 de noviembre, para participar de la 12da. edición del “Concurso de Educación Solidaria”.

En esta oportunidad, el concurso invita a presentar experiencias educativas solidarias protagonizadas por los estudiantes, desarrolladas en instituciones educativas, que produzcan aprendizajes significativos y que brinden un servicio a la comunidad atendiendo sus necesidades reales.

Los proyectos o experiencias deben estar en efectiva ejecución durante el año 2024 o haberse iniciado previamente. No se premiarán iniciativas o proyectos que actualmente no se encuentren en ejecución.

Se recibirán experiencias de todas las instituciones educativas de Uruguay, de todos los niveles y modalidades (Primaria, Secundaria, Educación Técnico Profesional, Formación en Educación, Cecap, Universidades, Instituto Nacional de Rehabilitación e Instituto Nacional de Inclusión Social Adolescente). También podrán presentarse aquellas instituciones que realicen proyectos o programas de educación no formal.

Esta iniciativa tiene como objetivo apoyar a las instituciones educativas que integren de un modo completo el aprendizaje curricular de los estudiantes, con acciones solidarias que estén destinadas a mejorar la calidad de vida de su comunidad.

Asimismo, reconoce las experiencias educativas solidarias que permiten a los estudiantes ampliar su horizonte de aprendizaje y comprometerse en la transformación de su entorno junto con otros actores sociales. También fortalece una cultura participativa, solidaria y de compromiso ciudadano, y difunde las experiencias que generan un efecto multiplicador en otros centros educativos.

Los resultados se publicarán durante el mes de diciembre de 2024 y se informará a cada uno de los postulantes. El anuncio de las experiencias reconocidas se realizará en el acto de premiación, previsto para el 3 de diciembre de 2024.

Inscripciones y más información.

Consultas: concursoeducacionsolidaria@clayss.org o al 099 657 098.

https://www.anep.edu.uy/concurso-educaci-n-solidaria-2024-recibir-experiencias-hasta-el-8-noviembre

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Venezuela: Maduro pide a 200.000 docentes retirados por bajos salarios que regresen al sistema educativo

El presidente Nicolás Maduro pidió este lunes a unos 200.000 maestros que regresen al sistema  educativo, en medio de una crisis marcada por el déficit de  educadores por años de bajos salarios y la deserción de unos 3 millones de estudiantes.

Maduro, en el arranque del año escolar 2024-2025, anunció un plan para «elevar» la calidad de vida de unos 500.000 maestros, cuyos salarios promedian unos 10 dólares mensuales, complementados por un bono alimenticio de 40 dólares sin incidencia en beneficios sociales.

El mandatario señaló que 84% de la educación en Venezuela es pública, y del 16% que ofrece el sector privado, del cual alrededor de la mitad tiene subsidios estatales.

Además, el jefe del Estado anunció que su administración entregará 500 escuelas y liceos «de paquete»; es decir, completamente renovados, «gracias a las Brigadas Comunitarias Militares para la Educación y la Salud (Bricomiles)».

Según un estudio de la Universidad Católica Andrés Bello (UCAB), este país de 30 millones de habitantes tiene unos 350.000 docentes en ejercicio, con un déficit de unos 250.000.

«Tenemos más de 200.000 docentes en diversas actividades y yo les pido a todos los docentes, les hago un llamado por amor a la vocación, por el amor que le tienen a este país, a que se vayan reincorporando a las aulas de clases», dijo el mandatario en cadena de televisión y radio.

Maduro prometió con su plan fortalecer programas de acceso a vivienda, salud y alimentación, así como subsidios de transporte y créditos.

Este lunes más de 5,5 millones de alumnos de preescolar, primaria y bachillerato iniciaron el año escolar, dijo el ministro de Educación, Héctor Rodríguez.

El gobierno reportaba en años anteriores una matrícula superior a 8 millones de estudiantes.

La gremial Federación Venezolana de Maestros (FVM) denunció en un comunicado que unos 3 millones de niños y jóvenes «están fuera del sistema escolar», problema que se suma al déficit de educadores.

«Los docentes están desmotivados, desmoralizados, desanimados, con baja autoestima, preocupados debido a su situación laboral económica y social», refirió la FVM en el texto, divulgado el pasado 16 de septiembre.

De acuerdo con estimaciones de expertos de la UCAB, unos 96.000 docentes han migrado, lo que ha agravado el déficit. Más de 7 millones de venezolanos han dejado su país en la última década según Naciones Unidas.

