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Argentina: Formación para promotores culturales comunitarios

América del Sur/Argentina/13 Agosto 2017/Fuente y Autor: ellitoral

Hasta el viernes 18 de agosto permanece abierta la preinscripción al Programa de Formación para Promotores Culturales Comunitarios, organizado por el Ministerio de Cultura de la Nación a través de la Dirección de Industrias Creativas y la Municipalidad de Santa Fe. Se trata de una propuesta formativa gratuita, concebida para jóvenes y adultos que se desempeñan vocacionalmente en organizaciones sociales o proyectos de base cultural con anclaje en zonas de alta vulnerabilidad social. Podrán participar integrantes de centros culturales, bibliotecas populares, radios comunitarias, clubes sociales, centros comunitarios, sociedades de fomento, asociaciones vecinales, colectivos de artistas, cooperativas, entre otros.

La iniciativa integra el Programa Red de Ciudades Creativas, con el fin de fortalecer los beneficios derivados de los ecosistemas culturales y creativos regionales, particularmente en términos de construcción de ciudadanía y de democracia cultural. Asimismo, desde el municipio, la propuesta se implementa en el marco del Programa Cultura Comunitaria de la Dirección Ejecutiva de Diversidad Cultural de la Secretaría de Cultura, siendo la UNL socia estratégica del Programa de Formación.

Contenidos

Los contenidos están organizados en cuatro módulos temáticos, presenciales, de duración cuatrimestral, con un encuentro semanal de tres horas de duración. En el primer módulo se abordará una “Introducción a la gestión cultural comunitaria”; en el segundo, “Estrategias culturales para la intervención comunitaria”; en el tercero, “Diseño de proyectos y producción ejecutiva de eventos culturales”; y en el cuarto, “Comunicación cultural comunitaria”.

El ciclo de formación incluirá jornadas de observación y actividades culturales. El primer encuentro se llevará a cabo el 2 de septiembre, en la Biblioteca Municipal Prof. Enrique Muttis (Cortada Falucho 2450).

Los interesados en participar deberán ingresar a la agenda Santa Fe Ciudad, acceso a Talleres y Capacitación, y completar un formulario online. En él, deberán ingresar sus datos personales, CV y carta de motivación, referencias de la organización social de la que forma parte, o si participa en el diseño o ejecución de un proyecto cultural comunitario. A partir de esos datos se realizará una preselección y se convocará a una entrevista previa al inicio del cursado. Los cupos son limitados. Para más información, comunicarse al Tel. 4571609, de lunes a viernes de 9 a 12; o escribir un correo electrónico a culturacomunitaria@santafeciudad.gov.ar.

Fuente de la noticia: http://www.ellitoral.com/index.php/diarios/2017/08/11/escenariosysociedad/SOCI-06.html

Fuente de la imagen: http://www.buenosaires.gob.ar/sites/gcaba/files/field/image/170316_-_promotres_culturales-_fase_ii_-_ccr_17.jp

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Brasil: Estudantes e movimentos sociais cobram debate sobre privatizações em São Paulo

América del Sur/Brasil/13 Agosto 2017/Fuente:Elpais/Autora: BEATRIZ SANZ

Resumen: Estudiantes tomaron por sorpresa la Camara Municipal de Sao Paulo, este 09 de agosto con la intención de expresar su oposición al Plan Municipal propuesto por el Prefecto. Los estudiantes exigen que sea sometido a plesbicito ante la comunidad la decisión de privatizar.

Alunos ocuparam por dois dias Câmara Municipal para pedir plebiscito sobre concessões.

Prefeitura diz que benefícios serão debatidos durante processo de venda

No último dia 9, a Câmara Municipal de São Paulo foi tomada de surpresa por estudantes e representantes de movimentos sociais. Eles se opõem ao Plano Municipal de Desestatização, proposto pelo prefeito João Doria (PSDB). A privatização de serviços e ativos públicos é uma bandeira de João Doria desde o período eleitoral. Vitorioso nas urnas, ele logo anunciou a criação da Secretaria Municipal de Desestatização e Parcerias, uma pasta para cuidar da privatização e concessão para a iniciativa privada, de serviços que atualmente são oferecidos pelo município. Além disso, ele enviou três Projetos de Lei (PL), referentes a esse tema, para a Câmara Municipal. A Prefeitura precisa do aval do Legislativo para dar seguimento ao processo de oferta das privatizações, criando, a partir daí, a modelagem das concessões – quanto custa cada bem, contrapartidas pedidas pelo município, e eventual participação da Prefeitura nos ganhos – que será ofertada às empresas interessadas.

