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España: Nace la Plataforma por la Libertad Lingüística en Educación para «plantar cara al modelo plurilingüe» de la Generalitat.

Por: 20minutos.es/23-05-2018

Asociaciones y organizaciones de madres y padres de la Comunitat Valenciana han creado la nueva Plataforma por la Libertad Lingüística en Educación, que pretende defender la libertad de elección de la lengua vehicular y «plantar cara al modelo plurilingüe de la Conselleria de Educación».

El colectivo está integrado por Concapa Comunidad Valenciana, la Federación de Apas de la provincia de Alicante Escuela y Familia, Fcapa Valencia, Concapa Castellón, Defensa del Castellano, Idiomas y Educación y la Fapa Gabriel Miró de Alicante (integrada en Covapa).

El objetivo es «hacer frente común a la imposición de lenguas en el sistema educativo con un amplio y progresivo calendario de actuaciones», según afirman sus impulsores.

El primer paso, que se concretó este martes, es la creación de un modelo de recurso individual para que las familias puedan recurrir e instar la anulación del Proyecto Lingüístico que se aplicará en su centro. Este documento estará accesible en las páginas web de las asociaciones y organizaciones para que pueda descargarse.

El recurso deberá presentarse en cualquier registro de un organismo oficial o en el Prop antes del 30 de mayo de 2018. Por ello, se insta a madres y padres a que revisen si en su centro de Educación Primaria se cumple la obligación del artículo 6.3.a. de la Ley 4/2018 que establece «y al mismo tiempo, como mínimo, otra asignatura troncal» en castellano.

En el modelo de recurso, una de las alegaciones argumenta jurídicamente la no existencia de asignaturas «análogas» a las troncales en Educación Primaria, de conformidad con la legislación vigente, detallan. COMISIÓN BILATERAL Asimismo, la plataforma ha acordado, ante la creación de la Comisión Bilateral que el Gobierno ha activado sobre el articulado de la Ley 4/2018 de Plurilingüismo, reclamar a la administración central que inste a la mayor brevedad la modificación de todos los artículos que impiden el ejercicio de los derechos constitucionales de las familias y la perpetuación de los vicios del Decreto 9/2017.

En caso contrario, advierten, no se descartan actuaciones sociales y movilizaciones «más contundentes encaminadas a defender el derecho de las familias a elegir la lengua vehicular de sus hijos en la escuela, tal y como avalan las sentencias del Tribunal Superior de Justicia de la Comunitat Valenciana (TSJCV) en esta materia».

*Ver más en: https://www.20minutos.es/noticia/3348206/0/nace-plataforma-por-libertad-linguistica-educacion-para-plantar-cara-al-modelo-plurilingue-generalitat/#xtor=AD-15&xts=467263

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Education trade unions enhancing gender equality in and through education Published: 15 May 2018

By: csee-etuce.org/23-05-2018

Addressing all aspects of gender equality in education and the teaching profession is essential, especially promoting gender equality through social dialogue and collective bargaining with a focus on increasing salaries and decent working conditions, concluded participants of the ETUCE Conference on “Enhancing gender equality in and through education” on 7-8 May 2018 in Baku, Azerbaijan.

The Conference was organised with the support of the ETUCE member organisation in Azerbaijan, the Independent Trade Union of Education Workers of the Azerbaijan Republic (AITUCEW). Minister of Education of the Republic of Azerbaijan Jeyhun Bayramov and President of Azerbaijan Trade Unions Confederation Satar Mohbaliyev addressed participants highlighting the importance of providing equal opportunities for men and women in education and socio-economic system of the Republic of Azerbaijan.

The Conference provided the opportunity for trade unions representatives from more than 15 countries to exchange experience and ideas on how education trade unions can address challenges for gender equality in education and the teaching profession, in particular in Central and Eastern European countries. Members from Poland, Tajikistan, Belarus, Bulgaria, Azerbaijan, Romania, Georgia, and Kazakhstan presented trade unions’ good practices looking at how to overcome gender stereotypes, enhance the representation and participation of women in decision-making in all education sectors, and make the teaching profession more attractive to both men and women.

