Page 3095 of 6815
1 3.093 3.094 3.095 3.096 3.097 6.815

Brasil: Em carta aberta, Internacional da Educação pede que Temer respeite direitos

Brasil / 8 de abril de 2018 / Autor: CNTE, com atualizações Rede Brasil Atual / Fonte: adufg

Em carta aberta dirigida ao presidente Michel Temer, o Secretário Geral da Internacional da Educação, David Edwards, pediu que sejam respeitados os princípios da democracia e dos Direitos Humanos no Brasil, frente aos acontecimentos que culminaram na execução da vereadora Marielle Franco no Rio de Janeiro há 18 dias, e com a perseguição judicial e midiática ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“A Internacional da Educação e suas afiliadas em todo o mundo clamam para que o governo do Brasil tome passos decisivos para entrar em conformidade com tratados de obrigações de longo prazo, para reforçar, nacional e internacionalmente as leis de proteção dos direitos fundamentais, de direitos de processos com honestidade e juízo justo para todos os cidadãos brasileiros”, afirma Edwards.

A Internacional da Educação reúne 400 sindicatos da educação em 177 países, tem suas entre suas afiliadas a Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituções Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico (PROIFES-Federação) e a Confederação Nacional de Trabalhadores da Educação (CNTE).

Para:

Michel Temer
Presidente da República Federativa do Brasil
Palácio do Planalto – Praça dos Três Poderes
Brasília DF – CEP: 70.150-900
Brasil

Vossa Excelência,

Em nome dos 32,5 milhões de educadores representados pela Internacional da Educação, como uma federação global de 400 sindicatos de educação em 177 países, incluindo a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (CONTEE), a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e a Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico (PROIFES-Federação), expressamos profunda preocupação com a deterioração da democracia e a escalada da violência no Brasil.

Como signatários da Carta Democrática Interamericana, as autoridades brasileiras devem respeitar e garantir “os direitos humanos e as liberdades fundamentais, o acesso e o exercício do poder em conformidade com o estado de direito, a realização de eleições periódicas, livres e justas na votação secreta e no sufrágio universal como expressão da soberania do povo, do sistema pluralista de partidos e organizações políticas e da separação de poderes e independência dos poderes do governo”, conforme consagrado no artigo 3º da Carta. Nós, professores e pessoal de apoio à educação, ensinamos esses valores fundamentais em nossas escolas à medida que desenvolvemos cidadãos que conhecem seus direitos e defendem os de outros.

O mundo tem observado com preocupação como esses princípios democráticos fundamentais, o estado de direito e a independência do judiciário se desgastaram desde o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

As ações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a longa campanha de assédio político e a evidente falta de provas questionam se o devido processo legal foi politizado e sequestrado para influenciar as próximas eleições presidenciais.

Isso ocorre em um clima de crescente violência contra os defensores dos direitos humanos, conforme destacado em uma declaração do Relator Especial da ONU que se referiu ao assassinato de Marielle Franco como uma tentativa de “intimidar todos os que lutam pelos direitos humanos e o Estado de Direito no Brasil”.

A Internacional da Educação e suas afiliadas em todo o mundo exortam o governo do Brasil a tomar medidas decisivas para cumprir suas obrigações de longo prazo, aplicar a lei nacional e internacional para proteger os direitos fundamentais ao devido processo e a um julgamento justo para todos os cidadãos brasileiros. Para que a luz cintilante da democracia brasileira possa se restaurar como um farol para o mundo, isso depende em grande parte de sua liderança nesses tempos críticos.

Com nossos melhores cumprimentos,

David Edwards

Secretário geral

Internacional da Educação

Fonte:

http://www.adufg.org.br/noticias/em-carta-aberta-internacional-da-educacao-pede-que-temer-respeite-direitos?periodo=2015-12

Comparte este contenido:

Sverige: Utbildning ska motverka utanförskap

Sverige / 8 april 2018 / Författare: Redaktionell personal / Källa: NFO

Nu satsar Malmö stad på att nå ut till nyanlända i utsatta områden. Mer utbildning inom kommunen ska ge fler personer bättre kontakt med myndigheterna. Och motverka att parallellsamhällen växer upp.

Kommunens kommunikatörer utbildas nu i hur klanstrukturer ser ut i andra länder. Tanken är att de bättre ska kunna möta grupper som ofta har misstro mot myndigheter.