O primeiro projeto (PL 364/2017) trata da concessão do Estádio do Pacaembu. O segundo (PL 404/2017) trata da venda de imóveis e terrenos que pertencem à prefeitura, e o terceiro (PL 367/2017), de concessões, vendas e parcerias público-privadas (PPP) de diversos serviços como terminais de ônibus, parques, praças, mercados municipais, o gerenciamento do bilhete único e até mesmo de cemitérios. O último projeto é considerado o mais polêmico, por ser mais amplo e, segundo seus críticos, genérico demais.

Américo Sampaio, gestor da Rede Nossa São Paulo, afirma que o projeto de desestatização encabeçado por Doria é audacioso: «Na minha avaliação não traz nenhum ganho, muito pelo contrário, pode trazer retrocesso aos serviços públicos». Sampaio considera que o problema não é a desestatização em si, mas a forma como ela está sendo feita. “Não houve debate suficiente com a sociedade. As comissões permanentes não foram consultadas”. Para ele, o PL 367/2017 é um risco, já que ele concede à prefeitura o poder de celebrar parcerias sem regras preestabelecidas pelo Legislativo. É um «cheque em branco para a prefeitura», garante.

A prefeitura, no entanto, afirma que a maioria da população de São Paulo já apoiou o projeto privatista de Doria durante a eleição – foi esse o mote da sua campanha. Ainda assim, os detalhes sobre os benefícios de cada concessão para a cidade já estariam sendo debatidos em audiências públicas, e ficarão mais claros a partir do desenho das concessões, que trarão os pormenores de cada projeto.

O vereador João Jorge (PSDB), que faz parte da Comissão de Transporte Públicoonde parte do pacote de privatização está sendo debatido, rebate os críticos ao pacote de desestatização. Segundo ele, não há problema de que essas atribuições passem para a prefeitura, pois Doria faria a privatização de uma forma responsável. Jorge avalia que se trata de uma oportunidade de arrecadar dinheiro para a cidade em um cenário de crise econômica. «Haverá receita, a prefeitura acredita que arrecadará cinco bilhões de reais para investir em saúde, educação, segurança e mobilidade urbana», diz. Por outro lado, Sampaio alega que o orçamento municipal é engessado e que mesmo que esse dinheiro entre no caixa, ele não será usado para investimentos e, sim, para pagar contas e salários dos servidores públicos.

Outra dúvida que ronda as privatizações, segundo as pessoas que as criticam, é a falta de estudos que apontem para a necessidade de conceder a gestão de alguns serviços para a iniciativa privada. Daniel Caldeira, pesquisador do LabCidade, lembra que a discussão sobre esse tema não pode ser feita de uma forma polarizada e que os estudos devem demonstrar se a privatização será ou não viável. Esses estudos ainda estão sendo produzidos pela secretaria de Desestatização. De acordo com a Prefeitura, os estudos só poderão ser apresentados – e ajustados, conforme o caso – assim que o Legislativo autorizar as concessões. O Executivo deseja que o pacote de desestatização seja aprovado ainda neste ano.

Mudanças no passe livre

Estudantes e representantes de movimentos sociais contrários aos projetos enviados pela gestão Doria ocuparam o plenário da Câmara Municipal no início da tarde do último dia 9 e saíram na tarde do 11. Eles exigiam que os vereadores convoquem um plebiscito para que a população seja consultada sobre a privatização, algo descartado pela Prefeitura. «Uma medida que vai atingir todo e qualquer cidadão de São Paulo, está sendo tramitada e as pessoas não estão participando disso», afirma Renata Campos, presidenta da União dos Jovens Socialistas, que esteve na ocupação. Eles pediam também que o prefeito João Doria revogue o decreto que instituiu mudanças no uso do passe livre estudantil. A Prefeitura alega que a situação econômica afetou as finanças públicas e precisa fazer ajustes de caixa. Além disso, a mudança afeta apenas 25% dos passageiros da cidade.

