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Brasil se junta a movimento global pelo clima com críticas a Bolsonaro e pedido de defesa da Amazônia

América del Sur/Brasil/22-09-2019/Beatriz Jucá/ El País

Protestos aconteceram em ao menos cinco Estados e no Distrito Federal. “Ei, você aí, sem Amazônia não tem açaí”, entoavam os manifestantes na Paulista.

Manifestante na avenida Paulista, nesta sexta.
Manifestante na avenida Paulista, nesta sexta. BEATRIZ JUCÁ

A crise ambiental na Amazônia provocada pelo aumento expressivo das queimadas na região e a reação pouco incisiva do presidente Jair Bolsonaro para conter o problema tem colocado o Brasil sob os holofotes na defesa ambiental internacional. O presidente, que já vinha sendo cobrado por líderes internacionais e mesmo pelo mercado financeiro sobre a questão, agora vê essa pressão chegar às ruas. Nesta sexta-feira, acompanhando o movimento mundial de protestos que reuniu milhões de pessoas em mais de 150 cidades no mundo, estudantes e ativistas brasileiros cobraram políticas efetivas do Governo contra o desmatamento e pediram a defesa dos povos indígenas. Ao menos cinco Estados (São Paulo, Bahia, Ceará, Minas Gerais e Pernambuco), além do Distrito Federal aderiram aos atos.

«Se você não mudar, não vai dar pra respirar”, entoavam estudantes secundaristas na avenida Paulista, que recebeu a marcha mundial pelo clima na tarde desta sexta. Na capital paulista, estudantes, ativistas, indígenas, militantes partidários e até crianças se reuniram na tentativa de chamar a atenção do Governo e da sociedade por ações concretas contra o aquecimento global. Pediram a saída do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, criticaram Bolsonaro e aproveitaram para reclamar também sobre os recentes cortes na educação. O foco, entretanto, era mesmo a Amazônia. “Ei, você aí, sem Amazônia não tem açaí”, entoavam os manifestantes, em ironia a uma das grandes fixações paulistanas. A boliviana Olga Flores, por exemplo, pedia união da América Latina para conter os incêndios na floresta e criticava a política ambiental do presidente de seu país, Evo Morales. “Peço que nos apoiem também contra os incêndios na Bolívia”, dizia ela, no palanque.

Ará Mirim, da etnia Guarani, foi do Jaraguá (na zona norte) à Paulista com um grupo de indígenas para participar do ato, em um momento em que o Governo afirma que não demarcará mais terras indígenas. Ela diz que a manifestação pelo clima é importante para conscientizar as pessoas da importância de preservar as florestas, mas pondera que o ato precisa estimular ações concretas tanto dos governantes quanto da sociedade. “Todos temos que agir pra regenerar a terra. Nós, indígenas, fazemos isso por todo o planeta. Não precisamos de terra para fazer nossa casa, mas para comer e cuidar dela”, diz.

Por volta das 16h, famílias inteiras se aglomeravam no vão livre do MASP. Na concentração do ato, faziam oficinas de cartazes. “O clima está mudando, mas e você?”, questionava um deles. “+ Amazônia – Ruralistas”, dizia outro. As mensagens tentavam alertar para espécies em extinção, defendiam a necessidade de preservar o planeta e até os dados ambientais, muitas vezes criticados pelo Governo durante este ano. A professora Diambas Franzem levou o filho e o marido porque entende que atos como este são uma oportunidade de fortalecer os movimentos sociais nas ruas. “Essa pauta deveria ser uma luta da esquerda e da direita”, defendeu.

BEATRIZ JUCÁ

Fumaça preta

No dia anterior às manifestações, São Paulo e outras cidades das regiões Sul e Sudeste foram encobertas, novamente, pela fumaça de queimadas trazidas pelos ventos úmidos da Amazônia. Imagens de satélite do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que a fumaça que encobriu cidades dos Estados de São Paulo e do Paraná haviam se deslocado tanto de Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul quanto da Bolívia e do Paraguai. O encontro dessa fumaça com uma frente fria tem causado chuvas no Sul e no Sudeste. No mês de agosto, a cidade de São Paulo já havia sofrido impactos das queimadas, quando a cidade escureceu no meio da tarde por conta da fumaça vinda do Norte e do Centro-Oeste.

Os protestos para deter o aquecimento global acontecem às vésperas da Cúpula do Clima de Nova Iorque, um encontro internacional contra o aquecimento global, que não terá o discurso de um representante do Brasil. A Organização das Nações Unidas (ONU) havia solicitado aos países que apresentassem um plano com seus compromissos climáticos e selecionou os 63 que tinham os discursos mais inspiradores. A proposta do Brasil, que tinha interesse em falar na reunião, foi vetada. O presidente Jair Bolsonaro, no entanto, confirmou que participará da Assembleia da Organização das Nações Unidas (ONU), na próxima terça-feira, um dia depois da Cúpula do Clima. Lá, ele fará um discurso centralizado em críticas aos regimes políticos da Venezuela e de Cuba, mas diz que também dará uma resposta às recentes declarações do presidente francês Emmanuel Macron de que o debate sobre a internacionalização da floresta amazônica estava «em aberto». Bolsonaro defenderá a soberania do Brasil sobre a Amazônia.

As posturas do presidente sobre a questão ambiental têm gerado fortes pressões internacionais sobre Bolsonaro. O presidente assumiu o mandato prometendo não demarcar mais nenhum centímetro de terra indígena e defendendo a exploração de minérios na Amazônia. Se por um lado seu Governo vem desidratando a fiscalização da região, Bolsonaro colocou ainda mais combustível na crise com declarações nas quais minimiza a mudança climática e o desmatamento ilegal. O Brasil registrou entre janeiro e a terceira semana de agosto um total de 71.497 focos de incêndio, o maior número do mesmo período nos últimos sete anos, e pouco mais da metade ocorreu na maior floresta tropical do mundo.

Tudo isso acontece em um contexto em que a responsabilidade ambiental, social e de governança (conhecida sob a sigla em inglês ESG) tem se tornado um critério crescente nas carteiras de fundos de investimento em todo o mundo. A reação do mercado financeiro à crise amazônica veio forte. Neste mês, empresas como H&M, VFcorp, Vans e The North Face anunciaram que deixariam de comprar couro brasileiro até que o país apresentasse um plano crível de que esse material não contribuía para o desmatamento da Amazônia.

A resposta mais dura, porém, aconteceu nesta semana: na última quarta-feira, um total de 230 fundos de investimento internacionais publicaram um manifesto, colocando mais pressão para que o Governo brasileiro apresente medidas efetivas para proteger a floresta amazônica e deter o desmatamento. Juntos, esses fundos administram 16 trilhões de dólares (cerca de 65 trilhões de reais), um valor equivalente a cerca de nove vezes o PIB do Brasil referente a 2018.

Referência de informações: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/09/20/politica/1568998640_977541.html

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Brasil: ¿Y si el Rey León sucediese en una Amazonía en llamas?

Redacción: Actualidad

El artista brasileño Vilmar Rossi Júnior sustituye en una serie de animaciones los animales de la sabana africana por los de la selva amazónica y denuncia los devastadores incendios.

¿Qué pasaría si la mítica película de animación de Walt Disney el Rey León se desarrollase en la Amazonía? ¿qué animales poblarían la selva tropical más grande del mundo?, ¿cómo les afectaría los devastadores incendios que han arrasado miles de hectáreas?

