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Perú: Escolares duplican lectura de libros con modelo educativo «Comunidades de Aprendizaje»

América del Sur/Perú/13 de Noviembre 2016/Fuente y  Autor:Andina

En línea con los Objetivos del Desarrollo Sostenible promovidos por las Naciones Unidas, se implementa en el Perú el modelo educativo «Comunidades de Aprendizaje» que permite incrementar los aprendizajes de 15 mil alumnos del país, los cuales en su mayoría, principalmente en primaria, han casi duplicado la lectura de libros.

Este modelo, que se ejecuta en 14 regiones, promueve tertulias literarias dialógicas entre los estudiantes, basándose en la lectura y análisis de libros escritos por autores clásicos, cuyos contenidos son comparados con sus propias vivencias personales o familiares.
El último miércoles fueron presentados los resultados de la implementación de este modelo en 54 colegios del país, durante el IV Foro Internacional Comunidades de Aprendizaje 2016 que se realizó con la presencia de diversos expertos nacionales y extranjeros como la Ministra de Educación de Santa Fe de Argentina, Claudia Balagué, donde también se implementa con éxito este modelo educativo.
Igualmente, participó Jorge Sanhueza, psicólogo experto en equilibrio familiar y desarrollo de aprendizajes de la Universidad Adolfo Ibáñez de Chile.
Trabajo en equipo
Otro aspecto positivo de este modelo es que fomenta el desarrollo de habilidades importantes como el trabajo en equipo y la capacidad de escuchar. Y esto se viene logrando en virtud de que más de 50% de los profesores fomenta, por los menos dos o tres veces a la semana, diversas actividades grupales.
Los 54 colegios beneficiarios se encuentran en Lima, Pasco, Junín, Callao, Piura, Cusco, Puno, Arequipa, San Martin, Lambayeque, La Libertad, Apurímac, Cajamarca y Huánuco, agregó el ejecutivo.  Los aliados estratégicos que colaboran en el impulso de esta iniciativa de Natura son, el Instituto Pedagógico Nacional de Monterrico, la Organización Civil Prorural y la Universidad Marcelino Champagnat.
Este modelo involucra a padres de familia, docentes, autoridades y a la comunidad de cada distrito en acciones orientadas a reforzar los aprendizajes de los alumnos, lográndose desempeños pedagógicos y académicos exitosos.
Fomenta el diálogo permanente entre alumnos y maestros para identificar propuestas y lograr consensos frente a un tema o problema que se plantee. Además promueve la aceptación cultural, la paz y la democracia en la toma de decisiones.
“Comunidades de Aprendizaje” es uno de los principales proyectos promovidos por la política de sustentabilidad de Natura Cosméticos y está financiado con el 100% de las ganancias generadas por la venta de la línea “Creer para Ver”, conformado por artículos relacionados también con la educación como cartucheras, mochilas y libretas.
Fuente de la noticia: http://www.andina.com.pe/agencia/noticia-escolares-duplican-lectura-libros-modelo-educativo-comunidades-aprendizaje-639698.aspx
Fuente de la imagen: http://portal.andina.com.pe/EDPfotografia3/Thumbnail/2016/11/11/000386485W.jpg
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Advanced Tertiary Education Critical to Growth of Liberia

África/Liberia/13 Noviembre 2016/Fuente y Autor: frontpageafricaonline

Resumen: La Gerente del Banco Mundial Larisa Leshchenko dice que el desarrollo de la educación superior es fundamental para el crecimiento y desarrollo del país. En el sector educativo, la Sra Leshchenko señaló que el Banco tiene previsto llegar a las instituciones superiores de enseñanza, incluyendo la Universidad de Liberia conseguir entradas a través del proceso de consultas.

Monrovia – World Bank Liberia Country Manager Larisa Leshchenko says the development of tertiary education is critical to the growth and development of the country.

She was speaking on Thursday, November, 10, when she paid a courtesy call on the President of the University of Liberia (UL), Dr. Emmet Dennis. Ms. Leshchenko said that advanced tertiary education development will eventually filter down to the primary and secondary educational levels, noting that, «for example, once teachers are properly trained at the higher educational level, they will be well equipped to provide quality services in the classrooms.» She used the occasion to inform the UL President that the Bank has started the process of developing its new Country Partnership Framework (CPF). The CPF will guide the Bank’s engagement with Liberia over the next 3-5 years.

On the educational sector, Ms. Leshchenko noted that the Bank plans to reach out to higher institutions of learning, including the University of Liberia get inputs through the consultations process.

