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Brasil: asesinan a dos líderes indígenas de la etnia Guajajara y responsabilizan a Bolsonaro

Nuevo ataque deja dos indígenas muertos en Brasil

Los indígenas Raimundo Bernice Guajajara y Firmino Silvino Guajajara murieron, y otros dos resultaron heridos, este sábado (07.12.2019) luego de un ataque armado en el estado amazónico de Maranhao, en el norte de Brasil, informaron las autoridades. Las víctimas mortales murieron cuando estaban regresando a su aldea tras haber participado en una reunión para discutir sobre la defensa de sus derechos.

El ataque ocurrió en la mañana en la carretera federal que comunica las ciudades de Jenipapo de Vieiras y Sao Luis, la capital de Maranhao, y que atraviesa la reserva Guajajara en medio de la Amazonía. “Los indígenas fueron alcanzados por tiros provenientes de un vehículo”, precisó la gubernamental Fundación Nacional del Indio (FUNAI) en un comunicado. “Como forma de protesta, indígenas bloquearon la carretera BR-226 en ambos sentidos”, añadió la institución.

“La Policía Federal ya envió un equipo al lugar para investigar el crimen y sus motivaciones”, afirmó en Twitter el ministro de Justicia y Seguridad Pública, Sergio Moro, quien lamentó el atentado.

Por su parte, la Gobernación del estado de Maranhao anunció el envío a la región de refuerzos de la Policía Civil, de la Policía Militarizada y de la Secretaría de Estado de los Derechos Humanos, así como una exhaustiva investigación para identificar y capturar a los autores del ataque.

Ataques contra indígenas

“¿Hasta cuándo va a ocurrir esto? ¿Quién será el próximo?”, escribió en Instagram la líder Sonia Guajajara, coordinadora de la Articulación de los Pueblos Indígenas de Brasil (APIB) y excandidata a vicepresidente en las elecciones de octubre del año pasado por el Partido Socialismo y Libertad (PSOL). Sonia Guajajara se encuentra de gira por Europa para denunciar las políticas del presidente ultraderechista Jair Bolsonaro.

De acuerdo con organizaciones de defensa de los derechos humanos, los ataques contra los indígenas aumentaron desde que Bolsonaro asumió como presidente de Brasil el 1 de enero pasado. Desde antes de asumir el poder, el mandatario aseguró que no permitiría el reconocimiento de nuevos territorios indígenas y ha defendido la explotación de recursos naturales en sus reservas.

En esta misma región, ubicada unos 500 km al sur de la capital de Maranhao, Sao Luis, fue asesinado otro líder indígena a principios de noviembre. Paulino Guajajara, ultimado en el territorio indígena Arariboia tras ser emboscado por madereros, formaba parte de “Guardianes de la selva”, un grupo de más de un centenar de indígenas Guajarara creado para proteger sus territorios de invasiones en Maranhao, donde son frecuentes los enfrentamientos por tierras.

Las invasiones a tierras indígenas han aumentado este año, según datos del Consejo Indigenista Misionero (CIMI), vinculado a la Iglesia católica y que elabora reportes anuales sobre la violencia contra los pueblos originarios de Brasil. Entre enero y septiembre de 2019, el CIMI registró 160 invasiones de traficantes de madera o mineros ilegales en tierras indígenas, un aumento de 44 por ciento respecto a los incidentes registrados en todo 2018. El año pasado, el CIMI reportó 135 asesinatos de indígenas en Brasil, 25 más que en 2017.

Sonia Guajajara culpa Bolsonaro por assassinatos de indígenas no MA

A líder indígena Sonia Guajajara responsabilizou o presidente Jair Bolsonaro pelo assassinato a tiros de dois homens de sua comunidade, ontem, na BR 226, que corta a terra indígena do povo Guajajara no Maranhão. Firmino Prexede Guajajara e Raimundo Guajajara foram atingidos por ocupantes de um veículo quando voltavam de uma reunião em que discutiam a defesa dos moradores da região. Outros quatro indígenas foram feridos.

“Esses crimes não são casos isolados, são reflexo do ódio que vem sendo disseminado pela autoridade máxima do país contra nós, povos indígenas. O presidente deveria cumprir a Constituição Federal e garantir a proteção às nossas vidas e ao meio ambiente. Infelizmente o que vemos é o contrário, um comportamento que não condiz com o de um presidente. Exigimos justiça. esses crimes não podem continuar impunes”, disse Sonia no vídeo.

Como forma de protesto, indígenas bloquearam a rodovia BR-226 nos dois sentidos. Em novembro Paulo Paulino Guajajara, que trabalhava como guardião da floresta, defendendo o mesmo território indígena, foi assassinado por madeireiros.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, lamentou o novo atentado e informou que representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai) foram até a aldeia tomar providências junto com as autoridades do governo do Maranhão.

“A Polícia Federal já enviou uma equipe ao local e irá investigar o crime e a sua motivação. Vamos avaliar a viabilidade do envio de equipe da Força Nacional à região. Nossa solidariedade às vítimas e aos seus familiares”, escreveu Moro em sua conta no Twitter.

Dor e revolta

Candidata a vice-presidente na chapa de Guilherme Boulos (Psol), Sonia atacou Bolsonaro também em uma nota sobre o atentado: “Sinto um misto de dor e revolta por mais esse crime que se debruça sobre o meu povo Guajajara. Crime este que reflete a escalada de ódio e barbárie incitados pelo espectro político nefasto do governo racista e perverso de Jair Bolsonaro, que segue nos atacando direitos diariamente, negando o nosso direito de existir e incitando a doença histórica do racismo do qual o povo brasileiro ainda padece”.

