Page 1646 of 3046
1 1.644 1.645 1.646 1.647 1.648 3.046

Brasil: Estudantes e movimentos sociais cobram debate sobre privatizações em São Paulo

América del Sur/Brasil/13 Agosto 2017/Fuente:Elpais/Autora: BEATRIZ SANZ

Resumen: Estudiantes tomaron por sorpresa la Camara Municipal de Sao Paulo, este 09 de agosto con la intención de expresar su oposición al Plan Municipal propuesto por el Prefecto. Los estudiantes exigen que sea sometido a plesbicito ante la comunidad la decisión de privatizar.

Alunos ocuparam por dois dias Câmara Municipal para pedir plebiscito sobre concessões.

Prefeitura diz que benefícios serão debatidos durante processo de venda

No último dia 9, a Câmara Municipal de São Paulo foi tomada de surpresa por estudantes e representantes de movimentos sociais. Eles se opõem ao Plano Municipal de Desestatização, proposto pelo prefeito João Doria (PSDB). A privatização de serviços e ativos públicos é uma bandeira de João Doria desde o período eleitoral. Vitorioso nas urnas, ele logo anunciou a criação da Secretaria Municipal de Desestatização e Parcerias, uma pasta para cuidar da privatização e concessão para a iniciativa privada, de serviços que atualmente são oferecidos pelo município. Além disso, ele enviou três Projetos de Lei (PL), referentes a esse tema, para a Câmara Municipal. A Prefeitura precisa do aval do Legislativo para dar seguimento ao processo de oferta das privatizações, criando, a partir daí, a modelagem das concessões – quanto custa cada bem, contrapartidas pedidas pelo município, e eventual participação da Prefeitura nos ganhos – que será ofertada às empresas interessadas.

O primeiro projeto (PL 364/2017) trata da concessão do Estádio do Pacaembu. O segundo (PL 404/2017) trata da venda de imóveis e terrenos que pertencem à prefeitura, e o terceiro (PL 367/2017), de concessões, vendas e parcerias público-privadas (PPP) de diversos serviços como terminais de ônibus, parques, praças, mercados municipais, o gerenciamento do bilhete único e até mesmo de cemitérios. O último projeto é considerado o mais polêmico, por ser mais amplo e, segundo seus críticos, genérico demais.

Américo Sampaio, gestor da Rede Nossa São Paulo, afirma que o projeto de desestatização encabeçado por Doria é audacioso: «Na minha avaliação não traz nenhum ganho, muito pelo contrário, pode trazer retrocesso aos serviços públicos». Sampaio considera que o problema não é a desestatização em si, mas a forma como ela está sendo feita. “Não houve debate suficiente com a sociedade. As comissões permanentes não foram consultadas”. Para ele, o PL 367/2017 é um risco, já que ele concede à prefeitura o poder de celebrar parcerias sem regras preestabelecidas pelo Legislativo. É um «cheque em branco para a prefeitura», garante.

A prefeitura, no entanto, afirma que a maioria da população de São Paulo já apoiou o projeto privatista de Doria durante a eleição – foi esse o mote da sua campanha. Ainda assim, os detalhes sobre os benefícios de cada concessão para a cidade já estariam sendo debatidos em audiências públicas, e ficarão mais claros a partir do desenho das concessões, que trarão os pormenores de cada projeto.

O vereador João Jorge (PSDB), que faz parte da Comissão de Transporte Públicoonde parte do pacote de privatização está sendo debatido, rebate os críticos ao pacote de desestatização. Segundo ele, não há problema de que essas atribuições passem para a prefeitura, pois Doria faria a privatização de uma forma responsável. Jorge avalia que se trata de uma oportunidade de arrecadar dinheiro para a cidade em um cenário de crise econômica. «Haverá receita, a prefeitura acredita que arrecadará cinco bilhões de reais para investir em saúde, educação, segurança e mobilidade urbana», diz. Por outro lado, Sampaio alega que o orçamento municipal é engessado e que mesmo que esse dinheiro entre no caixa, ele não será usado para investimentos e, sim, para pagar contas e salários dos servidores públicos.

Outra dúvida que ronda as privatizações, segundo as pessoas que as criticam, é a falta de estudos que apontem para a necessidade de conceder a gestão de alguns serviços para a iniciativa privada. Daniel Caldeira, pesquisador do LabCidade, lembra que a discussão sobre esse tema não pode ser feita de uma forma polarizada e que os estudos devem demonstrar se a privatização será ou não viável. Esses estudos ainda estão sendo produzidos pela secretaria de Desestatização. De acordo com a Prefeitura, os estudos só poderão ser apresentados – e ajustados, conforme o caso – assim que o Legislativo autorizar as concessões. O Executivo deseja que o pacote de desestatização seja aprovado ainda neste ano.

