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Educación para la construcción

Por: Arnaldo Esté

Ciertamente las cifras asustan. En todos los niveles y modalidades de la educación formal se reduce tanto la matrícula como el número de docentes.

Pero con todo y lo grave de esas cifras, el problema mayor es del orden ético que atiende a la calidad y propósitos de esa educación en caída. En las escuelas y universidades se siente la pérdida de sentido, de lo que le da cohesión a esos conjuntos sociales. Estudiantes y maestros se preguntan sobre el propósito de seguir en ello.

Los estudiosos de la educación con frecuencia la han ubicado con el término de aparato reproductor, que mantiene el curso de una cultura. Pero aquí hay que cambiar el concepto y concebir la educación, formal e informal, en los términos de un sistema constructivo, de una pedagogía que concibe los aprendizajes como logros de una interacción: educación para construir un país destruido. No para regresar a lo que ya existía como país petrofílico y consumista. Pendiente de gobernantes que en el curso de repartos y corruptelas lo percibían como una permanente cola y maneras del arrime.

La profundización de la democracia, que supone su ejercicio y aprendizaje en las aulas, cultivando la dignidad, la participación, la solidaridad, la diversidad, la continuidad con la naturaleza… es el mejor preventivo contra las dictaduras y la depredación. Supone la transformación de esas aulas, en todos los niveles, en ambientes donde se construyen aprendizajes y competencias con una participación promovida con problemas, discusiones, actividades y trabajo en grupos.

Es una manera de acción social que se aleja y cierra el paso no solo a cualquier autoritarismo, sino que prioriza el trabajo de todos, la producción y la creación.

Más allá de la necesaria interacción política, esto hay que hacerlo. Hay que llevar la discusión sobre el desastre educativo a todo el país yendo más allá de la queja, la denuncia y la protesta hacia la creación de esos ambientes, de otras aulas, de asambleas y reuniones comunitarias donde esa profundización de la democracia se incube y se asuman acciones de proposición y realización, de construcción de la nación.

Esto ha comenzado a ocurrir. He asistido a reuniones y actividades en plazas, universidades, escuelas, centros culturales y deportivos donde germinan tonos optimistas de proposición. Donde se combinan músicas y cantos con severas discusiones que van más allá de las coyunturas políticas o la toma de posición entre ellas: unidad en acciones de creación.

Los economistas de la Asamblea Nacional se han adelantado con una propuesta para la economía, cosa muy interesante. Pero, en mi corto entender de la economía, la encuentro resumida a un conjunto de “medidas” centradas en lo monetario. No le resto importancia a eso, pero cuando hablamos de construcción –y no de reconstrucción– es que hay que hacer mucho más que recoger los pedazos y volverlos a armar con el mismo concepto, con el mismo objeto anterior. No, el objeto anterior ha sido el de una nación que pasó de una condición agraria a una urbanización precipitada sin digerir el necesario salto industrial, en actitudes valores y competencias. En esas condiciones se desarrolla la petrofilia, más generalmente –y superficialmente– llamada rentismo petrolero –de un petróleo, que, por cierto, amenaza con pasar de moda–. Los gobiernos se montaron en eso, utilizando esa mentalidad informal y esos recursos, para comprar conciencias. Así que no se trata solo de medidas monetarias ni de la indispensable contención de la inflación. Hay que cambiar los conceptos y entrar en los niveles éticos del asunto, en otro ethos. Es la formulación de proyectos que busquen y propicien otros valores. Entre ellos, los ya mencionados del trabajo, la creación y la producción. Estas ideas, referidas a lo económico, también son válidas para los otros conjuntos de actitudes y actividades: la salud, la organización del Estado y la sociedad, la comunicación, transportes e infraestructuras.

Todo lo anterior viene a cuento al sentir la vida y hechos de José Antonio Abreu. Soy asiduo a los conciertos dominicales de Quebrada Honda, a los sonidos de miles de jóvenes y suspiros de sus esperanzados parientes.

arnaldoeste@gmail.com

Fuente del Artículo:

http://www.el-nacional.com/noticias/columnista/educacion-para-construccion_229908

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Entrevista com Sandra Goulart, reitora da UFMG: ‘Não há país sem educação, ciência e tecnologia’

Por. Junia Oliveira

Terceira mulher a assumir a maior universidade do estado fala sobre aperto orçamentário, avalia que a Lei do Teto pode sufocar o setor, mas diz que atividade fim é intocável na UFMG.

Em 90 anos de história, ela é a terceira mulher a ocupar o cargo máximo da Universidade Federal de Minas Gerais, maior instituição de ensino superior do estado e uma das mais importantes do país. A professora Sandra Goulart assumiu a reitoria  e fica no comando até 2022, com o vice-reitor, Alessandro Fernandes Moreira. Vice-reitora na gestão anterior, ela pretende manter e expandir programas, além de enfrentar desafios com inovação e administrar a já longa crise de orçamento. Com dinheiro a menos no caixa e valores ainda retidos nos cofres da União, a nova dirigente garante que não mexe nas ações de ensino, pesquisa e extensão, mas prevê dias difíceis diante da Lei do Teto dos Gastos Públicos, que estipula limite para despesas durante  duas décadas. Em entrevista ao Estado de Minas, ela fala sobre esses e outros assuntos, como inclusão, prioridades, autonomia universitária, regras e supostas fraudes à política de cotas. Confira os principais trechos.

Que pontos da gestão anterior serão mantidos e o que muda?
Na parte acadêmica conseguimos manter, apesar de toda a crise orçamentária que vivemos nos últimos anos, a qualidade dos nossos programas, tanto da graduação quanto da pós. A UFMG recebeu a nota máxima nos dois quesitos principais do MEC (Ministério da Educação), coisa que apenas outras três universidades obtiveram. Ela tem nota 5 no Índice Geral dos Cursos  e na avaliação que ocorreu in loco em 2016. Também tivemos avaliação dos programas de pós-graduação e foi comprovado que 63% dos nossos cursos são de qualidade internacional. Expandimos muito as redes de extensão, bem como os programas em parceria com a comunidade e com movimentos sociais. E fizemos toda uma gestão voltada para a inclusão, em paralelo à qualidade. Criamos a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis, o Núcleo de Acessibilidade e Inclusão e elaboramos uma política dos direitos humanos muito importante. Vamos manter e expandir esses programas.

Quais são os desafios?

Um dos que temos colocado para as universidades de modo geral é pensar a produção de conhecimento em um novo contexto. Hoje, temos cada vez mais de nos mover para uma perspectiva transdisciplinar para a solução de problemas. Precisamos preparar nossos cursos de graduação e de pós para isso, favorecendo temas que são importantes para nosso país e para a humanidade. Isso será uma das prioridades. Temos também de pensar em um contexto mais amplo. A UFMG hoje é muito diferente do que era há 20, 30 anos, pois é cada vez mais inclusiva e precisa ser, para atender às demandas do nosso país. Temos 50% de nossos alunos vindos do ensino público e a cota para pessoas com deficiência. Mas, com isso, vem também uma série de desafios, pois temos de dar condições para que esses estudantes permaneçam, via políticas de assistência estudantil e de ações afirmativas. Outro desafio é pensar a questão da inovação no contexto mais amplo, e não só na transferência de tecnologia.

Os contingenciamentos estão equacionados?
Nossa grande preocupação é com a Lei do Teto dos Gastos Públicos, que deve valer por 20 anos. Se olharmos na Lei de Orçamento Anual, no MEC ou Ministério do Planejamento, o orçamento aumentou. Só que o que aumentou foram gastos que são relativos a salários ou aposentadorias, e não o gasto real. Nosso orçamento, hoje, pensando comparativamente, é menor do que no ano passado, com um agravante que para nós é muito sério. A verba da universidade vem como custeio e como capital, que é para obras, e esta continua contingenciada. Ao longo dos anos, foi contingenciada em quase 70%. A longo prazo, a Lei do Teto impõe uma realidade extremamente preocupante, porque o orçamento não pode aumentar. Se não tem como, e a despesa vai sempre crescer, por exemplo, em termos de pessoal, teremos de tirar de algum lugar. A verba para a manutenção da universidade acabará sendo muito diminuída em 20 anos. A gente não pode descontinuar os avanços que tivemos com relação às universidades no nosso país. Investimento em educação, ciência e tecnologia tem que ter perenidade. É investimento, não é gasto.

Só se poderá aumentar a despesa com pessoal? 
Não, nem isso. O orçamento é tudo: é salário nosso, aposentadorias e outros. No salário tem dissídio, tem aposentadoria, o gasto sobe, independentemente de o governo querer. Se aumenta, e há um teto dos gastos públicos, há que se tirar de algum outro lugar. A luz, por exemplo, vai aumentar consideravelmente em breve. Os gastos vão aumentar e para honrá-los terei de tirar de algum lugar, porque meu orçamento não pode crescer, devido ao teto de 20 anos. A gente até entende que isso foi pensado para manter as contas, mas é incoerente nas áreas que são prioritárias para o governo e a sociedade, que são educação e saúde. Isso é muito preocupante.

A universidade está tendo de se adequar, como outras fizeram no ano passado, a ponto de cortar até insumos como papel higiênico?
Nós ainda não sabemos como será (este ano). No passado, tivemos de fazer alguns cortes. Temos priorizado as ações fim da universidade, que são ensino, pesquisa e extensão. E onde podemos reduzir os gastos, temos reduzido. Houve redução grande em relação às obras, que estão paradas. Concluímos duas agora: o prédio de atividades didáticas de exatas (CAD 3) e a moradia universitária. Mas temos algumas paradas por falta justamente de orçamento para capital e obras. Tivemos que fazer opções. Agora aguardamos para ver se esse orçamento previsto será todo liberado.

