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Francia cierra 22 escuelas tras detectarse casos de coronavirus

Francia cierra 22 escuelas tras detectarse casos de coronavirus

Cuatro días después de la vuelta al colegio en Francia, el ministro de Educación, Jean-Michel Blanquer, dijo este viernes que 22 escuelas han tenido que cerrar por precaución tras detectar casos de COVID-19. Blanquer aseguró en la emisora “Europe 1” que 12 establecimientos han cerrado en la Francia metropolitana y 10 en la isla de la Reunión, con lo que suman 22 de los 60.000 que hay en todo el país.

“Si hablamos de clases estamos en torno a 100 (clases cerradas), pero esto cambia cada día, evidentemente”, dijo Blanquer. El ministro explicó que el protocolo sanitario de precaución consiste en aislar inmediatamente al alumno o profesor que da positivo, pidiéndole que se quede en casa.

“Después, las autoridades sanitarias llevan una investigación para establecer los contactos, se hacen pruebas de diagnóstico y se toman medidas si es necesario. Iniciamos cada día unos 250 protocolos por sospecha de COVID-19”, explicó. Según este protocolo, si se dan más de tres casos en un establecimiento ordenan su cierre, aunque son las autoridades las que toman la decisión porque “cada caso es particular”.

Francia anotó este jueves por segundo día consecutivo más de 7.000 nuevos casos de coronavirus en 24 horas, con un total de 7.157, que elevan a 300.181 los positivos desde el inicio de la epidemia. En el último día hubo además 20 fallecimientos por COVID-19, con lo que suman ya 30.706.

Informa EFE.

Fuente de la Información: https://lahora.com/2020/09/05/francia-cierra-22-escuelas-tras-detectarse-casos-de-coronavirus/

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España: 50 años de conocimiento y prevención de incendios forestales en España

50 años de conocimiento y prevención de incendios forestales en España

La Consejería de Desarrollo Sostenible ha inaugurado en el Centro de Interpretación Dehesa de Corduente la exposición 50 años de conocimiento y prevención de incendios forestales en España, en la que colabora con el Ministerio de Agricultura, Pesca y Alimentación, organismo responsable de coordinar la estadística de incendios forestales.

“Se trata”, ha dicho Fernando Marchán, viceconsejero de Medio Ambiente y encargado de inaugurar la muestra, “de una exposición que pide responsabilidad de forma didáctica a través de los consejos que imparte un conejo que representa a un guarda forestal que fue creado en 1962 para llegar a todos los públicos”.

Marchán, que ha recordado que esta muestra itinerante estará en Corduente hasta el 30 de agosto, ha subrayado que la filosofía de la exposición se alinea con la campaña de prevención del Gobierno de Castilla-La Mancha “que hace especial hincapié en la sensibilización”.

Ha vuelto a recalcar que 9 de cada 10 son evitables al estar el factor humano detrás, “por eso incidimos en los lemas #PlantaCara, tú #EresEsencial”. Ha concluido solicitando extremar la cautela sí se va a visitar los espacios naturales este mes de agosto, “más teniendo en cuenta que en nuestros pueblos hay mucha gente”, y ha pedido que, en caso de divisarse cualquier incidente, “se llame al 112”.

Fuente de la Información: https://www.guadaque.com/campo-guadaque/50-anos-de-conocimiento-y-prevencion-de-incendios-forestales-en-espana

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Rusia: Hallan en Crimea enterramientos de ‘gigantes’ de la época bizantina

Hallan en Crimea enterramientos de ‘gigantes’ de la época bizantina

Arqueólogos rusos han encontrado una necrópolis con varias decenas de tumbas con esqueletos «parecidos a restos de gigantes» que datan de la época del Imperio bizantino, informó a RG el subdirector del departamento de protección de monumentos del Museo Histórico y Cultural de Crimea Oriental, Vladímir Frolov.

La necrópolis fue hallada durante unas excavaciones cerca de las escaleras de Mitrídates, en la ciudad portuaria rusa de Kerch, en la costa este de la península de Crimea. Hasta la fecha, los investigadores rusos han descubierto un total de 27 tumbas.

