Resumen:El Ministerio de Educación va a invertir R $ 1 mil millón en la Política Nacional de Formación de Profesores, con la creación de 190 mil plazas en el Programa Institucional de Becas de Iniciación a la Docencia (Pibid), en el Programa de Residencia Pedagógica y en la Universidad Abierta de Brasil UAB). Los recursos invertidos, a través de la Coordinación de Perfeccionamiento de Personal de Nivel Superior (Capes) para el bienio 2018/2019, van a garantizar 45 mil plazas para el Pibid, 45 mil plazas para la Residencia Pedagógica y 100 mil vacantes en la UAB. El anuncio fue hecho este miércoles en el Palacio del Planalto, en ceremonia con la presencia del presidente Michel Temer y del ministro Mendonça Filho.
«Es siempre una satisfacción anunciar inversiones para la educación», dijo el presidente Michel Temer. «Hoy estamos destinando más de R $ 1 mil millón para la formación de profesores, medida que viene sumarse a lo mucho que nuestro gobierno, por medio del Ministerio de Educación, ha realizado en favor del sistema educativo.» importancia de una buena formación para niños y jóvenes. «Es un gran cimiento para una economía próspera y una democracia vibrante. De ahí el empeño que todos tenemos en modernizar la educación en nuestro país.
El ministro de Educación, Mendonça Filho, habló de la importancia de los programas para el futuro de la educación brasileña. «Esta es una política pública cuyos resultados normalmente aparecen en el mediano y largo plazo, pero si hay foco, planificación, dedicación de todos y unión, evidentemente, los objetivos serán alcanzados.» También en la ceremonia, destacó acciones del MEC a lo largo de los dos últimos años. «En un plazo inferior a dos años estamos consolidando políticas públicas muy fieles a lo que fue planeado desde el inicio de nuestra gestión al frente del Ministerio de Educación», dijo, citando la Base Nacional Común Curricular (BNCC), el estímulo a la educación a tiempo completo , la Reforma de la Enseñanza Media, los cambios en el Examen Nacional de la Enseñanza Media (Enem) y el Financiamiento Estudiantil (Nuevo Fies).
O Ministério da Educação vai investir R$ 1 bilhão na Política Nacional de Formação de Professores, com a criação de 190 mil vagas no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), no Programa de Residência Pedagógica e na Universidade Aberta do Brasil (UAB). Os recursos investidos, por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para o biênio 2018/2019, vão garantir 45 mil vagas para o Pibid, 45 mil vagas para a Residência Pedagógica e 100 mil vagas na UAB. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 28, no Palácio do Planalto, em cerimônia com a presença do presidente Michel Temer e do ministro Mendonça Filho.
“É sempre uma satisfação anunciar investimentos para a educação””, disse o presidente Michel Temer. “Hoje estamos destinando mais de R$ 1 bilhão para a formação de professores, medida que vem somar-se ao muito que nosso governo, por meio do Ministério da Educação, tem realizado em favor do sistema educacional.” Ele ressaltou, ainda, a importância de uma boa formação para crianças e jovens. “É um grande alicerce para uma economia próspera e uma democracia vibrante. Daí o empenho que todos temos em modernizar a educação em nosso país.”
O ministro da Educação, Mendonça Filho, falou da importância dos programas para o futuro da educação brasileira. “Esta é uma política pública cujos resultados normalmente aparecem no médio e longo prazo, mas se houver foco, planejamento, dedicação de todos e união, evidentemente, os objetivos serão alcançados.” Também na cerimônia, destacou ações do MEC ao longo dos dois últimos anos. “Num prazo inferior a dois anos estamos consolidando políticas públicas muito fiéis ao que foi planejado desde o início da nossa gestão à frente do Ministério da Educação”, disse, citando a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o estímulo à educação em tempo integral, a Reforma do Ensino Médio, as mudanças no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e o Financiamento Estudantil (Novo Fies).
Com o lançamento dos três editais dos programas, o Governo Federal investe no compromisso com a valorização dos docentes no Brasil. Os editais fazem parte de um grande conjunto de ações para melhoria da política de fomento da educação básica, uma das prioridades da atual gestão do Ministério da Educação. Eles atendem a objetivos estratégicos, envolvendo desde a ampliação do número de discentes de licenciatura até o aprimoramento dos mecanismos de indução.
