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Ecuador horrorizado por 883 casos de abusos sexuales en colegios

Ecuador/Octubre de 2017/Fuente: El Comercio

Ecuador vive en estado de conmoción ante cientos de desgarradores testimonios de niños y niñas violados por sus maestros en sus propias aulas que están saliendo a la luz.

El más reciente se conoció el fin de semana pasado tras la detención de un docente en Loja, quien violó a una menor de 9 años. A esto se suman los casos denunciados en la Unidad Educativa Comunitaria Intercultural Bilingüe Mushuk Pakari, al norte de Quito, en donde fue detenido un profesor por abusar de 84 menores de entre 12 y 14 años.

Por si fuera poco, el Ministerio de Educación informó que entre el 2014 y 2017 hubo 883 denuncias por acoso sexual, pero advirtió que la cifra podría duplicarse por los casos que no son denunciados.

—Testimonios—

Ana Lucía Román, periodista de “El Tiempo”, cuenta que en junio pasado las autoridades educativas intervinieron una academia aeronáutica de Quito, luego de confirmar violación, agresión física y sexual a 41 niños, de entre 11 y 12 años, por parte de un profesor.

El maestro José Luis Negrete, que dictaba la materia de Ciencias, durante las horas de clase obligaba a los niños a ver películas pornográficas, tocarse entre ellos, introducirse objetos en sus partes íntimas y además los maltrataba físicamente.

Fue condenado a siete años de prisión por violación a una menor y a siete años por atentado al pudor contra los estudiantes. Además, deberá pagar 10.000 dólares a cada uno de los afectados, y el plantel educativo fue obligado a colocar una placa en sus instalaciones: “En memoria de las víctimas de abuso infantil en el sistema educativo”.

A principios de este mes, los padres de diez menores denunciaron abusos en un establecimiento escolar de Guayaquil. Cuatro docentes, de los cuales tres fueron capturados y uno continúa prófugo, fueron señalados por los menores –de 7 y 8 años– como sus atacantes. Según narraron los niños, los amarraban, abusaban de ellos en los baños y los fotografiaban desnudos.

—Maestros en la mira—

Un estudio realizado a 126 instituciones educativas por el Ministerio de Educación, Visión Mundial y Unicef reveló que el 60% de los estudiantes entre 11 y 18 años han sido víctimas de un acto violento en la escuela.

De las 883 denuncias detectadas por el Ministerio de Educación, en el 63% de los casos los agresores eran parte de los planteles donde estudiaban los niños. Los maestros son los sospechosos del 51% de las denuncias, es decir, 450 casos.

Tras el escándalo, ahora los docentes tendrán que rendir de manera obligatoria pruebas psicométricas para evaluar su personalidad. Los exámenes serán periódicos. Por otro lado, se está desarrollando un protocolo de entrevista para niños víctimas de abusos.

Fuente: https://elcomercio.pe/mundo/latinoamerica/ecuador-horrorizado-883-casos-abusos-sexuales-colegios-noticia-468911

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Mitos da criminalidade juvenil no Brasil

Brasil/Octubre de 2017/Fuente: Carta Educacao

Resumen:  Las propuestas de enmienda a la Constitución que reducen la mayoría de edad penal y proyectos de ley que amplían el tiempo de internación de adolescentes involucrados en crímenes hediondos han reaparecido en las pautas del Senado brasileño. El análisis de esta compleja cuestión demanda, sin embargo, un conocimiento más objetivo de la realidad de los actos infractores practicados por adolescentes en relación al problema de la violencia en Brasil. Muchos mitos circundan el debate sobre la autoría de jóvenes en la criminalidad urbana, siendo tres de ellos más centrales en las discusiones. El primer mito apunta una criminalidad creciente y descontrolada, practicada por niños y adolescentes, contrariando las estadísticas oficiales que, en realidad, revelan un hiperdimensionamiento en la presentación de las violencias practicadas por jóvenes, si se compara a las practicadas por adultos.