Mudanças no passe livre

Estudantes e representantes de movimentos sociais contrários aos projetos enviados pela gestão Doria ocuparam o plenário da Câmara Municipal no início da tarde do último dia 9 e saíram na tarde do 11. Eles exigiam que os vereadores convoquem um plebiscito para que a população seja consultada sobre a privatização, algo descartado pela Prefeitura. «Uma medida que vai atingir todo e qualquer cidadão de São Paulo, está sendo tramitada e as pessoas não estão participando disso», afirma Renata Campos, presidenta da União dos Jovens Socialistas, que esteve na ocupação. Eles pediam também que o prefeito João Doria revogue o decreto que instituiu mudanças no uso do passe livre estudantil. A Prefeitura alega que a situação econômica afetou as finanças públicas e precisa fazer ajustes de caixa. Além disso, a mudança afeta apenas 25% dos passageiros da cidade.

No início, a ocupação foi pacífica, mas quando os manifestantes perceberam que o presidente da Câmara, Milton Leite (PSDB), não iria atender as solicitações, eles fizeram barricadas dentro do plenário e houve alguns momentos de tensão. Os representantes de movimentos sociais passaram duas noites no plenário da Câmara Municipal, enquanto esperavam a resposta do pedido de reintegração de posse feito pelo presidente da Casa. A decisão judicial foi favorável aos estudantes, concedendo cinco dias para uma desocupação tranquila, mas eles saíram antes disso.

O presidente da Câmara afirma que não pode revogar a decisão que mudou as regras do passe livre, já que ela foi tomada pelo Executivo. Em relação ao plebiscito, ele afirma que já existem projetos apresentados por vereadores e que serão debatidos durante a reunião dos líderes de cada partido, resposta que satisfez os manifestantes.

Fuente de la noticia: https://brasil.elpais.com/brasil/2017/08/10/politica/1502317105_858216.html

Fuente de la imagen:

https://ep01.epimg.net/brasil/imagenes/2017/08/10/politica/1502317105_858216_1502497169_noticia_normal_recorte1.j

Comparte este contenido:

Paraguay: Darán 60 becas para ser técnico superior

América del Sur/Paraguay/13 Agosto 2017/Fuente y Autor: cronica

Atenti jóvenes, mayores de 18 años que terminaron el colegio. La Unión Industrial Paraguaya (UIP) y el Ministerio de Trabajo, a través del Sistema Nacional de Formación y Capacitación Laboral (Sinafocal), otorgarán 60 becas para estudiar en el Instituto Técnico Superior del Centro Paraguayo de Productividad y Calidad (ITS Cepprocal).

Las becas están dirigidas a jóvenes de escasos recursos, que deseen estudiar las carreras de Técnico Superior en Ventas, Logística Integral, Mecatrónica Industrial, Administración y Recursos Humanos.

Además de brindar una oportunidad de educación a los jóvenes, se busca responder a las necesidades del sector empresarial de incorporar personal calificado, especialmente en las industrias del país.

Las clases serán brindadas en el ITS Cepprocal dependiente de la Unión Industrial Paraguaya, en los turnos mañana y tarde, en su local ubicado en Lope de Vega e/ Atilio Galfre y San Antonio, San Lorenzo.

Las carreras duran dos años con acceso a pasantías prácticas desde el primer año, con una rápida salida laboral.

Para anotarse

Los interesados tienen tiempo para presentar su postulación hasta el viernes 18 de agosto. Más info: (0986) 13 64 13 o (0986)13 64 88.

Fuente de la noticia: https://www.cronica.com.py/2017/08/12/daran-60-becas-tecnico-superior/

Fuente de la imagen: https://www.cronica.com.py/wp-content/uploads/2017/08/10-foto-dinero.jpg

Comparte este contenido:

Chile: Preescolares y estudiantes de primero básico aprenderán con tabletas

América del Sur/Chile/13 Agosto 2017/Fuente y Autor: diarioeldia
El objetivo del «Proyecto Tablet» del programa Enlaces es fortalecer la innovación en las prácticas pedagógicas de los docentes de educación inicial.

Cerca de 250 educadoras, técnicos de párvulos y ayudantes de aula de prekínder (NT1), kinder (NT2) y primero básico de escuelas y colegios públicos de las provincias de Elqui, Limarí y Choapa son capacitadas en el uso de tabletas, durante el mes de agosto, como parte del proyecto Tablet, a través del programa Enlaces del Ministerio de Educación.