O novo edital do Pibid tem por objetivo promover a iniciação do licenciando no ambiente escolar ainda na primeira metade do curso, visando estimular, desde o início da jornada do docente, a observação e a reflexão sobre a prática profissional no cotidiano das escolas públicas de educação básica. Os selecionados serão acompanhados por um professor da escola e por um docente de uma das instituições de educação superior participantes do programa.
Já o Programa de Residência Pedagógica visa a induzir o aperfeiçoamento do estágio curricular supervisionado, por meio da imersão do licenciando – que esteja na segunda metade do curso – numa escola de educação básica. A imersão deve contemplar, entre outras ações, regência de sala de aula e intervenção pedagógica. Assim como no Pibid, cada selecionado será acompanhado por um professor da escola com experiência na mesma área de ensino do licenciando, e por um docente de instituição de educação superior. O lançamento desses dois editais, além de assegurar a continuidade do Pibid, visa o aperfeiçoamento da formação de professores para a educação básica e com a valorização dos cursos de licenciatura.
A apresentação foi feita pela secretária executiva do MEC, Maria Helena Guimarães de Castro. Ela destacou que, na educação básica, 85% dos alunos brasileiros estão em escolas públicas. “Nós estamos olhando, com esta política, tanto a formação inicial como a continuada dos professores. A formação continuada é desenvolvida por várias secretarias do Ministério da Educação, como a Secretaria da Educação Básica, a Secadi, a Setec e a Sesu”, disse, referindo-se às secretarias de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão, de Educação Profissional e Tecnológica e de Educação Superior. “Hoje estamos falando da formação inicial e da importância de uma proposta articulada.”
Os dois programas, Pibid e Residência Pedagógica, fazem parte da nova Política de Formação de Professores, anunciada pelo ministro da Educação em outubro de 2017. Ambos são desenvolvidos em estreita colaboração com as redes de ensino dos estados e dos municípios, enquanto que as instituições superiores organizam seus projetos institucionais, articulados com a proposta pedagógica das redes de ensino, que sediarão os subprojetos. As instituições também serão selecionadas por meio de edital.
UAB – O terceiro edital da série consiste na articulação de ofertas do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), uma iniciativa do Ministério da Educação para oferecer aos professores que atuam fora de suas áreas de formação a oportunidade de obter a capacitação adequada. A existência de professores lecionando fora de sua área de formação tem sido identificada pelo índice de formação docente do Censo da Educação Básica, cuja última edição data de 2017.
Em 2016, o Sistema UAB completou 10 anos. O programa, instituído pelo Decreto nº 5.800, de 8 de junho de 2006, visa à expansão, democratização e interiorização da oferta de cursos e programas de educação superior no país por meio da modalidade educação a distância. Desde então, segundo a Capes, o uso de tecnologias de comunicação e informação no processo de ensino e aprendizagem tem contribuído para incrementar o alcance e a qualidade da formação de professores, principalmente para municípios e estados que carecem de cursos de pós-graduação voltados aos professores de suas redes de ensino
América del sur/Brasil/01 Marzo 2018/Fuente: Spanish.peopledaily
El director del Banco Mundial en Brasil, Martin Raiser, aseguró hoy que la educación en el país sudamericano está mejorando, pero alertó que lo hace a pasos muy lentos y ello supondrá que tardará mucho en alcanzar el nivel exigido por la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos (OCDE).
En un seminario sobre «el potencial de la educación», Raiser destacó que si las reformas educativas que pretende impulsar el gobierno brasileño se llevan a cabo, el país podrá mejorar mucho su siempre cuestionado sistema educativo.
«Si las reformas son implementadas en Brasil, como ya fueron encaminadas en el enseño, en el currículum, en la formación, en la capacitación de los profesores y en la gestión de las escuelas, se puede mejorar mucho», dijo.
«Tenemos el ejemplo del municipio de Sobral, en Ceará (noreste), que ya alcanzó una media mayor que la que marca la OCDE, al llegar al 6,7. Brasil ya tiene experiencias que son tan buenas como la media de la OCDE, aunque tiene muchas experiencias muy por detrás de esta buena práctica en que algunos ya están avanzando» , explicó Reiser.