El artista brasileño Vilmar Rossi Júnior se ha hecho todas estas preguntas. El resultado es una original serie de dibujos en los que adapta animales amazónicos a escenas del famoso film de 1994, que abarca temas como la ambición del poder, la importancia de la coexistencia de las especies y el equilibrio de la naturaleza.

La película original narra la historia de Simba, un león de la sabana africana que cuando es tan solo un cachorro presencia la muerte de su padre. Su perverso tío, Scar, que desea hacerse con el trono, convence a Simba de que es el culpable del fallecimiento de su progenitor e invadido por un fuerte sentimiento de culpa, el pequeño decide huir lejos. En su exilio hace dos buenos amigos –Timón y Pumba– y ya convertido en adulto regresa para enfrentarse a su tío y recuperar el reino completamente destruido por una pésima gestión y la presencia de las carnívoras y peligrosas hienas.

Rafiki, el guia espiritual del reino, un cacajao en esta versión, muestra a Simba recién nacido. / Vilmar Rosii Júnior

A través de las 13 ilustraciones creadas hasta el momento, que llevan como título ‘¿Y si el Rey León ocurriese en la Amazonía?’, y que acompaña con comentarios, el artista introduce especies amenazadas o poco conocidas de la Amazonía. Los leones, Simba y su familia, son sustituidos por el jaguar y su tio Scar es representado en color negro. Al mayordomo real Zazu, un toco de pico rojo, le da vida la tradicional arara. Rafiki, el guia espiritual del reino, una especie de mandril en la versión de Disney, se convierte en un cacajao, un primate con cara rojiza. Y los dos amigos de Simba, Timón y Pumba, una suricata y un jabalí, pasan a ser una irará y un pecarí. En este mundo creado por el dibujante las hienas son remplazadas por un zorro vinagre.

Una de las imágenes que Júnior escogió para mostrar los incendios es una ilustración que no sale en la película, pero que fue utilizada en la publicidad de Disney. En ella aparece Simba y sus dos amigos caminando bajo la puesta de sol. En la versión del diseñador se muestran las siluetas de los animales amazónicos –el jaguar, la irará y un pecarí– huyendo de las llamas.

Simba, Timón y Pumba huyendo de las llamas. / Vilmar Rosii Júnior

«Su reino tomado a golpes de un tirano. Su pueblo sufre todo tipo de violencia y privaciones. Mientras la hienas ríen disputando cada migaja, su floresta arde en llamas. ¿Recuerda a nuestros telediarios, no?, pregunta Júnior en uno de los dibujos. «Hoy somos rehenes del gobierno y su estructura. Ellos son las hienas que se ríen y se deleitan con los restos de cada institución, valor y derechos que nos están siendo robados», comenta el dibujante en una entrevista a RT.

El tio de Simba, Scar, y las hienas, que este versión son zorros vinagres. / Vilmar Rosii Júnior

En otro de los dibujos, Simba lucha contra su tío para recuperar el reino, que arde en llamas. «En la versión original hay un incendio en la Roca del Rey por causa de un rayo, pero esa imagen después de las noticias de la Amazonía en llamas no necesitaba adaptación para darle el significado de un fuego originado por las quemadas», explica. La pelea termina con la victoria de Simba y el regreso de la lluvia, la salida de sol, el florecimiento de la vegetación, la unión de los animales y el nacimiento de un futuro rey. De esta forma, continua el «ciclo sin fin» con el que se da inicio a la película.

Simba lucha contra su tio Scar por el poder del reino. / Vilmar Rosii Júnior

RT:¿Cómo surge la idea de sustituir a los animales de la sabana por los de la Amazonía?

VRJ: En casa, con mi esposa viendo las noticias estábamos hablando sobre el asunto del medio ambiente y la deforestación. Ya era algo frecuente en el telediario. Ahí surgió la idea de cómo sería el Rey León aquí en Brasil. Y como soy muy fan del ‘mashups [mezcla de temas]’ decidí a modo de juego hacer la escena de ‘Hakuna Matata [conocida expresión que sale en el film y es interpretada como ‘vive y sé feliz’]’ y terminó haciéndose viral.

La escena de «Hakuna matata» con Simba, el jaguar, Pumba, un pecarí, y Timón, una irará. / Vilmar Rosii Júnior

RT: Antes de la crisis por los fuegos, ya alertabas en tus dibujos del peligro de la deforestación y los incendios. Como si previeses lo que iba a ocurrir.

VRJ: ¿Qué cosa, no? En la escena en la que Musafa [el padre fallecido de Simba] muestra el reino a su hijo, sentí la necesidad de dar un poco de realismo a la versión. La realidad de la selva no es solo una belleza deslumbrante, pero sí el peligro inminente de los fuegosla deforestación, la invasión de áreas protegidas, de los asesinatos y los robos de animales. Por eso coloqué un incendio a los lejos. Incluso en la animación original, Simba pregunta qué es la oscuridad que hay a los lejos. Para la Amazonía es la mano violenta y codiciosa del hombre.

RT: En una de tus ilustraciones dices: «Un gobierno de muerte tomó el control de nuestras vidas. Simba, por mucho tiempo y como muchos brasileños, decidió ignorar todo y alejarse para vivir la vida ‘hakuna matata’. Pero llega un momento en que tenemos que despertar y pelear». ¿Piensas que la sociedad brasileña ha sido pasiva con lo que ocurre en la Amazonía?

VRJ: ¡Totalmente! Y no solo en relación a la Amazonía. Creo que ante el absurdo de ver aquel gigante verde en llamas algunas personas salieron del letargo, o se forzaron a salir de aquel lugar de sombra en el que se escondían. Nuestra principal emisora de televisión tardó días en hablar de la situación de la manera en la que era necesario hacerlo. Le llevo días crear una «versión» de la tragedia – de la misma forma que el gobierno viene haciendo día tras día-, incluso después de las imágenes de la NASA, incluso si se les hubiese colocado frente al incendio (…) Suma a eso el ataque diario a nuestros derechos fundamentales como la libertad de expresión, derechos laborales, el desmantelamiento de nuestra cultura, educación o desarrollo científico ante ese obscurantismo religioso que viene dominando las conductas del gobierno. Estamos completamente anestesiados ante la locura.

Los zorros vinagres aterrorizan a Simba, a su amiga Nala y a Zazu, una arara y mayordomo real. / Vilmar Rosii Júnior

RT: ¿Estas ilustraciones están pensadas para algún proyecto en concreto?

VRJ: Me gustaría que los dibujos se organizasen en un libro didáctico para distribuir en las escuelas con muchas informaciones sobre la Amazonía, los animales y el medio ambiente. Creo que sería un final perfecto. Estoy feliz con la acogida que han tenido los dibujos entre profesores y biólogos, algunos ya me han dicho que las han usado en sus clases.

Por el momento, Vilmar Rossi Júnior ha lanzado una edición limitada de camisetas inspirada en la serie de ilustraciones y parte de la venta va destinada a proyectos de conservación. «Una pequeña (gran) ayuda a los animales víctimas de los incendios de la Amazonía», afirma en su cuenta de Instagram.