Em todo o ano passado ficou a expectativa e ele não apareceu…
Todo contingenciamento é danoso para a universidade. O nosso orçamento hoje é cerca de 6% menor do que do ano passado. Isso já nos coloca um certo gargalo. A universidade é uma instituição séria, isso é importante destacar, comprometida, ciosa de uma gestão equilibrada. Faremos todas as gestões possíveis, mas é importante também destacar isso: o teto dos gastos públicos terá impacto no futuro muito grande para as universidades públicas. E não só para elas, mas para toda a área de educação e saúde.

Há resultado da sindicância aberta para apurar o caso das supostas fraudes em cotas raciais?
A sindicância está no rito final. Em breve teremos resultado. É importante destacar, primeiro, a importância dessa política de cotas para a universidade e para a sociedade de modo geral, tanto as cotas socioeconômicas quanto as raciais. Elas estão atendendo a uma demanda para quem de fato esteve excluído do ensino superior durante esses anos. O que temos de fazer é que essa política atinja as pessoas que de fato necessitam, e a universidade está muito atenta a isso. Vai investigar sempre que houver dúvida ou questionamento de fraude, que de fato é inaceitável. A sindicância dá direito ao contraditório e à ampla defesa. Caso seja comprovada fraude, a pessoa pode ser punida inclusive com a expulsão. Estamos também criando mecanismos para que isso não ocorra. Temos agora uma carta que pedimos que seja preenchida (pelo candidato) e, além disso, teremos comissão permanente de acompanhamento das questões relacionadas às cotas.

A carta foi usada na entrada deste início de ano? Houve algum caso julgado improcedente?

O objetivo dessa carta em um primeiro momento é de que as pessoas se conscientizem sobre o objetivo das cotas. Quando o candidato ou candidata tem que parar e preencher um documento dessa natureza vai pensar: “Eu tenho mesmo direito a isso? Estou dentro desse grupo que precisa de uma reparação histórica?”. O segundo momento é, claro, em casos em que tivermos alguma dúvida. Se houver questionamento em relação à adequação de algum candidato, essa carta será usada também.

Houve algum resultado?
Não é uma questão de resultado. A gente não vai ler e falar: “Isso aqui sim, isso aqui não”. Essa não é a função. A função é que a pessoa se conscientize e, em caso de dúvida, vamos cotejar isso com os outros documentos que foram apresentados, porque há também o aspecto da cota da escola pública. Se houver questionamento em relação a uma determinada pessoa, vamos avaliar os documentos. Se for comprovado que há possibilidade de fraude, abre-se a sindicância.

Dos quatro alunos denunciados em 2017 por terem supostamente burlado as cotas, que foram alvo de sindicância, um falou que ia pedir desligamento. Ele e os demais continuam estudando?
O que posso dizer é que aqueles alunos sobre o quais temos dúvida e registro de que possam ter burlado a cota estão na listagem que a comissão está avaliando.

Diante do cenário político, bem indefinido, e com possibilidade de grande polarização, a universidade entende que tem também o papel de se posicionar politicamente?

A UFMG se posiciona dentro da sua missão principal, que é a defesa da educação pública, gratuita, de qualidade, de referência para nosso estado e nosso país. Temos de defender também algo que para nós é muito caro, que é a autonomia universitária, autonomia de pensamento, liberdade didático-pedagógica, laicidade (independência da influência religiosa), de administrar seus próprios recursos. A UFMG não se coloca de forma partidária, mas se coloca em defesa de valores que para nós são importantes. A UFMG e a universidade pública no país não tratam apenas nossos estudantes para uma carreira ou para uma formação acadêmica, formam também cidadãos e cidadãs que vão atuar na sociedade. Defenderemos as pautas que vão ao encontro daquilo em que acreditamos e que é a missão da universidade, em defesa não só da universidade pública, gratuita e de qualidade, em defesa da ciência e tecnologia. Porque disso depende o nosso país. Não há país sem educação, ciência e tecnologia. Disso, nós não abriremos mão. Estaremos sempre do lado daqueles que defendem esses valores que para nós são tão caros.

Ano passado, a reitoria foi alvo de operação da Polícia Federal (relativa a investigação sobre uso de dinheiro destinado ao projeto do Memorial da Anistia Política do Brasil) e integrantes da cúpula da universidade foram conduzidos coercitivamente. Como está o processo?
A investigação está sub judice. E a mim, enquanto dirigente máxima da instituição, não cabe me manifestar sobre esse assunto. Estamos convictos, primeiro, da seriedade das nossas ações, da seriedade de uma instituição do porte da UFMG, que é um patrimônio do nosso estado e do nosso país. É uma instituição séria, responsável, transparente. Estamos com a consciência tranquila e com a certeza do dever cumprido. Confiamos que as apurações elucidarão todas as circunstâncias e a UFMG se mantém, como sempre se manteve, à disposição das autoridades.

Fonte:
https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2018/04/08/interna_gerais,949969/entrevista-com-sandra-goulart-reitora-da-ufmg-nao-ha-pais-sem-educa.shtml
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Chile: Educación Diferencial inició ciclo de “Apoyo a la Formación Profesional”

Chile/10 de abril de 2018/Fuente: http://www.uss.cl/

Pedagogía en Educación Diferencial, Ricardo González Araneda, coordinador Regional de Educación Parvularia MINEDUC Biobío, inició las presentaciones de este año.

PEDI, convocó a la primera sesión del ciclo de “Apoyo a la Formación Profesional”, realizado en el Auditorio Los Robles del Campus Las Tres Pascualas ante numeroso público, especialmente estudiantes de cuarto y quinto años de la carrera.

El primer encuentro contó con la presencia de Ricardo González Araneda, coordinador Regional de Educación Parvularia del Ministerio de Educación del Biobío, antecedido por una completa exposición de Verónica García, directora de PEDI sede Concepción, sobre lineamientos de la carrera, malla curricular, Admisión 2018, prácticas tempranas y profesionales, acreditación, entre muchos otros temas.

Luego Ricardo González se refirió a la Nueva Institucionalidad de Educación Parvularia. “El MINEDUC es el rector del sistema educativo del país, pero la Subsecretaría de Educación Parvularia es la encargada del diseño de políticas”, explicó.

“Tenemos además la Agencia de Calidad, que mide aprendizajes y evalúa a los establecimientos, y la Superintendencia, que en realidad fiscaliza aspectos relacionados con gestión rendición de cuentas”, señaló González. Todo este control se ejerce en los organismos prestadores, como la Red JUNJI, escuelas municipales, Fundación Integra, escuelas particulares subvencionadas, colegios y salas cuna y jardines infantiles, según lo establece la Ley 20.835, que entró en vigencia el 5 de mayo de 2015.

La autoridad de MINEDUC dio a conocer también los nuevos requerimientos de la Pedagogía de Párvulos del siglo XXI, principios pedagógicos, componentes estructurales, contenidos, propósitos y niveles de las Bases Curriculares y contextos para el aprendizaje, entre otros temas afines.

El ciclo de charlas de PEDI se desarrollará de manera mensual y se extenderá hasta octubre de 2018.

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Orwell y la corrupción del concepto de “derecho a la educación” en Uruguay

La imposición del «doble pensamiento» en la educación uruguaya.

Con su novela distópica titulada “1984”, George Orwell demostró ser un perspicaz observador de las estrategias utilizadas por los déspotas para subyugar a la población. Destaca que la corrupción del lenguaje para desnaturalizar valores ampliamente compartidos, es una de las más utilizadas. Indica que si las autoridades machacan lo suficiente, podrían llegar a convencer a la gente de que “la Guerra es Paz, la Libertad es Esclavitud y la Ignorancia es la Fuerza”.

Orwell lo denomina la imposición del “doble pensamiento”, que consiste en lograr que las personas acepten simultáneamente dos conceptos contradictorios como lo más natural. Mediante el último de los eslóganes mencionados, se busca anular al espíritu crítico racional para que los habitantes acepten sin más todo lo que les dicen los gobernantes.

En Uruguay, se están realizando escandalosos intentos por corromper el significado de “derecho a la educación”.

Según la UNESCO, ese término ha de entenderse como un derecho habilitante, porque constituye un poderoso instrumento que permite a los individuos social y económicamente desfavorecidos salir de la pobreza, dejar de estar marginados y que participen activamente de la vida comunitaria.

Mediante la educación, se busca formar personas en el más cabal de los sentidos. Es decir, que adquieran conocimientos que les serán provechosos y económicamente redituables, y simultáneamente, vayan adiestrándose en los rigores de la vida adulta contemporánea. Que aprendan a ser tenaces, de que nada se logra sin esfuerzo, que disfruten las mieles de los pequeños triunfos pero que también aprendan a superar las frustraciones.

Una buena educación es clave, porque en gran medida va a determinar los logros futuros de esa persona.

Desde el punto de vista de la personalidad, el período estudiantil va forjando el carácter. Un tema nada menor porque ello repercutirá en la clase de sociedad que tendremos: una conformada por sujetos indolentes o emprendedores; holgazanes o industriosos; que se rinden ante la primera dificultad o perseverantes; por personas fácilmente manipulables o con independencia de espíritu…

Por eso alarma que en Uruguay estén surgiendo iniciativas que corrompen el sentido de la expresión “derecho a la educación”.

Según la Real Academia, “corromper” significa “alterar y trastrocar la forma de algo”, “hacer que algo se deteriore, principalmente cosas inmateriales”.

Esas propuestas pueden ser interpretadas desde diferentes puntos de vista: por un lado, que se está desnaturalizando ese derecho mediante la práctica del doble pensamiento. Y por el otro, que las autoridades educativas ante el fracaso rotundo de su labor, pretendan maquillar las estadísticas al mejor estilo kirchnerista.