Según Frolov, su tamaño alcanza los 2 metros y 30 centímetros de longitud, mientras que los esqueletos encontrados en su interior miden unos 1,8 metros. En la época bizantina, precisa el historiador, la altura media de una persona adulta era de unos 1,6 metros. Por el momento, los especialistas no han encontrado una explicación para esta anomalía, si bien esperan que un examen más detallado de los restos por antropólogos ayude a arrojar luz sobre el misterio.

«Lo más sorprendente es que aquí están enterradas las mismas personas que visitaron el templo de Juan el Bautista, que fue construido en Kerch en el siglo VIII d.C.», expresó Frolov.

En el sitio también se encontraron pendientes y pulseras de bronce, restos de ropa de fieltro, fragmentos de un cinturón de cuero y cabello humano. Fueron estos hallazgos los que permitieron fechar esta necrópolis en los siglos XI-XIII d.C.

Fuente de la Información: https://actualidad.rt.com/actualidad/365604-hallan-crimea-enterramientos-gigantes-bizantinos

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Brasil: ‘I Congresso Mundial em defesa da Educação pública e contra o neoliberalismo’ (educacional 26 e 27 de setembro de 2020)

A pandemia do Covid-19 gerou uma situação inédita de paralisia global programada, que revelou as profundas desigualdades do sistema, mas que também se transformou em uma oportunidade para o grande capital em seu objetivo de avançar numa redefinição de seus processos e dinâmicas, com elementos de maior exclusão e dominação. A onda de privatizações dos serviços básicos e de interesses social ocorridas nas últimas décadas, levaram os setores sociais mais empobrecidos e a classe trabalhadora fossem as mais afetados pela crise da pandemia.

 

A paralização em todos os setores geradas pela pandemia, se ligou com a crise econômica do capital que apareceu numa nova recessão econômica mundial. E nesse contexto vimos surgir governos neoconservadores com políticas de traço fascista como a de Trump ou Bolsonaro, que com suas políticas negacionistas de riscos para a saúde do Covid-19 levaram milhares de seres humanos aos hospitais e a morte. Muitos governos, seguindo o exemplo de Trump e Bolsonaro, privilegiaram os lucros sobre as vidas humanas. Isso deve ser enfrentado pelos povos e suas organizações sociais e sindicais no plano das ideias, da mobilização e da organização.

 

A atual conjuntura mundial é de crise profunda do sistema capitalista que o leva a colocar sobre as costas dos trabalhadores e das trabalhadoras os custos dessa situação. A pandemia do COVID-19 serviu de pretexto para avançar na agenda neoliberal da sociedade educadora, a qual se concretiza com novas formas de privatização na educação, associadas ao acesso a conexão com a internet e o uso de equipes para participar nas turmas virtuais.

 

O experimento da virtualidade em casa está sendo usada para colocar uma disputa que não existia em fevereiro de 2020, entre educação presencial na escola X educação virtual em casa. O capitalismo sabe que não pode suprimir de maneira impune e rápida as escolas, mas está criando um imaginário social sobre o caráter obsoleto da escola. Ele permitir as corporações tecnológicas e de conteúdos educativos digitais ao “mercado educativo”, o qual está acompanhado de um desinvestimento sustentada na atualização e formação docente para contextos digitais com o atual.

 

Apesar disso, o magistério internacional assumiu por contra própria e com acompanhamento de seus grêmios, centros acadêmicos e sindicatos a tarefa de atualizar-se para enfrentar os desafios pedagógicos presentes. Nos educadores do mundo, somos um digno exemplo de compromisso com continuidade do direito a educação, em condições cada vez mais adversas, que garantimos de maneira real a sustentação do vínculo pedagógico com os e as estudantes.

 

Isso não oculta a emergência de novas formas de privatização, ao transferir as famílias, docentes e estudantes às responsabilidades dos Estados nacionais em garantir as condições mínimas para exercer o direito a educação. São agora as famílias, docentes e estudantes que devem comprar ou instalar computadores, pagar planos de dados para o acesso a internet e inclusive adquirir plataformas privadas para poder dar aulas virtuais. Esta privatização está sendo ocultada como uma estrondosa cortina de fumaça midiática dos governos que falam do suposto êxito educativo na pandemia, com frases oportunistas sobre a mística docente.