Esta capacitación es parte de la entrega de Tablet para la educación inicial en NT1, NT2 y primero básico dirigido a 1.466 establecimientos del país entre 2014 y 2015 y que en la región  benefició a 126 establecimientos públicos, con un entrega total de 3.402 tabletas y una inversión de 685 millones de pesos, iniciativa de la Reforma Educacional del gobierno de la Presidenta de la República Michelle Bachelet.

La capacitación que finalizó en la Provincia de Elqui contó con más de un centenar de educadoras y técnicos de párvulos, como es el caso de Mireya Bravo, técnico en párvulos del colegio Víctor Domingo Silva de La Serena, quien señaló que «el trabajo con tableta es novedoso para los niños, llamativo y les gusta. Estamos aprendiendo cómo realizar un mejor trabajo con la tableta para poder entregar conocimientos mucho más significativos».

En el mismo sentido, la técnico explicó que gracias a las aplicaciones lúdicas que se les puede incluir a este dispositivo móvil, los niños pueden aprender a contar, entender la secuencia numérica, aumentar su tolerancia y desarrollar la capacidad de trabajo en equipo.

Por su parte, el Seremi de Educación, Pedro Esparza, explicó que además de entregar los dispositivos móviles han puesto especial cuidado en la capacitación de los educadores, por lo que «es gratificante que exista la disposición y las ganas de este numeroso grupo de colegas y asistentes de la educación, de sacar el mayor provecho posible a éstos instrumentos y darles un sentido pedagógico».

El secretario de Educación recalcó además que esto ayudará a que los estudiantes puedan aprender matemáticas de manera más entretenida, dado que aun se presenta un déficit en cuanto al interés que se tiene sobre esta área del aprendizaje.

Fuente de la noticia: http://www.diarioeldia.cl/region/educacion/preescolares-estudiantes-primero-basico-aprenderan-con-tabletas

Fuente de la imagen: http://www.diarioeldia.cl/sites/default/files/styles/flexslider_full/public/082017/3._foto_capacitacion_tablet_a_educadoras_y_asistentes_de_aula.jpg?itok=HDI4g

Comparte este contenido:

Perú: Minedu “Desde hoy debemos empezar despidos”

América del Sur/Perú/13 Agosto 2017/Fuente:diariocorreo /Autor:G. Anaya / K. Valencia

Mientras los profesores del Cusco retornan a las aulas el lunes, otros sectores buscan en Lima demandas extremas

La ministra de EducaciónMarilú Martens, informó que ayer se iniciaron oficialmente los despidos de los docentes que permanezcan en huelga y no acudan a su centro de labores. Manifestó que esta acción no debe ser vista como una amenaza, sino como una consecuencia de la continuidad de la medida de fuerza por parte de los maestros huelguistas, que se oponen a los acuerdos tomados tras la reunión que el Gobierno tuvo con el gremio magisterial en los últimos días.

“Hoy día (ayer), ya deberíamos empezar con los despidos, porque esto no es amenaza ni un castigo. Esto simplemente es una consecuencia de los actos que han venido (sucediendo) y los profesores lo saben muy bien. Esto es: no asistes, hay descuentos y después el despido”, dijo en entrevista con RPP.

La titular del Minedu indicó que el próximo lunes se reanudarán las clases en el Cusco, y destacó que el compromiso de su sector es entregar “una estructura del incremento salarial en los próximos años”, y “atraer a la carrera del magisterio el talento que queremos para formar a nuestros estudiantes”.

En otro momento, dijo que el pasado jueves 10, en Palacio de Gobierno, se llevaron a cabo dos reuniones: la primera fue con los representantes del Comité Ejecutivo Nacional (CEN) del Sindicato Único de Trabajadores de la Educación del Perú (SUTEP); y otra con los gremios reconocidos de provincias. Manifestó que esperaba llevar a cabo un tercer encuentro con representantes de Piura, Tumbes y Loreto.

CUSCO VUELVE A CLASES. Por otro lado, el profesor Ernesto Meza Tica, secretario general del SUTER y dirigente que llevó al magisterio cusqueño a una huelga de casi 60 días, arribó ayer por la tarde al Cusco.

El sindicalista fue recibido con aplausos por sus colegas y anunció la suspensión de la huelga de maestros en Cusco. Él calificó de “exitoso” el hecho de que representantes del Ministerio de Educación hayan llegado a Cusco tres veces para tratar de solucionar la huelga, y refrendó los puntos acordados con el Gobierno sobre el aumento salarial docente de 2 mil soles desde diciembre de este año.