– Vi måste bli vassare på att nå grupper som vi uppenbarligen har problem att nå. Behovet ökar och vi ser att det är svårt att till exempel att få kontakt med vissa grupper inom socialtjänsten. Brev försvinner, brev förstås inte, tider hålls inte och missförstånd sker, säger Lena Englund, kommunikatör på Stadskontoret i Malmö stad, till P4 Malmöhus.

Nyhetskälla:

http://nfo.nu/?p=150695

Bildens källa:

https://www.schooleducationgateway.eu/es/pub/latest/news/inclusive-early-childhood-edu.htm

Comparte este contenido:

Česká republika: Tisková zpráva: Budou zrušena průřezová témata? Jaký bude skutečný postup? Proč nebyla otevřena odborná diskuse?

Česká republika / 8. dubna 2018 / Autor: Redakční štáb / Zdroj: EDUin

Probíhající revize rámcových vzdělávacích programů pro předškolní, základní a všeobecné střední vzdělávání stále probíhá v relativně netransparentním režimu. Zveřejněné informace jsou kusé, často velmi obecné a nejasné. Vyzýváme proto MŠMT, aby zodpovědělo následující dotazy.

Národní ústav pro vzdělávání, přímo řízená organizace MŠMT pověřená úkolem revidovat RVP, zveřejnil na svém webu před pár měsíci informační stránku, kde se snaží vysvětlit cíle revize, její průběh a v poslední době také podkladové studie k revizi některých vzdělávacích oblastí.

Jakkoliv je potřeba ocenit alespoň částečnou snahu informovat o tom, co se bude ve změnách obsahu vzdělávání v českých školách dít, dosavadní informace jsou nedostatečné a nelze z nich vyčíst odpovědi na řadu podstatných otázek. Vyzýváme MŠMT, aby následující dotazy zodpovědělo.

Jaký bude přesný harmonogram prací na revizi RVP? Z kusých informací lze usoudit, že takový plán existuje, na informační stránce ale uveden není.
Proč nebyla otevřena širší odborná diskuse nad revizí RVP? Z kusých informací vyplývá, že někteří lidé měli možnost se k revizím v počátečních fázích vyjádřit, jiní nikoliv, aniž by bylo jasné proč.
Uvedené cíle revize jsou na vysoké úrovni obecnosti a není možné z nich vyčíst skutečný záměr. Jak bude revize reflektovat na měnící se technologické a společenské podmínky? Jakým způsobem bude posouzeno, co je dobré v rámcových vzdělávacích programech zachovat, a co naopak může uvolnit místo pro důležité oblasti s malým nebo žádným zastoupením?
Z kusých informací vyplývá, že tzv. průřezová vzdělávací témata budou zrušena. Je tomu skutečně tak? Pokud ano, proč bylo o jejich zrušení rozhodnuto předem a bez odborné diskuse? Čím budou případně nahrazeny výchova a vzdělávání v oblasti mediální, environmentální, kulturní a dalších?
Bob Kartous, vedoucí komunikace EDUin, řekl: „Není nadále možné, aby revize RVP probíhala za zavřenými dveřmi s tím, že kdo je najde a zaklepe, může jít dál a přispět svou troškou do mlýna. Stojíme před výzvami daleko přesahujícími současný rámec vzdělávání a je třeba, aby se tento rámec významně změnil. Toho ale není možné dosáhnout uvnitř jedné přímo řízené organizace MŠMT.“

Zdroj novinek:

http://www.eduin.cz/tiskove-zpravy/tiskova-zprava-budou-zrusena-prurezova-temata-jaky-bude-skutecny-postup-proc-nebyla-otevrena-odborna-diskuse/

Comparte este contenido:

La neurociencia como llave del aprendizaje

España / 8 de abril de 2018 / Autor: Milagros Rubio Pulido / Fuente: emtic

El prefijo «neuro» ha contaminado amplias y diferentes disciplinas, tanto relacionadas con el mundo científico como con el de las humanidades: neurogenética, neuroanatomía, neurotecnología, neuroeconomía, neurolingüística, neuropsicología, neuropolítica y un largo etcétera. La neurociencia, en general, facilita que entendamos mejor lo que hacemos y por qué; te muestra prácticas más o menos eficaces para tu bienestar, te habla de ti y de los demás.

A nosotros nos interesa especialmente la disciplina de la neuroeducación, una rama del conocimiento que trata de comprender cómo funciona nuestro cerebro a la hora de aprender. Debemos entender la neuroeducación aplicada a cualquier relación entre enseñanza y aprendizaje, ya sea en la educación formal o informal, en casa o en la escuela, en la enseñanza intencional o accidental, en el currículo explícito u oculto, en menores o adultos, en personas con o sin dificultades de aprendizaje… ¿Podemos mejorar los procesos educativos gracias a lo que nos aporta la neurociencia? Descúbrelo en este artículo.