Repasemos la trayectoria uruguaya con respecto a este asunto:

Hasta mediados del siglo XX, la educación que se brindaba en los institutos públicos era de buena calidad. Eso hacía que los uruguayos se destacaran en el exterior. Pero paulatinamente, desde la década de 1970 ha venido decayendo, hasta llegar a los paupérrimos niveles de la actualidad.

El sistema educativo –tanto público como privado- es controlado por un organismo estatal centralizado y burocratizado, la ANEP. Debido a ese rasgo, el tipo de formación brindada a los estudiantes está desactualizado y cada vez más alejado del mundo real contemporáneo. En adición, la calidad de la educación va descendiendo en forma vertiginosa. Por ejemplo, aparecieron textos escolares con faltas de ortografía y por experiencia ciudadana se sabe que hay maestros y profesores que incurren en la misma falla.

Las autoridades vienen haciendo diferentes “piruetas” para impedir que los niños con rendimiento insuficiente repitan el año. Por ejemplo, el Consejo de Educación Inicial y Primaria (CEIP) aprobó el acta 119, donde se les “sugiere” a las escuelas limitar la repetición exclusivamente a tercero y sexto año. Además, ofreció a los institutos que acepten esa práctica, recompensarlos con un aporte económico.

La ironía es que casi no hay repetidores de sexto de escuela, porque Primaria exige que todo alumno al cumplir 15 años, obligatoriamente sea aprobado.

Basados en esas “recomendaciones” de Primaria, unos padres presentaron un recurso de amparo ante la Justicia porque la maestra de su hija la hizo repetir “cuarto año”. El juez que atendió la causa le dio la razón a los progenitores, dejó sin efecto la decisión del colegio y “la promovió de grado” mediante sentencia judicial.

En el fallo, el juez Gerardo Álvarez dictaminó que el colegio al hacer recursar a esa alumna, “afectó un derecho intrínseco esencial de todo niño o adolescente que es la razonable expectativa de seguir avanzando en su educación y preparación”. Afirma que la repetición fue un “castigo”, “vulnerando su derecho a la educación”. Además, calificó la decisión de no pasarla de grado como “inaceptable y discriminatoria” porque sugiere que la niña no estaba en condiciones de cursar quinto año.

Al leer esta sentencia, uno se pregunta qué traumas ocultos tendrá ese juez, así como qué entiende por “derecho a la educación”. Lo que sí es claro, es que su forma de considerar el asunto es típica del “doble pensamiento”.

También las autoridades de Secundaria razonan en forma parecida. Los resultados arrojados por las pruebas PISA demuestran que la adquisición de conocimientos por parte de nuestros liceales es un desastre. Y eso no es lo peor sino la deserción estudiantil: tan solo el 38,9% logra finalizar el nivel medio (sexto de liceo).

Frente a ese panorama, Andreas Schleicher -director de Educación en la OCDE- recalcó que “el elevado nivel de repetición es claramente uno de los problemas de Uruguay, que muchos estudiantes tengan que repetir genera problemas. Es algo en lo que se deberían tomar medidas”.

Ante ese lapidario diagnóstico, ¿cuál “remedio” están considerando las autoridades educativas?

En un documento elaborado en 2017 por Antonio Romano –subdirector de Planificación Educativa de la ANEP- titulado “Regímenes de pasaje de grado en el marco de una educación para todos”, califica peyorativamente a la repetición como un “vestigio del viejo régimen académico”. En consecuencia, aconseja eliminar la repetición, crear grupos multigrado y sustituir los exámenes por otro tipo de “instancia reparatoria”.

Romano señala que las decisiones sobre recursar un grado, que afectan la continuidad de la trayectoria educativa de un alumno, deben ser abordadas considerando no sólo el nivel de conocimiento alcanzado, sino “principalmente, cuál es la mejor opción para asegurar la continuidad de una trayectoria educativa de calidad”. Expresa que estudios recientes establecen que la repetición es uno de los principales predictores de desvinculación del sistema educativo.

Afirma que si se quiere ir hacia una educación que garantice el derecho de todos, “es necesario rever los regímenes académicos en educación media para poder generar oportunidades de conclusión del ciclo sin retención (repetición) de estudiantes por grado”.

Las ideas de Romano y de Primaria están siendo seriamente analizadas por la ANEP, como “solución” para “mejorar” el pasaje de los estudiantes por el sistema educativo.

Los argumentos con los cuales la ANEP pretende mejorar las estadísticas con la excusa del “derecho a la educación para todos”, encuadran perfectamente en el eslogan “la Ignorancia es la Fuerza”…

O sea, que no importa si los chicos efectivamente han adquirido los conocimientos y habilidades necesarios para desempeñarse exitosamente en el mundo sino que “parezca” que así fue. Alegría momentánea que seguramente pagarán con creces al precio de futuros fracasos. Campo orégano para inclinarlos hacia la delincuencia.

Pero lo peor es que estaremos construyendo una nación de seres fácilmente manipulables por los gobernantes…

Fuente del Artículo:

https://es.panampost.com/hana-fischer/2018/03/31/orwell-corrupcion-concepto-derecho-educacion-uruguay/

 

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Brazil: A Educação é prioridade na Cuiabá dos 299 anos?

Brazil/10 de abril de 2018/Por: Gilberto Figueiredo/ Fonte: https://www.cenariomt.com.br

Muito recentemente, tive a felicidade de encontrar e rememorar uma prova do meu ensino fundamental preenchida em 1969 – há quase 50 anos. O teste foi aplicado na já extinta Escola Rural Mista, que foi modestamente edificada no tradicional bairro várzea-grandense da Guarita.

A maior surpresa relacionada à avaliação não foi a ortografia escrita nela, nem ao menos a data posta no cabeçalho, mas sim o conteúdo daquele teste. Ao contrário do que vemos hoje, a prova não era composta de múltiplas alternativas e, para gabaritá-la, era preciso citar os nomes de ex-presidentes da República e a data em que foi celebrada a primeira missa no Brasil.

Olho para aquela avaliação e desejo profundamente que todas as crianças da atual geração tenham a formação que tive. Pois, infelizmente, arrisco dizer que hoje são poucas as pessoas com nível superior que responderiam, de imediato, questões semelhantes àquelas. Mesmo com poucos recursos, há 50 anos tínhamos uma educação eficaz.

Já na Cuiabá dos 299 anos, o cenário da educação, apesar de ter passado por um processo de resgate e de saldos positivos, não integra a conjuntura dos sonhos de um gestor.

Dentro do saldo positivo está que, hoje, a população cuiabana pode contar com 51 Creches Municipais e 20 unidades de Centros Municipais de Educação Infantil (CMEI). Nesses centros, é possível ter o auxílio de Cuidadores de Aluno com Deficiência (CAD), profissionais capacitados, infraestrutura e salas multifuncionais.

É importante destacar que a bandeira da educação também tem como aliados os mais de nove mil profissionais da área que se dedicam, todos os dias, à oferta de um ensino de melhor qualidade. Trabalho que fortalece a luta por um ensino melhor.

No entanto, neste aniversário da Capital, é necessário enfatizar que a Educação precisa ser prioridade da gestão pública. Em 14 meses, a atual administração municipal inaugurou três CMEIs e deve entregar somente mais duas unidades neste ano. A meta do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) é de chegar a 11 CMEIs entregues – enquanto que a gestão anterior entregou 16. Na gestão pública, é imprescindível que os objetivos sejam otimistas para que os resultados sejam satisfatórios.

No que se refere à questão do Plano Municipal de Educação (PME) – que vigora desde 2015 e até 2024 –, é preocupante constatar a movimentação para rever e alterar as metas pré-estipuladas. Os objetivos do Plano englobam, por exemplo, a valorização dos profissionais da educação das Redes Pública e Privada; a garantia do Ensino Fundamental para 100% das crianças entre 6 e 14 anos e a universalização da Educação Fundamental e Infantil no campo. Repensar tais objetivos da Educação Municipal, nessa altura da gestão, é claramente regredir em resultados que beneficiariam a população cuiabana.

Diante do atual cenário, é necessário que toda a classe política esteja empenhada em reverter o quadro da Educação na capital e, juntamente ao atual secretário de Educação, Alex Vieira Passos, trabalhar para entregar o máximo de feitos possíveis para os cuiabanos.

Rumo aos 300 anos, torço para que a atual gestão esteja atenta à importância da Educação. Esse é o caminho para que as novas gerações tenham a oportunidade de preencher provas tão complexas quanto àquelas preenchidas há 50 anos.

Manifesto profunda gratidão por todos os professores que já passaram pela minha vida estudantil e acadêmica – especialmente à professora Maria do Carmo Conceição, como bem ficou registrado no cabeçalho daquela prova, pela dedicação em minha formação.

*Gilberto Figueiredo (PSB) é vereador e presidente da Comissão de Educação da Câmara Municipal de Cuiabá

Fonte:

https://www.cenariomt.com.br/2018/04/08/a-educacao-e-prioridade-na-cuiaba-dos-299-anos/

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La escuela secundaria en transformación

Por Alberto Croce.

Cada vez es más evidente que la secundaria comenzó, por fin, una etapa de transformaciones y cambios que ojalá sean realmente profundos y respondan a lo que el conjunto de la sociedad le demanda.

Cuando hace tres años comenzábamos a escuchar a los distintos actores y sectores que conforman e interactúan en el ecosistema de la escuela secundaria, sobre qué pensaban al respecto, comprobábamos una alta sensibilidad alrededor del tema. No era sorpresa. Hace muchos años que infinidad de voces se elevaban diciendo que era necesaria una transformación de la secundaria. Sin embargo, en aquellos momentos, parecía que esas voces resonaban en el vacío y que, finalmente, quedaban ahogadas en el silencio de una frustración que, una vez y otra vez, se renovaba para acallar las mismas.

