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Colombia: Cátedras en equidad de género y LGBTI no son prioridad (Mineducación)

América del Sur/Colombia/13 Noviembre 2016/Fuente y Autor: El tiempo

Yaneth Giha aseguró que estos dos temas ‘con seguridad’ serán revisados.

La nueva ministra de Educación, Yaneth Giha, aseguró en una entrevista que concedió a ‘La W Radio’ que «no son prioridad número uno» los planes de formación para los niños en los colegios, en temas como la equidad de género o de reconocimiento de la comunidad LGBTI.

Al preguntarle sobre una posible cátedra en estos puntos, Giha señaló: «Para mí la educación es para todos, y ese no es un tema que yo tenga como prioridad número uno, con seguridad serán temas que revisaremos, pero si me pregunta, ese no será un tema de primera importancia”.

«Nuestro foco es un foco de formación para todos los colombianos. Claramente este es un tema en donde todos los temas de inclusión y de aceptación de las diferencias son relevantes y son importantes, si me pregunta específicamente sobre qué planes en particular tenemos, sobre todo el tema de género y más, pues en este momento no es el tema en el que me he concentrado», añadió.

Con seguridad esos temas irán saliendo y los iremos abordando, pero de alguna manera no está de número uno en las cosas que tengo en mi mente en este momento», puntualizó Giha.

Giha subrayó que en la primera reunión con su equipo el jueves revisó los «cinco grandes hitos» que se vienen trabajando en el Ministerio y revisando «dónde estamos» y cuáles son los desafíos.

Por otro lado, aseguró que continuará con los proyectos ‘Ser pilo paga’ y el Programa de Alimentación Escolar que la exministra Gina Parody había implementado en su administración. Además, anunció que revisará los señalamientos de grupos que en la Universidad de los Andes estarían acosando por redes sociales a maestros y estudiantes.

Sobre los inconformismos de los maestros, que anunciaron una gran jornada de movilización para el próximo 17 de noviembre, dijo: «Estoy cuadrando reuniones con todos los actores».

Polémica entre los científicos

Giha generó en días pasados descontento en la comunidad científica cuando, siendo aún directora de Colciencias, señaló que 1,5 billones de pesos provenientes de regalías estaban represados por la falta de buenos proyectos en el campo de la ciencia en el país.

Recursos sí hay, pero no sabemos cómo hacer para que fluyan. Si no hay proyectos buenos, prefiero que no se muevan”, afirmó hace la nueva jefe de la cartera de Educación.

Luego de las declaraciones, diferentes usuarios de redes sociales compartieron mensajes e imágenes con la etiqueta #CientíficosSíSaben protestando por las declaraciones de Giha.

Fuente de la noticia: http://www.eltiempo.com/estilo-de-vida/educacion/mineducacion-dice-formacion-en-equidad-de-genero-no-es-prioridad/16747939

Fuente de la imagen: http://www.eltiempo.com/contenido/estilo-de-vida/educacion/IMAGEN/IMAGEN-16747956-2.jpg

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Escola Municipal do Butantã recebe notificação de vereador contra debate sobre gênero

América del Sur / Brasil / 30 de octubre de 2016 /Por: Redação

Nessa semana a escola municipal Amorim Lima organizou com professores, alunos e pais uma Semana de Debate sobre Gênero e Educação. A programação dessa atividade foi amplamente debatida nos fóruns e espaços da escola.

No dia 25/10 a comunidade escolar foi surpreendida com uma notificação assinada pelo vereador Ricardo Nunes do PMDB, alegando que as atividades promovidas são ilegais, questionando ainda, a forma de organização e participação da comunidade escolar na Semana de Gênero.

A Secretaria Municipal de Educação respondeu à notificação respaldando a atividade que foi desenvolvida, que respeitou os princípios legais do Plano Municipal de Educação, com a meta de superar desigualdades educacionais e promover a cidadania e a erradicação de todas as formas de discriminação e preconceito. Apelou ainda, para que o vereador respeite a autonomia e o Projeto Pedagógico da Escola.


Resposta da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo

Um dos alunos do oitavo ano, Caio Ribeiro, de 13 anos, fez uma entrevista com uma de suas colegas de sala de aula, Luiza, de 13 anos também, que contou sua opinião sobre o que aconteceu. Confira:

Caio: O que você achou da semana do gênero?

Luiza: Eu achei muito importante para informar os alunos que não entendem bem sobre o assunto, e para dar espaço aos alunos que podem ser discriminados pelo seu gênero ou sexualidade.

Caio: O que você achou sobre a denúncia que a escola recebeu?