Un cerebro cambiante

Nuestro cerebro es el principal responsable de nuestro aprendizaje. Gracias a las técnicas no invasivas de neuroimagen se puede mostrar qué actividad cerebral existe cuando estamos aprendiendo; esto es, qué áreas y estructuras del cerebro están más activas, con qué intensidad y la interrelación entre ellas.

Sabemos que las células nerviosas, también llamadas neuronas, se comunican entre sí mediante la sinapsis y que nuestro cerebro puede crear nuevas neuronas durante su existencia (neurogénesis). Esta es la base de la afirmación siguiente: tenemos un cerebro tremendamente plástico, siempre en continua evolución, capaz de aprender a lo largo de TODA LA VIDA, gracias a nuevas células nerviosas y conexiones sinápticas que modifican su estructura y funcionamiento. Esa modificación es la forma en que reacciona nuestro cerebro ante los estímulos del entorno, y en el ámbito escolar, ante las experiencias de aprendizaje que proporcionamos a nuestros alumnos y alumnas.

cerebro conectado

¿Genética o ambiente? Esta dualidad, omnipresente en las ciencias, supone admitir que nuestra forma de ser y de actuar está condicionada por la herencia genética y por el ambiente que nos rodea, y con el que interaccionamos. También nuestro cerebro tiene esta influencia genético-ambiental, por supuesto. La pregunta que debemos plantearnos los docentes es: ¿qué podemos hacer para ofrecer experiencias de aprendizaje que permitan que todos los alumnos aprendan en la escuela, independientemente de su herencia genética? Es evidente que la genética no la podemos manipular, pero sí el ambiente escolar que ofrezcamos.

Una inteligencia holística

¿Cuán inteligente eres? Qué gran error cometemos si asociamos la inteligencia al cociente intelectual que miden pruebas estandarizadas basadas principalmente en los aprendizajes instrumentales relacionados con lo verbal (lengua) y lo numérico (matemáticas). Pruebas que se aplican muchas veces en situaciones descontextualizadas, pruebas sesgadas, reduccionistas y administradas a niños que emocionalmente no están en su mejor momento. Esa práctica es un atentado contra el potencial humano.

La inteligencia es mucho más que eso. Implica el funcionamiento integrado de todo nuestro cerebro, participando de forma interrelacionada los hemisferios derecho e izquierdo. Tiene que ver con nuestra capacidad de adaptación y acomodación al medio:adaptación para saber procesar los cambios (de todo tipo) que nos llegan y acomodación para integrar esos cambios en los patrones mentales ya existentes.

¡Ponte a prueba! ¿Cuán inteligente serías tú, lector o lectora, si mañana viajaras solo a un país extranjero, desconocido por ti en cuanto a idioma, cultura, costumbres, horarios… y tuvieras que dar una conferencia, ante una gran audiencia, sobre las ventajas que tiene la variedad Caprinus Comatus para la dieta de los asistentes? 

Está claro que este es un ejemplo extremo. Mi intención ha sido provocarte una disonancia entre lo que serías capaz de hacer aquí y lo que serías capaz de hacer allí. Es para que entendamos que nuestra inteligencia depende, también, del contexto, de los recursos a nuestro alcance, de los apoyos necesarios, de las experiencias previas, de los intereses y preferencias que tenemos, y de la EDUCACIÓNque recibimos, en mayúsculas.

desorientada

Gardner propuso la teoría de las Inteligencias Múltiples, muy socorrida para contextos educativos que quieren innovar. Esta teoría choca, en cierto modo, con la inteligencia holística de la que hablamos, pero también la respalda. Lo que Gardner quiere poner de manifiesto es que existen diferentes formas de mostrar que somos virtuosos, ya sea a través del lenguaje, de las matemáticas, de la música, del dibujo, de la expresión corporal, de la orientación espacial, de las habilidades sociales… o combinando varias virtudes; y que cada persona muestra de forma preferente unas habilidades con respecto a otras. Si Gardner hubiera hablado de “habilidades preferentes” y no de “inteligencias múltiples”, su teoría no hubiera tenido el mismo impacto.