No início, a ocupação foi pacífica, mas quando os manifestantes perceberam que o presidente da Câmara, Milton Leite (PSDB), não iria atender as solicitações, eles fizeram barricadas dentro do plenário e houve alguns momentos de tensão. Os representantes de movimentos sociais passaram duas noites no plenário da Câmara Municipal, enquanto esperavam a resposta do pedido de reintegração de posse feito pelo presidente da Casa. A decisão judicial foi favorável aos estudantes, concedendo cinco dias para uma desocupação tranquila, mas eles saíram antes disso.

O presidente da Câmara afirma que não pode revogar a decisão que mudou as regras do passe livre, já que ela foi tomada pelo Executivo. Em relação ao plebiscito, ele afirma que já existem projetos apresentados por vereadores e que serão debatidos durante a reunião dos líderes de cada partido, resposta que satisfez os manifestantes.

Fuente de la noticia: https://brasil.elpais.com/brasil/2017/08/10/politica/1502317105_858216.html

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Paraguay: Darán 60 becas para ser técnico superior

América del Sur/Paraguay/13 Agosto 2017/Fuente y Autor: cronica

Atenti jóvenes, mayores de 18 años que terminaron el colegio. La Unión Industrial Paraguaya (UIP) y el Ministerio de Trabajo, a través del Sistema Nacional de Formación y Capacitación Laboral (Sinafocal), otorgarán 60 becas para estudiar en el Instituto Técnico Superior del Centro Paraguayo de Productividad y Calidad (ITS Cepprocal).

Las becas están dirigidas a jóvenes de escasos recursos, que deseen estudiar las carreras de Técnico Superior en Ventas, Logística Integral, Mecatrónica Industrial, Administración y Recursos Humanos.

Además de brindar una oportunidad de educación a los jóvenes, se busca responder a las necesidades del sector empresarial de incorporar personal calificado, especialmente en las industrias del país.

Las clases serán brindadas en el ITS Cepprocal dependiente de la Unión Industrial Paraguaya, en los turnos mañana y tarde, en su local ubicado en Lope de Vega e/ Atilio Galfre y San Antonio, San Lorenzo.

Las carreras duran dos años con acceso a pasantías prácticas desde el primer año, con una rápida salida laboral.

Para anotarse

Los interesados tienen tiempo para presentar su postulación hasta el viernes 18 de agosto. Más info: (0986) 13 64 13 o (0986)13 64 88.

Fuente de la noticia: https://www.cronica.com.py/2017/08/12/daran-60-becas-tecnico-superior/

Fuente de la imagen: https://www.cronica.com.py/wp-content/uploads/2017/08/10-foto-dinero.jpg

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Chile: Preescolares y estudiantes de primero básico aprenderán con tabletas

América del Sur/Chile/13 Agosto 2017/Fuente y Autor: diarioeldia
El objetivo del «Proyecto Tablet» del programa Enlaces es fortalecer la innovación en las prácticas pedagógicas de los docentes de educación inicial.

Cerca de 250 educadoras, técnicos de párvulos y ayudantes de aula de prekínder (NT1), kinder (NT2) y primero básico de escuelas y colegios públicos de las provincias de Elqui, Limarí y Choapa son capacitadas en el uso de tabletas, durante el mes de agosto, como parte del proyecto Tablet, a través del programa Enlaces del Ministerio de Educación.

Esta capacitación es parte de la entrega de Tablet para la educación inicial en NT1, NT2 y primero básico dirigido a 1.466 establecimientos del país entre 2014 y 2015 y que en la región  benefició a 126 establecimientos públicos, con un entrega total de 3.402 tabletas y una inversión de 685 millones de pesos, iniciativa de la Reforma Educacional del gobierno de la Presidenta de la República Michelle Bachelet.

La capacitación que finalizó en la Provincia de Elqui contó con más de un centenar de educadoras y técnicos de párvulos, como es el caso de Mireya Bravo, técnico en párvulos del colegio Víctor Domingo Silva de La Serena, quien señaló que «el trabajo con tableta es novedoso para los niños, llamativo y les gusta. Estamos aprendiendo cómo realizar un mejor trabajo con la tableta para poder entregar conocimientos mucho más significativos».

En el mismo sentido, la técnico explicó que gracias a las aplicaciones lúdicas que se les puede incluir a este dispositivo móvil, los niños pueden aprender a contar, entender la secuencia numérica, aumentar su tolerancia y desarrollar la capacidad de trabajo en equipo.

