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Francesc Nogales: Educar en clase pero también en casa, un viaje pedagógico a los casos de éxito educativo. España

Francesc Nogales, reconocido a nivel nacional e internacional por sus propuestas educativas innovadoras, ha volcado su experiencia en su primer libro, “Educar en clase… y en casa”, un “viaje pedagógico” que reclama vincular las aulas y el proceso de aprendizaje con el entorno social y familiar.

“Se trata de un viaje en el que vamos creciendo”, desde la infancia hasta la edad adulta, explica Nogales en una conversación con EFE, “en el que al principio replicamos un modelo de educación que hemos recibido y del que luego renegamos”.

Nogales, profesor en el colegio San Enrique de Quart de Poblet (Valencia), fue elegido el mejor profesor de Primaria de España en los Premios Educa Abanca en 2021, y ha recibido también numerosos reconocimientos internacionales por sus proyectos pedagógicos que lleva a la práctica con sus alumnos, tras más de 25 años de “prueba-error”.

Francesc Nogales, reconocido a nivel nacional e internacional por sus propuestas educativas innovadoras. EFE/Ana Escobar

Propuestas de educación que implican a las familias y al entorno social de los alumnos

El libro que publica Plataforma Editorial reúne siete de estos proyectos relacionados con la lectura, las matemáticas, el abordaje del “bullying” o el Alzheimer con la recuperación de la memoria de los mayores, a través de propuestas que implican a las familias y al entorno social de los alumnos y les sirve de motivación para el aprendizaje.

Con sus alumnos ha realizado reseñas literarias que se han publicado en medios de comunicación; talleres de matemáticas con la presencia de las familias en el aula; ha tratado como afrontar situaciones que pueden derivar en “bullying” con vídeos elaborados por los niños para su difusión en YouTube; ha recopilado las historias de los abuelos en “un pueblo para recordar” y trabajado con las familias las frustraciones con propuestas como “De pequeño seré”.

Nogales precisa que son experiencias educativas de éxito después, en algunos casos, de “muchos errores”, consejos a los que los docentes y familias interesadas pueden acceder a través de códigos “QR” y modificar y adaptar a sus aulas de manera colaborativa.

El libro se divide en cuatro capítulos: infancia, juventud, madurez y vejez, y se acompaña también de varios temas musicales con la educación como temática, de Pink Floyd, Mecano, Fito y los Fitipaldis, Maluma o Seguridad Social.

Educación tradicional o innovadora

Nogales habla sobre las continuas reformas de la ley de Educación y opina que “ahora hay una confrontación muy evidente entre educación tradicional y educación innovadora cuando el camino, el debate, no tiene que ser ese sino qué podemos sacar de positivo de la educación tradicional y qué aporta de positivo la innovación metodológica”.

A su juicio, “las leyes están muy bien pero no sirven de nada si estamos dando clases como hace 30 años” y deberían centrarse en “ser útiles”. “No se trata de cambiar la ley sino de plantear la educación como una prioridad social, que se hable de la educación no tanto para debatir y generar polémica sino para generar unión”, añade.

Además, defiende que tenga un papel más visible socialmente, con propuestas como una sección de información educativa en los informativos, al igual que hay de sociedad o de cultura, que muestre las experiencias en las aulas que están desarrollándose con éxito. “Hay muchos colegios haciendo cosas que merece la pena contar y no lo cuentan ni ellos”, lamenta.

Francesc Nogales ha volcado su experiencia en su primer libro, “Educar en clase… y en casa”. EFE/Ana Escobar

Prólogo de Pilar Alegría

La ministra de Educación, Pilar Alegría, que contactó con Nogales tras su elección como mejor docente en 2021 para conocer su trabajo y el de otros profesores con su misma visión pedagógica, es la encargada del prólogo del libro.

Alegría destaca que es una llamada al orgullo de enseñar, al privilegio de ser referente para las nuevas generaciones y un aviso a los riesgos de estar siempre subido a la tarima, ya que “un profesor que no escucha es un profesor que no sabe lo que ha aprendido”.

“Un docente maduro es sensato y no depende solo del libro, tiene buen juicio y ofrece proyectos diversos y variados, y también es prudente y sabe que cada alumno necesita algo distinto”, reflexiona Nogales, que propone a los lectores “sumarse a la acción” y lanzarse a realizar alguna de sus propuestas. “Podemos llevarnos sorpresas increíbles”, asegura el docente.

Fuente: https://efe.com/sin-categoria/2023-06-17/educar-en-clase-pero-tambien-en-casa/

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II Congresso Mundial contra o neoliberalismo educacional: alternativas pedagógicas e resistência sindical (Portugués)

Panamá, 5 a 9 de junho de 2023

 

Aprovado com sugestões em primeira discussão em 7 de junho de 2023, no Domo Universitário, Cidade do Panamá. Aprovado em segunda discussão na cidade de Veraguas, Panamá, para divulgação em massa, em 9 de junho de 2023.

 

De onde viemos?

 

Os sindicatos e organizações gremiais de trabalhadores em educação, coletivos pedagógicos e de educação popular, pesquisadores e acadêmicos reunidos no Panamá, compartilham um compromisso inabalável em defesa do direito à educação pública para todas e todos que permitiu nos encontrar por distintos caminhos.

Assim, fomos construindo um importante tecido social de resistência, plural, democrático, diverso que nos fez coincidir em posições, cenários e perspectivas.

Décadas de conhecimento e reconhecimento nas resistências sindicais possibilitaram a importante convergência educacional ocorrida em 2020, quando decidimos realizar o I Congresso Mundial contra o Neoliberalismo Educacional. O encontro, realizado virtualmente, reuniu quase 12 mil ativistas sociais do magistério para denunciar os velhos e novos modelos de privatização educacional, desterritorialização, estratificação escolar, despedagogização, padronização e mercantilização educacional.

