Uruguay/Noviembre de 2017/Fuente: El Observador
Uruguay/Noviembre de 2017/Fuente: El Observador
Brasil/Noviembre de 2017/Fuente: Brasil Minuto
Resumen: En los domingos de Enem (Exame Nacional de la Enseñanza Media), grupos de personas se aglomeran frente a los locales de prueba para debatir por el retraso de candidatos. La idea de ellos es divertirse con la decepción de quien no puede llegar antes del cierre de las puertas y perder la prueba, que auxilia en el ingreso de la enseñanza superior.
La práctica es vista por estudiosos en el área de psicopedagogía y de violencia en el ambiente escolar como sintomática de la baja educación en el país. «Es una representación de nuestro sistema educativo», dice Sergio Kodato, psicólogo coordinador del Observatorio de Violencia y Prácticas Ejemplares ligado a la Facultad de Filosofía, Ciencias y Letras de la USP de Ribeirão Preto.
Já virou tradição, em domingos de Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), grupos de pessoas se aglomerarem em frente aos locais de prova para torcer pelo atraso de candidatos. A ideia deles é se divertir com a decepção de quem não consegue chegar antes do fechamento dos portões e perde a prova, que auxilia no ingresso do ensino superior.
A prática é vista por estudiosos na área de psicopedagogia e de violência no ambiente escolar como sintomática da baixa educação no país. «É uma representação do nosso sistema educacional», diz Sergio Kodato, psicólogo coordenador do Observatório de Violência e Práticas Exemplares ligado à Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP de Ribeirão Preto.
Segundo Kodato, o comportamento é um reflexo do que já acontece de maneira corriqueira dentro das salas de aula, o bullying. Ele diz haver uma distinção entre rir espontaneamente de quem escorrega e cai, por exemplo, e de alguém que está em uma «situação de perda, de desgraça» como quem perde a chance de fazer o exame. «É bem constrangedor.»
Para a professora de psicopedagogia da faculdade de educação da PUC-SP, Neide de Aquino Noffs, a situação é uma demonstração clara de falta de empatia. «O outro tem que sofrer mais do que ele [quem debocha], ele tem que saber que tem alguém perdendo algo, e não reflete sobre como aquela pessoa está se sentindo.»
Ela diz que o índice de evasão da prova contempla também as pessoas que se atrasaram e desistiram de ir por saber que não daria tempo e, portanto, evitar a humilhação em público -no primeiro dia de provas deste ano, a taxa de ausência foi de 30,2% dos candidatos. «O sujeito que vai até a porta quer entrar. Ninguém planejou se candidatar por um ano e chegou atrasado porque quis.»
Noffs diz que, nessa alta proporção de ausências, além de imprevistos estão alunos que não têm estrutura para lidar com a pressão e acabam «fugindo» da prova, por medo de falhar, pela insegurança de tentar e não conseguir. «Não querem que a família o ache um fracassado.»
CONJUNTURA
Para o cientista político João Trajano Sento-Sé, pesquisador do Laboratório de Análise da Violência da Uerj, há dois pontos que ajudam a explicar esse prazer em humilhar. O primeiro é estrutural, a violência simbólica no ambiente escolar por meio do bullying, da opressão.
O segundo, conjuntural. Sento-Sé diz que o momento de crescente intolerância pelo qual passa o país, «em que elites empresariais escarnecem de políticos e políticos escarnecem do povo», embasa a prática de atacar quem falha. A desqualificação do outro é mútua, diz. «Há uma degradação do respeito recíproco.»
SOLUÇÃO
Sento-Sé diz ser preciso enfatizar o que há de «lamentável e negativo» em manifestações dessa forma. «Elas [as troças com os atrasados] não expressam um espírito brincalhão, como um participante poderia justificar. Isso não é lúdico, é desrespeito.»
Kodato afirma que o que deve ser estimulado para provocar uma mudança comportamental é a alteridade no ambiente escolar, «trabalhar a relação com o outro que é diferente de você». «O indivíduo burro é aquele que vê o diferente e o menospreza», diz. «O inteligente suporta, convive e vai aprender com o diferente.»
