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Brasil: Fundos regionais vão destinar mais de R$ 1 bilhão para novos contratos do Fies

Brasil / 06 de diciembre de 2017 / Fuente: http://www.brasil.gov.br

Por ano, cada um dos fundos do Norte, Nordeste e Centro-Oeste vai poder reservar até 20% do orçamento para o Fies

Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) vai receber, pela primeira vez, investimento dos Fundos Constitucionais e de Desenvolvimento, que são responsabilidade do Ministério da Integração Nacional.

Mais de R$ 1 bilhão dos fundos vão fortalecer a linha de financiamento a partir do próximo semestre, além de estarem garantidas melhores condições aos estudantes, como juros baixos e longo prazo de quitação.

De acordo o Ministério da Integração, a distribuição dos recursos ficará assim: a região Nordeste receberá R$ 700 milhões, o Norte R$ 234 milhões, e o Centro-Oeste R$ 190 milhões, valores decididos em reuniões do Conselho Deliberativo (Condel), das Superintendências do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), do Nordeste (Sudene) e do Centro-Oeste (Sudeco). A destinação à educação foi determinada pela Medida Provisória 785, em julho de 2017.

Cada um dos fundos vai poder reservar até 20% do orçamento para novos contratos do Fies anualmente, e áreas com maior necessidade de formação de profissionais vão ser o foco. «É um importante incentivo para facilitar o acesso da juventude à educação, seja a graduação do ensino superior, o doutorado, o mestrado ou o pós-graduação», afirmou o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho.

Novo Fies

Lançado em julho deste ano, o Novo Fies vai garantir mais 310 mil vagas financiadas em instituições de ensino superior particulares em todo o Brasil. A primeira faixa, chamada de Fies 1, vai trazer financiamentos a juro zero para 100 mil vagas por ano, e é voltada para estudantes com renda per capita mensal familiar de até três salários mínimos. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), as prestações vão ser de, no máximo ,10% da renda mensal futura do aluno, e as verbas serão garantidas pela União.

Já a segunda faixa tem ação regional: assegurada pelos recursos dos Fundos Constitucionais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, vai oferecer 150 mil contratos por ano, com juros máximos de 3% para alunos com renda de até cinco salários mínimos. O Fies 3, com cerca de 60 mil vagas, vai atender o mesmo público-alvo, mas vai ser operado por instituições financeiras privadas.

Com essas mudanças, o MEC vai conseguir economizar, com taxas operacionais, no mínimo R$ 300 milhões por ano. As inscrições para novos contratos estão previstas para a primeira quinzena de fevereiro de 2018.

Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Integração Nacional e do Ministério da Educação

Fuente noticia: http://www.brasil.gov.br/educacao/2017/12/fundos-regionais-vao-destinar-mais-de-r-1-bilhao-para-novos-contratos-do-fies

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Brasil: Universidade Federal Rural do Semi-Árido recebe novas instalações

Brasil / 06 de diciembre de 2017 / Fuente: http://www.brasil.gov.br

Ministério da Educação investiu mais de R$ 5 milhões em obras de melhoria da biblioteca central e da residência estudantil no campus de Pau dos Ferros

A residência universitária e a biblioteca central da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), no Rio Grande do Norte, foram inauguradas nesta quinta-feira (30). As instalações ficam no campus Pau dos Ferros e receberam investimentos de mais de R$ 5 milhões.

De acordo com o Ministério da Educação, a residência estudantil teve suas obras iniciadas em 2014 e terá capacidade para atender até 160 alunos.

Os reparos na biblioteca central começaram no mesmo ano e receberam um total de R$ 2,1 milhões, sendo parte da verba destinada à compra de acervo. Mesmo com os ajustes, a biblioteca já estava em funcionamento há 4 meses.

“Continuamos expandido e consolidando as universidades federais que foram implantadas ou tiveram novos campi. É o nosso compromisso para com a educação pública no Brasil, especialmente a educação superior”, afirmou o ministro da Educação, Mendonça Filho.

Ufersa

Inaugurado em 2012, o campus em Pau dos Ferros tem sete cursos de graduação (arquitetura e urbanismo, ciência e tecnologia, engenharia ambiental e sanitária, engenharia civil, engenharia de computação, engenharia de software e tecnologia da informação) e atende 1.150 estudantes atualmente.