Em setembro de 2020, decidimos nos reunir novamente presencialmente, para continuar pensando em como enfrentar a ofensiva neoliberal na educação. Reunir-se para pensar, articular, propor e acordar convergências em lutas comuns. Este II Congresso Mundial contra o Neoliberalismo educacional é a continuidade do diálogo e do encontro, focado nessa oportunidade de explorar as convergências sobre alternativas pedagógicas, resistência sindical.

 

Uma situação complexa para a educação pública

Vivemos uma situação extraordinária, em que se manifestam múltiplas e variadas formas de ataque à educação pública presencial. Nesse ataque contra o público convergem interesses nacionais e internacionais que buscam transformar a educação em mercadoria. Portanto, dando continuidade ao trabalho que cada organização, coletiva e individualidade, realiza nacionalmente, parece-nos importante pavimentar caminhos para a construção de um horizonte compartilhado, no âmbito da diversidade. Este esforço baseia-se no diagnóstico de:

  1. Que a educação pública presencial é um direito humano fundamental, uma obrigação inabalável dos Estados, que possibilita reduzir as desigualdades sociais derivadas da origem social de classe;
  2. Portanto, o desenvolvimento científico-tecnológico dos últimos tempos deve ser visto como um complemento ao trabalho pedagógico presencial e nunca como um substituto. Além de proporcionar conhecimento e saberes, as instituições de ensino presenciais constituem o espaço privilegiado para aprender a viver, compartilhar, criar e desenvolver justiça social;
  3. A simbiose entre plataformas digitais e sistemas meritocráticos, constitui um modelo de gestão individualista da aprendizagem, despersonalizado e autoritário, onde qualquer possibilidade de melhoria nas condições de trabalho e aperfeiçoamento profissional do professor, é substituída pelo único direito de competir em condições de desigualdade territorial e tecnológica;
  4. Apoiamos as demandas por uma transformação radical dos sistemas escolares para colocá-los em sintonia com as expectativas das maiorias cidadãs e das diversidades historicamente situadas, não do grande capital e seus interesses;
  5. Essas demandas implicam na revisão das condições de trabalho docente, salários e vencimentos, previdência social e direito a uma aposentadoria digna;
  6. Bem como entender que as lutas dos trabalhadores da educação se inserem em um quadro mais amplo de disputas contra os donos do capital que submetem à classe trabalhadora a condições cada vez maior de miséria e precariedade. Isso afeta as possibilidades reais de inclusão e permanência educacional dos filhos e filhas daqueles que vivem do trabalho;
  7. Os estudantes são outro setor duramente atingido pelo neoliberalismo educacional. Sãos considerados apenas como matéria-prima ou produto que faz parte do aparato produtivo, desprovido de direitos, sem voz perante as políticas educacionais. Uma juventude atacada, que desejam sem pensar, subjugada, mas que apesar disso se levanta, se expressa também por uma nova educação e uma sociedade superior à que enfrentam;
  8. A pandemia da COVID-19 desencadeou as piores ofensivas de privatizações com a máscara do virtual, o que fez com que famílias, alunos e professores fossem os únicos a arcar com a transição para o digital, enquanto os Estados Nacionais, em sua maioria, ignoravam sua obrigação de garantir as mínimas condições de aprendizagem. Soma-se a isso, a estratificação escolar determinada por diferenças no acesso à conexão à internet e equipes virtuais de trabalho, bem como a desterritorialização gerada pela tentativa de apresentar “soluções educativas” semelhantes para territórios altamente diferenciados;
  9. Além disso, o contexto de isolamento preventivo derivado da pandemia aumentou a precarização do trabalho, impactando fortemente as mulheres. As trabalhadoras em educação regressaram ao interior das suas casas, para se encarregarem dos cuidados relacionados com o âmbito doméstico (alimentação, vestuário, limpeza, cuidados de familiares doentes, cuidados de crianças), incluindo o acompanhamento escolar em contextos virtuais de filhos e filhas. Aumentaram as horas de trabalho, em detrimento das horas de descanso e do próprio trabalho e crescimento profissional;
  10. Infelizmente, a progressiva virada neoliberal da UNESCO a que assistimos nas últimas três décadas não só enfraqueceu as referências alternativas, mas também construiu uma nova teia de discursos e imaginários que buscam colocar a educação a serviço dos interesses do mercado;
  11. Isso é possível graças às dificuldades que temos do pensamento educacional crítico para valorizar e compreender em profundidade as diversas formas e expressões atuais da ofensiva neoliberal contra a educação pública presencial;
  12. Nesse contexto, consideramos que a mobilização social é uma forma fundamental para denunciar o neoliberalismo educacional e construir consensos;
  13. Por isso, fazemos um chamado para multiplicar desde os sindicatos de trabalhadores em educação, coletivos pedagógicos, organizações de educadores populares e pedagogias críticas, os espaços de formação, debate plural e encontro, que possibilite a coordenação de inciativas socialmente referenciadas, para frear em todos os territórios a ofensiva global contra a educação pública que as empresas de tecnologia, bancos de desenvolvimento, multilateralismo, filantropia empresarial e corsários que pretendem assaltar as organizações da sociedade civil;

 

Para onde vamos?

Uma coisa é o que o capital tenta implementar na educação e outra coisa é o que o povo pensa e permite. Este II Congresso Mundial contra o Neoliberalismo Educacional é pensado a partir da lógica da resistência e construção do ensino popular.

Para o capitalismo, tudo o que se faz na sociedade é para virar negócio e eles consideram a educação uma mercadoria. Para nós, a educação tem como função central a convivência e o desenvolvimento integral social da personalidade, com uma perspectiva emancipadora;

O capitalismo quer mais virtualidade e menos presencialidade para reduzir o investimento social e transferir o que se economiza para as grandes corporações tecnológicas, enquanto dizemos alfabetização em algoritmos, o virtual-digital como complemento, não como centralidade do fato educacional e mais investimento em infraestrutura, dotação e treinamento para a educação presencial emancipatória do século XXI.

O capitalismo destrói a profissão docente precarizando o trabalho em sala de aula, tornando os profissionais docentes sobreviventes do desastre econômico neoliberal. Dizemos que é urgente dignificar a profissão docente, social e laboralmente, reivindicando o nosso direito de livre organização, luta sindical, estabilidade, contratos coletivos e condições dignas de trabalho.