Alunos vítimas de bullying, perseguidos com o estigma de «perdedores» ou «fracassados» têm que ser trabalhados no ambiente escolar, diz. «Temos que botar eles para produzirem, fornecer sentido para a existência dessas pessoas. Um dos instrumentos é a cultura», afirma. Com informações da Folhapress.
Fuente: https://www.noticiasaominuto.com.br/brasil/474952/zombar-de-atrasados-mostra-falha-da-educacao-dizem-especialistas
Francia/Noviembre de 2017/Fuente: United News of India
Resumen: Los Estados Miembros de la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (UNESCO) han nombrado a Audrey Azoulay, ex Ministra de Cultura de Francia, para el puesto más alto de la agencia.
«Ahora pienso en todas las personas que conocí en los últimos meses o que se reunieron en mi capacidad profesional, que tienen grandes expectativas de parte de la UNESCO», dijo Azoulay en la Conferencia General de la UNESCO, que ratificó su nombramiento del 13 de octubre por el Comité Ejecutivo de la agencia.
La Sra. Azoulay, que reemplazará a la Directora General saliente Irina Bokova, asumirá el 15 de noviembre.
«Pienso en el mandato de la UNESCO, que es sorprendentemente moderno. Pienso en todos ustedes que son conscientes de las dificultades de la Organización pero que saben que es irremplazable, que es esencial para enfrentar los desafíos mundiales actuales y que aspiran a la unidad y la serenidad necesarias para que puedan ejercer su mandato a la mejor efecto «, dijo la Sra. Azoulay.
United Nations, Nov 12 (UNI) Member States of the United Nations Educational, Scientific and Cultural Organisation (UNESCO) have appointed Audrey Azoulay, a former Culture Minister of France, to the top post of the agency.
“I now think of all the people I met in recent months, or had met in my various professional capacities, who have great expectations from UNESCO,” Ms Azoulay told the UNESCO General Conference, which endorsed her 13 October nomination by agency’s Executive Board.
Ms Azoulay, who will replace outgoing Director-General Irina Bokova, will take office on 15 November.
“I think of UNESCO’s mandate, which is strikingly modern. I think of all of you who are aware of the difficulties of the Organization but who know that it is irreplaceable, that it is essential, in facing current global challenges and who aspire to the unity and serenity necessary to let it exercise its mandate to best effect,” Ms Azoulay said.
Born in 1972, Ms Azoulay was France’s Minister of Culture and Communication from February 2016 to May 2017.
She has occupied senior positions in France’s public broadcasting sector and then served as rapporteur to France’s public auditing authority, the Cour des comptes, and as a European Commission legislative expert on issues of culture and the media.
Ms Azoulay served France’s National Cinema Centre (CNC), first as Deputy Audiovisual Director, then as Director of Financial and Legal Affairs, and finally as Deputy Director-General.
A graduate of the Ecole National d’Administration and the Paris Institut d’études politiques, Ms. Azoulay also holds a Masters degree in Business Administration from the University of Lancaster (UK).
She is the 11th Director-General of UNESCO and the second woman to occupy this position.
UNESCO is responsible for coordinating international cooperation in education, science, culture and communication. The organisation’s theme is ‘Building peace in the minds of men and women,’ and the themes that fall under its mandate include education in the twenty-first century, fostering free expression, protecting cultural heritage and stewardship of the planet’s oceans.
Fuente: http://www.uniindia.com/france-s-ex-minister-appointed-unesco-chief/world/news/1044561.html
China/Noviembre de 2017/Fuente: Times Tv
Resumen: Los inversores chinos están intensificando su búsqueda de activos educativos en el extranjero a medida que más estudiantes chinos buscan acceso a recursos educativos occidentales en el país o en el extranjero.
La firma de capital privado Citic Capital presentó una oferta para Study Group, según dos fuentes. Providence Equity Partners, un grupo de capital privado con sede en los EE. UU., Está vendiendo la empresa con sede en Sydney, que ofrece cursos de idiomas y preparatorios para estudiantes universitarios, por hasta $ 1 mil millones, dijeron las fuentes.
Y Citic, en un consorcio con Baring Private Equity Asia, también se está acercando a un acuerdo para adquirir el negocio de aprendizaje de idiomas de Pearson Plc Wall Street English (WSE) por $ 350-400 millones. Citic Capital y Providence se negaron a hacer comentarios.
