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Brasil: Quem pediu o corte da gratuidade do transporte dos estudantes do Rio

Brasil/Mayo de 2017/Autora: Juliana Dal Piva/Fuente: Folha de S. Paulo

Resumen: Desde el viernes (5) circula por las redes sociales y por el noticiero fluminense la información de que los estudiantes de las redes municipal y federal de Río de Janeiro ya no podrían usar las líneas de autobuses intermunicipales, las barcas, los trenes y el metro de  forma gratuita, como está garantizado por la Ley 4.510 / 2005. Según la Defensoría Pública, 26.500 estudiantes perderían el transporte de casa a la escuela y viceversa. En una nota emitida públicamente este lunes (8), la Secretaría de Educación del Gobierno del Estado (Seeduc) se posicionó sobre el asunto, negando que hubiera pedido la cancelación de las gratuidades.

Desde a sexta-feira (5) circula pelas redes sociais e pelo noticiário fluminense a informação de que os estudantes das redes municipal e federal do Rio de Janeiro não poderiam mais usar as linhas de ônibus intermunicipais, as barcas, os trens e o metrô de modo gratuito – como é garantido pela Lei 4.510/2005. Segundo a Defensoria Pública, 26,5 mil estudantes perderiam o transporte de casa para a escola e vice-versa.

Em nota emitida publicamente nesta segunda-feira (8), a Secretaria de Educação do governo do Estado (Seeduc) se posicionou sobre o assunto, negando que tivesse pedido o cancelamento das gratuidades. No texto, escreveu:

“A informação de que o governo do Estado teria cortado a gratuidade dos transportes para alunos da rede federal não procede e, portanto, é falsa”

A Lupa obteve com exclusividade ofícios trocados entre a Secretaria estadual de Transporte e a Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio, a Fetranspor. Esses documentos mostram que foi o governo estadual quem informou às empresas sobre o fim dos repasses relativos às gratuidades dos estudantes.

A primeira comunicação do governo à Fetranspor foi feita em 29 de março. No ofício 159/2017, o secretário estadual de Transportes, Rodrigo Vieira, escreveu o seguinte: “Conforme entendimento da Secretaria de Estado de Educação, o governo do Estado não é responsável pelo ressarcimento dos cartões vale educação de estudantes de escolas municipais ou federais”. 

Depois, no dia 4 de abril, a secretaria fez um novo ofício, de número 178/2017, para alertar a Fetranspor mais uma vez sobre o fim do pagamento das gratuidades dos estudantes que não estão na rede estadual de ensino “a partir do ano letivo de 2017”. 

No dia 18 de abril, a Fetranspor respondeu. No documento oficial, a federação de empresas pediu que, antes que fosse “requerida a implementação das alterações no sistema de bilhetagem eletrônica e o cancelamento dos cartões vale educação, fosse analisada a previsão do inciso 4º, do artigo 3 da lei estadual número 4.510/2005”.

O artigo mencionado está na lei que obriga o governo do Estado do Rio a regulamentar “a forma de beneficiar estudantes da rede pública de ensino fundamental e médio dos municípios e da União que tenham comprovada necessidade de utilizar as linhas intermunicipais”. Até o momento, o pagamento das gratuidades vinha sendo feito pelo estado.

Logo depois, a Fetranspor informou que o “não ressarcimento” dos valores referentes às gratuidades estudantis “desobrigaria a prestação do serviço gratuito” por parte das empresas. E propôs que fosse estabelecida uma data limite de 30 dias para o cancelamento dos cartões (Riocard).

Em resposta ao pedido de prazo feito pela Fetranspor, o secretário estadual de Transportes escreveu no dia 24 de abril que a posição não havia mudado e completou: “entendemos ser necessária e louvável a preocupação quantos as intervenções sistêmicas e a plena comunicação necessária, porém, informamos a posição da secretaria de Educação e, consequentemente, do governo do Estado de que: ‘não estaremos atestando e pagando valores relativos à gratuidade para alunos da Rede Federal enquanto não forem equacionados os elementos de ressarcimento  pelo governo federal’”.

Procurada, a Secretaria de Transporte disse, por nota, que apenas encaminhou os ofícios a pedido da Seeduc e que não faz a administração das gratuidades – uma responsabilidade da Secretaria de Educação.

