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Portugal:Governo pondera manuais escolares gratuitos no ano lectivo 2017/18

Europa/Portugal/31 Julio 2016/Fuente y Autor: Jornaldenegocios

Resumen: En el proximo año lectivo los alumnos que ingresen al primer ciclo van a tener acceso a materiales escolares gratuitos. La idea del gobierno es extender esta medida a todos los alumnos a partir del 201772018

Este ano lectivo só os alunos que entrem para o primeiro ciclo vão ter acesso a manuais escolares gratuitos. A ideia do Governo é estender a medida a todos os alunos a partir de 2017/2018, segundo a Renascença.

A partir do próximo ano lectivo, 2017/2018, todos os alunos do primeiro ciclo poderão ter manuais escolares gratuitos. A intenção foi revelada à Renascença pela secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão.
«O Orçamento do Estado ainda não está construído, mas aquilo que poderíamos aspirar era abarcar todo o primeiro ciclo», sustentou.
A partir deste ano lectivo, que arranca em Setembro, só os alunos que entrem no primeiro ano do primeiro ciclo vão ter direito a manuais escolares gratuitos. Uma medida que representa um investimento de três milhões de euros, relembra a Renascença.
A entrega dos manuais, ou dos «vouchers» para levantamento dos livros, vai decorrer de 9 a 15 de Setembro.
Fuente de la noticia: http://www.jornaldenegocios.pt/economia/educacao/detalhe/governo_pondera_manuais_escolares_gratuitos_no_ano_lectivo_201718.html
Fuente de la imagen:http://cdn.jornaldenegocios.pt/2015-04/img_890x500$2015_04_14_22_17_08_250465.jpg
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Francia: Português será integrado no sistema educativo francês

Europa/Francia/31 Julio 2016/Fuente y Autor: Jornal de Noticias

Resumen: La ministra de Educación de Francia, firmo un acuerdo en el cual el idioma portugues formara parte del curriculo escolar frances como lengua extranjera a partir del proximo año lectivo .

Acordo foi assinado em Paris com a ministra da Educação de França, Najat Vallaud-Belkacem
O ministro da Educação disse, esta segunda-feira, que o português passará, a partir do próximo ano letivo, a integrar os currículos do sistema escolar francês como língua estrangeira.

Os ministros da Educação de Portugal e França, Tiago Brandão Rodrigues e Najat Vallaud-Belkacem, respetivamente, assinaram, em Paris, uma declaração política para reforçar a cooperação bilateral no domínio da língua.

Com esta declaração, acima de tudo, conquistamos, por um lado, que o português possa ser ensinado em França como língua estrangeira viva, havendo a sua integração nos currículos do sistema escolar, isto é, em vez de ser uma língua supletiva, uma língua que complementava os currículos, a partir de agora, o português passa a fazer parte do sistema escolar, completamente integrado», disse à Lusa Tiago Brandão Rodrigues, contactado a partir de Lisboa.

De acordo com o ministro da Educação, «o português passará a ser tratado como as línguas internacionais mais difundidas, como o inglês, o espanhol, o italiano», facto que classificou como «muito importante».

Segundo um comunicado do Ministério da Educação português, a França fará a substituição do «Ensino de Língua e Cultura de Origem (ELCO)» no sistema escolar por um novo dispositivo, o «Ensino Internacional de Línguas Estrangeiras (EILE)», que começará a ser aplicado já no ano letivo de 2016/17.

Por outro lado, disse Tiago Brandão Rodrigues, essa mudança também é importante para a comunidade portuguesa, que terá acesso ao português integrado nos currículos e «porque existirá uma continuidade ao longo de todo o sistema escolar» do ensino da língua portuguesa, tanto no ensino básico como no secundário.

Permitirá ainda, segundo o ministro, o aumento de alunos que não são de origem portuguesa nos cursos de português, pois também vão ter acesso à língua portuguesa ao longo em todo o sistema escolar em França.

«Portugal irá continuar a dar todos os recursos que dava até aqui para o ensino do português em território francês e a França passa a dar mais recursos importantes para a consolidação da língua portuguesa», indicou o ministro.

Tiago Brandão Rodrigues sublinhou ser importante aprofundar a cooperação educativa e linguística em acordos futuros e manter um acompanhamento técnico regular do ensino do francês em Portugal e do português em França. «Portugal é pioneiro nessa iniciativa do Governo francês, que quer alargar esse compromisso com outras línguas», disse ainda.