Por separado, Bright Scholar Education Holdings, respaldado por el magnate chino de la propiedad Yeung Kwok-keung, se encuentra entre los postores del proveedor de cuidado infantil estadounidense Learning Care Group (LCG). El acuerdo podría valorar el negocio en hasta $ 1,6 mil millones, informó Reuters el mes pasado.
Chinese investors are stepping up their hunt for education assets overseas as more Chinese students seek access to Western educational resources at home or abroad.
Private equity firm Citic Capital has submitted a bid for Study Group, according to two sources. Providence Equity Partners, a U.S.-based private equity group, is selling the Sydney-headquartered company, which provides language and preparatory courses for university students, for up to $1 billion, the sources said.
And Citic, in a consortium with Baring Private Equity Asia, is also nearing a deal to acquire Pearson Plc’s language learning business Wall Street English (WSE) for $350-400 million. Citic Capital and Providence declined to comment.
Separately, Bright Scholar Education Holdings, backed by Chinese property tycoon Yeung Kwok-keung, is among the bidders for U.S. child care provider Learning Care Group (LCG). The deal could value the business at up to $1.6 billion, Reuters reported last month.
The moves are triggered by the continued rise in Chinese students flocking to study in Western countries, and as the growing middle class in the world’s second-largest economy looks for international-style education at home.
This is also bolstered by a traditional Chinese view that providing the best education available is the biggest priority for any parent. Investors, especially private equity firms, like education assets because they are cash-rich with stable income from prepaid tuitions and other fees, said a managing director at a Chinese private equity fund, who asked not to be identified.
«There is long-term visibility of the business. It’s easy to understand,» he said.
The latest deals, if successful, would significantly push up China’s overseas investments in the sector. China’s global education push has also been reflected in a series of listings in recent weeks in New York by RISE Education, which offers English lessons for kids in China, pre-schooling provider RYB Education and Four Seasons Education which runs mathematics classes.
The number of Chinese students studying abroad totalled 544,500 in 2016, up 4 per cent year-on-year and more than four times the number a decade ago, according to statistics from China’s Ministry of Education.
Chinese students already make up the bulk of revenues for companies like Study Group and WSE, said Lin Feng, founder and chief executive officer at DealGlobe, a China-focused M&A advisory firm with offices in Shanghai and London.
During the past decade, the average disposable income of Chinese people has more than doubled, government statistics show. While families are already spending more on their children’s schooling, China’s decision in 2015 to allow people to have two children – ending 36 years of its «one-child policy» is expected to further boost demand for early and pre-school education.
Tapping the growth potential, Chinese investors, including companies, private equity firms and family offices, have snapped up education assets ranging from a pre-school education technology firm in Singapore, a professional training services provider in France and private schools in the UK, Thomson Reuters data show.
«This is really meeting the rigid demand from Chinese parents who care about kids’ education the most,” said Hou Yi, an executive director at Chinese private equity firm CDH Investments focusing on education and consumer sectors.
CDH last December acquired a controlling stake in Singapore-based Ednovation Pte Ltd, a pre-school educational technology firm. China now accounts for about 80 per cent of Ednovation’s 2017 core earnings, up from 50 per cent before the deal, Hou said, adding deals in the education sector will remain strong and active in the next three to five years.
DealGlobe’s Feng said his clients were most interested in parents’ efforts to upgrade their children’s education, scouting for overseas high-end learning services including pre-school institutes and boarding schools.
Vocational training services in particular are expected to grow strongly even if the Chinese economy continues to slow down as more people will want to seek to learn new skills as their current jobs are displaced, Feng said.
«The first thing after an acquisition is to build up the Chinese market,» he said. «These overseas assets are not cheap, but domestic ones are even more expensive. Chinese firms can still find multiple arbitrage opportunities.»
The $350-400 million valuation of WSE would represent more than 15 times its earnings before interest, tax, depreciation and amortisation (EBITDA), according to people close to the deal.
«Everything (for sale) is pricey these days and, when you have to spend money, you want to be in a defensive industry,» said Samson Lo, head of Asia M&A at UBS. «The education sector will do well in either a good or a bad economy. It is also a cash business and there is exponential growth in China.»