Con un enfoque similar, son numerosos los artículos que hablan del predominio del hemisferio derecho o del izquierdo en nuestro cerebro: en las personas en que predomina el hemisferio derecho se antepone la fantasía, la creatividad, la emoción; y en las que predomina el hemisferio izquierdo prevalece la lógica, el orden, la razón. Si consideramos el constructo del cociente intelectual tradicional, esto puede llevarnos a deducir que el hemisferio izquierdo es el listo y el derecho el tontoNo lectores, no puede ni debe ser así.

Cierto es que se activan, en menor o mayor medida, regiones cerebrales concretas cuando realizamos unas tareas u otras, pero necesitamos el funcionamiento del cerebro al completo, la integración de diferentes redes neuronales, es decir los dos hemisferios trabajando conjuntamente. Por ejemplo: en una tarea lingüística, no solo se activa el hemisferio izquierdo, también determinadas zonas del derecho. Incluso cuando una región cerebral está dañada, otras pueden asumir su función.

Jesús C. Guillén nos aclara en su blog «Escuela con cerebro» por qué NO debemos considerar a la teoría de las Inteligencias Múltiples como una teoría científica, sino más bien como una forma de aceptar la diversidad del aula, de entender la gran potencialidad que tiene el cerebro para manifestarse con múltiples y variadas formas de expresión. Dicha potencialidad debemos aprovecharla para brindar ambientes ricos y multimodales de aprendizaje en la escuela y fuera de ella.

Esto sí, esto no: principios y neuromitos

La repercusión que desde hace unos años están teniendo las investigaciones en neurociencia ha facilitado que proliferen preceptos, pautas o principios que no siempre están sujetos a evidencias científicas ni contrastadas, sino que en ocasiones forman parte de la literatura popular y/o de metodologías de enseñanza no evaluadas desde un punto de vista neuroeducativo. Un neuromito es una falsa creencia o mala interpretación de la neurociencia.

A continuación, se muestran los principios y neuromitos que nos indican los profesionales dedicados a la neurociencia en general, y a la neuroeducación en particular, teniendo en cuenta aquellos donde mayor acuerdo existe.

Cada llave, un nuevo color

Siguiendo los principios del apartado anterior, podemos conocer las llaves que abren al cambio, al aprendizaje, a la transformación inteligente de nuestro cerebro. Entendemos que estas llaves, en educación, posibilitan nuevas y cuantiosas conexiones sinápticas, aumentan las áreas cerebrales interconectadas; en definitiva: dan más color a nuestra paleta plástica (el cerebro). ¿Cuáles son esas llaves?

1. Aceptar la neurodiversidad y darle respuesta: no existen cerebros normales y anormales. Cada cerebro es singular, es como nuestra huella digital. Todos y cada uno de los alumnos deben tener un sitio en el aula, no solo desde su presencia física, sino desde la participación y la acción. El Diseño Universal para el Aprendizaje (DUA) es la mejor respuesta a esa escuela inclusiva, un diseño que proporciona múltiples formas de representación, acción, expresión e implicación.

2. Cultivar las emocionesSin emoción no hay aprendizaje dice Francisco Mora (doctor en Medicina y Neurociencia). No debemos entender esta afirmación de un modo reduccionista, porque emocionados estamos siempre, ya sea de una forma positiva o negativa. Se trata de entender que debemos ofrecer un clima emocional positivo en el aula, para que haya predisposición del alumnado hacia el aprendizaje. Esto supone: creer en las personas, partir de sus fortalezas, favorecer su autoestima y autoconocimiento, entrenar la empatía, enseñar al alumnado a canalizar sus sentimientos, etc. ¡Practicar la educación emocional!

cerebrocorazon fundidos

3. Interacción social en el aula: ofrecer oportunidades paras aprender de y con otros, especialmente entre iguales. Gracias a las neuronas espejo, tenemos la capacidad de aprender por imitación, por observación de los demás. Estas neuronas permiten reflejar la acción que realiza otra persona en nuestro cerebro, contribuyendo también a la capacidad empática. El aprendizaje cooperativo genera sinergia (1+1=3). Cuando aprendemos en colaboración liberamos más dopamina, un neurotransmisor que reduce la ansiedad y favorece la memoria a largo plazo.

4. Entrenar la creatividad: solemos limitar esta habilidad en la enseñanza. Suele ser un elemento secundario, a pesar de que todos tenemos la capacidad de desarrollarla. La creatividad favorece la flexibilidad de pensamiento, la generación de nuevas ideas y podemos trabajarla con estrategias de pensamiento divergente en cualquier materia. No olvidemos que gracias a las mentes creativas tenemos los grandes inventos.

