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Paraná-Movimento Estudantil. «Acreditamos no futuro do Brasil»

América del Sur/Brasil/29 Octubre 2016/Fuente: Kaos en la red

“De quem é a escola? A quem ela pertence? Acredito que todos aqui saibam a resposta.” Foi assim que a secundarista paranaense Ana Julia Pires Ribeiro, de 16 anos, iniciou seu discurso no plenário da Assembleia Legislativa do estado a tarde da quarta-feria (26). Ana Julia se dirigiu aos deputados com alertas sobre as demandas do movimento estudantil, que já ocupa 1.154 escolas pelo país contra a reforma do ensino médio e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, ambas medidas do governo de Michel Temer.

“Os colégios do Paraná e do Brasil estão ocupados pela educação. Não estamos lá para fazer baderna, não estamos lá de brincadeira. Lutamos por um ideal, porque a gente acredita no futuro do nosso país, que vai ser o país dos nossos filhos e dos filhos dos nossos filhos, e eu me preocupo com esse país”, disse a jovem, aluna da Escola Estadual Senador Manuel Alencar Guimarães.

O Paraná é o estado com o maior número de escolas ocupadas: 845 no total, seguida por Minas Gerais (69), Rio Grande do Sul (14) e Distrito Federal (12). De acordo com o levantamento da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes). Em todo país são 1.047 escolas e institutos federais ocupados, além de 102 universidades, três Núcleos Regionais de Educação e outro espaço ainda não identificado pelo movimento.

“Se vocês ainda duvidarem da legitimidade no nosso movimento, os convido para participar das ocupações, para nos visitar e conhecer de perto o que fazemos. É um insulto a nós que estamos nos dedicando sermos chamados de doutrinados. É um insulto aos estudantes e aos professores”, disse a estudante, emocionada. “Nós estamos na escola e não somos vagabundos como dizem aqui. Estamos lutando por um ideal, porque acreditamos nele”, insistiu.

Os estudantes protestam contra a reforma no ensino médio, prevista na Medida Provisória 746, que foi anunciada pelo governo Temer em 22 de setembro. A MP foi duramente criticada por especialistas, que defendem que ela é ultrapassada e que fragmenta a formação. A reforma prevê, pro exemplo, a flexibilização do currículo para que os alunos escolham entre as áreas de linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional. Artes, Educação Física, Filosofia e Sociologia deixam de ser obrigatórias e os professores não precisariam mais ter diploma de licenciatura.

“A medida provisória está prevista na constituição ela, mas para casos emergenciais. Nós precisamos de uma reforma no ensino médio e em todo sistema educacional, mas ela precisa ser debatida e feita pelos profissionais da área de educação. o projeto tem lados positivos, mas tem muitas falhas e se colocarmos ele em prática assim o Brasil estará fadado ao fracasso”, disse Ana Julia.

A estudante lembrou que a MP do Ensino Médio não é a única reivindicação do movimento: “Tem também a chamada lei da mordaça e a proposta de Escola Sem Partido. É uma afronta: uma escola sem partido é uma escola sem senso crítico, é uma escola racista, é uma escola homofóbica. É falar para os estudantes que querem formar um exército de não pensantes que ouve e abaixa a cabeça, e não somos isso”, firmou em plenário. “Em pleno 2016 querem nos colocar um projeto desse? Isso nos insulta, nos humilha e diz que não temos capacidade de pensar por nós próprio, mas temos e não vamos abaixar a cabeça.”

Nas ocupações, os estudantes também protestam contra a PEC 241, que congelará os gastos públicos por 20 anos, inclusive em educação, prevendo apenas o reajuste pela inflação. Professores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) estimaram que se a lei valesse desde 2005, os recursos para a área em 2015 teriam caído de R$ 98 bilhões para apenas R$ 24 bilhões.

“A PEC 241 é outra afronta, inclusive para a Constituição cidadã de 1988. Temos assegurada a à seguridade social e ela acaba com isso. É uma afronta à previdência, à saúde, à educação e a assistência social. Não podemos deixar isso acontecer e cruzar os braços”, disse Ana Julia. “Somos um movimento a partidário que se preocupa com as gerações futuras, com sociedade e com o futuro do país. Que futuro o Brasil vai ter se não nos preocuparmos com uma geração de pessoas que não vão ter senso crítico e acreditar apenas no que estão lendo?”

