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OCDE insta a Brasil a poner más empeño en educación e infraestructura

América del sur/Brasil/22 Marzo 2018/Fuente: spanish.peopledaily

Brasil debe poner más empeño en la educación e infraestructura, así como en tener una menor distorsión fiscal y proteccionismo, señaló la Organización para la Cooperación y Desarrollo Económicos (OCDE) en un informe presentado hoy.

«Una fuerza de trabajo más educada, una mejor infraestructura y menos distorsiones fiscales son clave para soportar mejorías de productividad», resaltó la OCDE en el informe «El camino del crecimiento».

El documento del organismo fue divulgado este lunes con motivo de la reunión en Buenos Aires, Argentina, de los presidentes de los bancos centrales y los ministros de Economía del Grupo de los 20 (G20).

«Reducir las barreras comerciales también sigue siendo una prioridad para Brasil para aumentar la exposición a la competencia internacional y fortalecer incentivos para mejoras de productividad», agregó.

La OCDE consideró que para conciliar la necesidad de nuevas reducciones en la desigualdad de renta con la disminución del espacio fiscal, los gastos sociales deben concentrarse más en los instrumentos de políticas eficientes, en particular en las transferencias monetarias condicionadas.

Estas medidas, de acuerdo con la Organización, acelerarían el declive de la desigualdad de renta en Brasil sin gastar más.

El documento es el principal informe de la OCDE que analiza las configuraciones de políticas estructurales y el desempeño económico para suministrar a los formuladores de políticas recomendaciones concretas de reforma para aumentar el crecimiento y garantizar que las ganancias sean compartidas por todos.

La OCDE aseguró que la recuperación del Producto Interior Bruto (PIB) per cápita de Brasil está paralizada en los últimos años, en relación a los países más avanzados de la OCDE, debido, principalmente, al débil desempeño de la productividad del trabajo.

«La desigualdad y la pobreza todavía son elevadas, pero disminuyen, aunque en ritmo decreciente más recientemente», explicó el organismo.

La OCDE recomendó a Brasil aumentar la eficacia de los beneficios sociales, redireccionando los gastos para transferencias condicionadas a los pobres, considerando el instrumento más eficiente para reducir la desigualdad de renta.

Apuntó que es necesario acabar con la indexación de pensiones mínimas y beneficios sociales al salario mínimo para evitar grandes aumentos de gastos reales y reevaluar la eficacia de otros beneficios indexados al salario mínimo, incluyendo el abono salarial.

Sobre educación, la OCDE consideró que es necesario mejorar la equidad mediante una mejor remuneración de los profesores, entrenamiento en servicios e incentivos por desempeño, así como construir más escuelas donde sea necesario y reducir tasas de abandono escolar.

Respecto a la reducción de las barreas del comercio, la OCDE consideró que Brasil debe reducir tarifas y leyes que obligan a un mínimo de contenido local en los productos.

«Esto mejorará el acceso a productos intermediarios importados y a fortalecer las presiones competitivas sobre los productos nacionales», sostuvo el organismo.

Fuente: http://spanish.peopledaily.com.cn/n3/2018/0320/c31617-9439432.html

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Educação pública do Brasil ainda merece nota 5, diz ministro

Brasil/ 19 de março de 2018/novaescola

Resumen:  En su participación en el Roda Viva en octubre de 2016, el ministro de Educación Mendonça Filho fue recibido con la siguiente pregunta: ¿qué nota daría para la educación en el país? «Con certeza debajo de cinco, cuatro. «No puedo imaginar que una Educación que convive con 1,7 millones de jóvenes fuera de la Enseñanza Media, jóvenes que ni trabajan ni estudian pueda tener una nota de aprobación», dijo. En su segunda participación en el programa, este lunes (12), el tiempo y las reformas no llegaron a hacer mucha diferencia. La nota fue cinco.

Em sua participação no Roda Viva em outubro de 2016, o ministro da Educação Mendonça Filho foi recebido com a seguinte pergunta: que nota daria para a educação no país? “Com certeza abaixo de cinco, quatro. Eu não posso imaginar que uma Educação que convive com 1,7 milhão de jovens fora do Ensino Médio, jovens que nem trabalham nem estudam possa ter uma nota de aprovação”, disse. Em sua segunda participação no programa, nesta segunda-feira (12), o tempo e as reformas não chegaram a fazer muita diferença. A nota foi cinco.