European Director Susan Flocken highlighted that gender equality is one of the top priorities in ETUCE’s work: “ETUCE promotes gender equality within the teaching profession and seeks to provide education trade unions and education personnel with the knowledge and tools necessary to enhance gender equality in and through education in their national, regional and local contexts and to address new challenges for gender equality arising from technological, economic, and social changes in our societies”.

Participants also learned about gender mainstreaming actions and gender equality standards of the Council of Europe, presented by Dr Anne Nègre, Vice-President in charge of Equality of the Conference of INGOs in the Council of Europe. Gender equality challenges and their solutions in education system and in the society of the Republic of Azerbaijan were also presented by Jamilya Sattarova, President of the Republican Committee of the Trade Union of Cultural Workers of Azerbaijan.

During smaller working group sessions the conference participants discussed concrete education trade union activities aimed to promote a gender sensitive approach in education, challenge gender stereotypes in education and society as a whole, and overcome gender segregation among different education sectors and subjects.

*Fuente: https://www.csee-etuce.org/en/news/archive/2569-education-trade-unions-enhancing-gender-equality-in-and-through-education

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Tempo de caos

Boaventura de Sousa Santos

O bombardeamento de alvos sírios onde supostamente se produzem ou armazenam armas químicas supostamente usadas pelo governo de Bashar al-Assad contra os rebeldes deixou os cidadãos do mundo confusos, num misto de perplexidade e de cepticismo. Apesar do bombardeamento (imagem apropriada no caso) mediático dos meios de comunicação ocidentais, tentando convencer a opinião pública das mais recentes atrocidades do regime de al-Assad; apesar da quase unanimidade dos comentadores políticos de que se tratou de uma intervenção humanitária, de uma punição justa e de mais uma prova da vitalidade da “aliança ocidental”; apesar de tudo isto, os cidadãos do mundo ocidental (dos outros nem se fala), sempre que consultados, mostraram as suas dúvidas a respeito da narrativa mediática e manifestaram-se maioritariamente contra os ataques. Por quê?

As consequências

Porque os cidadãos minimamente informados têm uma memória mais apurada que os comentadores e porque, sem serem peritos sobre as causas destes actos bélicos, são peritos no conhecimento das suas consequências, algo que escapa sempre às contas dos ditos comentadores. Lembram-se que em 2003 a invasão do Iraque foi justificada pela existência de armas de destruição massiva que se provou mais tarde não existirem. Lembram-se que as fotos que na altura foram mostradas eram fotomontagens para dar credibilidade à mentira. Lembram-se que, tal como agora, o ataque foi feito na véspera de chegar ao país uma comissão independente de peritos para averiguar a existência ou não de tais armas. Lembram-se que essa mentira deixou no terreno um milhão de mortos, um país destruído e rendeu chorudos contratos de reconstrução entregues a empresas norte-americanas (Halliburton, por exemplo) e de exploração do petróleo às empresas petrolíferas ocidentais. Lembram-se que em 2011 a mesma aliança destruiu a Líbia, tornou-a num antro de terroristas e de negociantes de tráfico de refugiados e emigrantes e rendeu o mesmo tipo de chorudos contratos.

Lembram-se que a guerra da Síria já causou 500.000 mortos, 5 milhões de refugiados e 6 milhões de pessoas deslocadas no interior da Síria. E sobretudo, talvez pela misteriosa astúcia da razão de que falava Hegel, lembram-se do que lhes não é dito pelos media. Lembram-se que naquela região estão em curso dois genocídios perpetrados por terrorismo de Estado de que quase não se fala porque os estados agressores são “nossos” aliados: o genocídio dos yemenitas pela Arábia Saudita e o dos palestinianos por Israel.

Estas são as consequências mais visíveis. Mas há outras vítimas de que o cidadão comum tem uma ideia mais vaga, uma suspeita que por vezes não é mais que um mal-estar. Saliento três. A primeira vítima é o direito internacional que foi mais uma vez violado, uma vez que tais intervenções bélicas só são legítimas em caso de legítima defesa ou sob mandato do Conselho de Segurança da ONU, condições que não se verificaram. Os tratados bilaterais e multilaterais estão a ser deitados no lixo um atrás do outro, ao mesmo tempo que as guerras comerciais se acirram cada vez mais.