Fuente: https://actualidad.rt.com/actualidad/327613-brasil-artista-rey-leon-amazonia-llamas

 

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Los cinco países donde la educación es gratuita para los extranjeros

Redacción: Venezuela al Día

Existen muchas razones por las que estudiar en el exterior es una de las ofertas más tentadoras para los jóvenes de muchas partes del mundo. Las ganas de salir de su país de origen, aprender un nuevo idioma, conocer otras culturas o simplemente querer explorar un lugar más allá de su ventana, son algunas de las más conocidas. Sin embargo, aunque sea el sueño de muchos es un proceso largo y complejo, pero no imposible.

Algunos países alrededor del mundo tienen al interior de sus sistemas educativos una infinidad de oportunidades que favorecen a cientos de estudiantes internacionales. Si bien existen ciertos países en los que la educación es bastante costosa para un estudiante transnacional, hay otros en los que los costos o tarifas son mucho más accesibles. Incluso, algunos ofrecen educación de alta calidad totalmente gratuita en algunos de los cursos o programas de estudios principalmente de las universidades públicas.

Este podría ser uno de los aspectos a favor para aquellos jóvenes interesados en estudiar en el extranjero pero que por cuestiones económicas no han podido dar el primer paso. Aquí te contamos de cinco países del mundo en los que puedes aspirar a obtener educación gratuita como estudiante internacional.

Dinamarca

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Estudiar en Dinamarca podría ser una de las mejores oportunidades de tu vida. El país danés ofrece a cientos de estudiantes internacionales educación de alta calidad en universidades de talla mundial. Si bien, los principales favorecidos por la mayoría de estos programas son aquellos jóvenes de nacionalidad europea, existen grandes alternativas igualmente gratuitas para estudiantes de otras partes del mundo.

En los últimos años Dinamarca ha estandarizado su sistema educativo ampliando la gama de posibilidades a disposición de los jóvenes alrededor del mundo. Actualmente, existen aproximadamente 1300 cursos y más de 600 programas impartidos totalmente en inglés en las diferentes instituciones educativas. Por lo que ya no es necesario para los estudiantes internacionales aprender danés a la hora ir a estudiar a este país.

El gobierno ha creado su propio sitio web oficial con toda la información necesaria sobre requisitos, becas, testimonios y programas de estudio. Con el fin de promover la educación danesa frente a aquellos estudiantes potenciales para sus programas de educación superior enfocados en la creación de soluciones frente a las grandes problemáticas del mundo real.

En Dinamarca podrás encontrar una infinidad de cursos y programas de pregrado o posgrado enfocados en áreas como la ingeniería, ciencias, ciencias sociales, tecnologías de la información y otros sectores innovadores. Además de tener la posibilidad de realizar en la mayoría de sus cursos prácticas académicas al interior de alguna empresa internacional o multinacional.

Finalmente, este destino ofrece grandes beneficios para sus estudiantes como buenos espacios de ocio, ambientes ideales para el desarrollo tanto personal como profesional, oportunidades de trabajo, sistema de salud completamente gratis, uno de los ambientes más seguros y una de las más altas calidades de vida a nivel mundial.

Suecia

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Suecia es conocido como uno de los países con los niveles de más alta calidad de vida alrededor del mundo y por tener un sistema educativo de los más prestigiosos. Estudiar en alguna de las ciudades suecas podría ser una oportunidad perfecta para ampliar tus horizontes en diversos campos de la vida.

Este país ofrece dentro de su sistema educativo una infinidad de alternativas para que personas de todo el mundo lo elijan como su destino de estudios, algo bastante tentador considerando los factores de costo-beneficio de un país escandinavo.

El gobierno sueco ofrece diferentes programas de estudio principalmente en inglés, por lo que una vez más podemos eliminar la barrera del idioma que se posiciona como uno de los grandes obstáculos cuando se trata de estudiar en el extranjero. De esta manera, tendrás la oportunidad de adaptarte fácilmente a un entorno académico y cultural en el idioma universal.

Suecia pone a tu disposición alrededor de 38 de las mejores universidades del país con más de 1182 programas de pregrado y posgrado de todas las áreas de estudio. Indiscutiblemente, tener la oportunidad de formarse académicamente en uno de los países a la vanguardia tecnológica e innovadora mundial podrá abrirte cientos de puertas en el mundo laboral.

Si te sientes identificado o atraído por uno de los países más seguros y competitivos para vivir, trabajar y estudiar, te invitamos a visitar su sitio web oficial studyinsweden.se para obtener más información sobre los programas de estudio, costos de vida, oportunidades de trabajo, requisitos y todo lo que debes saber para emprender el viaje de tu vida.

Brasil 

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Brasil no se queda atrás si de educación gratuita se habla. El país carioca se ha convertido en un referente educativo para cientos de estudiantes internacionales que arriban al lugar en busca de uno de los programas gratuitos ofertados.

Se estima que cada año llegan a la nación cerca de 14.000 estudiantes provenientes del extranjero, quienes encuentran una amplia oferta educativa en las más de 2.000 universidades existentes.

Otro de los factores que más resaltan en la educación brasileña es el reconocimiento internacional que han ganado gracias a algunas de sus instituciones, como es el caso de la Universidad de São Paulo o la Universidad Federal de Río. La primera cuenta con más de 75.000 estudiantes matriculados, mientras que la segunda, fue fundada en 1920 y se destaca por su gran aporte al área de las humanidades en el continente.

Como estas, se pueden encontrar universidades muy importantes a lo largo de todo Brasil, muchas de ellas reconocidas a nivel internacional por contar con estándares educativos de muy alto nivel. En Sudamérica, difícilmente algún país pueda competir con el gigante de 120 millones de habitantes.

Si quieres estudiar en Brasil es indispensable que te empieces a familiarizar con el idioma local debido a que la gran mayoría de clases son dictadas en portugués. Sin embargo, muchas facultades empiezan a incluir en algunos de sus programas clases en inglés, buscando abrir las puertas a una educación global y moderna.

Al igual que los países más destacados a nivel internacional por la calidad de su educación, Brasil apunta sus armas a mejorar las herramientas de investigación al interior de sus instituciones, pensando en capturar grandes talentos intelectuales de distintas naciones de América Latina y el mundo. Basta con mirar alguno de los programas disponibles para entender por qué es una gran opción si quieres estudiar en el extranjero.

Como si fuera poco, cabe recordar los beneficios culturales que puede traer para tu vida estudiar en esta parte del mundo. Brasil es un país rico en gastronomía, arte, cultura y turismo. A lo largo del año encontrarás cientos de opciones recreativas y culturales para involucrarte y dejar por un momento tus estudios. Puedes participar en el carnaval de Río de Janeiro, visitar el Cristo Redentor, ver un partido de fútbol o simplemente degustar una caipirinha en Dos Carneiros.

Es importante arriesgarte a lograr lo que te propongas. Ten en cuenta que los cupos universitarios no son ilimitados, por lo que no deberás dejarle a la suerte tus capacidades. Recuerda que los trámites educativos se pueden convertir en un aspecto tedioso si no conoces la mayoría de los requisitos, por eso enfócate y prepárate para dar lo mejor de ti en territorio internacional. Ser un estudiante extranjero exitoso solo depende de ti.

Finlandia 

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Si estás buscando el destino de estudios que mejor se acomode a tus expectativas y necesidades, te recomendamos considerar a Finlandia entre tus opciones. Este podría ser otro de los destinos predilectos que ofrece educación gratuita de la más alta calidad para estudiantes internacionales.