«Considerando apenas os resultados, ainda não é possível dar nota seis para a educação brasileira. Mas se levarmos em conta iniciativas como a reforma do Ensino Médio e a homologação da Base Nacional Comum Curricular podemos dizer que estamos na direção correta“, disse Mendonça Filho.

O debate sobre a implementação do Ensino Médio em tempo integral, nos mesmos moldes do projeto adotado pelo governo de Pernambuco, onde Mendonça Filho foi vice-governador na gestão Jarbas Vasconcelos, voltou a ser tema de discussão. Anteriormente, o ministro havia dito que era possível promover a mudança e ter impacto na vida de jovens pobres e excluídos. A conta é que até o final do governo de Michel Temer, ou seja, até o final do ano, haveria 900 mil alunos em regime de tempo integral. “Se os governos que se sucederem ao governo Temer adotarem essa medida, vamos superar a meta do Plano Nacional de Educação (PNE)”, disse ele.

Desta vez, Mendonça Filho reafirmou a insistência do governo em levar adiante a reforma do Ensino Médio. “O debate sobre a reforma do Ensino Médio é um debate de pelo menos 20 anos”, disse durante o programa. “Muitos governos tentaram e ninguém levou adiante. Nós tivemos a decisão política de promover a reforma”.

Segundo o ministro, 25% dos jovens que terminam o Ensino Fundamental abandonam o ciclo seguinte logo no início. “Apenas metade conclui o Ensino Médio, isso é uma tragédia”, afirmou. Relatório do Banco Mundial aponta que apenas quatro em dez jovens com até 25 anos completam o Ensino Médio no país. Apesar de indicadores do Ideb apontarem que o país não está avançando, o ministro afirmou que as medidas tomdas vieram de encontro ao que a sociedade pedia. “O fato de termos aprovado com maioria [a medida provisória] indica que era algo que não apenas os alunos queriam”.

A questão da valorização dos professores foi retomada com Mendonça Filho, que anteriormente havia dito que havia «uma necessidade muito grande de prestigiar a formação do professor brasileiro». «O professor é um componente essencial para que a gente possa promover mudanças na educação pública do nosso país», defendeu em 2016. O discurso se manteve, com adendos. “Infelizmente, os professores no Brasil perderam muito prestígio. Antigamente, no interior, era comum a elite do município ser composta pelo gerente do Banco do Brasil e professores. A boa educação também foi perdendo espaço e isso passa por uma boa remuneração. Nós investimos 6% do PIB em educação, o que é bastante. Mas investimos pouco em educação básica e muito em educação superior”.

Questionado sobre a polêmica da escola sem partido, o ministro afirmou: «Eu defendo a liberdade plena aos professores, com debate, com vigilância, mas através do controle social, e não por meio de uma lei específica». Em relação ainda à retirada das questões de gênero da Base, ele argumentou: «Vivemos um momento em que há um embate entre os ultraconservadores e pessoas que querem introduzir a ideologia de gênero nas escolas que a família brasileira não aceita».

Ainda durante o programa, o ministro da Educação teve de discutir a polêmica da disciplina “O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil”. Criada originalmente como disciplina não obrigatória na Universidade de Brasília (UNB), acabou ganhando espaço nas redes sociais. Mendonça Filho reagiu negativamente e chegou a dizer que “se cada um construir uma tese e criar uma disciplina, as universidades vão virar uma bagunça geral”. Ele afirmou que iria acionar a Advocacia-Geral da União (AGU), Controladoria-Geral da União (CGU), Tribunal de Contas da União (TCU) e Ministério Público Federal (MPF) para apurar se havia algum prejuízo aos cofres públicos. O ministro foi bastante criticado e disciplinas semelhantes surgiram em 13 universidades – algumas claramente como repúdio à censura.

“Eu nunca disse que ia procurar a justiça”, afirmou Mendonça Filho no Roda Viva. “Eu disse que poderia convocar órgãos de controle para identificar ou não o uso indevido do espaço público tendo como propósito exclusivo interesses partidários”. Ele acrescentou que tinha respeito pelos reitores e pelas universidades. “O direito à educação é um direito maior e eu não posso imaginar que você possa confundir educação com o estabelecimento de mecanismos apenas de propagação de propaganda política”.

Para encerrar o assunto, ele afirmou que é importante que o debate ganhe espaço na sociedade. “O que pressupõe a universidade é a pluralidade de ideias, com base científica”, disse.

