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Inger Enkvist: “A nova pedagogia é um erro. Parece que não se vai à escola para estudar”

Por El País

Pedagoga sueca, com mais de quatro décadas de experiência na educação, critica método que dá mais iniciativa aos alunos na sala de aula e defende um ensino mais tradicional

O silêncio reina na rua de pedras onde mora Inger Enkvist, em Lund, uma das cidades mais antigas da Suécia, com uma das universidades mais importantes deste país nórdico. Ninguém diria que a poucos minutos a pé fica o centro urbano. Esta calma chega ao interior de seu apartamento, uma sobreloja com grandes janelas e um jardim traseiro comunitário. Seu escritório, luminoso e cheio de livros, é um reflexo de sua ideia de como é preciso se entregar a qualquer tarefa intelectual: com ordem, concentração, seguindo regras…, lendo.

Começou sua carreira educativa como professora do ensino secundário, e agora é catedrática emérita de espanhol na Universidade de Lund. Centrou sua pesquisa na obra de Mario Vargas Llosa e Juan Goytisolo, e escreveu ensaios sobre José Ortega y Gasset, Miguel de Unamuno e María Zambrano. Publicou vários livros sobre pedagogia – como Repensar a Educação (Bunker Editorial, 2006, digital) – e centenas de artigos, além de ter assessorado o Governo sueco no assunto. Sentada na sala de sua casa, Enkvist conversa em espanhol sobre como acredita que as escolas deveriam ser, enquanto bebe um suco de frutas vermelhas servido num jarrinho de barro comprado em Segóvia. Falando com ela, não é nada difícil imaginá-la no seu colégio, ainda menina, tirando ótimas notas.

Pergunta. Como recorda sua escola?

“O novo desafio é controlar o acesso ao celular. As escolas fazem bem em proibi-lo e os pais devem vigiar seu uso em casa. Devem saber dizer “não”

Resposta. Era pública e tradicional. Não tenho más recordações. Talvez houvesse algumas aulas chatas, mas às vezes a vida é assim. Os alunos chegavam na hora e não havia conflitos com os professores. A Suécia me deu uma educação gratuita e de qualidade.

P. Os tempos mudaram. Continua valendo a disciplina daquela época?

R. A relação entre pais e filhos se baseia mais do que nunca nas emoções. Temos uma vida mais fácil, e queremos que nossos filhos também a tenham. Mas a escola deve estar consciente de que sua tarefa principal continua sendo formar os jovens intelectualmente. A escola não pode ser uma creche, nem o professor um psicólogo ou um assistente social.

P. Qual deve ser a finalidade do ensino infantil?

Inger Enkvist, no escritório da sua casa, no centro de Lund (Suécia).
Inger Enkvist, no escritório da sua casa, no centro de Lund (Suécia). EVAN PANTIEL

R. Deve ser muitas coisas, mas sua tarefa principal é dar uma base intelectual. Dar conhecimentos aos jovens, prepará-los para o mercado de trabalho, transmitir-lhes uma cultura e proporcionar-lhes uma ideia da ordem social, porque a escola é a primeira instituição com a qual as crianças se deparam, e é importante que vejam que há algumas regras, que o professor é a autoridade e que é preciso respeitar tanto ele como os colegas.

P. Mas a tecnologia torna mais difícil controlar crianças hiperestimuladas.

R. Sempre houve dificuldades na aprendizagem. Há 50 anos, era o fato de precisar andar uma hora para chegar ao colégio, ou oferecer refeições nutritivas. Hoje se trata da enorme quantidade de estímulos. O novo desafio é controlar o acesso ao celular e ao computador para que se concentrem. As escolas que proíbem o celular fazem bem. Em casa, os pais devem vigiar o tempo de uso da tecnologia. Proibir é muito difícil, porque se criam conflitos, mas um pai moderno deve saber dizer “não”. Deve resistir.

P. Há pedagogos que afirmam que a escola tradicional é chata e educa crianças submissas, e que é preciso aprender a aprender.

R. A escola é um lugar para aprender a pensar sobre a base dos dados. Isso de insistir em aprender a aprender sem falar antes de aprendizagem é uma falsidade, porque não podemos pensar sem pensar em algo. Sem dados não há com o que começar a pensar.

P. A escola não deveria ser um lugar onde se divertir?

“O que os exames do PISA não revelam é se existe uma boa atmosfera na sala de aula, se bons princípios de trabalho são inculcados, se as ciências humanas são bem ensinadas”

R. A satisfação na escola deve estar vinculada ao conteúdo: entrar numa aula e que lhe contem algo que você não sabia. Mas é preciso saber que, para entender algo novo, é necessário fazer um esforço. Além disso, é fundamental que o professor nos ensine a ler e também como nos comportar. É impossível aprender bem sem que haja ordem na sala de aula. Essa é a base principal: comportamento, leitura e avaliação pelo conhecimento.