Propostas de emenda à Constituição que reduzem a maioridade penal e projetos de lei que ampliam o tempo de internação de adolescentes envolvidos em crimes hediondos têm reaparecido nas pautas do Senado brasileiro. A análise dessa complexa questão demanda, porém, um conhecimento mais objetivo da realidade dos atos infracionais praticados por adolescentes em relação ao problema da violência no Brasil.

Muitos mitos circundam o debate acerca da autoria de jovens na criminalidade urbana, sendo três deles mais centrais nas discussões. O primeiro mito aponta uma criminalidade crescente e descontrolada, praticada por crianças e adolescentes, contrariando as estatísticas oficiais que, na verdade, revelam um hiperdimensionamento na apresentação das violências praticadas por jovens, se comparadas às praticadas por adultos.

No ano de 2012, por exemplo, só 8,4% dos homicídios registrados no país foram cometidos por adolescentes. E, no ano de 2010, das 8.686 crianças e adolescentes assassinados no Brasil, 2,5% das mortes foram cometidas por adolescentes, segundo o estudo Porque dizemos não à redução da maioridade penal, de 2013, da Fundação Abrinq. Portanto, ao contrário do que afirma a opinião pública, é baixa a proporção de jovens que cometem atos infracionais graves, como os homicídios. E o mesmo se observa em roubo e tráfico.

Em 2015 o Relatório Violência Letal Contra as Crianças e Adolescentes do Brasil, elaborado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO) e coordenado pelo sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, também responsável pelo Mapa da Violência, revelou que 10.520 crianças e adolescentes de 0 a 19 anos foram assassinados no Brasil em 2013 — o equivalente a 3,6 chacinas da Candelária por dia. Dentre os 85 países analisados pela FLACSO, o Brasil ocupa o 3º lugar em homicídios de crianças e adolescentes, ficando atrás só do México e El Salvador. Entre 2003 e 2013, o número de homicídios praticados contra essa população subiu 19,7%.

O segundo mito associa a pobreza à criminalidade, determinando o risco que as crianças e adolescentes pobres oferecem à sociedade, enquanto criminosos em potencial. Diversas pesquisas comprovam a participação de jovens de diferentes classes sociais em atos infracionais. O que importa considerar, nesses casos, são os encaminhamentos dados: a diferenciação entre dependente químico e traficante é um exemplo claro dos tipos de tratamento possíveis aos sujeitos a partir de recortes de cor, classe social e região de moradia.

O terceiro mito sustenta que há uma passividade do Estado frente às ações consideradas criminosas praticadas por jovens, reforçando o desejo de grande parte da sociedade por uma menor tolerância no trato com crianças e adolescentes autores de ato infracional, desconsiderando, assim, os índices crescentes das medidas socioeducativas no país, sobretudo das medidas privativas de liberdade.

As simplificações das justificativas normalmente empregadas na defesa por mais punição aos jovens envolvidos (ou em risco de se envolver) em atos criminais parecem sempre mover a atenção para os indivíduos e não para as estruturas sociais. É quando o papel da punição na política criminal contemporânea adquire força e capilaridade no tecido da sociedade, afetando um público-alvo específico e legitimado por uma sociedade conivente com o recrudescimento de um sistema que se mostra seletivo em suas punições.

Apesar da gravidade de acontecimentos violentos no país, deve-se ressaltar que, do total de adolescentes em conflito com a lei, apenas 8,4% cometeram homicídios. A maioria dos delitos juvenis é roubo, seguido por tráfico. Sabemos também que a maioria dos adolescentes em conflito com a lei já abandonou a escola ainda no Ensino Fundamental e que é imensa a dificuldade daqueles que estão cumprindo medidas socioeducativas, principalmente em liberdade assistida, em retomar seus estudos.

