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30 ferramentas online gratuitas para a educação

Por: universia.com.br.

Seja você um professor, estudante ou pai não perca 30 ferramentas online gratuitas para a educação que podem ajudar os alunos a aprimorar o aprendizado

As ferramentas separadas a seguir podem servir para os mais diversos públicos. Se você é professor, elas podem ser úteis como complementações dos conteúdos estudados em classe, tornando a aula mais dinâmica e envolvente. Caso você tenha filhos em idade escolar, é possível alargar o alcance da educação tradicional com os seguintes recursos. Se você é estudante e está em busca de novas ferramentas para aprimorar seus estudos, também não deixe de conferir. Aproveite 30 ferramentas online gratuitas para a educação:

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: YOUTUBE EDU

No YouTube EDU diversas instituições de ensino (do primário ao ensino superior) contribuem com a divulgação de vídeos educacionais e aulas em diversas áreas de conhecimento.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: DYSCOVER

Dyscover é uma das poucas ferramentas educacionais abertas na internet que atende especificadamente crianças com deficiências de aprendizado. Ela disponibiliza diversas estratégias para o ensino de letras, números e vocabulário, em inglês.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: KIDS.NET.AU

Kids.net.au é uma ferramenta de busca específica para crianças com conteúdo seguro. Disponibiliza dicionários, tradutores, enciclopédias, etc.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: FUNBRAIN.COM

Com conteúdo em inglês, o FunBrain.com é um local onde as crianças podem facilmente passar horas com jogos educacionais, livros interativos e diversos outros recursos com seus personagens e assuntos favoritos.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: TOONDO

A ferramenta ToonDo pode ser facilmente usada pelos alunos para fazer histórias em quadrinho e criar seus próprios livros.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: SCRATCH

Scratch foi desenvolvido pelos programadores do MIT com uma linguagem específica para que as crianças possam criar seus próprios desenhos, jogos, histórias interativas e muito mais. Com conteúdo em português, ele possui uma página exclusiva com sugestões de uso para educadores.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: SAN DIEGO ZOO KIDS

Um dos zoológicos mais populares dos Estados Unidos desenvolveu um portal especial para as crianças amantes de animais com atividades, jogos, informações de carreira, vídeos e muito mais com tudo o que é preciso saber sobre os bichos.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: FREE RICE

O site Free Rice promete doar alimentos para nações empobrecidas a cada resposta correta. Além de aprender sobre diversos conteúdos e treinar seu inglês, ele também possibilita que os estudantes aprendam lições de cidadania.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: KIDS@RANDOM

O site Kids@Random oferece atividades, jogos, competições, vídeos e muito mais com os personagens mais queridos dos alunos mais novos e adolescentes. Possui ainda conteúdos específicos para professores e bibliotecários.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: KIDSKNOWIT.COM

O portal KidsKnowIt.com reúne diversos sites com recursos para educação como filmes, músicas e jogos que são gratuitos.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: LANGUAGEGAMES.ORG

Disponível em cinco idiomas diferentes (inglês, espanhol, francês, alemão e italiano), com o Languagegames.org é possível aprender e exercitar outros idiomas.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: KHAN ACADEMY

Khan Academy possui mais de 3 mil vídeos-aula sobre diversos assuntos e em níveis diferentes de dificuldade. Conheça mais sobre essa iniciativa aqui.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: FOUNDING DREAMS

Com conteúdos em português, o site Founding Dreams disponibiliza diversos recursos e atividades para diferentes áreas acadêmicas, principalmente matemática.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: FISHER-PRICE ONLINE GAMES & ACTIVITIES

Voltado para um público mais novo, o site oferece atividades como resolução de problemas, músicas, letras e números, saúde e mais.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: BILL NYE THE SCIENCE GUY

site disponibiliza diversas atividades de ciências e matemática, com instruções para projetos que podem ser feitos em casa e outros recursos.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: PIANO LESSONS 4 CHILDREN

A idealizadora do projeto, Maria Miller, disponibiliza no Piano Lessons 4 Children diversos conteúdos para iniciantes, como aulas de piano, exercícios, aulas sobre compositores famosos e teoria musical.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: CHESSKIDS ACADEMY

Desenvolvido para pessoas em nível básico de conhecimento e crianças, o siteensina todos os conteúdos básicos do xadrez, fomentando o pensamento crítico e a habilidade de resolver problemas e estratégias.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: THE STACKS

site disponibiliza atividades com personagens famosos, como Harry Potter, para promover o engajamento dos estudantes em literatura e outras áreas.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: NATIONAL GEOGRAPHIC KIDS

Com o mesmo foco apresentado nos conteúdos para alunos mais velhos, oNational Geographic Kids foi desenvolvido especialmente para o público mais jovem com atividades sobre animais, ecossistemas, cultura e muito mais.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: DOCUMENTARY HEAVEN

portal disponibiliza diversos conteúdos com documentários educacionais sobre diversos assuntos.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: LEARN ENGLISH

