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Reseña «Por una educación garante de derechos: demandas de estudiantes secundaristas para América latina y el Caribe»

El documento en cuestión se llama «Por una educación garante de derechos: demandas de estudiantes secundaristas para América latina y el Caribe»

Estudiantes secundarios de nueve países de la región ponen su voz de alerta sobre el avance de la privatización de y en la educación. El dato surge de un relevamiento realizado por la Campaña Latinoamericana por el Derecho a la Educación (Clade) y Unicef. También figuran entre los temas de preocupación la creciente ponderación de las pruebas estandarizadas; el retroceso en el tratamiento de cuestiones de género y el recorte a la participación estudiantil en la vida de las instituciones.

El documento en cuestión se llama «Por una educación garante de derechos: demandas de estudiantes secundaristas para América latina y el Caribe» y ofrece un panorama regional de las expectativas de colectivos, movimientos y organizaciones estudiantiles de la educación secundaria. Reúne demandas de movimientos estudiantiles de Argentina, Brasil, Chile, Colombia, Ecuador, Honduras, México, Paraguay y Uruguay.

En los temas relevados aparecen en primer término las diferentes formas de retirar el carácter público de la educación, que se caracterizan por el subsidio y la transferencia de recursos públicos al sector privado, o por la adopción de una lógica de mercado en el sistema público. Se advierte cómo el sector público de educación viene convirtiéndose en fuente de lucro privado, en la medida en que los gobiernos empiezan a comprarle a grupos empresariales privados los materiales didácticos, la elaboración de currículos y de pruebas estandarizadas y las iniciativas de formación docente, entre otros recursos.

El documento de Clade remarca que las lógicas del mercado y empresarial en la educación pública se manifiestan también por la evaluación por resultados de los y las docentes. «Cada vez es más corriente que se fijen los sueldos y gratificaciones del personal docente en base a los resultados obtenidos por estudiantes en pruebas estandarizadas, aunque estos resultados estén determinados por factores sociales y políticos que impactan en la enseñanza. Se nota también, en América latina y el Caribe, un incremento de la gobernanza corporativa en el campo educativo, es decir, de la participación de empresas y agentes privados con fines de lucro en la toma de decisiones sobre la política educativa».

También se llama la atención sobre el vínculo de las pruebas estandarizadas con la privatización de la educación: «Hay una tendencia global a la estandarización de los contenidos impartidos en la escuela». Un tema sobre el cual los colectivos y movimientos estudiantiles de diferentes países del continente se oponen. Se entiende que esta tendencia promueve una visión limitada de la educación que, en la práctica, se traduce en la eliminación o reducción de contenidos que podrían contribuir a una formación ciudadana de los y las estudiantes.

Menos democracia

Otro aspecto señalado es la militarización y la falta de gestión democrática en las escuelas. Además de poner en tela de juicio el carácter público de la educación, las diferentes formas de privatización introducidas en los sistemas y políticas educativos cuestionan los preceptos democráticos y participativos que deberían guiarlos. Esto porque en la medida en que el Estado transfiere al sector privado elementos esenciales de la práctica educativa (como el desarrollo de contenidos, materiales educativos, evaluaciones, formación docente y gestión de las escuelas y de las políticas educativas), estas iniciativas suelen estar acompañadas de mayor opacidad y aisladas del debate público y la participación social.

Además se mencionan las resistencias al abordar las cuestiones de género y las discriminaciones. El documento resalta que en varios países de la región, se notan ensayos para retirar de las políticas educativas la perspectiva de género y reducir o eliminar acciones específicas para afrontar las desigualdades basadas en el género y en las identidades sexuales. Y otro punto clave del estudio observa sobre la creciente criminalización de las protestas y los movimientos estudiantiles.

Fuente de la reseña: http://www.lacapital.com.ar/educacion/la-educacion-tratada-como-comercio-n1372098.html

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Brasil: Em carta aberta, Internacional da Educação pede que Temer respeite direitos

Brasil / 8 de abril de 2018 / Autor: CNTE, com atualizações Rede Brasil Atual / Fonte: adufg

Em carta aberta dirigida ao presidente Michel Temer, o Secretário Geral da Internacional da Educação, David Edwards, pediu que sejam respeitados os princípios da democracia e dos Direitos Humanos no Brasil, frente aos acontecimentos que culminaram na execução da vereadora Marielle Franco no Rio de Janeiro há 18 dias, e com a perseguição judicial e midiática ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“A Internacional da Educação e suas afiliadas em todo o mundo clamam para que o governo do Brasil tome passos decisivos para entrar em conformidade com tratados de obrigações de longo prazo, para reforçar, nacional e internacionalmente as leis de proteção dos direitos fundamentais, de direitos de processos com honestidade e juízo justo para todos os cidadãos brasileiros”, afirma Edwards.

