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Mitos da criminalidade juvenil no Brasil

Brasil/Octubre de 2017/Fuente: Carta Educacao

Resumen:  Las propuestas de enmienda a la Constitución que reducen la mayoría de edad penal y proyectos de ley que amplían el tiempo de internación de adolescentes involucrados en crímenes hediondos han reaparecido en las pautas del Senado brasileño. El análisis de esta compleja cuestión demanda, sin embargo, un conocimiento más objetivo de la realidad de los actos infractores practicados por adolescentes en relación al problema de la violencia en Brasil. Muchos mitos circundan el debate sobre la autoría de jóvenes en la criminalidad urbana, siendo tres de ellos más centrales en las discusiones. El primer mito apunta una criminalidad creciente y descontrolada, practicada por niños y adolescentes, contrariando las estadísticas oficiales que, en realidad, revelan un hiperdimensionamiento en la presentación de las violencias practicadas por jóvenes, si se compara a las practicadas por adultos.

Propostas de emenda à Constituição que reduzem a maioridade penal e projetos de lei que ampliam o tempo de internação de adolescentes envolvidos em crimes hediondos têm reaparecido nas pautas do Senado brasileiro. A análise dessa complexa questão demanda, porém, um conhecimento mais objetivo da realidade dos atos infracionais praticados por adolescentes em relação ao problema da violência no Brasil.

Muitos mitos circundam o debate acerca da autoria de jovens na criminalidade urbana, sendo três deles mais centrais nas discussões. O primeiro mito aponta uma criminalidade crescente e descontrolada, praticada por crianças e adolescentes, contrariando as estatísticas oficiais que, na verdade, revelam um hiperdimensionamento na apresentação das violências praticadas por jovens, se comparadas às praticadas por adultos.

No ano de 2012, por exemplo, só 8,4% dos homicídios registrados no país foram cometidos por adolescentes. E, no ano de 2010, das 8.686 crianças e adolescentes assassinados no Brasil, 2,5% das mortes foram cometidas por adolescentes, segundo o estudo Porque dizemos não à redução da maioridade penal, de 2013, da Fundação Abrinq. Portanto, ao contrário do que afirma a opinião pública, é baixa a proporção de jovens que cometem atos infracionais graves, como os homicídios. E o mesmo se observa em roubo e tráfico.

Em 2015 o Relatório Violência Letal Contra as Crianças e Adolescentes do Brasil, elaborado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO) e coordenado pelo sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, também responsável pelo Mapa da Violência, revelou que 10.520 crianças e adolescentes de 0 a 19 anos foram assassinados no Brasil em 2013 — o equivalente a 3,6 chacinas da Candelária por dia. Dentre os 85 países analisados pela FLACSO, o Brasil ocupa o 3º lugar em homicídios de crianças e adolescentes, ficando atrás só do México e El Salvador. Entre 2003 e 2013, o número de homicídios praticados contra essa população subiu 19,7%.

O segundo mito associa a pobreza à criminalidade, determinando o risco que as crianças e adolescentes pobres oferecem à sociedade, enquanto criminosos em potencial. Diversas pesquisas comprovam a participação de jovens de diferentes classes sociais em atos infracionais. O que importa considerar, nesses casos, são os encaminhamentos dados: a diferenciação entre dependente químico e traficante é um exemplo claro dos tipos de tratamento possíveis aos sujeitos a partir de recortes de cor, classe social e região de moradia.

O terceiro mito sustenta que há uma passividade do Estado frente às ações consideradas criminosas praticadas por jovens, reforçando o desejo de grande parte da sociedade por uma menor tolerância no trato com crianças e adolescentes autores de ato infracional, desconsiderando, assim, os índices crescentes das medidas socioeducativas no país, sobretudo das medidas privativas de liberdade.