Segundo ela, a proteção dos povos indígenas está sendo negligenciada pelas atuais autoridades. “O governo federal é um governo fora da lei, criminoso em sua prática política e opera de maneira genocida com vistas a nos expulsar de nossos territórios, massacrando nossa cultura, fazendo sangrar nossas raízes.”

Veja a íntegra da nota de Sonia Guajajara:

“É com profundo pesar e indignação que externo meus mais sinceros e profundos sentimentos aos familiares de Firmino Silvino Prexede Guajajara e Raimundo Guajajara que neste momento sentem a dor e a tristeza de perder pessoas queridas por tamanha brutalidade que hoje fez vítimas dentre o Povo Guajajara. Os indígenas assassinados vivam nas aldeias Silvino (Terra Indígena Cana Brava) e aldeia Descendência Severino (TI Lagoa Comprida), ambos do Maranhão, estado que há 35 dias sofreu também o assassinato de Paulo Paulino Guajajara, que atuava como guardião da floresta.

Sinto um misto de dor e revolta por mais esse crime que se debruça sobre o meu povo Guajajara. Crime este que reflete a escalada de ódio e barbárie incitados pelo espectro político nefasto do governo racista e perverso de Jair Bolsonaro, que segue nos atacando direitos diariamente, negando o nosso direito de existir e incitando a doença histórica do racismo do qual o povo brasileiro ainda padece.

Estamos à deriva, sem a proteção do Estado brasileiro, cujo papel constitucional está sendo negligenciado pelas atuais autoridades. O governo federal é um governo fora da lei, criminoso em sua prática política e opera de maneira genocida com vistas a nos expulsar de nossos territórios, massacrando nossa cultura, fazendo sangrar nossas raízes.

O clima de tensão, insegurança e perseguição contra os povos indígenas do Brasil só aumenta. Estamos sendo atacados, dizimados, e vale sempre lembrar que um ataque a vida indígena é um ataque contra a humanidade uma vez que somos, povos indígenas de todo mundo, os defensores de 82% de toda biodiversidade global.

Chega de derramamento de sangue!

Chega de impunidade!

Exigimos que providências sejam tomadas imediatamente e faça valer a Justiça!

Exigimos que as autoridades competentes esclareçam os fatos, punindo rigorosamente esses criminosos, para que a sensação de impunidade não motive mais ações criminosas contra nossa gente, ceifando brutalmente vidas indígenas.

Sangue indígena: Nenhuma gota mais!”

Após atentado contra indígenas, Moro avalia enviar Força Nacional ao MA

A Polícia Federal irá assumir as investigações do atentado que matou dois índios da etnia Guajajara e deixou outros dois feridos neste sábado no Maranhão. A informação foi confirmada pelo ministro Sergio Moro. Em uma rede social, Moro destacou ainda que será avaliada a viabilidade do envio de uma equipe da Força Nacional à região.

“Lamento o atentado, ocorrido hoje no Maranhão, que terminou com dois índios guajajaras mortos e outros feridos. Assim que soube dos tiros, a Funai foi até a aldeia tomar providências, junto com as autoridades do governo do Maranhão. A Polícia Federal já enviou uma equipe ao local e irá investigar o crime e a sua motivação. Vamos avaliar a viabilidade do envio de equipe da Força Nacional à região. Nossa solidariedade às vítimas e aos seus familiares”, publicou o ministro.

Na manhã deste sábado, dois indígenas da etnia Guajajara foram mortos e outros dois ficaram feridos após sofrerem atentado a tiros na BR-226 entre as aldeias Boa Vista e El Betel, no município de Jenipapo dos Vieiras, localizado a 506 km de São Luís, capital do Maranhão.

As vítimas fatais foram identificadas como Firmino Silvino Guajajara e Raimundo Bernice Guajajara. Em um vídeo publicado nas redes sociais, um dos índios feridos conta que ele e Firmino Guajajara, que não sobreviveu ao ataque, seguiam em uma motocicleta quando foram surpreendidos por dois tiros disparados por ocupantes de um veículo de cor branca.

Há um mês, outro indígena da etnia Guajajara foi assassinado no Maranhão. O líder e integrante do grupo Guardiões da Floresta, Paulo Paulino Guajajara, foi morto durante uma emboscada na Terra Indígena Arariboia, na região de Bom Jesus das Selvas.

Fuente de la Información: https://www.nodal.am/2019/12/brasil-asesinan-a-dos-lideres-indigenas-de-la-etnia-guajajara-y-responsabilizan-a-bolsonaro/

 

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La enorme importancia de la educación ambiental en las aulas

La enorme importancia de la educación ambiental en las aulas

El cuidado del medioambiente empieza a ser, cada vez más, una demanda social a la que los colegios están comenzando a dar respuesta con distintas iniciativas

El estudio “Entendiendo a la Generación Alfa”, elaborado por la agencia de comunicación Hotwire, ha revelado que el 95% de los nacidos a partir del 2010 están concienciados con el medioambiente, frente al 57% de los millennials y el 37% de los baby boomers. Esta encuesta demuestra el creciente interés de los más jóvenes en los temas relacionados con la ecología, la diversidad o las causas sociales, según consignó el portal educaciontrespuntocero.com.