Luiza: Eu acho um absurdo a denúncia, por que não faz sentido, tem gente que acha que se a escola discutir sobre gênero, todo mundo que ouvir vai virar trans, eu ouvi sobre a violência contra a mulher ai eu virei uma pessoa que quer a morte dos homens, as pessoas acham que é isso, provavelmente foi alguém que acha que se criança souber o que é um transexual ela vai virar um transexual, a pessoa deve achar isso, por isso ela fez a denúncia, achei um absurdo, um ato totalmente nada a ver.

Caio: Você pode contar um pouco sobre situações na escola em que essa discussão sobre gênero é importante?

Luiza: Na escola, tem várias pessoas LGBT, tem pessoas trans, e é muito importante em todos os momentos, né? Tem uma pessoa trans na minha sala, e é um homem trans, só que muitos professores ficam chamando ele pelo nome de menina pelo nome feminino, o nome de nascença dele, mesmo sabendo que não é esse nome, é outro nome. E ninguém respeita, poucos professores respeitam, poucos alunos também respeitam, né? E tem muita gente na escola que é machista e fica querendo botar regra nas meninas, querendo falar o que a gente pode e não pode fazer. Aluno mesmo faz isso, nunca vi professor fazendo isso. Aluno fica falando pra gente calar a boca, essas coisas assim bem bestas. Tudo isso é muito importante ser discutido, e acabar com isso é muito importante. Por isso foi a semana de gênero, só que reclamaram dela.

Caio: Como os alunos podem se organizar para que esse tipo de debate continue acontecendo?

Luiza: Na minha escola, sempre tem alguma roda de conversa, nas tutorias também. Sempre tem, você nunca vai chegar pra falar com um professor ou alguém e a pessoa vai cortar o assunto, ou não vai querer falar sobre isso. Então, nas nossas tutorias sempre tem uma roda de conversa que a gente pode falar o que a gente quer. No meu ano sempre tem uma roda de conversa, nos dias de tutoria também, que geralmente tem algum assunto especial, mas se você propor o tema eles vão deixar você falar. E também tem grupos de responsabilidade na escola, que é um grupo que os alunos se organizam, tipo, para limpar alguma coisa, ou para decidir alguma coisa. Um dos grupos é assembleia, que é o meu grupo, que a gente fala assuntos importantes para se discutir com a escola inteira. A gente ia fazer, na verdade, uma assembleia sobre isso, e eu achei que nessa semana, semana do gênero, a gente ia fazer uma assembleia sobre isso. Só que não ficou para essa semana a assembleia que a gente vai fazer, mas a gente vai fazer uma assembleia sobre violência contra a mulher, sobre essas coisas, e vamos discutir com a escola inteira isso e sobre a denúncia.

Vanessa Rodrigues, mãe de uma das alunas também falou sobre a denúncia:

O que eu achei sobre a denúncia, primeiro que a gente acha que realmente partiu de alguém de dentro da escola, eu acho um absurdo, porque só pode ter partido de alguém de dentro da escola para saber os detalhes de como foi a proposta da semana de gênero, a denúncia foi uma coisa assim absurda, o que esse vereador escreveu é um absurdo, inclusive ele usou uma lei ilegalmente por que nem foi aprovada ainda, para poder colocar pressão sobre uma escola que luta para que as coisas aconteçam da melhor forma possível, para criar cidadãos e é o que a escola faz, o Amorim faz isso, tenta fazer da melhor forma possível e criou uma semana maravilhosa sobre isso uma discussão inclusive motivada por questões que aconteceram dentro da escola com meninas que quiseram discutir isso, então tá, vamos discutir todo mundo junto, essa é a ideia da semana de gênero. E a denúncia mostra realmente o estado que estamos nesse país, de retrocesso total e a gente não pode deixar isso acontecer, a gente tem que lutar e lutar muito para que as escolas tenham direito de formar cidadãos, não é questão de partido ou gênero ou nada, é de formar um cidadão, uma pessoa que respeita, uma pessoa que age na nossa sociedade, no seu ambiente, na sua comunidade. É um absurdo essa denúncia, mas foi boa porque assim a gente tem como fazer a semana de gênero sair dos muros da escola e ser assunto por aí.