ENFRENTADOS. Pese a que profesores de Tumbes, Áncash, Cajamarca, Lambayeque, Piura e Ica han ratificado que continuarán en huelga, el secretario general del SUTEP, Alfredo Velásquez, aseguró que el próximo lunes varias regiones del país reiniciarán las clases tras más de dos meses de huelga, entre ellas Cusco. Precisó que espera que el magisterio analice los logros que se han obtenido en el sector educativo.

“Los maestros estarían retornando a las aulas a partir del lunes. Hoy (ayer) muchos han viajado en el transcurso del día. Ellos van a evaluar, analizar y comparar el contexto que estamos pasando”, dijo.

Indicó que “es natural” que otros sectores del gremio cuestionen su representatividad y no lo consideren el máximo representante del magisterio, debido a que quienes permanecen en huelga “tienen un pliego de reclamos distinto al nuestro: piden la derogatoria de la Ley General de Educación, de la Ley de Reforma Magisterial, piden evaluación cero y de eso nosotros marcamos distancia”. Por ello, exhortó al presidente Pedro Pablo Kuczynski y a la ministra Martens a reunirse con los protestantes.

Por otro lado, y desde un mitin en la plaza San Martín, el presidente del Comité de las Bases Regionales del SUTE, Pedro Castillo, criticó la postura de Velásquez y exigió que este demuestre el papel que tiene en el gremio.

“Se ha permitido una gran discriminación. Una ley para los nombrados y otra para los contratados. No nos vamos a ir a nuestras aulas si no se derogan estas leyes (…) El propio ministerio le ha premiado al otorgarle las licencias sindicales a gente que no tiene la representatividad para seguir traicionando al magisterio”, destacó.

Asimismo, descartó que haya algún tipo de financiamiento a las personas que permanecen concentradas en Lima, como parte del rechazo a las medidas propuestas por el Ejecutivo hacia el sector: “Nadie nos financia la huelga. Estamos con nuestro mísero sueldo, abandonando nuestras familias por dignidad”.

FRACASO. Desde el Congreso de la República, distintos legisladores consideraron que Martens debería dar un paso al costado, ante el fracaso del diálogo que tuvo el Ejecutivo con dirigentes del SUTEP y el continuismo de la huelga.

“La ministra está francamente pintada en la pared. Es muy malo que ahora la ministra pueda salir del gabinete, no creo que sea el mejor momento. Pero una vez terminada esta huelga, lo primero que tiene que ocurrir es que salga rapidito”, señaló el aprista Mauricio Mulder.

En ese sentido, recomendó al presidente Pedro Pablo Kuczynski que el reemplazo de la titular del Minedu sea una persona que conozca no “solamente en términos teóricos” sobre educación, sino que sepa de política.

Luego, dijo que de no retirar a Martens después de acabarse la huelga, “evidentemente tendrá que ser interpelada”.

“Ella tendrá que pagar los platos rotos de la incapacidad del Presidente de la República. La payasada (reunión) de ayer (jueves) no sirvió para nada”, dijo.

Error. La fujimorista Rosa Bartra dijo que la ministra Marilú Martens comete un error al lanzar advertencias a los profesores sin resolver el problema de la huelga.

Mientras los profesores del Cusco retornan a las aulas el lunes, sectores radicales buscan en Lima demandas extremas y jaquear al gobierno

CIFRAS

2 mil soles será el sueldo mínimo de los docentes.

5 regiones se comprometieron a reanudar clases el próximo lunes.

Fuente de la noticia: http://diariocorreo.pe/politica/minedu-desde-hoy-debemos-empezar-despidos-767211/

Fuente de la imagen: http://cdne.diariocorreo.pe/thumbs/uploads/img/2017/08/12/minedu-desde-hoy-debemos-em-jpg_604x0.jpg

Comparte este contenido:

Colombia: Ministra de Educación estará en encuentro latino de youtubers

América del Sur/Colombia/13 Agosto 2017/Fuente: rcnradio/Autor:rcnradio

Para fomentar la educación entre las personas que usan YouTube como plataforma de entretenimiento y trabajo, el Ministerio de Educación anunció que la jefe de dicha cartera nacional estará presente en el encuentro latino más grande de youtubers.

Se trata del Media Fest que inicia este viernes en Bogotá y se espera que la ministra Yaneth Giha esté presente a las 8 de la noche.

Allí se presentará la estrategia Gen Ciudadano para las nuevas generaciones.

