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CNTE exigen a Sheinbaum cumplimiento a estas demandas

Tras tomar posesión como Presidenta de México, la Coordinadora Nacional de los Trabajadores de la Educación (CNTE), lanzó sendas exigencias a Claudia Sheinbaum Pardo.

Demandó el establecimiento de la bilateralidad entre el gobierno y la CNTE.

Y es que acusó que el Gobierno de Andrés Manuel López Obrador incumplió sus promesas con el magisterio del País.

En un posicionamiento político, la organización sindical advirtió que Sheinbaum Pardo llega al poder con muchos compromisos por resolver; demandas laborales, sindicales, profesionales, seguridad y justicia social.

En este sentido, La Coordinadora Nacional de Trabajadores de la Educación, manifiesto lo siguiente:

1. “A 44 años de la conformación de la CNTE, mantiene vigente los 22 principios rectores de la cual se conduce; mantiene vigente los tres objetivos estratégicos: Democratización del SNTE, Democratización de la Educación y Democratización del País.”

2. “La CNTE mantiene su independencia política, ideológica y económica de los partidos políticos, la burguesía y su estado.”

3. “Reivindicamos el principio de: movilización-negociación-movilización.”

Por lo anterior, la CNTE lanzó estas exigencias:

-Cancelación de la mal llamada reforma educativa EPN-AMLO y las leyes secundarias del SICAMM.

-Cancelación de la ley del ISSSTE de 2007; el pago en Salario Mínimos a los jubilados y pensionados y no en UMA’s.

-Incremento salarial del 100% al sueldo base.

-Incremento del presupuesto de la educación en un 12% del PIB.

-Contratación automática de los egresados de las normales públicas.

-Verdadera democracia sindical.

Por último demandó el establecimiento de la bilateralidad entre el gobierno y la CNTE en la definición de los derechos de los trabajadores de la educación.

“Seguiremos en la lucha en defensa de la educación pública y el empleo. Emplazamos al gobierno entrante a resolver las demandas pendientes”, advirtió la CNTE.

Fuente de la información e imagen:  https://profelandia.com

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Brasil: Docentes da Ufsm relatam como o trabalho tem invadido a vida pessoal por meio do celular

A linha que separa o trabalho da vida pessoal fica cada vez mais tênue com o avanço dos dispositivos móveis. O telefone celular, inicialmente pensado para facilitar a comunicação, tem se tornado um dos principais responsáveis por afetar o equilíbrio entre as esferas profissional e pessoal. Docentes da Universidade Federal de Santa Maria (Ufsm), no Rio Grande do Sul, relatam que o trabalho frequentemente invade seu espaço pessoal, especialmente por meio do dispositivo.

“Muitas vezes, acabo usando o espaço de tempo pessoal para responder mensagens, porque há uma pressão para que seja feito de imediato. Infelizmente, se a pessoa demora um ou dois dias para responder, já é considerado um atraso. Tudo tem que ser resolvido na mesma hora”, afirma Andrea Cezne, professora do departamento de Direito da Ufsm.

Cezne conta ainda que a situação se agrava para quem ocupa cargos de gestão, pois o assédio institucional dificulta a separação entre trabalho e vida pessoal. “Dificilmente alguém tem coragem realmente de separar as duas esferas usando, por exemplo, um número de WhatsApp para o trabalho e outro pessoal. As pessoas que não aguentam esse tipo de intervenção, entre outras coisas, e saem de grupos do trabalho, etc, são vistas como problemáticas. E quem está na gestão e não suporta mais esses processos, acaba saindo dos cargos. Isso faz com que as questões nunca sejam realmente discutidas”, contou.

Liliana Ferreira, professora do departamento de Fundamentos da Educação da Ufsm, compartilha uma experiência similar. “Parece que é um contínuo dia de trabalho, porque, muitas vezes, domingo à noite, estou recebendo demandas. Durante a pandemia, os estudantes enviavam mensagens de madrugada, pedindo para conversar ou mesmo enviando tarefas. Com o tempo, você vai educando isso”, disse. A docente acrescenta que as mensagens de trabalho ocupam um grande espaço na sua hora de lazer. “Fim de semana, feriados, férias, parece que eles já não existem”, lamenta.