Aplicar a uno de los programas de educación superior finlandesa es una excelente alternativa para ampliar tus conocimientos en un área de estudio en específico y para lograr alcanzar tus metas educativas. Tanto el gobierno finlandés como sus universidades ofrecen grandes beneficios para atraer a cientos de estudiantes transnacionales cada año, aquí una lista de ellos:

  • Imparten un número significativo de sus programas de educación superior en inglés.
  • Un ambiente pacífico en uno de los países más sostenibles a nivel mundial.
  • Ofrece un ideal ambiente académico y cultural para el desarrollo de tus habilidades personales, lingüísticas y cognitivas.
  • Es un país líder en la oferta de educación superior de alta calidad.
  • Pone a tu disposición los lugares más extraordinarios para explorar y descubrir las maravillas finlandesas.
  • Posee una gran diversidad de climas y estaciones que podrás disfrutar.
  • Brinda diferentes alternativas de actividades extracurriculares para complementar el desarrollo de tu estilo de vida como un estudiante internacional.

Si te sientes interesado por la amplia oferta educativa y cultural de Finlandia, te invitamos a visitar su sitio web oficial para obtener mayor información sobre sus programas de estudio y beneficios para estudiantes extranjeros. Es probable que tu programa de estudios soñado esté más cerca de lo que te imaginas ¡tan solo sigue buscando!

Alemania 

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La educación gratuita en el país bávaro lo refuerza como uno de los destinos más llamativos y apetecidos por estudiantes internacionales de todas partes del mundo. El gobierno alemán ofrece grandes oportunidades para miles de jóvenes extranjeros con sus prestigiosos programas académicos y de investigación. Además, existen casos específicos en los que brinda subsidios en salud y transporte a sus estudiantes.

Tener la oportunidad de estudiar en Alemania cambiará tu vida por completo. Podrás formarte académicamente en un país lleno de facilidades educativas, conocerás diferentes aspectos esenciales y representativos de la cultura germana, aprenderás un nuevo idioma y desarrollarás habilidades únicas que te harán sobresalir en un contexto competitivo mundial.

Alemania reúne a los mejores estudiantes de todo el mundo con el fin de construir una comunidad académica sólida y fructífera en la generación de conocimiento. El gobierno le apunta sin duda a la formación de profesionales altamente calificados que puedan contribuir al desarrollo del país en diferentes aspectos y sectores del mercado.

Esta es una economía pensada para el desarrollo integral de la nación. El estado al enfocarse e invertir en la educación tanto de locales como de estudiantes extranjeros, está sembrando un fruto del cual podrá recoger grandes cosechas en el futuro. Sin embargo, este no solo es un acuerdo beneficioso para el país, miles de estudiantes extranjeros se ven beneficiados en la consecución de sus metas educativas en un país altamente competitivo y en el desarrollo de habilidades particulares gracias a la educación de alta calidad recibida durante sus estudios.

Alemania tiene una gran variedad de instituciones educativas como el DAAD, el Servicio Alemán de Intercambio Académico, el cual brinda toda la información necesaria sobre Alemania como destino de estudios, con el fin de ayudar a estudiantes de todas partes del mundo a encontrar la mejor alternativa o el programa que más se acomode tanto a sus necesidades y expectativas como a sus capacidades e intereses.

Actualmente, existen herramientas excelentes e indispensables a la hora de buscar el mejor destino de estudios en el exterior. Por ejemplo, las ferias de estudios internacionales son el mejor canal de comunicación con cientos de instituciones educativas en el exterior que están esperando por ti. No pierdas la oportunidad de asistir a alguna de estas ferias en tu ciudad para preguntar a los representantes lo que quieras saber, buscar e investigar a profundidad sobre aquellas opciones o destinos de estudio que más te llaman la atención.

Te recomendamos asistir próximamente a las mejores ferias de educación a nivel internacional: en Latinoamérica (ExpoEstudiante), en Brasil (Salão do Estudante) y en medio oriente (UAE Global Education Fair) para buscar toda la información pertinente antes de tomar la decisión de tu vida.

Recuerda que los países mencionados anteriormente brindan educación gratuita para estudiantes extranjeros específicamente en algunos de sus programas académicos. Sin embargo, existen cientos de programas y becas académicas tanto en estos países como en muchos otros a nivel mundial a los cuales puedes acudir para hacer realidad tus sueños.

Hoy en día, la educación superior se ha convertido en uno de elementos más importantes dentro de los gobiernos de muchos países alrededor del mundo. Es por esto por lo que cada vez más instituciones estatales y ministerios de educación están enfocando todos sus esfuerzos en la expansión de sus sistemas educativos y la admisión de estudiantes extranjeros al interior de sus campus e instituciones académicas con el fin de ofrecer educación de alta calidad mucho más globalizada.

Aventúrate a escoger tanto tu destino de estudios soñado como el programa perfecto para ti. No dudes en buscar todas las alternativas posibles y en dar el primer paso para hacer realidad tus sueños. Sin importar que tan lejos parezca alcanzar tus objetivos es probable que estén más cerca de lo que te imaginas

Fuente: https://venezuelaaldia.com/2019/09/17/los-cinco-paises-donde-la-educacion-es-gratuita-para-los-extranjeros/

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La educación en Brasil (II): La protesta

Por: Jaume Carbonell

Por la defensa de la jubilación (de las pensiones) y de la escuela pública; y contra la privatización y la censura. Y por muchas más cosas.

Asisto a la jornada de protesta del 13 de agosto de Gravataí, un municipio de Rio Grande du Sul. El paro docente y las manifestaciones se extienden por medio país. En Gravataí unos 300 estudiantes de secundaria, que también han convocado esta jornada en defensa de la educación pública, marchan a primera hora de la mañana, bajo una enorme pancarta. “No mates nuestro futuro”. Gritan consignas contra la reforma de las pensiones y los recortes en la educación pública y a favor del colectivo docente: “El profesor es mi amigo, se metió con él, se metió conmigo”. Jair Bolsonaro siempre está en el foco de las críticas: “Quiero estudiar para ser inteligente, porque de burro ya basta con el presidente”

A partir de las 14 horas, empieza la concentración final en Porto Alegre, la capital gaucha, frente al palacio del gobernador. La convoca, entre otras organizaciones, CPERS, el sindicato de los trabajadores y trabajadoras de la enseñanza estatal. Junto al profesorado están los estudiantes y otros sectores del funcionariado y de la clase trabajadora. Se suceden los discursos y las consignas. Hay un relato general coincidente: la educación no está en venta y merece respeto; y una exigencia muy concreta: la defensa de las pensiones públicas y la oposición a cualquier reforma.

Uno de los manifestantes me explica las razones: “Quien sale ganando con la reforma de la Seguridad Social son los bancos… La jubilación deja de ser un derecho de todos y pasa a ser un negocio lucrativo para pocos”. Una mujer se añade a la conversación: “Esto se debe a la política neoliberal de Leite [el gobernador del Estado] y de Bolsonaro, que quieren cargarse las políticas sociales que tanto habían avanzado durante los gobiernos del PT [Partido de los Trabajadores] de Lula da Silva y Dilma Rousseff. Se las quieren cargar de golpe, dejando que las empresas y el gran capital entren a saco en la educación y en otros servicios sociales”.