 

Os docentes foram submetidos a sobrecarga em seus horários e tarefas, isolados em suas casas, resolvendo por sua conta a continuidade da atividade educativa. Isto está feito pelo magistério mundial com o mínimo ou nenhum reconhecimento dos governos.

 

Em poucos meses, milhões de estudantes no mundo formal expulsos dos sistemas educativos. A proposta da educação virtual, híbrida e multimodal encontrou milhões de meninos, meninas e jovens sem possibilidades reais de continuar seus estudos. Não são eles, os jovens e as jovens, as crianças que estão deixando os estudos, é o sistema capitalista que estão deixando fora, ao romper o papel de permitir condições de igualdade de aprendizagem atribuído a escola.

 

Alguns governos de maneira irresponsável convocaram um retorno as aulas em meio ao ascenso da contaminação, sem que ainda se conte com uma vacina e sem as adequadas condições de biossegurança, questão que expressa com clareza que suas maiores preocupações estão em reativar a economia capitalista em crise, ao custo da segurança e vida de crianças e dos trabalhadores da educação.

 

Enquanto o capital hoje defende a escola como berçário e local para transmitir conhecimentos funcionais ao seu modo de produção, nós defendemos a escola de pensamento crítico, da solidariedade, do encontro humano, do vínculo como a transformação social.

 

A atual crise ratifica velhas certezas ao mesmo tempo propõe novos desafios. A certeza segundo a qual a experiência educativa inegavelmente se sustenta numa atividade presencial recuperou a valorização do exercício docente, tão maltratado pela mercantilização educacional neoliberal. Com tudo isso, o retorno a escola e ao ensino presencial não pode ser aquela realidade naturalizada de desigualdades, expressadas antes de março de 2020, e trágicas durante a pandemia.

O desafio que enfrenta a geração de trabalhadores e trabalhadoras da educação no presente é ainda maior: trata-se de pensar e construir respostas, não somente para a conjuntura, mas desde o atual momento de resistências se possa traçar um horizonte estratégico, que passa inegavelmente pela construção de alternativas pedagógicas que sustentam uma nova escola.

 

Assumir de maneira mais consistente e responsável esse desafio, supõe ir para além das fronteiras nacionais, pois o que está em jogo é precisamente a superação da crise de um modelo globalizado de educação neoliberal.

 

Com esse propósito e o reconhecimento da solidariedade e a confiança de quem lutamos na defesa de educação pública, viemos construindo um espaço internacional de encontro, de caráter aberto, horizontal, plural e inclusivo que denominamos “Grupo de Contato Internacional” (GCI), para assim continuarmos pensando juntos nestes e outros desafios educacionais.

 

Desde o “Grupo de Contato Internacional” apresentamos durante esses cinco meses de pandemia debates, reflexões, análises com relação as características da atual ofensiva do capital contra a educação e concluímos sobre a urgência de convocar o “I Congresso Mundial em Defesa da Educação Pública e contra o neoliberalismo educacional.

 

Este I Congresso Mundial de Educação 2020, que se realizará por meio virtual, busca enfrentar o neoliberalismo em todas as suas formas e expressões, e avançarmos no estabelecimento de um Coordenadoria Internacional d@s Trabalhador@s da Educação (CITE), como espaço permanente de diálogo, encontro e organizações de lutadores na defesa da educação pública e contra o neoliberalismo educacional. Convidamos todas as organizações, grêmios, centros acadêmicos, sindicatos, movimentos sociais e personalidades que convirjam nessas ideias, a se somar aos debates e deliberações que estaremos desenvolvendo de 26 a 27 de setembro de 2020.

 