These inputs will be important to the development of the CPF, which will assist the Bank identify constraints to poverty reduction, she said. Country Manager Leshchenko then informed Dr. Dennis that the World Bank is working on a plan to deploy its visiting professional staff to provide lectures at the UL.

She added that this initiative will help with capacity development of students and lecturers of the UL. President Dennis thanked the Country Manager for the visit and commended the Bank for its support towards the development of the University.

He cited the Bank supported 3-year project: Strengthening the Accountancy Program at the University of Liberia.

He pledged to work with the World Bank in the development of Tertiary Education in Liberia. He stressed that a qualified faculty is essential for quality Tertiary Education. The UL President briefed Madam Leshchenko on the operations of the University and highlighted progress and challenges being faced by the institution.

Dr. Dennis said the University currently has an enrollment of 22,000 students, though its carrying capacity is 15,000. Attending the meeting were Professor Geegbae Geegbae, University of Liberia Vice President for Institutional Development, Saidu Dani Goje, Public Financial Management Specialist at the World Bank and Michael Sahr, World Bank Communications Specialist.

Fuente de la noticia: http://www.frontpageafricaonline.com/index.php/news/2522-advanced-tertiary-education-critical-to-growth-of-liberia

Fuente de la imagen: http://www.frontpageafricaonline.com/images/news/dennis-larisa.jpg

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Brasil: MEC diz que garantirá reajuste salarial a professores federais

América del Sur/Brasil/13 Noviembre 2016/Fuente: Da Agência Brasi/Autor:Mariana Tokarnia

Resumen: El ministro de educación Mendonça, indico que se garantizará el reajuste aprobado en julio de este año del 10,77% a los profesores y trabajadores del area de técnica de las universidades e institutos federales.

O ministro da Educação, Mendonça Filho, disse hoje (10) que garantirá o reajuste aprovado em julho desse ano de 10,77% a professores e servidores da área técnica de universidades e institutos federais. Parte do reajuste, 5,5%, está sendo pago desde agosto deste ano. Os 5% restantes serão pagos a partir de janeiro de 2017. Segundo ele, o pagamento está contemplado no Projeto de Lei Orçamentária de 2017, que está em tramitação no Congresso Nacional.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), o pagamento dos salários até o final deste ano está garantido devido aO acréscimo de R$ 5 bilhões em créditos suplementares à pasta. As universidades e os institutos federais serão contemplados com a maior parte do crédito, R$ 4,8 bilhões. Os demais R$ 200 mil serão destinados a outras unidades do MEC.  Já o restante, previsto para ser pago em 2017, aguarda aprovação do Congresso Nacional.

A declaração do ministro foi feita um dia antes de protestos da Jornada de Lutas, organizada por entidades sindicais de todo o país. As representações dos servidores das universidades e institutos participam do ato.  Nos institutos federais, de acordo com o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, servidores de 76 unidades estão em greve nas regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.

O MEC diz ainda que liberou, no último mês, R$ 742 milhões de limite de empenho às instituições federais de ensino. Com essa liberação, as universidades e institutos federais terão 100% de disponibilidade do orçamento para as despesas de custeio, necessárias para a manutenção e continuidade da prestação dos serviços, já a contar de outubro. Ao todo, foram liberados R$ 800 milhões a mais do que os valores empenhados em 2015 para custeio das universidades federais e a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.

Mobilização

Para a presidente do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), Eblin Joseph Farage, a declaração é uma tentativa de desmobilizar o movimento e não garante o reajuste.  «O que ele está dizendo é que conseguiu crédito para nos pagar até o final do ano? O restante terá que ser aprovado ainda», questiona.

Segundo ela a principal pauta do movimento não é a questão salarial, mas o arquivamento da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, a chamada PEC do Teto. A matéria determina que o governo só poderá gastar, nas próximas duas décadas, o mesmo valor do ano anterior, corrigido pela inflação. O texto aprovado pelos senadores prevê a possibilidade de revisão da regra a partir do décimo ano em que estiver em vigor.

«Para nós, a PEC vai impulsionar a retração dos universidades públicas. É impossível as universidades se manterem com os cortes que tiveram e se o teto do investimento se mantiver.  Vai haver uma diminuição do que para nós já é insuficiente para educação pública», diz.

O MEC tem argumentado que um reajuste nas contas é necessário devido ao contexto de crise que o país atravessa. Educação e saúde, ao contrário das demais áreas, não possuem um limite de gastos. Estão submetidas a um teto global, mas é possível que recursos sejam retirados de outras áreas para aumentar o investimento nesses setores.