Pero la historia tiene sus tiempos y también los pueblos y varios factores se conjugaron para que hoy nos encontremos en otra situación bien diferente. Entre pujas, discusiones y diferencias, a fines de 2017, todos los ministros de educación del país acordaron que 2018 sería el  año en que cada jurisdicción provincial presentaría un plan informando al resto cómo sería su propio proceso de transformación, siguiendo algunas pautas generales comunes.

En realidad, ya varias provincias habían comenzado a implementar cambios y programas de transformación. Otras lo han comenzado a hacer este año. Nos alegramos de ello. Y queremos reflexionar sobre este proceso tan importante para este nivel educativo que estamos comenzando a transitar.

¿Cuál es el horizonte?

Los motivos por los cuales la sociedad demanda una secundaria diferente son variados -no siempre compatibles entre sí- y exigentes. Con el potente clamor que supone casi una mitad de adolescentes que no la terminan, una generalizada sensación de que para muchos lo que allí sucede es poco útil para la vida, y una decidida afirmación de que la educación secundaria es un derecho que debe garantizarse para todos y todas, la presión sobre el sistema es inmensa.

Queremos afirmar algo básico que, por ello mismo, algunos pueden sentirse con razones para cuestionar: Necesitamos una secundaria en donde los estudiantes y los profesores estén contentos y se sientan bien enseñando y aprendiendo. Mientras hacemos los grandes cambios pedagógicos, didácticos, metodológicos, curriculares… necesitamos que la escuela sea un lugar en donde los que lo habitan estén felices. En una sociedad con tantas tendencias hedonistas y facilistas, algunos pueden pensar que esto es equivalente a que allí no haya exigencias y que todos puedan hacer lo que quisieran evadiendo al esfuerzo. Nada más alejado de lo que pensamos.

La escuela es un lugar para enseñar y aprender. Enseñan y aprenden estudiantes y docentes (porque aprender es también una de las mejores maneras de enseñar que tienen los docentes). Y tiene que ser un lugar en donde lo que se enseña y lo que se aprende sea importante, consistente, significativo. Por supuesto, no sólo nos referimos a los conocimientos sino también a las distintas habilidades y valores que hoy necesitamos para vivir en este segmento de la historia que nos recibe y que construimos.

Buena parte de la sociedad está convencida de que si se quiere aprender algo, hay que hacerlo con dolor y disgusto. Y piensa que, si no es así, en realidad no hay aprendizaje. Desde el “la letra con sangre entra” en adelante… muchos creen que si no hay caras enojadas, gestos adustos, sensaciones de fracasos y meritocracia “al palo”… no hay educación de calidad.

Para este colectivo “exigentista”, cualquier medida que lleve a que a los estudiantes se le simplifiquen sus trayectorias escolares y se los acompañe en ellas, es vista como un facilismo que atenta contra el aprendizaje. Es un sector poderoso, porque, cada vez que una autoridad educativa anuncia alguna medida que facilite los procesos educativos, recurre a la prensa para denostar los cambios propuestos. Y, al contrario, cuando se anuncia que para aprobar una asignatura se pasa de “4 a 7”, felicita a las mismas autoridades por ir por el camino correcto.  De esta manera, quienes están pensando los cambios se sienten siempre “amenazados” por los medios de comunicación que son implacables cuando estas situaciones se producen. Y cuando sucede, son los mismos gobernadores quienes llaman a los ministros de educación para preguntarles qué está pasando con la educación en su provincia que le genera ruidos en la sociedad.. Son muy difíciles así los cambios y hay que reconocer que los funcionarios que se los proponen aún en estos contextos, son muy valientes.

En esta línea, en no pocas escuelas secundarias se considera bueno a un profesor que reprueba a buena parte de sus estudiantes y se duda de aquel que hace posible que todos certifiquen sus aprendizajes. Nuevamente aquí se puede confirmar que la meritocracia ha calado muy a fondo en nuestros patrones culturales.

Sin embargo, la escuela secundaria que necesitamos necesita desarrollarse en un clima de solidaridad, alegría, compañerismo, dinamismo, creatividad… que haga que quienes allí comparten buena parte de sus vidas, lo pasen bien. Hoy es imposible imaginarse una escuela que sea realmente exitosa sin abrazar cálidamente a sus estudiantes y docentes. Por eso -y sobre todo por eso- la secundaria necesita realmente transformarse profundamente y acompañamos ese proceso con expectativa y compromiso.

Los caminos de la transformación

Desde “Transformar la Secundaria”, luego de tantas horas de reuniones, jornadas y consultas, llegamos a identificar las “8 banderas para la transformación” que muchos de los que leen estas líneas ya conocen. Suponen un conjunto de líneas de trabajo que van en línea con los cambios que buscamos. Las banderas marcan un camino e intentan dar contenido y direccionalidad a los cambios que deseamos.

Al analizar los procesos reales que se están llevando a cabo en las diferentes jurisdicciones provinciales, es posible identificar tres grandes “núcleos” en donde se están concentrando los procesos de transformación. Con sus especificidades, podemos decir que los cambios están dándose respecto del régimen académico, de los contenidos y maneras de enseñar y de las condiciones institucionales que posibilitan o favorecen estos cambios.

Nos proponemos en los párrafos que siguen prestar atención a estos procesos e identificar algunas tendencias acerca de los mismos.

Modificaciones en el régimen académico de la secundaria

Hay acuerdo generalizado en la necesidad de realizar cambios en el régimen académico. Desde hace años, distintos grupos de investigadores han venido trabajando el tema y muchas escuelas han realizado experiencias muy interesantes alrededor de estas modificaciones. En muchos casos, de manera experimental. El común denominador es tratar de que las normativas no terminen siendo un obstáculo para que las trayectorias de aprendizaje fluyan con mayor razonabilidad. A favor de esta mirada está el convencimiento de que repetir el año de cursada no tiene ninguna utilidad en los procesos de aprendizaje de los estudiantes. Por tanto, una de las metas es evitar por todos los medios que los estudiantes repitan, ya que esta es una de las principales causas del abandono.

Claro que evitar la repetición no tiene nada que ver con falsas certificaciones de aprendizajes que no se hicieron. Promover sin aprender es una estafa. Pero no es necesario detener o repetir todos los procesos de aprendizaje por falta de promoción educativa de ciertos segmentos de contenidos específicos. La concepción de aulas heterogéneas y trayectorias escolares desarrollada por algunos autores, permite imaginar otros formatos de tránsito por el nivel secundario, bastante diferentes a los que conocimos en el pasado. Además, ya hay experiencias suficientes que muestran lo valioso de estos caminos nuevos para posibilitar los aprendizajes y lograr disminuir significativamente el abandono escolar.

Tenemos que alejarnos de la idea de que grupos numerosos llegan al mismo tiempo y por los mismos caminos a las mismas metas. Este tipo de uniformidad nos impide pensar otras soluciones para los problemas con que nos enfrentamos. Tenemos que ser inteligentes y creativos para encontrar nuevas respuestas. Y muchas escuelas ya lo están haciendo y lo están logrando. Hay que aprender de estas experiencias y animarse a empezar a caminar sin pretender, de inicio, tener ni todo claro ni todo seguro.

A propósito, hemos observado que en las provincias en que se están empezando a implementar reformas al régimen académico, al aplicarlas, aparecen problemas que no se habían detectado previamente .Esto no implica necesariamente que haya habido improvisación. Sencillamente tenemos que admitir que no todo puede visualizarse claramente antes de comenzar con los cambios. El sistema educativo es muy complejo y contiene situaciones de mucha diversidad y especificidad.  Si no asumimos posturas caprichosas y negadoras de la realidad, estas situaciones y dificultades no son un problema: son oportunidades de mejora en el proceso de cambio. Pero, además, esto debe hacernos buscar conocer y compartir experiencias con otras jurisdicciones y entre diferentes escuelas, para aprender del camino que otros van realizando.

Modificaciones en los contenidos y maneras de enseñar

La escuela secundaria requiere cambiar sustantivamente sus formatos de enseñanza. Afortunadamente son cambios que vienen dándose ya en muchas aulas, sin embargo deben expandirse aún mucho más.

En el imaginario social, el aula es un lugar en donde un docente habla a un grupo de estudiantes que mientras escuchan, escriben en sus carpetas lo que enseña el profesor. Luego estudian en sus casas y certifican estos aprendizajes mediante una prueba oral o escrita. Si aprueban “pasan”, si no, repiten.

Esa caricatura ya no representa lo que sucede en las escuelas. Hoy el aula real es mucho más activa y las actividades variadas. En muchas asignaturas se trabaja en equipo, los estudiantes investigan y exponen, discuten, buscan más información. Si bien el acceso a las tecnologías es muy dispar como podamos imaginar, los estudiantes googlean y acceden a mejor información.

Sin embargo, la secundaria que queremos debe ir mucho más allá. Los procesos de aprendizaje son hoy más activos y la enseñanza tiene que posibilitar una calidad y cantidad de contenidos que superan en mucho los que se trabajaban apenas años atrás. En este sentido, se vuelve cada vez más importante el lugar que deben ocupar los profesores, como especialistas de sus asignaturas pero también como dinamizadores, motivadores e impulsores de los procesos de aprendizaje de los estudiantes.

No es suficiente con conocer la propia especialidad disciplinar. El docente de este tiempo debe conocer sobre las dinámicas grupales, los procesos personales de construcción del conocimiento y contar con recursos necesarios para planificar y llevar adelante un proceso de trabajo colectivo.

Cada vez más, se requiere de un profesional más capacitado y mejor dotado para poder enseñar y acompañar la construcción del conocimiento de un grupo de estudiantes. El docente debe ser, por sobre todo, un profesional de la enseñanza. En eso es irremplazable en la educación.