P. O que opina da tendência de pôr almofadas na sala de aula para que os alunos se deitem?

R. Isso é enganar os jovens. Para aprender a escrever, uma criança precisa sentar-se bem, olhar para frente, ter lápis e papel, concentrar-se… Aprender pode ser um prazer, mas, insisto, exige um esforço e um trabalho. É preciso dizer isso às crianças. Se não, estamos enganando-as. Tocar violino, por exemplo, não é fácil. Exige muita prática. Os estudos do psicólogo sueco Anders Ericsson mostraram que é necessário um esforço prolongado para melhorar em algo. Para ser bom em algo você tem que se dedicar 10.000 horas. E precisa fazê-lo de forma consciente e trabalhar com um professor. Sua pesquisa avaliza a ideia tradicional de uma escola baseada no esforço do aluno, sob a orientação de um professor.

P. Há quem diga que não é preciso decorar porque tudo está no Google.

R. Essa é outra falsidade. O Google é uma ferramenta genial. É de grande ajuda para os adultos, porque sabemos o que procuramos. Mas, para quem não sabe nada, o Google não serve de nada. Há intelectuais que andam por aí dizendo que estudar geografia não foi útil. Acredito que se esqueceram de como e quanto aprenderam na escola. Afirmar essas coisas é uma falta de honradez com os jovens. E menosprezar a importância em si da vida intelectual do aluno.

P. Em que consiste a nova pedagogia que você critica?

Inger Enkvist: “A nova pedagogia é um erro. Parece que não se vai à escola para estudar”
EVAN PANTIEL

R. A nova pedagogia é um pensamento que se vê por toda parte no Ocidente. A Suécia a adotou nos anos sessenta. Consiste, por exemplo, na pouca gradação das notas, por isso muitos pensam que não há razão para estudar muito se isso não for se refletir no histórico escolar. Dá-se muita importância à iniciativa do aluno, trabalha-se em equipe e, ao mesmo tempo em que as provas desaparecem, aparecem os projetos e o uso das novas tecnologias. Em geral, parece que se vai à escola para fazer atividades, não para trabalhar e estudar. Dá-se mais ênfase ao social que ao intelectual. Acho que é um erro. Por um lado, os alunos com mais capacidade não desenvolvem todo o seu potencial e, por outro, os que têm uma menor curiosidade natural por aprender não avançam. Além disso, muitos gostos são adquiridos, como a história, a leitura e a música clássica. No começo podem parecer chatos, mas, se alguém insistir para que tenhamos um primeiro contato, é possível que acabemos gostando. Atualmente, muitos jovens escolhem sem terem conhecido e, claro, escolhem o fácil.

P. A Espanha é um dos países da OCDE que dedica mais horas à lição de casa. Isso tem alguma utilidade?

R. Quando a jornada é muito longa, como na Espanha, não faz sentido. Se um aluno está cansado, a lição de casa não melhora o seu rendimento. É preciso buscar um número ideal de aulas pela manhã, quando a criança está mais acordada, dar-lhe um tempo de descanso e, à tarde, talvez uma tarefa de revisão do que fez durante aquele dia. Um bom exemplo é a Finlândia, onde os alunos entram às oito da manhã e saem às duas da tarde, incluindo o almoço; exceto às quintas-feiras, quando saem às quatro da tarde.

P. Quando criança, você era um grande leitora. Como despertar esse prazer se uma criança não está interessada?

R. Era uma leitora compulsiva. Ninguém teve de insistir para que eu pegasse um livro. Mas há crianças que precisam disso. Talvez no começo seja necessário forçá-las um pouco, encorajá-las para que se tornem leitoras de lazer. Como se faz isso da escola? Comprar bons livros para a biblioteca e recomendar um a cada sexta-feira. Um aluno pode contar o que leu naquela semana. Fazer pequenas competições para ver quem leu mais. Medir como o seu vocabulário aumenta. E explicar que a leitura lhes permitirá, quando adultos, um melhor desenvolvimento. Se os alunos começam a ler, quase todos descobrirão que é um prazer. Mas eles precisam de horas. Calcula-se que na maioria dos países se dedicam 400 horas à aprendizagem da leitura na escola primária. Para ser um bom leitor, são necessárias 4.000 horas. É impossível ter tanto tempo na aula. Eles têm de fazer isso em casa. O que os pais podem e devem fazer é ler com os filhos: apoiar a leitura e servir de modelo.

P. Mas as humanidades estão perdendo peso.

R. Dizem que o amanhã será dominado pela tecnologia e pelas ciências naturais, e que o que é histórico não é importante. Além disso, as provas do PISA [Programa Internacional de Avaliação de Estudantes], um conjunto de exames organizados pela OCDE para avaliar as competências de alunos de 15 anos em ciências, matemática e leitura] não levam em conta as humanidades porque é difícil comparar esses conhecimentos entre países, então a vontade de competição os leva a dar mais ênfase às matérias que fazem parte do PISA e negligenciar as outras. Tanto a escola quanto a família devem dar mais ênfase às humanidades.