Os depoimentos das docentes mostram como dispositivos eletrônicos, especialmente os smartphones, abriram as portas das casas das professoras e dos professores para as demandas de trabalho. Essa invasão se intensificou com a popularização dos celulares, a sobrecarga de trabalho e os cortes de investimentos em infraestrutura e pessoal nas universidades. As fronteiras entre a vida profissional e pessoal, que já estavam se tornando difusas, foram praticamente eliminadas.

A ideia de que “quem está conectado à internet está em condições de trabalhar” se tornou predominante. Mesmo na ausência de supervisão direta, as e os docentes sentem a necessidade de responder rapidamente a e-mails ou mensagens nos aplicativos de mensagens instantâneas recebidas em horários impróprios. Esse cenário exige um exercício constante de autodisciplina para separar o tempo de trabalho do lazer e do convívio social.

Quando esse autogerenciamento falha, as consequências podem ser graves. O professor do departamento de Neuropsiquiatria da Ufsm, Maurício Hoffmann, alerta sobre o risco da Síndrome de Burnout. “O celular realmente invade o espaço pessoal, pois as pessoas podem te encontrar a qualquer momento, em qualquer lugar. Te mandam um e-mail ou um WhatsApp, e acham que você deve resolver na hora, e isso gera pressão. Dependendo do contexto, algumas pessoas podem desenvolver Burnout por causa disso”, explicou.

Pandemia
Embora as aulas presenciais na Ufsm tenham sido retomadas há mais de dois anos, após a interrupção causada pela pandemia de Covid-19, ainda persistem resquícios desse período que parecem ter se consolidado de maneira definitiva na prática docente.

Andrea Cezne conta que, durante a suspensão das aulas presenciais, existiu pressão para que as e os docentes rapidamente se adequassem ao uso das telas. “No meu caso, isso teve efeitos físicos e mentais na minha saúde, o que provocou uma situação que necessitou de um afastamento de 60 dias para ser resolvido. Mas pior ainda ficaram os colegas na coordenação, por exemplo. Porque além de terem que resolver sozinhos várias questões no sistema, ainda recebiam as demandas dos alunos e a pressão dos superiores”, relata a docente.

A pandemia funcionou como um agente normalizador do trabalho docente mediado por tecnologias digitais, principalmente devido ao baixo custo orçamentário. Essa hipótese é levantada pela docente Liliana Ferreira, que argumenta que a tecnologia se tornou uma forma econômica de gerenciar o trabalho docente. Atualmente, ela tem avançado para áreas que antes eram essencialmente presenciais, como as atividades em instituições de fomento à pesquisa, como FAPERGS, CNPq e Capes, além da participação na avaliação de instituições e cursos pelo Inep.

“A pandemia causou um grande estrago no modo de a gente viver […] Então, para além de todo o sofrimento que causou, das perdas que nós tivemos, tivemos também essa descoberta de que é muito mais fácil fazer um controle do nosso trabalho pela tecnologia do que propriamente gerando novos e bem aparelhados espaços presenciais de trabalho. Assim, a maior parte do nosso trabalho tem acontecido pela internet. Hoje, nós temos as aulas presenciais novamente, o que é um ganho, mas por outro lado também temos todo o atendimento feito à distância […] Então, com certeza a descoberta de que é muito mais viável, é vantajoso manter os professores em casa, na frente de uma tela para a realização desse trabalho, acabou onerando o nosso tempo”, analisa Liliana.

Mas e além do trabalho?
O aumento das jornadas de trabalho das professoras e dos professores, incitado pelo envio de demandas a celulares e e-mails e pela expectativa de respostas mesmo em momentos de lazer, tem contribuído para problemas de saúde na categoria docente. Paralelamente, especialmente em setembro, mês dedicado à promoção da saúde mental, surge um debate sobre a relação entre o aumento do uso de telas para fins recreativos e o crescimento dos transtornos psíquicos. Essa discussão abrange não apenas smartphones e tablets, mas também notebooks e TVs conectadas à internet. Diante do tempo já elevado que as e os docentes passam em frente a dispositivos digitais, surge a questão: quanto tempo sobra para o convívio social e quem realmente tem conquistado essa atenção?