El representante del Banco Mundial en Brasil agregó que la situación de la educación mundial es un poco preocupante porque, al mismo tiempo en que se observa un aumento significativo de los recursos y alumnos entrando en la escuela, la mejora en el aprendizaje de estos alumnos es muy menor que la deseada.
«Muchos alumnos van a la escuela pero no saben responder a cuestiones simples y principales. La cuestión ahora tiene que ser mucho más enfocada a lo que está sucediendo dentro de la clase para evaluar cómo transformar el gasto en educación en una mejora del aprendizaje», comentó.
Raiser dijo que los bajos resultados obtenidos en la educación en Brasil y en otros países donde los índices son negativos, pueden estar vinculados a varios factores, entre ellos la situación del estudiante.
«¿Tuvo acceso a la guardería? ¿Cuenta con apoyo de su familia? Por supuesto, los países con renta más alta tienen más oportunidades para que los niños entren a la escuela con mejor preparación», agregó.
El director del Banco Mundial en Brasil destacó también otro aspecto influyente dentro de una clase. ¿»El profesor está bien formado, capacitado? ¿Obtiene las herramientas necesarias para tener un buen desempeño? ¿Tiene incentivos? Es necesario evaluar si el mal profesor recibe orientación o continua haciendo un trabajo inferior», completó.
Otro punto resaltado por Raiser es la gestión y la necesidad de la escuela de tener un buen director, evaluando si recibe el apoyo adecuado y la formación necesaria. «Todo esto tiene que ver más con buenas prácticas de manejo que sólo con más recursos», finalizó.
En 2017, al menos 445 personas fueron asesinadas en crímenes homofóbicos o transfóbicos en Brasil, la cifra más alta del mundo.
En el mes de agosto del año pasado Sérgio Rodrigo, estudiante de doctorado en Comunicación en la Universidad Federal de Bahia (UFBA), salía del cine. Era un día como cualquier otro y en un gesto automático encendió su móvil al terminar la película. Su teléfono vibró frenético: un torrente de mensajes de odio lo sorprendió.
El día anterior había asistido a una muestra de arte en la que un performer se desnudaba para, acto seguido, exponer su cuerpo para la libre manipulación por parte del público. Sérgio nunca se imaginó que después de compartir un vídeo sobre dicha performance sería acosado violentamente por haters, trolls y personas desconocidas en las redes sociales.
“Había ido a ver la performance La Bête, la publiqué en mi Instagram con el nombre de la exposición, el nombre del artista y los etiqueté. Ahí me fui al cine, desconecté el celular y cuando lo encendí otra vez estaba recibiendo centenas de ataques. Personas que me llamaban pedófilo. Otras decían que iban a cortar mi mano, mi miembro, que me iban a cortar la cabeza, que tenía que ser fusilado. Tuve que cerrar el acceso a Instagram con un candado virtual porque muchas personas me mandaban invitaciones. Luego comenzaron a buscarme en otras redes sociales. Primero me buscaron en Twitter y después en Facebook”.
A primera vista quizá resulte complicado vincular la vivencia de Sergio con las recientes noticias acerca del radical aumento de las muertes violentas de personas LGBT en este país. Se denuncia que 445 personas murieron víctimas de crímenes homofóbicos o transfóbicos durante 2017, un 30% de aumento con respecto a 2016, según un informe publicado por el Grupo Gay de Bahía basado en las noticias publicadas en medios de “comunicación tradicionales, internet e informaciones personales”. Es el mayor número de muertes que se registra en ese estudio en 37 años. Entre ellas, 179 víctimas son transexuales y travestis y el 80% son negras, de acuerdo con la reciente investigación de la Asociación Nacional de Travestis y Transexuales (Antra) publicada en el Día Nacional de la Visibilidad Trans.
LAS CAUSAS
Las razones del aumento de los crímenes de odio contra personas LGBT en Brasil no responden a una causa única ni reciente. El aumento de la violencia, especialmente después del proceso de impeachment que expulsó del Gobierno a la presidenta Dilma Rousseff, responde a una trama compleja que incluye una mayor militarización en el territorio, una agenda político-económica conservadora y reaccionaria movida por el establishment del gigante del sur.