O capitalismo quer obscurecer a identidade dos trabalhadores da educação. Nós professores dizemos nossa identidade, a construímos de forma compartilhada na mobilização social e no encontro de grupos pedagógicos.

O capitalismo nos quer trancados em nossas salas de aula, abrimos as janelas para respirar o ar da mudança e escancaramos as portas para nos encontrarmos com nossos colegas e o povo de todos os territórios, com os movimentos populares, a juventude, os povos indígenas, as populações em resistência, o movimento feminista popular, a defesa da negritude;

Estamos construindo um tecido social compartilhado com um horizonte comum em defesa da educação pública popular, democrática, científica, atualizada, emancipadora, baseada no conhecimento e no saber rebelde, antipatriarcal e por uma sociedade de justiça social;

 

Por um plano de ação compartilhado

Este II Congresso Mundial contra o neoliberalismo educacional: alternativas pedagógicas, sindicatos e resistências sindicais, é uma continuidade de esforços e um ponto de partida que tenta construir caminhos para seguir tecendo uma resistência compartilhada que nos permita:

  1. Assumir a identidade de Congresso Mundial contra o Neoliberalismo Educacional para a assinatura de documentos, declarações e outras contribuições consensuais;
  2. Fortalecer e ampliar o Grupo de Contato Internacional (GCI) como um espaço para se conhecer, se reconhecer, se encontrar e caminhar juntos;
  3. Construir a partir de agora uma rota interativa para elaborar agendas compartilhadas comuns contra o neoliberalismo educacional;
  4. Realizar encontros nacionais multiplicadores desta iniciativa durante 2023 e 2024, privilegiando os espaços regionais;
  5. Realizar a Segunda Escola Sindical Internacional (virtual), no final de 2023, baseada nas metodologias e conteúdos trabalhados durante a primeira experiencia realizada no ano de 2022, impulsionada por Outras Vozes em Educação;
  6. Realizar uma reunião de trabalho, em janeiro de 2024, em Morelia, Michoacán-México, para trabalhar no documento conceitual que permita consensuar categorias, termos, práticas e políticas neoliberais em educação. Para tanto, será estabelecido um roteiro de trabalho a partir deste segundo Congresso Mundial;
  7. Impulsionar nossa primeira Escola presencial de educadores populares e pedagogias críticas, em perspectiva de gênero, em Ibagué Tolima, em junho de 2024.
  8. Unir esforços para realizar nosso III Congresso Mundial contra o Neoliberalismo Educacional no Rio de Janeiro, Brasil, em outubro de 2024, como um espaço para pensar, dialogar e construir juntos;
  9. Explorar a possibilidade de converter o dia 5 de outubro de cada ano, a partir de 2024, em um dia global de mobilização e luta dos trabalhadores da educação, coordenando internacionalmente a defesa da educação pública presencial, da profissão e do trabalho docente. Para isso iremos estabelecer uma rota de contatos e acordos entre as organizações presentes.

 

Estamos a caminho, seguimos somando vontades para ajudar o nascimento de uma sociedade que tem como centro a educação e a justiça social.

 

Panamá, junho de 2023.

 

 

 

 

 

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Más de 150 millones de niños trabajan en el Mundo, revela UNICEF

Por: Christian López

 El 12 de junio se conmemora el Día Mundial contra el Trabajo Infantil; el tema de este año es: “Justicia social para todos. ¡Acabemos con el trabajo infantil!”

La pandemia por la COVID-19, las crisis económicas y los conflictos en el mundo han generado que más familias estén en la pobreza y que millones de niños se integren al trabajo infantil, de acuerdo con el Fondo de las Naciones Unidas para la Infancia (UNICEF).

Más de 160 millones de niños y niñas de entre 5 y 17 años en el mundo son víctimas del trabajo infantil, según han advertido las ONG de infancia con motivo del Día Mundial contra el Trabajo Infantil, que se conmemora este lunes 12 de junio bajo el lema ‘Justicia social para todos. Poner fin al trabajo infantil’.

Cabe destacar, como se informó en La Verdad Noticias, trabajo infantil se define como toda actividad laboral que priva a niños, niñas y adolescentes de su niñez, de vivir conforme a su etapa de crecimiento, y que es perjudicial para que se desarrollen tanto física como psicológicamente.

Peores formas del trabajo infantil

Sin acceso a escuela, menores que trabajan
El trabajo infantil abarca todas las actividades económicas que realizan las y los menores de 12 años; las ligeras permitidas para aquellos de 12 a 14 años; y también abarca las peores formas de esta actividad.

Estas últimas son “un lastre y el origen de violaciones gravísimas de derechos humanos para niños, niñas y adolescentes porque atentan contra su dignidad, integridad y bienestar físico, emocional y psicológico”.

También se encuentra la mendicidad ajena, que se presenta cuando piden dinero en las calles y normalmente hay personas adultas que se benefician de ello; la servidumbre, que consiste en ocuparlos para labores de limpieza en restaurantes, negocios y para quehaceres domésticos, a cambio de condiciones mínimas de alojamiento y alimentación.

¿Cómo acabar con el trabajo infantil?

El trabajo infantil es problema complejo
Por tratarse de un problema complejo, las intervenciones más eficaces son aquellas que articulan varias dimensiones en simultáneo: la escolarización, la atención sani- taria, el acceso a la protección social, la regulación del mercado laboral, la efectiva aplicación de normativa vigente y las prácticas culturales.

Fuente de la información e imagen:  https://laverdadnoticias.com

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¿Qué dice la UNAM sobre el aumento de temperatura en México?

Por: Patricia Martínez

Según la UNAM, la alta presión en la troposfera provoca el aumento de temperaturas; también influyen fenómenos como El Niño o La Niña.

De acuerdo con especialistas de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), la alta presión en la troposfera provoca el aumento de temperaturas; también influyen fenómenos como El Niño o La Niña.

