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España: El PSN pide acuerdo sindical para las OPEs de Educación

España/ 14 de noviembre de 2017/Fuente: http://www.navarrainformacion.es

El portavoz socialista de Educación, Carlos Gimeno,  critica las declaraciones de la Consejera del ramo, María Solana, en relación con el profesorado interino, por la consideración y la manera de referirse a estos profesionales y a la importancia de dar estabilidad al empleo en el ámbito educativo. Algo que, según Gimeno, demuestra una vez más que la Consejera gestiona la Educación a peso y no con base en criterios de gestión sustentados en la eficacia y la eficiencia.

El socialista señala que de nuevo el Departamento de Educación carece de soluciones para recuperar efectivos docentes estables con un mecanismo justo y eficaz que reduzca la interinidad. Muy al contrario, de nuevo se genera más inestabilidad en el sistema educativo, que, a día de hoy, sigue sin saber con exactitud ni el número de plazas, ni la distribución de las mismas para la próxima oferta de empleo público.

Gimeno lamenta que la Consejera no aproveche esta oportunidad para impulsar y mejorar el funcionamiento del sistema educativo y que no construya la política educativa desde el acuerdo. De nuevo, dice, se utiliza la confrontación, descalificando incluso la labor de los profesionales interinos, que son los que han sacado adelante la Educación en Navarra en los tiempos más duros de la crisis y los recortes. Minusvalora a quines han asumido la atención a la diversidad estos años, con ausencia de ofertas públicas de empleo, a pesar de que son los que han trabajado por compensar educativamente lo que socialmente no era posible.

Ante esta situación, el portavoz exige que se trasladen ya los informes técnicos y jurídicos solicitados por el Grupo Parlamentario Socialista, en los que se ha de indicar si las 73 plazas para Educación Infantil y Primaria se perderían en caso de no convocarse una OPE en 2018. También se quiere saber si se ha realizado alguna gestión con el Ministerio  para que esas plazas puedan convocarse en 2019.

Los socialistas instan a la Consejera a que promueva un acuerdo con los sindicatos en torno al empleo público, a que abandone la improvisación y a que trabaje en coordinación con los calendarios de otras CCAA para que coincidan las OPEs de los distintos cuerpos. Además, Gimeno pide acabar con la inestabilidad y la precariedad, mejorar la consideración del profesorado interino, y posibilitar la incorporación de nuevos graduados con garantías jurídicas suficientes.

Lamentan los socialistas el desconocimiento que está mostrando el Departamento de Educación de la plantilla estructural, siendo previsible una distancia entre esta y la funcional, aspecto que no aconseja la distribución anunciada de plazas en euskera y castellano. Primero, por no estar motivadas en plantilla orgánica, y segundo, por mostrar de nuevo una inversión de la lógica al no corresponderse con la realidad sociolingüística de la Comunidad Foral.

Los socialistas creen que si el Gobierno de Navarra implanta la lista única en la OPE de Educación se va a perjudicar a la mayoría del profesorado navarro que no conoce el euskera y que estos profesionales van a ser expulsados de la contratación temporal o del acceso a los cuerpos docentes. Entre este profesorado en general se encuentra el tudelano en particular. Es por ello que Gimeno anuncia iniciativas en el seno del Pleno del Ayuntamiento de Tudela.

Fuente de la Noticia:

El PSN pide acuerdo sindical para las OPEs de Educación

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Boaventura: o risco da desimaginação social

Por: Boaventura De Sousa Santos

Em tempos de crise, capital flerta com hiper individualismo. Segundo sua lógica, competição é o máximo; cabe à cultura, e à religião, aceitar a guerra de todos contra todos

Por Boaventura de Sousa Santos

O social é o conjunto de dimensões da vida coletiva que não podem ser reduzidas à existência e experiência particular dos indivíduos que compõem uma dada sociedade. Esta definição não é neutra. Define o social pela negativa, o que permite atribuir-lhe uma infinidade de atributos que variam de época para época. É, por outro lado, uma definição eurocêntrica porque pressupõe uma distinção categorial entre o social e o indivíduo, uma distinção que, longe de ser universal ou imemorial, é específica da filosofia e da cultura ocidentais, e nestas só se tornou dominante com o racionalismo, o individualismo e o antropocentrismo renascentista do século XV, os quais viriam a ter em Descartes o seu mais brilhante teorizador. Tanto é assim que a máxima expressão desta filosofia–cogito ergo sum, “penso logo existo”– não tem tradução adequada em muitas línguas e culturas não eurocêntricas. Para muitas destas culturas, a existência de um ser individual é não só problemática como absurda. É o caso das filosofias da África austral e do seu conceito fundamental de Ubuntu, que se pode traduzir por “eu sou porque tu és”, ou seja, eu não existo senão na minha relação com outros. Os africanos não precisaram esperar por Heidegger para conceber o ser como ser-com (Mitsein).