La profesión docente de la escuela que queremos requiere de buenos profesionales, comprometidos con su tarea y reconocidos socialmente como tales, tanto desde sus remuneraciones salariales como desde su valoración y prestigio social. No alcanzará entonces con buenos expertos en sus respectivas ciencias pero sin la indispensable capacitación para ser buenos educadores.

En algunas provincias se ha trabajado en la identificación de diferentes maneras de enseñar, identificando distintas prácticas pedagógicas que pueden ser puestas en juego a la hora de desarrollar procesos de enseñanza aprendizaje. Es un esfuerzo valioso y que va en una buena dirección.

Desde nuestras “banderas” hemos señalados algunos elementos que van también en esta dirección. Por una parte, la implementación de la metodología de la Enseñanza Aprendizaje Basados en Proyectos (EABP), que es una de las que hoy suscita mayor atención. Pero también llamamos a incorporar las expresiones artísticas en todos los procesos de enseñanza aprendizaje, llamando a revalorizar el aprendizaje emocional con sus características específicas. De la misma manera, buscamos impulsar el uso de las tecnologías de la información y la comunicación (TIC), yendo mucho más allá de la enseñanza en el uso de software o de la “pantallerización” de las escuelas. Debemos indagar en las nuevas maneras de pensar y de aprender a las que estas TIC nos están desafiando día a día.

Por el momento, los cambios que observamos, apenas se animan a entrarle a la cuestión curricular. Se están haciendo algunos esfuerzos por lograr una mayor coordinación interdisciplinar. Se busca que dos o tres docentes trabajen en forma coordinada o incluso simultánea. Sobre todo, en lo que se denomina la secundaria baja o el ciclo no orientado (los tres primeros años) se trabaja promoviendo el trabajo en equipo de los docentes. Se constata que no hubo o hubo poca formación para poderlo hacer.

Además, persiste una crítica fuerte a la gran cantidad de disciplinas que hay en los diseños curriculares pero no es algo sencillo de resolver. Entre otras cosas, nos enfrentamos con  la problemática docente que un cambio de este tipo provocaría. No es un tema que sólo esté presente en la realidad de nuestro país. A nivel mundial, la situación no es muy diferente al respecto. Todos piensan que la asignatura que les toca enseñar es fundamental para los estudiantes y no puede ni debe resignarse nada en pos de una integración de conocimientos. Obviamente son cuestiones que deben revisarse. Se debe trabajar mucho más para avanzar en estos cambios para que sean posibles y positivos para los estudiantes  y docentes.

Condiciones institucionales de trabajo

El tercer núcleo sobre el que están trabajando las jurisdicciones respecto de la escuela secundaria es modificar (mejorar) las condiciones institucionales de trabajo. Hay conciencia generalizada de que, para llevar adelante los cambios propuestos, se requiere mejorar sustancialmente las condiciones de trabajo tanto de las instituciones como de los docentes que actúan en las mismas.

Si bien se están pensando e implementando diferentes soluciones, hay dos grandes propuestas que concentran estos esfuerzos: Por una parte, las llamadas “horas institucionales” (que son horas de trabajo adicionales que se reconocen a los docentes para planificar y coordinar su trabajo con otros colegas) y por otra, la concentración horaria o el “docente por cargo”, que busca que una buena parte de profesores de secundario estén todo un turno completo en una institución educativa, buscando un mayor compromiso con la misma y un mejor acompañamiento a las trayectorias de sus estudiantes. En ambos casos, para poderlo lograr, se requiere de una mayor inversión educativa y una reorganización de los recursos. Por ello estamos convencidos de que no es viable proponer una transformación de la secundaria que no comprenda que es necesario contar con un sólido presupuesto educativo que acompañe estas políticas.

Pero, aunque la mirada de la cuestión docente es central y prioritaria a la hora de hablar de la mejora de las condiciones institucionales, tampoco se agota aquí la cuestión. Hay otras condiciones a las que también hay que atender para lograr la mejora institucional requerida. Por una parte, está la cuestión edilicia -básica- que no siempre acompaña las intenciones de una educación de calidad. A lo edilicio se lo debe acompañar con un adecuado equipamiento, que debe incluir el equipamiento tecnológico necesario. Y, por supuesto, garantizar las condiciones elementales para que los estudiantes puedan concurrir a la escuela en condiciones dignas.Ya el querido y recordado Juan Carlos Tedesco se explayaba sobre estos temas cuando introducía los debates sobre las “condiciones de educabilidad”.

 El gran desafío

Sabemos que si se trabaja y se avanza en esta dirección de manera decidida y sostenida, en algunos años podremos tener una secundaria bastante diferente a la que hoy conocemos.

Sin embargo, también necesitamos advertir sobre dos grandes riesgos que tenemos que superar. Por una parte, el de la neutralización de las normativas y, por otra, la de la fragmentación de la secundaria a nivel nacional..

El primer riesgo hace referencias al de cierta tendencia de las endo-burocracias de hacer modificaciones normativas que en realidad, terminan no cambiando nada en la práctica. La resistencia a los cambios puede permitir dar un barniz burocrático de transformación que no llega ni transforma lo que pasa en las aulas y que termina posibilitando que cada docente mantenga sus mismos formatos sin proponerse ningún cambio real de sus prácticas. Sería una gran frustración y perderíamos una gran oportunidad. Si los cambios sólo aparecen en las normativas que van de arriba hacia abajo y no hay participación de los docentes y compromiso con los mismos, si se proponen en simultáneo con una campaña de desprestigio de su tarea y de un desconocimiento de sus esfuerzos cotidianos… no habrá cambios reales y estaremos ante una cáscara hueca que no va a convencer a nadie.

El segundo riesgo es que los procesos provinciales comiencen a tomar distancia unos de otros y, bajo una deseable perspectiva federal, se produzca una gran fragmentación del nivel que luego dificulte los procesos de movilidad para los estudiantes al interior del sistema. Lo peligroso es que este riesgo es tan grande que puede servir a su vez de pretexto para no animarse a cambiar nada, habida cuenta de la traumática experiencia vivida en los años que sufrimos la Ley Federal de Educación.

Pero la advertencia de los riesgos debe servirnos para avanzar con inteligencia, nunca para detenernos y -menos- para retroceder. Si logramos entre todos encontrar respuestas válidas a estos desafíos, vamos a poder encontrar escuelas -¡y sobre todo escuelas públicas!- muy diferentes a las que hoy conocemos.

Imaginamos escuelas bulliciosas como colmenas. Activas. Vitales. En donde los adolescentes van y vienen hacia las aulas de talleres en donde los esperan grupos de docentes que los conocen uno por uno. Que los reciben, que los abrazan, que los llaman por su nombre. Que los acompañan y les enseñan a buscar en sus celulares contenidos que están disponibles. Que conectan algunos de esos celulares a pantallas más grandes para debatir, discutir y encontrar con otros, soluciones a problemas que les interesan. Que se agrupan y reagrupan según sus trayectorias e intereses. Que cuentan con estudiantes mayores que también les ayudan a aprender. Que junto con sus docentes van a las distintas organizaciones de su barrio para conocer los problemas y pensar soluciones. Que aprenden a exigir a sus autoridades participando de los “parlamentos juveniles” y “modelos participativos”. Que saben que cuentan con tutores para despejar dudas y para orientarlos en momentos críticos de su adolescencia. Que pueden participar de su Centro de Estudiantes para proponer ideas que mejoran a toda la escuela. Que van mucho más allá de lo que imaginaron sus profesores cuando pensaban en los contenidos curriculares. Que sienten que son tenidas en cuenta sus características y potencialidades personales. Que saben evaluarse para conocer cómo están en el camino del secundario y que tienen las oportunidades necesarias para recuperar aquello que no pudieron alcanzar en su momento. Que encuentran formas diferentes de expresar lo que aprenden y lo que sienten y que van bastante más allá de un “multiple choice”. Que aprenden a amar a su país y a comprometerse con su suerte. Que no quieren ni dejan que nadie se quede afuera, sin importar sus orígenes, sus capacidades, sus opciones de fe, sus preferencias sexuales, sus compromisos políticos. Que defienden su derecho a una educación de calidad, como señal de que están preparados para asumir auténticamente su ciudadanía plena.

Por esa escuela secundaria vamos. Y no vamos a parar hasta que lo logremos

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El uso de las Tics para el empoderamiento de las comunidades

Por: José Luis Zabaleta Mora y Maryerlin Marcano.

RESUMEN

El trabajo trata de exponer los principales referentes teóricos relacionados con el rol que desempeñan las nuevas tecnologías de la información  en el empoderamiento de las comunidades y su  importancia en la sociedad del conocimiento, haciendo uso de la comunicación alternativa  en el fomento de los procesos participativos. En este sentido el autor  analiza y sistematiza el impacto que tienen las  nuevas  tecnologías de la comunicación e información en el contexto del proyecto Nacional Simón Bolívar, en el Plan de Patria  y el documento rector de la Universidad Bolivariana de Venezuela, Proponiendo algunas aplicaciones prácticas para el uso de las TIC,  como alternativa comunicacional en el proceso de interacción  y participación entre el profesor,  los estudiantes y la comunidad en este caso representada por los Consejos Comunales.

Se plantea como pregunta problemática, ¿Cómo utilizar las Tic’s  como herramientas de comunicación alternativa y de interacción para el empoderamiento de las comunidades?

Propósito central de la investigación: Diseñar una estrategia sobre el uso de la Tecnologías de la Información y Comunicación para el empoderamiento de las Comunidades.

*Opción epistemológica: teoría crítica (dialéctico-materialista).

*Metodología: Investigación cualitativa, documental. Métodos; Análisis y síntesis. Inducción-Deducción.