De hecho, y siguiendo con el término “justicia intergeneracional”, los jóvenes de hoy serán quienes hereden el mundo de mañana, y deberían participar en las decisiones que se toman para luchar contra la crisis climática. De ahí que sea tan importante que estas generaciones reciban una educación medioambiental acorde con la situación actual del planeta.

Los estudiantes, unidos

Conscientes de ello, se han unido en movimientos como “Fridays for Future”, encabezados por la popular adolescente Greta Thunberg, que se preguntan: “¿por qué estudiar para un futuro que quizás no llegue?”. Por eso, estos jóvenes activistas se ponen en huelga y faltan a clase, exigiendo a los políticos de todo el mundo que pongan medidas para hacer frente a los problemas medioambientales con el objetivo de que el planeta siga existiendo.

No son los únicos: “Teachers For Future”, “Zero Waste”, o “Madres por el clima” son otros ejemplos de los muchos movimientos sociales que exigen conservar el bienestar y cuidar mejor del planeta.

Pero, ¿qué ocurre en los centros educativos? Finlandia y Suecia son dos países de referencia en cuanto a educación medioambiental en las aulas, e Italia se acaba de subir al tren de la lucha contra el cambio climático incorporando una asignatura de educación medioambiental obligatoria de una hora semanal dentro del currículo.

Para introducir en las aulas temas relacionados con la sostenibilidad, el cambio climático o las necesidades del medioambiente se pueden utilizar todo tipo de recursos, como estos sobre el del agua y su ahorro o estos documentales que pueden ser muy interesantes para que los estudiantes aprendan de otra forma sobre la evolución de la Tierra o el calentamiento global.

Fuente: educaciontrespuntocero.com

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Colombia: multitudinario concierto en apoyo al paro nacional

Por: Nodal

Entre música y arengas, Bogotá se movió con ‘Un Canto por Colombia’

Tras ocho horas llenas de color, música y un mensaje contundente de negociación con el Gobierno sobre los puntos del Paro Nacional, se dio fin al concierto ‘Un canto por Colombia’, el cual contó con la presencia y participación de artistas como Adriana Lucía, Totó La Momposina, Bomba Estéreo, La Derecha, Telebit, Doctor Krápula, Edson Velandia, entre otros.

Desde las 8:00 de la mañana las personas fueron llegando al Planetario para dar comienzo a la movilización. En unas pocas horas, una multitudinaria concentración se unió a la causa para marchar en contra de las iniciativas que afectan a la población, como la reforma pensional y laboral, la falta de oportunidades en educación y la arbitrariedad de la Fuerza Pública en las movilizaciones llevadas a cabo en lo que lleva el Paro Nacional.

La caravana avanzó hacia el Parque Nacional. Posteriormente llegaron al Parque de los Hippies, en donde varios artistas cantaron, entre ellos Los Petit Fellas, María Mulata, Odio a Botero, Victoria Sur, Walka, Superlitio, La Derecha y Doctor Krápula. También se realizó un performance de la canción ‘un violador en tu camino’, la cual se ha convertido en un símbolo del abuso y acoso que viven millones de mujeres a diario en el planeta.

Posteriormente, los manifestantes se asentaron en la calle 85 con 15, en donde artistas como Esteman, Juan Pablo Vega, Bomba Estéreo, Mougli, Telebit, TSH Sudaca y Rocca cantaron su repertorio, y al ritmo de “El Baile de los que sobran” hicieron bailar y cantar a los capitalinos.

Las últimas intervenciones musicales que se realizaron fueron las de Doctor Krápula en el Parque de los Hippies, y el de Totó la Momposina, en la calle 85 con 15. La artista, al terminar su intervención, dio un mensaje a los jóvenes manifestantes: “Yo sabía que algo tenía que pasar a través de la juventud, porque ustedes son y serán siempre el sentido de pertenencia, no solo de Colombia, sino también de toda América Latina”.

A su vez, Totó La Momposina, que fue la última artista en presentarse en tarima felicitó a los jóvenes por su esfuerzo y valentía para marchar en el Paro Nacional. Además aseguró que ellos son los que crean el sentido de pertenencia de toda América Latina, y por ende, era necesario continuar en la lucha.

Otros artistas como Alejandro Riaño, Adriana Lucía y Mario Muñoz, vocalista de Doctor Krápula, resaltaron la necesidad de seguir movilizándose en defensa de la vida y los recursos naturales del país. Asimismo, enviaron al Gobierno un mensaje para que se escuchara las peticiones de los colombianos, y así, llegar a una negociación.

Más de 300 artistas y 40 grupos colombianos cantaron y marcharon este domingo en las calles en un apoyo sin precedentes, justo cuando voces del Gobierno aseguraban que las manifestaciones comenzaban a decrecer.

Lecturas de derecha a izquierda

En un ambiente pacífico y festivo, se desarrolló “Un canto por Colombia”, el cual avanzó al punto final del recorrido, ubicado en la calle 85 con carrera 15 en el norte de Bogotá.

Si bien se tenía estipulado que a las 2:00 de la tarde culminaría el evento, miles de ciudadanos continuaron cantando y movilizándose en las calles, dando su voz de aliento al Paro Nacional.

En total fueron siete kilómetros de recorrido, en el que hubo siete tarimas, entre ellas una móvil, en la que los artistas dieron sus discursos e invitaron a los colombianos a movilizarse en forma pacífica, contra las medidas que están afectando al país.