Sonia Onufer Corrêa es antropóloga, experta en políticas sexuales y coordina el observatorio de políticas sexuales (Sexuality Policiy Watch – SPW) en Rio de Janeiro. Apunta a que no es posible mirar los datos de violencia, en este caso marcada por rasgos de género —mujeres y personas LGBT—, si no se los enmarca en un contexto de violencia estructural: “Esto también pasa en México, Colombia y Centro América. En Brasil hay 62.000 asesinatos por año, una ciudad entera que se va cada año, hay que ubicarla en una situación de guerra civil de baja intensidad”.
La SPW publicó un resumen de noticias durante el mes de septiembre de 2017, llamando la atención sobre varios episodios graves de censura artística e intelectual vinculados con el micro caso de Sérgio. A causa de la presión de grupos evangélicos pero también del grupo neoconservador y de derechas Movimiento Brasil Libre (MBL), la exposición de arte Queermuseu: cartografías de la diferencia en América Latina fue cancelada el 10 de septiembre de 2017 en el centro cultural Santander en Porto Alegre. La medida repercutió en el cierre de otras exposiciones.
Estas olas de censura y pánico moral confluyen en una necropolítica que hace de “Brasil un campeón mundial de asesinatos de personas LGBT”
Al poco tiempo se canceló la pieza El Evangelio según Jesus, Reina del cielo, que protagonizaba una actriz trans en el papel de Jesús en el centro cultural SESC Jundiaí. En el sur de Mato Grosso, un cuadro titulado Pedofília fue retirado de una exposición después de la denuncia de diputados de ese Estado. No obstante, señalan varios medios de comunicación brasileños, la ola de censura artística no es nueva aunque se viene intensificando en los últimos años.
Estas olas de censura y pánico moral en el escenario brasileño enmarcadas en el ataque a la homosexualidad y a los cuerpos trans confluyen, tal como apuntan desde la SPW, en una necropolítica que hace de “Brasil un campeón mundial de asesinatos de personas LGBT. Es, en un país en el que cada 23 horas muere una persona cuyo género y sexualidad difiere de la norma dominante, que el gobierno (de huelga) redujo a cero el financiamiento de las políticas contra la discriminación por razones de orientación sexual e identidad de género”.
Desde la organización llaman la atención sobre las decisiones del Supremo Tribunal Federal que consideró la enseñanza religiosa confesional como un derecho constitucional, y fue por tal razón objeto de crítica por parte de juristas y activistas de los derechos a la educación. Tales decisiones favorecen las campañas contra la sensibilización en temas de género en el sistema público de educación, son ataques a visiones plurales que tendrán consecuencias nefastas en el futuro de niñas, mujeres, jóvenes y personas adultas LGBT.
FUNDAMENTALISMO Y CRÍMENES DE ODIO
Bárbara Alves, activista lesbiana integrante del Fórum Bahiano LGBT señala dos factores en confluencia desde los cuales entiende el aumento de los crímenes de odio “es la extensión del sistema capitalista en tensión con el propio sistema y el aumento del fundamentalismo religioso. Ese fundamentalismo que solo intensifica el odio” reflexiona en un mensaje de audio. Consultada acerca de su percepción sobre los impactos de la violencia describe: “Nos quieren demostrar que la calle no nos pertenece, que tenemos que volver para los guetos, que podemos ser asesinadas en cualquier momento. Es mi mirada aquí en Salvador, después de diez años de actuación, de ser combativas, de estar en la lucha, construyendo políticas públicas. De ser consciente de que no somos una aberración. Hoy esa violencia lleva al suicidio en muchos casos. Tanto que la última vez que me puse a observar esta problemática pude notar que del 1 al 10 de enero ocurrieron nueve suicidios de mujeres. Con los gays, la forma es tornarlos invisibles, que seamos conscientes de nuestra sexualidad pero que no transitemos por espacios heterosexuales. Es muy complicado el momento que estamos viviendo”.
