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Brasil: Temer retira das mãos do povo construção da Conferência de Educação

Brasil/Mayo de 2017/Fuente: Brasil 247

Resumen: Ante el temor de gobierno emitió un decreto en el que convoca la 3ª Conferencia Nacional de Educación (CONAE), dejando sin efecto un decreto ya emitido en mayo de 2016, llamando a la Conferencia Nacional que tendrá lugar en 2018; Como deslegitimar el organismo oficial que construye la Conferencia, el Foro Nacional de Educación (FNE); educadores y entidades de los movimientos sociales denuncian que la medida sirve para obstruir la participación de la FNE en la construcción de la CONAE, teniendo la sociedad civil el derecho de debate y construcción del curso de educación brasileña.

O Governo Temer segue sua agenda de retirada de direitos e medidas antidemocráticas. Através de um decreto revogatório emitido na última quarta-feira (26), foi convocada a a 3ª Conferência Nacional de Educação (Conae), anulando um decreto já emitido em maio de 2016, chamando a Conferência Nacional a ser realizada em 2018, deslegitimando o órgão oficial que constrói a Conferência, o Fórum Nacional de Educação (FNE).

Educadores e entidades dos movimentos sociais denunciam que a medida serve para obstruir a participação do FNE na construção da Conae, retirando da sociedade civil o direito do debate e construção dos rumos da educação brasileira.

Guilherme Barbosa, diretor da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), é membro do FNE e considera a atual conjuntura preocupante. «O MEC desestrutura e desrespeita o FNE, não garantindo aspectos estruturais para sua manutenção e o seu devido funcionamento legal e institucional, além de não respeitar suas decisões. O decreto convocando uma nova Conferência desrespeita todos os indicativos e as decisões encaminhadas em reunião pelo pleno do FNE, que é soberano na construção da Conae», afirma.

«O Plano Nacional de Educação delega ao FNE a construção e elaboração da Conae e o MEC hoje desrespeita e desestrutura esse encaminhamento, reflexo de um projeto político que dirige o Ministério, inibindo a participação popular na construção das políticas educacionais e desorganizando a sociedade civil», conclui Guilherme.

Madalena Guasco, Secretaria Geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino (Contee) e também membro do FNE, enumera quais são os principais impactos do Decreto Revogativo, «colocou nas mãos da Secretaria Executiva do MEC a responsabilidade das conferências, quando essa função cabe ao Fórum, adiou as conferencias municipais e estaduais para o segundo semestre de 2018, sem garantia de financiamento e transferiu a Conferência Nacional para o final de 2018, depois das eleições, que será esvaziada se acontecer, já que as etapas estaduais terão muita dificuldade de realização», esclarece.

Tumulto e dificultação

O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e presidente do FNE, Heleno Araújo, emitiu um comunicado denunciando os impactos nocivos do decreto revogativo. Segundo afirma um trecho da nota, «além de representar uma medida unilateral, considerando que esta coordenação vem empreendendo esforços para promover o diálogo e preservar a atribuição do FNE, a medida não havia sido sequer cogitada em qualquer reunião ou discussão pública. Esse decreto é nitidamente ilegal ao meu juízo, ao estabelecer que as conferências devam ocorrer «sob a orientação do Ministério da Educação», na pratica, parece desejar tumultuar e dificultar um processo em curso», denuncia.

O Comitê Nacional em Defesa da Educação Pública reuniu-se nesta terça-feira (2), em Curitiba (PR), e está discutindo ações de denuncia ao Decreto Revogativo, tendo como perspectiva uma audiência pública no senado no próximo dia 9 de maio, reunindo o MEC, Ministério Público e o FNE. O Comitê também está organizando a realização de uma Conferência Popular de Educação, que aprovará um manifesto, provavelmente no início de 2018.

Importância histórica da FNE

O Fórum Nacional de Educação foi uma bandeira levantada pela sociedade civil desde 1946 no Brasil, construída após a 1ª conferência Nacional, em 2010, e se tornou órgão de estado estabelecido no PNE. O FNE é um espaço plural no qual os órgãos de estado, Governo, empresários, gestores públicos e privados, movimentos sociais, sindicais e entidades nacionais de educação debatem e acompanham e constroem de forma democrática as políticas públicas. Sua atribuição é também convocar as Conferências Nacionais a cada 4 anos, além de acompanhar as conferências municipais e estaduais, momento que toda a sociedade participa e constrói os rumos da educação no país. Com as medidas atotadas pelo Governo Temer, o abismo entre a participação do popular e rumos do país torna-se cada vez maior.