Paulina Ordóñez, investigadora del Centro de Ciencias de la Atmósfera de la UNAM, señala que, en el largo plazo, no es posible predecir las olas de calor, sin embargo, sí existe la oportunidad de prever las oscilaciones climáticas y los modos de variabilidad climática que propician intenso calor.

“Sabemos que estamos en una ola de calor, cuando se supera un umbral durante cinco días o hasta una semana, todo en función de la temperatura máxima de cada lugar”, precisó.

¿Qué explica la UNAM sobre las olas de calor en México?
Las olas de calor pueden afectar la salud
La científica explicó también que podría considerarse una ola de calor en la Ciudad de México, cuando se alcanza el máximo de 30ºC, mientras en Sonora sería de 50ºC.

La UNAM señala que, según diversas investigaciones, en el hemisferio norte son cada vez más frecuentes las olas de calor en las latitudes medias.

Asimismo, Paulina Ordóñez dijo que las olas de calor se pueden presentar todos los años y en cualquier época, aunque es factible que pase mucho tiempo sin que ocurran.

Los especialistas señalan que los patrones del clima están en proceso de cambio, aunque no se sabe si se debe atribuir directamente al cambio climático.

Los fenómenos de temperaturas extremas van en aumento en cuanto a frecuencia, duración y magnitud.

Como  la Verdad Noticias ha mencionado en otras notas informativas , según información de la Organización Mundial de la Salud (OMS) la exposición al calor puede causar daños en la salud, como: edema, síncope, calambres, agotamiento por calor y el golpe de calor que puede llevar a la muerte.

Por tal motivo, se recomienda a la población tomar medidas preventivas durante la temporada, como es mantenerse hidratado y evitar estar expuesto al Sol varias horas.

Fuente de la información e imagen: https://laverdadnoticias.com

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La educación es la clave: la importancia de inspirar a las niñas en la industria tecnológica.

Por Adriana Martínez, Regional Business Development Manager Epson.

La industria tecnológica es una de las más importantes del mundo, y en los últimos años ha ganado aún más relevancia. Hoy vivimos la transformación digital, la inteligencia artificial, el internet de las cosas, y hemos visto cómo los motores pasaron de ser de combustión a eléctricos, creación de ciudades inteligentes, modelos de compra distintos, entre otros cambios. Sin embargo, a pesar de que la tecnología no tiene género, aún existe una brecha en el sector.

Según ONU Mujeres, este género sigue estando en minoría, tanto en el mundo laboral como en el académico. Tan solo el 28% de las personas graduadas en carreras profesionales como ingeniería son mujeres, el 22% trabajan en inteligencia artificial y son menos de un tercio de la fuerza laboral en el sector tecnológico en todo el mundo.  Por lo tanto, es importante que desde la educación se incentive a las niñas a temprana edad a ser parte de la industria tecnológica para que sean competitivas en el futuro y tengamos más mujeres líderes en el sector.

El sistema educativo debería implementar cambios para empoderar a las niñas y acercarlas más a la industria mediante la creación de programas de formación y capacitación en tecnología y emprendimiento, así aprenderán a crear soluciones tecnológicas y mejorar sus habilidades y conocimientos, lo que les dará una ventaja competitiva en el mercado laboral. Además, incentivará en ellas la creatividad y su capacidad para resolver problemas.

Ahora bien, uno de los principales retos profesionales a los que las mujeres se enfrentan es el liderazgo de equipos multiculturales y generacionales. Sin embargo, es importante que las mujeres se preparen para liderar equipos y desarrollen una inteligencia emocional que les permita trascender en los procesos incómodos y valorarse a sí mismas. De acuerdo con un estudio realizado por Deloitte, los equipos diversos se desempeñan mejor y son más innovadores. Por esta razón, los líderes de todas las industrias reconocen que una fuerza laboral en la que participan personas de distintos géneros, razas y edades es exitosa.

Si se cuenta con una preparación adecuada y se entiende que nuestras capacidades están en el mismo nivel que las de los hombres, aportaremos cada vez más a la industria tecnológica y ocuparemos más cargos de liderazgo.

Ahora bien, es importante ser altamente competitivas y buscar nutrirse constantemente de conocimiento y experiencias diversas. Sin embargo, se debe reconocer las virtudes específicas de cada género: en los hombres, podemos encontrar organización, practicidad e inteligencia, mientras que en las mujeres, podemos encontrar pasión, creatividad, recursividad e inteligencia, la mezcla de estas virtudes puede construir equipos altamente exitosos en cualquier industria.

La educación, sin duda alguna, es la clave para el desarrollo humano, social, económico y cultural, por lo que tiene un rol valioso para empoderar a las niñas en el sector TIC. Por eso invito a incentivarlas a estudiar carreras relacionadas con la tecnología y brindarles el apoyo necesario para que puedan acceder a puestos de liderazgo. Esto no solo les permitirá tener éxito en su carrera profesional, sino que contribuirá a crear una sociedad más equitativa. Es importante no darse por vencidas y trabajar imparablemente para conseguir nuestros objetivos, comenzando por cruzar nuestras propias barreras mentales.

Las empresas y organizaciones también pueden desempeñar un rol clave al apoyar programas y proyectos que promuevan la educación  TIC para las mujeres y contribuir a la creación de una fuerza laboral más diversa. La tecnología es una industria apasionante y necesitamos más mujeres líderes en ella para lograr avances significativos y una mayor equidad de género.

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Chile ESI. ¿Por qué necesitamos una educación sexual sin la moral de las iglesias, no sexista ni heteronormativa?

Por: Teresa Melipal/Joseffe CáceresAuxiliar 

Detrás del currículum oculto se impone en nuestra formación no sólo los estereotipos y roles de género, sino también la ideología de las iglesias para perpetuar una sociedad machista y patriarcal. Es por ello, que el debate por una Ley ESI ha sacado ronchas a la derecha con una arremetida contra las mujeres y las disidencias sexo genéricas bajo el supuesto de la “defensa de los y las niñas”.