Entre aplausos los artistas fueron ovacionados por el público, los cuales cantaron sus canciones en torno al apoyo del paro que comenzó el pasado 21 de noviembre y que se espera, tenga una negociación con los miembros del Gobierno Nacional.

A esta manifestación se sumó la Guardia Indígena, la cual fue recibida con frases de apoyo y admiración por parte de los ciudadanos. “¡Guardia, guardia! ¡Fuerza, fuerza!”, les gritaron los ciudadanos en muestra de apoyo.

Sin acuerdo termina segundo encuentro entre el comité del paro y Gobierno

El recorrido de la tarima móvil del concierto inició en el Planetario Distrital, continuó en el Parque Nacional y avanzó hacia el el Parque de los Hippies, hasta llegar a la calle 85. En la tarima de este punto de la ciudad, se han presentado artistas como Esteman, Juan Pablo Vega, Totó La Momposina, Bomba Estéreo, Mougli, Telebit, TSH Sudaca y Rocca.

Al ritmo del icónico “El Baile de los que sobran” de la agrupación Los Prisioneros, los bogotanos estremecieron la ciudad.

Mientras tanto, en el Escenario móvil, se presentaron Adriana Lucía, César López, Diamante Eléctrico, Edson Velandia, Monsieur Periné, Santiago Cruz, Yoky Barrios y el Barragán, Rap Bang Club y Systema Solar.

¡Un canto por Colombia! Horarios y lugares del ‘concierto del paro’

La alcaldesa de Bogotá, Claudia López, invitó a los ciudadanos a participar de los conciertos de hoy en Bogotá y a salir a las calles para manifestarse contra las políticas del gobierno de Iván Duque. Así mismo, convocó a los ciudadanos a reunirse en el Parque de los Hippies en la 61 con 7, en donde cada vez más personas llegan para esperar a que los cantantes inicien su presentación.

Video insertado

No solo artistas colombianos han mostrado su solidaridad y apoyo al Paro Nacional. Artistas internacionales como la agrupación chilena dio un mensaje de aliento a los colombianos que se manifiestan, teniendo en cuenta que Chile vive una situación similar, y que se ha visto reflejada en la canción “El baile de los que sobran”, escrita por este grupo hace ya 30 años.

Uno de los artistas que ha decidido participar en el evento en contra del Gobierno, es Juan Pablo Vega, quien en los últimos años ha tenido fuerte acogida por el publico.

A su vez, la agrupación Bomba Estéreo se sumó a este gran concierto y mandó un mensaje de apoyo al Paro Nacional, en donde invita a la ciudadanía a la Calle 85.

Por otro lado, la actriz Aida Bossa alzó su voz y comentó que ella esta marchando porque le “duele el país” y “su patría”.

Estaciones de Transmilenio sin funcionamiento

Según el último reporte de Transmilenio, se registra una movilización sobre la troncal de la Carrera 10 a la altura de la estación Nieves. Sin embargo, no afecta significativamente el funcionamiento.

Las siete estaciones que no están operando debido al Paro, son:

Troncal Carrera 10

– Policarpa

Troncal Américas

– De la Sabana

Troncal Calle 26

– Ciudad Universitaria

Troncal NQS Central

– Av. El Dorado

– U. Nacional

Popayán y Cali también cantaron por la paz en conciertos que tuvieron asistencia masiva

Decenas de artistas en las capitales del Cauca y Valle del Cauca se unieron al denominado Canto por la Paz.

Jóvenes estudiantes de música que conforman la Sinfónica de la Universidad del Cauca fueron los encargados de abrir el concierto por la paz, realizado este domingo 8 de diciembre de 2019 en Popayán, Cauca.

“Necesitamos de la participación de todas y todos para construir una Colombia donde podamos alcanzar la felicidad”, señaló Jonatan Centeno, coordinador del evento.

El Parque de Caldas, sitio donde generalmente terminan las movilizaciones sociales, recibió a una veintena de artistas que, con sus cantos, clamaron por justicia social.

“Magnífico, porque es una protesta en paz, sin violencia”, aseguró Alexánder Jurado, asistente al concierto.

El folclor del Pacífico, la chirimía del sur del Cauca y diversas expresiones artísticas de este departamento se escucharon en este concierto.

“No más líderes asesinados, necesitamos condiciones de vida dignas para nuestros pobladores del Cauca, de Popayán”, dijo Fabián Molano, uno de los artistas presentes en el evento de la capital del Cauca.

Pero Cali, capital del Valle del Cauca, también se sumó al Canto por la Paz. Miles de personas asistieron al Teatro Al Aire Libre Los Cristales, ubicado en el oeste de la ciudad, para disfrutar de trece artistas en vivo y, por supuesto, en paz.

Ver imagen en Twitter

Citan audiencia para evaluar desmonte del Esmad

Por Tomás Betín

El lunes 16 de diciembre está citada en el Congreso la audiencia pública denominada ‘¿Qué hacer con el Esmad?’, tras los sucesos acontecidos en el marco del paro nacional, donde se registraron agresiones del grupo policial a varios ciudadanos e, incluso, se ocasionó la muerte del joven Dilan Cruz.

En la sesión, convocada por el senador cesarense Antonio Sanguino, de los verdes, intervendrán víctimas del Esmad, organizaciones sociales, líderes estudiantiles, académicos y expertos en seguridad.

Están citados a la misma los ministerios de Defensa e Interior, Policía, Procuraduría, Fiscalía y Defensoría del Pueblo.