As simplificações das justificativas normalmente empregadas na defesa por mais punição aos jovens envolvidos (ou em risco de se envolver) em atos criminais parecem sempre mover a atenção para os indivíduos e não para as estruturas sociais. É quando o papel da punição na política criminal contemporânea adquire força e capilaridade no tecido da sociedade, afetando um público-alvo específico e legitimado por uma sociedade conivente com o recrudescimento de um sistema que se mostra seletivo em suas punições.

Apesar da gravidade de acontecimentos violentos no país, deve-se ressaltar que, do total de adolescentes em conflito com a lei, apenas 8,4% cometeram homicídios. A maioria dos delitos juvenis é roubo, seguido por tráfico. Sabemos também que a maioria dos adolescentes em conflito com a lei já abandonou a escola ainda no Ensino Fundamental e que é imensa a dificuldade daqueles que estão cumprindo medidas socioeducativas, principalmente em liberdade assistida, em retomar seus estudos.

Ao mesmo tempo, não existem indícios suficientes de que aumentar a repressão e o rigor das medidas socioeducativas em si sejam o bastante para reduzir a criminalidade e os homicídios. Ao contrário, dados do Conselho Nacional de Justiça atestam que 70% dos egressos do sistema prisional retornam a ele por reincidirem. Assim, a extensão dessa situação às infrações juvenis — ou seja, mais encarceramentos de adolescentes — não amenizará os índices de crimes cometidos por eles no país.

É dever do Estado aprimorar e ampliar as políticas sociais que amparam a juventude vulnerável. E é, sobretudo, a ausência dessas políticas que gera as condições de vulnerabilidade, empurrando os adolescentes para a criminalidade. Desse modo, a simples ausência de universalidade de direitos fundamentais, como o direito à moradia, à educação, à saúde, à inserção produtiva qualificada, já se constituem em violência contra a infância e a adolescência.

Nos sistemas judiciário, executivo e legislativo, ainda está bem presente a “lógica menorista” (visão antiga que ainda considera crianças e adolescentes “objetos do direito”, assujeitados, em situação irregular, e não sujeitos em desenvolvimento, que demandam proteção, respeito e autonomia), e pouco avançamos em leis que permitem saltos nessa visão. Debatemos a ineficácia de um Estatuto da Criança e do Adolescente que nem sequer foi implantado por completo e opinamos sobre a redução da maioridade penal, esquecendo-nos de que as causas da questão social continuam intocáveis em praticamente todas as esferas.

A efetivação da mudança de paradigma no sistema de justiça juvenil exige uma transformação coletiva na mentalidade da sociedade para que a opinião pública aprofunde as reflexões acerca da cultura punitiva e possa, assim, vislumbrar novas formas de sociabilidade, pautadas na liberdade. Da mesma forma que à lei não pode ser atribuído o papel de salvar a humanidade, o cárcere não resolverá as desigualdades sociais que marcam tão profundamente as vidas dos jovens e sua busca por sobrevivência, expressão, visibilidade e ascensão social.

Fuente: http://www.cartaeducacao.com.br/artigo/mitos-da-criminalidade-juvenil-no-brasil/

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Libro: Política de protección la primera infancia colombiana en contexto de conflicto armado

Política de protección la primera infancia colombiana en contexto de conflicto armado 

María Camila Ospina Alvarado. [Autora]

Colección Red de Posgrados en Ciencias Sociales. 
ISBN 978-987-722-009-4
CLACSO.
Buenos Aires.
Diciembre de 2013

El artículo describe la normatividad internacional y nacional que cobija, desde un enfoque de protección, a los-as niño-as de la primera infancia que han vivido en contexto de conflicto armado en Colombia. Describe algunas estrategias nacionales y locales orientadas a la protección de niños-as colombianos que han vivido en contexto de conflicto armado y están actualmente en el área metropolitana de Bogotá. Menciona algunos antecedentes investigativos relacionados con la protección de los-as niños-as en contextos de conflicto armado y otros referidos a las medidas de protección de niños-as. Por último expone la mirada crítica que propone la autora desde la perspectiva construccionista social frente a la política de protección de los-as niños-as en contextos de conflicto armado en Colombia.
Fuente: http://www.clacso.org.ar/libreria-latinoamericana/buscar_libro_detalle.php?id_libro=855&campo=titulo&texto=infancia
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Los cinco cambios que haría a Ser Pilo Paga