P. A visão do PISA é a de uma escola que deveria funcionar como uma empresa?

R. A OCDE é uma organização econômica e analisa a educação a partir dessa perspectiva. O que o PISA não revela é se existe uma boa atmosfera na sala de aula, se bons princípios de trabalho são inculcados, se as ciências humanas, as ciências sociais, as matérias estéticas como arte e música, que são essenciais, são bem ensinadas. O PISA é uma prova muito específica que analisa algumas coisas. As escolas e os países deveriam defender que eles ofereçam muito mais do que isso.

P. Em seus livros, você aponta a Finlândia como um dos grandes modelos.

R. A educação na Finlândia foi tradicional, embora há dois anos o Governo tenha lançado um programa mais parecido com o da Suécia, porque meu país tem um desempenho escolar inferior, mas tem um comportamento econômico superior e criou empresas de tecnologia como Spotify e Skype. O Governo finlandês parece pensar que com um pouco de desordem suas escolas serão mais criativas. Não acredito nisso.

P. A Finlândia era tradicional? Não há exames no ensino obrigatório nem os havia antes dessa reforma que você menciona.

R. É preciso repensar a fobia aos exames. O exame ajuda a se concentrar em um objetivo. Que em tal dia você tem de saber esses conhecimentos. Um bom professor ensina coisas aos alunos, revisa com eles e faz algumas provas. E constroem outros ensinamentos sobre o que já foi aprendido, então esses conhecimentos voltam a aparecer mais tarde. Não faz um exame sobre algo sem importância. Com a prova final acontece a mesma coisa. É um objetivo claro. Ajuda a ter uma visão global.

P. Na Finlândia não se compara tanto as escolas, o que é comum na Espanha. É assim?

R. Na Finlândia continuam com a tradição de confiar nos professores. Quando existe um controle estatal do desempenho e se fazem comparações entre as escolas, o ambiente se deteriora. Para os professores, gera estresse e rancor em relação a quem te controla.

P. Como deve ser um bom professor?

R. Responsável e bem formado. Deve acreditar no poder do conhecimento. Não se é bom professor apenas pelo que se sabe sobre a matéria, nem só porque sabe conquistar os alunos. É preciso combinar ambos os elementos: atrair os alunos para a matéria para ensiná-la adequadamente. É preciso recrutar professores excelentes em que alunos, pais e autoridades possam confiar. E a menos que haja uma situação grave, devemos deixá-los trabalhar.

P. Como foi sua experiência na sala de aula?

R. O aluno tem de respeitar as instruções do professor, fazer as lições de casa e, por exemplo, não mentir. Antes, mentir era muito grave. Agora parece que não acontece nada. Vi jovens que inventam motivos para justificar por que não fizeram um trabalho, que escrevem de forma pouco legível para gerar dúvidas ou discutem o tempo todo com os professores. Sei o quão desagradável é que um aluno tente mentir para você. Vi isso no ensino médio e na universidade. Quando um professor sente que não é respeitado, que tentam enganá-lo, todas as relações de ensino se rompem.

P. O que fazer com as crianças que incomodam e não deixam os outros trabalharem?

R. Isso é um tabu. É considerado pouco democrático. Diz-se que devemos dar uma oportunidade a todos. Mas o que acontece quando uma criança problemática não deixa os outros trabalharem, quando se fala com ela e com os pais, mas não se corrige? É preciso colocá-lo em um grupo separado para ver se percebe e muda.

P. E as crianças que se esforçam, mas não atingem o nível?

R. Elas podem ter aulas de reforço. E podemos oferecer itinerários diferentes, como no caso de Cingapura.

P. E repetir de ano?

R. Fazer repetir uma criança às vezes serve e às vezes não, porque cada um é diferente. Gosto do sistema de Cingapura, onde o lema é que cada criança pode atingir seu nível ótimo. Existem diferentes maneiras de conseguir isso: uma maneira, digamos, normal e outra, expressa. A segunda inclui mais conteúdos em menos tempo. Há quem diga que é menos democrático, mas creio que, pelo contrário, é mais democrático porque convém à criança, à família e ao Estado. E há menos evasão escolar, um problema muito mais grave.

P. Não está aprendendo também por imitação? Ou seja, os alunos adiantados podem puxar aqueles que ficam para trás?

R. Funciona quando o grupo tem um bom nível e um bom professor. E se aqueles que têm de se integrar são poucos e querem fazê-lo. Se não, o que geralmente acontece é que aqueles que não querem trabalhar arrastam os outros.

P. O bilinguismo que combina inglês e espanhol prolifera nas escolas espanholas. Você matricularia seus filhos em uma dessas escolas?