El parlamentario opositor presentará, además, el informe ‘Silencio oficial: un aturdido grito de justicia por los 20 años del Esmad’, de la ONG Temblores, sobre abusos del Esmad en sus 20 años de existencia.

Fuerte represión contra plantón en aeropuerto de Bogotá

A través de múltiples cuentas en twitter, viajeros, manifestantes y ciudadania en general han hecho visibles las detenciones y ataques por parte de la Policía Nacional y el Escuadrón Móvil Antidisturbios (ESMAD) a manifestantes pacíficos que se encontraban en el aeropuerto El Dorado, con carteles expresando su respaldo al Paro Nacional.

Los manifestantes quienes habían coordinado este plantón días atrás para las 11:00 am, denunciaron además de los múltiples arrestos vulneraciones a su intimidad, » se habían coordinado varias personas para hacer un plantón en el aeropuerto a las 11, pero al parece en el grupo de Telegram que hicieron, habían infiltrados, de allí pudieron detener a 4 personas que estaban liderando esta movilización» denunció Waldir representante de la Unión Nacional de Estudiantes de la Educación Superior (UNEES).

En el plantón se esperaba una concentración de aproximadamente 1000 personas que hacían parte del grupo de Telegram. Hasta ahora se conoce que son 15 las personas detenidas, entre ellas 6 mujeres, una de estas de nacionalidad extranjera.

De igual forma se registra que hasta el momento estas personas no han sido informadas sobre la razón de su detención ni tampoco los cargos; según información suministrada a defensores de DDHH por Soledad Granada integrante de Paz a la Calle, y quien también fue retenida en las últimas horas en el aeropuerto, las 15 personas son conducidas al Centro de Traslado por Protección (CPT) .

Fuente de la Información: https://www.nodal.am/2019/12/colombia-multitudinario-concierto-en-apoyo-al-paro-nacional/

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¿Qué hacer para mejorar la educación?

¿Qué hacer para mejorar la educación?

Debido al mal posicionamiento de Colombia en las pruebas PISA, analistas consideran que se deben asumir retos para mejorar la enseñanza y también la formación de pedagogos.

Desde el 2006 en Colombia se viene aplicando el Programa para la Evaluación Internacional de Alumnos, PISA, (por sus siglas en inglés) que evalúa el desarrollo de las habilidades y conocimientos de los estudiantes de 15 años, a través de tres pruebas principales: lectura, matemáticas y ciencias.

Colombia ocupó en esta oportunidad el puesto 58 entre 79 países participantes, convirtiéndose en el país perteneciente a la OCDE con el menor puntaje.

Para la investigadora de la Universidad Piloto de Colombia, Claudia Rincón, no es la primera vez que no le va bien a Colombia en las pruebas PISA.

Lea también: Colombia mejoró su Índice de Desarrollo Humano y ascendió en el índice de la PNUD

La experta añadió que se sabe que hay ciertas tareas y llamados urgentes de la educación a mejorar. No obstante, enfatizó en que usualmente el tema de la calidad educativa se vuelve mediático y luego desaparece como si se hubiese solucionado.

Sin embargo, es claro que desde hace un tiempo ya se tienen mediciones que muestran los urgentes retos en educación que tiene el país, para mejorar la educación en todos los niveles.

De esta misma opinión es Luis Fernando Ramírez, vicerrector Administrativo de la Universidad de La Salle, al considerar que definitivamente se tiene que trabajar mucho más desde la primera infancia, ya que desde la educación temprana es dónde se desarrollan fundamentalmente las principales capacidades neuronales de los niños y también su nivel de socialización. De cumplirse este objetivo, asegura, se mejoraría en las competencias fundamentales para iniciar los ciclos normales de educación básica y media secundaria.

Los retos

Ante el balance de la prueba PISA, ¿qué cosas habría que tener en cuenta para mejorar estos resultados? La investigadora de la Universidad Piloto asegura que en primer lugar, que no es una responsabilidad de los docentes; en segundo lugar, que no es una responsabilidad de los estudiantes exclusivamente y tercero, que no es una responsabilidad solo del gobierno. La experta no atribuye responsabilidades individuales de los actores del sistema y por el contrario plantea la necesidad de unos compromisos para generar ciertas transformaciones.

En ese orden de ideas plantea la investigadora, se podría decir que para los estudiantes es muy importante desarrollar áreas, incluso aquellas que no son medidas en PISA, por ejemplo, competencias ciudadanas o socioemocionales.

Por el lado de los docentes, dice la experta, es un sector descuidado y se requiere inversión, trabajo en la formación y ofrecerles oportunidades para el desarrollo de competencias tanto de su área de conocimiento, como pedagógicas, es decir, promover que se formen como pedagogos y formadores de alta calidad.

Finalmente, es necesario revisar la política pública del Gobierno, evaluar cómo se hace la inversión, si se tiene en cuenta la voz de aquellos que participan en la creación del Plan Decenal, y por qué no se obtienen los resultados esperados.

En cifras

1. En la sección correspondiente a lectura, el puntaje bajó de 425 puntos en el 2015 a 412 en el 2018

2. En cuanto a las competencias en matemáticas, se subió un punto pasando de 390 en 2015 a 391 en 2018

3. Y en el último examen, que evalúa ciencias, los resultados bajaron, pasando de 416 en el 2015 a 413 puntos en el 2018.