Por: Ignacio Mantilla

Mucho se ha discutido en los últimos meses sobre las bondades y deficiencias del programa Ser Pilo Paga (SPP). Rectores de universidades públicas y privadas estamos de acuerdo en que es una apuesta costosa y que la fuente de su financiación no debe ser la misma que la de las universidades públicas.

No quiero ahondar en las abundantes críticas, conocidas públicamente y que tienen de fondo el modelo de subsidio a la demanda de educación, contrario o en desequilibrio con el subsidio a la oferta de la educación superior de las universidades públicas.

Naturalmente, la cifra del costo es cuestionable, y por tal razón el debate se ha centrado en este punto, ya que con un tercio de lo que reciben las universidades públicas, que forman a 600.000 estudiantes, se financiará a sólo 40.000 estudiantes de SPP.

Pero supongamos que se ha superado esa discusión y que los recursos para financiar el programa SPP están garantizados sin afectar los dineros que deben ir a las universidades públicas. Bajo este supuesto (condición necesaria e inamovible), mi propuesta es introducir los siguientes cambios:

Primero

Los “pilos” son seleccionados anualmente, cuando las universidades públicas ya han finalizado sus procesos de admisión para el primer semestre del año siguiente. Algunos de estos pilos, que han presentado el examen de admisión a la Universidad Nacional sin haber sido notificados de que son beneficiarios, no alcanzan los puntajes exigidos para ser admitidos, por lo tanto, deben escoger una universidad privada. Sólo un tercio de ellos logra la admisión a la U. Nacional.

También hay un grupo de pilos admitidos que finalmente no hacen uso del cupo y prefieren ir a una universidad privada. Pero encontramos un grupo de jóvenes que ni siquiera habían contemplado estudiar en una universidad y que, al conocer que son pilos, deciden matricularse en una privada, pues ya en las públicas es demasiado tarde.

Estos hechos, sumados a la creencia de que lo más costoso es mejor, son los principales motivos por los que, en su mayoría, los pilos eligen universidades privadas.

No pretendo que todos vayan a las públicas, pues no creo que tengamos exclusividad sobre los talentos jóvenes, pero mi propuesta es que los pilos puedan elegir la universidad, y no únicamente para iniciar en el primer semestre del año siguiente, sino también en el segundo.

Esto permitiría que se presenten a las universidades públicas habiendo conocido que son beneficiarios de SPP o que puedan aplazar un semestre el inicio de sus estudios universitarios para elegir entre unas y otras. Al fin y al cabo, prácticamente todas las carreras en las universidades públicas y privadas tienen admisión semestral y no anual.

Segundo

El programa SPP no otorga becas, sino créditos que pueden ser condonables cuando el pilo tiene éxito. Una característica de los estudiantes de las universidades públicas es que en la mayoría de los casos no necesitan de créditos para su matrícula. En la Universidad Nacional, por ejemplo, sólo el 4,5 % de los estudiantes de pregrado tienen crédito con el Icetex. Esta es una de las razones por las que también existe un grupo de jóvenes que han rechazado el crédito beca.

Parafraseando la sabiduría popular: “Si quieres empobrecer, endéudate de lo que no es menester”.

Por otra parte, las universidades reciben el dinero de las matrículas de los pilos, pero son ellos los “deudores” responsables de esos dineros, y si desertan, están obligados a devolverlos.

Mi propuesta es que se invierta el esquema y sea la universidad, no el estudiante, la responsable de devolver el dinero de las matrículas cuando el pilo fracase. Es decir, que el costo de la deserción se le cargue a la universidad y no al pilo. Con ello además logramos que la universidad se preocupe mucho más por el bienestar de los estudiantes.