Estamos a entrar numa nova Guerra Fria com menos regras e mais mortes inocentes? Estamos a caminho de uma terceira guerra mundial? Onde estará a ONU para a evitar pela via diplomática? Pode esperar-se outra coisa de países como a Rússia, a China ou o Irão senão que se afastem ainda mais dos países ocidentais e do falso multilateralismo destes e que organizem as suas próprias alternativas de cooperação? A segunda vítima são os direitos humanos. A hipocrisia ocidental atingiu o paroxismo: a destruição militar de países e a morte de populações inocentes tornou-se no único meio de promover os direitos humanos. Aparentemente, deixou de haver outros meios de promover os direitos humanos senão violando-os. A democracia de tipo ocidental não sabe florescer senão nas ruínas. A terceira vítima é a “guerra contra o terrorismo”. Ninguém de boa vontade pode concordar com a morte de vítimas inocentes em nome de um qualquer objectivo político ou ideológico, e muito menos os países que desde há vinte anos têm dado total prioridade à guerra contra o terrorismo, os EUA e seus aliados. Sendo assim, como se pode compreender que estejam a ser financiados e armados pelas potências ocidentais grupos de rebeldes da Síria que são reconhecidamente organizações terroristas e que, tal como Bashar al-Assad, usaram no passado armas químicas contra populações inocentes? Refiro-me particularmente à frente al-Nusra, conhecida como a Al Qaeda da Síria, um grupo extremista salafista que quer implantar um Estado islâmico. Aliás, o mais fiel aliado dos EUA, a Arábia Saudita, é quem tem sido acusado mais frequentemente por instituições norte-americanas de financiar grupos extremistas e terroristas.

Quais são os objetivos ocultos de uma guerra contra o terror que financia e arma terroristas?

As causas

Os cidadãos comuns têm mais dificuldades em identificar as causas porque estas se furtam ao ruído das notícias. É convencional distinguir entre causas próximas e estruturais. Entre as causas próximas, a disputa sobre o gasoduto do gás natural tem sido a mais mencionada. As grandes reservas de gás natural da região do Qatar e Irã têm dois trajetos alternativos para chegar à rica e voraz consumidora Europa: o gasoduto do Qatar através da Arábia Saudita, Jordânia, Síria e Turquia, e o gasoduto do Irã através do Irã, Iraque e Síria. Por razões geopolíticas os EUA favorecem o primeiro trajeto e a Rússia, o segundo. Bashar al-Assad também preferiu o segundo por favorecer apenas governos xiitas. A partir de então passou a ser um alvo a abater pelos ocidentais. O Major Rob Taylor, professor do US Army´s Command and General Staff College, escreveu no Armed Forces Journal de 21 de Março de 2014: “Visto através de uma lente geopolítica e econômica, o conflito na Síria não é uma guerra civil; é antes o resultado do posicionamento de vários atores internacionais no tabuleiro do xadrez geopolítico, preparando-se para a abertura do gasoduto em 2016”.

As causas estruturais são talvez mais convincentes. Como tenho vindo a defender, estamos num momento de transição entre globalizações do capitalismo. A primeira globalização ocorreu entre 1860 e 1914 e foi dominada pela Inglaterra. A segunda ocorreu entre 1944 e 1971 e foi dominada pelos EUA. A terceira iniciou-se em 1989 está agora a terminar. Foi dominada pelos EUA, mas com crescente participação multilateral da Europa e da China. Nos intervalos das globalizações, a rivalidade entre países aspirantes ao domínio aumenta e pode redundar em guerras entre eles ou entre os aliados de cada um. A rivalidade neste momento é entre o EUA, um império em declínio, e a China, um império ascendente. Segundo o estudo “Tendências globais, 2030” do insuspeito National Intelligence Council dos EUA, em 2030 “a Asia será o motor da economia mundial como foi até 1500” e a China pode vir a tornar-se a primeira economia do mundo.