4. De 79 países evaluados, Colombia está en el puesto 58 por debajo de naciones como Bielorrusia, Lituania, Hungría, entre otros. En América Latina, Chile obtuvo la mejor puntuación

En cifras
1.
En la sección correspondiente a lectura, el puntaje bajó de 425 puntos en el 2015 a 412 en el 2018
2.
En cuanto a las competencias en matemáticas, se subió un punto pasando de 390 en 2015 a 391 en 2018
3.
Y en el último examen, que evalúa ciencias, los resultados bajaron, pasando de 416 en el 2015 a 413 puntos en el 2018.
4.
De 79 países evaluados, Colombia está en el puesto 58 por debajo de naciones como Bielorrusia, Lituania, Hungría, entre otros. En América Latina, Chile obtuvo la mejor puntuación
Recomendaciones
De acuerdo con Luis Fernando Ramírez, vicerrector Administrativo de la Universidad de La Salle se podría hablar de aspectos:
Aumentar las jornadas educativas, es decir, que haya más permanencia de los niños en los planteles, pero no únicamente con materias escolarizadas, sino con materias que permitan desarrollar destrezas complementarias como arte, cultura, deportes, música, etc. Está demostrado, como en el caso japonés, que estas materias ayudan al desarrolla de ambos lados del hemisferio cerebral.
El grado cero debe generalizarse más en Colombia, porque hay una distancia entre la educación privada y la pública.
Se debe hacer una labor pedagógica con los docentes, en el sentido que tienen que involucrar nuevas tecnologías a las que los niños ya están accediendo desde temprana edad. En Colombia todavía es muy restringida esa posibilidad de combinar la presencialidad con la virtualización, y el uso de herramientas tecnológicas para mejorar la enseñanza.
Se necesita más conectividad en las zonas más apartadas para nivelar sobre todo en el tema de internet y en el uso de esos aplicativos porque es una ventana al mundo pero tenemos casi el 40% del país, geográficamente hablando, que no tiene acceso a estas nuevas tecnologías.
Fuente de la Información: https://www.vanguardia.com/colombia/que-hacer-para-mejorar-la-educacion-DI1758522
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Nueva jornada de huelga y movilizaciones en Francia

Nueva jornada de huelga y movilizaciones en Francia

Trabajadores de trenes, buses, metro y aviones, además de los trabajadores de la educación y sectores de empresas privadas, así como las refinerías, se plegaron a la huelga contra la reforma laboral de Macron paralizando el país desde hace casi una semana, mientras se prepara para este martes una nueva jornada de movilización y huelga nacional convocada por las centrales sindicales CGT-FO y otros sindicatos. El pasado jueves 5, día de inicio de la huelga se manifestaron hasta 1.500.000 personas en las calles de todo el país.

Seguiremos toda la jornada en vivo y directo con nuestros corresponsales en diferentes ciudades de Francia.

16:15 – La juventud salió con fuerza en las principales ciudades

En las principales ciudades lo novedoso es una mayor movilización de jóvenes y estudiantes. En Toulouse estudiantes universitarios se vienen movilizando contra la precariedad de los estudios y la precariedad de la vida.
En la Asamblea General de estudiantes, trabajadores y docentes de la universidad Mirail, los profesores votaron renovar la huelga hasta el viernes y llamaron a todos los sectores a reagruparse en una asamblea interprofesional (intersectorial, sin importar el sindicato o sector al que pertenezcan).

Video insertado

15:30 – Miles de trabajadores y estudiantes se movilizan en Francia

Estudiantes parisinos bloquearon los colegios y fueron reprimidos por la Policía. Pasado el mediodía llegaron el centro de París donde se juntaron con trabajadores ferroviarios y del metro. Especial para La Izquierda Diario, informan Josebine y Homa, militantes de Pan y Rosas Francia.

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15:10 – Marcha y asamblea docente en Toulouse

En Toulouse comenzó la marcha con docentes y ferroviarios. Se desarrollaron asambleas de profesores y estudiantes. En la mañana de este martes una asamblea de 270 docentes votó continuar la huelga. #greve10decembre
Informan Eufi y Julien, especial para red La Izquierda Diario.

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Los ferroviarios combativosde París: «seguiremos hasta tirar abajo esta reforma de Macron»

El diario francés Liberatión informa del clima combativo en una asamblea de los ferroviarios en la Gare du nord, una de las estaciones de trenes más grandes de París.

«Emmanuel Macron, te vamos a joder con tu reforma», «¡Y son ardientes, y son ardientes, los ferroviarios!» Los empleados de la SNCF llegaron al centro de la Gare du Nord al mediodía cantando y bailando, decididos a calentar y a poner un poco de brillo en el movimiento social. El resto del día promete una marcha importante por las calles de París, ya que en ausencia de transporte público, tendrán que caminar bastante hasta el inicio de la manifestación, situado en la plaza Vauban. No lo suficiente para desalentar a los trabajadores ferroviarios después de una asamblea general realizada en 45 minutos cronometrados. La prolongación de la huelga hasta el miércoles no fue objeto de debate, ni tampoco lo fue la consigna: la retirada total del proyecto de reforma de las pensiones dirigido por Jean-Paul Delevoye.

«No caeremos en la trampa de la división y las negociaciones por ramas o cualquier otra cosa», resume Karim. Anasse Kazib, activista de Sud Rail, apoya: «Hoy tenemos que meternos en la cabeza que podemos ganar y que lo lograremos entrando en un movimiento duro. «¡No hay forma de que la burocracia sindical se coma este movimiento de la base!» Gauthier, delegado de la FO, quiere «presionar» a los «minoritarios» maquinistas que siguen trabajando. «Mercenarios que quieren romper la huelga», dice.>>

14:10 – Los docentes ya están en la marcha

Los trabajadores y trabajadoras de la educación ya llegaron a la movilización de este martes en París.
Esta mañana una asamblea general de docentes de Montreuil Bagnolet, en la periferia de París, votó por unanimidad renovar y continuar la huelga.