O ministro também reafirmou sua intenção de deixar a pasta para concorrer às eleições deste ano. «Meu foco nas próximas eleições será Pernambuco. Estou disposto a concorrer a deputado federal, senador ou governador”. Sobre o fato de Educação não render votos no país, Mendonça Filho afirmou: «Enquanto o assunto Educação for dos governos e dos educadores, não vamos conseguir produzir a revolução que precisamos. Devemos mobilizar as pessoas».

Fuente: https://novaescola.org.br/conteudo/10501/educacao-publica-do-brasil-merece-nota-5-diz-mendonca-filho

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Brasil: Palestra aborda gestão educacional eficaz na região

Brasil / 17 de março de 2018/dgabc.com.br

Resumen: En el Cecape (Centro de Capacitación de los Profesionales de Educación), en São Caetano, reúne a 100 personas, entre dirigentes municipales y técnicos del área, para abordar el tema «Gestión Educativa Eficaz.

Palestra que ocorre na manhã desta quinta-feira, no Cecape (Centro de Capacitação dos Profissionais de Educação), em São Caetano, reúne 100 pessoas, entre dirigentes municipais e técnicos da área, para abordar o tema «Gestão Educacional Eficaz – Uma análise qualitativa dos dados educacionais e do cenário da Educação». O debate faz parte da formação «Residência Pedagógica», promovida pela Undime-SP (União dos Dirigentes Municipais de Educação), em parceria com a Planneta, empresa que atua no desenvolvimento de soluções educacionais inovadoras.

«Não só a formação dos professores, mas dos dirigentes, faz muita diferença no desenvolvimento educacional e que vai refletir diretamente no aprendizado dos alunos», falou a secretária de Educação de São Caetano, Janice Paulino César, presidente do Polo Regional Grande ABC, da Undime.

«Vamos mostrar, a partir dos dados quantitativos, como trabalhar a qualificação desses dados para alcançar outros resultados, como o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), que é cobrado dos municípios a casa dois anos. A palestra vem para apoiar e fortalecer aquilo que professores e diretores trabalham normalmente dentro da escola, com dados, resultados, mas de modo que isso se torne metas», falou o palestrante Ton Ferreira, especialista em Gestão de Pessoas e que atua na área da Educação há mais de fez anos.
Fuente: http://www.dgabc.com.br/Noticia/2869262/palestra-aborda-gestao-educacional-eficaz-na-regiao

 

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República Dominicana: Planes no paran el embarazo en adolescentes

República Dominicana/17 de Marzo de 2018/Listín

RECOMIENDAN ACCESO A LA EDUCACIÓN SEXUAL, ELIMINAR MATRIMONIO INFANTIL Y PROGRAMAS DE RESILIENCIA.

A pesar de los diferentes programas para la prevención y atención que se han ejecutado a escala nacional para reducir la tasa de embarazos en la adolescencia, las estadisticas no cambian. Once proyectos se lanzaron entre 2005 y 2017, período en que el país ha mantenido una tasa de fecundidad en adolescentes entre los 12 y 19 años, superior al promedio en la región.

Al día de hoy 22.3 por ciento de los nacimientos son de madres menores de edad, 5.7% más que la tasa de América Latina y el Caribe, con un promedio de 16.6%.

Desde la mira de las Naciones Unidas, en el país no se han reflejado cambios significativos porque la problemática no se ha abordado de manera multidimensional.

De acuerdo con Melisa Bretón, oficial de Desarrollo Humano Sostenible del Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD), el embarazo en menores de edad es un desafío que ha perdurado en el tiempo y una muestra de ello es que el índice no ha cambiado en los últimos 30 años.

Esta realidad, según Bretón, es porque las respuestas de políticas públicas que se han dado hasta la fecha, no han sido suficientes para cambiar esa tendencia.

“El embarazo adolescente es un problema complejo, que no es exclusivamente  de un sector, como salud y educación, es una problemática nacional que tiene que abordarse de manera multidimensional”, aconseja Bretón.

Esa opinión la comparte la oficial de Salud del Fondo de las Naciones Unidas para la infancia (Unicef), Sara Menéndez, quien sostiene que todavía hay brechas en las respuestas desde las instituciones del Estado, las cuales no han asumido su rol.

“Definitivamente todavía tenemos una deuda importante con las adolescentes en República Dominicana”, sostiene Menéndez.

 Comparación con la región
El embarazo precoz no representa el mismo problema para todos los países de la región, porque tienen políticas específicas para la prevención, acceso oportuno en educación sexual y reproductiva y los niveles de pobreza son menores.