A Seeduc, por sua vez, manteve a afirmação de que a decisão de pedir a suspensão da gratuidade foi da Fetranspor.

A gratuidade de transporte para os estudantes é garantida pela Lei 4.510/2005. Ela determina que o Estado é o responsável por arcar com esses custos.

E, conforme três oficios (159, 178 e 204) enviados pela Secretaria estadual de Transportes à Fetranspor, foi o governo do Rio quem informou à federação que não faria mais pagamentos referentes às viagens gratuitas dos estudantes da rede federal.

Diante disso, a empresa informou que suspenderia o serviço.

No domingo (7), porém, a Defensoria Pública obteve uma liminar proibindo que a desabilitação dos cartões Riocard ocorresse, e a prestação de serviços foi mantida.

A Secretaria de Transporte disse, por nota, que somente encaminhou os ofícios a pedido da Seeduc e que não faz a administração das gratuidades – uma responsabilidade da Secretaria de Educação.

Questionada sobre os ofícios, a Seeduc manteve a afirmação de que a decisão foi da Fetranspor.

O primeiro ofício enviado à Fetranspor pela Secretaria Estadual de Transportes (159) mostra que – sim – as redes municipais poderiam ser afetadas. O ofício só não deixa claro quais seriam esses municípios.

Em 29 de março, o secretário de Transportes, Rodrigo Vieira, escreveu que “conforme entendimento da Secretaria de Estado de Educação, o governo do estado não é responsável pelo ressarcimento dos cartões vale educação de estudantes de escolas municipais ou federais, independente se em seus trajetos casa-escola-casa utilizarem transportes intermunicipais”.

Em resposta a questionamentos da Defensoria Pública, na sexta-feira (5), a Fetranspor escreveu que seriam afetados 7.244 alunos da rede federal e 19.241 da rede pública municipal. Os últimos são estudantes de cidades da região metropolitana e que até agora tinham a gratuidade custeada pelo governo do estado do Rio.

Os alunos só não perderam o benefício ainda porque a Defensoria Pública obteve uma liminar proibindo que a desabilitação dos cartões ocorresse.

A Secretaria Municipal de Educação da capital informou por nota emitida na segunda-feira (8) que a medida não se referia aos alunos da capital. Segundo a prefeitura, os estudantes da rede carioca têm a gratuidade paga pela prefeitura.

A Secretaria de Transporte disse, por nota, que somente encaminhou os ofícios a pedido da Seeduc e que ocorreu um equívoco na redação ao mencionar a rede municipal.

A Seeduc insistiu que alunos de redes municipais não serão afetados porque são as respectivas prefeituras que fazem o custeio dessas gratuidades, mas não respondeu sobre os 19.241 estudantes mencionados pela Fetranspor.

Fuente: http://piaui.folha.uol.com.br/lupa/2017/05/10/quem-cortou-a-gratuidade-do-transporte-dos-estudantes-do-rio/

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Chile: Reforma Educación Superior: Universitarios entregaron indicaciones a bancada estudiantil

Chile/Mayo de 2017/Fuente: Entorno Inteligente

Esta tarde los estudiantes agrupados en la Confech llegaron hasta el Congreso para entregar sus indicaciones al proyecto de reforma a la educación superior propuesto por el gobierno, a la bancada estudiantil.

Como explicó el presidente de la Federación de Estudiantes de la Universidad de Chile, Daniel Andrade , piden que sus premisas cuenten con el patrocinio de los diputados para que puedan ser discutidas, que estos sean consecuentes con las demandas y que la ministra de Educación, Adriana Delpiano, no los vete y pueda ingresar las propuestas que requieren el apoyo del Ejecutivo.

De esta forma, el dirigente aseguró que   sus planteamientos incluyen “cinco puntos prioritarios que hoy el gobierno no acoge en su reforma”.

Fin del endeudamiento y la condonación de la deuda Gratuidad universal y que se tengan claros los plazos de esa gratuidad Fortalecimiento de la educación pública, ampliación de la matrícula y financiamiento claro hacia las instituciones de región. Marco regulatorio que asegure la calidad, transparencia e infraestructura. Fin al lucro en todas las instituciones de educación superior. Desde la bancada, el diputado Giorgio Jackson felicitó al movimiento por el esfuerzo y el trabajo que han hecho en la materia, ya que aquí “no sólo hay protestas, sino que también propuestas”.