Fuente: https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/293562/Temer-retira-das-m%C3%A3os-do-povo-constru%C3%A7%C3%A3o-da-Confer%C3%AAncia-de-Educa%C3%A7%C3%A3o.htm

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Educação Superior no Brasil nos últimos anos

Brasil/Abril  de 2017/Fuente: Artigos

Resumen: De acuerdo con el último Censo de la Educación Superior, Brasil tiene en actividad de educación 33 501 estudiantes. De esta cantidad, aproximadamente 2/3 se encuentran en los centros de educación superior (IES) privadas. En este sentido, observamos que incluso con la expansión del sistema federal de educación superior, las universidades privadas se destacan en la escena brasileña. Entre las regiones de Brasil, el sureste es quien tiene el mayor número de inscritos (más de 3,5 millones), seguido por el nordeste (casi 1,7 millones). Incluso con esta gran diferencia, es evidente que existe una descentralización de los cursos a otras regiones del país. Por otra parte, en casi todas las regiones, los cursos de BA son los más solicitados (y más ofrecido), seguido de grados y finalmente por los tecnólogos (ya que son un modo relativamente nuevo).

De acordo com o último Censo da Educação Superior, o Brasil possui 33.501 cursos superiores em atividade. Desse quantitativo, cerca de 2/3 estão nas instituições de ensino superior (IES) privadas. Neste sentido, nota-se que mesmo com a expansão da rede federal de ensino superior, as faculdades privadas ainda se destacam no cenário brasileiro.

Dentre as regiões do Brasil, o Sudeste é quem concentra o maior número de matriculados (mais de 3,5 milhões) seguido pelo Nordeste (com quase 1,7 milhões). Mesmo com essa grande diferença, percebe-se que há uma descentralização dos cursos para outras regiões do Brasil. Ademais, em praticamente todas as regiões, os cursos de bacharelado são os mais procurados (e os mais ofertados), seguidos pelas licenciaturas e por último pelos tecnólogos (por se tratarem de uma modalidade relativamente recente).

A faixa etária dos universitários é bem diversificada, mas concentra-se de 18 a 24 anos, sendo maioria dos alunos proveniente de escolas públicas (tanto em IES privadas como públicas federais, estaduais e municipais).Nota- se ainda uma maior concentração de mulheres cursando o ensino superior (em 2015 exisitiam 700 mil mulheres a mais do que homens).

Há também um maior número de pessoas matriculadas em cursos noturnos (que são mais comuns nas IES privadas do que nas públicas) e um maior número de concluintes no interior do que na capital, o que reflete os esforços de interiorização.

O curso de Administração sempre se destacou pela grande quantidade de cursos e de alunos no Brasil, mas em 2015 perdeu o posto para o curso de Direito (que em 2015 possuía 1.172 cursos em atividade com mais de 850 mil alunos matriculados). Além de maior abrangência e rápida inserção no mercado de trabalho, a grande procura destes cursos também e dá pela regulamentação mais simples de sua oferta pelas IES.

Com relação ao corpo docente, destaca-se o grande número de doutores (mais de 140 mil), que normalmente estão concentrados nas universidades, enquanto que os mestres tem mais presença em faculdades e centros universitários.

Por meio desses dados, é possível dizer que o Ensino Superior no Brasil vem conseguindo uma maior capilaridade nas regiões do país, mas sem se concentrar apenas nas capitais. Além disso, notam-se reflexos de inclusão dos alunos da rede pública, provavelmente por razão das ações afirmativas nas IES públicas ou por programas como o Prouni nas IES privadas.

Fuente: http://www.administradores.com.br/artigos/academico/educacao-superior-no-brasil-nos-ultimos-anos/104145/

Imagen: http://www.desdelared.com.mx/guiadesde/notas/2015/01-notas/0120-inflacion-educacion-83857568390933.html

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Brasil: Escolas públicas e particulares se unem na mobilização para a greve geral do dia 28

Brasil/Abril de 2017/Autora: Cida de Oliveira/Fuente: Rede Brasil Atual

Resumen: Además de paralizar las actividades el próximo viernes (28) contra la reforma laboral, maestros, directores y otros servidores de escuelas públicas y privadas de todo el país están involucrados en acciones para convencer a la gente a unirse a las manifestaciones en sus ciudades. Hoy (26) y mañana, el volanteo se intensificará en las inmediaciones de las escuelas. La expectativa de la Confederación Nacional de Trabajadores de la Educación (CNTE) es que ninguna de las escuelas municipales, estatales, federales y privadas de todo el país trabajen en este día de la huelga general. «Hay una gran movilización. Las 50 entidades afiliadas están desarrollando actividades para atraer a la gente a manifestarse contra la amenaza de retirada de derechos. Ahora las acciones consisten en la denuncia de los ataques a través de panfletos. La idea es también incluir a los padres en este trabajo «dice el presidente de la organización, Heleno Araújo. A pesar que la CNTE no representa a los trabajadores de las instituciones de educación superior, se  cree que la pertenencia totalizará también en los colegios y universidades públicas y privadas.