Muito esquematicamente, podemos distinguir na cultura eurocêntrica que serviu de base ao capitalismo moderno dois entendimentos extremos do social. De um lado, o entendimento reacionário, que confere total primazia ao indivíduo e o concebe como um ser ameaçado pelo social. Segundo tal lógica, os indivíduos, longe de serem iguais, são naturalmente diferentes e essas diferenças determinam hierarquias que o social deve respeitar e ratificar. Entre essas diferenças, duas são fundamentais: as diferenças de raça e as diferenças de sexo. No outro extremo está o entendimento solidarista, que confere primazia ao social e que o concebe como o conjunto de regras de sociabilidade que neutralizam as desigualdades entre os indivíduos. Entre estes dois extremos foram muitos os entendimentos intermédios, nomeadamente os entendimentos liberais (no plural), que viram no social o garante da igualdade dos indivíduos como ponto de partida, e os entendimentos socialistas (também no plural), que viram no social o garante da igualdade dos indivíduos como ponto de chegada.

Entre estes dois entendimentos, por sua vez, foram possíveis várias combinações. Com as revoluções francesa e americana os dois últimos entendimentos passaram a ser os únicos legítimos no plano ideológico. Foi com base neles que se iniciou a luta contra a escravatura e a discriminação contra as mulheres. No entanto, ao contrário do que se supõe, o entendimento reacionário da desigualdade natural-social entre os indivíduos sempre se manteve como corrente subterrânea. Até hoje. E é intrigante que assim seja depois de dois séculos de lutas contra a desigualdade e a discriminação. Houve progressos? E, se houve, por que é que os retrocessos ocorrem recorrentemente e aparentemente com tanta facilidade? Estaremos hoje numa fase de retrocesso histórico em que o entendimento socialista se desfaz no ar e o liberal parece perigosamente ameaçado pelo entendimento reacionário?

As respostas a estas perguntas dependem da consideração de vários fatores. Vou limitar-me a um deles e, por isso, assumo à partida que a minha resposta é incompleta. O que o pensamento liberal designou por sociedade moderna democrática e o pensamento marxista por sociedade moderna capitalista foi de fato uma sociedade cujo modelo de desenvolvimento econômico exigia dois tipos de exploração da força de trabalho: a exploração de seres humanos teoricamente iguais aos seus exploradores e a exploração de seres humanos inferiores ou sub-humanos. Daqui decorreram dois tipos de desvalorização do trabalho: uma desvalorização controlada, porque regulada pelo princípio da igualdade, e por isso assente em direitos supostamente universais; e uma desvalorização mais intensa porque “natural”, exercida sobre seres ontologicamente degradados, seres racializados e seres sexualizados — basicamente, negros e mulheres. O capitalismo não inventou nem o colonialismo (racismo, escravatura, trabalho forçado) nem o patriarcado (discriminação sexual) mas ressignificou-os como formas de trabalho super-desvalorizado, ou mesmo não pago ou sistematicamente roubado. Sem essa super-desvalorização do trabalho de populações tidas por inferiores não seria possível a exploração rentável da força de trabalho assalariado em que tanto liberais como marxistas se concentraram, ou seja, o capitalismo não se poderia manter e expandir de forma sustentada.

Mas, se assim foi, não terá sido apenas nos alvores do capitalismo? Em meu entender, não, e só o domínio do pensamento liberal e do pensamento marxista nos impediu de ver que desde o século XV, pelo menos, até hoje vivemos em sociedades capitalistas, colonialistas e patriarcais. Obviamente que ao longo dos séculos houve lutas e movimentos sociais que eliminaram algumas das formas mais selvagens de desvalorização humana, mas só o domínio daquelas duas formas de pensamento moderno foi capaz de nos criar a ilusão de que a eliminação dessa desvalorização seria progressiva e até acabaria um dia, mesmo sem o capitalismo acabar.