En el informe del PNUD, “Embarazos en adolescente: desafío multidimensional para generar oportunidades en el ciclo de vida 2017”, República Dominicana, en cuanto a tasa de fecundidad adolescente, está por encima de países como Panamá y Brasil.

El promedio actual de nacimientos es de 100.6 por cada mil adolescentes entre los 15 y 19 años, mientras que la región es de 66.6, quedando a nivel de África con 99.4.

La tasa en Panamá es de 86.9, Brasil, 67.0 y Venezuela, 87.8,  quedando el país con un índice superior.

“Presenta niveles que no se corresponde con indicadores económicos del país, República Dominicana es de renta media alta, que crece anualmente, desde la perspectiva del PNUD con un desarrollo humano alto, sin embargo el embarazo en adolescente se compara con países de África subsahariana”, indicó Bretón.

Dijo que estos indicadores llaman a la reflexión, de que se requiere de una  articulación política importante.

Lo que ha funcionado en la mayoría de los países, según Bretón, es el acceso a educación sexual, así como programas por y para los jóvenes (Pares), donde estos trabajan en conjunto para abordar problemáticas como el  embarazado precoz.

URGEN PROPUESTAS ANTES Y DESPUÉS
Acceso a educación sexual, erradicar el matrimonio infantil y construir resiliencia para los jóvenes que ya son padres, son algunas de las propuestas que Unicef y el PNUD dan al país para abordar el embarazo adolescente.

Sara Menéndez considera que para cambiar esta realidad hay que trabajar en tres puntos: servicios de salud humanizados, la educación sexual y el matrimonio o unión temprana. “Las instancias que participan en la prevención tienen que hacer un análisis de las estrategias, qué ha funcionado, qué no funciona, qué ha funcionado en otros países y por qué no lo podemos hacer nosotros “, asegura.

Asimismo, Melisa Bretón, afirma que se necesita implementar no solo políticas de prevención, sino acciones después del embarazo enfocadas, además de la madre, en él bebe, el padre adolescente y su entorno familiar.

Propone acciones “ex ante” de prevención y “ex post” de construcción de resiliencia para las que ya han dado a luz.

Entre las acciones de prevención consideran que se deben aumentar el acceso a las tecnologías, a la información de salud sexual y reproductiva, métodos de planificación familiar y programas extracurriculares desde la adolescencia como música y deportes.

Mientras que para construir resiliencia sostiene que las madres jóvenes deben tener disponibilidad de sistemas de cuido (estancias infantiles), educación técnico profesional y acompañamiento para evitar abandono escolar.

Fuente: https://listindiario.com/reportajes-especiales/2018/03/14/506377/planes-no-paran-el-embarazo-en-adolescentes

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Polémica en universidades brasileñas por clases de historia sobre «golpe» contra Rousseff

América del sur/Brasil/15 Marzo 2018/Fuente: Sputniknews

Más de una treintena de universidades brasileñas ofertan cursos sobre el «golpe de 2016», en referencia a la destitución de la expresidenta Dilma Rousseff (2011-2016), siguiendo la iniciativa de un profesor de Brasilia que no pudo frenar el Gobierno de Michel Temer.

El alboroto comenzó a finales de febrero, cuando se supo que el Instituto de Ciencia Política de la Universidad de Brasilia ofrecería en el segundo semestre de su curso lectivo la asignatura «El golpe de 2016 y el futuro de la democracia en Brasil», a cargo del profesor Luis Felipe Miguel.

Entre los contenidos de la materia estaba el análisis de la «agenda de retrocesos» del actual Gobierno de Temer, quien era vicepresidente de Rousseff y la sucedió en el cargo.

Las críticas y amenazas a Miguel no tardaron en llegar por las redes sociales, y la Universidad de Brasilia tuvo que tomar medidas de seguridad para iniciar los cursos el pasado 5 de marzo.

La reacción del Gobierno también fue dura: el ministro de Educación, José Mendoça Filho, ordenó a la Abogacía General de la Unión y al Tribunal de Cuentas de la Unión que investigaran si el dictado de esa asignatura constituía un acto de improbidad administrativa.

La casa de estudios respondió en un comunicado que la asignatura es optativa y que la libertad de cátedra y de opinión son valores fundamentales para las universidades, «espacios por excelencia para el debate de ideas en un Estado democrático de derecho».