Maurício Hoffmann, que também atende como psiquiatra, conta que suas e seus pacientes ficam 8 ou até 12 horas no celular. E então, ao chegarem ao consultório, acreditam ter déficit de atenção ou outro tipo de transtorno, mas, na verdade, o problema deles é o uso excessivo de telas.

“Tem gente que fica assim por questões de trabalho, mas alguns pacientes não. Então, essas pessoas que acabam se atrapalhando nesse momento de usar a tela, acabam desenvolvendo um tipo de transtorno aditivo. E parece, às vezes, que têm um déficit de atenção, parece que, às vezes, têm outra coisa, mas não. É só a pessoa realmente estar muito adita à tela, então a gente tem que fazer alguma intervenção”, pondera Hoffmann.

Ele reflete que hoje, com a tecnologia, gasta-se menos tempo lavando roupa, cozinhando e realizando outras tarefas de manutenção do ambiente doméstico. E o tempo livre que sobra, resultado de uma maior automatização do cotidiano, pode ser preenchido pelo uso do celular.

“E realmente […] esses dispositivos são feitos para manter a atenção da pessoa ali, para a gente poder consumir os produtos que estão vendendo, a propaganda, enfim. Então, isso é feito dessa forma. Mas as pessoas, normalmente, têm um mecanismo de autorregulação que elas cansam daquilo ali e vão fazer outra coisa. Algumas pessoas não, como qualquer questão aditiva que sempre teve”, explica.

Segundo Maurício Hoffmann, é possível estabelecer limites para reduzir o impacto negativo das telas em nosso cotidiano. Algumas dessas orientações incluem: bloquear determinados aplicativos durante o horário de trabalho; manter perfis separados no WhatsApp, um para uso profissional e outro pessoal; solicitar a ajuda do parceiro ou da parceira para se envolver na tarefa de diminuir o tempo de tela ou evitá-la em momentos específicos do dia; desligar o máximo possível de notificações, utilizando o celular apenas quando realmente necessário; e evitar o uso de qualquer tela de uma a duas horas antes de dormir, além de cuidar com o uso de luzes intensas, mesmo para leitura. Acesse a matéria completa aqui

Enquete Saúde Docente
O ANDES-SN iniciou, em setembro, a segunda etapa da Enquete Nacional “Condições de Trabalho e Saúde Docente”, voltada para docentes, na ativa, aposentadas e aposentados, do ensino superior e do ensino básico, técnico e tecnológico, que atuam nas universidades federais, estaduais e municipais, nos institutos federais e Cefets.

A nova etapa do levantamento busca traçar o perfil das e dos docentes, com base em critérios como autoidentificação de cor e raça, idade, identidade de gênero, tempo de docência, entre outros. Além disso, fará um levantamento sobre as condições de trabalho, a partir de eixos como Demandas, exigências e cotidiano profissional; Tempo de trabalho; Condições estruturais e Salariais; e Relações de Trabalho e Organização Sindical. As e os interessados têm até 19 de dezembro de 2024 para participar do levantamento. Acesse aqui o formulário.

Fonte: Sedufsm SSind, com edição e inclusão de conteúdo do ANDES-SN

https://www.andes.org.br/conteudos/noticia/docentes-da-ufsm-relatam-como-o-trabalho-tem-invadido-a-vida-pessoal-por-meio-do-celular1

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Ir a la escuela en África: Una práctica arriesgada para millones de niños

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Educación y cultura; estos son los compromisos que Claudia Sheinbaum quiere cumplir en su sexenio

La presidenta electa de México abordó varios temas en materia de educación y cultura en los 100 puntos de su proyecto de nación

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Uruguay: Concurso de Educación Solidaria 2024 recibirá experiencias hasta el 8 de noviembre

La Administración Nacional de Educación Pública (ANEP) apoya la convocatoria del Centro Latinoamericano de Aprendizaje y Servicio Solidario (CLAYSS) sede Uruguay a presentar experiencias, hasta el 8 de noviembre, para participar de la 12da. edición del “Concurso de Educación Solidaria”.

En esta oportunidad, el concurso invita a presentar experiencias educativas solidarias protagonizadas por los estudiantes, desarrolladas en instituciones educativas, que produzcan aprendizajes significativos y que brinden un servicio a la comunidad atendiendo sus necesidades reales.