Ao mesmo tempo, não existem indícios suficientes de que aumentar a repressão e o rigor das medidas socioeducativas em si sejam o bastante para reduzir a criminalidade e os homicídios. Ao contrário, dados do Conselho Nacional de Justiça atestam que 70% dos egressos do sistema prisional retornam a ele por reincidirem. Assim, a extensão dessa situação às infrações juvenis — ou seja, mais encarceramentos de adolescentes — não amenizará os índices de crimes cometidos por eles no país.

É dever do Estado aprimorar e ampliar as políticas sociais que amparam a juventude vulnerável. E é, sobretudo, a ausência dessas políticas que gera as condições de vulnerabilidade, empurrando os adolescentes para a criminalidade. Desse modo, a simples ausência de universalidade de direitos fundamentais, como o direito à moradia, à educação, à saúde, à inserção produtiva qualificada, já se constituem em violência contra a infância e a adolescência.

Nos sistemas judiciário, executivo e legislativo, ainda está bem presente a “lógica menorista” (visão antiga que ainda considera crianças e adolescentes “objetos do direito”, assujeitados, em situação irregular, e não sujeitos em desenvolvimento, que demandam proteção, respeito e autonomia), e pouco avançamos em leis que permitem saltos nessa visão. Debatemos a ineficácia de um Estatuto da Criança e do Adolescente que nem sequer foi implantado por completo e opinamos sobre a redução da maioridade penal, esquecendo-nos de que as causas da questão social continuam intocáveis em praticamente todas as esferas.

A efetivação da mudança de paradigma no sistema de justiça juvenil exige uma transformação coletiva na mentalidade da sociedade para que a opinião pública aprofunde as reflexões acerca da cultura punitiva e possa, assim, vislumbrar novas formas de sociabilidade, pautadas na liberdade. Da mesma forma que à lei não pode ser atribuído o papel de salvar a humanidade, o cárcere não resolverá as desigualdades sociais que marcam tão profundamente as vidas dos jovens e sua busca por sobrevivência, expressão, visibilidade e ascensão social.

Fuente: http://www.cartaeducacao.com.br/artigo/mitos-da-criminalidade-juvenil-no-brasil/

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Students will suffer if Australia and New Zealand change tertiary fee agreement

Nueva Zelanda/Octubre de 2017/Autor: Tuulia Nikula/Fuente: Stuff

Resumen: La nueva Primera Ministra de Nueva Zelanda, Jacinda Ardern, ha afirmado que los actuales acuerdos de matrícula para estudiantes australianos en Nueva Zelanda finalizarán si la política no sigue siendo recíproca.

En un debate durante la campaña de las elecciones generales, Adern declaró: «Si [Australia] nos excluye de la educación terciaria, los excluiremos de aquí».

Este «bloqueo» no se refiere a una barrera formal, como una ley que impide las inscripciones, sino que se introduciría creando consecuencias financieras negativas para los estudiantes. En otras palabras, los australianos interesados en estudiar al otro lado de la zanja podrían enfrentar la posibilidad de cuadruplicar los aranceles cobrados por los proveedores de educación de Nueva Zelanda.

Recientemente reiteró que la posición en una entrevista, indicando un movimiento del gobierno australiano, tendría efectos fluidos en Nueva Zelanda.

New Zealand’s new Prime Minister, Jacinda Ardern, has asserted that the current tuition fee arrangements for Australian students in New Zealand will end if the policy does not remain reciprocal.

In a debate during the general election campaign, Adern stated: «If [Australia] lock us out of tertiary education, we will lock them out of it here.»

This «locking out» does not refer to a formal barrier – such as a law impeding enrolments – but would be introduced by creating negative financial consequences for students. In other words, Australians interested in studying on the other side of the ditch could potentially face quadrupling in tuition fees charged by New Zealand education providers.

She recently reiterated that position in an interview, stating movement from the Australian government would have flow-on effects in New Zealand.