Além de paralisar atividades na próxima sexta-feira (28), dia da greve geral contra as reformas trabalhistas e da Previdência e a aprovação da terceirização irrestrita, professores, diretores e demais servidores de escolas públicas e particulares de todo o país estão envolvidos em ações para convencer a população a aderir às manifestações em suas cidades. Hoje (26) e amanhã, será intensificada a panfletagem nas imediações das escolas.

A expectativa da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) é que nenhuma das escolas municipais, estaduais, federais e particulares de todo o país funcionem neste dia de greve geral.

«Há uma grande mobilização. As 50 entidades filiadas estão desenvolvendo atividades para chamar a população para se manifestar contra a ameaça de retirada de direitos. Agora as ações consistem em denunciar os ataques por meio de panfletagem. A ideia é incluir também os pais nesse trabalho», diz  o presidente da entidade, Heleno Araújo. Embora a CNTE não represente trabalhadores de instituições de ensino superior, ele acredita que a adesão será total também em faculdades e universidades públicas e privadas.

De acordo com ele, em todo o país estão sendo utilizadas diversas estratégias de comunicação, como mensagens veiculadas em reuniões e audiências públicas em câmaras de vereadores, em programas de rádios, outdoors, anúncios pagos em jornais de grande circulação e por meio de carros de som que circulam em bairros e até em praias.

Araújo acredita também no poder de mobilização das igrejas, principalmente católicas. No último dia 19, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) voltou a se manifestar contra a reforma da Previdência, juntamente com o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Conselho Federal de Economia (Cofecon).

No dia 23 de março, a CNBB, por meio do seu Conselho Permanente, divulgou nota  convocando «os cristãos e pessoas de boa vontade, particularmente nossas comunidades, a se mobilizarem ao redor da atual reforma da Previdência, a fim de buscar o melhor para o nosso povo, principalmente os mais fragilizados».

Fuente: http://www.redebrasilatual.com.br/educacao/2017/04/escolas-e-igrejas-se-unem-na-mobilizacao-para-a-greve-geral-do-dia-28

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Brasil: Materiais da sam disponíveis no site para download – inscrições até 04/05 para recebimento dos kits

Brasil / 26 de abril de 2017 / Fuente: http://campanha.org.br/

É com muita satisfação que comunicamos que todos os materiais da Semana de Ação Mundial 2017 estão disponíveis para download no site www.semanadeacaomundial.org, assim como o manual de subsídios e atividades!

COMUNICADO 02

Semana de Ação Mundial 2017
04 a 11 de junho

Pelo Plano Nacional de Educação – PNE
Rumo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS

Não vamos inventar a roda!

É com muita satisfação que comunicamos que todos os materiais da Semana de Ação Mundial 2017 estão disponíveis para download no site www.semanadeacaomundial.org, assim como o manual de subsídios e atividades!


INSCRIÇÕES: As inscrições permanecem abertas para o recebimento do kit de materiais até dia 04/05, por este formulário: https://goo.gl/HG20IX

Divulgue e garanta a sua inscrição, pois o envio de materiais é limitado aos primeiros 1 mil destinatários que se inscreverem.


Neste ano, a mobilização da SAM é Pelo Plano Nacional de Educação rumo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, marcando um balanço da implementação da Lei nº 13.005/2014, do PNE, contextualizado com o monitoramento dos ODS no Brasil, com ênfase em educação, igualdade de gênero e fortalecimento das instâncias democráticas de participação.

Coordenada pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação há 13 anos, a SAM brasileira acontecerá, em 2017, entre os dias 4 e 11 de junho em todo o território nacional. Ela precede a data de aniversário do Plano Nacional de Educação 2014-2024 (Lei 13.005/2014), dia 25 de junho de 2014, quando foi sancionado. Assim, a SAM brasileira está dedicada ao monitoramento do terceiro ano de implementação do PNE.

Sob o mote, Não vamos inventar a roda!, a SAM garantirá um olhar nacional qualificado e crítico para esse debate, reforçando a necessidade da implementação plena dos marcos legais já existentes para o cumprimento do direito à educação e da necessidade de um chamamento nacional por nenhum retrocesso.