O clima na sessão chegou a ficar tenso quando a jovem citou a morte do estudante Lucas Eduardo Araújo Mota, também de 16 anos, que na última segunda-feira (24) foi encontrado morto na Escola Estadual Santa Felicidade, em Curitiba, com perfurações no tórax e no pescoço. O estabelecimento está ocupado desde o dia 14 de outubro.

“Os que estão aqui representam o Estado e os convido a olhar as mãos de vocês. Elas estão sujas com o sangue do Lucas.” Nesse momento, o presidente da Casa, Ademar Traiano (PSDB), interrompeu o discurso e ameaçou suspender a sessão. “Aqui você não pode agredir os parlamentares. Ninguém está com a mão suja. Vou exercer minha autoridade”, disse Traiano. “Peço desculpas, mas o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) diz que a responsabilidade pelos adolescentes é da sociedade, da família e do Estado”, respondeu Julia, bastante aplaudida por parte plenário.

A estudante Nicoly Moreira do Nascimento, 15 anos, aluna do Colégio Estadual Santa Felicidade, que também falou no plenário, defendeu as ocupações por acreditar que o movimento é pacífico e luta por uma educação melhor. “O que me motivou a estar aqui hoje foi saber que tem muitas pessoas que ainda estão apoiando (o movimento). Que dentro do movimento tem jovens querendo educação”, disse. “Estamos aqui para defender as ocupações que são pacíficas, ocupações onde a gente não tem intenção de prejudicar ninguém. Todos querem ter o direito à educação. A gente também quer, mas não quer ter o direito de estudar para tirar um seis e passar de ano. Quer ter o direito de estudar para obter conhecimento.”

“O movimento estudantil nos trouxe um conhecimento muito maior de política e cidadania do que todo o tempo que estivemos sentados enfileirados nas aulas padrão”, defendeu. “Apesar da ridicularizarão, de sermos ofendidos e dos problemas que vamos enfrentar, a gente ainda consegue ter felicidade, porque percebemos que deixamos de ser meros adolescentes e nos tornamos cidadãos comprometidos.”

Fuente: http://kaosenlared.net/brasil-parana-movimento-estudantil-acreditamos-no-futuro-do-brasil/

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Brasil: Toman mil escuelas contra el congelamiento del gasto público por 20 años y la reforma educativa

América del Sur/Brasil/Octubre de 2016/FUente: Diario Registrado

La llamada «PEC del techo del gasto público», impulsada por Michel Temer,  que modifica el actual criterio de incremento de los recursos destinados a sectores claves del desarrollo social de Brasil, con el fin de frenar el endeudamiento del Estado y corregir el déficit fiscal que en 2016 será de 170 mil millones de reales (casi 60 mil millones de dólares) es rechazada por gran parte de la sociedad.

Moara Correa, vicepresidente de la Unión Nacional de Estudiantes (UNE) destacó el cuadro de lucha que se está gestando en las escuelas de Brasil y en especial la participación femenina en el proceso de lucha.

Después de la media sanción a mediados de octubre, la PEC fue aprobada en la Cámara de Representantes el martes 25 por un amplio margen de 359 votos. Desde la oposición denunciaron las  lujosas cenas promovidas por Temer para  «convencer» a los parlamentarios a unirse a la propuesta  que luego deberá ser votada en el Senado Federal.

La propuesta del PEC establece un límite en el gasto del gobierno federal durante los próximo 20 años, lo que hace que cualquier inversión en el gasto público no pueda exceder el límite de la inflación del año anterior, afectando principalmente áreas como la salud, la educación y  la pérdida del poder adquisitivo del salario mínimo.

Por otro lado, la Medida Provisional (MP) de la Reforma de la Escuela Secundaria, que fue enviada por el gobierno Temer sin ningún tipo de diálogo con las entidades que actúan en defensa de la educación o de la comunidad escolar, generó mayores conflictos.

Una de las principales críticas al proyecto impulsado por Temer es que la reforma educativa no impulsa el pensamiento crítico de los estudiantes al dejar solo como obligatorias las materias de portugués y matemáticas dejando de lado la filosofía y la sociología; además de no establecer análisis pedagógicos y control sobre la calidad educativa y los docentes a cargo.