*Aportes teóricos esperados de la investigación: Exponer los principales referentes teóricos relacionados con el rol que desempeñan las nuevas tecnologías de la información  en el proceso educativo. Así como el impacto que tienen las  nuevas  tecnologías de la comunicación e información en el contexto del proyecto Nacional Simón Bolívar y el documento rector de la Universidad Bolivariana de Venezuela.

*Importancia del Proyecto: La incorporación de las nuevas tecnologías de información y comunicación al contexto educativo,  sistematizando los principales temas que puedan coadyuvar a las Tic´s para que tributen en mayor medida a la comunicación alternativa para el empoderamiento de la comunidad.

Descriptores:Comunicación, Comunidad ,Tecnologías de la información  (TIC).

LAS TIC´S UN NUEVO PARADIGMA

Partiendo de que los objetivos de la educación universitaria son la transformación social de su entorno. Este trabajo pretende presentar a las Tic’s,  como el espacio idóneo para la doble articulación:  a lo interno con las demás unidades curricular y a lo externo con la sociedad, a través de un proceso de interacción socio comunitaria diseñado en función del Proyecto País, para catalizar los cambios en la realidad de la educación universitaria venezolana, espacio que le pauta el ritmo a la reflexión y a la acción, que mediante los procesos de formación, capacitación, orientación  y empoderamiento   contribuyan a la construcción del socialismo.

El trabajo es propicio para la capacitación y formación porque se refiere tanto a la adquisición, como al desarrollo de conocimientos, habilidades y actitudes. Sus objetivos pueden ser tanto la adecuación a las tareas y responsabilidades de un trabajo, como la preparación para la realización de otras actividades destinadas a mejorar la calidad del proceso de enseñanza aprendizaje.

Ahora bien: la instrucción, como la capacitación, en este trabajo se dedica a transmitir conocimientos, actitudes, habilidades y conductas. Lo hace en parte por procesos educativos estructurados, y por experiencias educativas no estructuradas a través de otros miembros de la comunidad.

La importancia de la Tecnología de la Información y Comunicación  o conocidas también como las  Tic´s, cada día cobran mayor importancia en la educación y en los procesos de enseñanza aprendizaje.

En la actualidad los sistemas educativos de todo el mundo se enfrentan al desafío de utilizar las Tic’s, para proveer a sus alumnos con las herramientas y conocimientos necesarias que se requieren en este siglo XXI. Según  la UNESCO (1998); el informe mundial sobre la educación de “Los docentes y la enseñanza en un mundo de mutación,” Describió el impacto de las Tic’s, en los métodos convencional, es de enseñanza y  de aprendizaje, augurando también la transformación de este proceso  y la forma en que los docentes y alumnos acceden al conocimiento y la información.

Este Informe mundial sobre la Educación realizado por la UNESCO, con el arribo al poder del Presidente Hugo Chávez Frías comienza a tener vigencia. Las TIC’S, comienzan a tener gran influencia en las nuevas estructuras sociales, lo que se denominaría la revolución tecnológica con una visión de formar hombres con capacidad de desarrolla contenidos para el área de las Ciencias en educación tanto secundaria como universitaria.

Así mismo al respecto la UNESCO (2004) señala que en el área educativa,  los objetivos estratégicos apuntan a mejorar la calidad de la educación por medio de la diversificación  de contenidos y métodos, promover la experimentación, la innovación, la difusión y el uso compartido de información y de buenas prácticas, la formación de comunidades de aprendizaje.

Dentro de las consideraciones preliminares del Documento Rector de la UBV, destacan que   la Ley de Universidades y las nuevas políticas para el desarrollo de la educación Universitaria en Venezuela,  que la investigación es una actividad fundamental de la Universidad no reducida al trabajo de especialistas, sino como una tarea de búsqueda y creación de saberes y conocimientos que atañe a profesores y estudiantes.

En las condiciones actuales, esto implica un continuo análisis de la realidad local, nacional y mundial, con enfoques complejos y trabajo interdisciplinario que permitan dilucidar las interrelaciones entre los diversos factores de la vida social, económica, política, cultural y moral, así como generar nuevos marcos de comprensión en lugar de reforzar los que hemos aprendido. También implica el despliegue de esta actividad en un espacio de libertad para dar respuesta a los desafíos sociales que le plantea el contexto en el que se inserta.

Es allí donde la utilización de las Tic´s, son necesarias, en un mundo que gira actualmente en torno a las nuevas tecnologías, porque son las que examinan el desarrollo del ser humano y mejora de su entorno. A esto se le puede denotar como búsqueda de calidad de vida. La tecnología tiene como referencia la invención de elementos en búsqueda de satisfacer necesidades, en pro de la mejora, esta no posee una fecha de referencia y tampoco una caducidad.

Las innovaciones tecnológicas llevan necesariamente a nuevos modelos de producción y de transformación social, según la publicación número 43 de Pedro Rojo, titulada “Información y Conocimiento: una Visión del Cambio Social y Tecnológico en La Era Digital”. Destaca que esto se da Como resultado de una definición de oportunidades dictada por los nuevos paradigmas de autores como Toffler, Drucker y Senge, quienes vienen defendiendo la tesis en favor del uso estratégico de la información y del conocimiento para garantizar el éxito de los procesos de planificación y desarrollo de las instituciones.
La evolución electrónica e informática ha marcado la pauta en los últimos años por la masificación de información mundial, lo cual ha dado impulso transcendental a muchas áreas del conocimiento y en especial a la educación porque es la transmisión de conocimientos, saberes, valores y en ella debe residir el manejo de esa evolución tecnológica, puesto que la información en masa, sin clasificación viene a ser un dato, vaga y sin fines.

CONTEXTO HITÓRICO DE LA INVESTIGACIÓN

Se pueden considerar las tecnologías de la información y la comunicación como un concepto dinámico. Por ejemplo, a finales del siglo XIX el teléfono podría ser considerado una nueva tecnología según las definiciones actuales. Esta misma consideración podía aplicarse a la televisión cuando apareció y se popularizó en la década de los ’50 del siglo pasado.

Después de la invención de la escritura, los primeros pasos hacia una sociedad de la información estuvieron marcados por el telégrafo eléctrico, después el teléfono y la radiotelefonía, la televisión e Internet. La telefonía móvil y el GPS han asociado la imagen al texto y a la palabra «sin cables». Internet y la televisión son accesibles en el teléfono móvil que es también una máquina de hacer fotos.

La Teoría del surgimiento de las tecnologías de la información y la comunicación Tic’s,  comienzan a en los años 70, Manuel Castells sociólogo y profesor universitario y director del instituto interdisciplinario de internet desempeñó un papel principal en el desarrollo de una sociología urbana marxista.

Enfatizó el papel de los movimientos sociales en la conflictiva transformación del paisaje urbano como marco de un amplio abanico de luchas sociales, trasladadas del campo económico al político por la intervención del Estado. En 1989 introdujo el concepto de ’’espacio de los flujos”, las componentes materiales e inmateriales de las redes globales de información mediante las cuales la economía se coordinaba de una forma creciente, en tiempo real, a través de las distancias.

En la década de los 90, combinó ambas líneas de su investigación en un titánico estudio, la Era de la Información, que se publicó como una trilogía entre 1996 y 1998. En respuesta a la crítica acogida de dicho trabajo en un largo número de multitudinarios seminarios celebrados en universidades de todo el mundo, se publicó una segunda edición de la obra en el año 2000.

El análisis de Manuel Castells se desarrolla a lo largo de tres dimensiones básicas: Producción, Poder y Experiencia. Ello pone énfasis en que la organización de la economía, del Estado y sus instituciones, las formas de significación en sus vidas que crean las personas mediante la acción colectiva, son fuentes irreductibles de dinámicas sociales.

HACIA EL EMPODERAMIENTO DE LAS COMUNIDADES

Para la educación universitaria, avanzar hacia la sociedad del conocimiento y de la información exige la utilización de las nuevas tecnologías, tomando en cuenta este término como aquel que  puede ser comprendido por cualquier mente humana razonable, que define,   como la interpretación de dichos hechos dentro de un contexto, encaminada, en este caso al empoderamiento de la comunidad, sin obedecer a intereses comerciales de   como la sociedad de la información.

En tal sentido,  insertar en los llamados procesos de interacción socioeducativa las Tic’s, se podría lograr una vinculación de la universidad con la sociedad, esto tienen especial relevancia como herramientas pedagógicas que, a la vez, puedan proponer soluciones concretas, viables, a problemas de la comunicación en la comunidad.

En Venezuela existe una infraestructura de telecomunicaciones que provee servicios básicos, tanto en el sector público como en el privado, y durante años el Estado ha invertido recursos a nivel de educación superior para formar una generación de profesionales calificados que atienda este sector. Desde el punto de vista legislativo, recientemente se ha modificado la Ley de Telecomunicaciones que data de 1945 con la finalidad generar un marco adecuado para la modernización y apertura de las telecomunicaciones en el país.

No es posible decir lo mismo en lo relativo al acceso a internet, la economía digital y “la sociedad y el gobierno en línea”. Si bien en Venezuela hay un camino recorrido en esta materia, desde que asume el gobierno el presidente Hugo Chávez Frías, quien le da al Estado en ello un papel determinante, es posible decir que era insuficiente la plataforma  existente.

Es así como comienza la revolución tecnológica con la dotación de computadoras, Canaimitas, Tableta, redes y procesamiento electrónico de datos, telefonía móvil, satélite, anchura de banda para transmisión de voz y datos, utilización de nuevos materiales como la fibra óptica) para impulsar la conexión en todos los ámbitos de la sociedad y que esto se revierta en beneficios sociales y económicos generalizados. Según informes del Ministerio del Poder Popular, para la Ciencia y la Tecnología, en cuanto a los recursos humanos en TIC, Venezuela es uno de los cinco mejores países en el mundo en producción de software de computación, base de las Tic’s, según los dos últimos maratones de programación realizados en Orlando (USA) y en Holanda. No obstante, los recursos humanos en esta área que se han formado hasta ahora, son insuficientes para acometer los retos planteados con la economía digital, el gobierno electrónico y la incorporación de las Tic`s en los ámbitos de salud, educación y ambiente, en un contexto de globalización.