Essa declaração política, afirmou Tiago Brandão Rodrigues, «acontece também essencialmente num quadro dos laços de amizade que existe bilateralmente, como se viu também nesses últimos tempos pelas visitas mútuas que aconteceram a ambos os países».

«Acima de tudo é importante entender que o francês e o português apresentam-se como línguas com dimensões internacionais, como línguas de trabalho de organizações internacionais, mas também línguas da ciência, línguas de culturas, línguas de comunicação», afirmou.

Para o ministro português, «era importante» ter «instrumentos para robustecer a aprendizagem e o ensino da língua, do português em França e do francês em Portugal».

Segundo a nota do Ministério da Educação, esta declaração conjunta traduz, «antes de mais, uma forte vontade política, uma vez que inaugura uma nova e ainda mais ambiciosa etapa de promoção recíproca do ensino do português e do francês nos sistemas educativos de ambos os países».

De acordo com o documento, a partir do trabalho que conduziu à assinatura desta declaração conjunta, ambos os ministros concordaram que seja celebrado até ao fim do ano um novo acordo de cooperação educativa.

O documento também foi assinado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Augusto Santos Silva.

Fuente de la noticia: http://www.jn.pt/nacional/interior/portugues-sera-integrado-no-sistema-educativo-frances-5304998.html

Fuente de la imagen: http://static.globalnoticias.pt/jn/image.aspx?type=generate&name=big&id=5304998&source=&w=744&h=495&t=20160725181700

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Educación descarta una reválida de Bachillerato única para toda España

España/30 julio 2016/Fuente: La Gaceta

A pesar de las críticas recibidas y de la oposición mostrada por un buen número de comunidades autónomas al grueso de la LOMCE (Ley Orgánica para la Mejora de la Calidad Educativa), el Consejo de Ministros aprobó este viernes el decreto por el que se regulan las evaluaciones finales (“reválidas”) de Educación Secundaria Obligatoria (ESO) y de Bachillerato, pruebas que no convencen a buena parte de la comunidad educativa, pero cuya aplicación llegará el próximo curso 2016-2017. Y es que tal y como figura en la LOMCE, ambas evaluaciones serán obligatorias para obtener el título (de ESO, por un lado; y de Bachillerato, por otro), y en el caso concreto de Bachillerato servirá también para acceder a la Universidad.

En el caso concreto de Bachillerato, la norma fijada por el Ministerio de Educación descarta, en contra del planteamiento efectuado por los rectores, la realización de un examen único el mismo día para todos los alumnos de todas las comunidades autónomas y así evitar las posibles diferencias que actualmente se producen en la actual Selectividad, donde algunas autonomías parecen haber convertido esta prueba en un auténtico “coladero”.

Por tanto, será una prueba muy similar a la actual Selectividad. Eso sí, los exámenes no serán tipo test, tal y como proponía el primer borrador elaborado por el exministro José Ignacio Wert.

Aunque la prueba ha sido consensuada con los rectores, con el fin de no romper el distrito único, lo cierto es que las universidades tendrán poco protagonismo en su desarrollo. Serán las comunidades autónomas las que tengan la potestad para organizar las evaluaciones y fijar los tribunales, las fechas y las preguntas de los exámenes. Eso sí, siempre dentro de un marco común fijado por el Ministerio de Educación, que será el encargado de establecer las características, el diseño de las pruebas y su contenido.

Fuente: http://www.lagacetadesalamanca.es/salamanca/2016/07/30/educacion-descarta-revalida-bachillerato-unica-espana/180959.html

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Las escuelas con poca contaminación y mucha zona verde favorecen el aprendizaje de los niños

Por Observatorio FAROS Sant Joan de Déu

Los alumnos de primaria que estudian en centros escolares con una mayor polución tienen más dificultades en el aprendizaje. Los que lo hacen rodeados de zonas verdes, en cambio, desarrollan mejor algunas habilidades mentales que son muy importantes.

Estas son las conclusiones de dos estudios pioneros realizados por investigadores de Barcelona publicados recientemente que analizaron trimestralmente durante un año la evolución en 3.000 alumnos entre 7 y 10 años de 39 escuelas de la Ciudad Condal. Los autores de estos proyectos evaluaron habilidades mentales como la memoria de trabajo (que permite retener datos brevemente en el cerebro y es esencial para leer o calcular) o la capacidad de atención (también clave para el rendimiento académico).