R. Primeiramente, eu analisaria outras opções. Aprender inglês é bom, mas é preciso perguntar o que deixamos de aprender de outras matérias. Tenho dúvidas. Acredito que se pode aprender bem inglês com algumas horas de aula sem sacrificar outros conhecimentos, como por exemplo, as ciências. Na Suécia, as aulas de inglês só começam aos 9 ou 10 anos.

Fonte da entrevista: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/07/17/actualidad/1531826084_917865.html

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Educación gratuita

Por Rómulo López Sabando

La educación está sometida a la voluntad política del gobierno de turno. Se malgastan recursos. Sus presupuestos, que degeneran en control burocrático, cubren gastos del personal y mantenimiento. Hay desvío de fondos, autoritarismo, violaciones, deserción y altos costos. Generaliza la mediocridad. Los maestros, al depender del erario, pierden sus iniciativas y hacen lo que el Gobierno les ordena (y sanciona).

El Estado no logra calidad en la educación porque se sustenta en subsidios a la oferta.

El subsidio debe ser a la demanda que beneficia directamente a los alumnos y a los profesores. La educación es derecho de los padres.

Arkansas, Wisconsin, Suecia, Singapur, Corea del Sur, Alemania, Australia, Canadá, China, Colombia, Dinamarca, España (plan piloto), Estonia, Francia, Holanda, Hungría, Inglaterra, Israel, Italia (algunas regiones), Lituania, Nueva Zelandia, Noruega, Polonia, Catar, Suecia, Turquía, Tailandia y Chile, subsidian la demanda.

Estos Estados emiten un bono educativo, (’voucher’) o cheque escolar que el Gobierno entrega cada mes a los padres del alumno. Es intransferible. Solo sirve para pagar la colegiatura individual.

Lo reciben de una oficina de gobierno o banco designado por el Estado. Con el recibo de pago el alumno retira el ‘voucher’ del siguiente mes.

Dicen que se privatizará la educación. Falso. Es educación gratuita. Los padres, profesores y directivos de cada institución deciden cómo distribuir esos ingresos en sueldos, mantenimiento, laboratorios, biblioteca, etc. Y con esta autonomía establecen las mallas curriculares y programas de estudio con valores morales que enriquecen la enseñanza. No solo matemáticas, lenguaje y ciencias, sino historia, urbanidad, lógica, ética y cívica. Libertad de oportunidades. Sin injerencia de políticos, del Gobierno o de burócratas. Los profesores y/o padres de familia pueden comprar la escuela. Si no ocurre, seguirá propiedad del Gobierno. Los alumnos salen mejor preparados, los profesores mejoran sus ingresos y hay productividad y ética en el uso de los recursos.

Fuente del artículo: http://www.expreso.ec/opinion/columnas/educacion-gratuita-YM2295607.

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¿Qué tan bien lo estamos haciendo?

Por Moises Wasserman 

Tenemos educación gratuita, pero eso no impide las grandes diferencias de calidad con la privada.

La semana pasada reflexionaba sobre “para qué sirve la universidad”, y concluí, en una síntesis brevísima, que sirve para “la formación amplia, integral y democratizadora de los jóvenes, y la construcción de un importante potencial de respuesta a los problemas de la sociedad”. La pregunta inevitable es qué tan bien lo estamos haciendo.

La primera parte de la respuesta debe ser un reconocimiento a lo que hemos avanzado durante los últimos decenios. A veces se piensa que mientras menos se reconozca, más se aboga por lo que falta, pero sucede precisamente lo contrario. La falta de reconocimiento rompe la continuidad de buenas iniciativas y desestimula esfuerzos.

Cuando entré a la Universidad Nacional (es historia, pero no prehistoria), solo el 4 por ciento de los jóvenes en edad de estudiar en la educación superior lo hacíamos. Hoy son más del 50 por ciento. La investigación científica era apenas anecdótica, la formación se daba mayoritariamente en profesiones con límites estrechos en su estudio y aplicación. Los posgrados eran una figura exótica.

Hoy contamos con un sistema universitario de gran fortaleza e instrumentos que permiten asegurar que la oferta tenga unos estándares prefijados de calidad. Contamos con información confiable y al día para tomar decisiones y, a pesar de la concentración de la oferta en los grandes centros urbanos, hay iniciativas que permiten progresivamente el acceso a poblaciones rurales y desprotegidas.

Hoy contamos con un sistema universitario de gran fortaleza e instrumentos que permiten asegurar que la oferta tenga unos estándares prefijados de calidad.

La segunda parte de la respuesta es sobre lo que hace falta. Se podría decir que más de todo y mejor. Más acceso, más equidad, más calidad, más impacto en la sociedad. Se han construido planes para lograr todo eso. La pregunta es si vamos a ser capaces de ejecutarlos, porque son planes de largo aliento y nosotros tendemos más a reiniciar que a continuar. Las actuales propuestas del sector contemplan, entre otras aspiraciones, llegar al año 2032 con una cobertura del 80 por ciento, similar a la de países desarrollados. Se plantean metas igualmente ambiciosas en calidad, diversidad y equidad regional de la oferta.