Los proyectos o experiencias deben estar en efectiva ejecución durante el año 2024 o haberse iniciado previamente. No se premiarán iniciativas o proyectos que actualmente no se encuentren en ejecución.

Se recibirán experiencias de todas las instituciones educativas de Uruguay, de todos los niveles y modalidades (Primaria, Secundaria, Educación Técnico Profesional, Formación en Educación, Cecap, Universidades, Instituto Nacional de Rehabilitación e Instituto Nacional de Inclusión Social Adolescente). También podrán presentarse aquellas instituciones que realicen proyectos o programas de educación no formal.

Esta iniciativa tiene como objetivo apoyar a las instituciones educativas que integren de un modo completo el aprendizaje curricular de los estudiantes, con acciones solidarias que estén destinadas a mejorar la calidad de vida de su comunidad.

Asimismo, reconoce las experiencias educativas solidarias que permiten a los estudiantes ampliar su horizonte de aprendizaje y comprometerse en la transformación de su entorno junto con otros actores sociales. También fortalece una cultura participativa, solidaria y de compromiso ciudadano, y difunde las experiencias que generan un efecto multiplicador en otros centros educativos.

Los resultados se publicarán durante el mes de diciembre de 2024 y se informará a cada uno de los postulantes. El anuncio de las experiencias reconocidas se realizará en el acto de premiación, previsto para el 3 de diciembre de 2024.

Inscripciones y más información.

Consultas: concursoeducacionsolidaria@clayss.org o al 099 657 098.

https://www.anep.edu.uy/concurso-educaci-n-solidaria-2024-recibir-experiencias-hasta-el-8-noviembre

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Venezuela: Maduro pide a 200.000 docentes retirados por bajos salarios que regresen al sistema educativo

El presidente Nicolás Maduro pidió este lunes a unos 200.000 maestros que regresen al sistema  educativo, en medio de una crisis marcada por el déficit de  educadores por años de bajos salarios y la deserción de unos 3 millones de estudiantes.

Maduro, en el arranque del año escolar 2024-2025, anunció un plan para «elevar» la calidad de vida de unos 500.000 maestros, cuyos salarios promedian unos 10 dólares mensuales, complementados por un bono alimenticio de 40 dólares sin incidencia en beneficios sociales.

El mandatario señaló que 84% de la educación en Venezuela es pública, y del 16% que ofrece el sector privado, del cual alrededor de la mitad tiene subsidios estatales.

Además, el jefe del Estado anunció que su administración entregará 500 escuelas y liceos «de paquete»; es decir, completamente renovados, «gracias a las Brigadas Comunitarias Militares para la Educación y la Salud (Bricomiles)».

Según un estudio de la Universidad Católica Andrés Bello (UCAB), este país de 30 millones de habitantes tiene unos 350.000 docentes en ejercicio, con un déficit de unos 250.000.

«Tenemos más de 200.000 docentes en diversas actividades y yo les pido a todos los docentes, les hago un llamado por amor a la vocación, por el amor que le tienen a este país, a que se vayan reincorporando a las aulas de clases», dijo el mandatario en cadena de televisión y radio.

Maduro prometió con su plan fortalecer programas de acceso a vivienda, salud y alimentación, así como subsidios de transporte y créditos.

Este lunes más de 5,5 millones de alumnos de preescolar, primaria y bachillerato iniciaron el año escolar, dijo el ministro de Educación, Héctor Rodríguez.

El gobierno reportaba en años anteriores una matrícula superior a 8 millones de estudiantes.

La gremial Federación Venezolana de Maestros (FVM) denunció en un comunicado que unos 3 millones de niños y jóvenes «están fuera del sistema escolar», problema que se suma al déficit de educadores.

«Los docentes están desmotivados, desmoralizados, desanimados, con baja autoestima, preocupados debido a su situación laboral económica y social», refirió la FVM en el texto, divulgado el pasado 16 de septiembre.

De acuerdo con estimaciones de expertos de la UCAB, unos 96.000 docentes han migrado, lo que ha agravado el déficit. Más de 7 millones de venezolanos han dejado su país en la última década según Naciones Unidas.