Por su parte, el Seremi de Educación, Pedro Esparza, explicó que además de entregar los dispositivos móviles han puesto especial cuidado en la capacitación de los educadores, por lo que «es gratificante que exista la disposición y las ganas de este numeroso grupo de colegas y asistentes de la educación, de sacar el mayor provecho posible a éstos instrumentos y darles un sentido pedagógico».

El secretario de Educación recalcó además que esto ayudará a que los estudiantes puedan aprender matemáticas de manera más entretenida, dado que aun se presenta un déficit en cuanto al interés que se tiene sobre esta área del aprendizaje.

Fuente de la noticia: http://www.diarioeldia.cl/region/educacion/preescolares-estudiantes-primero-basico-aprenderan-con-tabletas

Fuente de la imagen: http://www.diarioeldia.cl/sites/default/files/styles/flexslider_full/public/082017/3._foto_capacitacion_tablet_a_educadoras_y_asistentes_de_aula.jpg?itok=HDI4g

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Perú: Minedu “Desde hoy debemos empezar despidos”

América del Sur/Perú/13 Agosto 2017/Fuente:diariocorreo /Autor:G. Anaya / K. Valencia

Mientras los profesores del Cusco retornan a las aulas el lunes, otros sectores buscan en Lima demandas extremas

La ministra de EducaciónMarilú Martens, informó que ayer se iniciaron oficialmente los despidos de los docentes que permanezcan en huelga y no acudan a su centro de labores. Manifestó que esta acción no debe ser vista como una amenaza, sino como una consecuencia de la continuidad de la medida de fuerza por parte de los maestros huelguistas, que se oponen a los acuerdos tomados tras la reunión que el Gobierno tuvo con el gremio magisterial en los últimos días.

“Hoy día (ayer), ya deberíamos empezar con los despidos, porque esto no es amenaza ni un castigo. Esto simplemente es una consecuencia de los actos que han venido (sucediendo) y los profesores lo saben muy bien. Esto es: no asistes, hay descuentos y después el despido”, dijo en entrevista con RPP.

La titular del Minedu indicó que el próximo lunes se reanudarán las clases en el Cusco, y destacó que el compromiso de su sector es entregar “una estructura del incremento salarial en los próximos años”, y “atraer a la carrera del magisterio el talento que queremos para formar a nuestros estudiantes”.

En otro momento, dijo que el pasado jueves 10, en Palacio de Gobierno, se llevaron a cabo dos reuniones: la primera fue con los representantes del Comité Ejecutivo Nacional (CEN) del Sindicato Único de Trabajadores de la Educación del Perú (SUTEP); y otra con los gremios reconocidos de provincias. Manifestó que esperaba llevar a cabo un tercer encuentro con representantes de Piura, Tumbes y Loreto.

CUSCO VUELVE A CLASES. Por otro lado, el profesor Ernesto Meza Tica, secretario general del SUTER y dirigente que llevó al magisterio cusqueño a una huelga de casi 60 días, arribó ayer por la tarde al Cusco.

El sindicalista fue recibido con aplausos por sus colegas y anunció la suspensión de la huelga de maestros en Cusco. Él calificó de “exitoso” el hecho de que representantes del Ministerio de Educación hayan llegado a Cusco tres veces para tratar de solucionar la huelga, y refrendó los puntos acordados con el Gobierno sobre el aumento salarial docente de 2 mil soles desde diciembre de este año.

ENFRENTADOS. Pese a que profesores de Tumbes, Áncash, Cajamarca, Lambayeque, Piura e Ica han ratificado que continuarán en huelga, el secretario general del SUTEP, Alfredo Velásquez, aseguró que el próximo lunes varias regiones del país reiniciarán las clases tras más de dos meses de huelga, entre ellas Cusco. Precisó que espera que el magisterio analice los logros que se han obtenido en el sector educativo.

“Los maestros estarían retornando a las aulas a partir del lunes. Hoy (ayer) muchos han viajado en el transcurso del día. Ellos van a evaluar, analizar y comparar el contexto que estamos pasando”, dijo.

Indicó que “es natural” que otros sectores del gremio cuestionen su representatividad y no lo consideren el máximo representante del magisterio, debido a que quienes permanecen en huelga “tienen un pliego de reclamos distinto al nuestro: piden la derogatoria de la Ley General de Educación, de la Ley de Reforma Magisterial, piden evaluación cero y de eso nosotros marcamos distancia”. Por ello, exhortó al presidente Pedro Pablo Kuczynski y a la ministra Martens a reunirse con los protestantes.