O campus também oferece 14 cursos de mestrado e três de doutorado, atendendo 723 estudantes.

Fuente noticia: http://www.brasil.gov.br/educacao/2017/12/universidade-federal-rural-do-semi-arido-recebe-novas-instalacoes

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Brasil: Parcerias entre municípios são arma contra o atraso na educação

Brasil/Diciembre de 2017/Fuente: Gazeta do Povo

Resumen: El sistema educativo brasileño es de los más complejos del mundo: las tres esferas de poder (federal, estadual y municipal) dividen la tarea de gestionar el sistema de enseñanza, con algunas lagunas y superposiciones. Pero la división federativa, que a veces perjudica, empieza a ser tomada como una ventaja: las asociaciones entre municipios, o entre estados y municipios, han ganado espacio – aunque todavía de forma tímida. Es el régimen de colaboración, ya previsto en la Constitución Federal pero nunca puesto en práctica de forma sistemática.

O sistema educacional brasileiro é dos mais complexos do mundo: as três esferas de poder (federal, estadual e municipal) dividem a tarefa de gerir o sistema de ensino, com algumas lacunas e sobreposições. Mas a divisão federativa, que por vezes prejudica, começa a ser tomada como uma vantagem: as associações entre municípios, ou entre estados e municípios, têm ganhado espaço – embora ainda de forma tímida. É o regime de colaboração, já previsto na Constituição Federal mas nunca colocado em prática de forma sistemática.

A colaboração tem muitas vantagens: como a maior parte dos municípios brasileiros tem menos de 10 mil habitantes, a associação gera economia de escala, uma integração melhor do material humano e uma proteção contra mudanças políticas repentinas – porque permite um planejamento com horizontes maiores do que o ciclo eleitoral.

“A rigor, sempre houve colaboração entre estados e municípios. Mas agora é uma colaboração de outra qualidade”, afirma Haroldo Corrêa Rocha, secretário de Educação do Espírito Santo.

João Marcelo Borges, especialista em educação do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), concorda: diz que a ideia não é nova, mas tem adquirido um perfil de maior complexidade. “Antes o regime de colaboração estava muito centrado ou no grande financiamento ou em aspectos operacionais muito pequenos”, afirma. Agora, diz ele, projetos de educação também tem se voltado para o aspecto pedagógico e ao atingimento de metas.

Rocha e Borges estiveram entre os participantes do 1° Seminário Colabora Educação, realizado em São Paulo na última semana para debater as diferentes formas do regime de colaboração.

O Colabora Educação é um movimento criado em 2016, com a participação de entidades privadas como o Instituto Natura, o Instituto Itaú Social, o Movimento Todos Pela Educação e a Fundação Unibanco.

A criação de consórcios de municípios é comum em outras áreas, como a saúde. Mas, na educação, a ideia ainda está incipiente. Um dos projetos pioneiros teve início com o Consórcio Intermunicipal do Pontal do Paranapanema (CIVAP), iniciado há 32 anos em São Paulo.

Hoje, o grupo tem 29 prefeituras que se associaram para realizar licitações e planejamento no longo prazo, e passaram a colaborar também no setor eucacional.

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 A longevidade se deve à separação entre gestão e política. “Os consórcios e associações que ficam só no campo da política e em questões partidárias estão fadados a ter seu encerramento muito breve”, afirma Ida Françoso, diretora-executiva do CIVAP.

Outros exemplos do tipo têm surgido: Santa Catarina tem o Consórcio Intermunicipal Catarinense (CIMCatarina), com 41 prefeituras participantes.

Em 2012, nasceu o Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sustentável da Transamazônica e Xingu (CIDS), composto por 12 cidades paraenses.

 No Paraná, uma iniciativa inédita está em andamento: dez municípios se uniram para contratar um secretário Regional de Educação. A soma de recursos permitirá a contratação de um profissional mais qualificado. O consórcio recorreu a uma entidade sem fins lucrativos, a Vetor Brasil, que abriu uma seleção nacional para escolher o secretário.

Colaboração vertical

Além da cooperação entre municípios, as parcerias também podem ser verticais: entre o governo do estado e prefeituras.