La polución no es buena para la memoria y la atención

Según el primero de estos estudios, los alumnos de escuelas con más contaminación en las aulas y en los patios muestran un desarrollo más lento de la memoria de trabajo y de la capacidad de atención que los que estudian en centros que están más alejados del tráfico y tienen un aire más limpio.

La contaminación del aire por culpa del tráfico podría tener un efecto neurotóxico asociado con un menor desarrollo cognitivo en los niños estudiados, que están en una edad clave para consolidar sus mecanismos de aprendizaje.

Las conclusiones de este estudio, considerado muy solvente por investigadores ajenos a él, pueden tener una gran repercusión ya que son muchas las ciudades europeas que sobrepasan los niveles recomendados de polución. En torno al 90% de la población urbana de la Unión Europea está expuesta a niveles de contaminación atmosférica que son considerados nocivos para la salud, según la Agencia Europaea del Medio Ambiente. Además, muchas escuelas están localizadas cerca de vías de tráfico concurridas y precisamente la polución es más alta en los momentos del día en los que los niños están en ellas.

Este estudio es de gran trascendencia porque es el primero que analiza en profundidad este problema a pesar del gran número de escuelas que hay en zonas con intensa circulación de vehículos.

El aumento de la memoria de trabajo durante el año estudiado entre los alumnos fue de un 11,5% en centros poco contaminados y de un 7,4% en los que tienen una peor calidad del aire. Los alumnos de colegios más afectados por la polución desarrollaron la memoria de trabajo hasta un 13% menos que los que estudiaban en otros con menor contaminación.

Los autores de esta investigación proponen que se tenga en cuenta la calidad del aire a la hora de construir nuevos centros educativos, que se haga lejos de las zonas de mayor tráfico y que cuenten con zonas verdes. Además, piden que se reduzcan los niveles de tráfico y polución alrededor de los que ya existen, y que se sustituyan en ellos las superficies de asfalto u hormigón por espacios verdes.

Las zonas verdes favorecen el desarrollo cognitivo

El otro estudio concluye que las escuelas con zonas verdes favorecen el desarrollo cognitivo de los niños, no sólo porque la vegetación mitiga la contaminación sino por otros factores como podrían ser el bienestar psicológico que proporciona el contacto con la naturaleza, la reducción del ruido, el aumento de la actividad física e incluso la posibilidad de que las plantas y árboles modifiquen la microbiota de los niños (los microbios que viven en su organismo) de una manera que tendría efectos positivos en su cerebro.

Según este estudio, un 8,8% de los niños que tienen trastornos de atención en escuelas con pocos árboles resolverían su problema si disfrutaran de un entorno con más vegetación.

Este estudio es también pionero porque es el primero que investiga el efecto de la cercanía de espacios verdes en el desarrollo cognitivo de los alumnos, y concluye que el contacto con la naturaleza tiene un efecto positivo no sólo sobre el aprendizaje sino sobre la salud física y mental en general.

Fuente noticia: http://faros.hsjdbcn.org/es/articulo/escuelas-poca-contaminacion-mucha-zona-verde-favorecen-aprendizaje-ninos

Fuente imagen: http://cdn6.concienciaeco.com/wp-content/uploads/2015/06/granja-escuela-Granxa-du-souto.jpg

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Película:Zipi y Zape y la Isla del Capitán

 Europa/ España /Julio del 2016 /Reseña/elseptimoarte.net

Sinopsis:

Llegan las navidades y Zipi y Zape la vuelven a liar parda. Esta vez la travesura es tan grande que son castigados sin vacaciones y obligados a acompañar a sus padres a lo que parece ser un aburrido viaje en barco. Para su sorpresa, el destino es una espectacular y remota isla. Una terrible tormenta les obliga a refugiarse en la mansión de la divertida señorita Pam, donde niños sin familia disfrutan de un paraíso sin reglas. Ayudados por Pipi, Maqui y Flequi, los hermanos descubren que la repentina desaparición de sus padres en medio de la noche guarda relación con el secreto que encierran la misteriosa isla y sus extraños habitantes.
Título: Zipi y Zape y la Isla del Capitán
Título original: Zipi y Zape y la Isla del Capitán
Director: Oskar Santos
Guión: Oskar Santos, Jorge Lara
Reparto: Teo Planell, Toni Gómez, Elena Anaya, Iria Castellano, Máximo Pastor, Ana Blanco de Córdova, Fermí Reixach, Jorge Bosch, Carolina Lapausa, Goizalde Núñez,Juan Codina
Calificación: Apta para todos los públicos