5. El poder de las artes: las actividades artísticas (música, poesía, teatro, artes visuales…) fomentan la creatividad y la imaginación, actúan como una recompensa natural para nuestro cerebro, contribuyendo a nuestro desarrollo personal y social.

6. Más ejercicio físico: la actividad física no solo redunda en el bienestar de nuestro cuerpo, sino también de nuestra mente: reduce la ansiedad, libera tensiones, aporta autoconfianza, favorece la autodisciplina, mejora la concentración, etc. En resumen, influye en nuestra capacidad para aprender más y mejor.

7. Metodologías proactivas: emplear estrategias didácticas que potencien el papel activo del alumnado, su implicación como aprendiz. Hay que posibilitar que los alumnos tengan iniciativa para anticiparse a los problemas en contextos significativos y reales de enseñanza-aprendizaje. Eso implica trabajar mediante la interdisciplinariedad, integrando las diferentes áreas del conocimiento. Algunas de esas metodologías son:

  • Aprendizaje basado en proyectos, en preguntas o en problemas.
  • Aprendizaje basado en el pensamiento.
  • Aprendizje cooperativo.
  • Aprendizaje Servicio.
  • Clase invertida (Flipped Classroom)
  • Cultura eduMaker.
  • Gamificación.
  • Design Thinking.

Por supuesto que estas metodologías pueden combinarse entre sí; y por supuesto que NO debemos concebirlas como la losa que entierra a la clase magistral del docente. La exposición clásica es útil para introducir un nuevo tema, centrar el objeto de aprendizaje que es relevante, aclarar conceptos, resolver dudas… pero de ninguna manera debería utilizarse de forma exclusiva ni predominante.

8. Práctica repetida: la repetición consolida los aprendizajes, los lleva a nuestra memoria a largo plazo; e incluso es la base de los aprendizajes que debemos automatizar (por ejemplo: la lecto-escritura). La práctica sistemática fortalece las conexiones sinápticas, consolida nuestros patrones mentales; de ahí la necesidad de que los aprendizajes nuevos tengan que tener una asociación con los conocimientos previos del aprendiz y un significado relevante para él, en relación a sus experiencias, intereses, etc.

9. Evaluación para la acción (EvaluAcción): en muchos casos entendemos la evaluación como una calificación, una nota obtenida al final de un proceso didáctico. Debemos reflexionar sobre la utilidad de esta práctica, dado que aporta poco o nada para saber si un aprendizaje ha sido generalizado, es decir si realmente se pone de manifiesto en el contexto real donde debe utilizarse. Por eso, la evaluación debe ser formativa, reguladora de nuestras acciones didácticas y ante todo contrastada en diferentes momentos, con diferentes instrumentos y llevada a cabo por diferentes evaluadores. Entre esos evaluadores, los estudiantes, como sujetos reflexivos de lo que aprenden y de cómo lo hacen. Esto favorecerá en ellos la metacognición, la autorregulación, es decir el desarrollo de funciones ejecutivas.

10. Rol docente. ¿Cuál es el papel del profesor?

  • Alguien que se convierte en un modelo de referencia para sus alumnos (recordemos el poder de las neuronas espejo).
  • Alguien que suscita la motivación hacia el aprendizaje. Por ejemplo, mediante el efecto sorpresa y la novedad.
  • Alguien que adapta la situación didáctica a cada alumno, a sus aptitudes y actitudes, expectativas e intereses, conocimientos previos y potenciales.
  • Alguien que ofrece un contexto donde los estudiantes pueden equivocarse y aprender de sus errores.
  • Alguien que da feedback al esfuerzo de cada alumno y alumna según sus posibilidades, utilizando el efecto Pigmalión a favor y no en contra.
  • Alguien que actúa como coach, ayudando a otros a descubrirse a sí mismos, para que pasen del pensamiento a la acción.
  • Alguien que investiga sobre su propia práctica docente y que se actualiza constantemente para dar lo mejor.
  • Y mucho, mucho, muchísimo más: un docente ayuda, asesora, orienta, reconduce, facilita, anima, organiza, coordina, etc.

llaves solas             pose3

La maldición del currículum

Utilizo esta expresión del profesor Joselu, en su artículo con el mismo nombre “La maldición del currículum”, porque muchos lectores docentes se sentirán limitados por los preceptos legales que impone la Administración educativa, ya sea estatal o autonómica.