Así mismo, el sábado 12 de agosto habrá un panel del Ministerio de Educación a las 6:00 p.m. en la Gran Carpa de las Américas de Corferias. En este espacio estarán los youtubers Alex Casas, Matu Garcés, Libardo Isaza y Julián González.

Fuente de la noticia: http://www.rcnradio.com/tecnologia/ministra-de-educacion-estara-en-encuentro-latino-de-youtubers/

Fuente de la imagen:

data:image/jpeg;base64,/9j/4AAQSkZJRgABAQAAAQABAAD/2wCEAAkGBxMQEBUSERIVFRUVFRUWFRUVFRUVFRUVFRUXFhUVFRU

Comparte este contenido:

Argentina: Repercusión nacional: Ramayo pidió a los jóvenes valorar la educación gratuita

América del Sur/Argentina/13 Agosto 2017/Fuente: elancasti/Autor:La Voz

El joven se graduó de ingeniero en Informática en Argentina y en Italia casi simultáneamente busca ahora devolver a la Universidad Nacional de Catamarca lo que invirtió en él.

Federico Ramayo, de 26 años, narró su experiencia a Télam y pidió a los jóvenes «valorar la educación gratuita que reciben en Argentina»; aseguró que los programas no son tan diferentes, y que -aunque le costó estar lejos- sintió felicidad cuando hace pocos días consiguió el doble título de ingeniero en Italia.

«Yo quiero devolverle algo a la comunidad y a la universidad pública. Quiero ganar experiencia en el campo laboral y compartir el conocimiento con los estudiantes, profesores y la comunidad a través de clases o capacitaciones ad honorem y generar algún emprendimiento en Catamarca», aseguró Federico.

El joven cursó la carrera de Ingeniería en Informática en su provincia y en septiembre de 2016 partió rumbo a la región de las Marcas, 195 kilómetros al este de Roma, para continuar sus estudios en la Escuela de Ciencia y Tecnología de la Universidad de Camerino, gracias a un convenio de esa institución con la Universidad Nacional de Catamarca.

Tras vivir y estudiar diez meses en Camerino, rindió el mes pasado su tesis ante un tribunal de profesores italianos y obtuvo la doble titulación como ingeniero en Informática y Laurea Magistrale Computer Science.

«La experiencia de tener un título es una satisfacción impresionante. La felicidad que tenía en el momento que rendí la tesis y me dijeron que estaba aprobado fue única, me puse contentísimo. Uno se siente feliz, feliz de verdad. La satisfacción de haber conseguido lo que me había propuesto desde que arranqué a estudiar fue saber que lo logré», expresó Federico.

Para el joven, «un título no te va a cambiar como persona, pero te va a dar herramientas para defenderte en lo que es el mercado laboral, que hoy en día pide gente especializada y eso te lo da educación universitaria y terciaria».

Los convenios permiten a los alumnos de las facultades de Ciencias Exactas y Naturales, y de Tecnología y Ciencias Aplicadas de la Universidad Nacional de Catamarca obtener la doble titulación en universidades extranjeras, explicó el joven, para quién «no existen diferencias sustanciales» entre los niveles de enseñanza y conocimiento entre Europa y Argentina.

«En mi caso, no tuve parciales hasta el final de los cuatrimestres, lo que si había eran exámenes finales escritos y presentaciones de proyectos. Para mí, no existen grande diferencias entre el nivel de Universidades y el nivel de profesores. Las diferencias, por ahí, están dadas en cuanto a lo estructural, los edificios, el campus que tenía la Universidad de Caerino eran muy cómodos», destacó.

Para el estudiante, «en ningún lugar de Europa la educación universitaria es gratuita. Como mucho es subvencionada, pero no llega a ser gratuita. Yo creo que eso es invalorable para nosotros, porque cada uno tiene la posibilidad de ser lo que cada uno quiera ser, nada te limita».

«En otros países, si uno no tiene cierto nivel económico o no pasa algunas pruebas de puntaje, no puede aspirar a estudiar determinadas carreras. En cambio, en Argentina uno puede seguir lo que quiera sin pagar, eso tiene que ser muy valorado y tenido en cuenta a la hora de plantearte una carrera», enfatizó.

Para el joven, lo más díficil fue enfrentar los primeros días en Camerino y también ser testimonio de la sucesión de terremotos que sufrió esa zona de Italia el año pasado.

«La primera semana fue muy dura, estaba en una de los departamentos del campus solo. Debe haber sido porque en Catamarca yo vivo con mis tres hermanos y mis padres y estaba acostumbrado a siempre estar acompañado. Acostumbrarme al silencio fue algo durísimo. Hasta que comencé a compartir con otro catamarqueño que estaba haciendo el doctorado en informática allá», recordó.