La federación de maestros apuntó que «la crisis alimentaria» es «una de las principales causas» de la deserción de docentes y estudiantes.

Maduro sostiene que las sanciones financieras impuestas por Estados Unidos para forzar su salida del poder son la raíz de la crisis.

«Uno de los sectores más afectados fueron los maestros, las maestras», admitió el mandatario, proclamado reelecto para un tercer período consecutivo (2025-2031) en medio de denuncias de fraude de la oposición.

Protestas de docentes en reclamo de reivindicaciones son frecuentes en este país.

Maduro pide a 200.000 docentes retirados por bajos salarios que regresen al sistema educativo

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Estados Unidos: Según una auditoría, solo 1 de cada 5 estudiantes de colegios comunitarios de California llega a la universidad

Muchos estudiantes comienzan sus estudios en un colegio comunitario con la esperanza de obtener un título asociado y luego transferirse a una institución de cuatro años, como un campus de la Universidad Estatal de California o de la Universidad de California.

 

Pero una auditoría estatal, publicada hoy, encontró que la gran mayoría de estos estudiantes nunca logran su objetivo. “Solo alrededor de 1 de cada 5 estudiantes que comenzaron la universidad comunitaria entre 2017 y 2019 y tenían la intención de transferirse lo hicieron dentro de los cuatro años”, afirma la auditoría. Las tasas de transferencia son incluso más bajas para los estudiantes en las partes menos ricas del estado y en las áreas rurales y para los estudiantes que son negros o hispanos, según la auditoría.

 

Los sistemas de educación superior del estado están diseñados para que los estudiantes puedan pasar dos años en un colegio comunitario, dos años en una universidad y luego graduarse con una licenciatura. La matrícula en un colegio comunitario es más barata que en cualquier campus de Cal State o UC, por lo que, en teoría, un estudiante que sigue este camino está ahorrando dinero.

 

En la práctica, pocos estudiantes terminan transfiriéndose y los que lo hacen tardan tanto en hacerlo que pierden posibles ahorros.

 

Sin una licenciatura, las perspectivas laborales suelen ser escasas. Muchos empleos requieren una licenciatura y, en promedio, los adultos jóvenes con una licenciatura ganan $16,000 más que aquellos que solo tienen un título asociado. Los adultos que solo tienen educación secundaria son los que menos ganan en promedio.

 

En 2022, el gobernador Gavin Newsom se ha propuesto aumentar el porcentaje de adultos en edad laboral con un título o certificado de educación superior del 55 % al 70 % para 2030. Mejorar el proceso de transferencia es fundamental para alcanzar ese objetivo, afirma la auditoría.

 

El laberinto de transferencias a colegios comunitarios

Según la auditoría, el sistema de transferencias es demasiado complejo y numerosos estudios han descubierto que la burocracia es en parte responsable. Los estudiantes que quieren trasladarse se enfrentan a un laberinto de obstáculos administrativos y requisitos esotéricos, similar a un juego de toboganes y escaleras.

 

“Los estudiantes de colegios comunitarios de California que quieren transferirse a una universidad o colegio de cuatro años están tratando de progresar, pero una mala tirada de dados puede hacerlos retroceder varias vueltas”, dijo un informe de junio de 2021 de la Campaña por Oportunidades Universitarias, una organización sin fines de lucro.

 

Algunas carreras de Cal State y UC no aceptan determinados cursos de colegios comunitarios, y algunos colegios comunitarios no ofrecen las clases que los estudiantes necesitan. Los sistemas de Cal State y UC tienen diferentes requisitos para los estudiantes transferidos de colegios comunitarios, y algunos estudiantes, incluso los que cumplen con los requisitos, son rechazados, según la auditoría.

 

Si bien la mayoría de los estudiantes de colegios comunitarios que solicitan ingreso a una UC o Cal State son aceptados, las carreras populares, como informática, y las escuelas populares, como UCLA y Cal Poly San Luis Obispo, son mucho más selectivas, según la auditoría. Si son rechazados, se supone que estos estudiantes deben pasar por un proceso de “redireccionamiento”, en el que son aceptados en otro campus. La auditoría estatal descubrió que la CSU redirigió a más de 25,000 solicitantes de colegios comunitarios a otros campus en los últimos años.

 

En 2010, los legisladores de California reformaron el proceso de transferencia creando un nuevo tipo de título universitario comunitario que también garantiza la admisión a un campus de Cal State. Conocido como el título de asociado para transferencia, se ha vuelto cada vez más popular y un beneficio clave para los estudiantes, según la auditoría.