Assinam a convocatória

Mercedes Martínez (Federación de Maestros y Maestras de Puerto Rico, FMPR), Pedro Hernández (CNTE, México), Luis Bonilla-Molina (Centro Internacional de Investigaciones Otras Voces en Educación), Alfredo Velásquez (SUTEP, Perú), Laura Isabel Vargas (UNE, Ecuador), Fernando Abrego (ASOPROF, Panamá), David Lobâo (SINASEFE, Brasil), Eduardo González (MUD, Chile), Luis Tiscornia (CONADU-H, Argentina), Denis Solís (APSE, Costa Rica), Eblin Farage (ANDES, Brasil), Marc Casanova (USTEC, España), Vladimir Laura (CONMERB, Bolivia), Fernando Lázaro (CEIP-H, Argentina), Julieta Kusnir (EEUU), Nelva Reyes (CGTP, Panamá), Luis Bueno (CNSUESIC, México), Eliana Laport (FeNaPes, Uruguay), Sebastián Henriquez (SUTE, Mendoza, Argentina), Yesid González (La Roja, Colombia), Claudia Baigorria (CONADU-H, Argentina), José Cambra (ASOPROF, Panamá), Richard Araujo (APEOESP, Brasil), Luz Palomino (CII-OVE), Ángel Rodríguez (APPU, Puerto Rico), Carolina Jiménez (UN, Colombia), Cássio Santos (Rede Pública Municipal, Brasil), Daniel Libreros (CADTM, Colombia), Diógenes Sánchez (Coalición Panameña por la Defensa del derecho a la Educación), Edgar Isch (Académico, Ecuador), Fernando Gómez (Rosario, Argentina), Hugo Aboites (Académico, México), Laura García Tuñón (ENDYEP, Argentina), Luis Sánchez (AEVE, Panama), Marco Raúl Mejía (Planeta Paz, Colombia), Mauro Jarquín (Investigador, México), Rosa Cañadel (Cataluña, España), Sandra Lario (Colectivos de Educadores populares del Sur, Argentina), Rosemary Hernández (FOVEDE, Venezuela), Toninho Alves (FASUBRA, Brasil), Verónica del Cid (Red Mesoamericana Alforja), Zuleika Matamoros (Movimiento Pedagógico de Base, Venezuela), … seguem assinaturas

 

Para maiores informações podem escrever para: congresomundialdeeduacion2020@gmail.com

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Roma: “La creación gime”. El Papa Francisco insta a respetar el Acuerdo de París

“La creación gime”. El Papa Francisco insta a respetar el Acuerdo de París

El líder de los 1.200 millones de católicos romanos del mundo, el Papa Francisco, instó a las naciones a luchar contra el calentamiento global de acuerdo con el Acuerdo de París de 2015 sobre el cambio climático, sopesando el tema que figura en la carrera presidencial de Estados Unidos.

“La sociedad moderna había empujado al planeta más allá de sus límites y se estaba acabando el tiempo para arreglar una emergencia climática”, dijo. Francisco y agregó: “Nuestra constante demanda de crecimiento y un ciclo interminable de producción y consumo están agotando el mundo natural”.

“La sociedad moderna había empujado al planeta más allá de sus límites y se estaba acabando el tiempo para arreglar una emergencia climática”, dijo. Francisco y agregó: “Nuestra constante demanda de crecimiento y un ciclo interminable de producción y consumo están agotando el mundo natural”.

“Necesitamos hacer todo lo que esté en nuestra capacidad para limitar el aumento de la temperatura promedio global por debajo del umbral de 1,5 grados Celsius consagrado en el Acuerdo de París, porque ir más allá resultará catastrófico, especialmente para las comunidades pobres de todo el mundo”, explicó el Santo Padre.

El presidente de Estados Unidos, Donald Trump, ha puesto en marcha un proceso para eliminar a Estados Unidos, el segundo emisor mundial de gases de efecto invernadero detrás de China, del acuerdo que unió a los países para mitigar el calentamiento global, diciendo que era demasiado costoso.

Por su parte, su retador a la presidencia, el candidato demócrata Joe Biden, ha dicho que devolverá a Estados Unidos a un papel de liderazgo en el cambio climático, reingresando asertivamente a la nación en futuras negociaciones climáticas para avanzar en los objetivos del Acuerdo de París patrocinado por las Naciones Unidas.

Al respecto, el Papa Francisco reflexionó que “la pérdida de biodiversidad, los desastres climáticos y el impacto desproporcionado de la pandemia del coronavirus en los pobres y vulnerables eran todos una llamada de atención frente a nuestra codicia y consumo desenfrenados”.