Así, frente a las transformaciones económicas y tecnológicas a nivel mundial que han dado origen a nuevas realidades como la economía digital, basada en conocimiento e información, apoyada en las innovaciones en las Tic´s, es necesario que Venezuela y precisamente la educación Universitaria,  mediante políticas y estrategias,  acertadas transforme sus debilidades en fortalezas en este ámbito, para así aprovechar las oportunidades y beneficios que brinda en función de su desarrollo.

JUSTIFICACIÓN DE LA INVESTIGACIÓN

La incorporación de las nuevas tecnologías de información y comunicación al contexto educativo ha sido vista como la posibilidad de ampliar la gama de recursos, estrategias didácticas y las modalidades de comunicación que se pueden ofrecer para el mejoramiento, optimización y alcance del quehacer educativo. Actualmente, las Tecnologías de la Información  desempeñan un rol importante en la Educación Universitaria, ya que a través de esas herramientas y de esos mecanismos, se pueden llegar a superar las barreras que impiden la comunicación.

Según Pierre Lévy (1999), nuevas maneras de pensar y de convivir están siendo elaboradas y desarrolladas en el ámbito de las telecomunicaciones y de la informática. Las relaciones entre las personas, el trabajo, incluso la propia inteligencia individual o colectiva, dependen en verdad, del desarrollo y cambio incesantes de los dispositivos digitales de uso masivo de todo tipo.

FUNDAMENTAMENTACIÓN EPISTEMOLÓGICA

Las tendencias epistemológicas se exponen, en este estudio, como el saber organizado, construido en el tiempo, del cual se extraen los conceptos y las relaciones, fundamentadas en criterios, para explicar la teoría del conocimiento, la normalización, la reflexión y la acción en torno a los principios que rigen las Tic´s, desde el punto de vista de una teoría Crítica, significativas en la gestión, dentro de una articulación configurada cognitivamente, para entender y explicar la realidad social. vista desde esta perspectiva humanista emancipadora.

Esta concepción epistemológica liberadora delinea procedimientos particulares de la forma de concebir, actuar e interpretar dentro de ciertas secuencias operativas que, al sistematizarse, generan y privilegian posibles teorías que movilizan y representan información para la conformación de un nuevo paradigma.

Un nuevo paradigma desde el punto de vista epistémico del materialismo histórico, el cual investiga la sociedad humana, tratando de hacerlo sin presupuestos ideológicos, partiendo de los individuos empíricos y las relaciones que establecen entre ellos. A diferencia de los enfoques que muestran al capitalismo como un sistema estático o como el producto de una evolución «natural» del ser humano, la investigación histórico-materialista revela su carácter histórico y por lo tanto transitorio en el desarrollo de la humanidad. El Paradigma tradicional que centra el eje de la enseñanza sobre las tareas del docente, como por mucho tiempo lo rigió el Espacio Europeo de educación Superior, que promovía una teoría basada en el supuesto que sólo se logra un aprendizaje eficaz, cuando es el propio alumno es el que asume la responsabilidad en la organización y desarrollo de su trabajo académico.

Esta fundamentación epistémica también tiene sus basamentos en las críticas que hace Marx a las 11 Tesis de Feuerbach específicamente a la número 11, donde habla sobre los filósofos, que  no han hecho más que interpretar de diversos modos el mundo, pero Marx advierte que, de lo que se trata es de transformarlo. Y es precisamente el desafío que tienen las Tic’s en la actualidad, es  la transformación de un mundo más justo, más humanitario.  Es por ello que la Constitución de la República Bolivariana de Venezuela (Asamblea Nacional, 1999) en sus artículos 102, 103,110 y el decreto N° 825, orientan la dimensión de la educación, la ciencia y la tecnología como instrumentos fundamentales para el desarrollo y la transformación económica y social del país.

En tal sentido el surgimiento de las TIC’S como nuevo paradigma supone un cambio fundamental para promover la renovación en el Proceso de Enseñanza Aprendizaje en la llamada ahora Educación,  en términos académicos se conoce como “Sociedad del Conocimiento”, que debe adaptarse a las características de los nuevos conocimientos, patrones culturales, avances tecnológicos valores dominantes entre otros, que rigen este nuevo orden social que implica un proceso de constante actualización, para lo cual se exige a cada sujeto una capacitación crítica que favorezca la interpretación de la información y la generación del conocimiento propio que permita aprender de forma continua para empoderarse.

Según Mario Miguel Díaz, en su publicación Cambios de paradigmas Metodológicos en la Educación Superior, “Cada vez parece más necesario que los sujetos tengan la formación adecuada que les permitan no sólo beneficiarse de las oportunidades educativas que le ofrece la nueva sociedad del conocimiento, sino también adaptarse a ellas de la forma más creativa y significante”.

No es nueva la preocupación por las repercusiones pedagógicas (cambios metodológicos, nuevos modelos, etc…) de la explotación de las posibilidades que las TIC’S, aportan a la formación. Para Harasim, L. Por ejemplo, la educación on-line supone nuevos en tornos, con nuevos atributos, y requiere nuevos enfoques para entenderlos, diseñarlos e implementarlos. Mason y Kaye , por su parte, señalaban que las tendencias epistemológicas se exponen, como el saber organizado, construido en el tiempo, del cual se extraen los conceptos y las relaciones, fundamentadas en criterios, para explicar la teoría del conocimiento, la normalización, la reflexión y la acción en torno a los principios que rigen las Tic´s, desde el punto de vista de una teoría Crítica, significativas en la gestión, dentro de una articulación configurada cognitivamente, para entender y explicar la realidad. vista desde esta perspectiva humanista emancipadora.

FUNDAMENTACIÓN METODOLÓGICA

El investigador cita a varios autores en este trabajo para su fundamentación metodológica y dilucidar en los caminos del tratamiento de la teoría y su relación con la práctica, dejando claro la vinculación entre el sujeto que investiga y el objeto investigado o realidad abordada:

En tal sentido se abordan a teóricos como Jurgen Habermas, donde realiza análisis de la racionalidad, el sujeto, los regímenes políticos, la democracia, la modernidad, la dialéctica, entre otros. Así mismo, Habermas estuvo dirigido a explicar y superar las contradicciones entre los métodos materialistas y transcendentales en torno a una nueva teoría crítica de la sociedad, al retomar la teoría social marxista contemplando las posturas propias del racionalismo crítico, en torno al análisis de las relaciones entre los fenómenos socio-estructurales, con los psicológicos y de estructura económica de la sociedad moderna.

Estos aportes de Habermas, el investigador los contextualiza con la realidad que vive en los últimos tiempos Venezuela, donde se proponen cambios profundos, dirigidos a la construcción del nuevo Estado socialista del socialismo del siglo XXI, es un socialismo revolucionario que se debe directamente de la filosofía y la economía marxista, y que se sustenta en cuatro ejes: el desarrollismo democrático regional, la economía de equivalencias, la democracia participativa y protagónica y las organizaciones de base, que según Dieterich, en su obra Socialismo del Siglo XXI se funda en la visión de Karl Marx sobre la dinámica social y la lucha de clases.

Dieterich revisa la teoría marxista con ánimo de actualizarla al mundo de hoy, incorporando los avances del conocimiento, las experiencias de los intentos socialistas, develando sus limitaciones, entregando propuestas concretas tanto en la economía política como en la participación democrática de la ciudadanía para construir una sociedad libre de explotación.

Resumiendo, el socialismo del siglo XXI supone que es necesario un reforzamiento radical del poder estatal democráticamente controlado por la sociedad para avanzar el desarrollo. Igualmente esta postura de Habermas sobre la modernidad el investigador las contextualiza con los cambios en las instituciones, incluso una nueva Ley de Universidades. Esto implica cambios curriculares y modificación de las bases conceptuales de las unidades curriculares, que profundicen su conexión con el proceso revolucionario que se acelera a través de los 5 motores.

Dentro del proceso de cambios que experimenta la educación venezolana desde 1999, con el advenimiento de la Revolución Bolivariana, la idea de que la Educación Universitaria y las instituciones que la brindan, deben conectarse con la sociedad, no solo a través del combate a la exclusión, sino a través de la transformación profunda de las mismas, ha cobrado especial vigencia. De allí que en el nuevo modelo educativo venezolano, las universidades están llamadas a integrar los procesos de docencia, investigación formativa e interacción con la comunidad, a través del cambio del proceso de extensión universitaria por el proceso de interacción socio-educativa, para cumplir con uno de los objetivos de la UBV: la transformación social de su entorno.

En este sentido, la investigación formativa en la Educación Superior, y más específicamente aquella que se desarrolla inserta en los llamados procesos de interacción socioeducativa (la producción de conocimiento que nace de la vinculación de la universidad con la sociedad), tienen especial relevancia como herramientas pedagógicas que, a la vez, puedan proponer soluciones concretas, viables, a problemas de la comunidad. Es allí donde las Tic´s vienen a juagar un papel fundamental.

FUNDAMENTACIÓN FILOSÓFICA

El investigador consulta a “Dussel, en su trabajo titulado: Hacia una Filosofía Política Crítica, donde se realiza un enfoque sociológico de la Filosofía Política Crítica, la cual se refiere a la deconstrucción de una política moderna europea, en este caso Norte Americana, que ha instaurado un espacio político que subsuman a los éticos, sin criterios universales para determinar fines, sin límites de racionalidad práctica, ni solidaridad y que han permitido al capitalismo tardío globalizado destruir la ecología del planeta, y asumir la mayoría de la humanidad en una pobreza creciente.