Tercero

Del programa SPP se benefician principalmente los jóvenes egresados de los colegios de las capitales y ciudades intermedias, que es donde se encuentran los de mejor calidad. Así, por ejemplo, los pilos de Nariño en 2015 fueron 426, pero sólo dos eran del Pacífico nariñense, lo que amplía la brecha regional, debido a que la selección se hace con base en el puntaje nacional de las pruebas Saber 11.

Es natural que, si un joven ha tenido una educación deficiente y también ha sido víctima del conflicto armado, el resultado de su examen Icfes no sea satisfactorio y, por lo tanto, no pueda competir con jóvenes que han tenido mejores oportunidades de formación.

Mi propuesta consiste en que se reserven cupos para las regiones y que los bachilleres compitan por estos cupos, pero entre ellos únicamente, es decir, en igualdad de condiciones.

Cuarto

Actualmente, el programa SPP adjudica los montos para las matrículas de acuerdo con el costo de cada carrera y universidad. Es así como, en total, la formación profesional de un pilo puede llegar a costar $200 millones, mientras que la de otro tan sólo $10 millones.

Mi propuesta es cambiar este mecanismo y entregar a cada pilo —no a la universidad— la misma suma semestral, de tal manera que el estudiante pueda decidir si usa la mayor parte de su dinero para su sostenimiento o lo invierte todo en la matrícula, o si mejor ahorra una buena suma para su futuro posgrado. Es decir, que a cada pilo se la asigne el mismo monto, independientemente de la carrera y la universidad elegidas, y que él mismo administre los giros semestrales durante sus estudios.

Quinto

Propongo que se permita la movilidad de los pilos entre universidades, de tal manera que podamos hacer uso de los convenios de cooperación para que un pilo pueda cursar, por ejemplo, un ciclo básico en la universidad más cercana a su lugar de residencia y después trasladarse a terminar sus estudios en una universidad de mayor complejidad.

Estos cinco cambios en el programa SPP darían mayor equidad y los pilos obtendrían una verdadera beca. Naturalmente, este costoso programa de becas no resolvería los principales problemas de la educación superior, pero plantea un nuevo rumbo para el SPP.

Fuente: https://www.elespectador.com/opinion/los-cinco-cambios-que-haria-ser-pilo-paga-columna-719103

Imagen: http://juventudpatriotica.com/portada/programa-ser-pilo-paga

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Venezuela: Nuestras escuelas técnicas forman una juventud protagonista de su futuro

Venezuela/Octubre de 2017/Autor: Yennifer Maldonado/Fuente: MPPE

Durante la transmisión del Programa Radial Encuentro Popular desde la Escuela Técnica Industrial Robinsoniana Gregorio Mac Gregor en Coche, Alexander Carreño, director del plantel educativo, destacó que en las escuelas técnicas se forman talentos para las industrias y para el servicio de la nación.

“Producimos talento para las industrias y para el servicio a la nación en las menciones de electrónica de electricidad y maquinas y herramientas, los muchachos se preparan para resolver problemas relacionados a sus especialidades”, agregó Carreño.

Asimismo, el docente indicó que la institución para este nuevo año escolar cuenta con una matrícula de 860 estudiantes, que “son distribuidos en el área básica donde aprenden los conocimientos académicos y luego pasan al área profesional donde ya son preparados para la formación de técnicos medios”, detalló Carreño.

Seguidamente, el director de la ETIR Gregorio Mac Gregor expresó su agradecimiento por todo el apoyo recibido por parte de los entes gubernamentales como el Ministerio de Educación, FEDE, INCES y al personal docente que están demostrando que si se pueden transformar las escuelas técnicas en un espacio de producción y sustentabilidad al servicio de la comunidad.

Por su parte, el responsable del MPPE garantizó que la ETIR Gregorio Mac Gregor quedará impecable y será dotada en su totalidad para que se convierta en la vanguardia del relanzamiento de la Educación Técnica venezolana.