Oferecido pelo British Council, o site oferece diversos conteúdos exclusivos e divertidos que podem ajudar você a aprimorar suas habilidades em inglês.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: TUX PAINT

Tux Paint tem como objetivo ajudar as crianças a desenvolver suas habilidades artísticas e tecnológicas em atividades gratuitas e divertidas.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: PLATINUM ARTS SANDBOX 3D GAME MAKER

site desafia adultos e crianças a desenvolverem seus próprios jogos de computação em casa.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: GETTYGAMES

O Museu J. Paul Getty, localizado em Los Angeles, oferece o portalGettyGames com diversas atividades de artes para todos os gostos.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: INTERNET ARCHIVE

maior biblioteca online do mundo oferece diversos recursos como vídeos, imagens, artigos e outros materiais educacionais.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: ROBERT KRAMPF: THE HAPPY SCIENTIST

Nem todos os conteúdos oferecidos são gratuitos, mas mesmo assim ainda é possível conferir alguns recursos sem custos. Explore os posts com vídeos, fotos, imagens e outros conteúdos.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: SNAGFILMS

O portal SnagFilms disponibiliza filmes e documentários sobre os mais diversos assuntos e faixas etárias.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: TED

TED oferece gratuitamente vídeos de celebridades, acadêmicos e personalidades famosas sobre os mais diversos assuntos.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: OPEN CULTURE

Não importa o assunto ou o nível de domínio, o Open Culture possui conteúdos gratuitos educacionais e acadêmicos sobre praticamente tudo.

30 FERRAMENTAS ONLINE GRATUITAS PARA A EDUCAÇÃO: STELLARIUM

Disponível para praticamente todos os programas operacionais, o Stellariumé um planetário tridimensional online.

Fonte do comentário: http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/07/04/948068/30-ferramentas-online-gratuitas-educaco.html

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Marcelo Cabrol: “Necesitamos una sociedad digital del siglo XXI, pero sobre todo más ética y empática”

Por: Semana Educación.

El gerente del sector social del Banco Interamericano de Desarrollo, Marcelo Cabrol, habló con Semana Educación sobre la importancia de educar en habilidades humanas de cara a un futuro cambiante y a la construcción de paz en Colombia. Cabrol hablará sobre este tema en la Cumbre Líderes por la Educación.

Colombia está en un momento de transición al cambio de gobierno, además, se suma la etapa de posacuerdo de paz, ¿cuáles deberían ser los principales temas en los que debería enfocarse el país en materia de educación?

MARCELO CABROL (M.C.): Normalmente diría que Colombia tiene un problema de aprendizaje a todo nivel y esto está medido por pruebas nacionales e internacionales. Con esa frase estoy describiendo a muchos países de América Latina, pero, en un contexto de paz, las cosas son distintas, porque paz y aprendizaje deben confluir. En ese sentido, el país tiene un desafío doble. No se puede pensar en aprendizaje solo a través de pruebas estandarizadas con resultados más o menos inmediatos. El nuevo gobierno tiene que concebirlo en el marco del proceso; en una educación más bien a largo plazo. En estas nuevas formas de enseñar y aprender, los avances digitales deben ser una herramienta que se articule al proceso de paz en el país. Los cálculos muestran que el mejor retorno económico se da en la inversión que se hace en los primeros años, pero también es necesario tener en cuenta que existen otros beneficios como el bienestar personal y social, variables más difíciles de cuantificar pero muy importantes.

S.E.: Algunos expertos en educación del país han hablado de la necesidad de tener un currículo único para disminuir la inequidad en calidad educativa. ¿Qué piensa de esta posibilidad?

M.C: Es importante tener una base común, un marco de referencia básico que sea claro. Lo dice la Ocde, el BID, el Banco Mundial, todos los que trabajamos estos temas. El docente debe trabajar sobre un marco de referencia único, pero con una gran capacidad de resolución respecto a lo que se hace en la escuela, el aula o la comunidad. No dije la palabra autonomía docente nunca porque no me gusta. Viene de la idea de que los profesores son autónomos y lo demás es subsidiario, por eso es importante trabajar integrando esos niveles.

S.E.: Usted habla mucho de los entornos laborales del futuro y la necesidad de educar en habilidades humanas, ¿cuáles son puntualmente y cómo la educación del presente puede comenzar a trabajarlas?

M.C.: Se trata de 16 habilidades del siglo XXI. Algunas son básicas. Pero, más que cuáles son, lo importante es a qué responden. Las dividimos en tres categorías. Primero, las básicas: cómo los estudiantes pueden aplicar competencias a tareas cotidianas. Las segundas tienen que ver con la complejidad: poder abordar desafíos complejos, por ejemplo, ser creativo o comunicar efectivamente. Y las terceras tienen que ver con adaptarse al cambio constante. Todos estos componentes necesitan ética y empatía.