Por otro lado, y desde un mitin en la plaza San Martín, el presidente del Comité de las Bases Regionales del SUTE, Pedro Castillo, criticó la postura de Velásquez y exigió que este demuestre el papel que tiene en el gremio.

“Se ha permitido una gran discriminación. Una ley para los nombrados y otra para los contratados. No nos vamos a ir a nuestras aulas si no se derogan estas leyes (…) El propio ministerio le ha premiado al otorgarle las licencias sindicales a gente que no tiene la representatividad para seguir traicionando al magisterio”, destacó.

Asimismo, descartó que haya algún tipo de financiamiento a las personas que permanecen concentradas en Lima, como parte del rechazo a las medidas propuestas por el Ejecutivo hacia el sector: “Nadie nos financia la huelga. Estamos con nuestro mísero sueldo, abandonando nuestras familias por dignidad”.

FRACASO. Desde el Congreso de la República, distintos legisladores consideraron que Martens debería dar un paso al costado, ante el fracaso del diálogo que tuvo el Ejecutivo con dirigentes del SUTEP y el continuismo de la huelga.

“La ministra está francamente pintada en la pared. Es muy malo que ahora la ministra pueda salir del gabinete, no creo que sea el mejor momento. Pero una vez terminada esta huelga, lo primero que tiene que ocurrir es que salga rapidito”, señaló el aprista Mauricio Mulder.

En ese sentido, recomendó al presidente Pedro Pablo Kuczynski que el reemplazo de la titular del Minedu sea una persona que conozca no “solamente en términos teóricos” sobre educación, sino que sepa de política.

Luego, dijo que de no retirar a Martens después de acabarse la huelga, “evidentemente tendrá que ser interpelada”.

“Ella tendrá que pagar los platos rotos de la incapacidad del Presidente de la República. La payasada (reunión) de ayer (jueves) no sirvió para nada”, dijo.

Error. La fujimorista Rosa Bartra dijo que la ministra Marilú Martens comete un error al lanzar advertencias a los profesores sin resolver el problema de la huelga.

Mientras los profesores del Cusco retornan a las aulas el lunes, sectores radicales buscan en Lima demandas extremas y jaquear al gobierno

CIFRAS

2 mil soles será el sueldo mínimo de los docentes.

5 regiones se comprometieron a reanudar clases el próximo lunes.

Fuente de la noticia: http://diariocorreo.pe/politica/minedu-desde-hoy-debemos-empezar-despidos-767211/

Fuente de la imagen: http://cdne.diariocorreo.pe/thumbs/uploads/img/2017/08/12/minedu-desde-hoy-debemos-em-jpg_604x0.jpg

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Colombia: Ministra de Educación estará en encuentro latino de youtubers

América del Sur/Colombia/13 Agosto 2017/Fuente: rcnradio/Autor:rcnradio

Para fomentar la educación entre las personas que usan YouTube como plataforma de entretenimiento y trabajo, el Ministerio de Educación anunció que la jefe de dicha cartera nacional estará presente en el encuentro latino más grande de youtubers.

Se trata del Media Fest que inicia este viernes en Bogotá y se espera que la ministra Yaneth Giha esté presente a las 8 de la noche.

Allí se presentará la estrategia Gen Ciudadano para las nuevas generaciones.

Así mismo, el sábado 12 de agosto habrá un panel del Ministerio de Educación a las 6:00 p.m. en la Gran Carpa de las Américas de Corferias. En este espacio estarán los youtubers Alex Casas, Matu Garcés, Libardo Isaza y Julián González.

Fuente de la noticia: http://www.rcnradio.com/tecnologia/ministra-de-educacion-estara-en-encuentro-latino-de-youtubers/

Fuente de la imagen:

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Argentina: Repercusión nacional: Ramayo pidió a los jóvenes valorar la educación gratuita

América del Sur/Argentina/13 Agosto 2017/Fuente: elancasti/Autor:La Voz

El joven se graduó de ingeniero en Informática en Argentina y en Italia casi simultáneamente busca ahora devolver a la Universidad Nacional de Catamarca lo que invirtió en él.

Federico Ramayo, de 26 años, narró su experiencia a Télam y pidió a los jóvenes «valorar la educación gratuita que reciben en Argentina»; aseguró que los programas no son tan diferentes, y que -aunque le costó estar lejos- sintió felicidad cuando hace pocos días consiguió el doble título de ingeniero en Italia.