Una juventud con futuro

“El liceo y la universidad son insustituibles en la vida de cada joven, aprópiense de este momento y espacio de la vida para que puedan ser felices hacia el futuro”, exhortó Jaua a los jóvenes estudiantes.

Además, Jaua recalcó que los estudiantes deben tener una visión de futuro como líderes y lideresas, sin caer en el repetido patrón de subordinación. “No podemos caer en la cultura de la subordinación de un patrón, deben asumirse como protagonistas del futuro propio y que se piensen como directores, subdirectores, emprendedores de una empresa, siempre al frente con liderazgo”.

El estudiante Harrison Arráiz, comentó que “no sabía arreglar bombillos y fue un compañero que me enseñó, pero en lo que le puse interés y a través de la práctica aprendí a reparar varios para la comunidad, de igual forma es un orgullo para mí ser un aporte más para mi liceo y hacer que cada día sea mejor”.

Fuente: http://www.me.gob.ve/index.php/noticias/87-noticias-2027/octubre/3514-nuestras-escuelas-tecnicas-forman-una-juventud-protagonista-de-su-futuro

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Argentina: Los maestros de la Unter se oponen al examen Aprender

Argentina/Octubre de 2017/Fuente: Imcipolletti

Cuestionaron el acuerdo entre Río Negro y Nación para relevar el nivel de aprendizaje de los alumnos. Rechazan las razones y aseguran que los resultados pueden manipularse.

El gobierno rionegrino adhirió a la realización de pruebas para medir el aprendizaje de los alumnos que propone el gobierno nacional y la Unter ya adelantó su rechazo. “Nos oponemos a los mecanismos de pruebas estandarizadas, porque desvirtúan esta premisa, además porque da crédito a las instituciones privatizadoras y al poder económico para avalar los ajustes que siempre les interesan”, manifestaron los docentes.

“Para este gobierno la evaluación es una de las estrategias elegidas para justificar todas las transformaciones que quieren imponer en el campo educativo desde una perspectiva meritocrática, estandarizante, mercantilista y privatizadora”, aseguró el sindicato que conduce Patricia Cetera. Para la dirigente, “la única finalidad es medir “la calidad educativa”, con el único objetivo de bajar la inversión del Estado, reducir el presupuesto, conducir a la privatización de la educación y promover el lucro de diferentes empresas.

“La única finalidad es medir la calidad educativa, con el único objetivo de bajar la inversión del Estado, reducir el presupuesto, conducir a la privatización de la educación”. Unter El gremio docente fijó una postura oficial sobre el acuerdo

Además del rechazo ideológico, los docentes aseguraron que el examen Aprender que realiza la Nación, se puede manipular ya que agrupa las preguntas por rango de dificultad. “Si se ponen las preguntas más difíciles en otro rango se puede engrosar” la cantidad de estudiantes que se consideren con bajo nivel de aprendizaje. “Puede manipularse para conseguir los porcentajes a medida de las necesidades de quien evalúa y no de los estudiantes”, afirmaron.

Fuente: https://www.lmcipolletti.com/los-maestros-la-unter-se-oponen-al-examen-aprender-n569004

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Bolivia y la UNESCO aplican diagnóstico de los aprendizajes a nivel nacional

26 octubre 2017/Fuente: Unesco

Este estudio nacional consiste en la evaluación de los aprendizajes de estudiantes de 3° y 6° grados del nivel primario y forma parte de los preparativos para la aplicación del cuarto Estudio Regional Comparativo y Explicativo (ERCE) que se aplicará desde 2018 en 18 países de la región.

Más de 12.000 estudiantes de 307 escuelas primarias bolivianas participan en un diagnóstico educativo a nivel nacional, gracias a una iniciativa liderada por el Ministerio de Educación del Estado Plurinacional de Bolivia, con el apoyo del Laboratorio Latinoamericano de Evaluación de la Calidad de la Educación (LLECE), asentado en la Oficina Regional de Educación para América Latina y el Caribe (OREALC/UNESCO Santiago).