“En segundo lugar quisiera servir de alguna manera de altavoz para que el gobierno solucione los problemas de las instituciones con crisis (…) En tercer lugar poner énfasis en que hay una oportunidad para poder tener una reforma a la educación superior (…) La invitación es a que el gobierno tome en consideración alguna de estas demandas, se abra al diálogo con el movimiento estudiantil y ojalá que lo haga los antes posible “, dijo.

Por su parte, Gabriel Boric sostuvo que “es la última oportunidad para sacar adelante una reforma por la cual hemos venido peleando durante más de 10 años y por eso es que le decimos a la ministra y al gobierno que no desaproveche esta oportunidad, que aprendamos de las experiencias”.

“Si queremos hacer políticas públicas en serio y no tener que estar revisándolas 10 años después, necesitamos la incorporación de las demandas que ha planteado el movimiento estudiantil . Por lo tanto el llamado es que no se cierren al debate, que el Ejecutivo las patrocine para poder discutirlas”, agregó el parlamentario.

Por su parte, Camila Vallejo dejó en claro que como bancada están absolutamente disponibles para plantear las indicaciones que los universitarios han hecho.  “El conjunto de propuestas nosotros creemos que van a mejorar el proyecto y por lo tanto creemos que tienen que estar sobre la mesa, tienen que ser debatidas”, puntualizó la diputada PC.

Fuente: http://www.entornointeligente.com/articulo/9966763/CHILE-Reforma-Educacion-Superior-Universitarios-entregaron-indicaciones-a-bancada-estudiantil-10052017

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Colombia: Docentes, claves para que Duitama encabece índice en educación

Colombia/Mayo de 2017/Fuente: El Tiempo

El municipio de Duitama (Boyacá) es de nuevo ejemplo a nivel nacional en educación. El Índice Sintético de Calidad Educativa (Isce) 2017 lo ubica en el primer lugar en la categoría de municipios, con un puntaje de 6,83. 

Pero Duitama también tiene el mejor índice en los tres niveles de educación: 6,52 puntos en primaria; 7,55 en media (de sexto a noveno) y 7,05 en secundaria (décimo y undécimo).

Precisamente, los resultados en el Isce de este municipio fueron destacados este miércoles por el presidente Juan Manuel Santos, durante la conmemoración del Día de la Excelencia Educativa y en el que el mandatario reveló los avances de su gobierno para hacer de Colombia el país mejor educado de América Latina en el 2025.

La secretaria de Educación de Duitama, Marinella Camargo, le atribuye este logro en gran medida al talento humano. “La gran mayoría de nuestros maestros son especialistas y algunos tienen maestrías y doctorados”, explicó Camargo.

Pero además, Álix Azucena Patiño, rectora del colegio La Presentación, uno de los 14 colegios públicos de la ciudad, afirma que la clave ha sido el trabajo en equipo, no solo entre las instituciones y la administración, sino de los padres y los estudiantes.
Para esta tercera edición del Isce, según Santos, se ha visto cómo el país ha mejorado en la calidad educativa. “Estos resultados son el fruto del esfuerzo de la comunidad educativa y del Gobierno Nacional, que no ha ahorrado esfuerzo para fortalecer el sector y que los niños tengan una educación de mejor calidad”.

En primaria, la meta para el 2017 era de 5,40 puntos y se llegó a 5,65, con lo que superó la meta para el 2018, que es de 5,61. Lo mismo ocurrió en secundaria, nivel que tenía una meta de 5,32 puntos y alcanzó 5,61, superando lo proyectado para el próximo año (5,60). La educación media, con 5,97 puntos, sobrepasó la meta del 2017 y quedó muy cerca de la del 2018 (6,01 puntos).

La mejora en los tres niveles se vio tanto en los colegios públicos como en los privados. Además, más del 50 por ciento de los colegios evaluados (15.471) superaron la meta de Mejoramiento Mínimo Anual, y fueron los oficiales los que en mayor magnitud lo lograron frente a los colegios privados. El nivel que más mejoró en el sector oficial fue secundaria; y en el privado, la media.