Fuente de la noticia: http://educacao.uol.com.br/noticias/2016/11/11/mec-diz-que-garantira-reajuste-salarial-a-professores-federais.htm

Fuente de la imagen: http://jconlineimagem.ne10.uol.com.br/imagem/noticia/2016/11/10/normal/5b9e44dfb86097505257b34ba05de44c.jpg

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Rwanda: Govt Seeks to Scale Up Access to Education

Resumen: El Ministerio de Educación está reuniendo otros asociados, entre ellos el sector privado, las iglesias, las ONG y la sociedad civil para movilizar recursos para complementar el presupuesto de educación, actualmente en el 13 por ciento del presupuesto total del gobierno, como parte de los esfuerzos para aumentar el acceso a la educación.

The Ministry of Education is rallying other partners including private sector, churches, NGOs, and civil society to mobilise resources to complement the education budget, currently at 13 per cent of total government budget, as part of efforts to increase access to education.

The call was made at the 2016/17 Joint Review of Education Sector meeting, that brought together education stakeholders in Kigali, yesterday.

Education minister Papias Musafiri said their priorities include increasing access to pre-primary education by increasing infrastructure development, paying teachers’ salaries on time and providing capitation grant, especially in rural areas, for pre-primary schools.

Others include the implementation of new competency based curricula, and improving quality and relevance of technical and vocational education and training (TVET), among other things.

Repetition rate, drop out reduced

Dr Celestin Ntivuguruzwa, the ministry’s Permanent Secretary, said the number of students increased from 2,450,705 in 2015 to 2,544,394 in 2016, while the number of staff increased from 42,004 in 2015 to 43,558 in 2016.

The completion rate in primary has increased significantly from 60.4 per cent in 2015 to 65.2 per cent in 2016 against the 2017 target of 74 per cent.

«The drop-out rate narrowed from 10.3 per cent in 2015 to 5.7 per cent in 2016,» he said.

The number of pre-primary schools increased from 2,618 to 2,834 in 2015 and 2016, respectively while student enrolment increased from 183,645 in 2015 to 190,100 in 2016, a new report shows.

It shows that in lower secondary education, drop-out rate narrowed from 14.4 per cent in 2014 to 6.5 per cent in 2015, meaning that the 2015/16 target of 12.1 per cent has been surpassed.

But the repetition rate remained constant, at 11.6 per cent, meaning the 2015/16 target of 3.1 per cent was not met.

A significant progress has been made in Adult Literacy Programme, whereby a total number of centres increased from 4,313 in 2015 to 4,511 in 2016 while the learners increased from 95,829 in 2015 to 120,820 in 2016.

According to the Workforce Development Authority, TVET institutions increased from 383 to 391, while student enrolment increased from 94,373 last year to 97,671 in 2016.

Officials said there is a TVET financing loan scheme that is being developed to boost the enrolment rate.

Meanwhile, although the total education sector budget, worth Rwf205.6bn, was executed at 99 per cent (Rwf203.7bn spent), the budget allocated to education quality and standards was executed lowest compared to other priorities, according to the sector review report.

Education partners questioned the ministry on why education quality and standards as well as higher educationassurance budget had the lowest execution performance with 77 per cent and 75 per cent, respectively.

Education quality and standards as well as higher education assurance budget were Rwf2bn and Rwf140m yet only Rwf1.5bn and Rwf105m, respectively, was absorbed.

«The low performance in budget execution in comparison to other priorities is influenced by many factors. Partly, it depends on how money is disbursed and where it goes,» Janvier Gasana, the Director General of Rwanda Education Board, explained.

This department, Gasana said, does not only deal with quality but also reducing ratio in classrooms.

«It also deals with monitoring quality and that is why we are focusing on training teachers, increasing the number of schools and teachers while putting in place incentive mechanisms,» he added.

Teacher ratio

On the other hand, Clement Mugabo, the Ag. Director General, Education Planning, said the primary qualified teacher ratio for 2015/2016 is one teacher per 62 pupils against the target of one per 52 pupils.

However, he said that qualified teacher-student ratio in secondary school is on track since one teacher is per 29 students against the mid-term target of 32 students for one student.

Fuente de la noticia: http://allafrica.com/stories/201611110635.html

Fuente de la imagen: http://allafrica.com/download/pic/main/main/csiid/00360054:5e976100770defeabe387ed294e3a4fe:arc614x376:w285:us1.png

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Portugal: Juventude Popular leva pacote de educação à bancada do CDS

Europa/Portugal/13 Noviembre 2016/Fuente: publico.pt/Autor: SOFIA RODRIGUES

Resumen: El partido Juventud Popular quiere que sea adoptada una politica pública de creditos estudiantiles y difusión de cursos de enseñanza superior.