Hasta el momento algunas de las escuelas ocupados fueron, la  Escuela Central del Estado, con sede en Belo Horizonte, la Escuela de Aplicación de Juan XXIII, de la Universidad Federal de Juiz de Fora, en Minas Gerais y la  Universidad del Estado de Río Grande do Norte en Pau dos Ferros; entre otras.

Fuente: http://www.diarioregistrado.com/internacionales/toman-mil-escuelas-contra-el-congelamiento-del-gasto-publico-por-20-anos-y-la-reforma-educativa_a581245b20c297bac2b68727d

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Venezuela: Se impulsa espacio de coordinación continental de los docentes en lucha contra el neoliberalismo

América del Sur/Venezuela/Octubre de 2016/Fuente: Prensa Red Global – Aporrea

Cada día son más importantes las luchas que libran los docentes en América Latina contra la privatización, la mercantilización y las pruebas estandarizadas, las cuales son diseñadas por los gobiernos neoliberales de la región bajo la orientación de los organismos económicos globales. Estas resistencias -hasta ahora aisladas- comienzan a ser articuladas a escala continental, así lo informó el Profesor Luis Bonilla-Molina Coordinador de la Red Global/Glocal por la calidad educativa.

En entrevista que le hicieran para la web de la Red Global, Bonilla-Molina señaló que en las conclusiones del II Foro Nacional de la Coordinadora Nacional de los Trabajadores de la Educación (CNTE) de México, realizado en la sede del histórico Sindicato Mexicano de Electricistas (SME), en presencia de organizaciones sindicales, gremiales y académicos de más de diez países, se acordó impulsar la creación de la Coordinadora Continental de los Trabajadores de la Educación en Lucha contra el Neoliberalismo Educativo. Así mismo conformar la Escuela Continental de Descolonizaciòn del saber y la red de medios alternativos en educación.

Continuó precisando Bonilla-Molina que en el II Foro Nacional de la CNTE se decidió convocar a la primera Conferencia Continental contra el Neoliberalismo Educativo en los próximos meses, privilegiando a Caracas como sede en vista del compromiso del proceso Bolivariano en la defensa de la educación pública, gratuita y de calidad; estando en esta etapa evaluándose las posibilidades logísticas para ello. Entre otras organizaciones que se han sumado a este llamado están el SUTEP de Perú, el SNTE de Chile, varias agrupaciones gremiales de Argentina, Brasil, Colombia, Panamá, Nicaragua y el SINAFUM de Venezuela, entre otros. El encuentro de la coordinadora continental es concebido también como un espacio para la unidad del magisterio anticapitalista venezolano. Bonilla finalizó apuntando que el magisterio continental antineoliberal valora cada uno de los logros en materia educativa alcanzados en Venezuela en los últimos años.

Fuente: https://www.aporrea.org/educacion/n299361.html

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El plan que llevaría educación de calidad a la Colombia rural

América del Sur/Colombia/Octubre de 2016/El Tiempo

A pesar de que esta semana el Ministerio de Educación reveló una mejoría en las pruebas Saber 11, que miden las competencias de los alumnos de bachillerato del país, el viceministro Víctor Saavedra reconoce que los buenos resultados se concentraron en zonas urbanas y en las “rurales hay que seguir mejorando”.

Saavedra, encargado de la educación preescolar, básica y media en la cartera, presentó este miércoles en la Universidad de los Andes el primer esbozo del Plan Nacional de Educación Rural, que busca cerrar la brecha en ese sentido entre el campo y la ciudad, y atiende los compromisos del Gobierno en los acuerdos de paz firmados con las Farc.

Según lo expuesto por Saavedra, quien insistió en que es un plan preliminar, la educación rural en Colombia recibiría un impulso durante los próximos cinco años con una inversión estimada de 1.6 billones de pesos para construir 200 nuevas sedes y 20 internados, además de infraestructura de servicios en zonas apartadas. Se realizarían también mejoras en 400 escuelas que hoy funcionan y se trabajaría en dos componentes claves: el ambiente escolar y mejores condiciones para docentes y directivos. (Lea: Colegio de Pasto, por tercera vez, con más pilos en Colombia)

“Ese plan incluye no solo la construcción de nuevos colegios, sino un acompañamiento de pedagógico especial y la dotación de textos. Pero aún estamos buscando los recursos para llevarlo a cabo”, le dijo Saavedra a EL TIEMPO.