Um caso citado com frequência é o do Ceará: lá, o governo criou o PAIC, que vinculou a distribuição de recursos do ICMS ao desempenho do município na educação.

Com o incentivo financeiro, metas claras e um parâmetro bem-definido – a redução do analfabetismo – o programa trouxe bons resultados. Hoje, o Estado tem o melhor índice do Ideb para os anos iniciais do ensino fundamental.

Em 2007, quando o programa foi lançado, a maioria dos municpios cearenses tinha um nível insuficiente de alfabetização em suas redes de ensino. Em 2016, o mapa mudou de cor: quatro cidades receberam a classificação de “suficiente” e todas as outras estão no nível desejado.

O programa não se limitou ao aspecto financeiro: também incluiu a distribuição de material didático e formação de professores, além de criar dispositivos que forçam os municípios mais avançados a colaborarem com aqueles que têm maus resultados.

Na Paraíba, onde já existe um programa similar, os incentivos financeiros são o próximo passo.

“A gente ainda não tem essa questão do ICMS. Como é o primeiro ano, existe muita coisa para a gente levantar. Mas está no meu radar fazer esse debate”, diz o secretário de Educação da Paraíba, Aléssio Trindade de Barros.

Apesar do caráter apolítico dos consórcios, as oscilações causadas pelo ciclo eleitoral ainda são um desafio. O secretário de Educação de Sergipe, Jorge Carvalho, teve trabalho para convencer a safra de prefeitos eleitos em 2016 a manter a participação no programa estadual de colaboração.

“Nós tivemos de repactuar com vários prefeitos o regime de colaboração porque o prefeito nos mandava um documento renunciando aos pactos sob a alegação de que ‘isso foi celebrado por um adversário político meu e eu não vou manter algo que era bom para o meu adversário’”, diz Carvalho.

Base Curricular

A colaboração será necessária durante a implementação da nova Base Nacional Comum Curricular, que está em fase final de aprovação e exigirá a formação de currículos específicos para cada município brasileiro.

“Vai ser muito complicado no meu estado que tem 184 municípios a gente ter a construção dos parâmetros curriculares do estado e dos 184 municípios”, afirma Frederico Amâncio, secretário de Educação de Pernambuco.

Fernando Abrucio, especialista da Fundação Getúlio Vargas, concorda: “Vai ser uma confusão enorme e uma enorme dificuldade para os estados e municípios fazerem isso”.

Autor de um livro recém-lançado sobre o tema, o especialista acredita que a formação de consórcios é a única saída viável para boa parte dos municípios brasileiros. “Não haverá solução para educação no Brasil pelo mero municipalismo. Será preciso passar por uma solução regionalizada”, afirma.

Fuente: http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/parcerias-entre-municipios-sao-arma-contra-o-atraso-na-educacao-613jrbgm0aap47yy74656clp1

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México: ANUT firma convenio con instituciones de educación en Brasil

América del norte/México/02 Diciembre 2017/Fuente: Noticias del sol de la laguna

Crece la red de vinculación de México y Sudamérica, la Asociación Nacional de Universidades Tecnológicas selló un convenio de colaboración con el Consejo Nacional de las Instituciones de la Red Federal de Educación Profesional, Científica y Tecnológica (Conif) de Brasil, el cual favorecerá a las 117 Tecnológicas del país.

Nuestro presidente Raúl Martínez Hernández, quien además es rector de la UTT, firmó el convenio con Francisco Roberto Brandão Ferreira, presidente de la CONIF, dentro de la Reunión de los Dirigentes de las Instituciones Federales de Educación Profesional y Tecnológica (Reditec), que se desarrolla en la ciudad de Joao Pessoa, Brasil.

El convenio tiene como objeto el contribuir al logro de los fines y el fortalecimiento del subsistema de Universidades Tecnológicas.

El convenio tiene como objeto el contribuir al logro de los fines y el fortalecimiento del subsistema de Universidades Tecnológicas, así como ser elemento de enlace entre el consejo de instituciones de educación brasileñas y las Universidades Tecnológicas del país, manteniendo una estrecha comunicación entre ambas entidades.

Con este vínculo se busca impulsar el desarrollo de la cooperación en el campo de la educación profesional, científica y tecnológica, y con ese objetivo, promover los contactos entre las instituciones de ambos países.