Fue complicado estar «lejos de casa» en un momento tan traumático como fueron los terremotos pero el problema más serio lo tuvieron en el centro de la ciudad, donde hubo muchas familias que perdieron sus casas», señaló Federico, que guarda todo lo vivido como parte de su aprendizaje.

Ahora, ya en su provincia y entre los suyos, y tras recibir varios ofrecimientos para trabajar en la Facultad de Tecnología de la Universidad Nacional de Catamarca, planea la mejor manera de retribuir a su comunidad todo lo que invirtió en sus estudios.

Fuente de la noticia: http://www.elancasti.com.ar/nacionales/2017/8/12/repercusion-nacional-ramayo-pidio-jovenes-valorar-educacion-gratuita-343750.html

Fuente de la imagen: http://img.elancasti.com.ar/u/fotografias/m/2017/8/12/f768x512-111670_167861_0.jpg

Comparte este contenido:

10 plataformas web para realizar cursos universitarios en línea

América Latina, 12 de agosto de 2017.  Fuente: /www.oyejuanjo.com

La red se ha convertido en una fuente inagotable de conocimiento y oportunidades, prueba de ello es la interminable lista de plataformas educativas destinadas a la formación profesional en línea. En el blog Oye Juanjo hemos reunido una selección de los sitios web de mayor prestigio y reconocimiento en el mercado.

El resultado es un ranking de 10 páginas educativas para realizar cursos de acceso gratuito, en línea, y lo más importante, avalados por universidades del extranjero. Para ello analizamos las principales ventajas y desventajas que nos ofrece cada plataforma, incluyendo posibilidades de certificación, proceso de inscripción, y otros datos a tomar en cuenta.

El propósito de este artículo no es otro que brindar la información más completa e imparcial al momento de optar por uno de los cursos virtuales que abundan en la red, eligiendo el que más se ajuste a las necesidades de cada estudiante y su perfil laboral.

Por supuesto, también hacemos extensiva la invitación a participar de la democratización del conocimiento difundiendo este tipo de iniciativas y seguirnos en las redes sociales. ¡Manos a la obra!

10 plataformas de cursos universitarios en línea

  #01. Coursera


Líder indiscutible en el mundo digital. Coursera es la única plataforma educativa en reunir el mayor número de universidades extranjeras: más de 150 prestigiosas casas de estudio superior, incluyendo un buen porcentaje de universidades de habla hispana.

Como era de esperarse, el catálogo es muy variado: artes y humanidades, negocios, idiomas, ciencias de datos, ciencias biológicas, desarrollo personal, números, física e ingeniería, ciencias sociales, entre otros.

Inscripción: elige el curso de tu interés y regístrate con tus datos personales. Para acceder de forma gratuita es necesario elegir la opción «auditar curso».

Duración de los cursos: de 5 a 11 semanas de duración dependiendo de la extensión de cada curso. También hay programas especializados de hasta cinco meses.

Certificación: aunque los cursos universitarios en Coursera son gratuitos, aquellos estudiantes que requieran una certificación oficial deberán abonar un pago simbólico (es opcional).

Lo bueno de Coursera: cientos de cursos para estudiantes de todas las especialidades, precios accesibles para los certificados, y las universidades más rankeadas del planeta.

Lo malo de Coursera: aún no admite Paypal para pagar los certificados.

  Enlace:   Ir a Coursera

  #02. EDX

Si bien no cuenta con el mismo número de partners, la plataforma EDX tiene entre sus filas a las universidades más exclusivas: Harvard, Berkeley, MIT, Boston, entre otros. La base de datos actual supera los 1300 cursos y una comunidad activa de 10 millones de estudiantes.

El repertorio de EDX también es muy surtido: arte y cultura, arquitectura, negocios y gestión, química, diseño, economía y finanzas, electrónica, ingeniería, literatura, matemáticas, músicas, ciencias sociales, y más.

Inscripción: ingresa al curso de interés y haz clic en el botón «Enroll Now».  Para acceder gratuitamente a los cursos debes elegir la opción «auditar curso». Aunque hay muchos cursos fuera del límite de inscripción, aún es posible acceder a todo el material (hay que tener un poco de suerte).

Duración de los cursos: de cinco a ocho semanas aproximadamente.

Certificación: el privilegio de la certificación tiene un costo simbólico que puedes aceptar o rechazar (depende del criterio de cada estudiante).

Lo bueno de EDX: un catálogo muy amplio de cursos ofrecidos por las universidades más elitistas del extranjero.