A Internacional da Educação reúne 400 sindicatos da educação em 177 países, tem suas entre suas afiliadas a Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituções Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico (PROIFES-Federação) e a Confederação Nacional de Trabalhadores da Educação (CNTE).

Para:

Michel Temer
Presidente da República Federativa do Brasil
Palácio do Planalto – Praça dos Três Poderes
Brasília DF – CEP: 70.150-900
Brasil

Vossa Excelência,

Em nome dos 32,5 milhões de educadores representados pela Internacional da Educação, como uma federação global de 400 sindicatos de educação em 177 países, incluindo a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (CONTEE), a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e a Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico (PROIFES-Federação), expressamos profunda preocupação com a deterioração da democracia e a escalada da violência no Brasil.

Como signatários da Carta Democrática Interamericana, as autoridades brasileiras devem respeitar e garantir “os direitos humanos e as liberdades fundamentais, o acesso e o exercício do poder em conformidade com o estado de direito, a realização de eleições periódicas, livres e justas na votação secreta e no sufrágio universal como expressão da soberania do povo, do sistema pluralista de partidos e organizações políticas e da separação de poderes e independência dos poderes do governo”, conforme consagrado no artigo 3º da Carta. Nós, professores e pessoal de apoio à educação, ensinamos esses valores fundamentais em nossas escolas à medida que desenvolvemos cidadãos que conhecem seus direitos e defendem os de outros.

O mundo tem observado com preocupação como esses princípios democráticos fundamentais, o estado de direito e a independência do judiciário se desgastaram desde o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

As ações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a longa campanha de assédio político e a evidente falta de provas questionam se o devido processo legal foi politizado e sequestrado para influenciar as próximas eleições presidenciais.

Isso ocorre em um clima de crescente violência contra os defensores dos direitos humanos, conforme destacado em uma declaração do Relator Especial da ONU que se referiu ao assassinato de Marielle Franco como uma tentativa de “intimidar todos os que lutam pelos direitos humanos e o Estado de Direito no Brasil”.

A Internacional da Educação e suas afiliadas em todo o mundo exortam o governo do Brasil a tomar medidas decisivas para cumprir suas obrigações de longo prazo, aplicar a lei nacional e internacional para proteger os direitos fundamentais ao devido processo e a um julgamento justo para todos os cidadãos brasileiros. Para que a luz cintilante da democracia brasileira possa se restaurar como um farol para o mundo, isso depende em grande parte de sua liderança nesses tempos críticos.

Com nossos melhores cumprimentos,

David Edwards

Secretário geral

Internacional da Educação

Fonte:

http://www.adufg.org.br/noticias/em-carta-aberta-internacional-da-educacao-pede-que-temer-respeite-direitos?periodo=2015-12

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CARTA ABERTA DE REPÚDIO ÀS DECLARAÇÕES DO GENERAL EDUARDO VILLAS BÔAS, COMANDANTE DO EXÉRCITO BRASILEIRO

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE, entidade representativa dos profissionais do setor público da educação básica brasileira, REPUDIA de forma veemente as declarações postadas em rede social no dia de ontem pelo comandante do Exército brasileiro, General Eduardo Villas Bôas, repercutidas da forma mais vil possível pelo Jornal Nacional, da Rede Globo de Televisão.

O general declarou, pela rede social Twitter, que repudia a impunidade, respeita a Constituição, a paz social e a democracia e, em um claro tom de ameaça, disse estar atento às suas missões institucionais. O importante nessa declaração não é o que foi dito, em que pese a aparente obviedade de suas bandeiras. O que chama a atenção é o momento escolhido pelo general para dizer o que todos já esperam dele: às vésperas do julgamento do Habeas Corpus do ex-presidente Lula pelo Supremo Tribunal Federal, e em evidente jogo combinado com a Rede Globo, que repercutiu essa mensagem ao final de seu principal programa jornalístico.