El foco de este programa del Ministerio serán los 650.000 niños y jóvenes que hoy estudian en colegios de menos de 100 estudiantes en zonas apartadas del país. De ese número, 200.000 alumnos están en 180 municipios contemplados dentro del plan de posconflicto del Gobierno, explica el viceministro. (Además: Las inversiones en educación en los departamentos con más pilos)

Actualmente, en la Colombia rural las instituciones educativas son frecuentemente de una o dos aulas y eso lleva a que varios grados tengan que compartir clases con docentes provisionales, agrega Saavedra.

Sandra García, catedrática de la Universidad de los Andes y experta en temas de educación, destaca que el plan del Ministerio sirvió para hacer por primera vez una autocrítica sobre las brechas entre la calidad que se ve en los colegios de la ciudad y el campo.

Este plan -menciona- reconoce la necesidad de atacar varias dimensiones educativas al mismo tiempo, como la infraestructura y el ambiente escolar y “pone el dedo en la llaga en el tema de tener docentes con mejores condiciones laborales”. “Tiene una visión integral y sistémica en términos de lo que se requiere hacer, sobre todo porque hoy tenemos un alto porcentaje de la población que está por fuera del sistema educativo y en lugares remotos ni siquiera hay oferta de básica y media”, complementa.

“Los esfuerzos del Ministerio en los últimos años se han centrado en las zonas urbanas, y por eso la mejoría en las pruebas Saber, pero muy poco se ha hecho en cuestión de intervenciones de calidad en lugares con poca presencia del Estado. Hay que empezar ya o las brechas van a ampliarse. El llamado es de urgencia para el ministro que llegue”, sostiene.

Arturo Harker, también docente de los Andes, enfatiza en el punto del plan que propone maestros de calidad para las zonas rurales. En ese sentido, plantea que se generen incentivos para que docentes nuevos en el sistema, estudiantes de maestrías de educación o incluso alumnos de últimos semestres de pregrado se decidan a dictar en regiones apartadas en una especie de año rural.

Por ahora, el Plan Nacional de Educación Rural seguirá su construcción sorteando varias etapas: la consecución de recursos, la socialización con los sectores comprometidos y la llegada del Ministro que supla en el cargo a Gina Parody, que renunció hace tres semanas.

Fuente: http://www.eltiempo.com/estilo-de-vida/educacion/presentan-plan-nacional-de-educacion-rural/16735808

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Guyana reducirá índices de mortalidad materno-infantil con apoyo del BID

América del Sur/Guyana/Octubre de 2016/Fuente: BID

El Banco Interamericano de Desarrollo (BID) aprobó un préstamo de US$8 millones para un programa que ayudará a reducir las muertes maternas, perinatales y neonatales en Guyana. Este programa busca mejorar la calidad de atención de 140 centros de salud y en 88 comunidades, alcanzando a por lo menos 140.000 mujeres y 9.000 recién nacidos, al año.

A pesar del progreso que vio la última década, Guyana aún experimenta uno de los mayores índices de mortalidad materno-infantil de toda América Latina y el Caribe, calculándose las muertes en 121 cada 1.000 nacimientos vivos, en el caso de las madres, y 22 cada 1.000 nacimientos vivos en el caso del infante. Dado que el 93 por ciento de las muertes de bebés menores a un año ocurre durante el período neonatal, el programa apoyará y buscará mejorar el cuidado de la salud infantil haciendo hincapié en mejorar el acceso a servicios de salud neonatal de calidad, y en ofrecer un mejor camino para acceder a servicios eficientes de salud reproductiva y materna.

Esta operación deriva de experiencias del BID con la Iniciativa Mesoamericana de Salud e incorpora lecciones aprendidas basadas en evidencia biomédica e intervenciones operacionales. Se monitorearán de cerca los resultados para garantizar que dichas intervenciones contribuyan al éxito del programa.

El costo total del proyecto es de US$8 millones a financiarse del siguiente modo: US$4 millones provenientes de recursos del capital ordinario del BID, y US$4 millones del Fondo para Operaciones Especiales (FOE) del Banco. El empréstito proveniente del capital ordinario del Banco cuenta con un período de gracia de seis años y un plazo de cancelación de 30 años. El del FOE es a 40 años de plazo, con 40 años de gracia, y a un interés anual fijo del 0,25 por ciento.