“Nos quieren demostrar que la calle no nos pertenece, que tenemos que volver para los guetos, que podemos ser asesinadas en cualquier momento”
El estudio difundido por el Grupo Gay de la Bahia constituye un punto de inflexión, una alarma para la toma de medidas de precaución. Sin embargo, Corrêa señala que no existe una base sólida de información sobre crímenes LGBT en Brasil. “El estudio que hace el GGB lo hace en base a artículos de prensa, no hay aún en Brasil un estudio serio para identificar en esa base de datos quiénes son las personas LGBT, por que la única manera en que se consigue esa información es a través de investigación cualitativa. La base de datos cuando hay un registro de asesinatos esta desagregada por los ítems femenino / masculino y raza. Si quieres captar información mas fina, es complicado. Por ejemplo, miras la base del GGB y miras una zona del país en donde se ve que hay violencia muy concentrada. Después debes ir a la base de datos de homicidios, luego ir a buscar a la familia o amigos y averiguar haciendo un trabajo profundo y multidisciplinario para saber si la persona era trans o lesbiana”.
DOGMATISMOS RELIGIOSOS Y ATAQUES
Brasil fue uno de los principales escenarios de ataque por parte de los dogmatismos religiosos frente a quienes piensan de forma teórica las políticas sexuales. En noviembre del año pasado esto se visibilizó con el ataque de fanáticos conservadores contra Judith Butler. A fines de octubre, una petición firmada por una variedad de sectores conservadores repudiaban la visita de la teórica queer y pedían que el evento fuese cancelado.
Después el 7 de noviembre, se sucedieron manifestaciones callejeras en las que una imagen de Butler fue incinerada. Unos pocos días más tarde, cuando la referente queer-feminista embarcaba en San Pablo hacia Rio de Janeiro, Judith Butler y su compañera Wendy Brown fueron agredidas otra vez.
“Creo que la LGBTfobia siempre fue muy grande en Brasil, el aumento tiene que ver con la identificación del crimen como LGBTfobia. Tiene que ver con sujetos LGBT orgullosos de ser quiénes son y encontrándose víctimas de violencia por ser quiénes son”, resalta Sérgio quien estudia el devenir de las subjetividades trans en internet. Por otro lado, para muchas de las personas entrevistas en Brasil se vive un momento único. Según defienden llegó la hora de nombrar esa violencia como una violencia dirigida a personas con opciones e identidades sexuales diferentes y disidentes.
Corrêa explica que “desde hace muchos años en Brasil se ataca el aborto y la homosexualidad. Pero los ataques se realizan [ahora] de manera muy concentrada”
Las cuestiones de género y sexualidad están bajo ataque. Esto no es nuevo y está sucediendo en toda América Latina. Responde a algunos avances visibles sobre la agenda LGBT, en especial relativas al casamiento igualitario y las leyes de identidad de género. Son cuestiones de naturaleza política en las que las fuerzas conservadoras y religiosas, aunque no exclusivamente, se colocan en un lugar central de la disputa, pujando hacia la restauración de un orden conservador. Corrêa explica que “desde hace muchos años en Brasil se ataca el aborto y la homosexualidad. Pero los ataques se realizan de manera muy concentrada, con campañas contra lo que llaman la ‘ideología de género’ con fuerza desde 2015 cuando culminan con un ataque a Judith Butler. Pero hay muchas otras señales como todas las intervenciones legislativas para suspender los planes de estudio que incluyen estos debates en las escuelas. Estamos hablando del dogmatismo religioso, no de la religión per se, son actores institucionales clericales, dogmáticos y conservadores. No son todas las comunidades religiosas”.
Brasil es uno de los países que más avanzó en la discusión y obtención de derechos LGBT aunque la discusión sobre el aborto, como en casi todos los países de la región, se ve continuamente bloqueada en su avance hacia la despenalización. El año pasado, el derecho al aborto fue directamente atacado en las opciones de acceso para interrupciones legales de la gestación. Los derechos pospuestos de mujeres y personas de las disidencias sexuales son, actualmente, la moneda de cambio en una sociedad dominada por una clase política de corte conservador con un Congreso de mayoría evangélica. Por otro lado, el debate, la discusión y la polémica que generan las controversias y la visibilidad sobre estos temas puede ayudar a que la opinión pública cambie su postura hacia visiones más progresistas, aunque no siempre esto se da de manera lineal.