13:50 – Trabajadores de la empresa de electricidad endurecen la huelga

Los huelguistas de la empresa de electricidad francesa (EDF) de Cordemais, en Loire Atlantique, ocupan la sala de control de una planta evitando el inicio de 2 unidades de producción. La huelga se endurece!

La semana pasada la empresa limitó y supervisó el ingreso y egreso del personal para evitar que los huelguistas tomen las instalaciones. Este lunes los trabajadores se adelantaron y tomaron algunas de las salas de control de la planta de energía Cordemais en Loire Atlantique, para garantizar que este martes se cumpla la paralización.

Además los trabajadores votaron la extensión de la huelga y ocupación de la planta hasta el jueves.

13:30 – La huelga general se siente con fuerza, mientras comienzan las movilizaciones

Trenes, aviones, abogados, camioneros, ferroviarios, recolectores de la basura, bomberos, trabajadores de emergencia, de las refinerías y de la empresa de electricidad, taxistas, chalecos amarillos, maestros, de los correos… Francia se está movilizando contra la reforma de las pensiones de Macron #GreveGenerale

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Jornada de movilizaciones

Comenzaron las manifestaciones en varias ciudades de Francia: Vannes, Rennes, Saint-Etienne, Châtellerault, Tours, Bayonne, Limoges, Guéret, Avignon, Privas, Bourges, Caen y Lille.

12:50. 150.000 personas marchan en Marsella

Muy numerosa la manifestación en esta ciudad francesa, en un cortejo que ha comenzado a las 11:30 y aún no termina.

12:10. Ferroviarios París votan prolongar la huelga.

Los huelguistas ferroviarios de la Estación Norte de París (Gare du Nord) han votado hace instantes la prolongación de la huelga hasta lograr tirar abajo el plan de contrarerforma de las pensiones del gobierno de Macron.

12:00. Estudiantes secundarios son gaseados por la policía en Lille

11:30. Comienzan manifestaciones en Havre, Rennes y otras ciudades

Los combativos portuarios de Le Havre se unen a los manifestantes al inicio de la marcha en esa ciudad, considerada «capital de la huelga» en años anteriores.

11:15. Refinerías paralizadas

Siete de las ocho refinerías francesas están bloqueadas hoy, según la CGT.

Se esperan manifestaciones masivas desde las 12 horas

Se espera que cientos de miles de personas vuelvan a manifestarse este martes contra el proyecto de reforma de las pensiones de Macron. La huelga se mantiene masiva en el transporte público en Francia, particularmente en la región de Île-de-France, así como en otros sectores, incluida la educación nacional y las refinerías.

El gobierno francés anunciará medidas concretas este miércoles

El ministro de gobierno francés Edouard Philippe presentará este miércoles el «conjunto del plan del Gobierno» para la reforma de las pensiones. Hasta ahora no se conocen las medidas concretas del plan. El ejecutivo podría renunciar a algunas medidas, para intenar así dividir a los sindicatos y desarticular la huelga general que comenzó el pasado 5 de diciembre. También informan algunos medios que podría aumentar los salarios de los profesores y renunciar a medidas rápidas de recortes para equilibrar las cuentas. Estos anuncios serán estudiados por los huelguistas, pero el reclamo de los sectores más combativos es «ninguna negociación» y que se anule el plan completo de reforma de las pensiones.

10:20. París. La policía interviene en un piquete de huelga

Profesores, estudiantes, trabajadores de los autobuses bloquean la salida de coches desde la madrugada. La huelga del transporte sigue firme.

10:00: Olivier Besancenot (NPA): «Queremos luchar por una vida después del trabajo».

Consultado por el medio Bourdin Direct, Olivier Besancenot, portavoz del Nuevo Partido Anticapitalista (NPA) consideró que era mejor pasar «unos días de penurias que tener una jubilación miserable», una frase muy utilizada para referirse a esta huelga. Agregó que habría que «luchar por una vida después del trabajo».

9:50. Profesores y estudiantes participan de piquetes para bloquear salida de autobuses.

9:30. Las escuelas secundarias bloqueadas por los estudiantes

La mayoría de las escuelas secundarias (lycées) están siendo bloqueadas por los estudiantes esta mañana. Así ocurre con el importante Liceo Hélène Boucher, cerca de la Plaza Nation en París.

9:20. El transporte en París paralizado

Nueve líneas de metro están totalmente paralizadas en la capital de Francia, los trenes de cercanías funcionan solo en una de cada tres líneas (según informa la propia empresa) y solo una cuarta parte de los autobuses circula. En varios sectores ya se votó continuar la huelga hasta el miércoles y otros hasta el viernes. Es una dura huelga contra el gobierno de Macron y su plan de contrarreforma del sistema de pensiones. Hoy nos encontramos en la sexta jornada de huelga total del transporte en las principales ciudades de Francia.

Las autoridades de tráfico han informado que se acumulan más de 380 km de congestión en las autopistas en los alrededores de París por el aumento de circulación de coches.

8:50. Piquetes de los trabajadores ferroviarios

Desde las 5 am los trabajadores ferroviarios realizan piquetes en los centros de mantenimiento técnico para impedir la salida de los trenes de alta velocidad.