Contamos con algunas condiciones que, a mi parecer, nos dan una ventaja comparativa. Entre ellas, un sistema mixto público-privado, vinculado en forma sui géneris a una sola asociación (Ascún) con buena comunicación. La educación pública deberá ser el pilar del esfuerzo de equidad, pero los dos campos tienen claro que para alcanzar las metas nacionales se necesita todo su compromiso.

Hay problemas, sin duda. Uno es la heterogeneidad entre instituciones y entre regiones, lo que hace que las ofertas no sean equivalentes. Siempre hay voces por una educación totalmente pública y gratuita. Tal vez en un mundo ideal podría funcionar, pero los que trabajamos con números y preferimos enfrentar la realidad con algo más que discursos sabemos que no es sencillo. Más aún, que, incluso si se diera, no resolvería los problemas. Tenemos hoy educación básica y media gratuita, , pero eso no impide que haya grandes diferencias de calidad con la privada. En Brasil, los jóvenes bien preparados en colegios privados pasan los exámenes de ingreso a la excelente universidad pública y gratuita, mientras que a muchos jóvenes de colegios públicos les toca acceder a universidades privadas, costosas y de menor calidad.

La solución requerirá varios elementos, entre ellos crecimiento real, decidido y continuo en la inversión, enfocada en el propósito de que todos los jóvenes tengan oportunidades reales de acceso; esfuerzos que homogenicen la calidad de la oferta (no su diversidad) y no permitan inequidad regional, o entre lo público y lo privado, y, sobre todo, compromiso general en un esfuerzo guiado por una política de Estado que no se vea afectada por los cambios de gobierno. ¿Será utópico?

Fuente del artículo: http://www.eltiempo.com/opinion/columnistas/moises-wasserman/que-tan-bien-lo-estamos-haciendo-248406#

 

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Estonia, el primer país 100 por ciento digital

Por Martina Rua

La Internet es un derecho, las escuelas enseñan robótica y cuenta con residentes de todo el mundo.

En el centro histórico de Tallin, la capital de Estonia, que alberga a un tercio de la población del país (400.000 de 1,3 millones) es fácil sentirse en el Medioevo, con castillos y calles adoquinadas. Son las mismas calles en las que hace 15 años nació Skype, la compañía que revolucionó las comunicaciones, que fue adquirida por Microsoft por 8.500 millones de dólares y que sigue inspirando a los emprendedores estonios.

Hoy, el 70 por ciento del PIB se nutre del sector servicios, y aquellos relacionados con las tecnologías de la información y la comunicación (TIC) son los que más aportaron al crecimiento de la riqueza nacional en el 2016. Estonia se presenta ante el mundo como el primer país 100 por ciento digital, un camino que empezó en 1991.

La independencia estonia de la Unión Soviética tiene solo 27 años. El país se encontraba debilitado: una infraestructura caduca, la inflación altísima y una nueva democracia con instituciones por crearse fueron el escenario para que la idea de un Estado digital se hiciera bandera de esta reconstrucción.

“Cuando Estonia recuperó su independencia éramos un país pobre. La pregunta que teníamos frente a nosotros era cómo nos sobreponíamos al legado de la ocupación soviética. Nuestra respuesta fue construir un Estado democrático, moderno y eficiente. La idea de futuro fue aprovechar el potencial innovador de las TIC, pero nadie sabía hace 25 años qué tan importante sería internet en la organización del Estado y la sociedad. Me enorgullece ser la presidente del único Estado con una sociedad digital”, dice Kersti Kaljulaid, jefa del Ejecutivo, en una entrevista exclusiva vía e-mail.

Según ella, gracias a esta impronta digital, Estonia logró un balance entre seguridad y libertad, que dota a los ciudadanos de una red de servicios digitales basada en una identidad online segura. De hecho, la apuesta por la innovación digital fue por supervivencia más que por convicción. La administración y la burocracia tradicional eran demasiado caras y lentas como opción para un país que veía su PIB estancado y que necesitaba una estructura más eficiente y ágil.

Kaljulaid remarca que en el gobierno digital el fin no es la tecnología, sino usarla como herramienta para un cambio en la manera de gobernar que conduzca a un Estado más transparente, centrado en el ciudadano y menos corrupto. Las interacciones con el Estado casi no requieren burocracia. “Para los ciudadanos ser el centro del sistema no solo significa buena calidad de servicios públicos. También significa tener voz en lo que respecta a lo que esperan de sus representantes”, describe.