Los derechos de mujeres y personas LGTB son la moneda de cambio en una sociedad dominada por una clase política de corte conservador con un Congreso de mayoría evangélica
Los ataques organizados en enjambre por grupos homofóbicos en redes sociales digitales, la censura en museos y las violencias directas contra los cuerpos de las personas LGBT están siendo constantemente repudiados por los movimientos sociales. En Brasil, el clima de inestabilidad política es mayor a causa de un año electoral plagado de persecuciones judiciales y campañas mediáticas de descrédito dirigidas al expresidente Lula da Silva, quien cuenta con la mayor aprobación e intención de voto en el presente. La postura de los partidos progresistas y la izquierda es más bien refractaria a la hora de un compromiso continuado sobre los temas de género, sexualidad y aborto. Serán los propios movimientos y los colectivos LGBT y transfeministas quienes jugarán un papel clave para el avance en el derecho a una vida libre de violencias.
Hoy, lamentablemente estamos llenos de tristeza el equipo del portal Otras Voces en Educación, por la partida física de otro de los grandes intelectuales latinoamericanos contemporáneos, Theotonio dos Santos Júnior, quien nació en Carangola, Minas Gerais, en Brasil, el 11 de noviembre de 1936 y falleció hoy 27 de febrero del corriente año en Río de Janeiro, a los 81 años, víctima de un cáncer en el páncreas.
Santos, fue uno de los principales formuladores de la teoría marxista de la dependencia. El economista fue uno de los más influyentes pensadores latinoamericanos en la segunda mitad del siglo XX y principios del siglo XXI, con su decenas de obras publicadas. También ocupaba el puesto de coordinador de la cátedra UNESCO en Economía Global y Desarrollo Sostenible, era profesor emérito de la Universidad Federal Fluminense y profesor visitante de la Universidad del Estado de Río de Janeiro, de la Universidad Nacional Autónoma de México, de la Universidad del Nrte de Illinois, de la Universidad de Estado de New York, de la Universidad Federal de Minas Gerais, del Instituto Bennett de Río de Janeiro, entre otros.
Además, recibió diversos Doctorados Honoris Causa, en la Universidad Nacional Mayor de San Marcos, en la Universidad Ricardo Palma y en la Universidad de Buenos Aires.
Siempre quedará su legado y siempre permanecerá en nuestros corazones.
Brasil/24 de Febrero de 2018/Autores: nbo/ass/mah/La Vanguardia
Los países iberoamericanos mejoraron el acceso a la educación, pero tienen el desafío de garantizar más calidad e igualdad a los alumnos, defendió hoy el director de educación de la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos (OCDE), Andreas Schleicher.
«Iberoamérica hizo muchas conquistas, en especial respecto al acceso de los niños y jóvenes a las escuelas. El principal desafío de la región ahora es mejorar la calidad y la equidad de la educación en estos países», explicó a Efe Schleicher, quien está en Sao Paulo para discutir con expertos y secretarios de educación iberoamericanos los resultados del informe trienal Pisa.
El director destacó los «resultados positivos» de Colombia, Perú y Brasil, además de Portugal, país cuyos esfuerzos calificó de «muy exitosos» para el avance de las habilidades de aprendizaje en los últimos 15 años.
La reunión de este martes tiene como punto clave discutir y definir las «políticas educativas que hay que llevar adelante» en la región, según afirmó el director subregional de la Secretaría General Iberoamericana, Alejo Ramírez.
«En términos generales, el gran logro de Iberoamérica fue el aumento de la tasa de participación educativa, con algunos rasgos de aumento en la calidad. Por otra parte, la desigualdad socioeconómica aún es un gran desafío», declaró Ramírez.
Para el director, el informe Pisa, el cual fue analizado hoy, se es un importante indicador para analizar y mejorar la calidad educativa, aunque, subrayó, hay que tener en cuenta otros factores de investigación más allá de «tan solo tres elementos».
«Una región como la nuestra, que es una región diversa, desigual y compleja, requiere no solamente elementos y análisis puntuales sino también poner en contexto otros elementos. El índice Pisa es un componente adicional para mejorar nuestra calidad educativa», enfatizó.