Ora, General Villas Bôas, a sociedade brasileira não espera de vossa senhoria outra postura que não a de respeitar a democracia e repudiar a impunidade (em que pese a ausência de punição aos crimes cometidos pelos agentes de seu Exército à época do período mais recente de ditadura militar no país, nunca sequer investigados, passados mais de 30 anos). O que não se espera de um comandante do Exército Brasileiro em um regime democrático é Vossa Senhoria se arvorar a fazer quaisquer tipos de pressão política sobre um julgamento da mais alta corte judicial brasileira que deve, acima de tudo, primar pelo respeito à Constituição, essa mesma citada em sua mensagem de Twitter.

É claro que a sociedade brasileira tem ciência da missão institucional de seu Exército, que existe em uma democracia, sobretudo, para defender nossa soberania nacional, tão vilipendiada nesses tempos de golpe, que afastou da Presidência da República uma mulher honesta, eleita pela maioria do povo brasileiro, e instalou no Palácio do Planalto uma verdadeira quadrilha, ilegítima e corrupta. Contra esse conjunto de coisas, não vimos nenhuma declaração de Vossa Senhoria.

O mais grave de tudo é o principal jornal da grade de programação da maior emissora de televisão do país repercutir tal mensagem como forma de pressão ao STF. Já sabemos do papel dessa emissora de televisão ao longo da história brasileira, tanto no apoio ao golpe militar de 1964 quanto ao apoio e fomento ao golpe jurídico/parlamentar/midiático que se abateu no Brasil em 2016. A imagem dessa emissora está tão desgastada que já é corrente a opinião da necessidade de uma intervenção mais séria nessa questão das comunicações no Brasil, chegando ao ponto de alguns sugerirem a suspensão dessa concessão pública outorgada a esse grupo criminoso que insiste em manipular a opinião pública brasileira.

Os/as educadores/as brasileiros/as estão atentos/as aos desdobramentos dessa declaração desastrosa do General Villas Bôas. Esperamos todos/as que a já combalida democracia brasileira desde o ataque à soberania do voto popular em 2016 não descambe para a mais triste memória de uma intervenção militar em nosso país. Que as Forças Armadas brasileiras se contentem com as casernas!

Brasília, 04 de abril de 2018

Diretoria Executiva da CNTE

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Brasil: Mineiro critica municipalização do Ensino Fundamental feita pela Secretaria Estadual de Educação

Brasil / 1 de abril de 2018 / Autor: elaboração / Fonte: MineiroPT

O deputado estadual Fernando Mineiro (PT), em pronunciamento na sessão desta terça-feira (27) na Assembleia Legislativa, denunciou que a Secretaria Estadual de Educação “está fazendo de maneira atravessada a municipalização do Ensino Fundamental no Rio Grande do Norte”.

Ele afirmou que, na semana passada, três decretos publicados no Diário Oficial do Estado (DOE) transferem as matrículas dos alunos de duas escolas estaduais de São Miguel e de outra de Doutor Severiano para as respectivas Redes Municipais de Educação.

Os decretos autorizam a Secretaria Estadual de Educação “a ceder aos municípios o uso de bens móveis e equipamentos do seu patrimônio que se destinem à prestação de serviços educacionais”. Além disso, permitem a transferência dos servidores estaduais e a cessão via convênio dos imóveis onde funcionam as respectivas escolas.

“Isso sem levar em consideração qualquer debate com a comunidade escolar, não se debateu isso com professores, servidores, alunos nem com as famílias. Foi um ato por cima transferindo as matrículas”, protestou.

“Na verdade, usa-se de um artifício do senso comum, que diz que o ensino fundamental é de responsabilidade do município, o ensino médio do estado e o ensino superior do Governo Federal. Quem conhece a legislação educacional sabe que o ensino fundamental é preferencialmente de responsabilidade dos municípios, assim como o ensino médio é preferencialmente obrigação dos estados e o médio é preferencialmente do Governo Federal. Eles esquecem a palavra ‘preferencial’, desconhecendo a ideia de colaboração dos entes federados”, explicou.

Mineiro questionou se há “interesses políticos” por trás desses decretos, perguntando “a quem essas medidas interessam e qual o impacto delas nas vidas de professores, alunos e familiares”.