Por David Twomey. Artículo en inglés

Fuente de la Información: https://www.ecoportal.net/paises/papa-francisco-respetar-acuerdo-de-paris/

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Chile – Dauno Tótoro: «queremos que haya una voz alternativa a los partidos de los 30 años»

Dauno Tótoro: «queremos que haya una voz alternativa a los partidos de los 30 años»

«Queremos participar del proceso constituyente para que exista una alternativa a los partidos de los 30 años, una voz anticapitalista y de las y los y trabajadores». Con estas palabras Dauno Tótoro, dirigente nacional del Partido de Trabajadores Revolucionarios (PTR), condensa la postura de su organización ante el proceso que se abre.

Tótoro afirma que en el proceso constituyente es urgente impulsar una tercera alternativa, «que luche por las demandas de la rebelión, por no + AFP, por educación y salud gratuitas, y que también pelee por una verdadera Asamblea Constituyente, que sea libre y soberana; porque sabemos que este proceso constituyente está lleno de trampas y es controlado por los mismo de siempre, incluyendo al Frente Amplio- que votó la ley antiprotestas- y al Partido Comunista- que votó a favor de la ley de suspensión del empleo, que significó un gran ataque en contra de las y los trabajadores», denuncia el dirigente político.

En palabras del joven «debe haber una izquierda que no le deba nada a este régimen heredado de la dictadura militar, que enfrente a los poderosos del país, y para eso nos exigen juntar siete mil firmas, y por eso te pido apoyo en este video», comenta Tótoro en relación al proceso de legalización que están llevando adelante.

Revisa el video completo acá:

https://www.facebook.com/watch/?v=311329810123179&extid=RvmKu4vnkDDmx1g8

Fuente de la Información: http://www.laizquierdadiario.cl/Dauno-Totoro-queremos-que-haya-una-voz-alternativa-a-los-partidos-de-los-30-anos

 

 

 

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América Latina: Países destacan importancia de las estadísticas para visibilizar las vulnerabilidades y grandes desigualdades que caracterizan a la región

Países destacan importancia de las estadísticas para visibilizar las vulnerabilidades y grandes desigualdades que caracterizan a la región

La XIX reunión del Comité Ejecutivo de la Conferencia Estadística de las Américas fue inaugurada hoy con un llamado a fortalecer el papel de las oficinas nacionales de estadística para hacer frente a los desafíos del COVID-19.

Representantes de los países de América Latina y el Caribe destacaron hoy la importancia de las estadísticas para visibilizar las vulnerabilidades y las grandes desigualdades que caracterizan a la región e hicieron un llamado a fortalecer el papel de las oficinas nacionales de estadística para hacer frente a los desafíos que impone la pandemia del coronavirus (COVID-19).

La XIX reunión del Comité Ejecutivo de la Conferencia Estadística de las Américas (CEA) de la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL) fue inaugurada por Alicia Bárcena, Secretaria Ejecutiva de la CEPAL; Juan Daniel Oviedo, Director General del Departamento Administrativo Nacional de Estadística (DANE) de Colombia, en su calidad de Presidente de la CEA-CEPAL, y Stefan Schweinfest, Director de la División de Estadística de las Naciones Unidas.

En el encuentro, que se extenderá hasta el 27 de agosto, participan 39 delegaciones de los Estados miembros de la CEPAL y de 11 miembros asociados.

Durante su intervención, Alicia Bárcena advirtió que la pandemia del COVID-19 ha evidenciado y pronunciado con mayor fuerza problemas sociales que infelizmente caracterizan a nuestra región, como son la pobreza y la desigualdad.

Precisó que la pobreza se incrementará 37,3% y alcanzará a 231 millones de personas; unas 98 millones de personas vivirán en extrema pobreza (15,5%). Asimismo, la CEPAL proyecta una mayor desigualdad en la distribución del ingreso en todos los países de la región: el índice de Gini se incrementaría entre un 1% y un 8% en los 17 países analizados.

“La pandemia ha evidenciado con claridad que la desigualdad, problema sobre el cual la CEPAL ha insistido recurrentemente desde hace más de una década, no se sitúa solamente en el orden del discurso académico o técnico, sino que tiene consecuencias concretas y degradantes en la vida de las personas”, afirmó la Secretaria Ejecutiva de la CEPAL.

Añadió que la precariedad de los sistemas de protección social ha dejado a la deriva a millones de personas que, ante al cierre de sus fuentes laborales, han debido recurrir a otras alternativas de subsistencia, no pudiendo respetar las medidas de distanciamiento social y exponiéndose a los riesgos de la pandemia.