Ledo engano. O que aconteceu foi a substituição, real ou apenas jurídica, de alguns instrumentos de desvalorização por outros ou a deslocação do exercício da desvalorização de um campo social para outro ou de uma região do mundo para outra. Não ter isto em conta fez com que confundíssemos o fim do colonialismo histórico (de ocupação territorial por país estrangeiro) com o fim total do colonialismo, quando de facto o colonialismo continuou sob outras formas: neocolonialismo, colonialismo interno, imperialismo, racismo, xenofobia, ódio anti-imigrante e anti-refugiado, e, para espanto de muitos, a própria escravatura, como a ONU hoje reconhece. Da mesma forma que a discriminação contra as mulheres deixou de se manifestar no sufrágio eleitoral e nos direitos sociais, mas continuou sob as formas de pagamento desigual para trabalho igual, assédio sexual e violência, da doméstica ao gang rape e feminicídio. Esta cegueira analítica impediu-nos de dar relevo à composição etno-cultural da força de trabalho desde o início — por exemplo, às diferenças entre trabalhadores ingleses e irlandeses, ou [na Espanha] entre trabalhadores de Castela e da Andaluzia.

Por que razão é este argumento mais facilmente aceito hoje do que há vinte anos? Em meu entender, isso deve-se ao facto de a atual fase do capitalismo exigir hoje, talvez mais do que nunca, a super-desvalorização da força de trabalho e a submissão de vastas populações à condição de populações descartáveis, populações a quem se pode roubar o trabalho e sujeitar a trabalho forçado ou “análogo” a trabalho escravo; populações eliminadas por guerras onde só morrem civis inocentes, abandonadas à sua “sorte” em caso de acontecimentos climáticos extremos ou encarceradas, como acontece a boa parte da população jovem negra dos EUA. Estes fatos devem-se à conjugação de dois fatores epocais e, portanto, de larga duração: as revoluções eletrônicas e digitais e o domínio global do capital financeiro, o setor do capitalismo mais anti-social por criar riqueza artificial com escassíssimo recurso à força de trabalho.

A super-desvalorização da força de trabalho e o caráter descartável de vastas populações estão hoje a ser ideologicamente respaldados pela reemergência do pensamento reacionário da desigualdade natural-social entre os indivíduos, o qual sempre se manteve como corrente subterrânea da modernidade ocidental. Ele reemerge sob formas tão diferentes que facilmente se disfarçam de desvios conjunturais ou idiossincrasias sem significado. Aflora no crescimento da extrema-direita europeia e brasileira e do supremacismo branco nos EUA. Aflora na chocante virulência classista, racista, sexista e homofóbica  de organizações brasileiras de extrema-direita, algumas delas financiadas por  agências públicas e privadas norte-americanas. Aflora na generalização da precariedade do trabalho assalariado e da transformação dos direitos dos trabalhadores em privilégios ilegítimos. Aflora em sentenças judiciais que invocam a Bíblia para justificar a inferioridade das mulheres. Aflora no aumento do trabalho escravo. E aflora, pasme-se, na relegitimação do colonialismo histórico, um fenômeno que pela sua aparente novidade merece uma referência especial.

Não me refiro a políticos como o presidente Nicolas Sarkozy, que em 2007 dissertou em Dakar sobre as vantagens do colonialismo para os povos africanos, cuja tragédia seria não terem até hoje entrado plenamente na história. Refiro-me à justificação científica do colonialismo histórico e à sua invocação como solução para os “Estados falidos” do nosso tempo. Refiro-me ao artigo de Bruce Gilley, professor do Departamento de Ciência Política da Universidade Estadual de Portland, publicado em 2017 na respeitada revista Third World Quarterly dedicada aos problemas pós-coloniais. O artigo, intitulado “The Case for Colonialism”, defende o papel histórico do colonialismo e advoga que se volte a recorrer a ele para resolver problemas que os “estados falidos” do nosso tempo não podem resolver. Mais especificamente, propõe três soluções: “recomendar modos de governação colonial; recolonizar algumas áreas; criar novas colônias de raiz.” A polêmica que o artigo suscitou foi tão grande que o autor acabou por retirar o artigo (foi retirado da versão eletrônica da revista, mas pode ser lido na versão em papel). A minha suspeita é, no entanto, que o artigo, longe de ser apenas uma prova das deficiências do sistema de avaliação “anônima” de artigos científicos, é um sintoma da época, e a polêmica que ele levantou não ficará por aqui.