El currículo recoge lo que se debe enseñar y evaluar (competencias, objetivos, contenidos, criterios de evaluación y estándares) pero también cómo debemos hacerlo. La mayor parte de nosotros nos quedamos en el “QUÉ” y no en el “CÓMO” cuando interpretamos la normativa educativa.

Si hacemos una lectura optimista del currículo actual, también encontramos algunas coincidencias con lo que prescribe la neuroeducación. Por ejemplo: el currículo contempla objetivos relacionados con la creatividad, el emprendimiento, la convivencia, el ejercicio de la ciudadanía activa, el respeto por las diferencias, la expresión artística, etc.; entre los elementos transversales se incluyen la actividad física y la educación en valores; prescribe una evaluación continua y formativa; aconseja un tratamiento globalizado de las áreas curriculares en algunas etapas educativas, etc.

Incluso tenemos una norma, a nivel estatal, que apuesta por las metodologías activas y contextualizadas. Es la Orden ECD/65/2015, de 21 de enero, por la que se describen las relaciones entre las competencias, los contenidos y los criterios de evaluación de la Educación Primaria, la Educación Secundaria Obligatoria y el Bachillerato. Entonces… ¿debemos o no utilizar las llaves del aprendizaje? ¿Podemos o no hacerlo? ¿Queremos o no? Supongo que se trata de confiar más en nuestra autonomía como docentes.

El Ministerio de Educación, Ciencia y Deporte ya ha propuesto un Plan de Neurociencia aplicada a la Educación, plan que actualmente se encuentra en su primera fase de desarrollo: formar a los docentes, equipos de orientación y equipos directivos. En abril de 2017 se celebró el I Congreso Nacional, cuyos materiales pueden consultarse en este enlace: documentación del I Congreso Nacional de Neurociencia aplicada a la Educación.

Quizás el candado más robusto para practicar la neuroeducación lo encontramos en la distribución de materias y horarios escolares, en el exceso de funciones burocráticas en los centros, en las exigencias de la Inspección, en la falta de coordinación y colaboración entre docentes en particular, y entre agentes de la comunidad educativa en general.

Retroceder para avanzar

Estamos asistiendo a una crisis del sistema educativo actual, crisis que podemos apreciar en señales como: estrés docente, aumento de fracaso y abandono escolar, movimientos de protesta de colectivos sociales, cambios continuos en leyes educativas por falta de consenso político, nuevas demandas del mundo sociolaboral que no se cubren desde la educación formal, etc.

Es el momento de la reflexión, de hacer una mirada retrospectiva para analizar qué ha cambiado entre la sociedad del siglo XX y la sociedad actual. Entre esos cambios que contrastemos, deberíamos reflexionar especialmente sobre los cambios referidos al sistema educativo: ¿Ha evolucionado la escuela? ¿De qué forma?¿Necesitamos una escuela diferente? ¿Reinventamos la escuela?

No podemos elegir nuestro pasado, pero sí nuestro futuro.
No podemos elegir de dónde venimos, pero sí hacia dónde queremos ir.

cerradura

Referencias

Fuente del Artículo:

https://emtic.educarex.es/230-emtic/orientacion/3048-la-neurociencia-como-llave-del-aprendizaje

Comparte este contenido:

Lærere demonstrerer for høyere lønn i flere delstater i USA

USA / 8. april 2018 / Forfatter: Redaksjonell stab / Kilde: utdanningsnytt

Mange skoler er stengt for andre dag på rad i delstaten Oklahoma i USA tirsdag. I Kentucky har lærere protestert i delstatsforsamlingens bygning.

https://www.utdanningsnytt.no/nyheter/2018/mars/larere-demonstrerer-for-hoyere-lonn-i-flere-delstater-i-usa/

Kilde til bildet:

https://www.sopitas.com/856155-oakland-protestas-maestros-recursos-educacion/

Comparte este contenido:

Reflexiones sobre pedagogía musical en la tarde del lunes

Cuba / 8 de abril de 2018 / Autor: Adaivis Marrón Pérez / Fuente: La Ventanta

Primeramente, el panel Gestión del Patrimonio Histórico-Documental de la Música. Una propuesta académica desde la enseñanza patrimonial, integrado por Miriam Escudero, Claudia Fallarero y María Elena Vinueza, comentó la propuesta académica de la segunda edición de su maestría desde tres aspectos: diseño, fundamentación y perspectiva desde el punto de vista curricular de la maestría;  capital humano con el que se trabaja y resultados científicos, colofón de todo el proceso. Dicha maestría toma en cuenta seis tipologías documentales: música anotada, música programada o grabada, los relativos a la Gestión de la actividad musical, los relativos a la difusión de la actividad musical, el instrumento como documento organológico y el documento musical iconográfico.