Frente a ello, se trata de recuperar la Política, en el sentido noble y serio de término, de construir los “marcos” de un espacio político sostenible en el largo plazo, para afrontar las amenazas globales que ciernen sobre la humanidad. Es necesario ir abriendo y elaborando el estatuto teórico de una filosofía política crítica. En conclusión como nos propone Dussel, es posible ir hacia una nueva Política, otra política, abierta a la exterioridad, de justicia crítica, más allá de la justicia del sistema y que se origina en la praxis emancipadora que parte de la responsabilidad por el Otro”.

La deconstrucción de la política capitalista anti ética, la responsabilidad por el Otro, y por la instauración de una praxis emancipadora son objetivo de este trabajo de investigación, que se encamina bajo el enfoque de una filosofía política crítica, que dé como resultado el nacimiento de un nuevo paradigma sobre el uso de las Tic’s, como un “sector estratégico” que ayude al desarrollo del país, empoderando a las comunidades,  convirtiéndolas en “un arma para la defensa de la Revolución Bolivariana”, que garantice una adecuada seguridad del ciberespacio frente a las manipulaciones del imperio, riesgos y ataques de todo tipo, ”, que permitan “fortalecer la identidad y preservar los valores del pueblo venezolano”. Como lo está haciendo en la actualidad con la puesta en órbita de tres satélites, el Simón Bolívar, Miranda y recientemente el Antonio José de Sucre, con planes para un cuarto Satélite llamado Guaicaipuro. Con esto se trabaja incansablemente para lograr verdadera una independencia tecnológica.

. Las Tic’s, en este trabajo busca lograr la articulación dentro de los consejos comunales y otras organizaciones populares de los comités de información y comunicación, los comités usuarios y los productores nacionales independientes, entre otros, con el fin de transformar la realidad comunicacional como vía para la construcción del socialismo.

Buen Abad toma la iniciativa del presidente de Venezuela, Hugo Chávez Frías, y propone 5 líneas estratégicas de comunicación para garantizar la soberanía de los pueblos ante la gran ofensiva imperialista del dominio de los medios de difusión. Las 5 líneas estratégicas de comunicación para garantizar la soberanía de los pueblos son:

  1. Garantizar la Soberanía de los Contenidos. Que nunca más nos imponga su agenda el capitalismo y que seamos capaces de decidir, democráticamente, nuestros programas emancipadores socialistas.
  2. Garantizar la Acción Territorial. Que conozcamos palmo a palmo el terreno en el que luchamos y sepamos ganar los espacios estratégicos para nuestras propuestas socialistas.
  3. Garantizar la Democracia Tecnológica. Que seamos capaces de ganar y dominar las herramientas que realmente necesitamos y sepamos distinguir cuáles, cuándo y cómo las necesitamos.
  4. Garantizar la Formación de Cuadros. Que seamos capaces de activar escuelas de cuadros dinámicas en la teoría y la práctica y en las que la filosofía suprema sea la Unidad hacia el Socialismo.
  5. Garantizar Métodos Científicos para la Crítica y para la Auto-Crítica. Que seamos capaces de superar los contratiempos y pasemos a la acción reparadora de nuestras debilidades y error.

Contextualizando, los aportes de Buen Abad, en lo Sociológico, con este trabajo de investigación podemos decir que las Tic’s, son el escenario propicio para librar esta batalla, donde el imperio norteamericano arrecia con una guerra de 4ta generación. Que en la actualidad tiene a Venezuela, Brasil, Argentina, Bolivia, Ecuador y Nicaragua entre otros como escenario de sus objetivos políticos y ataques económicos. La misma está sostenida en la teoría del rumor y la rápida difusión y diseminación de sus mensajes. Es una permanente batalla que se produce a través de una constelación mediática comunicacional que está al servicio de los intereses económicos nacionales y transnacionales que dominan el mundo.

En Venezuela ya estamos viviendo esta guerra basada en la desestabilización psicológica y mental de la ciudadanía que genera, a su vez, una sensación de desorden, inestabilidad social y una confusión que impide que la verdad se conozca porque todos tienen versiones diferentes y contradictorias de la misma. En este perverso juego de caos socializado, la mentira y el odio son los instrumentos intangibles que operan como los peones de un juego sucio del que no se tiene conciencia.

Esta guerra, según Pedro Rivas Profesor e investigador de la comunicación, se gesta en unos laboratorios conformados por equipos interdisciplinarios, provenientes de diferentes áreas del conocimiento entre las que se encuentran: psicólogos de la conducta, psicoanalistas, publicistas, encuestadores, sociólogos sociales, lingüistas, semiólogos, políticos, espías, antropólogos, periodistas tarifados, expertos en informática, hackers, economistas, entre otros, donde podríamos afirmar que los cuarteles de esta guerra está en los medios de comunicación y las redes sociales que forman parte de las Tic’s.

Precisamente, esta investigación con el uso de las Tic’s, pretende contrarrestar estos ataques, haciendo énfasis en las transformaciones de un mundo donde la producción de conocimientos constituye uno de los factores explicativos de tales cambios y son la base para el desarrollo y la soberanía de cualquier nación. De igual manera los objetivos previstos en el Programa de la Patria que vienen a ser la carta de navegación de la Gestión Bolivariana Socialista 2013-2019, enmarcado dentro de la nueva planificación socialista integral, constituyen propuestas reales y concretas que se viene desarrollando para cumplir a cabalidad con el primer objetivo histórico como lo es defender expandir y consolidar el bien más preciado, como lo es el rescate de la independencia nacional, consustanciado con el quinto objetivo nacional como lo es “el desarrollar nuestras capacidades científico tecnológicas vinculadas a las necesidades del pueblo” que junto a los objetivos estratégicos deslindan de manera definitiva el camino, el cual no está exento de obstáculos, para la construcción del socialismo del siglo XXI.

RELACIÓN CON EL PLAN DE LA PATRIA 2013-2019

La relación de este proyecto se encuentra en la tercera línea estratégica:

III Democracia Protagónica revolucionaria: Para esta nueva fase de la Revolución Bolivariana se consolidará la organización social, tal de transformar su debilidad individual en fuerza colectiva, reforzando la independencia, la libertad y el poder originario del individuo.

Los ciudadanos personificaran y ejercerán siempre los mecanismos sustantivos del poder político, es decir, conservarán siempre su poder y su soberanía, la cual está siempre orientada el bienestar de todos, con los principios de igualdad y libertad.

Se relaciona con los siguientes puntos de la línea estratégica que tienen como objetivos:

III-2.2 Construir la base sociopolítica del socialismo del siglo XXI.

III-2.3 Formar una nueva cultura política basada en la  conciencia solidaria del ciudadano, de sus derechos y  responsabilidades.

III-2.4 Construir un sector público al servicio del ciudadano que conduzca a la

Transformación de la sociedad.

III-2.5 Ampliar los espacios de participación ciudadana en la  gestión pública.

III-2.6 Fortalecer la práctica de la información veraz y  oportuna por parte de los medios de comunicación masiva.

III-2.7  Fomentar que los medios de comunicación masivos formen parte de la promoción y defensa de la soberanía nacional

III-2.8 Consolidar al sistema de comunicación nacional como instrumento para el    fortalecimiento  de la democracia protagónica revolucionaria y la formación construir una nueva ética del servidor público.

III-3.7.1 Crear estímulos a los servidores públicos III-3.7.2 Ofrecer formación para su mejoramiento

III-3.7.3 Cambiar la cultura actual del servidor público.

III-3.9 Fomentar la utilización de los medios de comunicación como instrumento de formación.

III-3.9.1 Utilizar los medios de comunicación como instrumentos de formación en valores ciudadanos.

III-3.9.2 Educar en la utilización responsable y crítica de los medios de comunicación

III-3.9.3 Promover el control social de la población hacia los medios de comunicación masivos.

III-3.10 Promover el equilibrio entre los deberes y derechos informativos y los comunicacionales de los ciudadanos y las ciudadanas.

III-3.10.1 Facilitar el acceso de la población excluida, a los medios de comunicación.

III-3.10.2 Estimular la participación ciudadana en la defensa de sus derechos y el cumplimiento de los deberes comunicacionales.

III-3.12 Promover la soberanía comunicacional.

III-3.12.1 Divulgar el patrimonio cultural, geográfico, turístico y ambiental de Venezuela.

III-3.12.2 Construir redes de comunicación y medios de expresión de la palabra, la imagen y las voces de nuestros pueblos.

III-3.12.3 Crear un ente internacional centrado en la organización de los medios comunitarios alternativos.

En este sentido, con este trabajo, el autor  pretende   contribuir con el  enriquecimiento de campos de saber y, en consecuencia, al desarrollo del proceso de enseñanza aprendizaje, tecnológico y humanístico del país dirigido al empoderamiento de las comunidades. Orientado a la creación de conocimientos que respondan a necesidades específicas de su entorno, en cumplimiento de su compromiso con la búsqueda de soluciones para mejorar las condiciones de vida de los excluidos y con el desarrollo integral del país, para la creación de condiciones de existencia más dignas.

Tal como lo establecen estas líneas, se incorporará el papel fundamental de contribuir al logro de cambios en la comprensión de la vida pública, a través la difusión continua de los avances y logros de dicho quehacer conocimiento, se enriquezca con la reflexión, la práctica con la discusión teórica y el análisis de la realidad con el compromiso de contribuir a una sociedad mejor, de allí el surgimiento de las Líneas de Investigación estratégicas para realizar aporte a la nación en cuanto lo académico, científico, cultural y político.

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