En los resultados del Isce también se destacan ciudades como Barranquilla, con cinco colegios públicos entre los 10 mejores del país en el nivel de secundaria, e instituciones privadas de Cali, La Calera y Tunja entre las primeras en el mismo nivel educativo.

En el escalafón también sobresale el caso del Liceo Colombia, de Ibagué, como el mejor colegio privado en primaria. En esta institución, con 160 estudiantes y que se encuentra en un sector de estrato tres de la capital del Tolima, los alumnos se han acercado a la lectura y al conocimiento a través de ilustraciones de obras literarias que ellos mismos realizan.

Herramienta para los colegios

Entrevista a Ximena Dueñas, directora del Icfes.

¿Qué es el Índice Sintético de Calidad Educativa (Isce)?

Es la herramienta en la que nos apoyamos para hacer el seguimiento al progreso de todos los colegios del país, en cuanto a educación de calidad.

¿Para qué sirve?

Por medio de los resultados, los colegios y la comunidad educativa tienen una manera de identificar cómo estamos, qué caminos podemos coger para convertir a Colombia en el país mejor educado de América Latina para el 2025.

¿Cómo se obtienen estos resultados?

Tenemos cuatro variables: progreso, desempeño, eficiencia y ambiente escolar.
¿Y las metas para 2025?

A nivel nacional, en primaria, un puntaje de 7,009; en secundaria, de 7,414, y en media, 7,056.

Fuente: http://www.eltiempo.com/vida/educacion/duitama-mejor-municipio-en-calidad-educativa-86788

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Universitarios de Puerto Rico continuarán huelga en rechazo a millonario recorte

Puerto Rico/Mayo de 2017/Fuente: Sputnik

El fin de la huelga en la Universidad de Puerto Rico (UPR) está condicionado a que no se aplique a su presupuesto el recorte de 512 millones de dólares que quiere efectuar la Junta de Supervisión Fiscal (JSF), dijo a Sputnik el dirigente estudiantil Juan Carlos Collazo.

«Reclamamos que no se recorte más dinero a la educación, (pues) se plantea recortar a la Universidad un total de 512 millones de dólares anuales, que no se sigan incrementando los costos de matrícula y que no se sancione a los estudiantes por ejercer el derecho a la protesta», señaló Collazo, portavoz del Movimiento estudiantil del recinto (campus) de Río Piedras de la UPR.

Ocho de los once recintos que forman parte de la institución de educación terciaria se mantienen en huelga desde hace más de un mes rechazando los recortes que exige la JSF, un ente de control impuesto por EEUU para reestructurar la deuda pública del país caribeño, que asciende a unos 70.000 millones de dólares.

De hecho, el otro gran reclamo de los estudiantes universitarios es la realización de una auditoría transparente de la deuda pública.

«La deuda ‘colonial’ de Puerto Rico supera los 70.000 millones de dólares y entendemos que antes de cualquier reestructuración o de cualquier ajuste fiscal debemos conocer dónde se invirtió el dinero, qué dinero fue obtenido de manera ilegal, quiénes son los corruptos, qué parte de la deuda no debe pagarse», añadió Collazo a esta agencia.

Esa junta de control fiscal está integrada por siete procónsules que no fueron elegidos por Puerto Rico, continuó el dirigente estudiantil, y pretenden reestructurar la deuda «mediante el corte de los servicios esenciales del pueblo para pagar a los bonistas».

La delicada situación financiera que atraviesa el país, estado libre asociado de EEUU desde 1952, ha hecho despertar a «un pueblo que no suele protestar por este tipo de situaciones; pero ya estamos en un punto que no aguantamos más y hemos decidido levantarnos», denunció.

Tribunal ordena reabrir centro

El representante estudiantil explicó que el recinto de Río Piedras, el más importante del país, ya acumula 42 días de paro, mientras que otros siete campus suman 33 días de huelga.

La semana pasada el Tribunal de Apelaciones ordenó reabrir el recinto de Río Piedras y dio como plazo máximo para reanudar las clases hasta este jueves a las 6:00 hora local (10:00 GMT).

Sin embargo, en la tercera asamblea general de estudiantes de Río Piedras, celebrada el miércoles, se ratificó que la huelga continúa.