La mandataria explica el camino hacia este presente: “La elección que hicimos a favor de la tecnología no fue fácil. La decisión de invertir los escasos recursos de un Estado recientemente restaurado no consistió en reparar baches en carreteras o edificios escolares desmoronados, sino en equipar esos edificios con computadores y conexión a internet. En retrospectiva, el programa le dio a toda la sociedad estonia el impulso para dar un salto digital”.

En el 2002, tras una capacitación masiva, se entregó a los ciudadanos un documento de identidad con chip, con el que acceden a todos los sistemas del Estado las 24 horas del día: exactamente, a 1.789 trámites en línea, que equivalen al 99 por ciento de las diligencias oficiales que existen en el país báltico.

Solo los divorcios, matrimonios y algunas operaciones inmobiliarias precisan la presencia física. Con una conexión a internet, los estonios sacan turno en el hospital, pagan una multa, registran empresas, conversan con los maestros de sus hijos, renuevan su cédula de conducir. Votan. Opinan sobre los temas que se tratan en el Congreso, compran y venden, y registran una empresa en tres horas.

Los despachos estatales no usan papel desde el año 2000 y todas las firmas son digitales. ¿Cómo es la interacción de un ciudadano con un servicio estatal digitalizado? Por ejemplo, desde el 2015, en varios hospitales públicos la priorización de las urgencias corre sobre un sistema digital. Cuando el paciente ingresa, se escanea su documento con chip y se accede a su historia médica encriptada, como también a los datos de sus familiares y médico de cabecera.

Los ciudadanos son los únicos propietarios de sus datos. Es decir, si alguien perteneciente a un organismo del Estado accede a ellos queda registrado con una marca imborrable en el sistema, que cuenta con tecnología blockchain. Si esta intromisión se prueba injustificada, el ciudadano puede presentar una denuncia, ya que esto representa un delito.

Aquí se habla de e-gobierno y e-Estado: la tecnología está completamente entrelazada con la vida cotidiana. Hay e-escuela, e-salud, e-voto, incluso e-policía. De hecho, en Estonia ya nacen como e-ciudadanos. Los datos de un recién nacido se ingresan en el Registro de Población, que lo dota de una identidad digital, cuya integridad está garantizada por el Estado.

En educación, enseñar habilidades digitales está naturalizado. Se estudia programación desde primer grado, luego ciberseguridad y robótica. Hay talleres de drones y realidad virtual y aumentada. Otros pilares son el arte, los deportes y la autodisciplina. No hay timbres en los recreos, los alumnos saben cuándo es hora de retornar al aula.

Ejemplo para seguir

Sobre las posibilidades de reproducir el modelo, la presidenta Kaljulaid advierte que un Estado digital no puede ser importado. “Cada nación debe construir su impronta. Después de todo, un Estado es también una tradición, y las nuevas tecnologías deben contemplar eso y no reemplazarlo. Podemos ayudar transfiriendo conocimiento y experiencia en cómo construir un sistema de e-gobierno”, explica Kaljulaid, la primera mujer y la persona más joven en ejercer la presidencia.

La posibilidad de una “libertad geográfica” es otro concepto singular. Libertad para que sus ciudadanos operen con el Estado y las empresas desde donde quieran y cuando quieran; y que cualquier ciudadano del mundo pueda ser “ciudadano digital” de Estonia.

La idea surgió en el 2014, con el objetivo de ser una sociedad sin fronteras y permitir a cualquier persona ser residente virtual del país más digital del mundo. Aunque ya han expedido 30.000 identidades digitales, están lejos de los 10 millones que esperan para el 2025.

El documento, que emite el Estado estonio y cuesta 100 euros, es un instrumento creado para gestionar un negocio internacional de forma sencilla sin necesidad de pisar Estonia. No es un pasaporte, pero sirve para hacer negocios con menos trabas. Los solicitantes proceden mayormente de Europa, pero también hay muchos latinoamericanos.

“Nuestro objetivo fue que nuestro tamaño y ubicación no sean limitantes. Buscamos que el tiempo que le dedican las empresas y los ciudadanos a comunicarse con las instituciones del Gobierno sea solo el necesario”, comenta Viljar Lubi, viceministro de Desarrollo Económico.

En este país, el 88 por ciento de las personas navega por internet a diario y el 87 por ciento de la población entre los 16 y los 74 años se conecta al portal gubernamental. Que un país confíe el 100 por ciento de su funcionamiento y la información de sus ciudadanos a sistemas digitales supone riesgos ante ataques informáticos que pueda recibir. Por eso, uno de los puestos de mayor relevancia es el de Siim Sikkut, jefe de Información y Tecnología (CIO) de Estonia. Para él, los gobiernos deben tomar en serio los riesgos que surgen con cada innovación, pero no convertirlos en barreras.

Aquí, toda la información está protegida por una red descentralizada muy difícil de hackear y fácilmente verificable, así como por una arquitectura descentralizada para las comunicaciones llamada X-road, que evita que se realicen robos masivos de datos.