En este contexto, instó a seguir avanzando hacia formas más comprensivas de medir el bienestar y de visibilizar las brechas sociales a través de información estadística desagregada por características como género, etnia, grupo de edad, lugar de residencia y discapacidades, para no dejar a nadie atrás.

“Necesitamos generar instrumentos que den cuenta de las percepciones que tienen las personas sobre su propio bienestar y experiencias e incorporar elementos subjetivos en nuestra noción del bienestar. Debemos contar con una medición más completa de los ingresos y de la riqueza de las personas, para así generar mejores políticas públicas para disminuir la desigualdad en los recursos económicos. Necesitamos avanzar en sistemas de información que integren la estadística con la geografía y nos permitan visualizar dónde ocurren los fenómenos que nos interesan”, subrayó Alicia Bárcena.

Asimismo, la máxima representante de la CEPAL advirtió que la pandemia ha incrementado el riesgo de no lograr el cumplimiento de los Objetivos de Desarrollo Sostenible (ODS), que ya venía presentando un avance dispar en la región. De acuerdo a un análisis de 72 series estadísticas de los indicadores de los 17 ODS para la región, se observa que se han alcanzado 4 metas; hay 15 que probablemente se cumplan según la tendencia actual; 8 necesitan más intervención de políticas públicas; 13 requieren una fuerte intervención de políticas públicas; 27 están estancadas y 5 están en retroceso, precisó.

En el caso de los países del Caribe, la pandemia ocurre en momentos en que ya presentan un alto desafío para el cumplimiento de los ODS, debido a su mayor vulnerabilidad ante las crisis externas, sus altos niveles de endeudamiento, sumado a una mayor exposición al cambio climático y eventos externos del clima, con lo cual se requerirá de un esfuerzo adicional al ya realizado.

Alicia Bárcena destacó que, para el seguimiento de los ODS, la CEPAL ha creado la Plataforma regional de conocimiento para los Objetivos de Desarrollo Sostenible (SDG Gateway), la que tiene por objetivo servir de punto de encuentro y referencia para toda la información relacionada con los ODS, incluidas actividades, recursos de información, estadísticas, datos regionales, instrumentos analíticos específicos y productos de conocimiento desarrollados y puestos a disposición por las Naciones Unidas en respuesta a las necesidades de los países miembros.

Juan Daniel Oviedo, por su parte, subrayó que la Conferencia Estadística de las Américas cumple 20 años y, bajo el liderazgo de la CEPAL, se ha transformado en un catalizador de la modernización de las oficinas de estadística y de innovación en materia de producción estadística en la región.

“El trabajo conjunto de los países de América Latina y el Caribe se vuelve fundamental para aprovechar como región la oportunidad que nos brinda la información estadística de calidad, objetiva y pertinente que nos permita, en el marco de la CEA, orientar la revitalización de los tejidos sociales, productivos y ambientales de nuestros países en el marco de la nueva normalidad”, afirmó.

Stefan Schweinfest, Director de la División de Estadística de las Naciones Unidas, en tanto, felicitó a las oficinas de estadística de América Latina y el Caribe por haber permanecido unidas durante la pandemia y recalcó que la cooperación internacional es ahora más importante que nunca.

Destacó que la región inspira al resto del mundo por la integración de la información estadística y geoespacial, lo que, en medio de la pandemia, nos permite sabes no solo cuántas personas están infectadas, sino también dónde se ubican.

“Toda crisis es una oportunidad. Definitivamente es un momento de datos”, afirmó.

En la XIX reunión del Comité Ejecutivo de la CEA, las y los participantes analizarán los desafíos del COVID-19 como una oportunidad para fortalecer el papel de las oficinas nacionales de estadística, y dialogarán sobre el papel de las oficinas nacionales de estadística como administradoras de datos. También abordarán la década de acción para los Objetivos de Desarrollo Sostenible, y examinarán el progreso en la ejecución del Programa Bienal de Actividades de Cooperación Regional e Internacional 2020-2021 de la CEA.

Fuente de la Información: https://www.cepal.org/es/comunicados/paises-destacan-importancia-estadisticas-visibilizar-vulnerabilidades-grandes

 

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