Fuente: http://www.iadb.org/es/noticias/comunicados-de-prensa/2016-10-27/guyana-reducira-indices-de-mortalidad-materno-infantil,11622.html

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Venezuela: CEI Ángel de la Guarda abrió sus puertas en la Guajira

América del Sur/Venezuela/Octubre de 2016/Autora: Karen Jiménez/Fuente: MPPE

Para beneficiar a un total de 133 niños y niñas del pueblo wayuu con espacios educativos de calidad, fue inaugurado el Centro de Educación Inicial Ángel de la Guarda, ubicado en el municipio Guajira del estado Zulia.

La rehabilitación de este centro educativo fue posible gracias a una inversión de más de 26 millones de bolívares, y consta de cuatro aulas, cocina, áreas verdes, y cuenta con 13 docentes y tres madres procesadoras que garantizan la alimentación de los pequeños.

El ministro del Poder Popular para la Educación, Rodulfo Pérez, señaló que a pesar de las dificultades que atraviesa nuestro país como consecuencia de la guerra económica, “se han mantenido todos los programas, se ha mantenido el Programa de Alimentación Escolar (PAE), el programa de los uniformes y los útiles escolares; eso es lo que hay que resaltar”, afirmó.

“Estamos distribuyendo canaimas y la Colección Bicentenario, este año vamos a entregar 20 millones de libros y a elaborar más de 7 millones de piezas de uniformes escolares. Eso sale del petróleo de Venezuela, y va para los chamos, para la gente trabajadora”, expresó el titular del despacho educativo.

Pérez reiteró que gracias a la voluntad del Presidente Nicolás Maduro, más de 7 millones y medio de estudiantes están en las aulas de clase, a diferencia de otros países latinoamericanos donde los trabajadores de la educación tienen que ir a la calle para que se respeten sus derechos.

Asimismo, la autoridad educativa reiteró que “frente a la intención de desconocer la voluntad de vivir en paz y en democracia de nuestros enemigos, se levanta la dignidad de los obreros, los administrativos, las cocineras y cocineros de la Patria, los maestros y las maestras, siendo acompañados por la voluntad del Presidente Nicolás Maduro de no echar para atrás el derecho a la educación”.

El ministro Rodulfo Pérez reiteró que a pesar de los focos de desestabilización promovidos por la derecha venezolana, Venezuela no se ha detenido, y en ese sentido, desde el despacho educativo continúa la rehabilitación de la infraestructura, de la mano con los consejos comunales”.

Fuente: http://www.me.gob.ve/index.php/noticias/68-noticias-2016/octubre/2205-cei-angel-de-la-guarda-abrio-sus-puertas-en-la-guajira

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En el marco de la construcción de (M T C), Memoria Territorio y Ciudadanía. Maracay ciudad donde naci

Por: Gerson Gómez

En el marco de la reflexión teórica y poética que devela la necesidad de hacer transformaciones a la malla curricular y el desarrollo del Pensamiento Crítico como ocurre actualmente en Venezuela, surge la idea de desarrollar este breve Ensayo, que incluye elementos de corte Histórico -geográficos con la visión de crear una nueva cultura local, que visibilice de manera breve, el ideal de rescate de nuestra memoria histórica, en un mundo donde el desarrollo de competencias para la vida es fundamental.

En este sentido,  se  comentara algunos rasgos históricos de la  ciudad de Maracay,  la cual se funda por petición formal el 5  de marzo de 1701, ante el Arzobispo Don Diego Soto Mayor.  Asimismo, pocos años antes de la fundación de  La Capitanía General de Venezuela, nace la parroquia San José.

La dinámica geo-económica de la ciudad, va  evolucionando en función de una dinámica comercial.  El asentamiento poblacional originario, a inicios de la época colonial y antes de esta, tenía un profundo vínculo entre los pobladores y la naturaleza. De hecho, el nombre proviene de uno delos caciques más valerosos Maracaya, que en lengua autóctona significa: Cuanguaro, especie felina propia de nuestras latitudes.

 Cuando nace la parroquia, como lo señala Oldman Botello, en su libro “Historia de Maracay”,  solo cuenta con diez calles. Cabe destacar que, hay muchos elementos de corte histórico, que permiten dilucidar el crecimiento de esta, durante el siglo XVII y la primera mitad del siglo XIX, en donde la dinámica fundamental giraba alrededor del comercio y el paso de mercaderes y comerciantes por el Camino Real, la producción de añil,  caña de azúcar, café y cacao.  Sin embargo,  el crecimiento poblacional fue lento hasta el siglo XX,  asegurando con toda certeza que el desarrollo demográfico se vio mermado durante todo el siglo XIX  por las enfermedades endémicas y las constantes guerras.