Lo malo de EDX: la mayoría de cursos se imparten en inglés, mientras que el catálogo de cursos en español aún es limitado.

  Enlace:   Ir a EDX

  #03. Garage Digital

La primera academia virtual de cursos gratuitos para América Latina. Google no se ha guardado nada y apunta alto con el lanzamiento de esta plataforma que pretende beneficiar a los miles de jóvenes empresarios que hay en la región.

Inscripción: apenas necesitas tener un correo electrónico en Google para inscribirte de forma automática.

Duración de los cursos: 23 módulos de enseñanza

Certificación: la certificación es gratuita al cumplir exitosamente los 23 módulos y aprobar una evaluación final.

Lo bueno de Garage Digital: cursos gratuitos certificados por reconocidas instituciones. Muy intuitivo y videos educativos de corta duración que hace más flexible la experiencia de estudio.

Lo malo de Garage Digital: aún hay poca variedad de cursos.

  Enlace:   Ir a Garage Digital

  #04. Udemy

Udemy es uno de los nombres más conocidos en el público estudiantil. Con el paso de los años ha construido una de las comunidades educativas más solidas que podemos hallar en la red, proponiendo miles de cursos en varios idiomas y para todos los gustos.

Las categorías son muy completas y los instructores cuentan con mucha experiencia en el rubro. A diferencia de otras plataformas, Udemy cuenta con dos secciones importantes: cursos gratis y de pago.

Inscripción: regístrate con tus datos personales o vincula tus redes sociales para loguearte en Udemy en poco tiempo.

Duración de los cursos: hasta 50 horas de clases.

Certificación: únicamente los cursos de pago cuentan con el privilegio de recibir una certificación digital.

Lo bueno de Udemy: si buscas una plataforma con amplia experiencia y garantía, Udemy es una excelente alternativa. Los cursos de pago son muy asequibles.

Lo malo de Udemy: para encontrar un curso gratuito hay que usar los filtros de búsqueda. Los cursos más interesantes se imparten en inglés.

  Enlace:   Ir a Udemy

  #05. Google Actívate

El gigante del Internet cuenta también con una plataforma educativa exclusiva para profesionales del emprendimiento. Google Actívate brinda diplomados en línea 100% gratuitos para aquellos estudiantes que buscan generar una buena impresión en su currículum.

Aunque la mayoría de diplomados son en línea, también hay una sección exclusiva de clases presenciales para estudiantes que viven en España. Los cursos abordan temas como marketing, desarrollo web, comercio electrónico, posicionamiento web, productividad personal, entre otros.

Inscripción: inicia sesión con tu cuenta de Google y concede los permisos correspondientes para participar. Asegúrate de escribir correctamente tus datos.

Duración de los cursos: 40 horas

Certificación: 100% gratuita. Para obtener el certificado es necesario aprobar la evaluación final (tienes hasta tres intentos para conseguir la acreditación).

Lo bueno de Google Actívate: diplomados con certificación gratuita expedidos por reconocidas universidades de España, además del sello distinguido de Google.

Lo malo de Google Actívate: falta algo de variedad a los diplomados en línea, mientras que la oferta de clases presenciales solo está disponible dentro del territorio español.

  Enlace:   Ver diplomados

  #06. MiríadaX

Una comunidad relativamente nuevamente que ya suma más de 3 millones 250 mil estudiantes. En conversación con el equipo MiríadaX pudimos comprobar que un 3% de las visitas diarias que recibe la plataforma educativa provienen del blog Oye Juanjo.

No es para menos, basta con echar un vistazo al repertorio de cursos gratuitos para tener una idea de la calidad de contenidos que nos proponen los chicos de MiríadaX. Actualmente hay más de 80 universidades que colaboran estratégicamente en pro de una formación gratuita e inclusiva.

Inscripción: ingresa al curso que te interesa y revisa la fecha de inicio. Si estás a tiempo haz clic en el botón «Regístrate» y completa el formulario de inscripción que aparece en pantalla con tus datos personales. ¡Es muy fácil!

Duración de los cursos: entre 5 a 7 semanas de duración por curso.

Certificación: el primer certificado de participación es gratuito, sin embargo, también hay un segundo certificado personalizado sujeto a un costo optativo.

Lo bueno de MiríadaX: cursos gratuitos ofrecidos por universidades de habla hispana y con un certificado de participación gratuito.

Lo malo de MiríadaX: hay muchos cursos interesantes que ya no están disponibles ni otorgan el privilegio del certificado. ¡Hay que estar siempre atentos!