TURNBULL GOVERNMENT HAS TO MAKE THE FIRST MOVE

Ardern has emphasised that she is not planning to take the first step. Instead, Australians’ eligibility to subsidised tertiary education in New Zealand will depend on the actions of the Turnbull government, which in May this year announced its Higher Education Reform Package.

The proposed tertiary funding reform suggests a division of students into three tiers: citizens (tier one), permanent residents and NZ special category visa holders (tier two), and international students (tier three).

Under the new policy, students in all tiers would see their tuition fee increase. However, the proposed changes would have the largest impact on tier two, including most New Zealanders, who would lose their entitlement to Australian government subsidies (Commonwealth Grant Scheme).

This means that from January 2018 onwards, all new tier two students are required to pay full domestic fees.

At the moment, the average public share of course costs in Australia is around 58 per cent. Removing this (i.e. the CGS subsidy) gives an indication of the financial impact of this policy.

For instance, in a four-year degree programme, NZ students would face average annual fee increases of A$8000-9000 compared to the approximately A$2000-3600 annual increases proposed for domestic students.

The increase is higher in courses attracting more government subsidies, such as medicine, where students would be locked out of more than A$130,000 government funding during the six-year programme.

As a way of compensating for the massive fee increase, the new scheme offers to extend the Higher Education Loan Program (HELP) to New Zealanders and other tier two students, which would provide access to funding to cover the tuition fee costs.

This would improve the existing situation, where most NZ students are not able to access the loan scheme in Australia and have to pay upfront fees.

HOW WOULD AUSTRALIAN STUDENTS IN NZ BE AFFECTED?

The financial consequences for Australian students in New Zealand would depend on the final policy details. No information has been released yet. In New Zealand the government subsidy covers around 70 per cent of course fees (on average) which Australian students might be asked to pay out of their own pockets.

There is also a possibility that Australian students could be charged international tuition fees, fees for most of them would quadruple. A Bachelor of Arts degree could go up from about NZ$5800 (at two universities in Auckland), to at about NZ$28,000 a year. This is approximately what international students pay.

In addition, the existing rules in New Zealand provide other entitlements for Australian students. This includes access to student allowances and loans (with lesser restrictions than applied to New Zealanders in Australia) that could be at risk.

The proposed changes would have a potential impact on at around 15,000 students (around 4600 Australian and 12,000 NZ students), making up at around 1 per cent of all domestic enrolments in both countries.

Though these changes would involve a fairly small group of people, the impacts on the individuals affected would be significant. It would limit the study opportunities for Australians and New Zealanders interested in studying outside their country of citizenship.

Currently, the tertiary funding plan is on hold. The Turnbull Government’s reforms were rejected by the Senate. However, if the policy was enacted and implemented as planned starting in January 2018, this would bring one aspect of the existing ANZAC relationship to an end.

SQUABBLE OVER STUDENTS IS PART OF A BIGGER PROBLEM

Even in the late 1980s/early 1990s, with significant tuition fee reforms for both Australia and New Zealand, this entitlement to equal access to government tuition fee subsidies was not removed.

The tuition fee policy change is only a minor element in the wider context of reciprocity arrangements between Australia and New Zealand.

The rights of New Zealanders living in Australia have been eroded significantly since 2001. So far, New Zealand has continued to provide fairly generous rights to Australians without retaliation.

The ConversationIn the larger context, the one-sided decision making can have a damaging impact on the trust between the two countries.

There is also a concern that similar retaliation motivated policy responses could be forthcoming in other areas, further fracturing the existing trans-Tasman arrangements. This is why the Australian government should consult with its New Zealand counterpart when making decisions affecting both countries.