O que designo por desimaginação do social é a imaginação anti-social do social. Segundo ela, numa sociedade de desigualdade natural-social entre os indivíduos, a responsabilidade coletiva pelos males da sociedade não existe. O que existe é a culpa individual daqueles que não querem ou não podem competir por aquilo que a sociedade nunca oferece e apenas concede a quem merece. Os que fracassam, em vez de apoiar-se na sociedade, devem apoiar-se nas religiões que por aí pregam a teologia da prosperidade e consolo para quem não prospera. A educação, em vez de criar a miragem da responsabilidade cidadã e da solidariedade social, deve ensinar os jovens a ser competitivos e saber que estão numa guerra de todos contra todos.

Se não é isto que queremos, é bom termos bem a noção do inimigo contra o qual temos de lutar com todas as forças democráticas, e sem complacência.

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UNICEF reconoce a cuatro colegios de ECCyL como centros referentes en la educación en derechos de la infancia

UNICEF/14 de Noviembre de 2017/Por: EUROPA PRESS/Fuente: http://www.20minutos.es

Cuatro centros educativos pertenecientes a Escuelas Católicas Castilla y León han sido reconocidos por Unicef como Centros Referentes en Educación en Derechos de Infancia y Ciudadanía Global. El Centro Cultural Vallisoletano (Valladolid), Colegio Divina Providencia (Zamora), Colegio La Salle (Palencia) y Colegio Nuestra Señora de la Consolación, Agustinas (Valladolid) son los colegios seleccionados por UNICEF, 32 en toda España, y que han recibido este reconocimiento por mostrar su «compromiso» por incorporar una visión de Educación en Derechos de Infancia y Ciudadanía Global en su proyecto educativo.

El comité español de Unicef ha reconocido como centros referentes en educación en derechos y ciudadanía global a un total de 32 escuelas españolas. El responsable de Educación de UNICEF Comité Español, Ignacio Guadix, afirmó que esta nueva iniciativa reconoce la «extraordinaria labor» de estos centros en la integración de los derechos de la infancia en su proyecto educativo, y sus «esfuerzos» para hacer de los derechos de la infancia una realidad día a día». «Estamos muy orgullosos de poder reconocer a 32 centros educativos como ejemplo a seguir para la defensa, protección y promoción de los derechos de la infancia», ha explicado según recoge un comunicado remitido a Europa Press.

La convocatoria de los reconocimientos, de carácter anual, está abierta a todos los centros de educación infantil, primaria y secundaria, ya sean públicos, privados o concertados. La iniciativa tiene como finalidad impulsar y reconocer el esfuerzo de los centros educativos para llevar a cabo proyectos a largo plazo e incentivarlos en la mejora permanente y la innovación en la educación en derechos.

El resto de reconocimientos han sido para escuelas situadas en diez comunidades autónomas, aunque Castilla y León ha sido la comunidad con más centros galardonados. El pasado mes de abril se anunciaba la primera convocatoria de los reconocimientos de UNICEF Comité Español a Centros Referentes en Derechos de la Infancia y Ciudadanía Global, abierta a todos aquellos centros educativos que hubieran iniciado un proyecto de Educación en Derechos. Hace unos días, el 30 de octubre se anunciaron los centros que han obtenido dicho reconocimiento.

Estos centros han sido reconocidos por su labor en la integración de los derechos de la infancia en el proyecto educativo del centro y sus esfuerzos por hacer de los derechos de la infancia una realidad en la actividad cotidiana de la comunidad educativa. «Esperamos que estos reconocimientos sirvan para impulsar y reconocer el compromiso de toda la comunidad educativa por desarrollar un proyecto a largo plazo y que pueda incentivar a los centros reconocidos en la mejora permanente y la innovación desde un enfoque de derechos de infancia y ciudadanía global», concluye el comunicado.