Still, China’s overseas education investments have some way to go to catch up with the spending at home. In 2016, investors spent $2.5 billion on 50 acquisitions globally, of which only three deals were done overseas, according to Thomson Reuters data. Despite the potential outbound surge in education deals this year, domestic deal volume in the sector – at $863 million – was still more than double the outbound amount as of the end of October.
Fuente: http://timesofoman.com/article/121694/Opinion/Columnist/Chinese-investors-are-stepping-up-their-hunt-for-education-assets-overseas-as-more-Chinese-students-
Imagen de archivo
Israel/Noviembre de 2017/Fuente: Aurora
La Organización de Docentes de Escuelas Secundarias decidió realizar “una ‘huelga de advertencia’ por la cual fueron suspendidas las clases este domingo en todo el país, debido a la postergación y falta de progreso en las negociaciones sobre el acuerdo salarial en la educación secundaria”.
“El Estado debe dejar de enterrar su cabeza en la arena e invertir en el futuro de los estudiantes en Israel”, leyó el Presidente de la Asociación de Maestros, Ran Erez, en su declaración.
De acuerdo con el presidente de la Asociación de Maestros, Ran Erez, las conversaciones han estado avanzando durante meses. El Ministerio de Finanzas inicialmente ofreció un aumento bruto de 30 shékel para maestros experimentados, afirmó y 300 shékels sumados al bruto de los maestros más nuevos. Erez afirmó que el ministerio modificó posteriormente su oferta a 60 shékels en cifras brutas, lo que también fue rechazado.
El Ministerio de Finanzas objetó todas las propuestas, a pesar que el Ministerio de Educación y la Federación de Autoridades Locales apoyaron los reclamos.
El presidente de la Asociación de Maestros también rechazó la afirmación de los estudiantes de que la guerra entre estas organizaciones se libra a expensas de ellos.
El Ministerio de Educación dijo que su gente todavía está negociando enérgicamente para asegurar que los docentes del país reciban salarios acordes con su posición profesional.
“Durante varios meses, el Ministerio de Finanzas ha estado llevando a cabo negociaciones para aumentar los salarios de los docentes a fin de mejorar las condiciones de empleo de los docentes al inicio de sus carreras”, dijo el portavoz del Ministerio de Finanzas en respuesta.
Fuente: http://aurora-israel.co.il/declararon-huelga-por-problemas-salariales-en-las-escuelas-secundarias/
Chile/Noviembre de 2017/Fuente: ADN 91.7
A pocos días de que se realicen las elecciones presidenciales, las propuestas de los candidatos continúan provocando todo tipo de reacciones.
Josefina Canales, presidenta electa de la FEUC, conversó con ADN Hoy respecto a la visión educacional de Sebastián Piñera. «Me parece muy grave que quiera reponer la selección y el copago. La Ley de Inclusión ha sido un avance y creo que es gravísimo los dichos de que pagar un poquito mejora la educación. La segregación aumenta la desigualdad y eso no lo podemos permitir», indicó.
En esa misma línea, la estudiante de educación parvularia señaló que «hace falta hablar de temas sobre la calidad de la educación. Tenemos muchas diferencias con Piñera sobre cómo mejorar esta educación, él propone una de mercado y para nosotros es una perspectiva de cómo la entendemos y si está sirviendo en el país».
Sobre cómo mejorar la calidad educativa en Chile, la integrante del grupo Nueva Acción Universitaria (NAU) apuntó que «hemos visto que los niños han sido invisibles en los últimos gobiernos, es importante trabajar la materia de educación inicial sin dejar de lado la educación superior. Es difícil mejor la educación parvularia si no mejoramos las educadoras que se titular de las universidades y si no fiscalizamos las universidades que tienen estas carreras».
Por último, en relación a la gratuidad, Canales tuvo una categórica mirada. «La gratuidad no puede ser a través de una glosa presupuestaria, porque no define si es que los estudiantes la podrán tener el próximo año. Hay un problema de raíz cuando, por falta de recursos, estudiantes no pueden acceder a la educación superior», concluyó.
Fuente: http://www.adnradio.cl/noticias/nacional/presidenta-electa-de-la-feuc-sebastian-pinera-propone-una-educacion-de-mercado/20171113/nota/3635613.aspx
Noviembre de 2017/Fuente: FAO