Los discursos se prolongan durante horas, en este y en otro punto de la ciudad, mientras se aguanta estoicamente el frío invernal. Hay quien aprovecha el tiempo para repartir folletos y periódicos, mientras los vendedores ambulantes hacen su agosto. Varias personas portan la pegatina pidiendo la libertad de Lula y otras recuerdan en sus camisetas a la concejala de izquierdas de Rio de Janeiro, Marielle Franco, asesinada a golpe de metralleta cuando salía de una reunión con colectivos de mujeres negras; aún no se ha averiguado quiénes dieron la orden.

Más adelante, al cabo de casi cuatro horas, cuando ya oscurece, y la manifestación ha crecido –20.000 personas según la organización–, mi retina se fija en la leyenda de un par de pancartas: “Escola sem mordaça”; y “Escola sem censura”. Se trata de un movimiento que apuesta por el pensamiento crítico, el pluralismo y la libertad de expresión, frente a la amenaza de amordazarla por parte del nuevo gobierno de extrema derecha con el proyecto “Escola sem partido”. Una iniciativa cuyo objetivo es prohibir en las aulas la exposición o debate de cualquier tema socialmente comprometido e, incluso, de cualquier tópico social pegado a la realidad, instando a los propios estudiantes y a las familias a denunciar cualquier tipo de intervención docente que se mueva en esta dirección.

El proyecto de ley gubernamental trata de regular, precisamente, esta mordaza ideológica en los proyectos pedagógicos, contenidos, materiales didácticos y evaluaciones. La semana anterior, precisamente, un profesor fue expulsado de su centro privado donde trabajaba debido a las quejas y presiones de un sector de padres por haber proyectado y comentado un vídeo sobre los diversos sistemas de seguridad del país.

Esta ofensiva reaccionaria en educación y en el conjunto de ámbitos sociales y culturales cuenta con una sólida mayoría en la Cámara de Diputados del país. Popularmente se conoce como la bancada de las tres b. La primera es la “bala”, que integra a las fuerzas armadas, policía y milicias que actúan sin control. La segunda es “boi” –buey en portugués–, y se refiere a la bancada vinculada a los grandes ganaderos y terratenientes. Su protagonismo es bien conocido en los numerosos incendios en la Amazonía, a quienes el fuego les sirve para ocupar legal o ilegalmente territorios protegidos para la extensión de sus pastos, la extracción de minerales o la construcción de macroinfrastructuras, siempre en perjuicio de la población indígena y de la preservación del planeta. La resistencia indígena y de organizaciones medioambientales se ha cebado con diversos asesinatos en el transcurso de los últimos años. Pero ya se sabe que dentro del gobierno Bolsonaro se niega el calentamiento global y, por eso, los controles contra incendios se han flexibilizado extraordinariamente. Y la tercera b es la “Biblia”, se identifica únicamente con la religión evangélica, uno de los inventos históricos más eficaces –la cosa viene de Ronald Reagan, que puso mucho dinero– para combatir la Teología de la Liberación. Antaño triunfó en Centroamérica –sobre todo en Guatemala y El Salvador– y hoy campa a sus anchas en Brasil, con una fuerte incidencia en las clases populares, con un crecimiento de seguidores espectacular. Con grandes dosis de demagogia y una puesta en escena muy teatral y musical –con gospel a toda pastilla–, con reparto de comida, confesiones públicas y exposición de milagros, se convierte en un show espiritual –a veces llega al éxtasis– que teje fuertes vínculos y llena templos con miles de fieles. En el hotel, cuando pulsas la televisión, empiezan a aparecer canales y canales evangélicos. Actualmente, cuentan con 600 emisoras de radio y 23 televisiones. Bolsonaro antes de las elecciones se hizo evangélico.

Y, finalmente, no hay que olvidar la firme alianza que se establece con otros grupos a la hora de emprender las políticas neoliberales para adelgazar el Estado y expandir el empresariado dentro de la educación. Entro ellos, destaca la Fundación Lemann, en alusión a Jorge Paulo Lemann, el hombre más rico del país, que a través de esta fundación “sin ánimo de lucro” se propone “formar líderes para resolver problemas del desarrollo social del país.” Con frecuencia, las salidas de tono y las excentricidades de Bolsonaro ocultan el bosque, la madeja de poderosos intereses que se ocultan en su interior.

Fuente: https://eldiariodelaeducacion.com/pedagogiasxxi/2019/09/18/la-educacion-en-brasil-ii-la-protesta/

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Brasil: 10 verdades sobre los incendios en la Amazonía que debes saber

El mundo observa con horror cómo circulan imágenes de enormes extensiones de los incendios en la Amazonía, pero estos no son incendios forestales comunes. Se propusieron para generar enormes ganancias para algunas compañías multinacionales y los gobiernos burgueses que las apoyan. Es necesaria una acción urgente y la movilización de los trabajadores y activistas de todo el mundo para poner fin a la explotación capitalista que está destruyendo una de las regiones ecológicas más importantes de la Tierra. Esto es lo que necesita saber sobre los incendios y los responsables de ellos:

1. Los incendios de deforestación han quemado el Amazonas por décadas

Los pueblos que habitan el Amazonas han sufrido la destrucción de la selva tropical durante décadas. La dictadura militar brasileña de 1964-1985 confiscó 6 millones de hectáreas de tierras de poblaciones indígenas, en parte para construir la inmensa carretera trans-amazónica. Se utilizaron incendios forestales para limpiar la tierra, desplazar a sus habitantes ancestrales y construir ranchos y granjas de ganado. Desde el principio, compañías multinacionales como McDonald’s estuvieron involucradas en esta devastación, financiando proveedores que destruyeron y continúan destruyendo grandes extensiones de la selva tropical para cultivar productos como la soja en grandes cantidades para la exportación.

2. Los incendios en la Amazonía han aumentado en un 85% bajo el gobierno de Bolsonaro

El presidente brasileño, Jair Bolsonaro, quien se hace llamar “Capitán Motosierra”, pronunció un discurso incendiario contra la protección del medio ambiente, sin duda en un llamamiento a los productores agrícolas y ganaderos que constituyen una parte fundamental de su apoyo. En el Congreso, el poder de los representantes rurales está vinculado al agronegocio (la mayoría de ellos son miembros del Movimiento Democrático de Brasil) y es una fuerza decisiva en el gobierno. Cuando llegó al poder por primera vez, Bolsonaro dijo muy claramente a este sector: “este gobierno es suyo” y ha cumplido esa promesa. La ministra de Agricultura de Bolsonaro, Tereza Cristina, proviene de este mismo sector. Tanto el presidente como su administración se han pronunciado en contra de tomar medidas de protección forestal y han favorecido una mayor comercialización del territorio amazónico. Incluso el Ministro de Medio Ambiente de Bolsonaro, Ricardo Salles, defiende esta política. En la última década, los incendios forestales han aumentado constantemente, y hasta ahora en 2019, ha habido más de 70,000 incendios. Sólo en agosto hubo más de 30,000 incendios.

3. Los gobiernos anteriores también dejaron que los agronegocios interfieran en la cuenca del Amazonas

Los gobiernos del PT (Partido de los Trabajadores de Brasil) también favorecieron los agronegocios. Por ejemplo, una serie de reformas a la Ley Forestal, aprobada por el gobierno de Dilma Rousseff, permitió la amnistía para los responsables de la deforestación ilegal y redujo el número de áreas protegidas en la selva y la sabana. La ex presidente autorizó a las compañías mineras alemanas a operar en la región antes de que fuera derrocada por el golpe de estado institucional. En Bolivia, el presidente Evo Morales, a pesar de su retórica a favor de los derechos de los pueblos indígenas, respaldó la quema de la Amazonía con una ley que autoriza la tala “controlada” y la quema de bosques en áreas privadas y comunitarias.