Fuente http://www.elseptimoarte.net/peliculas/zipi-y-zape-y-la-isla-del-capitan-12424.html

Fuente:imagen  http://www.elseptimoarte.net/imagenes/peliculas/150/52207.jpg

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España: Educación asegura ahora que «no habrá ningún recorte» en las escuelas infantiles

España/30 de julio de 2016/www.lne.es

El compromiso del Consejero no convence a la Federación de Concejos, que exige un «incremento sustancial» del presupuesto para evitar cierres

El consejero de Educación del Principado, Genaro Alonso, aseguró ayer que «no habrá ningún recorte» de personal en las aulas de 0 a 3 años de cara al próximo curso y que, por tanto, «se mantendrá la plantilla de técnicos», integrada por 529 profesionales. A través de un comunicado, Alonso aprovechó para «reiterar» el «compromiso del Gobierno de Asturias» con esta etapa educativa, que, según indicó, pretende «reforzar» como «una de las prioridades del Ejecutivo autonómico para esta legislatura».

El comunicado del Consejero llega después de que numerosos concejos mostrasen su enorme malestar por haber recibido notificaciones en las que Educación les informaba de recortes en unidades y profesorado para las aulas de 0 a 3 años. Avilés, Castrillón, Corvera, El Franco, Coaña, Mieres, Langreo, Villaviciosa, Gozón, Cangas de Onís, Oviedo, Cudillero o Nava son algunos de los ayuntamientos que verían mermado el servicio de acuerdo con las comunicaciones remitidas por la Consejería. Según Alonso, se trata de propuestas «provisionales» y «acordes con las previsiones actuales de matrícula, que todavía no está cerrada». El Consejero añadió que «se ha dado un plazo de quince días naturales a los ayuntamientos para que presenten alegaciones». Todas ellas recibirán respuesta, «con el propósito de mantener el mismo número de educadores que hay en la actualidad», según precisa Alonso en el comunicado distribuido ayer.

En todo caso, el responsable autonómico de Educación apuntó que uno de los objetivos que se marca su departamento pasa por realizar un análisis detallado de la situación actual del primer ciclo de Infantil, para, a partir de ahí, «definir un modelo de gestión de las escuelas», que, según indicó, será «consensuado con ayuntamientos, familias y organizaciones sindicales».

Los compromisos del Consejero sobre la plantilla no satisfacen totalmente a la Federación Asturiana de Concejos (FACC), que ayer mismo reclamó un incremento sustancial de las partidas autonómicas destinadas a las escuelas infantiles, al entender que se trata de un «requisito ineludible» para mantenerlas abiertas con «los actuales niveles de calidad».

Para la Federación de Concejos, que ayer reunió a su comisión ejecutiva en Oviedo, incrementar la financiación a los centros de 0 a 3 años también es necesario para la equiparación salarial del personal, una cuestión que «preocupa especialmente» en este organismo supramunicipal. «Mientras en determinados concejos el personal técnico de estas escuelas se rige por un convenio de referencia de 2002, en otros se les aplican los convenios municipales correspondientes, generando con ello una importante disparidad en el nivel de retribuciones», sostienen en la FACC.

Desde el ámbito sindical, tanto Suatea como CC OO y UGT rechazaron ayer de plano que se produzcan recortes de plantilla «totalmente injustificados» en las escuelas infantiles de la región. En el plano político, Podemos lamentó la «inestabilidad provocada por la falta de planificación y compromiso para con la Educación Infantil». El Ayuntamiento de Oviedo también exigió el mantenimiento de las escuelas y de las plantillas en el municipio.

Tomado de: http://www.lne.es/asturias/2016/07/30/educacion-asegura-ahora-habra-recorte/1963099.html

Imagen: https://www.google.com/search?q=Educaci%C3%B3n+asegura+ahora+que+%22no+habr%C3%A1+ning%C3%BAn+recorte%22+en+las+escuelas+infantiles&espv=2&biw=1366&bih=623&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwjNj8mpzZvOAhWCNiYKHWpDC2IQ_AUIBigB#imgrc=M3LZgM8huY6dXM%3A

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España: Profesores y alumnos aprenderán a construir robots con un curso de robótica y programación en la UPNA

España/30 de julio de 2016/Fuente: navarra

El acto de clausura del curso será una demostración de los proyectos realizados por alumnos de 5º y 6º de Primaria

La Universidad Pública de Navarra (UPNA) acoge entre el 16 y el 26 de agosto el curso de verano Campus Internacional de Robótica Educativa y Programación Scratch/BYOB/SNAP.