Fuente de la Noticia:

Ver más en: http://www.20minutos.es/noticia/3181531/0/unicef-reconoce-cuatro-colegios-eccyl-como-centros-referentes-educacion-derechos-infancia/#xtor=AD-15&xts=467263

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Libro: Educación inclusiva

Autor. Odet Moliner García

Detalles del libro:

Año: 2013
Editor: Universitat Jaume I
Páginas: 110 páginas
Idioma: español
Desde: 31/12/2015
Tamaño: 1.26 MB
Licencia: CC-BY

Contenido:

Este manual proporciona un marco general para entender los planteamientos psicopedagógicos actuales relacionados con la educación en la diversidad, desde un enfoque inclusivo.

Los principios de comprensividad y diversidad están presentes en las prácticas educativas actuales, en las que cobran relevancia el diseño y planificación de los procesos de enseñanza y aprendizaje y, particularmente, aquellos aspectos relacionados con las dimensiones institucionales desde un enfoque inclusivo. Por ello, el movimiento de la Educación inclusiva surge como alternativa al sistema tradicional de la Educación especial, y trata no solo de hacer posible que los alumnos con NEE puedan acceder al currículo, sino de transformarlo para que todos tengan acceso a una educación de calidad, participen plenamente desde la garantía de la igualdad de oportunidades y aprendan juntos desde el respeto a las características individuales de cada uno.

La asignatura ofrece un marco de análisis normativo desde los principios y preceptos de la inclusión ratificados por los organismos internacionales y recogidos en la legislación educativa actual. También presenta una muestra de experiencias y redes de inclusión nacionales e internacionales que evidencian el alcance del movimiento, así como los centros y equipos de investigación más representativos. Muestra los modelos de transformación de la cultura de los centros hacia horizontes más inclusivos y los procesos de cambio que de ellos se derivan. Propone un enfoque de reflexión crítica sobre los procesos de inclusión/exclusión, particularmente de los colectivos más vulnerables tradicionalmente excluidos del contexto educativo y de nuestra sociedad, como es el caso de las personas con diversidad funcional. Aporta estrategias innovadoras para promocionar la autodeterminación de las personas con diversidad funcional desde un enfoque centrado en la comunidad.

Para descargar el libro, haga clic aquí:

https://openlibra.com/es/book/download/educacion-inclusiva

Fuente:

https://portaldeeducacion.com/150-libros-educativos-en-pdf-gratis-para-docentes/

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España: Es la Educación

España/ 14 de noviembre de 2017/Por: Alberto Aguirre de Cárcer/Fuente: http://www.laverdad.es

Asombra ver las posiciones que ocupamos en los ‘rankings’ y escuchar cómo desde la cúspide de las universidades se exhiben, como parámetros de excelencia, el haber superado la acreditación de la Aneca o la alta demanda de plazas.

Al exministro de Obras Públicas Josep Borrell le han ofrecido ir en el tercer puesto de las listas socialistas en las elecciones catalanas, pero a estas alturas no se le pasa por la cabeza volver a la política y se ha blindado contra cualquier tentación para poder así continuar con su vida profesional y personal. Solo en el plano de las hipótesis responde que si le ofrecieran hoy una cartera ministerial elegiría Educación. «España tiene hoy mucha infraestructura física y poca infraestructura personal. Nos gusta mucho inaugurar obras, porque se ven, pero los países que ganan la batalla son los que invierten en educación. Lo que necesita este país ahora es invertir en inteligencia, en capital humano», dijo Borrell el viernes en el Foro Nueva Murcia. Como en otros asuntos, acierta en el centro de la diana el expresidente del Parlamento Europeo, hoy una isla de racionalidad en este océano político donde se activan resortes emocionales y se falta a la verdad para movilizar adhesiones. Sí, es la educación. No lo duden. Y lo que es fundamental para España lo es especialmente para la Región de Murcia.