A rivalidade intensifica-se e não pode ser de enfrentamento direto porque a China é já hoje muito influente na economia interna dos EUA e um credor importante da sua dívida pública. A guerra comercial é fundamental e atinge as áreas de alta tecnologia porque quem dominar estas (a automação ou robótica) dominará a próxima globalização. Os EUA só investem em tratados que possam isolar a China. Como a China é já demasiado forte, tem de ser enfrentada através dos seus aliados. O mais importante é a Rússia, e os acordos recentes entre os dois países prevêem transações comerciais, sobretudo de petróleo, não denominadas em dólares, uma ameaça fatal para a moeda de reserva internacional. A Rússia em caso algum poderia vangloriar-se de uma vitória na Síria (uma vitória contra os extremistas terroristas, diga-se de passagem), uma vitória que esteve a ponto de obter devido ao suposto desnorte da política de Obama ao não incluir a Síria na lista das prioridades. Por isso, era preciso encontrar um pretexto para regressar à Síria e continuar a guerra por mais alguns anos, como acontece no Iraque e no Afeganistão. A Coreia do Norte é outro aliado e tem de ser hostilizado de modo a embaraçar a China. Finalmente, a China, como todos os impérios ascendentes, investe em (falsos) multilateralismos e por isso responde à guerra comercial com abertura comercial. Mas além disso tem investido concretamente em acordos multilaterais limitados que visam criar alternativas ao domínio econômico e financeiro norte-americano.

O mais importante desses acordos foi o BRICS que incluía, além da China e Rússia, a Índia, a África do Sul e o Brasil. Os BRICS chegaram a criar um banco mundial alternativo. Era preciso neutralizá-los. A Índia desinteressou-se do acordo desde que Modi chegou ao poder. O Brasil era o parceiro particularmente estratégico porque se articulava, ainda que relutantemente, com uma alternativa mais radical que emergira na América Latina por iniciativa de alguns governos progressistas, com destaque para a Venezuela de Hugo Chávez. Refiro-me à ALBA, UNASUR, e CELAC, um conjunto de acordos político-comerciais que visavam libertar a América Latina e as Caraíbas da secular tutela dos EUA. O país mais vulnerável dos BRICS, talvez porque o mais democrático de todos eles, era o Brasil. A sua neutralização iniciou-se com o golpe institucional contra a Presidente Dilma Rousseff e continuou com a prisão ilegal de Lula da Silva e o desmonte de todas as políticas nacionalistas empreendidas pelos governos do PT.

Curiosamente, na África do Sul, Jacob Zuma, sem dúvida um líder corrupto e entusiasta dos BRICS, foi substituído por Cyril Ramaphosa, um dos homens mais ricos da África (menos corrupto que Zuma?) e adepto incondicional do neoliberalismo global. A Cúpula das Américas que teve lugar em Lima nos passados dias 13 e 14 de Abril, que os média europeus quase não noticiaram, foi uma peça geopolítica muito importante neste contexto. A participação da Venezuela foi vetada e, segundo o El País (edição brasileira) de 15 de Abril, a reunião selou o fim da América bolivariana. O fortalecimento da influência dos EUA na região está bem patente no modo como foi criticada pela delegação norte-americana a crescente influência da China no continente. Por tudo isto, a guerra na Síria é parte de um jogo geopolítico bem mais amplo e de futuro muito incerto.

(*) Sociólogo, diretor do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. Artigo publicado originalmente no Jornal de Letras, de Portugal.

Fonte do Artigo:

Tempo de caos (Boaventura de Sousa Santos)

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La OCDE aboga por «conectar» universidades y mercado laboral para no generar «rebeldía» en jóvenes

OCDE/ 22 de mayo de 2018/Fuente: http://www.europapress.es

El secretario general de la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos (OCDE), Ángel Gurría, ha apostado por «poder conectar» los sistemas de la educación superior con el mercado laboral para evitar que los jóvenes sufran «frustración», que les lleve a la «rebeldía», tras terminar su formación y encontrarse con un panorama «con muy pocas oportunidades». Según sus palabras, esa falta de acceso a un puesto de trabajo tiene como resultado «frustración», «rebeldía» e incl …

Según sus palabras, esa falta de acceso a un puesto de trabajo tiene como resultado «frustración», «rebeldía» e incluso «rechazo a la democracia», pues esa «fragmentación» a nivel económico «provoca fragmentación de nivel social o político».

En esta línea, ha puesto como ejemplo los resultados que registraron la consulta para el ‘Brexit’ en Reino Unido, las elecciones en Estados Unidos, o «los siete meses para formar gobierno en Holanda, cinco en Alemania».