La educación sexual integral (ESI) es una herramienta y una necesidad que atraviesa a todos los sectores de la sociedad, más aun para que las infancias y adolescencias puedan conocer su cuerpo, valorar la autoestima y afectividad, reconocer la perspectiva de género y respetar la diversidad. Así también, prevenir embarazos adolescentes, infecciones de transmisión sexual, crímenes de odio y tomar decisiones responsables en nuestras relaciones sexo-afectivas. Significado completamente contrapuesto a lo que expresan los sectores más conservadores de la derecha.

La educación integral en la sexualidad es una política transversal que han tomado distintos gobiernos según las orientaciones de la Organización de Naciones Unidas para la agenda 2030. En Chile, el Proyecto de Resolución N° 648 el cual solicita una política nacional de Educación sexoafectiva integral, fue aprobado recientemente en la Cámara de Diputados el pasado 18 de abril con una estrecha mayoría (72 a favor, 62 en contra y 5 abstenciones). Dicho proyecto establece la educación sexual integral desde la educación parvularia basado en la evidencia científica actualizada; la propuesta de cuatro jornadas semestrales dedicadas al diálogo entorno a las sexualidad y afectividades; la elaboración de entrega de materiales de manera gratuita y la capacitación a actuales trabajadoras/es de la educación así como también la incorporación dentro de las mallas curriculares de las carreras profesionales y técnicas relacionadas a las pedagogías, educación parvularia, psicopedagogía, entre otras.

Sin embargo, ésta política pública no toca en profundidad el laicismo, la obligatoriedad de la ESI en todos los niveles educativos, el desarrollo profesional adecuado para quienes la imparten, ni mucho menos sacar la moral de las iglesias en las escuelas con la eliminación del ramo de religión. Sino que se centra en abordar los conocimientos mínimos de los derechos sexuales y reproductivos para cumplir con el estándar internacional.

De hecho, hoy en Chile, no existe un plan serio que se fortalezca desde el Estado, que busque enseñar a los, las y les niñez y adolescentes la prevención de situaciones de acoso y abuso sexual. El Mineduc no ha actualizado sus orientaciones técnicas de sexualidad, afectividad y género desde el año 2017, reduciendo un programa de formación según la voluntad de cada institución educativa. Mientras que, desde la intervención de otras instituciones que trabajan con la línea de educación sexual y violencia machista en juventudes como el Sernameg y los programas de intervención en los Cesfam, se expresa que la política pública es completamente deficiente y escasa de recursos; y donde la inestabilidad laboral de las y los profesionales termina afectando la transmisión de la información y seguimiento de casos de violencia.

Fuera las Iglesias de todas las escuelas

La educación sexual integral es urgente para combatir la desigualdad que genera este sistema capitalista y patriarcal. La ideología de las iglesias católicas y evangélicas se ha profundizado junto con el negocio de la educación desde colegios, institutos y universidades dependiente de estas instituciones, la cual fortaleció el régimen de Pinochet. Un ejemplo de ello es la iglesia católica, donde entre el 2015 y 2018 la subvención recibida por 11 colegios del Arzobispado, a cargo del cuestionado Ezzati, pasó de $6.400 millones al año a $11.600 millones anuales con 1.702 transacciones a la Corporación de Educación del Arzobispado de Santiago (CEAS).

Las creencias instaladas sobre la sexualidad y sus prácticas que promueve y promociona las instituciones religiosas como; la castidad, la virginidad, la abstinencia y el celibato es la propuesta de la ofensiva conservadora y reaccionaria que impulsa el Partido Republicano y dirigentes de la UDI. Para ellos, la sexualidad debe tener un fin reproductivo, con la finalidad de establecer una unidad doméstica familiar conformada por un hombre y una mujer; y androcentrista (centrada en el hombre). Es por esto, que desde la extrema derecha han lanzado una campaña de desinformación y miedo, acusando al ministro de educación Marco Antonio Ávila de querer “adoctrinar” a los niños y niñas con una “ideología de género” que atenta contra la familia tradicional y la vida.

De acuerdo a las cifras de la Subsecretaría de la Prevención del Delito durante el año 2022, en el 89,3% de las víctimas de los casos son mujeres, de ellos el 27,7% corresponde entre 18 y 29 años, el 19% de los casos a adolescentes entre 14 y 14 y 17 años y la cifra mayor de abuso sexual corresponde al tramo de menores de 14 años con un 31% de los casos denunciados.

Los grupos que hacen estas campañas a través de mentiras demuestran su hipocresía moral con denuncias de abusos infantiles y violencia en contra la mujer. Como, por ejemplo, la reciente detención del padre del dirigente nacional de la UDI, Javier Macaya, quien será formalizado por abuso sexual infantil. Ante esto último, es fundamental problematizar el abuso sexual bajo las instituciones de una sociedad capitalista, patriarcal y adultocéntrica, donde el abuso de poder es el producto de estas opresiones.

Las escuelas católicas no están implementando la educación sexual de manera integral, su visión es completamente reproductiva y de una manera moralista, restringida al matrimonio y la heteronormatividad. Es por ello, que queremos debatir la necesidad urgente de la separación definitiva de la Iglesia del Estado, para terminar con la injerencia de la religión católica o evangélica en la educación pública.

Educación sexual para decidir

Necesitamos urgente una ESI que sea garantizada por el Estado, que se impulse un plan que abarque las diversas áreas de la vida e involucre a toda la comunidad educativa la toma de decisiones de las problemáticas reales que afectan a las, les y los niñes y adolescentes para promover el respeto a la diversidad, la autonomía física, la salud sexual y reproductiva junto con la prevención de las violencias de género.

Organicémonos en cada colegio, liceo y cesfam para que existan las herramientas necesarias de formación para futuros profesionales y especialistas, con un plan de formación en la malla curricular en las carreras de pedagogía, salud y las que intervienen con la población infanto juvenil. Así, como también exigir al Estado mejores condiciones laborales para las y los profesionales que intervienen con la juventud desde el sector de la Educación, Salud, Mejor Niñez y Sernameg. Donde en estos últimos hemos presenciado movilizaciones por precariedad laboral desde el trabajo a honorarios, bajos recursos para la intervención de programas y pésima infraestructura. ¡Por el paso a planta!