Fuente: https://www.stuff.co.nz/national/education/98285816/students-will-suffer-if-australia-and-new-zealand-change-tertiary-fee-agreement

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Sudáfrica: Mkhize appeals for exams to go ahead at universities amid fee protests

Sudáfrica/Octubre de 2017/Fuente: News 24

Resumen: El Ministro de Educación Superior, Hlengiwe Mkhize, ha hecho un llamamiento a la moderación de todas las partes para permitir que se realicen los exámenes a medida que aumentan las tensiones en los campus universitarios a causa de la matrícula gratuita. Los estudiantes de la Universidad de Ciudad del Cabo (UCT) interrumpieron los exámenes esta semana, protestaron contra un aumento de tarifas para 2018 y exigieron la publicación del informe de la comisión de investigación Heher sobre educación superior y capacitación (Comisión de Tasas) que analizó la viabilidad educación terciaria.

Higher Education Minister Hlengiwe Mkhize has appealed for restraint from all sides to allow for exams to proceed as tensions rise at university campuses over free tuition.

University of Cape Town (UCT) students disrupted exams this week, protesting against a fee increase for 2018 and demanding the release of the report by the Heher commission of inquiry into higher education and training (the Fees Commission) that looked into the feasibility of free tertiary education.

Around 46 University of the Free State students have been arrested since last Thursday evening, following protest action over fees at that institution.

«With all the difficulties, we are pleading that exams must be written. Not writing exams means students are throwing away all the hard work they invested throughout the year,» Mkhize told News24.

UCT and Cape Peninsula University of Technology students cancelled their march to Parliament on Thursday amid security concerns.

There was expectation that Finance Minister Malusi Gigaba would give some indication on whether government will scrap fees for higher education or not. However, he announced an increase in budget to the sector to subsidise poor students.

Funding a ‘priority’

«The sector’s budget is the fastest growing element of expenditure over the medium term, rising from R77bn this year, to R97bn in 2020/21.

This includes the provision of financial assistance to subsidise the education of more than 450 000 students every year,» Gigaba said.

Mkhize, who was appointed to the ministry last week, said she is yet to see the recommendations of the Heher commission.

In August, President Jacob Zuma said he was still studying the report after it was presented to him.

We are prioritising the issue of funding. We will treat it with urgency,» Mkhize said.

«I am hoping to get access to it ASAP because it helps to engage knowing which way things are going,» Mkhize said.

University chancellors have also expressed frustration towards the government over its delay to indicate whether fees will be scrapped or how much in subsidies for poor students institutions will get from government.

While some have announced increases for 2018, others have indicated that they would wait for Zuma’s government to announce its plans.

Mkhize said the department would engage with all stakeholders, including student bodies, after receiving the report. In the meantime, she pleaded for exams to be allowed to continue.

«We call for restraint from all so that campuses remain a conducive environment for learning,» she said.

Fuente: http://www.news24.com/SouthAfrica/News/mkhize-appeals-for-exams-to-go-ahead-at-universities-amid-fee-protests-20171026

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India becoming a hub of quality education: Naqvi

India/Octubre de 2017/Fuente: The Times of India

Resumen: El número de extranjeros que vienen a la India con fines educativos se ha incrementado «significativamente» durante el régimen actual en el Centro y el país se está convirtiendo en un «centro de educación de calidad», dijo el jueves el ministro de la Unión, Mukhtar Abbas Naqvi. Según una declaración oficial, el ministro de asuntos minoritarios reiteró el compromiso del Centro con el empoderamiento educativo de todos los sectores de la sociedad, incluidas las minorías. La declaración también citó a Naqvi diciendo que el gobierno había tenido éxito en proporcionar una mejor atmósfera para la educación de calidad en las áreas atrasadas del país.

The number of foreigners coming to India for educational purposes had gone up «significantly» during the current regime at the Centre and the country was becoming a «hub of quality education», Union minister Mukhtar Abbas Naqvi said on Thursday.

According to an official statement, the minority affairs minister reiterated the Centre’s commitment towards the educational empowerment of all sections of the society, including the minorities.

The statement also quoted Naqvi as saying that the government had been successful in providing a better atmosphere for quality education in the backward areas of the country.