Incluso, Ángel Gurría, durante su intervención en la inauguración del Encuentro Universia en Salamanca, ha hecho referencia a los últimos resultados en las elecciones italiana o la «mayor fragmentación en cuanto a la voluntad electoral» en España. El secretario general de la OCDE, ya en alusión a la Universidad de Salamanca y a los asuntos a tratar en Universia, ha reseñado que «cada universidad es distinta, es diferente, es original, es única, pero las claves del éxito o del fracaso de las universidades tienen muchos elementos comunes».

Sobre esos aspectos que comparten las instituciones académicas, Ángel Gurría ha puesto de relieve los modelos de financiación; los sistemas de rendición de cuentas, con «más autonomía pero siempre más necesidad y obligación de rendir cuentas»; o los modelos de gobernanza y de selección del profesorado, con sistemas «abiertos y transparentes».

«Las universidades son las fábricas de habilidades, competencias y destrezas de nuestros jóvenes», ha apuntado el representante de la OCDE durante la apertura del encuentro Universia, al que asisten más de 600 rectores y representantes de universidades de 26 países diferentes.

Fuente de la Noticia:

http://www.europapress.es/sociedad/educacion-00468/noticia-ocde-aboga-conectar-universidades-mercado-laboral-no-generar-rebeldia-jovenes-20180521134033.html

 

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ONU: Un fondo de 10.000 millones de dólares para alcanzar la educación universal

ONU/ 22 de mayo de 2018/Fuente: http://www.onunoticias.mx

El Secretario General de las Naciones Unidas, António Guterres, ha recibido este viernes a los embajadores de la juventud de la organización TheirWorld, acompañados por enviado especial de las Naciones Unidas para la Educación Mundial, Gordon Brown, declaró que “actualmente, no se pone suficiente énfasis en la educación universal ni en la financiación para educadores, servicios ni para el futuro de los niños”.

El titular ha manifestado el apoyo de la Organización a la propuesta de creación de un Servicio Financiero Internacional para la Educación, un mecanismo de inversión para cumplir con estos objetivos, que ha sido respaldada por el Banco Mundial y los bancos de desarrollo regional.

Fuente de la Noticia:

http://www.onunoticias.mx/un-fondo-de-10-000-millones-de-dolares-para-alcanzar-la-educacion-universal/

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Países de menos ingresos concentran esfuerzos de ONU en educación

ONU/ 22 de mayo de 2018/ Fuente: Prensa Latina

Una nueva iniciativa de la ONU, que apenas da sus primeros pasos para recaudar fondos destinados a mejorar la enseñanza en todo el mundo, se concentra hoy en los países de menos ingresos.
Por ejemplo, en el caso de América Latina y el Caribe una de las prioridades es Haití, donde si bien persisten numerosos problemas, los retos en términos de acceso a la educación van cambiando y ahora se trata también de aumentar la calidad de la enseñanza.

Así explicó a Prensa Latina el director del Banco Interamericano de Desarrollo, Luis Alberto Moreno, quien habló de cómo los avances en la educación contribuirán además a elevar el nivel en términos de fuerza laboral y mercado de trabajo.

El Fondo Internacional de Finanzas para la Educación (Ifeed, por sus siglas en inglés) busca, precisamente, cerrar las brechas que existen en ese sector entre diferentes países, indicó.

La semana pasada, en el lanzamiento de la iniciativa, Moreno destacó la necesidad de acelerar acciones para evitar que más generaciones pierdan las oportunidades de educación.

En ese sentido, enfatizó cómo millones de latinoamericanos han sido dejados atrás, por ello resulta vital centrarse en las brechas e intentar cerrarlas.

Las áreas rurales de ese continente merecen especial atención, dijo, pues allí se encuentran las mayores necesidades.

Moreno también llamó a invertir más en educación para asegurar el futuro, salir de la pobreza y aumentar las posibilidades de acceso de mujeres y niñas.

Actualmente, 260 millones de niños en todo el mundo no asisten a la escuela y si se mantienen las actuales tendencias, en 2030 unos 400 millones no tendrán acceso a la educación más allá de los 11 años, según alertó el enviado de Naciones Unidas para la Educación Global, Gordon Brown.

Un grupo que merece especial atención son los refugiados. De acuerdo con Gordon, de los fondos humanitarios de la ONU dirigidos a cubrir las demandas de esa población, solo un dos por ciento se destinan a las labores educativas.