Fuente: http://esquerdadiario.com.br/Escola-Municipal-do-Butanta-recebe-notificacao-de-vereador-contra-debate-sobre-genero

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Ontario’s new sex education curriculum reflects modern Canada

América del Norte/Canadá/Junio 2016/Autor: Michael Coren/ Fuente: nowtoronto.com

ResumenHace alrededor de 20 años mi esposa y yo pasamos un año la escolarización en casa a nuestros hijos. Tenemos cuatro, pero sólo dos alcanzaron la edad escolar. Nuestros motivos eran en parte religiosa y en parte debido a que habíamos sido convencidos de que la educación en casa no sólo era revolucionaria, sino también muy beneficioso: nos ha ayudado en bonificación, el espacio permitido para la iniciativa individual, permite a los niños a desarrollarse a su propio ritmo y así sucesivamente.

Around 20 years ago my wife and I spent a year home-schooling our children. We have four, but only two were school age. Our reasons were partly religious and partly because we’d been convinced that home-schooling was not only revolutionary, but immensely beneficial: it helped us bond, allowed space for individual initiative, enabled children to develop at their own pace and so on.

Perhaps we were naive. We were certainly credulous, and my theological views were profoundly more conservative than they are today. So for a full year we educated the kids at home.

Because of a certain prominence in the conservative Christian world in the past, I was asked to speak at several home-schooling conferences and met with numerous leaders of the movement.

While there are secular, anti-state types who do it, many more are ultra-religious and mainly conservative Roman Catholics or right-wing evangelical Christians. Some are relatively mainstream in their views, but many embrace conspiracy theories about the dangers of vaccination, for example, the threat of public education and the so-called evils of modern society. They are generally puritanical on matters of sex. Some reject evolution. This is not a recipe for a well-adjusted, well-formed young person.

I say all this because of the contrived controversy over the new Ontario sex education curriculum (officially, the Health and Physical Education Curriculum), which we are told has led to some 2,000 children being removed from the school system out of fears that they will be perverted by this supposedly monstrous manifesto of social engineering. Many of these children are now being home-schooled. A number of their parents are Muslim, but many are Christian, and I know them well.

I encountered them at the various demonstrations at Queen’s Park against the new curriculum, and I can assure you that most of them haven’t read the thing. I have, and it’s pretty standard stuff, really. Almost 250 pages long, much of it is about not smoking, not doing drugs, eating vegetables and keeping fit. It acknowledges that some children feel as if their physical bodies do not represent their psychological and sexual feelings and that, whether parents approve or not, anal and oral sex do take place.

The document is more discussion than indoctrination, but the reaction has been hysterical from people who make a fetish out of their fears.

One allegation, for example, is that disgraced former Ontario deputy minister of education Benjamin Levin was behind the curriculum. But in fact, sex-ed programs similar to Ontario’s are taught across western Europe.

Anti-LGBT feelings infect the reactions of the people withdrawing their children from school. They seem convinced that if their kids receive a modern sex education they will either become chronic masturbators or gay activists. Goodness, we couldn’t get our children to do their math homework!

Some Muslim parents who are refusing to send their children to school are using online and Skype classes directly from Pakistan, a country where a strict blasphemy law is enforced and secular, gay and Christian Pakistanis are regularly persecuted. The educated, pro-Western Pakistani establishment is shrinking, and the idea of young Canadians being raised according to Pakistani Muslim educational criteria is not comforting.

Some of the Christian children taken out of school over the curriculum are being sent to private schools, but those, too, aren’t sufficiently religiously rigorous for objecting parents. Many conservative Catholics consider the separate school system too liberal and think that most private Catholic schools are effectively post-Catholic.

Opponents of the public system will point to some home-schooled children’s academic achievements. But their insularity and lack of socialization can be painful to observe. Many of their communal activities, such as sport or play, are conducted with other home-schooled children, so bias and even prejudice are enforced rather than challenged.

Legally, parents have a right to withdraw their children from school as long as they can prove that an adequate education is being offered. That’s not particularly difficult, and it’s common for the authorities to hardly even check.

The problem, however, is not how much history, geography or literature home-schooled kids know, but how they regard those who think and feel differently.

Beyond imparting an informed ability to avoid unwanted pregnancy (many home-schooling parents reject any form of contraception and condemn abortion as a mortal sin), education must foster their capacity to become happy, mature men and women who respect themselves and others. I am far from convinced this is the case in many home-schooling families.

Out of a mild and long-overdue reform of Ontario’s school sex education has emerged the empowerment of a community that rejects much of what modern Canada represents and reflects. To a very large degree, the last people who should be home-schooling are home-schoolers.

Fuente de la noticia: https://nowtoronto.com/news/ontarios-new-sex-education-curriculum-reflects-modern-canada/

Fuente de la imagen: https://nowtoronto.com/downloads/76091/download/SeEdProtest.jpg?cb=f1dce6842c52c657bc1d03c8a41e2209&w=660&ar=

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