Por otra parte,  es importante resaltar que los terrenos de lo que corresponde a la hoy Ciudad de Maracay, son de alta vocación agrícola,  no obstante,  la dinámica económica permitió, lo que en términos geográficos se define como la sustitución de uso del espacio agrícola por el desarrollo de un espacio urbano-industrial.

Hablar de la ciudad de Maracay es hablar de su enamorado predilecto, Juan Vicente Gómez, quien siendo vicepresidente, se enamoró de los valles y estando en el poder creó el Proyecto Ciudad Jardín, impulsando el inicio de la actividad manufacturera en el país a través del establecimiento de industrias como: Lactuario de Maracay.  De hecho, el 21 de Junio de 1916 es decretada la ciudad capital del estado, crea la Fuerza Aérea  y convierte a la ciudad en la Cuna de la Aviación Militar, crea la empresa “Telares de Maracay”, para elaborar la tela de los militares; el Hotel Jardín, La Plaza Bolívar, El boulevar Pérez Almarza, La Maestranza Cesar Girón, la avenida las Delicias, El Toro, entra otras cosas que hoy, develan a la ciudad como una de las infraestructuras de corte histórico más importantes del país.

En tal sentido quiero aportar este poema de mi autoría “Poesía para cantar” dedicado a esta ciudad:

 

A Maracay

I

Es para ti Maracay

Este mi cantar señero

Con la venia del creador

Y el cuatrito bullaguero

El Arpa que esta sonora

Esta sonora repicando;

Su cuerdero, el tinar de las maracas

Y el bajo de compañero.

Hermosa tierra jardín

Piedra de amolar

Vegueros

En ti se han ido formando

colegas y compañeros

Que hoy defienden el folklore

Con orgullo y con esmero,

Rescatando lo más puro y bello

Nuestro acervo

II

 En una noche de Abril

Del año setenta y tres

Fue que nació este coplero

Que hoy defiende

Nuestra música

Con orgullo y con esmero

Hermosa plaza de toros

Y orgullo textilero

Telares de Maracay

Recuerdan tiempos otreros

Allá en la Plaza Bolívar

O en Las Delicias

Disfrutemos de lo bello

De las bonitas muchachas

bellas mujeres

Que hoy habitan en mi pueblo

Que se pasean por sus calles

Hay por sus calles

Con orgullo con talento

Como hermosas orquídeas

Que alumbran el firmamento.

III

Plaza del Libertador

Barrio del Libertador

Donde tiene  su aposento

El cacique Maracaya

Defensor de nuestro pueblo

Que a las riveras del lago

Defendiera lo que es nuestro

 Con coraje, con valor

Con orgullo y mucho esmero

Y ya para despedirme le pido a Aragua

 Mi estado

Defendemos nuestro lago

Defendamos nuestro lago

Que se encuentra descuidado

Si Maracaya viviera

Con  orgullo cunaguaro

De seguro defendiera

La hermosa

Cuenca lacustre

Y toditas sus riveras.

San Rafael

En tono de DO menor

SACVEN12926

Es de hacer notar, que muchos de los habitantes de esta Ciudad, son de los llanos venezolanos quienes llegaron en décadas anteriores y hoy la música llanera forma parte de la cultura e idiosincrasia de esta localidad. de la misma manera se debe resaltar que a las riveras de la Cuenca Lacustre «Los Tacarigua» o «lago de Valencia» en donde antes de la colonización la dinámica económica giraba alrededor, de esta excelente fuente de proteínas. El cual llego a ser centro de adoración de las tribus que se asentaron en sus riveras, y que actualmente se encuentra en franco deterioro y hoy dia se asientan a sus riveras comunidades como: San Vicente, Brisas del Lago, La Punta, La Esmeralda, Palma Real, Los Cocos,  Paraparal, urbanismos  cercanos a la ciudad,  que se formaron del éxodo causado por la dinámica económica de la comercialización petrolera.

 

Profesor: Gerson Gomez

Correo:gersonjosegomezescobar@gmail.com

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@gersonjosegomez

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