“As matrículas que foram repassadas para os municípios, no ano que vem, contarão como matrículas das redes municipais dessas cidades. O estado vai perder recursos do Fundeb”, alertou.

Mineiro disse que vai propor que a secretária Cláudia Santa Rosa seja convocada para dar explicações à Comissão de Educação da Assembleia Legislativa.

“É uma municipalização envergonhada, que certamente tem outros interesses, além dos interesses educacionais e pedagógicos. Não sou daqueles que são contra a municipalização da educação, mas desde que seja feito um amplo debate”, completou.

Fonte da Notícia:

http://mineiropt.com.br/mineiro-critica-municipalizacao-do-ensino-fundamental-feita-pela-secretaria-estadual-de-educacao/

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Científica brasileña gana premio de la Unesco por sus investigaciones del zika y el Chagas

Brasil/31 de Marzo de 2018/Spanish.xinhuanet

Resultado de imagen para investigadora brasileña Rafaela Ferreira

La Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (UNESCO) premió a la investigadora brasileña Rafaela Ferreira, profesora adjunta del Departamento de Bioquímica e Inmunología de la Universidad Federal de Minas Gerais, con el premio que reconoce el trabajo de mujeres científicas que más se destacaron en el mundo en 2017 por sus trabajos sobre el zika y el Chagas.

Unica representante de América Latina entre las 15 ganadoras del International Rising Talents, Ferreira ganó con el premio 15.000 euros para continuar la investigación que busca producir remedios para el tratamiento del virus zika y de la enfermedad de Chagas.

El objetivo de la investigación dirigida por Rafaela Ferreira es descubrir moléculas que sean capaces de alterar la estructura de funcionamiento del protozoario causante de la enfermedad de Chagas y del virus que provoca zika, inhibiendo así la acción de estos agentes en el cuerpo humano.

En una entrevsita televisiva, la investigadora aseguró que ya se analizaron más de 400.000 moléculas en complejos programas informáticos y algunas de ellas fueron identificadas como «prometedoras».

«Nuestro trabajo es la producción de fármacos en el primer momento, que es el descubrimiento de moléculas prometedoras.

Después de eso, estas necesitan ser evaluadas en modelos animales, pasar por varias pruebas de seguridad y, finalmente, los ensayos clínicos, en los que estas moléculas se evalúan en humanos para analizar la eficacia y seguridad del medicamento», afirmó la científica.

En el caso del zika, los inhibidores sintéticos están siendo preparados para pruebas futuras en células cerebrales (neuronas) de bebés con microcefalia, para que puedan degradar la acción del virus e interrumpir los efectos de la enfermedad.

Ferreira también fue contemplada el año pasado con la versión brasileña de esta premiación, el premio para Mujeres en la Ciencia. Con este reconocimiento, ella espera obtener más apoyo y visibilidad para el desarrollo de su investigación.

«Desde un punto de vista más práctico, el problema que tenemos es la alta inversión que se necesita para producir un medicamento, y este se va encareciendo conforme el avance de su etapa de desarrollo», explica la investigadora.

Conocidas como enfermedades olvidadas, la enfermedad de Chagas y el zika históricamente no atraen el interés de la industria farmacéutica.

«La enfermedad de Chagas, por ejemplo, fue descrita hace más de 100 años [por el científico brasileño Carlos Chagas] y hasta hoy la industria no se interesa en invertir mucho en esto porque es una enfermedad que afecta a países más pobres. Es muy importante contar con el esfuerzo de instituciones públicas para que podamos avanzar en el desarrollo de esos fármacos «, aseguró la premiada.

Fuente: http://spanish.xinhuanet.com/2018-03/27/c_137068940.htm

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France: La Minute Éco : mobilité, éducation, qualité de l’air… 20 jeunes créatifs imaginent le futur à Aix

France / 24 mars 2018/La Prvence

Resumen: Nombre del programa: «Colmena». Misión: explorar y hackear el mundo del mañana mediante el desarrollo de soluciones concretas. Ambición: contribuir a la creación de un futuro más humano y sostenible. El 27 de septiembre, «The Hive», un programa internacional lanzado por The Camp, organizó su primer Young Creative Award para una expedición de colaboración de seis meses.