Pese a los «acalorados debates» que acompañan la divulgación del informe, opinó Ramírez, los secretarios de educación están de acuerdo que la «desigualdad socioeconómica determina la calidad educativa», por lo que se hace fundamental la implementación de políticas públicas concretas orientadas a la educación.
«Es la calidad en la enseñanza infantil, básica y secundaria que determinará un cambio estructural en la perspectiva de futuro de los jóvenes», afirmó el ministro de Educación de Brasil, Mendonça Filho.
El año pasado, el gobierno brasileño aprobó una reforma en la enseñanza secundaria que incluye, entre otras medidas, un currículum común a todas las escuelas del país -que deberán se adecuar a las nuevas reglas hasta el final de 2020-, y la capacitación de los profesores.
En línea con Brasil, España viene discutiendo en las últimas semanas un pacto educativo nacional para «revisar mejoras» en el ámbito educacional, según apuntó el secretario general de universidades español, Jorge Sainz González.
«Algunas situaciones (expuestas en el informe Pisa) son comunes para todos los países iberoamericanos, en las que se puede invertir en mejorías. Hoy es un momento importante de compartir, ver resultados y ver como distintos proyectos dan distintos frutos en distintos países», completó.
Participaron en el último examen Pisa, en 2015, más de medio millón de estudiantes de 15 años, provenientes de 72 países, y que fueron evaluados en asignaturas como ciencias, matemáticas, nociones financieras, resolución de problemas y lectura.
Aunque los líderes iberoamericanos discutirán diferentes abordajes para solucionar el problema educativo en esta región, Sainz sintetizó el principal reto común de la zona.
«Políticas educativas no tienen un impacto inmediato en la sociedad. Es un impacto futuro, pero que tiene mucha relevancia. Se trata de un futuro muy competitivo donde todo los países están invirtiendo tiempo, dinero y capacidad en mejorar los resultados educativos en todo el mundo, por lo que tenemos que hacer nuestra parte», concluyó
Resumen: El Ministerio de Educación de Brasil divulgó el edicto del Fondo de Financiamiento Estudiantil (FIES) para el primer semestre de 2018. En total, se ofrecerán 310 mil plazas, siendo 155 mil para los primeros seis meses del año.Las inscripciones serán hechas exclusivamente por internet, entre el 19 y el 28 de febrero.La información fue publicada en el Boletín Oficial (DOU) el viernes, 16. El nuevo Fies, sancionado el 7 de diciembre de 2017 por el presidente Michel Temer, es un modelo de financiamiento estudiantil moderno, que divide el programa en diferentes modalidades, ofreciendo condiciones a quien más precisa y una escala de financiamientos que varía según la renta familiar del mismo, candidato.Del total de vacantes ofertadas, 100 mil tendrán interés cero para los estudiantes que comprueban un ingreso per cápita mensual familiar de hasta tres salarios mínimos. Las otras dos modalidades, llamadas P-Fies, se destinan a estudiantes con renta familiar de hasta cinco salarios mínimos.Para atender a esta parcela de candidatos, el Nuevo Fies tendrá recursos de los Fondos Constitucionales y de Desarrollo
Candidatos ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o primeiro semestre de 2018 já podem fazer suas inscrições, exclusivamente pela internet, a partir desta segunda-feira, 19. O prazo vai até as 23h59 de 28 de fevereiro. No total, serão ofertadas 310 mil vagas, sendo 155 mil para os primeiros seis meses do ano.
O Novo Fies, sancionado em 7 de dezembro de 2017 pelo presidente Michel Temer, é um modelo de financiamento estudantil moderno, que divide o programa em diferentes modalidades, oferecendo condições a quem mais precisa e uma escala de financiamentos que varia conforme a renda familiar do candidato. Do total de vagas ofertadas, 100 mil terão juros zero para os estudantes que comprovarem uma renda per capita mensal familiar de até três salários mínimos.
As outras duas modalidades, chamadas de P-Fies, destinam-se a estudantes com renda familiar de até cinco salários mínimos. Para atender a essa parcela de candidatos, o Novo Fies terá recursos dos Fundos Constitucionais e de Desenvolvimento.