The minister made these comments during his meeting with a seven-member delegation of a Malaysia-based organisation, PINTA, at the Antyodaya Bhawan in the national capital. PINTA works in the field of education in Malaysia.

«The number of students coming to India from other countries for educational activities has increased significantly during the last three years of the (Narendra) Modi government,» the statement quoted Naqvi as saying.

The statement, however, did not reveal the number of foreign students who came to India for educational purposes during the said period.

«The government has also been successful in providing a better atmosphere for quality education in the poor and backward areas of the country,» Naqvi said.

Fuente: https://timesofindia.indiatimes.com/india/india-becoming-a-hub-of-quality-education-naqvi/articleshow/61242135.cms

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Gender inequality, lack of information fuel teen pregnancies in Timor-Leste

Timor Oriental/Octubre de 2017/Fuente: UNFPA

Resumen:

«Sabía un poco sobre cómo se hace un bebé, pero no demasiado», dijo Natalia, de 19 años, en Alieu, las tierras altas rocosas de Timor-Leste. Su hija de 1 año, Afeena, dormía cerca. «No tenía educación sobre esto en la escuela. No hay lecciones relacionadas con este tema. Nada.»

La vida de Natalia comenzó a deshacerse después de quedar embarazada. Su novio la abandonó.

«Dejé la escuela y nunca fui a ver a un médico ni tuve ninguna consulta», explicó. «Incluso logré esconderlo de mi familia. Cuando comencé el trabajo de parto, le dije a mi padre que tenía dolor de espalda, pero pronto descubrió que iba a tener un bebé «.

Natalia fue llevada a una clínica local. Estaba aterrorizada por su vida; su madre había muerto durante el nacimiento de un hermano menor.

Afortunadamente, Afeena fue entregada de manera segura.

Debido a la desigualdad de género, las niñas y las mujeres tienen muy poca opinión sobre su propia fertilidad. También tienden a tener un acceso deficiente a información y servicios de salud reproductiva.

“I knew a little bit about how a baby is made, but not too much,” said Natalia, 19, in Alieu, the rocky highlands of Timor-Leste. Her 1-year-old daughter, Afeena, was sleeping nearby. “I had no education about this at school. No lessons at all related to this topic. Nothing.”

Natalia’s life began to unravel after she became pregnant. Her boyfriend abandoned her.

“I dropped out of school and never went to see a doctor or had any consultation,” she explained. “I even managed to hide it from my family. When I went into labour, I told my father I had back pain, but he soon discovered I was having a baby.”

Natalia was rushed to a local clinic. She was terrified for her life; her mother had died during the birth of a younger sibling.

Fortunately, Afeena was delivered safely.

Because of gender inequality, girls and women have very little say over their own fertility. They also tend to have poor access to reproductive health information and services. © UNFPA/Ruth Carr

Still, there is plenty to worry about. Natalia will most likely have to raise her daughter alone.

Deck stacked against girls

Early pregnancy is a major concern in Timor-Leste. And almost one quarter of women in the country have a baby by the time they are 20. Early pregnancies are often swiftly followed by marriages; 19 per cent of girls are married by the time they are 18.

Deeply entrenched gender inequalities – including high rates of violence against women and barriers to reproductive health care – play a role in these grim figures.

“We currently have an intimate partner violence rate of around 60 per cent in Timor-Leste,” said Candie Cassabalian, a UNFPA youth specialist.

And because of restrictive social norms, contraception is often accessible only with a husband’s consent. “Married women, no matter their age, have very little control over their own body and their own fertility, so very quickly young women end up with multiple children, limited opportunities and even less choice,” Ms. Cassabalian said.

Contributing to this problem is the limited availability of comprehensive sexuality education.

Natalia is raising her daughter Afeena alone. © UNFPA/Ruth Carr

“Even though some sexuality education curriculum is there in schools, often the teacher is not confident to deliver the information, and it is not something they feel comfortable to talk about,” said Lala Soares, a gender expert with Plan International in Timor-Leste.