«Yo quiero devolverle algo a la comunidad y a la universidad pública. Quiero ganar experiencia en el campo laboral y compartir el conocimiento con los estudiantes, profesores y la comunidad a través de clases o capacitaciones ad honorem y generar algún emprendimiento en Catamarca», aseguró Federico.

El joven cursó la carrera de Ingeniería en Informática en su provincia y en septiembre de 2016 partió rumbo a la región de las Marcas, 195 kilómetros al este de Roma, para continuar sus estudios en la Escuela de Ciencia y Tecnología de la Universidad de Camerino, gracias a un convenio de esa institución con la Universidad Nacional de Catamarca.

Tras vivir y estudiar diez meses en Camerino, rindió el mes pasado su tesis ante un tribunal de profesores italianos y obtuvo la doble titulación como ingeniero en Informática y Laurea Magistrale Computer Science.

«La experiencia de tener un título es una satisfacción impresionante. La felicidad que tenía en el momento que rendí la tesis y me dijeron que estaba aprobado fue única, me puse contentísimo. Uno se siente feliz, feliz de verdad. La satisfacción de haber conseguido lo que me había propuesto desde que arranqué a estudiar fue saber que lo logré», expresó Federico.

Para el joven, «un título no te va a cambiar como persona, pero te va a dar herramientas para defenderte en lo que es el mercado laboral, que hoy en día pide gente especializada y eso te lo da educación universitaria y terciaria».

Los convenios permiten a los alumnos de las facultades de Ciencias Exactas y Naturales, y de Tecnología y Ciencias Aplicadas de la Universidad Nacional de Catamarca obtener la doble titulación en universidades extranjeras, explicó el joven, para quién «no existen diferencias sustanciales» entre los niveles de enseñanza y conocimiento entre Europa y Argentina.

«En mi caso, no tuve parciales hasta el final de los cuatrimestres, lo que si había eran exámenes finales escritos y presentaciones de proyectos. Para mí, no existen grande diferencias entre el nivel de Universidades y el nivel de profesores. Las diferencias, por ahí, están dadas en cuanto a lo estructural, los edificios, el campus que tenía la Universidad de Caerino eran muy cómodos», destacó.

Para el estudiante, «en ningún lugar de Europa la educación universitaria es gratuita. Como mucho es subvencionada, pero no llega a ser gratuita. Yo creo que eso es invalorable para nosotros, porque cada uno tiene la posibilidad de ser lo que cada uno quiera ser, nada te limita».

«En otros países, si uno no tiene cierto nivel económico o no pasa algunas pruebas de puntaje, no puede aspirar a estudiar determinadas carreras. En cambio, en Argentina uno puede seguir lo que quiera sin pagar, eso tiene que ser muy valorado y tenido en cuenta a la hora de plantearte una carrera», enfatizó.

Para el joven, lo más díficil fue enfrentar los primeros días en Camerino y también ser testimonio de la sucesión de terremotos que sufrió esa zona de Italia el año pasado.

«La primera semana fue muy dura, estaba en una de los departamentos del campus solo. Debe haber sido porque en Catamarca yo vivo con mis tres hermanos y mis padres y estaba acostumbrado a siempre estar acompañado. Acostumbrarme al silencio fue algo durísimo. Hasta que comencé a compartir con otro catamarqueño que estaba haciendo el doctorado en informática allá», recordó.

Fue complicado estar «lejos de casa» en un momento tan traumático como fueron los terremotos pero el problema más serio lo tuvieron en el centro de la ciudad, donde hubo muchas familias que perdieron sus casas», señaló Federico, que guarda todo lo vivido como parte de su aprendizaje.

Ahora, ya en su provincia y entre los suyos, y tras recibir varios ofrecimientos para trabajar en la Facultad de Tecnología de la Universidad Nacional de Catamarca, planea la mejor manera de retribuir a su comunidad todo lo que invirtió en sus estudios.

Fuente de la noticia: http://www.elancasti.com.ar/nacionales/2017/8/12/repercusion-nacional-ramayo-pidio-jovenes-valorar-educacion-gratuita-343750.html

Fuente de la imagen: http://img.elancasti.com.ar/u/fotografias/m/2017/8/12/f768x512-111670_167861_0.jpg

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