«Vamos a ver qué pasa (este jueves), esperamos mucha solidaridad», sostuvo Collazo antes de que finalizara la asamblea y aseguró que la presidenta interina de la Universidad, Nivia Fernández, es «la única que quiere confrontar».

En esa tercera asamblea los estudiantes exigieron nuevamente la renuncia de Fernández, «por su reiterada complicidad con el desmantelamiento de la universidad».

Por último, Collazo estimó que la huelga podría extenderse casi otros dos meses, ya que la JSF tiene plazo hasta el 30 de junio para presentar el nuevo plan fiscal que contemplaría ese recorte de 512 millones de dólares a la Universidad de Puerto Rico.

Fuente: https://mundo.sputniknews.com/americalatina/201705111069065480-upr-dinero-educacion/

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México: La lucha no se detendrá: magisterio

México/Mayo de 2017/Autora: Laura Bueno Medina/Fuente: El Sol de Tijuana

Protestan miles de maestros en Centro de Gobierno

No habrá clases este viernes por paro laboral. El viernes 12 de mayo no habrá clases nuevamente, debido a la continuidad del paro escalonado de labores del Sindicato Nacional de Trabajadores de la Educación (SNTE) Sección 37 a consecuencia de la falta de pago a 3 mil docentes y personal de apoyo en calidad de interinos, así como la jubilación de 3 mil 200 maestros que ya cumplieron sus 30 años de servicio.

Poco antes de las 8:00 horas del martes, por decenas empezaron a llegar los simpatizantes de la causa al Centro de Gobierno de Baja California, para llevar a cabo el plantón que se extendió hasta después del mediodía, en pleno reclamo al gobernador, Francisco Vega de Lamadrid, por una serie de incumplimientos a los derechos laborales de los trabajadores de la educación.

En el edificio se congregaron más1,500 trabajadores de la educación, desde docentes de educación básica (preescolar, primaria, secundaria), hasta jubilados, liberados, interinos, profesores de educación especial; física, personal de apoyo administrativo, inspectores; telesecundarias, además de inspectores de los municipios de Tijuana, Tecate y Playas de Rosarito.

La secretaria general de la Sección 37, Mtra. María Luisa Gutiérrez Santoyo, arribó al lugar pasadas las 11:00 horas del día, procedente del movimiento realizado en la ciudad de Mexicali, para manifestarle a sus compañeros de sindicato y simpatizantes que la lucha no se detendría porque no hay una fecha precisa de la próxima nomina extraordinaria, y lo que se quiere es una solución de fondo.

La dirigente sindical mencionó ante la concurrencia, “los maestros hacemos la tarea (educar) todos los días y lo hacemos en condiciones deplorables”, ya que, aseguró, las escuelas están en abandono por parte de las autoridades, con falta de personal de apoyo, administrativo y directivos, labores que los docentes deben realizar para poder sacar adelante los ciclos escolares.

El apoyo de los padres hasta el momento ha sido de empatía, ya que están conscientes que como trabajadores también tienen derecho a percibir un salario, indicó la maestra Gutiérrez Santoyo.

La Secretaría de Educación y Bienestar Social, informaba ayer por la mañana que se realizaría a la brevedad posible el pago de una nómina extraordinaria para cubrir el adeudo con los maestros interinos, sin embargo, la dirigencia de la Sección 37 fue tajante al decir que no se quiere una medida aleatoria sino una estrategia para que el pago quincenal a los trabajadores de la educación en el estado esté garantizado.

Advirtió que el adeudo con los trabajadores de la educación en calidad de interinos, asciende a más de 400 millones de pesos, que el gobierno debe cubrir a la brevedad posible porque tuvieron que prever durante el 2016 el monto que se iba a ocupar para el pago de las nóminas quincenales, toda vez que se conocía la necesidad de trabajadores.

El lunes 15 de mayo, Día del Maestro, los trabajadores de la educación, estarán realizando ejercicios de manifestación porque, señaló Gutiérrez Santoyo, no hay nada que celebrar, con las condiciones en las que se encuentra el gremio.