Este jueves, en su informe anual sobre Educación, la Comisión Europea nos sacaba una vez más los colores. España tiene la segunda tasa más alta de abandono escolar temprano de la UE. Nada menos que un 19%, casi nueve puntos por encima de la media de los Veintiocho. Pero si se analizan las diferencias territoriales el panorama todavía es más oscuro. Frente a una tasa de abandono del 7,9% en el País Vasco, Baleares alcanza el 26,8% y la Región de Murcia el 26,4 %. Esta semana el INE nos ha enviado otra fea fotografía emparentada con la anterior: las diferencias salariales entre regiones siguen en ascenso. En el País Vasco los sueldos medios ya son un 40% superiores a los de Extremadura o la Región de Murcia. Esa brecha de desigualdad salarial se concreta en unos 4.200 euros menos al año en los bolsillos de los murcianos. La causa directa es el diferente modelo productivo. La Región está reduciendo su tasa de desempleo gracias a la hostelería y la agricultura, pero son precisamente las actividades con el salario medio más bajo de las analizadas por el INE. Si esas dos son nuestras únicas grandes bolsas de trabajo, difícil lo tendremos para evitar que los adolescentes murcianos renuncien a completar su formación. Por el contrario, los jóvenes vascos abandonan en menor medida los estudios porque necesitan mayor cualificación para entrar en un mercado laboral más tecnificado y mejor remunerado.

Invertir más en la educación pública es imprescindible, aunque no basta si no se prioriza bien el gasto, si el modelo educativo no se adapta al entorno económico y social que muta irrefrenablemente por la globalización y la digitalización, y si no se producen cambios en el modelo productivo que prioricen áreas de actividad tecnológicas e industriales. A la vista está que el Pacto de Estado por la Educación y la apuesta por la I+D+i es ya una cuestión de pura supervivencia en este conectado y tecnológico mundo.

El Gobierno autónomo se ha fijado como objetivo convertir a la Región en un espacio de libertad económica que genere riqueza y empleo. Hace bien si elimina todas las trabas administrativas que alejan las inversiones productivas hacia otros territorios, siempre que no dañen nuestro patrimonio natural e histórico. Pero se equivocará si se limita a dejar hacer y no diseña una política industrial y educativa fijándose objetivos y tomando decisiones para emplear con eficacia los recursos públicos. Hace falta una estrategia regional claramente definida que priorice, por ejemplo, las industrias asociadas a la agricultura, desde la agroalimentaria a las empresas innovadoras en riego, semillas… El carajal que se ha creado con el cambio de modelo de las ITV y las primeras turbulencias por la prometida reforma universitaria muestran un Gobierno con ganas, aunque dubitativo, a veces torpón y con un discurso argumental tan básico que en ocasiones sonroja.

Quizá no sea el mejor momento para plantear la reforma de la ley universitaria regional, con elecciones al rectorado de la UMU a la vuelta de la esquina, pero más nos valdría que los partidos políticos y las propias universidades murcianas asuman que nuestros parámetros de excelencia, empleabilidad e internacionalización son claramente mejorables. Asombra ver las posiciones que ocupamos en los ‘rankings’ y observar cómo desde la cúspide de los centros superiores de enseñanza se exhiben, como parámetros de excelencia, el haber superado las acreditaciones de la Aneca (que solo fijan los mínimos exigibles) o la gran demanda de plazas, lo que bien puede explicarse por los precios de las tasas y la apetecible vida universitaria en una ciudad como Murcia. Que se cuenten por decenas de miles los universitarios en la Región de Murcia es un criterio tan endeble que vale para andar por casa, pero no para esgrimirlo en foros con una mínima altura académica. Si piensa el Gobierno regional que la mejor política universitaria es la que no existe anda muy equivocado. Es verdad que los efectos dañinos no se aprecian a corto plazo, pero son acumulativos y terminan por emerger. ‘Otra educación es posible’ es el lema del congreso Proyecto Aula que celebra este fin de semana ‘La Verdad’ con expertos en innovación pedagógica de dentro y fuera de la Región. Ahí se constata que no todo es negativo en nuestro sistema educativo. Al contrario, tenemos docentes excelentes y muy implicados, junto a no pocos alumnos brillantes. Hagamos de la educación un asunto central, dediquemos los recursos suficientes y fijemos objetivos ambiciosos. Los resultados terminarán por llegar.

Fuente de la Noticia:

http://www.laverdad.es/murcia/educacion-20171112230750-nt.html

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Reino Unido: Too many pupils underachieving at David Ross Education Trust

Reino Unido/Noviembre de 2017/Autor: Will Hazell/Fuente: Tes

Resumen:  Demasiados estudiantes todavía tienen bajo rendimiento en David Ross Education Trust, según ha advertido Ofsted. Luego de una inspección enfocada del fideicomiso multiacadémico, Ofsted también criticó el fideicomiso por arreglos de gobierno «poco claros», y dijo que en el pasado los fideicomisarios no habían exigido a los directores rendir cuentas «con suficiente rigor». DRET dirige 34 academias: 22 primarias, 11 secundarias y una academia especial. El fideicomiso está distribuido en ocho autoridades locales en East Midlands, Londres y el noreste, Yorkshire y Humber.