El intercambio también forma parte del convenio, por lo que se abrirá una nueva puerta a estudiantes de carreras técnicas y cursos de educación superior en tecnología, profesores, conferencistas, directivos y expertos. Así como el intercambio de materiales educativos y metodológicos, libros, publicaciones periódicas y otros materiales de estudio, incluida la información relativa a diferentes aspectos de la actividad educativa.

BRASIL CELEBRA EL REDITEC

El Reditec es la cumbre educativa que congrega a líderes de los Institutos Federales, Cefets, Escuelas Técnicas vinculadas a las Universidades y la Universidad Tecnológica, un evento anual donde se debate el escenario educativo y el trazar políticas de gestión, con el objetivo de consolidar proyectos institucionales y alianzas. Por ello la importancia de la asistencia del presidente de la ANUT ya que es un encuentro de rectores, pro-rectores, directores sistémicos y directores generales de los campus.

La reunión es promovida por Conif y la Secretaría de Educación Profesional y Tecnológica (SECE) del Ministerio de Educación de Brasil. En este 2017, se celebra la 41ª Reditec, la cual es organizada por el Instituto Federal de Educación Ciencia y Tecnología de Paraíba (IFPB), del 20 al 23 de noviembre en el Centro de Convenciones del Estado de Paraíba.

El tema principal del Reditec es “Educación Profesional: acceso, permanencia y éxito”, por lo que se llevan a cabo conferencias, mesas redondas y debates con temas específicos de la educación actual. También cuenta con la Muestra de experiencias exitosas en las áreas de gestión, extensión, enseñanza e investigación, lo cual es de suma importancia, ya que los propios educadores presentan iniciativas exitosas que se desarrollaron en sus instituciones.

Imagen: https://lasillarota.blob.core.windows.net.optimalcdn.com/images/2017/07/06/mexico_brasil.jpg

Fuente: https://www.noticiasdelsoldelalaguna.com.mx/local/anut-firma-convenio-con-instituciones-de-educacion-en-brasil

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Un millón 800 mil niños y jóvenes trabajan en Brasil

Brasil/30 noviembre 2017/Fuente: Aporrea

 Un millón 800 mil niños y jóvenes de entre cinco y 17 años de edad estaban incorporados al mercado de trabajo en 2016, según dio a conocer hoy el Instituto Brasileño de Geografía y Estadística (IBGE).

De esa cantidad, unos 30 mil pequeños de entre cinco y nueve años de edad ya trabajaban, al igual que aproximadamente 130 mil muchachos de entre 10 y 13 años, precisó la dependencia.

Dentro del universo total de menores que ya se ven obligados a trabajar la mayoría (64,1 por ciento) eran negros o mulatos; un porcentual que se elevó hasta el 71,8 en la faja etárea de cinco a 13 años.

En promedio, señaló el informe del IBGE, el 81,4 por ciento de los niños y adolescentes ocupados frecuentaban también la escuela el pasado año; el 94,8 por ciento lo hacía en escuelas públicas y un 5,2 en la red privada.

Para los niños de cinco a 13 años la principal actividad era la agricultura, concentrando un 47,6 por ciento del total. Mientras, entre los de 14 a 17 su ocupación fundamental era el comercio (27,2).

En ese último grupo, el 66 por ciento estaban ocupados en condición de empleado, en tanto el 73 por ciento de los niños de cinco a 13 trabajaban auxiliando a su familia.

Fuente: https://www.aporrea.org/internacionales/n317861.html

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Brasil: Nordeste receberá R$ 700 milhões para financiamento estudantil em 2018

Brasil / 29 de noviembre de 2017 / Fuente: http://www.brasil.gov.br/

A partir do próximo semestre, estudantes das regiões Nordeste, Centro-Oeste e Norte terão condições mais favoráveis para contratos com o Fies

Nordeste, Centro-Oeste e Norte receberão aportes específicos dos Fundos Constitucionais e de Desenvolvimento no próximo semestre, possibilitando condições mais favoráveis para os contratos com o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Estão assegurados mais de R$ 700 milhões em recursos do Fundo Constitucional de Financiamento (FNE) somente para a região Nordeste. Até o final da semana que vem, deverá ser aprovado o incremento dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO) e do Centro-Oeste (FCO).