Pero el clima creado en torno a la asignatura ideada por Miguel llevó a muchos profesores de historia de otras universidades a seguir su ejemplo y ofrecer la misma materia.

Ya son 34 las universidades que se han decidido a impartir la asignatura.

«Ha sido bonito seguir el movimiento de las universidades brasileñas en defensa de su autonomía y de la libertad de cátedra; son decenas de instituciones albergando cursos que, en primer lugar, reafirman nuestra resistencia a injerencias autoritarias y nuestra misión de hacer frente a los desafíos del presente», escribió el profesor en sus redes sociales.

La profesora Esther Solano, quien dicta clases en la Universidad Federal de Sao Paulo y en la Universidad de Sao Paulo (sur), explicó a Sputnik que la intención es denunciar un «ataque» no solo a un profesor, sino a toda una categoría y a la libertad de cátedra.

Solano asume que el simple hecho de definir la destitución de Rousseff como un «golpe» ya da una idea de la tendencia progresista de quienes impulsan esta asignatura, pero remarca que el objetivo no es tanto hacer un minucioso estudio histórico, sino una reflexión sobre el momento político que vive Brasil.

En las dos universidades paulistas varios profesores se irán relevando y cada sesión se dedicará a un tema: desde un repaso de los golpes de Estado registrados en Brasil, hasta la crisis de los partidos, pasando por los cuatro gobiernos del izquierdista Partido de los Trabajadores y el «papel del imperialismo» en el golpe de 2016, todo ello acompañado de una amplia bibliografía, describió Solano.

La profesora, sin embargo, prevé que los estudiantes que asistan lo harán ya convencidos y con una ideología muy determinada, algo que sucede casi siempre en los últimos tiempos en Brasil debido a la “polarización” y a la «falta de espacio para un debate real», lamentó.

La polémica tiene también eco en el exterior.

El 12 de marzo el movimiento Académicos y Activistas por la Democracia en Brasil, creado en 2016 por el profesor estadounidense James Green de la Universidad de Brown, sostuvo en un comunicado que investigar a Luis Felipe Miguel constituiría «una seria amenaza a la democracia».

«Desgraciadamente, ahora políticos conservadores quien investigar cursos parecidos en otros estados del país, entre ellos Bahia [noreste] y Rio Grande do Sul (sur) (…); son medidas que se parecen a un decreto ley de 1969, firmado por el entonces dictador general Artur da Costa e Silva, que castigaba con la expulsión a profesores, alumnos y funcionarios de universidades acusados de subversión contra el régimen», dice un fragmento del comunicado.

Green destacó que la condena a estas medidas «antidemocráticas» cuenta con el respaldo de la Brazilian Studies Association (Brasa) y de su presidente, el profesor de historia brasileña en la Universidad de Georgetown, Bryan McCann, así como de otros 100 académicos especializados en este país sudamericano.

Rousseff fue apartada de su cargo en 2016, durante su segundo mandato y después de que la Cámara de Diputados alegara que había cometido un delito de responsabilidad por el presunto maquillaje de las cuentas públicas para esconder el déficit fiscal.

Sin embargo, el PT y buena parte de la opinión pública consideran que se trató de una maniobra orquestada por la cúpula del ahora gobernante Partido del Movimiento Democrático Brasileño para colocar en su lugar a Temer y emprender políticas de corte neoliberal que nunca hubieran sido aprobadas en las urnas.

Fuente: https://mundo.sputniknews.com/americalatina/201803131076979336-brasil-educacion-cursos-lectivo-politica-asignatura/

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Brasil: Professores de SP fazem paralisação de 24 horas e ameaçam entrar em greve

09 de Marzo 2018/Fuente y Autor: noticiasaominuto

Resumen: Los profesionales de la educación Sao Paulo (local y estatal) están haciendo un paro de 24 horas el jueves (8). Una asamblea marcada para las 14:00 de hoy, frente al Ayuntamiento de la capital, debe decidir si entran o no en huelga. Las respuestas son variadas. Como explica el UOL, los servidores de la capital protestan contra la reforma de la Previdencia municipal, que está en discusión en el Ayuntamiento. El proyecto pretende aumentar la contribución del servidor e instituir un sistema de previsión complementaria. En total, 80 mil profesionales actúan en su red de enseñanza de la ciudad de São Paulo. En las reglas actuales, el funcionario público contribuye con el 11% de sus sueldos, complementados por la participación del Ayuntamiento del 22%. El principal cambio propuesto por Doria es aumentar esa alícuota del empleado al 14% y añadir una alícuota suplementaria temporal, que varía de acuerdo con el rango salarial, que puede hacer que la contribución sea hasta el 18,2% del rendimiento del servidor.