La Sección 2 del SNTE, se sumó desde la ciudad de Mexicali, por lo que de no brindar una solución el Gobierno estatal, se podría dar la paralización total del sistema educativo en el estado, incluyendo el sistema municipal de Tijuana, que estuvo presente en el paro de este martes.

Fuente: https://www.elsoldetijuana.com.mx/local/la-lucha-no-se-detendra-magisterio

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España: Expertos en infancia subrayan que los presupuestos públicos deben garantizar los derechos de los niños

España/Mayo de 2017/Auto: Luis Javier Sanchez/Fuente: Confilegal

Hay que desarrollar todas las medidas incorporadas por la reforma legislativa de infancia de 2015, mantener la sensibilidad y voluntad política por la que se aprobó esta ley y pedir a la sociedad que exija que se ponga en práctica. Estas fueron varias de las peticiones que se recalcaron durante la jornada “Retos ante la reforma del sistema de protección de la infancia”, que la Cátedra Santander de Derecho y Menores de la Universidad Pontificia Comillas ICAI-ICADE organizó este lunes en el Congreso de los Diputados, donde se avisó de que la protección de fronteras choca con el interés superior del niño.

Para ello, los ponentes pidieron que se destine más recursos de todo tipo a este colectivo en los presupuestos, porque los presupuestos públicos deben garantizar todos los derechos de los niños. “Un país que invierte en infancia es estable, participativo y democrático, y éticamente hace lo correcto, porque un desarrollo sostenible es imposible de conseguir sin invertir en infancia”, según Jorge Cardona, miembro del Comité de Derechos del Niño, que habló sobre la Observación General 19 del Comité de los Derechos del Niño sobre presupuestos públicos y derechos del niño.

Por su parte, Gabriel González-Bueno, de UNICEF-Comité Español, avisó sobre la necesidad de cambiar el paradigma de que todo presupuesto es gasto para convertirlo en un paradigma de derechos humanos de inversión para las personas.

“Los compromisos de un país con la infancia hay que buscarlos en los presupuestos”, dijo, y añadió que, en España, hay poca preocupación histórica por la infancia y que hay un enfoque “familista”, en el que se hace recaer en las familias la responsabilidad de niños y niñas.

En España estamos entre un 40 y un 45% por debajo de la media de la UE respecto a protección infantil que se ha visto agravado por los recortes durante la crisis, cuando más necesario era el gasto social”, ha afirmado González-Bueno, que añadió que entre 2007 y 2015 se recortaron más de 21.500 millones de euros en educación infantil, primaria y secundaria, y 11.500 menos en gasto público destinado a la protección social de familias y niños.

Mucha desigualdad infantil en nuestro país

Según los expertos que participaron en la jornada organizada en el Congreso de los Diputados por la Cátedra Santander de Derecho y Menores de Comillas ICADE, España es un país con una elevada desigualdad infantil, con escasos recursos (1,3% del PIB frente a 2,4% de media UE), que hace que esta desigualdad entre menores de 18 años sea más grande que la que existe en el resto de la población.

Para Jorge Cardona, “cuando se elabora y ejecutan los presupuestos el condicionante son los derechos del niño”. Por ese motivo, los expertos consideran que los desafíos para la inversión en infancia se encuentran, entre otros, en los modelos económicos, en la desaparición del largo plazo, en la lucha por los recursos públicos y en la fragilidad del discurso que se refiere a los derechos humanos.

Además, las cifras demuestran que hay muchos países europeos, entre ellos España, en los que el gasto público se destina en mayor medida a personas con más posibilidades económicas, según datos de la OCDE que se presentaron durante la jornada. Respecto a los niveles de ingreso 2008, la pobreza infantil habría crecido un 33%, y un 56% en los hogares en pobreza severa.

Según los ponentes, llama la atención la falta de una prestación universal y suficientemente generosa que ha servido de colchón en otros países para amortiguar el impacto de la crisis, y que del conjunto de las prestaciones sociales, sólo la prestación por desempleo ha tenido un impacto significativo en reducir pobreza infantil.

Medidas legislativas

Durante el acto –compuesto por varias mesas redondas en las que participaron los mayores expertos en temas legislativos, presupuestarios y de derechos humanos relativos a los menores de edad–, Isabel Lázaro, profesora de Derecho de Comillas ICADE e investigadora de la Cátedra de Derecho y Menores de esta universidad, aseguró que “los estados tienen la obligación de priorizar el interés superior del niño en cualquiera de sus actuaciones, ya sean legislativas o presupuestarias, estén dirigidas específicamente hacia los menores o no”.