“They tell me when they get to this topic, they rip the pages of the textbook out,” she added.

Violence, motherhood and a child marriage

Lucia*, now 18, faced all of these issues.

As a teenager, she became involved with her teacher, a much older man.

“When my parents found out I had a boyfriend, they were very angry. They told me they wanted to beat me to death,” she said, sharing her story at a girls’ empowerment workshop held by Plan International, a close partner of UNFPA.

Her family beat her so viciously she ended up in the hospital. Still, she and her boyfriend remained together, and Lucia became pregnant.

“I didn’t know you could get pregnant from having sex,” she said.

The families hastily arranged a marriage between Lucia and her teacher.

Such efforts are designed to preserve a family’s honour – but they do little to protect the girls affected. Child marriage actually increases girls’ vulnerability. Pregnancy and marriage also keep young mothers from returning to school.

“The perception is that school is only a place for children and children don’t have sex – or even romantic involvement. So even if the girl is married off quickly, she would not normally be allowed to re-enter school,” explained Ms. Cassabalian.

More must be done

UNFPA is working with the government and partners to better understand the issues surrounding teen pregnancy. UNFPA, together with Plan International and the government’s Secretariat of State for Youth and Sports, recently released a report about these issues, which could help policymakers better address them.

UNFPA also advocates for young people’s right to sexual and reproductive healthand information. For example, UNFPA is helping to assess and develop comprehensive sexuality education curricula and trainings, and is supporting efforts to make health services more youth-friendly.

In one positive move, the government recently approved an education policy that promotes the rights of pregnant teens.

But more must be done.

“As a country, we need to pay attention to the issue of equity, and we need gender equality if we want to have a good future,” Ms. Soares said.

Fuente: http://www.unfpa.org/es/news/gender-inequality-lack-information-fuel-teen-pregnancies-timor-leste

 

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Puerto Rico: El Departamento de Educación consolida escuelas tras el ciclón

Puerto Rico/Octubre de 2017/Autora: Keila López Alicea/Fuente: El Nuevo Día

Los maestros y empleados de la escuela elemental Santiago Iglesias Pantín, en Barrio Obrero, San Juan, tenían todo listo para reanudar el semestre escolar tras el paso del huracán María. Pero el martes recibieron la orden de que vaciaran la escuela porque serían reubicados en otro plantel del mismo sector.

En ese otro plantel -la escuela intermedia Ernesto Ramos Antonini- se unirán, al menos, con otras dos comunidades escolares que enfrentan la misma situación, detalló la directora de la Santiago Iglesias Pantín, Linda Reyes.

“Nuestra escuela en el huracán no sufrió daños”, señaló Reyes.

Al igual que la Santiago Iglesias Pantín, la comunidad de la escuela Jaime Rosario también fue sorprendida por la noticia, sostuvo Omayra Sánchez, madre de alumnos del plantel.

Dijo que la escuela intermedia tiene más problemas que su plantel elemental.

Este nuevo proceso de consolidación de escuelas tras el paso del huracán María responde a la necesidad de evaluar todos los planteles, a la vez que se provee un espacio seguro para los alumnos, señaló el director de la región educativa de San Juan, Luis Orengo.

“Las escuelas elementales tienen problemas de planta física. Ahora irán a una escuela que hasta tiene un dispensario”, indicó Orengo.

El Departamento de Educación anunció la semana pasada que las matrículas de 24 escuelas serían reubicadas en otros planteles cuando iniciaran las clases el martes, 24 de octubre en las regiones educativas de San Juan y Mayagüez.

La secretaria de Educación, Julia Keleher, explicó que las mudanzas se podrían repetir en otras regiones educativas a medida que abran las escuelas de toda la isla, pues así se podrá, además, hacer un mejor uso de los fondos que asignen las agencias federales.

Fuente: https://www.elnuevodia.com/noticias/locales/nota/eldepartamentodeeducacionconsolidaescuelastraselciclon-2369189/

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