 

Los legisladores intentaron —y fracasaron— que el sistema de la UC garantizara la admisión de estos estudiantes de colegios comunitarios. El año pasado, los legisladores lograron un gran avance al aprobar un proyecto de ley que requerirá que la UCLA priorice la admisión de ciertos estudiantes de colegios comunitarios a partir del año académico 2026-27. Más campus de la UC participarán en años posteriores.

 

El estado también ha presionado al sistema de colegios comunitarios para que estandarice la forma en que etiqueta los cursos para que a los estudiantes les resulte más fácil determinar qué necesitan transferir. Sin embargo, la implementación del nuevo sistema ha sido lenta y no estará completa hasta el 2027.

 

La última reforma importante entrará en vigor el año próximo. A partir del semestre de otoño, el sistema de colegios comunitarios ofrecerá un nuevo conjunto de requisitos previos comunes que tanto el sistema de la UC como el de Cal State han acordado aceptar.

 

Pero la auditoría concluyó que estas reformas por sí solas no son suficientes. Los auditores recomendaron que los campus de los colegios comunitarios encuentren formas de aumentar el número de consejeros que puedan apoyar a los estudiantes que se trasladan a otro país y que los tres sistemas de educación superior trabajen para ampliar los programas exitosos, como el Grado Asociado para Transferencias.

 

Cuando la colaboración es “ineficaz”

Cuando California diseñó su actual sistema de educación superior en 1960, exigió que tanto el sistema de Cal State como el de la UC hicieran espacio para las transferencias de estudiantes de colegios comunitarios. El sistema de la UC acepta admitir a un estudiante transferido por cada dos nuevos estudiantes de primer año que se inscriban, pero no cumplió esa meta el año pasado, dijo el portavoz de la UC Stett Holbrook. Parte del problema, dijo, es que la inscripción en los colegios comunitarios disminuyó.

 

El sistema de Cal State no tiene un objetivo específico, pero la auditoría indicó que la mayoría de los campus aún inscriben a un gran número de estudiantes transferidos. La mayor excepción es Cal Poly San Luis Obispo, donde solo el 18% de los estudiantes que ingresaron a la universidad lo hicieron a través del sistema de transferencias en los últimos años.

 

En 2017, el sistema de colegios comunitarios se fijó el objetivo de aumentar el número anual de estudiantes que se transfieren de aproximadamente 80,000 a poco más de 100,000 para 2022. El sistema nunca logró ese objetivo, y la pandemia es en parte culpable, afirma la auditoría.

 

Paul Feist, portavoz de la Oficina del Rector de los Colegios Comunitarios de California, dijo que el próximo objetivo depende de si los campus de Cal State y UC pueden aumentar su propia inscripción.

 

Un desafío del proceso de transferencia es que requiere que los sistemas de la universidad comunitaria, Cal State y UC trabajen juntos. Históricamente, eso no ha sido fácil.

 

Cuando la Legislatura estatal permitió que el sistema de colegios comunitarios comenzara a ofrecer sus propios títulos de licenciatura (una solución que evita por completo el proceso de transferencia), los profesores de los campus de Cal State contraatacaron, temiendo que los colegios comunitarios pudieran desviar estudiantes y obligar al sistema de Cal State a perder dinero.

 

Cada sistema tiene una estructura diferente: la UC es constitucionalmente independiente, lo que significa que la Legislatura tiene autoridad limitada sobre ella. El sistema de Cal State es centralizado, mientras que el sistema de colegios comunitarios es más similar al sistema K-12, donde los distritos universitarios regionales toman la mayoría de las decisiones.

 

No existe un comité de coordinación oficial entre los tres sistemas públicos de educación superior. Un comité de este tipo existía hace más de una década, pero el exgobernador Jerry Brown dejó de financiarlo “porque creía que había sido ineficaz”, según la auditoría.

 

La auditoría no pidió un nuevo comité, pero sí pidió a los tres sistemas de educación superior que mejoraran la forma en que comparten datos e información.

 

Créditos del Estudio: Adam Echelman cubre los colegios comunitarios de California en sociedad con Open Campus, una sala de redacción sin fines de lucro enfocada en la educación superior.

 

https://www.kpbs.org/news/segun-una-auditoria-solo-1-de-cada-5-estudiantes-de-colegios-comunitarios-de-california-llega-a-la-universidad

 

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