4. Un puñado de compañías multinacionales están ayudando a destruir el Amazonas

Bolsonaro y la burguesía agrícola de Brasil no son los únicos que quieren destruir la selva para sus empresas capitalistas. Importantes compañías imperialistas también están detrás de la deforestación: Credit Agricole y BNP Paribas (Francia), grupos financieros como Blackrock y Capital Group (Estados Unidos), y compañías farmacéuticas como Johnson & Johnson también tienen negocios en el área. Otras compañías multinacionales responsables de hacer negocios con esta devastación son los productores de granos; Cargill, Bunge y Archer Daniels Midland (ADM) controlan el 60% de la industria de la soja en Brasil y se benefician directamente de los incendios forestales, al igual que las empresas agroquímicas como Monsanto y Bayer. Francia y Alemania también tienen intereses directos en la minería en la región. La participación de estas compañías revela la hipocresía de la aparente oposición a las políticas de Bolsonaro por parte de gobiernos como el de Emmanuel Macron en Francia. El capital imperialista gana millones al incendiar el Amazonas.

5. El “capitalismo verde” no salvará las selvas tropicales

El Amazonas se ha convertido en un territorio en disputa para diferentes sectores capitalistas; Algunos de ellos utilizan la retórica de la protección del medio ambiente para describir sus negocios en la región, pero todas estas empresas están interesadas en la explotación de los productos básicos en la cuenca del Amazonas. Producen madera certificada, productos regionales y ecoturismo, todo lo cual afecta al medio ambiente. Además, estas empresas “verdes” también buscan créditos de carbono, lo que les permite obtener beneficios económicos si muestran procesos de producción más amigables con el medio ambiente. Las corporaciones vinculadas a las empresas farmacéuticas y cosméticas exigen una Amazonía “controlada”, que les permitirá patentar sus productos y utilizar regularmente los recursos proporcionados por los bosques. Roche, Bayer, L’Oreal, Unilever, son solo algunos de estos tipos de empresas. Los materiales primarios que extraen con solo regulaciones básicas les garantizan nuevos productos para un público interesado en productos naturales o “éticos”.

6. Más de un millón de vidas indígenas están en peligro

Los casi 350 pueblos indígenas que habitan la cuenca del Amazonas en Bolivia y Brasil están sufriendo las devastadoras consecuencias de la deforestación. No solo son víctimas de la inhalación de humo y las quemaduras causadas directamente por los incendios forestales, sino que también son víctimas de las enfermedades propagadas en el área, como la gripe y el sarampión, y del fraude de los estafadores que falsifican documentos para vender tierras indígenas a otros capitalistas. La construcción de presas y rutas en la jungla también los obliga a abandonar sus hogares. Algunos grupos, como el pueblo Awá, están en grave peligro de desaparecer por completo. Los que sobreviven a este desplazamiento viajan a través de la jungla para ganarse la vida cazando y pescando. Posteriormente, muchos de ellos son perseguidos por mercenarios contratados por terratenientes para proteger el territorio tomado de los pueblos indígenas por la fuerza. Estos asesinos a sueldo han asesinado a numerosos activistas ambientales a lo largo de los años.

7. Los incendios tienen consecuencias ambientales desastrosas

La gran cantidad de territorio quemado en la selva amazónica tendrá efectos drásticos en el medio ambiente. Para comenzar, los árboles en la región producen el 20% del oxígeno total en la atmósfera. Su destrucción puede acelerar rápidamente el calentamiento global y aumentar la temperatura general del planeta.

La sequía y el calentamiento serán muy duros como resultado de un aumento en la temperatura general del área, generando nuevas fuentes de fuego en otros territorios afectados. Otro efecto directo de los incendios es la pérdida de muchas especies de flora y fauna, cuya cruel consecuencia se puede ver en las imágenes de animales muertos, quemados vivos y desplazados de sus hábitats. Además, el dióxido de carbono y otros compuestos químicos emitidos por el fuego acelerarán el efecto invernadero.

Como consecuencias indirectas de los incendios, el equilibrio hídrico de la Tierra cambiará: con la acumulación de gases de efecto invernadero de la quema de árboles, se retiene más y más energía en la atmósfera. Esto provoca un calentamiento de la temperatura de la tierra, los océanos y la atmósfera, lo que contribuye al derretimiento de las superficies de hielo y la evaporación de los cuerpos de agua existentes.

Los científicos latinoamericanos han explicado que no es posible predecir completamente los efectos de los incendios, pero sí saben que los incendios indudablemente darán lugar a una profunda transformación en el suelo y el medio ambiente.

8. Los incendios ponen en riesgo la salud de las personas más pobres

Los habitantes de la Amazonía y sus ciudades circundantes también sufren consecuencias para la salud como resultado de los incendios. Los problemas respiratorios, la pérdida de oxígeno en la sangre y las enfermedades cardíacas están aumentando rápidamente en la región. El denso humo de los incendios afecta principalmente a las familias más pobres de las áreas afectadas, que viven en casas con poca ventilación y no pueden darse el lujo de huir de los incendios. A medida que continúan los incendios, las fuertes disminuciones en la calidad del aire afectarán directamente a las familias trabajadoras, en particular a los niños, que no pueden pagar la atención médica adecuada. Además, la sequedad y el aumento del calor de los incendios ponen a las casas en riesgo de incendiarse y a las familias en riesgo de ser desplazadas.

9. La Amazonía no es la única región destruida por los agronegocios

La magnitud de los incendios en la Amazonía está causando una grave crisis, pero no es la única área donde se está utilizando la deforestación casi no regulada para generar miles de millones de dólares en ganancias. Otros bosques están en grave riesgo, como el bosque siberiano, donde ya se han destruido 2,5 millones de hectáreas. Lo mismo es cierto en vastas regiones del sudeste asiático, donde el 71% de los humedales característicos de la región se perdieron para liberar tierras para la lucrativa industria del aceite de palma, utilizada para alimentos y cosméticos.

10. Manifestaciones en todo el mundo piden la protección de la Amazonía

En toda América Latina y en todo el mundo, ha habido varias manifestaciones importantes que han denunciado los incendios del Amazonas y el papel que los gobiernos y las corporaciones han jugado en la destrucción de esta región. El movimiento juvenil que organiza el #FridaysForFuture, así como miles de otras personas en todo el mundo, protestaron fuera de las embajadas brasileñas para exigir medidas urgentes contra estos incendios devastadores. Se espera que cientos de miles de personas en todo el mundo participen en las huelgas climáticas mundiales en septiembre. Muchos están de acuerdo en que los gobiernos y las empresas capitalistas involucradas en la región son responsables. Una respuesta colectiva de la clase trabajadora y la juventud, los pueblos indígenas y los campesinos afectados por esta terrible destrucción es la única forma de terminar con el exterminio de pueblos enteros y la devastación del medio ambiente.

 

Fuente de la Información: https://www.ecoportal.net/paises/10-verdades-incendios-amazonia/

 

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Clade. Ola conservadora: Género, educación y censura en Brasil

América del Sur/ Brasil/ 17.09.2019/ Fuente: redclade.org.