La maestría se lleva a cabo en el colegio universitario San Gerónimo de la Habana, donde el centro de atención es el patrimonio documental de la música. Estructurada en dos ciclos, incluye historia de la música en Latinoamérica, gestión del patrimonio musical, metodología la investigación entre otras materias, y un segundo ciclo donde existe una mayor optatividad y el estudiante puede decidir qué cursos tomar para completar su formación.

Cuenta como principal línea de investigación la preservación y estudio de documentos musicales con especial énfasis en el patrimonio musical cubano y latinoamericano. Tomando en cuenta su énfasis en la gestión, esta propuesta académica interesó a periodistas, profesionales de la radio que se relacionan con el patrimonio sonoro que acumula la radio en cuba y necesitaban esos saberes para enfrentarse a esos contenidos, musicólogos que en lo laboral estaban vinculados con la gestión, por ejemplo, los de Casa de las Américas, un alumnado procedente también de fondos del museo nacional de la música, bibliotecólogos, entre otros. Uno de los preceptos fundamentales es la formación de decisores y evaluadores del patrimonio musical enfocado al mundo del documento.

Sus resultados científicos encuentran un espacio de socialización en El sincopado habanero, boletín digital que emite el Gabinete de Gestión del Patrimonio y que ya cuenta con siete números.

Le siguió la mesa Musicología, formación musical y gestión del conocimiento, que contó con las intervenciones de las investigadoras cubanas Dolores Flovia Rodríguez Cordero, Caludina de la Caridad Hernández Bean, Nadiesha Barceló Reina y Karina Rumayor.

Bajo el título “El aprendizaje por proyectos: reflexiones sobre una experiencia docente interdisciplinaria en la asignatura Didáctica aplicada a la música en el nivel superior”,la intervención de la Dra. Dolores Rodríguez toma como modelo un grupo de alumnos de las carreras de cuerdas de I año de la asignatura Didáctica Aplicada a la Música de Universidad de las Artes, ISA, y se plantean las siguientes interrogantes: qué significa para nosotros el aprendizaje por proyectos y qué vínculos tiene los proyectos con la didáctica aplicada a la música. Se refirió a la experiencia de formular un proyecto de concierto didáctico como ejercicio de clases, donde salió a relucir que el concierto es también un espacio didáctico donde se muestra el arte y se aprende también del público, en una estrecha relación que establecen estos componentes.

La siguiente intervención correspondió a Claudina Hernández, quien se refirió al papel de las neurociencias en la formación musical, la psicología, la pedagogía y la neuroeducación. Partiendo de la diversidad de áreas en la neurociencia de la música, la música como rasgo bilógico o adquirido, la percepción auditiva y las emociones inducidas por la música; y de las situaciones físicas y emocionales por las que transitan los instrumentistas en su preparación, la ponente utilizó elementos de neuroplasticidad y epigenética para fundamentar los procesos por los que pasa el cerebro cuando un músico sufre una lesión. Igualmente, se refirió al uso de técnicas de programación neurolingüística, para reprogramar los movimientos e instalar nuevos patrones de movimientos, una manera de usar la neruoplasticidad para curar o aliviar tendinitis, fatiga por sobre carga, o fatiga muscular.

La siguiente ponente, Nadiesha Barceló, en su intervención La enseñanza musical, desarrollo y perspectiva, abordó el tema de la enseñanza formalizada de la música con un carácter sistémico e histórico, además de individualizado tanto por los estudiantes como por los maestros que lo enseñan, así como de las características del modelo del conservatorio, resultado de años de consolidación un grupo de saberes cuyo fin es conservar la cultura occidental, el domino de los instrumentos, códigos de los diferentes estilos musicales, entre otros aspectos.

La mesa finalizó con la intervención “Una mirada a la formación de los profesionales de la música en Cuba desde la gestión del conocimiento”, de Karina Rumayor, quien esbozó resultados parciales de su investigación de maestría. Hizo especial mención a la copiosa bibliografía, tesis y trabajos de diplomas que abordan esta temática, así como los espacios de formación que promueven los perfiles profesorales. Se realizan propuestas metodológicas para la enseñanza de la música y la formación del profesorado. De manera general, Rumayor realizó un recuento de los textos que de una forma u otra han tratado el tema de la formación de los profesionales de la música en Cuba.