A Juventude Popular (JP) quer que seja adoptada uma política pública de empréstimos estudantis e uma divulgação da empregabilidade dos cursos do ensino superior. São duas das propostas de um pacote de educação que a JP levou ao líder da bancada parlamentar do CDS e que podem vir a ser adoptadas pelo partido.

“Achamos que depois do memorando de entendimento da troika esta era a altura de investir nas novas gerações”, afirmou ao PÚBLICO Francisco Rodrigues dos Santos, presidente da JP, antes da reunião com Nuno Magalhães, líder da bancada, para a apresentação das propostas, ao final desta manhã, no Parlamento. Francisco Rodrigues dos Santos criticou a inacção de outras juventudes políticas à esquerda, considerando que são «meros atrelados da geringonça».

Nuno Magalhães, acompanhado pela vice-presidente Cecília Meireles e pela coordenadora da área da educação, Ana Rita Bessa, admite que algumas das medidas defendidas pela JP – que não tem nenhum deputado eleito na bancada – podem vir a ser adoptadas como proposta de alteração ao OE (2017) e outras poderão avançar em momento posterior.

Uma das áreas escolhidas pela JP é o combate ao abandono escolar no ensino superior em que propõe a criação de um crédito estudantil público, “semelhante ao modelo de empréstimos inglês”, segundo o documento entregue. Na proposta, o Estado concede empréstimos a alunos com um sistema de pagamento faseado: só começa a pagar o crédito quando tiver um salário base 1.5 vezes o salário mínimo nacional e o custo será progressivo. Outra medida proposta é a dedução fiscal progressiva das propinas do ensino superior.

Na transparência da empregabilidade, a JP quer que os dados relativos a todos os cursos (licenciatura e mestrado) sejam disponibilizados no início de cada ano lectivo bem como as condições exigidas pelas ordens profissionais para permitir o acesso à profissão. Relativamente à articulação entre o ensino secundário e superior, a JP defende uma maior flexibilidade curricular no 12º ano através da oferta de um maior leque de disciplinas optativas, transversais entre todos os cursos científico-humanísticos, para permitir aos alunos maiores possibilidades de escolha na área em que estão.

No pacote de medidas apresentado, a JP pretende ainda ver um reforço da componente prática do ensino vocacional em que os cursos devem garantir que “mais de 60% do currículo seja experiência profissional mediante estágios”, em referência aos modelos alemão e inglês.

Fuente de la noticia: https://www.publico.pt/politica/noticia/juventude-popular-leva-pacote-de-educacao-a-bancada-do-cds-1750803

Fuente de la imagen: https://imagens.publicocdn.com/imagens.aspx/1087656?tp=UH&db=IMAGENS&w=749

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Colombia: Cátedras en equidad de género y LGBTI no son prioridad (Mineducación)

América del Sur/Colombia/13 Noviembre 2016/Fuente y Autor: El tiempo

Yaneth Giha aseguró que estos dos temas ‘con seguridad’ serán revisados.

La nueva ministra de Educación, Yaneth Giha, aseguró en una entrevista que concedió a ‘La W Radio’ que «no son prioridad número uno» los planes de formación para los niños en los colegios, en temas como la equidad de género o de reconocimiento de la comunidad LGBTI.

Al preguntarle sobre una posible cátedra en estos puntos, Giha señaló: «Para mí la educación es para todos, y ese no es un tema que yo tenga como prioridad número uno, con seguridad serán temas que revisaremos, pero si me pregunta, ese no será un tema de primera importancia”.

«Nuestro foco es un foco de formación para todos los colombianos. Claramente este es un tema en donde todos los temas de inclusión y de aceptación de las diferencias son relevantes y son importantes, si me pregunta específicamente sobre qué planes en particular tenemos, sobre todo el tema de género y más, pues en este momento no es el tema en el que me he concentrado», añadió.

Con seguridad esos temas irán saliendo y los iremos abordando, pero de alguna manera no está de número uno en las cosas que tengo en mi mente en este momento», puntualizó Giha.

Giha subrayó que en la primera reunión con su equipo el jueves revisó los «cinco grandes hitos» que se vienen trabajando en el Ministerio y revisando «dónde estamos» y cuáles son los desafíos.

Por otro lado, aseguró que continuará con los proyectos ‘Ser pilo paga’ y el Programa de Alimentación Escolar que la exministra Gina Parody había implementado en su administración. Además, anunció que revisará los señalamientos de grupos que en la Universidad de los Andes estarían acosando por redes sociales a maestros y estudiantes.

Sobre los inconformismos de los maestros, que anunciaron una gran jornada de movilización para el próximo 17 de noviembre, dijo: «Estoy cuadrando reuniones con todos los actores».