Además de ser el primer país digital, Estonia se jacta de ser la nación con más experiencia en ciberseguridad, y esto también se explica como una innovación por necesidad. En el 2007, el país recibió un ciberataque casi letal, presuntamente perpetrado por Rusia por desacuerdos políticos –aunque nunca reconocido–, que lo dejó por fuera de buena parte del mundo digital. De un día para el otro los estonios no tuvieron acceso a los principales diarios, trámites, universidades ni bancos. Se con formó entonces un comité plagado de ingenieros y científicos que logró sacar al país del apagón digital.

A raíz de ese incidente, al año siguiente se inauguró en Tallin el Centro de Excelencia de Cooperación en Ciberdefensa de la Otán. Desde el 2017, Estonia cuenta además con una “copia de seguridad” en Luxenburgo, algo así como un país digital clonado a donde recurrir en caso de ataque.

Fuente del artículo: http://www.eltiempo.com/tecnosfera/novedades-tecnologia/cual-es-el-pais-mas-digital-del-mundo-249084

 

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Venezuela: La educación pública está plenamente garantizada para el próximo año escolar

América del Sur/Venezuela/30.07.18/Fuente: www.correodelorinoco.gob.ve.

El ministro del Poder Popular para la Educación, Elías Jaua, aseguró que la educación básica, pública y gratuita, está garantizada para el próximo año escolar.

Esta aseveración la hizo este domingo durante el programa José Vicente Hoy, transmitido por el canal privado Televen.

El titular de Educación señaló que desde el ministerio han trabajado para preservar la estabilidad y paz laboral en el sector educativo, gracias a la aprobación del esquema de ajustes trimestrales para el personal docente, contemplado en la convención colectiva firmada recientemente por el Presidente Nicolás Maduro con los gremios de educación.

“Se establecieron ajustes trimestrales para poder enfrentar la oleada especulativa que todos los días arremete con la economía familiar de nuestro país”, dijo.

El ministro Jaua destacó la mística de los educadores venezolanos.

A propósito de la coyuntura nacional, indicó que todo el sistema educativo está impactado con la situación que atraviesan los venezolanos, especialmente en el ámbito de la economía que tiene su impacto en servicios claves como el transporte que termina afectando el buen desarrollo de la educación en el país.

“Sin embargo en el sistema educación básica hemos podido culminar un año exitoso”, expresó, señalando además que medio millón de bachilleres se graduaron, una cifra que refleja un incremento de 4% respecto al año pasado.

Jaua también fue consultado sobre las acciones en el sector de la educación universitaria, a lo que respondió que ambos ministerios de materia educativa han estado trabajando en la permanencia del personal, especialmente en el profesorado universitario. “Actualmente estamos en el proceso de negociación para lograr acuerdos que permitan enfrentar la situación económica”.

VENEZUELA EN LA UNESCO

Sobre la participación de Venezuela en la convención de la Unesco donde se evaluó el avance la agenda 2030, que propone que los estados garanticen que la educación pública sea gratuita lo primeros 12 años de formación (hasta el tercer año de bachillerato), indicó que Venezuela puede exhibir con orgullo y aun en medio de la situación coyuntural que atraviesa el país, que Venezuela tiene hasta 22 años de educación pública gratuita, desde la educación inicial hasta la universitaria, y eso gracias a que fue consagrada como un derecho humano en la Constitución de la Revolución Bolivariana de 1999.

Fuente de la noticia: http://www.correodelorinoco.gob.ve/la-educacion-basica-publica-esta-plenamente-garantizada-para-el-proximo-ano-escolar/

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Colombia: Educación en jaque por incumplimientos del Gobierno

América del Sur/Colombia/30.07.18/Fuente: www.colombiainforma.info.

Los maestros y las maestras de Colombia marcharon por la defensa de la vida, la educación pública, salud, democracia y la paz con justicia social el día 25 de julio 2018. No sólo exigieron el cumplimiento de los acuerdos pactados tras el paro del 2017 que duró 37 días; asimismo demandaron garantías por sus vidas y protección para líderes y lideresas sociales.

En Bogotá la concentración de maestros y maestras se ubicó al frente del Ministerio de Educación con el fin de exigir que el Gobierno cumpla con los acuerdos discutidos en el 2017.

Además reclamaron el derecho a la vida de quienes en su labor, como educadores y educadoras, construyen conocimiento crítico alrededor de la paz y que hoy en día están siendo amenazados y asesinados.

Carlos Rivas, presidente de la Federación Colombiana de Educadores -Fecode-, manifestó que el sector educativo público no cuenta con la suficiente infraestructura tecnológica, ni física; también señaló las deficiencias existentes en el servicio de salud y la violencia ejercida hacia los maestros y maestras.

Según Rivas, la financiación de la educación -uno de los pilares fundamentales en los acuerdos del 2017- no ha sido asunto de prioridad para el Ministerio de Educación.