La aprobación e implementación de la educación sexual integral en todos los establecimientos educativos es una deuda que mantiene el gobierno de Boric con los profesores , estudiantes y la sociedad en general. Para que haya una efectiva implementación es necesario salir a pelear una vez más y que no se ceda ante las presiones instaladas por la extrema derecha. Exigir presupuesto para la real implementación de la ESI, formación de docentes, garantizar mejores condiciones laborales para quienes trabajan con las infancias y juventudes como también garantizar acceso de todes les estudiantes de todos los niveles también será parte de las peleas que tienen por delante lxs docentes, estudiantes y el movimiento de mujeres.

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Organización Mundial de la Salud tiene un mensaje para los padres: La educación sexual empieza al nacer

La OMS quiere que la industria educativa expongan a los niños los conceptos de coito, masturbación y pornografía.Se espera que a los 9 años alcancen un conocimiento «adulto» del sexo.

Por: Malcolm Roberts

La Organización Mundial de la Salud ha orquestado un «marco para responsables políticos, autoridades educativas y sanitarias y especialistas» titulado «Normas para la educación sexual en Europa«.

Su propósito es normalizar (en otras palabras, anular) las diversas prácticas docentes de cada nación soberana de Europa y de la comunidad internacional en general en materia de educación sexual.

Tras obligar a los países europeos a cumplirla, las Naciones Unidas pretenden ampliar un marco similar a todos los Estados miembros de la ONU, incluida Australia. Este marco se denomina Orientaciones Internacionales sobre Educación Sexual, elaborado como parte de la Educación 2030 de las Naciones Unidas y firmado por UNICEF. La OMS está promoviendo activamente este marco. A mediados de abril de 2023, la Comisión de Población y Desarrollo no llegó a un consenso sobre el avance de la estrategia, lo que supuso un respiro… por ahora.

«Nadie está contento con este resultado», declaró un portavoz de Senegal. A continuación, señalaron que las personas proceden de «horizontes y realidades» diferentes y que la comisión debe «respetar todas las culturas». El problema de la política comunista es que exige un enfoque uniforme con idénticos resultados ideológicos, independientemente de la cultura.

¿Y qué tipo de «visión» tiene en mente la OMS para los niños del mundo?

Su marco preferido exige que la educación sexual comience en el nacimiento y sea guiada por el Estado a través de la incesante labor de los educadores, en lugar del modelo actual de desarrollo dirigido por los padres con la ayuda de las escuelas para ponerse al día.

Los países europeos ya han empezado a integrar la agenda de la OMS en sus planes de estudio. Alemania, por ejemplo, utiliza el documento de la OMS «ampliamente» para «el desarrollo y la revisión, el trabajo de promoción y la formación de educadores».

Francamente, los Estándares para la Educación Sexual en Europa son un documento «violador» que parece la mente de un psicópata infantil al que se le ha dado el control de la sanidad pública.

El documento de la ONU deja muy clara su intención de que:

«Este marco pretende capacitar a niños y jóvenes para desarrollar relaciones sociales y sexuales respetuosas. Estas habilidades pueden ayudar a niños y jóvenes a formar relaciones respetuosas y saludables con miembros de la familia, compañeros, amigos y parejas románticas o sexuales».

El Marco también enseña a los niños en qué consiste el consentimiento, lo que significa que asumen que un niño puede consentir en mantener relaciones sexuales.

Empezar la educación sexual al nacer

La OMS expone sus razones para enseñar a los niños de 0 a 6 años los pormenores de la reproducción biológica, es decir, a los niños que aún son lo bastante pequeños para creer en Papá Noel y el Ratoncito Pérez. A los 6 años, la OMS quiere que la industria educativa -y presumiblemente sus profesores- expongan a los niños los conceptos de coito, masturbación y pornografía. A los 9 años, se espera que alcancen un conocimiento «adulto» del sexo que incluya la enseñanza de la masturbación y el visionado de pornografía en línea. A los 12 años -recordando que seguimos hablando de niños pequeños- la OMS desea que el curso oficial de educación europeo explore las respuestas políticas y emocionales al sexo, la pubertad y el género.

Empezar la educación sexual al nacer es un indicio de la mentalidad de estas personas. Los niños de 0 a 4 años deben ser capaces de distinguir entre interacción sexual consentida y no consentida y desarrollar una «actitud positiva» ante los diferentes estilos de vida sexual de los adultos.

Estos estándares, si es que se les puede llamar así, forman parte de una iniciativa lanzada por la Oficina Regional para Europa de la OMS en 2008 y fueron desarrollados por el Centro Federal de Educación para la Salud con la colaboración de 19 «expertos» de países de Europa Occidental.

En sus propias palabras, se creó como parte de una «nueva necesidad» de educación sexual «desencadenada por diversos acontecimientos durante las últimas décadas». Estos incluyen «la globalización y la migración de nuevos grupos de población con diferentes antecedentes culturales y religiosos, la rápida difusión de los nuevos medios de comunicación, en particular Internet y la tecnología de telefonía móvil, la aparición y propagación del VIH/SIDA, la creciente preocupación por el abuso sexual de niños y adolescentes y, no menos importante, el cambio de actitudes hacia la sexualidad y el cambio de comportamiento sexual entre los jóvenes».

Parece como si la mala crianza de los hijos, las prácticas culturales incompatibles y la falta de rigor en la vigilancia del abuso infantil se utilizaran como excusa para acabar con las normas fundamentales de protección de la infancia y con la inocencia de los niños de la que Occidente solía enorgullecerse.

El argumento original para introducir niveles básicos de educación sexual en el sistema escolar se centraba en la seguridad infantil. Estos cursos se concibieron como una puesta al día, sobre todo para las chicas jóvenes que habían alcanzado una edad en la que era posible que se quedaran embarazadas, con el fin de garantizar que comprendían lo esencial en materia de reproducción para protegerse a sí mismas. Se trataba de evitar embarazos adolescentes peligrosos y abusos, no de fomentar el comportamiento sexual de los menores.