  Enlace:   Ir a MiríadaX

  #07. México X

Una de las plataformas educativas especializadas en electrónica, ingeniería, ciencias de datos, física e ingeniería, y ciencias exactas. MéxicoX es una iniciativa que reúne a una treintena de instituciones educativas del país azteca (incluyendo el Tecnológico de Monterrey y la UNAM).

Todos están invitados a participar de los cursos gratuitos que periódicamente se ponen a disposición del público. Eso sí, hay que estar pendientes de los nuevos lanzamientos porque el número de vacantes es limitado.

Inscripción: explora el repertorio de cursos y elige uno de los contenidos disponibles. Haz clic en el botón «Inscribirse» y completa el formulario que aparece en pantalla.

Duración de los cursos: cinco semanas aproximadamente

Certificación: la mayoría de cursos incluyen certificación gratuita (leer información oficial de cada curso antes de inscribirse).

Lo bueno de MéxicoX: muchos cursos técnicos auspiciados por importantes instituciones de reconocimiento internacional.

Lo malo de MéxicoX: el diseño es muy anticuado y no hay forma de ingresar a los cursos pasados. Las vacantes también son muy limitadas y suelen cubrirse con rapidez una vez que se difunden en este blog.

  Enlace:   Ir a MéxicoX

  #08. Crehana

La start-up peruana continúa expandiéndose en la red como una de las alternativas más interesantes para profesionales del mundo audiovisual. Cursos de diseño gráfico, fotografía, ilustración, animación 3D, arquitectura digital, y mucho más.

Crehana tiene una lista amplia de cursos gratuitos, así como paquetes de cursos de pago con descuentos muy generosos. Vale la pena echar un vistazo a la web de la plataforma.

Inscripción: ingresa al curso o pack que te interesa y regístrate usando tus redes sociales.

Duración de los cursos: por proyecto

Certificación: los cursos de pago otorgan un certificado.

Lo bueno de Crehana: varios cursos gratuitos para novatos del sector audiovisual, además de otros recursos descargables.

Lo malo de Crehana: los cursos gratuitos son muy cortos, forzando a realizar los cursos más completos para una experiencia óptima.

  Enlace:   Ir a Crehana

  #09. Teachlr

Otra alternativa para estudiantes que buscan cursos de corta duración. Teachlr tiene contenidos muy variados y cursos de pago con precios realmente ridículos. Adicionalmente contamos con una sección de formación en línea para empresas.

Inscripción: ingresa al curso y vincula tus redes sociales. Es simple.

Duración de los cursos: por horas

Certificación: todos los cursos (gratuitos y de pago) incluyen certificación

Lo bueno de Teachlr: una plataforma en expansión con buenas propuestas estudiantiles. Encontraremos cursos exclusivos que no vamos a hallar en otras webs.

Lo malo de Teachlr: cursos de corta duración.

EnlaceIr a Teachlr

  #10. Edutin

Otra plataforma en expansión que con el paso de los años afianza su alcance a cientos de miles de estudiantes. Muchos cursos técnicos de programación y audiovisuales que ampliarán tus conocimientos en el dominio de programas avanzados.

Inscripción: ingresa al curso que te interesa y haz clic en el botón «Regístrate». Completa el formulario hasta loguearte en la página.

Duración de los cursos: por horas

Certificación: es necesario ser usuario Premium. Los certificados cuentan con enlace de verificación internacional.

Lo bueno de Edutin: una web muy organizada con una descripción completa de los cursos, lecciones y opciones de certificación.

Lo malo de Edutin: los cursos son muy cortos.

EnlaceIr a Edutin

  #Bonus. Domestika

Me gustaría hablar brevemente de la plataforma Domestika, líder en el sector audiovisual con una parrilla de temas completísimos. Aunque los cursos no son gratuitos, basta con hacer una simple comparación con otras webs del rubro para corroborar el alto nivel competitivo de sus contenidos.

Sus profesores, distinguidos profesionales con experiencia en el mercado internacional y un extenso portafolio de proyectos que avalan la calidad de cada lección.

Inscripción: ingresa al curso que te interesa y haz clic en el botón «Comprar» para completar el formulario y medio de pago.

Duración de los cursos: por horas

Lo bueno de Domestika: una plataforma en constante actualización con cursos impartidos por verdaderos profesionales del mundo audiovisual.

Lo malo de Domestika: todos los cursos son de pago.

  Enlace:   Ir a Domestika

Fuente: http://www.oyejuanjo.com/2017/03/10-plataformas-cursos-universitarios.html

Comparte este contenido:
Page 1646 of 3046
1 1.644 1.645 1.646 1.647 1.648 3.046