Debemos tratar de cambiar esa situación: los refugiados no necesitan solo de techo y comida, señaló al presentar el proyecto del Ifeed la semana anterior.

Asimismo, se refirió a la situación de la Agencia de Naciones Unidas para los Refugiados Palestinos (Unrwa, por sus siglas en inglés), una de las que priorizaba la atención y la enseñanza de los menores de edad.

Pero el recorte de fondos realizado por parte de Estados Unidos a esa entidad pone en riesgo ahora su importante trabajo, advirtió.

Según datos de la ONU, el mundo enfrenta una crisis educativa que crea en estos momentos una división amplia y persistente entre los niños que poseen acceso a las oportunidades, y aquellos que no lo tienen.

arc/ifb

Fuente de la Noticia:
http://www.prensa-latina.cu/index.php?o=rn&id=180389&SEO=paises-de-menos-ingresos-concentran-esfuerzos-de-onu-en-educacion
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España: El programa de la Agenda Escolar 21 optará a un premio de la UNESCO de educación para el desarrollo sostenible

España/ 22 de mayo de 2018/Por: Albacete/ Fuente: http://www.masquealba.com

El Programa Agenda 21 Escolar de la provincia de Albacete ha sido propuesto por parte de la Comisión Nacional Española de Cooperación con la UNESCO a la obtención del Premio Internacional UNESCO-Japón de Educación para el Desarrollo Sostenible. Se trata de un galardón establecido por el Consejo Ejecutivo de la Unesco en su 195ª reunión, en el marco del Programa de Acción Mundial de Educación para el Desarrollo Sostenible, que pide que se incrementen las actividades de educación para el desarrollo sostenible en todos los planos y tratar de hacer realidad los 17 Objetivos de Desarrollo Sostenible de Naciones Unidas. Este es un premio internacional financiado por el gobierno de Japón, consistente en tres galardones anuales, cada uno dotado con 50.000 dólares estadounidenses.

Se trata de la cuarta edición de un premio que nunca ha tenido un ganador español y para el que el Grupo de Trabajo Provincial de Agenda 21 Escolar decide presentar la candidatura al considerar que se cumplían los requisitos exigidos y que el proyecto está teniendo una repercusión muy importante en los centros educativos que participan en él.

Serán los días 28 y 29 de junio cuando se reúna el jurado internacional, compuesto por cinco expertos, para evaluar todas las candidaturas presentadas por los diferentes estados, dándose a conocer en septiembre los ganadores.

Las candidaturas han sido seleccionadas en base a tres criterios fundamentales: la transformación, entendida como que el proyecto postulado debe dotar a los estudiantes para que propicien cambios en pro de un mundo más justo, pacífico y sostenible; la integración, puesto que el programa debe promover el desarrollo sostenible desde la integración de las dimensiones social, económica y medioambiental; y, finalmente, la innovación, como un enfoque innovador en la materia.

Hay que recordar al respecto que el programa Agenda 21 Escolar de la provincia de Albacete fue creado hace 10 años por la Diputación, y que en él participan diferentes administraciones (principalmente la propia institución provincial y la Junta de Comunidades de Castilla-La Mancha) a través de un grupo de trabajo que da apoyo continuado a los colegios e institutos implicados.

El objetivo principal del Programa Agenda 21 Escolar es trabajar para acercar a los centros educativos no universitarios de la provincia a un desarrollo sostenible, buscando la mejora continua en aspectos como la participación del conjunto de la comunidad educativa, las mejoras en la sostenibilidad del centro educativo con la puesta en marcha de medidas concretas, o la innovación educativa que supone que los alumnos adquieran los contenidos curriculares obligatorios en las diferentes materias pero trabajadas en un contexto educativo real.

En la actualidad son 39 centros educativos de toda la provincia de Albacete los que están desarrollando su Agenda 21 Escolar, implicando a más de 11.482 alumnos/as y 1.112 docentes.

Fuente de la Noticia:

http://www.masquealba.com/noticias/albacete/item/30716-el-programa-de-la-agenda-escolar-21-optara-a-un-premio-de-la-unesco-de-educacion-para-el-desarrollo-sostenible.html

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