El campus, organizado por la UPNA y el Planetario de Pamplona, tiene un doble objetivo. Por un lado, pretende formar a profesores en la realización de proyectos científico-tecnológicos sobre robótica educativa que puedan llevarse al aula. Por otro, busca acercar los robots físicos (LEGO) y los virtuales (Scratch/BYOB/SNAP) a alumnos de 5.º y 6.º de Educación Primaria. De este modo, el curso incluye un seminario-taller intensivo para docentes, en el que participan profesores de Primaria y Secundaria, y un campamento escolar diurno dirigido a estudiantes de los dos últimos cursos de Educación Primaria.

Este campus internacional, que se desarrollará en el edificio de El Sario del campus de Arrosadia en Pamplona, está dirigido por Alfredo Pina Calafi, profesor del Departamento de Ingeniería Matemática e Informática de la Universidad Pública de Navarra, y por Gabriel María Rubio Navarro, profesor del Departamento de Filología y Didáctica de la Lengua de la UPNA.

UN CURSO INTERNACIONAL PARA NIÑOS

Los docentes son el propio Alfredo Pina y el profesor Javier Arlegui de Pablos, del Departamento de Psicología y Pedagogía de la UPNA, y los italianos Stefano Monfalcon, responsable de la Sección de Robótica en el LEGO Center del Museo Cívico de Rovereto, en la provincia de Trento, y Maddalena Angeli, especialista en Robótica Educativa y Programación BYOB y profesora de Educación Secundaria. El curso se cerrará el viernes 26 de agosto, con una sesión abierta de demostración de los proyectos realizados por los escolares, dirigida a sus familias y a la ciudadanía en general. Dicha exhibición tendrá lugar en el Planetario de Pamplona.

¿CÓMO INSCRIBIRSE?

Para participar en el seminario de profesores será necesario inscribirse antes del 5 de agosto, enviando un correo a cursosdeverano@unavarra.es, con los datos siguientes: nombre y apellidos, DNI, dirección postal, teléfono, email, situación laboral actual  o si es estudiante o egresado.

Para participar en el campamento escolar será necesario inscribir a los niños antes del 9 de agosto en el mismo correo, indicando nombre y apellidos, edad, dirección postal, teléfono, email, y curso. La información detallada del curso se encuentra disponible en la página web. Aquí puedes realizar la matrícula.

Tal como atestigua el Informe Rocard de la Comisión Europea , “en los últimos años, muchos estudios han puesto de manifiesto un alarmante descenso del interés de los jóvenes por la ciencia… y deben emprenderse acciones más efectivas (que la formación científica tradicional) para revertir esta tendencia…”. El Informe recomienda “pasar de una enseñanza deductiva a una enseñanza por indagación (inquiry-based methods)” para mejorar la comprensión y el interés por la actividad científica y tecnológica. Las actividades robóticas en la escuela (enseñanza de robots y enseñanza con robots), pueden ser fácilmente planificadas como actividades de indagación en el marco de una metodología socio-constructivista del aprendizaje. Y constituyen un excelente ejemplo de “las acciones más efectivas” para una renovación de la enseñanza de la ciencia/tecnología/sociedad.

Este curso de verano propone continuar con una experiencia piloto en este ámbito, dirigida tanto a profesores como a alumnos de educación primaria (3er ciclo). OBJETIVOS: – Formar a profesores en la realización de proyectos científico-tecnológicos sobre robótica educativa que puedan llevarse al aula, – Acercar los robots físicos (LEGO) y robots virtuales (SCRATCH/BYOB/SNAP) al alumnado de 5º y 6º de E. Primaria.

 OBJETIVO Seminario-Taller de Profesores: Profesores de Educación Primaria en activo. En segundo lugar, directores y miembros de equipos directivos de los centros escolares, responsables de innovación educativa, recién licenciados de los Grados de Magisterio, Pedagogía o alumnado de último curso de los Grados de Magisterio. Campus escolar: alumnado del tercer ciclo de educación primaria (5º y 6º de primaria)

Fuente: http://www.navarra.com/articulo/sociedad/upna-curso-robotica-educativa-planetario-pamplona-universidad-navarra-scratch-byob-snap/20160727141817059002.html

Imagen: http://www.navarra.com/media/navarra/images/2016/07/27/2016072714152618958.jpg

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