En una entrevista en televisión nacional, el presidente de Fecode manifestó que existe un hueco fiscal en la educación de 2 billones de pesos para la finalización de este año.

Lo anterior significa que a partir del mes de septiembre no habrá recursos para la alimentación ni para el pago de salario de maestros o administrativos, lo cual evidencia que la actual ministra de educación, Yaneth Giha, no ha solucionado ni cumplido con lo pactado.

Asimismo, Leyda Perea, miembro de Fecode, aseguró que faltando 11 días del gobierno de Juan Manuel Santos no se han firmado los decretos que establecen un aumento salarial con vigencia hasta el 2020. A su vez, a situación se complica más con la llegada del nuevo gobierno, específicamente con la nueva Ministra de Educación, María Victoria Angulo.

El panorama que deja el gobierno de Juan Manuel Santos en cuanto a la educación es negativo, pues con Jornada Única, Pruebas Saber, entre otros, busca crear un currículo único y obligatorio, vulnerando la autonomía escolar.

Por otra parte, la infraestructura no cuenta con las condiciones requeridas para la prestación del servicio, pues el 25,5% de las sedes educativas deben ser reubicadas por riesgo de inundación o deslizamiento.

En el discurso dado por parte de la Central Unitaria de Trabajadores de Colombia -CUT- durante el paro de maestros, se afirmó que: “… seguiremos haciendo oposición y movilización social”, extendiendo una invitación a la movilización que se hará el 7 de agosto por la vida y la paz.

LÍDERES Y LIDERESAS ASESINADOS

Uno de los motivosde la movilización del 25 de julio fueron las amenazas y asesinatos de maestros y maestras que han defendido la educación pública. Rivas señaló que en lo que va de este año han sido asesinados siete maestros y en el transcurso de dos décadas 1200 educadores.

El caso más reciente fue el asesinato del rector de la institución educativa de Puertos Asís, Rural Bajo Lorenzo, Luis Gabriel Gómez Acosta en Mocoa, Putumayo.

Tras este asesinato, el secretario de Educación del departamento del Putumayo, Luis Carlos Guevara, rechazó el crimen y afirmó que no ha sido el único caso y que actualmente existen docenas de educadores que están siendo amenazados en el departamento.

A pesar de este panorama los maestros de todo el país continúan en la defensa de la vida y la educación pública, gratuita y de calidad; según Rivas “la calle será el escenario para defender los intereses de los maestros y de la educación pública”.

Fuente de la noticia: http://www.colombiainforma.info/educacion-en-jaque-por-incumplimientos-del-gobierno/

 

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Argentina: Con el paro del lunes, los estudiantes bonaerenses ya perdieron 14 días de clases por huelgas

América del Sur/Argentina/30.07.18/Fuente: tn.com.ar

Los docentes no volverán a las aulas tras las vacaciones de invierno. En 2017, hubo 17 medidas de fuerza por el conflicto con la gobernadora María Eugenia Vidal.

Según un relevamiento de la Dirección General de Cultura y Educación provincial, entre 2006 y 2016 se produjeron 110 días de paro en la Provincia. Pero estos últimos tres años, el clima de tensión se intensificó.

En el primer año de gestión de Vidal, en 2016, se registraron solo seis paros. Pero en 2017, contando los nacionales, hubo 17.

En lo que va del 2018, el escenario no parece mejorar. Desde marzo hasta el mes corriente, los docentes pararon 11 veces y esa cifra se elevará la semana que viene a 14.

Esta semana, la gobernadora bonaerense le ofreció a los docentes un aumento promedio del 16,7% para julio y una nueva convocatoria en agosto. En el decimoséptimo encuentro para negociar la paritaria, los maestros rechazaron la propuesta.

«Es una vergüenza que después de 95 días sin convocatoria, la propuesta del Gobierno haya sido del 15 %, cuando Vidal sabe que la inflación es del 28 o 30 %», expresó enfurecido Roberto Baradel, secretario del Sindicato Unificado de Trabajadores de la Educación de Buenos Aires (SUTEBA), al salir de la reunión.

La gobernadora, que no participó del encuentro, dispuso por decreto cinco adelantos a cuenta del acuerdo paritario que en los primeros cinco meses del año fueron por un total de un 15 % semestral (incluido el de hoy), más el presentismo que el Gobierno viene pagando en forma trimestral.

Por medio de un comunicado, los sindicalistas le pidieron a Vidal que «sea responsable» y garantice las condiciones para «enseñar y aprender». «¿Gobernadora es para usted prioridad la Educación? Para nosotros sí», escribieron en un duro comunicado, en donde anunciaron que desde el lunes 30 hasta el 1 de agosto no habrá clases.

Fuente de la noticia: https://tn.com.ar/politica/con-el-anuncio-de-los-docentes-bonaerenses-en-2018-ya-habra-14-dias-de-paro_885481

 

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