De 2003 a 2016, a Semana já mobilizou mais de 70 milhões de pessoas em todo o mundo, sob iniciativa da Campanha Global pela Educação. Apenas no Brasil, já são 1,2 milhão de pessoas. É a maior atividade de mobilização qualificada da sociedade civil pelo direito humano à educação.

O grande objetivo é fazer uma grande pressão sobre líderes e políticos para que cumpram os tratados e as leis nacionais e internacionais, no sentido de garantir educação pública, gratuita, equitativa, inclusiva, laica, e de qualidade socialmente referenciada para toda criança, adolescente, jovem, adulto e idoso que vive no Brasil.

Nesta edição, os participantes serão convidados a aderir à iniciativa global contra o trabalho infantil e a exclusão escolar,“100 milhões por 100 milhões”, liderada mundialmente pelo Nobel da Paz, Kailash Satyarthi, coordenada no Brasil pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação.

Como participar da SAM 2017?

Qualquer pessoa, grupo ou organização pode participar da SAM, discutindo o tema e realizando atividades em creches, escolas, universidades, sindicatos, praças, bibliotecas, conselhos, e secretarias, envolvendo todas e todos os que se interessam pela defesa da educação pública, gratuita e de qualidade no Brasil. A SAM é um chamamento intersetorial, por isso é importante unirmos forças em todos segmentos e áreas.

O Comitê Técnico que apoiará a execução da SAM 2017 está em fase de composição, em breve partilharemos os nomes das instituições que o integram.

Para obter mais informações sobre a SAM 2017 escreva para:

sam@campanhaeducacao.org.br.

Um forte abraço de toda nossa equipe e esperamos manter intenso contato nos próximos meses!

Maria Rehder

Coordenadora da SAM 2017

Campanha Nacional pelo Direito à Educação

Fuente: http://campanha.org.br/semana-de-acao-mundial/materiais-da-sam-disponiveis-no-site-para-download-inscricoes-ate-0405-para-recebimento-dos-kits/

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Indígenas de brasileños participan en el «Campamento Tierra Libre» en Brasilia

Brasil / www.telesurtv.net / 26 de Abril de 2017

Comunidades indígenas de Brasil se reúnen en la XIV edición de un evento para conmemorar el día de los pueblos indígenas, con el propósito de defender sus derechos humanos y reclamar la delimitación de sus tierras.

Las comunidades también pretenden abordar la paralización de las demarcaciones indígenas en el Legislativo y la pérdida de poder de las instituciones y políticas públicas indígenas.

La precarización de la salud, la educación indígena diferenciada, la negación del acceso de los indios a la Justicia y la criminalización de los liderazgos indígenas también serán abordados en este evento.

Los pueblos indígenas tienen programado un "Campamento Tierra Libre", en el que decidirán estrategias de reivindicación y protesta en favor de la causa indígena.

Los indígenas se manifestaron en contra del Gobierno de Michell Temer, por impulsar desde su llegada al poder acciones que los afectan, como recorte de recursos de la Asociación Nacional del Indio.

Toda esta semana efectuarán actividades sociales, culturales y tratarán de dialogar con las autoridades de los tres niveles de gobierno con el objetivo de echar atrás las políticas gubernamentales que vulneran sus intereses.

Brasil cuenta con unos 820.000 indígenas en su territorio, el equivalente al 0,4 por ciento de la población del país.

Fuente:http://www.telesurtv.net/multimedia/Indigenas-de-brasilenos-participan-en-el–Campamento-Tierra-Libre-en-Brasilia-20170425-0026.html

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Bolivia: Aproximadamente 11.000 niños con discapacidad estudian en el sistema regular de educación.

Aguirre explicó que en total son 21.000 niños con discapacidad que reciben formación educativa, de quienes 10.000 están matriculados en centros de educación especial.

America del Sur/Bolivia/25.04.2017/Autor y Fuente: http://www.la-razon.com/

El viceministro de Educación Alternativa y Especial, Noel Aguirre, informó el martes que un poco menos de 11.000 niños con discapacidad estudian en el sistema regular de educación, en el país.

 «Un poco menos de 11.000 (niños estudian) en los colegios de educación regular, esto debido a que ellos pueden estudiar en las unidades educativas pese a su discapacidad», dijo a un día de celebrarse el Día del Niño boliviano.

Aguirre explicó que en total son 21.000 niños con discapacidad que reciben formación educativa, de quienes 10.000 están matriculados en centros de educación especial.

Precisó que el promedio de estudiantes en los centros especiales es de 4 a 8 estudiantes con discapacidad, para que el maestro les brinde mayor atención por su situación.