 

Presentaciones Al final de la tarde…

Las más recientes ediciones del boletín El sincopado habanero, publicación que difunde los resultados de las maestrías y posgrados del Gabinete de Patrimonio Musical Esteban Salas, fueron presentados al finalizar la sesión de la tarde del X Coloquio Internacional de Musicología. Este equipo de trabajo presentó, igualmente, la colección bibliográfica Patrimonio musical cubano, publicada por ediciones Cidmuc en colaboración con La Oficina del Historiador de La Habana y la Universidad de Valladolid, así como un nuevo volumen de la colección audiovisual de documentos sonoros del patrimonio musical cubano —Música catedralicia de Cuba. Villancicos y repertorio litúrgico de Esteban Salas—, bajo los sellos Colibrí y La Ceiba, discográfica de la Oficina del Historiador de la Ciudad.

Posteriormente tuvo lugar la presentación del texto Nadie se va del todo. Músicos de Cuba y del mundo, de Joaquín Borges Triana, un libro galardonado con la Mención del Premio de Musicología 2012 y publicado por la Editorial La Luz en 2017. Dicho libro, con un enfoque de estudios de identidad, aborda la temática de los músicos y su quehacer artístico fuera de la isla, así como su importancia para el ámbito cultural cubano.

La casa discográfica Bis Music realizó el lanzamiento oficial de los fonogramas: El drums en Cuba del maestro Enrique Plá y The Arango’s World, de Eugenio Arango, quien estuvo presente en la sala. Arango agradeció el apoyo de las instituciones culturales cubanas en la salvaguarda de este patrimonio cultural de origen afrocubano que defiende junto a sus hermanos.

Fuente de la Reseña:

http://laventana.casa.cult.cu/noticias/2018/03/13/reflexiones-sobre-pedagogia-musical-en-la-tarde-del-lunes/

Comparte este contenido:

Venezuela: Educación pasó de ser mercancía a un derecho en Revolución

Venezuela/07 de Abril de 2018/Vicepresidencia.gob.ve

El secretario Ejecutivo del Consejo Nacional de Derechos Humanos, Larry Devoe, destacó este jueves que la Revolución Bolivariana hizo posible que la educación dejara de ser una mercancía y se convirtiera en un derecho al alcance de todos los venezolanos.

Durante su programa radial “Derechos Humanos en Revolución”, transmitido por Radio Miraflores, refirió que desde la llegada del Proceso Bolivariano se destina 7,5% del Producto Interno Bruto (PIB) a la formación del pueblo, permitiendo la masificación de este sector.

Destacó que 76% de la educación en Venezuela es pública y gratuita, y que más del 80% de los planteles educativos son igualmente públicos. “Esto, sin contar con las Misiones Ribas, Robinson y Sucre, que incorporan a los sectores tradicionalmente excluidos del acceso a la educación y que busca la inclusión de aquellos grupos en condición especial y vulnerable”, sostuvo.

Por otro lado, Devoe recordó que desde 2005, Venezuela fue declarada como territorio libre de analfabetismo y que actualmente ocupa el quinto lugar en el mundo y el segundo en América Latina con la mayor matrícula universitaria, según datos de la Organización de las Naciones Unidas (ONU) para la Educación, la Ciencia y la Cultura (Unesco).

“La Revolución permitió que la educación dejara de ser vista como negocio y esté al alcance de la mayoría”, dijo, tras resaltar que aún el Gobierno Bolivariano, a través de la Asamblea Nacional Constituyente (ANC), busca seguir fortaleciendo el proceso formativo de los venezolanos, incluso, discutiendo la gratuidad de estudios de postgrado para favorecer la especialización de profesionales.

Cabe destacar que los derechos educativos en la actual Constitución Bolivariana de Venezuela, se encuentran ajustados a las corrientes más avanzadas y que se han establecido términos y condiciones para garantizar su ejercicio.

Cada 1 de abril se celebra el Día Mundial de la Educación, decretado por la ONU y la Unesco, para impulsar una educación de calidad para todas las personas, como Derecho Humano que protege y respeta la identidad cultural de las naciones, la autodeterminación de los pueblos, el derecho al libre pensamiento y la inclusión social.

T: Natalie Rosales

F: Ender Anaya

P: Jeferson Sánchez

Fuente: http://www.vicepresidencia.gob.ve/index.php/2018/04/05/educacion-paso-de-ser-mercancia-a-un-derecho-en-revolucion/

Comparte este contenido:
Page 3095 of 6815
1 3.093 3.094 3.095 3.096 3.097 6.815