La federación de maestros apuntó que «la crisis alimentaria» es «una de las principales causas» de la deserción de docentes y estudiantes.

Maduro sostiene que las sanciones financieras impuestas por Estados Unidos para forzar su salida del poder son la raíz de la crisis.

«Uno de los sectores más afectados fueron los maestros, las maestras», admitió el mandatario, proclamado reelecto para un tercer período consecutivo (2025-2031) en medio de denuncias de fraude de la oposición.

Protestas de docentes en reclamo de reivindicaciones son frecuentes en este país.

Maduro pide a 200.000 docentes retirados por bajos salarios que regresen al sistema educativo

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Reseña del seminario feminismo: Cuadernos feministas

Por Selene Kareli/CII-OVE

El pasado 17 de septiembre, Josie Chávez compartió a través del ciclo de Seminarios sobre feminismos parte de la historia y trayectoria de los Cuadernos Feministas. En este sentido, Josie Chávez es una feminista popular quien ha construido su perspectiva desde los movimientos sociales en la interacción con comunidades, colectivos, la cual ha tomado como una de sus formas a través de los Cuadernos Feministas, la cual es una publicación que recoge y construye la memoria del feminismo mexicano. 

Josie refirió que su formación viene del feminismo de los años 60-70, el cual, ella y otras compañeras, nombraron feminismo popular, resaltando que muchas de las actuales colaboradoras en Cuadernos Feministas vienen de los feminismos de izquierda. 

Josie Chávez señaló que Cuadernos Feministas surge en 1997, hace 27 años, periodo en el que se han publicado 39 números. La revista surge en el contexto del levantamiento del movimiento zapatista del 1° de enero de 1994 (EZLN), destacando que las mujeres zapatistas surgieron como un sujeto político generando compromiso y solidaridad. 

De tal manera, Chávez refirió que, a partir de ese hecho histórico, el diálogo abierto fue un impulso para las discusiones teóricas y políticas en el movimiento feminista; siendo así que, em 1996, Nellys Palomo, miembro del Partido Revolucionario de Trabajadores, propuso que se formara una revista feminista, y es a partir de ahí que surge Cuadernos Feministas como una publicación militante 

La expositora refiere que se venía de un movimiento muy fuerte en contra del fraude electoral, en el que muchas feministas que no eran de partidos políticos tenían una agenda pública en pro del derechos de las mujeres,  así como de la construcción de una sociedad democrática dispuesta a impulsar la ciudadanía de las mujeres,

De tal manera, ellas se consideran hermanas de la revista FEM, impulsada por mujeres investigadoras y académicas, a la par del suplemento periodístico la doble jornada que salía una vez al mes. Estas dos publicaciones, refiere, han sido referentes en México dentro del feminismo.

Por otra parte, Josie Chávez apunta que, Cuadernos Feministas desde sus orígenes ha buscado generar un espacio en donde se difundieran las luchas de las mujeres en diversos sectores sociales, y que al mismo tiempo dieran a conocer su relación con el Estado: por lo que el espacio es un espacio colectivo, no hay jerarquía y no dictan una línea política mas que ser feminismos de izquierda, donde se visibilicen  los debates, los nuevos retos y contradicciones de los feminismos.

De igual manera, se expresó que, la revista está atravesada por las situaciones políticas de México, por lo que ha contribuido a la documentación de los procesos de cambios y transformaciones de los feminismos en México, siendo este, un proyecto para visibilizar y dar voz a la escritura de las mujeres. 

Josie Chávez, comentó que, en la actualidad, la revista sale una revista al año y se distribuye de mano en mano donde hay eventos y movilizaciones, así como en algunas librarías; enfatizando en que han decidido mantener las publicaciones en la tierra y cada número es una aventura que responde a la diversidad de mujeres que colaboran en la publicación y sus diversos roles. 

De igual manera, señaló que, la revista ha sido utilizada como insumo de talleres, para propiciar discusiones, así como documentar procesos e historias de vida, en las que resalta visibilizar las participaciones de las mujeres en la organización política.

Enlace de la disertación

https://www.youtube.com/live/fY9IApdYfPY?si=TcOakUFN7ffl_30p  

Cuadernos Feministas: https://cuadernosfem.blogspot.com/ 

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