La educación brasileña ha sido objeto de medidas conservadoras y fundamentalistas de gobernantes que buscan sacarle su rol más importante: el desarrollo del pensamiento crítico y la promoción de emancipación e igualdad

Beso entre dos hombres: una de las imágenes de la revista que el alcalde de Rio de Janeiro censuró en la Bienal

En los últimos días, la educación brasileña se ha enfrentado a nuevas manifestaciones de censura al libre pensamiento y a la diversidad en los espacios educativos.

Durante la “Bienal do Livro”, evento y feria de promoción a la literatura realizado del 30 de agosto al 8 de septiembre en Rio de Janeiro, el alcalde de la ciudad, Marcelo Crivella, ordenó que se retiraran del evento ejemplares del libro “Vengadores, la cruzada de niñas y niños” (traducción libre de “Vingadores, a cruzada das crianças”). El motivo: la publicación contiene una ilustración que representa un beso entre dos hombres. De autoría de Allan Heinberg y Jim Cheng, la obra presenta el equipo de los “Jóvenes Vengadores”, figurando entre ellos los personajes Wiccano y Hulkling, que son novios. La orden de censura del alcalde incluyó también otros libros, que tratan temas relacionados a género y sexualidad, y fueron considerados “impropios” por la municipalidad.

Fueron necesarios 3 días de amplia presión de la sociedad civil y organizaciones y movimientos sociales, para que la Justicia brasileña se manifestara contra las medidas de censura por parte del gobierno de la ciudad de Rio de Janeiro. En un fallo contrario a la acción de Crivella, el ministro del Supremo Tribunal Federal (STF) de Brasil, Dias Toffoli, afirmó que: “el régimen democrático presupone un ambiente libre de tráfego de ideas, en el cual todos tengan derecho a la voz. De hecho, la democracia solamente se sostiene y mejora en un ambiente en que diferentes convicciones y visiones de mundo puedan ser expuestas, defendidas y confrontadas, en un debate rico, plural y resolutivo”.

La clara manifestación de homofobia y censura por parte de la alcaldía de Rio de Janeiro se enmarca en un contexto político y social de ascensión del conservadurismo y de la influencia de grupos confesionales fundamentalistas en el debate y las decisiones sobre las políticas públicas en el país, a distintos niveles, desde las localidades hasta el gobierno nacional, donde representa esta tendencia la gestión de Jair Bolsonaro, fuertemente apoyado por líderes evangélicos. A su vez, antes de que fuera electo alcalde, Marcelo Crivella actuaba como pastor de la Iglesia Universal.

Origen del término ‘ideología de género’

Esta ola conservadora de base confesional fundamentalista no se restringe al contexto brasileño: más de 50 países del mundo presentan movimientos similares, que en base al argumento de que se oponen a la “ideología de género”, buscan impedir el diálogo sobre igualdad de género, sexualidad y la pluralidad de ideas y debates políticos en las escuelas y otros espacios de la sociedad.

Personas que estudian el tema están de acuerdo en que el término “ideología de género”, con sus flexiones, es una invención católica, cuya configuración y emergencia tuvo lugar entre mitad de los años 1990 y el inicio de la década siguiente, resultado de articulaciones entre episcopados, asociaciones pro-vida y pro-familia, y otros sectores conservadores de la sociedad.

Frente a las discusiones y avances para la igualdad de género que se anunciaban de cara a la Conferencia Internacional sobre Población de Cairo (ONU, 1994) y la Conferencia Mundial sobre las Mujeres en Beijing (ONU, 1995), el Vaticano convocó a “especialistas” para poner en marcha una contra-ofensiva y reafirmar la doctrina católica y la naturalización del orden social y moral patriarcal y heteronormativo, contra la lucha por el reconocimiento de la igualdad de género, el derecho a la identidad de género y el respeto a las diferentes orientaciones sexuales.

El término “ideología de género” fue citado por primera vez en un documento eclesiástico en el 1998: aparece en una nota de la Conferencia Episcopal de Perú, intitulada “La ideología de género: sus peligros y alcances”. En el 2000, el término fue citado en un documento del Vaticano llamado “Familia, Matrimonio y Uniones de Hecho”. Trés años después, la iglesia católica publicó su texto más amplio sobre el tema, el cual busca limitar la educación sexual y afirma que el feminismo es problemático [lee más – en portugués].

Ideología de género en Brasil

En el 2004, en Brasil, se fundó el movimiento “Escola Sem Partido”, con el objetivo de impulsar la prohibición del abordaje sobre temas relacionados a género, diversidad, sexualidad y debates sobre diferentes corrientes políticas e ideológicas en la educación. Gracias a la presión y campañas de desinformación puestas en marcha por este movimiento, se logró retirar del Plan Nacional de Educación (PNE), de la Base Nacional Común Curricular (BNCC) y de planes locales de educación, la referencia a género.

Tienen presencia en otros países de América Latina y el Caribe movimientos similares al “Escola sem Partido”, que se reúnen bajo la consigna “Con mis hijos no te metas”. Hay evidencias de la actuación de este movimiento en países como Perú, Bolivia, Costa Rica, Colombia, Brasil, Argentina, Ecuador, Paraguay, Uruguay y República Dominicana.

Denuncias ante espacios internacionales

Desde el 2016, la Campaña Nacional por el Derecho a la Educación (CNDE) de Brasil viene denunciando a instancias internacionales de derechos humanos la gravedad del proyecto “Escola Sem Partido” y sus impactos negativos para la libertad pedagógica de profesionales de la educación y la realización del derecho a la educación de todas las personas en condiciones de igualdad.

En noviembre de aquel año, la Campaña entregó a la relatora especial de la ONU sobre el Derecho a la Educación, Koumbou Boly Barry, un dossier que exponía las violaciones al derecho humano a la educación en el país y retrocesos para la igualdad de género en el Plan Nacional de Educación y planes locales de educación.

En el mes siguiente, la CNDE denunció a la Organización de los Estados Americanos (OEA) los riesgos de proyectos de ley que eran discutidos en el Congreso Nacional, con el propósito de integrar las propuestas del movimiento “Escola Sem Partido” a la Ley de Directrices y Bases de la Educación brasileña. Así mismo, llamó la atención para proyectos de ley similares con trámite en los parlamentos estaduales y municipales del país.

Estas y otras amenazas para el derecho a la educación y la igualdad de género, igualmente, fueron denunciadas por la CNDE, ante el Examen Periódico Universal (EPU) de la ONU al Estado Brasileño en el 2017.

Tras las denuncias presentadas, la ONU y la OEA se manifestaron contra el proyecto de ley “Escola Sem Partido”, reiterando la importancia de la educación para la igualdad de género y recomendando a Brasil que tome medidas para enfrentar las violencias y discriminaciones por razón de género y orientación sexual.

El gobierno brasileño no contestó de manera favorable a las recomendaciones. Por lo contrario, ha profundizado medidas en el sentido de prohibir y censurar el diálogo sobre género y sexualidad en la educación. Semana pasada, el presidente Jair Bolsonaro se manifestó en su cuenta en Twitter, solicitando al Ministerio de Educación la elaboración de un proyecto de ley que prohíba la “ideología de género”.