Polémica entre los científicos

Giha generó en días pasados descontento en la comunidad científica cuando, siendo aún directora de Colciencias, señaló que 1,5 billones de pesos provenientes de regalías estaban represados por la falta de buenos proyectos en el campo de la ciencia en el país.

Recursos sí hay, pero no sabemos cómo hacer para que fluyan. Si no hay proyectos buenos, prefiero que no se muevan”, afirmó hace la nueva jefe de la cartera de Educación.

Luego de las declaraciones, diferentes usuarios de redes sociales compartieron mensajes e imágenes con la etiqueta #CientíficosSíSaben protestando por las declaraciones de Giha.

Fuente de la noticia: http://www.eltiempo.com/estilo-de-vida/educacion/mineducacion-dice-formacion-en-equidad-de-genero-no-es-prioridad/16747939

Fuente de la imagen: http://www.eltiempo.com/contenido/estilo-de-vida/educacion/IMAGEN/IMAGEN-16747956-2.jpg

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Uganda: Makerere Graduation Hangs in Balance

Resumen: La  67ª ceremonia de graduación de la Universidad de Makerere que se fijó para enero del próximo año pende de un hilo después de la administración de la universidad dio a entender en un posible aplazamiento de la misma.

Kampala — Makerere University’s 67th graduation ceremony that was set for January next year hangs in the balance after the university management hinted on a possibility of postponing it.

Prof Ddumba Sentamu, the Vice Chancellor, yesterday said confirming the date for the graduation would depend on when the university would be reopened by the President.

«We may postpone the graduation depending on the circumstances. If the university is reopened this year, automatically the graduation is bound to take place on the scheduled date. But if it opens next year, it is obvious we shall also postpone the graduation,» Prof Ddumba Ssentamu said.

President Museveni indefinitely closed the university recently after students went on strike demanding that lecturers resume teaching.

The lecturers under their pressure group, the Makerere University Academic Staff Association (Muasa) general assembly, went on strike on October 26 demanding payment of incentives arrears amounting to 28b.

At the time of the strike, some students had not cleared with the university to enable them graduate while others had missing marks.

Prof Ddumba said yesterday they were waiting for guidance from the Education ministry on a way forward.

Meanwhile, the staff have defied the University Council’s directive to return university property, including cars.

All lecturers and senior administrators were ordered to hand over university cars to the estates’ department by Monday 5pm. However, a number them have defied the council directive. The university has 382 cars.

Prof Ddumba declined to reveal the number of university staff who had handed over the cars.

He dismissed claims from a section of staff members to the effect that they had not officially been notified to return the cars.

«That is a lie. We made a communication to staff members to bring back the cars. You (media) have seen the communication, how come they (staff members) have not seen it?» Prof Ddumba asked, adding: «It is difficult to say how many people have returned the cars. They are responding.»

Students guild president Roy Ssemboga said he has not received any letter requesting him to return the car.

«I just hear rumours that people are supposed to return the cars. But it’s parked,» he said.

On Tuesday, Makerere University spokesperson Ritah Namisango said she consulted the Estates and Works department who have informed her that they are on station receiving the university vehicles.

«Some members of staff have also contacted the university authorities and informed them that they will hand over the vehicles by close of business tomorrow (Wednesday). I am certain that by close of business on Wednesday [yesterday], the team from Estates and Works Department will provide an update to the Deputy Vice Chancellor (Finance and Administration) and Vice Chancellor on the number of vehicles returned,» Ms Namisango said.

«We will then be in a position to inform the media [on] the number of vehicles returned and parked by that time,» she added.

Dr Muhammed Kiggundu, the Muasa chairperson, said: «If they found it necessary that lecturers should return cars, that is okay.»

He said less than one per cent of university lecturers have cars.

Meanwhile, Buganda Road Chief Magistrates Court has remanded to Luzira Prison four Makerere University students arrested over demonstrating against the closure of the university.

They were advocating the re-opening of the Makerere University but the police said they were disrupting peace in the area.

Students jailed

Makerere University students Paul Kato, Ronald Ainebyona, Edmund Kahigi and Crispus Waswa, were charged on Tuesday with taking part in unlawful assembly and were remanded to Luzira prison. They denied the charges before Chief Magistrate Jamson Karemani.

The four were arrested on November 7 on Namirembe Road in Kampala on grounds that they were participating in an illegal demonstration.

Fuente de la noticia:http://allafrica.com/stories/201611110016.html

Fuente de la imagen: http://allafrica.com/download/pic/main/main/csiid/00301697:13c2b98c60236e8c2ca6555002735a81:arc614x376:w285:us1.png

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