O objetivo do Ministério da Integração Nacional é priorizar áreas que mais carecem de profissionais com nível superior. As três regiões terão juros mais baixos ao ano.

O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, destaca que a programação financeira para os próximos quatro anos é mais do que suficiente para fazer frente às demandas por financiamentos. «Como não sofrem contingenciamento de recursos, os Fundos Constitucionais serão também uma importante fonte de crédito para estudantes do Norte, Nordeste e Centro-Oeste», ressaltou.

O Ministério da Educação ofertou 75 mil novas vagas para o FIES no segundo semestre de 2017.

Medida Provisória

A Medida Provisória 785, editada em julho deste ano, possibilitou os investimentos dos Fundos Constitucionais e de Desenvolvimento no setor educacional. Serão 310 mil vagas geradas no Novo Fies, composto por três faixas.

Fuente noticia: http://www.brasil.gov.br/educacao/2017/11/nordeste-recebera-r-700-milhoes-para-financiamento-estudantil-em-2018

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Instituciones educativas de Brasil y Uruguay conforman grupos de trabajo académicos binacionales

29 Noviembre 2017/Fuente y Autor: ladiaria

Nueve instituciones universitarias de Uruguay y Brasil organizaron un evento académico binacional en la Frontera de la Paz, entre Rivera y Santana do Livramento, entre el 21 y el 23 de noviembre, en el que participaron unas 4.000 personas para escuchar la presentación de más de 2.200 trabajos que se expusieron durante los tres días en el noveno Salón Internacional de Enseñanza, Investigación y Extensión.

Marcelo Ubal, representante de la organización por parte de la Universidad Tecnológica de Uruguay (Utec), comentó a la diaria que “el objetivo se cumplió; los diferentes equipos compartieron sus conocimientos y se conformaron grupos de trabajo internacionales”.

El año que viene, las instituciones universitarias que participaron lanzarán cinco líneas de trabajo binacionales que se desprenden de los intereses expuestos en el salón. Las temáticas serán: energías renovables, automatización y control en procesos industriales –enfocado en la agroindustria, debido a la relevancia que esta tiene para la región–, tecnologías de la información y la comunicación, el estudio del portuñol como lengua fronteriza y el emprendedurismo.

En palabras de Ubal, la gran ventaja de este evento es mostrar la investigación que realiza esta zona, donde se concentran las universidades en un radio de 250 kilómetros: “Un elemento fundamental que permite este tipo de eventos es mostrar la potencialidad del norte uruguayo y del sur de Rio Grande do Sul en relación con lo académico; son 60.000 estudiantes y 6.000 docentes, la mayoría con doctorado o posdoctorado en las más diversas áreas del conocimiento. Ahí en el norte, que identificamos como el fin de Uruguay, pasa algo que hay que mirar”. Además, el docente hizo énfasis en que todos los organizadores son instituciones públicas, “algo en lo que hay que seguir invirtiendo como región para asegurar la calidad de educación en estos departamentos”.

Ubal destacó la conferencia de Gerardo Caetano sobre América Latina y los desafíos contemporáneos, la de Mario Benedetti sobre física y la de Eduardo Marinho, titulada “¿Cuál es el sentido de la vida?”. Los temas abordados fueron varios. Según el organizador, “entre todas las universidades se tocan todas las áreas del conocimiento”. Lo artístico también atravesó el evento, de la mano de la participación de la Orquesta Juvenil y el Coro de Niños del SODRE.

Los protagonistas

Las instituciones que organizaron el evento por parte de Uruguay fueron la Utec, la Universidad de la República, el Consejo de Formación en Educación y el Consejo de Educación Técnico Profesional. Por parte de Brasil participaron la Universidade Federal do Pampa, el Instituto Federal Sul-Rio-Grandense, el Instituto Federal Farroupilha, la Universidade Estadual do Rio Grande do Sul y la Universidad Federal da Fronteira Sul.

Fuente de la noticia: https://ladiaria.com.uy/articulo/2017/11/instituciones-educativas-de-brasil-y-uruguay-conforman-grupos-de-trabajo-academicos-binacionales/#!

Fuente de la imagen: data:image/jpeg;base64,/9j/4AAQSkZJRgABAQAAAQABAAD/2wCEAAkGBxMTEhUTE

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