A principal mudança no programa é a transparência nas informações. E mais: os candidatos incluídos na situação das vagas com juro zero começarão a pagar as prestações respeitando o seu limite de renda. Dessa forma, os encargos diminuem consideravelmente. O estudante agora terá a possiblidade de pagar o financiamento respeitando sua condição de vida.
Seleção – Para poder concorrer a uma vaga, o estudante deverá cumprir por antecipação os seguintes requisitos: ter feito uma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, com média igual ou superior a 450 pontos, e obtido nota maior que zero na redação.
As inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet, no site do Fies Seleção. Em caso de pré-seleção em uma das vagas disponíveis para financiamento, o estudante deverá complementar informações da sua inscrição e, posteriormente, fechar a contratação do financiamento.
Poderão ser financiados os cursos de graduação com conceito maior ou igual a três no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) ofertados pelas instituições de ensino superior participantes do Fies. Também poderão participar do programa os cursos que, ainda não avaliados pelo Sinaes, estejam autorizados para funcionamento pelo cadastro do MEC. Durante o curso, o estudante deverá ter rendimento para ser aprovado em todas as matérias.
Resultados – O resultado será publicado em 5 de março, em chamada única. No caso dos estudantes inscritos pelo P-Fies, a relação de selecionados sairá em 12 de março. Com exceção do P-Fies, os candidatos não convocados poderão manifestar interesse por lista de espera entre 6 e 30 de março.
América del sur/Brasil/22 Febrero 2018/Fuente: Atlántico
El rector, Salustiano Mato, firmó ayer el primer acuerdo entre una universidad europea y la red federal de Educación Profesional, Científica y Tecnológica (Conif) de aquel país.
La Universidad de Vigo y una veintena de institutos federales de Brasil materializaron ayer en Brasilia una relación que comenzó en el año 2014 y continuó en 2016 con la visita al Campus vigués de una delegación de representantes del Ministerio de Educación de Brasil, del Consejo de Rectores y de media docena de institutos federales. Al año siguiente, hubo una segunda visita de nueve institutos federales brasileños para establecer sinergías en el ámbito del doctorado y para conocer la especialización de los tres campus de la UVigo.
Ahora es el rector vigués, Salustiano Mato, quien viajó a Brasilia, para firmar un memorando, el primero por parte de una universidad europea, que contempla acciones en los ámbitos educativo, científico y tecnológico, entre la Universidad de Vigo y el Conselho Nacional de las Instituições de la Red Federal de Educação Profissional, Científica y Tecnológica (Conif), así como convenios específicos con una veintena de institutos federales, con el objetivo de facilitar e intensificar la cooperación para el desarrollo de proyectos y actividades de I+D, entre otras acciones. Se sientan así las bases para una colaboración entre la Universidad de Vigo y toda la red. A mayores, Salustiano Mato firmó 25 convenios específicos con los rectores de los institutos federales para impulsar la internacionalización, sobre todo en la parte académica, para abrir vías que a cada instituto le interesen y para captar alumnos de máster y doctorado.
El memorando con el Conif, la institución encargada de valorizar y consolidar los institutos federales, los centros federales de educación tecnológica y el Colegio Pedro II, y que aglutina más de un millón de estudiantes en todo Brasil, fue suscrito por el rector Salustiano Mato y el presidente de esta institución, Roberto Gil Rodrigues de Almeida, en presencia del embajador de España en Brasil, Fernando Villalonga. Además, el rector firmó convenios con los institutos federais de Alagoas, Amapá, Amazonas, Brasilia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Río de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo, Sertão Pernambucano, Sudes de Minas y Sul de Minas.
Además de la llegada de alumnado procedente de los institutos federales a la Universidad de Vigo, los convenios también fomentarán la movilidad de grupos de investigación y docentes en líneas específicas, así como la realización de proyectos de investigación intercontinentales en diversas temáticas. Fernando Villalonga destacó el buen posicionamento conseguido por la Universidad de Vigo en el país suramericano.
Tras la firma de los convenios, el programa de actividades que el rector de la Universidad de Vigo desarrolla en Brasilia continuará hoy con una reunión con representantes del Ministerio de Educación de Brasil y una visita al rector del Instituto Federal de Goiás.
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