8:00. Portuarios bloquean puerto de Marsella

Los trabajadores portuarios están bloqueando las instalaciones del puerto comercial más importante de Francia desde la madrugada del martes.

7:00. Desde los piquetes de huelga

Alejandra Gómez, corresponsal de Izquierda Diario, informa en directo desde los piquetes de huelga al sur de París. Los huelguistas bloquean un depósito de salida de buses, con el apoyo de trabajadores de otros sectores como los del servicio de Estadísticas y censos, y jóvenes estudiantes que se han acercado de madrugada para ofrecer apoyo.

La huelga se mantiene firme desde el pasado 5 de diciembre. Este martes se esperan grandes movilizaciones.

Fuente de la Información: https://www.laizquierdadiario.com/DIRECTO-Arranca-nueva-jornada-de-huelga-y-movilizaciones-en-Francia

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México: Desigualdad, el principal problema del sistema educativo

· La Mtra. Sylvia Schmelkes habló de la importancia de atender con pertinencia y calidad a los diferentes sectores de la población

· Explicó que atenderlos con equidad significa darles más y diferente

· El propósito del Faro Educativo del INIDE es servir de observatorio para la política pública en materia educativa en el país

La vicerrectora académica de la IBERO, la Mtra. Sylvia Schmelkes, señaló que la desigualdad es el principal problema del sistema educativo nacional, por lo cual es importante atender con pertinencia y calidad a los diferentes sectores poblacionales, en particular, a aquellos con los que no se ha cumplido cabalmente el derecho a acceder, permanecer y aprender en la escuela.

En la inauguración del evento Política, evaluación y mejora educativa en México: prioridades y debates, Schmelkes recordó que recientemente México reformó el artículo 3° constitucional, se modificó la Ley General de Educación y se elaboraron leyes secundarias para la mejora continua de la educación y para el servicio docente, por lo que como ciudadanos preocupados por el avance educativo del país es importante que la nueva reforma educativa se traduzca en políticas públicas y programas que permitan asegurar una mayor equidad educativa.

“Me refiero a los grupos poblacionales que viven en condiciones de marginación del servicio educativo. Los habitantes de zonas rurales, sobre todo los de comunidades pequeñas, atendidos por escuelas comunitarias o por escuelas multigrado. La población indígena, tanto la que vive en comunidades rurales como en zonas urbanas; las personas con discapacidad; los hijos e hijas de jornaleros agrícolas migrantes; los niños y niñas de la calle; así como la población que vive en zonas de alta marginación”, explicó.

Añadió que atenderlos con equidad significa darles más y diferente a los sectores más desfavorecidos: en la formación de docentes mejor capacitados y motivados, de infraestructura digna, equipamiento suficiente, escuelas accesibles, de materiales didácticos adecuados y pertinentes, de mecanismos de participación comunitaria respetuosos, esto significa transformar el paradigma de distribución de los recursos de manera que efectivamente se destine más a quien lo necesita.

“Estamos convencidos de que la equidad en la educación es condición para la equidad social y económica; que la educación es la vía legítima por excelencia a la permeabilidad social. Los documentos legales y paradigmáticos de esta administración quieren eso mismo, al menos declarativamente así es. Habrá que analizar si su traducción en políticas educativas es congruente con estas declaraciones y si los recursos destinados a su desarrollo son en los hechos suficientes”, añadió Schmelkes.

Enfatizó que desde la IBERO nos interesa el diálogo y la discusión argumentada en torno a propuestas de política educativa que permitan avanzar en estos propósitos.

Asimismo, reconoció que el propósito de Faro Educativo del Instituto de Investigaciones para el Desarrollo de la Educación (INIDE), entidad que organizó el evento, es servir de observatorio para la política pública en materia educativa en el país. Recordó que este análisis se da desde una universidad donde el tema de la educación es un tema central tanto para la formación de cuadros como para la investigación.

Fuente de la Información: https://desdepuebla.com/2019/12/09/desigualdad-el-principal-problema-del-sistema-educativo-vicerrectora/

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Políticas Educativas son revisadas por UNESCO

Con el fin de alcanzar la meta planteada en el objetivo 4 de la Agenda de Desarrollo Sostenible (ODS), el Gobierno de Honduras y la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (UNESCO) presentaron y entregaron ayer los hallazgos del “Informe de Revisión de Políticas Educativas de Honduras”.

El propósito principal de esta revisión es ayudar a las autoridades a fortalecer el sistema de educación y contribuir a desarrollar las capacidades para alcanzar las metas del Objetivo 4 de los ODS, que manda “garantizar una educación inclusiva, equitativa y de calidad y promover oportunidades de aprendizaje durante toda la vida para todas las personas”.

El evento estuvo presidido por la directora de la Oficina Multipaís de la UNESCO, Esther Kuish Laroche; por el secretario de Educación, Arnaldo Bueso; y la subsecretaria de Cooperación Internacional, Norma Cerrato.

Asimismo participaron la representante del Programa Mundial de Alimentos y Coordinadora Adjunta de las Naciones Unidas, Judith Thimke, además de representantes de las universidades de Honduras, el Consejo Nacional de Educación y funcionarios de la Secretaría de Educación (Seduc), docentes, educandos y Cancillería entre otros.

Fuente de la Información: https://www.latribuna.hn/2019/12/10/politicas-educativas-son-revisadas-por-unesco/

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