Ahora parece que los adultos que buscan la afirmación de sus opciones sexuales están inundando el sistema educativo con contenidos inadecuados para su edad que se están consolidando a través de los edictos de burocracias mundiales no elegidas, como la OMS.

Cambios demográficos

En este caso, el marco educativo señala que se está produciendo un aumento de la propagación de enfermedades sexuales entre los niños y un aumento de los embarazos de adolescentes en toda Europa, pero lo que el informe no explica es que esto se está observando en gran medida entre la demografía inmigrante tras proceder de culturas en las que el abuso y la sexualización de los niños son habituales en comparación con los estándares europeos.

Hay innumerables artículos que detallan la duplicación de los abusos a menores en los últimos años: algunas publicaciones describen Europa como «un centro de material de abusos a menores» y Save the Children informa de que los menores migrantes están siendo «sistemáticamente maltratados por la policía, los traficantes de personas y otros adultos».

Podría decirse que políticas como la de la ex canciller alemana Angela Merkel y su «compromiso con los refugiados» de 2015, que animaba a Europa a abrir las compuertas a la migración masiva (y, por tanto, a la escalada de las redes de tráfico de personas), son en gran medida culpables del peligro al que se enfrentan ahora los niños en Europa.

La solución parecería obvia: centrarse en la integración de las comunidades de inmigrantes en el orden moral establecido de las naciones europeas y castigar severamente a los adultos que lleven a cabo prácticas ilegales importadas de sus países de origen, al tiempo que se aplican sanciones penales extremas a los traficantes de personas y a la policía que les ayuda.

Por encima de todo, cabría imaginar que los padres y el sistema educativo procurarían proteger a los niños del mundo sexual en sus años de formación para garantizar la ruptura del ciclo de degeneración.

No es eso lo que propone la OMS.

Educación sexual positiva

En referencia a la tradicional (y muy exitosa) educación sexual en las escuelas, la OMS dice:

«Tradicionalmente, la educación sexual se ha centrado en los riesgos potenciales de la sexualidad, como los embarazos no deseados y las ETS (enfermedades de transmisión sexual, ndt). Este enfoque negativo a menudo asusta a los niños y jóvenes: además, no responde a su necesidad de información y habilidades y, en demasiados casos, simplemente no tiene relevancia para sus vidas.»

Pues sí, los niños deberían tener miedo al embarazo: podría matarlos. En cuanto a la «necesidad de información y habilidades», los niños no necesitan «habilidades» en la práctica sexual. De hecho, el documento parece lamentar que la mayoría de los niños occidentales tengan su primera relación sexual entre los 16 y los 18 años.

La OMS añade:

«Un enfoque holístico basado en la comprensión de la sexualidad como un área del potencial humano ayuda a niños y jóvenes a desarrollar habilidades esenciales que les permitan autodeterminar su sexualidad y sus relaciones en las distintas etapas de desarrollo. Les ayuda a adquirir mayor autonomía para vivir su sexualidad y sus relaciones de pareja de forma satisfactoria y responsable.»

Recuerde que estamos hablando de niños, no de adolescentes.

Problemas éticos importantes

Hay importantes problemas éticos en este documento que saltan a la vista. Por ejemplo, durante su queja sobre la educación sexual tradicional «apropiada para la edad» en las escuelas, la OMS insiste en que «es más correcto utilizar el término ‘apropiado para el desarrollo’ porque no todos los niños se desarrollan al mismo ritmo».

A continuación, el documento parece abusar del sagrado concepto de derechos humanos fundamentales para afirmar que la Convención de las Naciones Unidas sobre los Derechos del Niño «establece claramente el derecho a la información y la obligación del Estado de proporcionar a los niños medidas educativas» que incluyen «los derechos sexuales como derechos humanos relacionados con la sexualidad» y que «todas las personas [tienen derecho] a acceder a la educación sexual».

«Todas las personas, sin discriminación, tienen derecho a la educación e información en general y a la educación e información integral en sexualidad necesaria y útil para ejercer plenamente la ciudadanía y la igualdad en el ámbito privado, público y político».

Enumera los derechos humanos como el «principio rector» de la Estrategia de Salud Reproductiva de la OMS en busca de esos elevados y aterradores «objetivos internacionales de desarrollo» que tanto horror han causado en las naciones occidentales en otros aspectos de la sociedad, incluido -pero no limitado a- el intento de encerrar a la gente en ciudades de 15 minutos.

«Es necesario promover la salud sexual como estrategia esencial para alcanzar los Objetivos de Desarrollo del Milenio…».

A esto le sigue la dudosa afirmación de que «el temor a que la educación sexual pueda conducir a una mayor actividad sexual o a una actividad sexual más temprana por parte de los jóvenes no está justificado, como demuestran los resultados de las investigaciones».

Una generación de niños cada vez más sexualizados

Independientemente de esta «investigación», los resultados del mundo real muestran una generación de niños cada vez más sexualizados y movimientos para normalizar la pedofilia entre las comunidades activistas bajo el disfraz de términos como «personas menores de edad atraídas».

Alemania, uno de los primeros países en adoptar el marco, ha registrado un aumento espectacular de la violencia sexualizada contra menores, con 17.704 niños víctimas de violencia sexual en 2022. ¿Una de las principales causas de este abuso? Que los jóvenes compartan imágenes sexuales en las redes sociales, lo que no es de extrañar si se tiene en cuenta que el Estado les estimula sexualmente desde la infancia.

En cuanto a los perpetradores adultos, Alemania podría tener más suerte erradicando el abuso si aumentara sus sentencias. En una ocasión, en 2019, dos hombres de 56 y 33 años fueron encarcelados por solo 13 y 12 años respectivamente por abusar de cientos -posiblemente hasta mil- de niños en un camping durante un período de 20 años, agrediendo a niños de entre 3 y 14 años.