Os profissionais da educação de São Paulo (municipais e estaduais) estão fazendo uma paralisação de 24 horas nesta quinta-feira (8). Uma assembleia marcada para às 14h de hoje, em frente à Prefeitura da capital, deve decidir se eles entram ou não em greve. As reinvidicações são variadas.

Como explica o UOL, os servidores da capital protestam contra a reforma da Previdência municipal, que está em discussão na Câmara Municipal. O projeto visa aumentar a contribuição do servidor e instituir um sistema de previdência complementar.

Ao todo, 80 mil profissionais atuam na sua rede de ensino da cidade de São Paulo.

Nas regras atuais, o funcionário público contribui com 11% de seus vencimentos, complementados por participação da Prefeitura de 22%. A principal mudança proposta por Doria é aumentar essa alíquota do funcionário para 14% e adicionar uma alíquota suplementar temporária, que varia de acordo com a faixa salarial, que pode fazer com que a contribuição seja até 18,2% do rendimento do servidor.

Justificando a proposta, a prefeitura afirma que em 2017 teve um déficit de R$ 4,7 bilhões na Previdência, custeado pelo Tesouro municipal.

Os vereadores tentam aprovar as mudanças antes de 6 de abril, data em que o prefeito João Doria deve deixar o cargo para disputar o governo de São Paulo.

Fuente de la noticia: https://www.noticiasaominuto.com.br/brasil/560270/professores-de-sp-paralisam-atividades-por-24h-e-ameacam-greve

Fuente de la imagen: https://static.noticiasaominuto.com.br/stockimages/1920/naom_555b06e97

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Brazil can improve education by copying its own successes

Por: brookings.edu

Many have been shocked by the World Bank’s estimate that it would take Brazil more than 260 years to reach the OECD average proficiency in reading and 75 years in mathematics. But as demonstrated by the discussion last week following the presentation of the World Development Report on Learning in São Paulo, Brazil’s education community is aware that the country lags far behind. It knows that it needs to do a lot, and soon.Author

Brazil is not alone. According to the report, 40 percent of kids in Latin America and the Caribbean do not acquire basic skills in numeracy and literacy during primary school (in Africa this number is 80 percent). The report concludes that the world is facing a “learning crisis”—even though more kids go to school, they are not learning nearly as much as they should.

But is this really a learning crisis? In commenting on the report, Ricardo Paes de Barros, chief economist of the Ayrton Senna Institute and a specialist in education policies in Brazil, challenged this conclusion. He argued instead that Brazil is facing a “copying crisis”: There is plenty of data about the performance of schools across municipalities in Brazil, with huge variations, but it’s clear that the poor performers don’t improve. Transferring experiences from one country to another can be difficult, but learning from the successes of your peers within the same country should be a lot easier. In Brazil, this is not happening.

Perhaps this is because the successes aren’t documented well and hence poorly understood, or because the necessary changes face political resistance and hence require leadership that is in rare supply. Overcoming political resistance is never easy but documenting successes, in Brazil’s case at least, should be. A recent World Bank report on the efficiency of public spending provides a useful entry point and perspective. The report compares the educational outcomes attained by 4,648 municipalities in Brazil in 2013 with the cumulative spending per student over between 2009 and 2013 (Figure 1). This comparison leads to an obvious conclusion: Good educational outcomes in Brazil have little to do with how much a municipality spends and a lot with how the resources are utilized. This is good news for those who wish to copy successful experiences.

BIG DIFFERENCES WITHIN BRAZIL

A closer inspection of Figure 1 reveals a second striking fact: a regional pattern in the efficiency of education spending. The poorest parts of the North and Northeast are still missing basic infrastructure, so additional investment could boost outcomes. In the richer South and Southeast, by contrast, inefficiencies are glaring and resources could be saved without jeopardizing—possibly even improving—education outcomes.

Figure 1: Spending and outcomes in education in Brazil—not a close correlationFigure 1 - spending and outcomes in education in Brazil

Source: World Bank estimates based on SIOPE and Prova Brasil. IDEB is a summary index of the state of compulsory education.

Fuente: https://www.brookings.edu/blog/future-development/2018/03/06/brazil-can-improve-education-by-copying-its-own-successes/

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