Multi-academy trust is criticised by the inspectorate for ‘unclear’ governance arrangements and below-average attendance

Too many students are still underachieving at David Ross Education Trust, Ofsted has warned.

Following a focused inspection of the multi-academy trust, Ofsted also criticised the trust for «unclear» governance arrangements, and said that in the past trustees had not held directors to account «with sufficient rigour».

DRET runs 34 academies – 22 primaries, 11 secondaries and one special academy. The trust is spread over eight local authorities in the East Midlands, London, and the North East, Yorkshire and Humber.

Ofsted undertook focused inspections of 13 of its academies in September. It said that «too many pupils are underachieving by the end of key stages 2 and 4», with pupils making less progress than the national average in reading and maths at KS2 and in maths at KS4, and headline attainment below national averages in both keys stages.

The inspectorate found that DRET «trustees did not hold directors and leaders to account with sufficient rigour in the past», and the trust did not have «clear enough structures in place to enable them to intervene quickly and successfully when an academy has been identified to be underachieving or at risk of decline».

Governance arrangements at the trust were «unclear», with some members of local governing bodies not understanding «that their role is not the same as that of a governor in a maintained school».

Struggling to recruit teachers

Attendance was another area of concern, with the attendance of pupils across the trust «below that seen nationally» in both primary and secondary schools.

Ofsted said DRET had «not effectively supported academies in their drive to recruit staff», which meant «some academies have struggled to appoint permanent high-quality teachers».

However, Ofsted did highlight some positives, such as DRET’s «proud tradition» of providing extracurricular opportunities for pupils, and its success «in improving the quality of education in many of its academies».

Ofsted also noted that the trust had made «significant, trust-wide changes in the last year», such as the sponsor being appointed chair of the board of trustees,  nd the recruitment of a new chief executive, Rowena Hackwood, who took over in August.

A spokesman for DRET said: “We note Ofsted’s recommendations, which are being systematically addressed, and that Ofsted acknowledges many of the positive actions taken and changes being made under the direction of the trust’s new leadership team.”

Fuente: https://www.tes.com/news/school-news/breaking-news/ofsted-too-many-pupils-underachieving-david-ross-education-trust

 

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Jordan signs agreement with Germany worth 10 million euros to finance education projects

Jordania/Noviembre de 2017/Fuente: Xinhuanet

Resumen: Jordania y Alemania firmaron el domingo un acuerdo de subvención adicional por valor de 10 millones de euros para financiar la Fase II del Programa de Construcción de Escuelas bajo el Plan de Respuesta de Jordania (JRP). La subvención, que forma parte de los compromisos de 2016, tiene como objetivo financiar la segunda fase del Plan de Construcción Escolar para construir nuevas escuelas públicas, y ampliar y proporcionar mobiliario y equipos a los existentes en las comunidades anfitrionas de refugiados sirios. La primera fase se firmó el 31 de julio de 2017 con un valor de 19 millones de euros. El proyecto surge como parte de los compromisos asumidos durante la Conferencia de Londres sobre el apoyo a Siria y la región en 2016.

Jordan and Germany on Sunday signed an additional grant agreement worth 10 million euros to finance the School Construction Programme Phase II under the Jordan Response Plan (JRP).

The grant, which is part of 2016’s commitments, aims to finance the 2nd phase of the School Construction Plan to build new public schools, and expand and provide furniture and equipment to existing ones at Syrian refugees host communities.

The 1st phase was signed on July, 31, 2017 with value of 19 million euros. The project comes as part of the commitments made during the London Conference on supporting Syria and the region held in 2016.

During the signing ceremony, Minister of Planning and International Cooperation Imad Fakhoury said that the programme is among the priorities of the Jordan Response Plan to the Syrian crisis, and will contribute to implementing the Education Ministry’s plan on addressing the impacts of the Syrian crisis on education in the Kingdom and improving the quality of education provided to the Syrian and reducing overcrowding at schools.

Fuente: http://news.xinhuanet.com/english/2017-11/12/c_136746865.htm

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