El viceministro consideró que es muy importante el apoyo de las familias para que esos niños desarrollen sus habilidades de manera normal «de acuerdo con a sus capacidades».

Agregó que la discapacidad más frecuente es la intelectual, seguida de la auditiva y de la visual.

Indicó que en el país es más común advertir a una familia de bajos recursos económicos con un hijo con discapacidad debido a un mal nacimiento, falta de cuidado de la madre, la edad del papá y de la mamá y algún descuido, entre otros factores.

Recordó que desde 2013 egresaron 400 docentes de las escuelas superiores de formación de maestros con la mención en educación especial, y 800 cursaron en el Programa de Formación Complementaria de Maestros (Profocom) quienes trabajan en los centros especiales de educación.

«Para que haya buena atención es que debemos contar con maestros especializados, porque no solamente deben saber pedagogía sino parte de la psicología de los niños con discapacidad, inclusive cuestiones biológicas de cómo entender porque son sordos o ciegos», dijo.

La autoridad señaló que en el país se cuenta con 135 centros especiales, en los que el Gobierno invierte en gastos operativos al menos 4 millones de bolivianos, mientras que en el pago a maestros, casi 80 millones de bolivianos.

El Ejecutivo, dijo que también paga a esos niños especiales el bono Juancito Pinto, que representa más de 4 millones de bolivianos. (11/04/2017)

Fuente: http://www.la-razon.com/sociedad/Aproximadamente-discapacidad-estudian-sistema-educacion_0_2689531050.html

Imagen: http://www.la-razon.com/sociedad/Noel-Aguirre-Educacion-Alternativa-Especial_LRZIMA20170411_0030_11.jpg

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Huelga general marcará hito en Brasil, afirma dirigente sindical.

América del Sur/Brasil/25.04.2017/Autor y Fuente:http://www.prensa-latina.cu/
La huelga general del 28 de abril contra las reformas que impulsa el gobierno de Michel Temer marcará un hito en la lucha sindical en Brasil, valoró la presidenta de la CUT en Minas Gerais, Beatriz Cerqueira.

El paro resulta ‘urgente y necesario’ para hacer la lucha de masas y detener esa ola conservadora que intentan llevar adelante un gobierno y un Congreso Nacional que no tienen legitimidad para eso, mediante la imposición de un nuevo modelo de Estado, denunció.

En opinión de la presidenta de la Central Única de los Trabajadores (CUT) y coordinadora general del Sindicato Único de los Trabajadores de la Educación en Minas Gerais, el momento que vive hoy Brasil es gravísimo.

Este gobierno con ese programa no fue electo en las urnas, y tampoco lo fue este Congreso para hacer una revisión de la Constitución de 1988, como ya comenzó a hacerlo en 2016 al aprobar un nuevo régimen fiscal que congela por 20 años los gastos primarios (PEC 241), aseveró.

Cerqueira denunció que la intención es implantar un Estado menor, en el cual no haya espacio para la educación, la salud, las pensiones, la generación de empleos ni el combate a la desigualdad social y la pobreza como políticas públicas para favorecer a la mayoría de la población.

En declaraciones al portal del periódico Brasil de Fato, la líder magisterial advirtió que ‘las direcciones sindicales que continúen ignorando la coyuntura nacional de ataques que estamos sufriendo serán exigidas fuertemente por las bases de sus categorías’.

Ya no basta con defender solo los reclamos sectoriales, dijo y remarcó que lo primero será entablar una lucha de clases.

Es preciso entender que el ciclo de ‘todos ganan’ de la última década en Brasil, con el llamado neodesarrollismo, terminó, sostuvo Cerqueira y alertó que ahora, delante de una crisis mundial, el capital no querrá dividir sus ganancias con los trabajadores.

Hoy no se trata de intentar alcanzar nuevas conquistas, sino de evitar retrocesos; por eso es necesario derrotar las reformas del sistema de pensiones y laboral, subrayó.

Es preciso politizar la lucha, indicó la presidenta de la CUT en Minas Gerais y apuntó que ‘ellos están intentando hacer exactamente lo contrario: criminalizar la política y las agendas progresistas para apartar al pueblo’.

La negación de la política, concluyó, es fundamental para los gobiernos autoritarios.

Fuente: http://www.prensa-latina.cu/index.php?o=rn&id=80589&SEO=huelga-general-marcara-hito-en-brasil-afirma-dirigente-sindical

Imagen: http://www.prensa-latina.cu/images/2017/abril/22/huelga-general-del-28-de-ab.jpg

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