El interés superior del niño significa “respetar los derechos que se les reconoce en la Convención de Derechos del Niño”, un tratado internacional de Naciones Unidas firmado en 1989 “cuyo contenido estuvo sin aclarar desde su firma hasta 2013”, según la profesora. De ese modo, en caso de que no puedan respetarse todos los intereses legítimos concurrentes, deberá primar el interés superior del menor sobre cualquier otro interés legítimo que pudiera concurrir.

En la mesa dedicada a la prevención de la violencia contra la infancia, Catalina Perazzo, responsable de Políticas de Infancia de Save the Children, apuntó hacia la necesidad de diseñar una estrategia nacional integral sobre violencia contra la infancia en la que debe ocupar un papel central una Ley orgánica sobre la materia, tal como recomendó el Comité de Derechos del Niño a España en 2010.

Por su parte, Clara Martínez, directora de la Cátedra Santander de Derecho y Menores de Comillas ICADE, desarrolló la idea de articular el sistema de protección de la infancia entre todos los elementos de un sistema articulado en torno al principio de coordinación.

Los ponentes de la jornada solicitaron el desarrollo de instituciones de derechos humanos independientes para los niños que garanticen que todos –incluidos Estado y empresas privadas– respeten los derechos de los menores. Según Carlos Becedóniz, coordinador del Observatorio de la Infancia de Asturias, “la aprobación de normas jurídicas no es suficiente y hace falta la misma sensibilidad y voluntad política que llevó a la revisión de la legislación de protección de menores”.

La jornada también reclamó el acogimiento familiar como medida de protección a la infancia. En este sentido, Carlos Chana, de Cruz Roja, reivindicó el acogimiento familiar como un sistema de protección prioritario, es un “compromiso solidario en la transformación de la realidad social de los niños vulnerables que garantiza el derecho a la mejor protección de los menores”. Asimismo, Blanca Gómez Bengoechea expuso las líneas fundamentales de la adopción abierta, una de las principales novedades incorporadas a la reforma legal de 2015.

Fuente: https://confilegal.com/20170510-expertos-en-infancia-subrayan-que-los-presupuestos-publicos-deben-garantizar-los-derechos-de-los-ninos/

 

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Greenpeace exige a España un giro energético y que deje de subvencionar las fósiles

España/Mayo de 2017/Fuente: 20 minutos

Greenpeace reclama a España que acometa un giro en su planificación energética para poder cumplir el Acuerdo del Clima de París y que, entre otras cosas, deje de subvencionar las energías fósiles, por ejemplo, abandonando las subvenciones al carbón, a las que ha destinado 754 millones de euros al año entre 2005 y 2016.
La organización denuncia que España carece de planificación energética justo en la semana en la que comienzan las negociaciones de Bonn (Alemania) en las que se darán pasos en la reglamentación de cara al cumplimiento del Acuerdo de París. La ONG señala que una delegación asistirá a las negociaciones para tratar de facilitar que avancen con rapidez y que todos los países se preparen para la revisión y aumento de la ambición de los objetivos climáticos en 2018. Greenpeace lamenta la actitud del Gobierno de España porque «sigue sin apostar claramente por frenar el cambio climático».
En este contexto, la responsable de la campaña de cambio climático de Greenpeace, Tatiana Nuño, ha destacado que España es «un diamante» para las energías renovables y uno de los países europeos que más sufrirá los impactos del cambio climático. «Tenemos un ministro de Energía que apoya las energías sucias y dificulta enormemente la transición energética y la búsqueda de alternativas sostenibles en las regiones minero-eléctricas», ha manifestado. La ONG expone que un estudio publicado este lunes por el Overseas Development Institute y que analiza las subvenciones al carbón en diez países europeos señala que España sigue lejos de poner medidas para terminar con las subvenciones a las centrales térmicas de carbón.

Fuente: http://www.20minutos.es/noticia/3031888/0/greenpeace-exige-espana-giro-energetico-no-subvencionar-fosiles/

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