El diagnóstico se realiza entre el 23 y el 26 de octubre de 2017, proceso que tiene representatividad nacional y que consiste en la evaluación de los aprendizajes de estudiantes de 3° y 6° grados del nivel primario, utilizando instrumentos desarrollados por el LLECE para las pruebas del Tercer Estudio Regional Comparativo y Explicativo (TERCE), que fue aplicado el año 2013 en varios países de la región.

Este diagnóstico servirá como un antecedente para Bolivia en relación a su futura participación en el cuarto Estudio Regional Comparativo y Explicativo (ERCE), el que será aplicado en 18 países de la región durante los años 2018 y 2019. A partir de los resultados obtenidos en estas evaluaciones, se entregarán insumos para el desarrollo de políticas educativas en Bolivia, con el foco puesto en la mejora de las prácticas docentes y los aprendizajes.

El proceso de implementación de este diagnóstico ha servido como inducción y desarrollo de capacidades para el Ministerio de Educación boliviano y el Observatorio Plurinacional de Calidad de la Educación de dicho país (OPCE), para seguir avanzando hacia un sistema nacional de evaluación de aprendizajes acorde a las realidades y contextos socioculturales del país.

El estudio incorpora, además, la evaluación de los factores asociados a los logros de los aprendizajes mediante cuestionarios dirigidos a directores, docentes, familias y estudiantes, con el objetivo de entender de qué manera éstos repercuten en los resultados.

*****

El Laboratorio Latinoamericano de Evaluación de la Calidad de la Educación(LLECE), con asiento en la Oficina Regional de Educación para América Latina y el Caribe, trabaja para abordar los nuevos desafíos que plantea la agenda global de Educación 2030, desarrollando investigaciones, promoviendo debates técnicos y realizando una serie de iniciativas orientadas a contribuir desde una perspectiva regional a la reflexión de la agenda mundial Educación 2030, con foco en la calidad de la educación en un sentido integral y las formas de evaluarla.

Fuente:  https://es.unesco.org/

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Impulsarán con gran fuerza la educación técnica venezolana

 Venezuela/26 octubre 2017/Fuente: Minci

El ministro del Poder Popular para la Educación, Elías Jaua Milano, afirmó este miércoles que durante este año escolar 2017-2018 impulsarán con gran fuerza la educación técnica venezolana.

Durante su programa Encuentro popular, transmitido por YVKE Mundial, desde la escuela Técnica  McGregor, ubicada en la parroquia Coche en Caracas, detalló que la educación media técnica venezolana cuenta con un total de 417 instituciones, de las cuales 287 son públicas y 130 privadas“pero la mayoría de ellas subsidiadas por el Estado venezolano”.

2017-2018

Jaua indicó, que se trata de 163 mil 714 estudiantes en estas escuelas técnicas, las cuales deben tener gran calidad educativa.

Detalló que intervienen en la estructura y recuperación de la Escuela Técnica  McGregor, “ya que el principal objetivo laboral, de estudio, ensayo y práctica es su espacio, instalaciones y equipos”.

“Fuimos formados académicamente con el saber, pero no con el hacer, ni cómo gestionar ni emprender, solo para trabajar para el Estado en áreas de servicios y contar como dicen por ahí, con el quince y último, pero hay que cambiar esa cultura”, señaló el ministro.

Jaua además resaltó que la educación técnica tiene que ser vanguardia de una nueva generación que se disponga al trabajo, al saber hacer y a producir.

Finalmente el títular de educación puntualizó que “cuentan con nuestro apoyo todas las Escuelas Técnicas”.

Fuente noticia: http://minci.gob.ve/2017/10/impulsaran-gran-fuerza-la-educacion-tecnica-venezolana/

Fuente imagen: http://minci.gob.ve/wp-content/uploads/2017/10/Elias-Jaua.jpg

 

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