Un programme international lancé par The Camp a permis à 20 jeunes de développer des projets innovants et futuristes.

Nom du programme : «Hive». Mission : explorer et hacker le monde de demain en développant des solutions concrètes. Ambition : contribuer à la création d’un futur plus humain et durable. Le 27 septembre dernier, «The Hive», programme international lancé du côté de The Camp, accueillait sa première promotion de jeunes créatifs pour une expédition collaborative de six mois. Âgés de 16 à 30 ans, ces «Hivers» étaient designers, ingénieurs, codeurs, hackers, artistes 3D et venaient du monde entier : Sénégal, Brésil, Taiwan, Pays-Bas, Colombie, Etats-Unis. Le défi lancé par The Camp : qu’ils expérimentent de nouvelles méthodes de travail et que, de leur rencontre, naissent des projets répondant à des challenges d’intérêt général.

Une résidence dédiée à la création collaborative

«Nous voulions, à The Camp, créer un cœur créatif battant en permanence», indique Sylvia Andriantsimahavandy, co-directeur de la Hive. «Ce qui fait de nous une résidence du futur, c’est le fait d’être dédié à la création collaborative. Les jeunes talents sélectionnés ne sont pas venus pour développer leur propre concept. Ensemble, ils ont choisi des projets sur lesquels ils ont travaillé. Ils ont ainsi constitué leurs équipes au sein du groupe et nous les avons aidés à prototyper leurs idées. La seule règle du jeu imposée était de développer des projets ayant un impact pour notre société, car c’est l’un des enjeux de The Camp», ajoute-t-elle.

Des projets développés dans des secteurs variés

Près de six mois plus tard, ce jeudi 22 mars, les sept premiers projets Hive, développés autour de la mobilité, de l’éducation, de l’énergie ou l’environnement, ont été officiellement présentés. Parmi les plus concrets, il est possible de citer le projet «Beeyond : Bees For Good», qui prend la forme d’un drone autonome mesurant la qualité de l’air. Équipée de capteurs miniatures, cette technologie collecte et analyse les données de son environnement avec un objectif à terme : cibler les zones industrielles. Il est également possible de mentionner le projet «Mergy», un système qui récupère l’énergie et les données des mouvements de foule lors de grands événements. L’énergie produite se réinjecte par la suite dans le réseau électrique du lieu et les données collectées s’expriment à travers diverses expériences utilisateur.

Si tous les projets présentés ont reçu un accueil très favorable du public lors de leur présentation, seulement quelques-uns vont désormais être développés et pourraient très prochainement passer en phase d’industrialisation.

Fuente: https://www.laprovence.com/article/economie/4891128/minute-de-leco-les-hivers-inventent-le-futur-a-aix-en-provence.html

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Diario extra de Brasil muestra que el periodismo también tiene el deber de educar

El diario brasileño Extra se vio en la necesidad de explicar lo que son los Derechos Humanos luego de constatar que muchos de sus lectores celebraban el asesinato de la concejal Marielle Franco ocurrido el 14 de marzo.

Marielle Franco, una conocida activista de los derechos humanos y la quinta más votada en las elecciones de 2016 para el Concejo de Río de Janeiro, fue baleada cuando circulaba en su vehículo por una calle del centro de la ciudad tras haber participado en un acto político.

“Desde la noche del miércoles, cuando se publicó la noticia del asesinato de la concejal Marielle Franco y de su conductor Anderson Pedro, llegaron al sitio de las redes sociales de EXTRA miles de comentarios de lectores. Gran parte lamentaba el acto de barbarie en Río, pero otros muchos criticaban y hasta criticaban a Marielle por ser una defensora de los derechos humanos”, señala el diario. Comentarios como “lo peor del mundo son los derechos humanos” llevaron al diario a aclarar a sus lectores lo que son los derechos humanos .

“La definición es simple. Los derechos humanos son los derechos básicos de todos los seres humanos. Es decir, el derecho a la vida, a la libertad, a la libertad de opinión, al trabajo, a la educación, a la creencia religiosa y muchos otros”, indica Extra, para luego detallar algunos de los artículos más relevantes de la Declaración Universal de los Derechos Humanos

Fuente: http://www.clasesdeperiodismo.com/2018/03/17/diario-extra-de-brasil-muestra-que-el-periodismo-tambien-tiene-el-deber-de-educar/

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