Censura a libros didácticos en São Paulo

El gobernador de la provincia de São Paulo, João Doria, ordenó recientemente la retirada de 330 mil publicaciones sobre ciencias de la red estadual de educación porque abordaban cuestiones sobre la identidad de género y la orientación sexual. Doria buscó justificar su actitud con la alegación de que el material didáctico “es contrario a la Base Nacional Común Curricular (BNCC)”. El término “género” fue excluído de la BNCC en el 2017, por presión de grupos conservadores y fundamentalistas, contrariando orientaciones de las Naciones Unidas sobre esta temática. En guía técnica sobre la educación sexual, lanzada el año pasado, la UNESCO dedica todo un capítulo a la construcción social del género y a su abordaje desde la educación.

Según Andressa Pellanda, coordinadora ejecutiva de la Campaña Nacional por el Derecho a la Educación, “la retirada de los libros didácticos no apenas es un acto de censura, sino que además se origina en un pensamiento retrógrado, de tono moralista y fundamentalista, sobre un asunto que es también de salud pública”.

“Pese a lo que afirman la amplia literatura sobre pedagogía y salud pública, y las recomendaciones de órganos internacionales a Brasil, el país sigue en un camino obscuro. Así mismo, el debate sobre igualdad de género y orientación sexual va mucho más allá de las cuestiones pedagógicas o de salud, se trata del respeto a la identidad y a las libertades individuales, y de una agenda para superar la discriminación. Este gobierno está en contra de estos principios”, añadió.

El último martes (10 de septiembre), luego de protestas de la sociedad civil organizada y de la presentación de una Acción Popular (demanda judicial) contra la decisión del gobernador de São Paulo, por parte de integrantes de la CNDE y aliados, la Justicia determinó que se retome la distribución de los libros que se habían censurado, en un plazo de 48 horas a partir del fallo.

Fuente de la noticia: https://redclade.org/noticias/ola-conservadora-genero-educacion-y-censura-en-brasil/

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Foro de UNESCO: Autoridades de cinco países presentan conquistas y desafíos para la educación inclusiva

América del Sur/ Brasil/ 16.09.2019/ Fuente: redclade.org.

El segundo panel de debates del Foro Internacional sobre Inclusión y Equidad en Educación de la UNESCO (11 – 13 de septiembre en Cali, Colombia) contó con la presencia de representantes de Ministerios de Educación de cinco países. Compusieron la mesa: Hirut Woldemariam, ministra de Ciencia y Educación Superior de Etiopía; Pablo Medina, viceministro de Educación de Perú; Constanza Alarcón, viceministra de Educación de Colombia; João Costa, secretario de Estado del Ministerio de Educación de Portugal; y Dominic Cardy, ministro de Educación y Desarrollo de la Primera Infancia de New Brunswick, Canadá. El diálogo fue moderado por Stefania Giannini, subdirectora general de Educación de la UNESCO.

La representante de Etiopía relató que las políticas de educación inclusiva en el país han tenido como objetivo principal enfrentar a la discriminación contra grupos de la sociedad menos representados en los espacios sociales y políticos, como las mujeres. “Creamos políticas para darles más acceso a la educación, ampliamos la cantidad de instituciones de enseñanza superior y fortalecemos sistemas de apoyo para que las mujeres pudieran sentirse empoderadas”, afirmó Hirut Woldemariam.

A su vez, Dominic Cardy, de Canadá, destacó no solo la importancia de garantizar el acceso de las personas que presentan algún tipo de discapacidad, o son marginalizadas socialmente, al sistema educativo, sino que también es necesario asegurar la calidad e inclusión en la educación para todas las personas. “Garantizar el acceso de todas las personas e ignorar que el sistema educativo está lleno de educadores autoritarios no ayuda [a garantizar una educación inclusiva con calidad]. La inclusión no es solamente para grupos específicos, debe tomarse en sentido amplio”.

El secretario de Estado portugués reforzó que integrar las personas con discapacidad al sistema educativo común no significa que estas personas estén de hecho incluídas. “Si los espacios y los currículos están segregados, no hay inclusión”, subrayó.

Destacó también que en Portugal se han cambiado legislación y currículos, con el objetivo de enfrentar a los diferentes tipos de exclusión en la educación; y se ha desarrollado una estrategia nacional para promover la formación para la ciudadanía. “Aumentamos la flexibilidad de los currículos y la autonomía de las escuelas para que puedan adaptarse a los diferentes públicos, e impulsamos una evaluación educativa formativa”, explicó.

Añadió que los cambios curriculares promovidos incluyeron deportes, artes y el abordaje de temas como ciudadanía, derechos humanos, igualdad de género y alfabetización y educación para los medios de comunicación, en las escuelas; así como un programa de Educación de Personas Jóvenes y Adultas, con miras a promover no apenas la educación inclusiva de las niñas y los niños, sino también la de sus familias.

Inclusión en América Latina

El viceministro de Perú y la viceministra de Colombia también presentaron algunos avances y retos de los dos países latinoamericanos, respecto a la inclusión educativa. Pablo Medina subrayó algunos logros más recientes para la educación inclusiva en el país, en términos legislativos. “Incluimos dos artículos en la Ley General de Educación que establecen que la educación debe ser inclusiva en todas las etapas, desde los niños y niñas pequeños/as hasta la educación superior, y creamos la Ley General de las Personas con Discapacidad, que garantiza el derecho a la educación de calidad para todas las personas con discapacidad”, afirmó.

Sin embargo, destacó como reto el hecho de que la inclusión de las personas con discapacidad al sistema educativo general, no siempre se hace con la calidad esperada, y todavía falta avanzar especialmente en garantizar una formación docente adecuada para la enseñanza inclusiva.

Constanza Alarcón, a su vez, comentó la perspectiva de educación inclusiva defendida actualmente por el gobierno de Colombia. “El país tiene claridad de que esta modalidad de educación no es una oferta distinta, sino un enfoque que no mira hacia las necesidades, sino a las potencialidades”. Abordó, así mismo, los retos que advienen del reciente fenómeno migratorio de venezolanas y venezolanos a Colombia, y la urgencia de pensar formas de incluir las y los migrantes al sistema educativo del país. “Con la crisis en Venezuela, hubo un aumento del 460% en las matrículas. Son 190 mil niñas y niños venezolanos que ahora estudian en las escuelas de Colombia. No hay barrera para el acceso, pero ¿cómo garantizamos la educación inclusiva para estar personas después del acceso?, cuestionó.

Retos compartidos

Entre los desafíos comunes para realizar la educación inclusiva, las autoridades destacaron: aumentar los recursos y presupuestos; cambiar actitudes y culturas respecto al tema en las comunidades educativas; generar más conocimiento y producción de datos sobre las brechas de inclusión, promoviendo evidencias, sensibilización e información que orienten y fundamenten las decisiones políticas; aplicar los recursos públicos para la educación y la inclusión de manera más estratégica; descentralizar y flexibilizar el desarrollo de la educación para que atienda a diferentes capacidades y potencialidades de las y los estudiantes; asegurar formación docente y cambios curriculares para la inclusión; construir nuevas formas de ciudadanía y relaciones en las escuelas; cambiar el concepto de evaluación educativa y calidad, conectándolo a la inclusión y la garantía de la educación como un derecho, y con calidad, para todas y todos.


Fuente de la noticia: https://redclade.org/noticias/foro-de-unesco-autoridades-de-cinco-paises-presentan-conquistas-y-desafios-para-la-educacion-inclusiva/
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