Mientras tanto, la saturación de guarderías y aulas con ideología LGBTQ+ y trans ha provocado un rápido aumento de niños -demasiado pequeños para pensar en relaciones sexuales- que se identifican como parte de estos movimientos o se confunden sobre su género hasta el punto de llegar a sentirse gravemente angustiados. Tanto en Europa como en Estados Unidos, esto ha creado una industria médica lucrativa en la interferencia química y quirúrgica de los cuerpos de los niños, de cuyos resultados los niños nunca se recuperarán.

Los niños son impresionables. Abrir su mundo a contenidos sexuales para adultos es totalmente inapropiado.

«Al hablar del comportamiento sexual de los niños y los jóvenes, es muy importante tener en cuenta que la sexualidad es diferente para los niños y los adultos», afirma la OMS. «Los adultos dan un significado sexual al comportamiento basándose en sus experiencias de adultos y a veces les resulta muy difícil ver las cosas a través de los ojos de los niños. Sin embargo, es esencial adoptar su perspectiva. […] El desarrollo del comportamiento, los sentimientos y las cogniciones sexuales comienza en el útero y continúa a lo largo de toda la vida. Los precursores de la percepción sexual posterior, como la capacidad de disfrutar del contacto físico, están presentes desde el nacimiento».

Lo cual suena terriblemente a que la OMS cree que el hecho de que un bebé disfrute de que su padre le coja de la mano está relacionado con sentimientos sexuales.

«Los niños tienen sentimientos sexuales incluso en la primera infancia. Entre el segundo y el tercer año de vida, descubren las diferencias físicas entre hombres y mujeres.

Durante esta época, los niños empiezan a descubrir su propio cuerpo (masturbación en la primera infancia, autoestimulación) y también pueden intentar examinar el cuerpo de sus amigos (jugar a los médicos) […] a partir de los tres años, comprenden que los adultos son reservados en este tema. Ponen a prueba los límites de los adultos, por ejemplo desnudándose sin avisar o utilizando un lenguaje de contenido sexual».

Matriz de la educación sexual

La conclusión a la que llega este informe no es que la sociedad y sus adultos deban proteger a los niños del complejo y confuso proceso de convertirse en adultos, manteniéndolos a salvo no sólo de sí mismos, sino también de otros adultos que podrían intentar abusar de ellos.

«La educación sexual empieza con el nacimiento», afirma la OMS, y «la educación sexual se basa firmemente en la igualdad de género, la autodeterminación y la aceptación de la diversidad».

La puesta en práctica de este espectáculo de terror llega a través de la Matriz de Educación Sexual e incluye preguntas como: «¿Por qué la educación sexual debe comenzar antes de los cuatro años?».

Dentro de la Matriz, a los niños de 0 a 4 años se les enseñará sobre el embarazo y el nacimiento, el placer de la masturbación infantil, la identidad de género y los diferentes tipos de «amor». A los niños de 4 a 6 años se les animará a «consolidar su identidad de género» y los sentimientos aceptables de amor y a entender que «todos los sentimientos están bien, pero no todas las acciones que se toman como resultado de estos sentimientos».

Y así sucesivamente.

Como declara orgullosamente la ONU: «Los profesores deben preparar a los niños para tener relaciones sexuales».

¿Cuál es el historial de la propia ONU?

¿Por qué? ¿Por qué corresponde al Estado fomentar el comportamiento sexual de los niños? Más concretamente, ¿por qué alguien permitiría que las Naciones Unidas o la Organización Mundial de la Salud se implicaran en la protección de los niños cuando sus organizaciones han estado repetidamente implicadas en abusos sexuales y violaciones de niños en el tercer mundo?

Según un informe reciente, la OMS incumplió su obligación de hacer frente a los «abusos sexuales generalizados durante la respuesta al ébola en el Congo».

Se alegó que el personal de la OMS estaba al tanto de las graves acusaciones en mayo de 2019, pero no se hizo nada al respecto hasta octubre de 2020 -tenga en cuenta que esta es la organización que quiere microgestionar la educación sexual de los niños occidentales-.

La investigación descubrió que al menos 83 víctimas dijeron haber sido atraídas al trabajo sexual, y la investigación descubrió que a las personas se les prometieron trabajos a cambio de relaciones sexuales durante un momento de extrema vulnerabilidad. Al menos 29 embarazos fueron consecuencia de estos abusos.

«¿Cuántas veces tengo que hablar para que (los médicos) de la OMS responsables de los abusos sexuales sean castigados? Si la OMS no toma medidas radicales, llegaremos a la conclusión de que la organización está podrida por los violadores…», declaró una mujer congoleña, que trabajaba en una clínica de ébola en el noreste del Congo, según informa AP News.

No es la primera vez que se descubre a la OMS o a la ONU abusando de las personas a las que se encarga de ayudar. Uno de los codirectores de AIDS-Free World afirmó: «El proceso en sí es lo contrario de la justicia. La ONU es la única institución del mundo a la que se permite investigarse a sí misma. El director de la OMS eligió a dedo a expertos para dirigir una comisión encargada de investigar las acusaciones penales contra el personal y los altos funcionarios de la agencia».

Además, según The New Humanitarian, la comisión independiente criticó a la OMS «por una ‘tendencia sistemática’ a rechazar todas las denuncias de explotación y abusos sexuales a menos que se hicieran por escrito».

No olvidemos que una investigación de Associated Press de 2017 acusó a 100 miembros de las fuerzas de paz de las Naciones Unidas de dirigir una red de explotación sexual infantil en Haití durante una década, con más de 2.000 denuncias de abusos sexuales presentadas contra miembros de las fuerzas de paz de la ONU.

Por qué una nación permitiría que una organización acusada de abuso institucionalizado de mujeres y niños en naciones del tercer mundo dictara la educación sexual de los menores?

Las Naciones Unidas y la Organización Mundial de la Salud son los últimos lugares de la Tierra de los que deberíamos recibir consejos sobre la salud y la prosperidad de nuestros hijos…

Análisis: Organización Mundial de la Salud tiene un mensaje para los padres: la educación sexual empieza al nacer

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