Fuente de la entrevista: https://www.semana.com/educacion/articulo/educacion-y-sociedad-digital-del-siglo-xxi-un-tema-de-la-cumbre-lideres-por-la-educacion/581274

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Corrupción y educación

Por: Oscar Sánchez. 

¿El sector educativo es tan corrupto, más, o menos que otros?, ¿educar en capacidades ciudadanas le resolvería el problema al país?

Rafael Merchán, encargado de las políticas de transparencia en el país hace un tiempo, me pidió el año pasado escribir el capítulo sobre educación en un libro que estaba editando sobre la corrupción en Colombia.

Rafael se marchó para siempre antes de tiempo, y el libro está pendiente. Pero un informe así podría ocuparse a la vez del problema y de la de la solución: ¿el sector educativo es tan corrupto, más, o menos que otros?, ¿educar en capacidades ciudadanas le resolvería el problema al país? Dos preguntas apasionantes.

Para llegar a tener a cargo de la alimentación de los estudiantes a gente que les sirve la sopa en el balde de los traperos, tiene que pasar algo con la manera como se entiende la gestión educativa. Hay procederes incorrectos en el mundo educativo, porque es un sector, aunque desfinanciado, grande y vulnerable a muchos intereses económicos egoístas. Con todo, en medio del desierto de la cultura de abuso que reina en Colombia, la mayoría de colegios y universidades son una especie de oasis con muchas personas que luchan heroicamente por los valores correctos. Aunque un oasis contaminado. Ni más faltaba esperar que fuera como de otro mundo.

Para mejorar, si cambia el enfoque institucional, se puede hacer mucho. El control social, por ejemplo, depende de que docentes y familias tengan más poder y más compromiso, pero la descentralización en educación es un cacareo más que una realidad, sobre todo donde hay más necesidades. Y el estado ha sido durante años voluntarista, tecnocrático e inconstante. Así que reconociendo avances desiguales, estamos lejos de un pacto nacional profundo que haga  inaceptable traicionar a la sociedad en el universo sagrado de las escuelas.

Vamos a la educación como escenario para la solución del problema cultural que nos aqueja. Más allá de la simpleza de tener alguna cátedra para ser honrado, los colegios y universidades no pueden garantizar que sus estudiantes aprendan determinadas conductas sin que se cumplan requisitos complicados.

Para que la escuela forme valores como la honestidad, requiere un entorno que le ayude. Aprendemos lo que vemos en la familia y la sociedad. Y la cultura, ese aprendizaje natural, generalmente es más poderoso que la educación.  Así que, cuando un adulto engaña a la DIAN o a su municipio reportando bienes e ingresos por debajo del valor, soborna a un policía, paga mal a un trabajador o justifica por sectarismo o clasismo que algún funcionario público viole derechos, sus hijos aprenden eso, y no los discursos morales de sus profesores. Y cuando un maestro actúa con descuido frente a los bienes públicos, ejerce con negligencia su función, o ve la corrupción en sus narices y no la denuncia, los niños y jóvenes a su cargo asimilan eso. El constante argumento de que es lo que todo el mundo hace, empeora el mensaje. La escuela puede enseñar competencias sociales y capacidades ciudadanas, y formar personas solidarias y responsables, pero necesita trabajar en equipo con el entorno, cambiando a los adultos junto con los niños.

La otra condición es el aprendizaje práctico. Docentes, directivos y administrativos deben facilitar a sus estudiantes oportunidades constantes de reflexión sobre experiencias cotidianas. Por ejemplo, a ser veraces y justos frente a los conflictos entre pares, o cuando se enamoran; o frente al valor de las ideas ajenas trabajando en equipo; o frente al abuso del avivato sobre el noble; o haciendo que el ejercicio de la autoridad sea coherente, tranquilo y restaurativo.

Vamos a mantener el tema en la agenda, querido Merchán.

Fuente del artículo: https://www.semana.com/educacion/articulo/corrupcion-y-educacion-por-oscar-sanchez/601857

 

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8M: ¡Las y los docentes paramos y nos movilizamos!

América del Sur/ Argentin/  05.03.2019/ Fuente: laizquierdadiario.com.

El próximo 8 de marzo se llevará a cabo una nueva movilización de mujeres en muchos países. Este hecho fue impulsado hace más de 100 años por miles de mujeres que frente a la explotación y opresión del sistema capitalista vigente, salieron a las calles, hicieron huelgas, llevando las luchas hasta las últimas consecuencias.

La historia nos demuestra que todo derecho ganado fue gracias a la organización y la pelea de miles de trabajadores, mujeres, jóvenes y estudiantes que son víctimas de políticas de ajuste y precarización laboral, como la lucha de los chalecos amarillos en Francia, la de docentes y estudiantes de Buenos Aires, que evitaron el cierre de las escuelas nocturnas, etc.

Aquí en Jujuy, estudiantes y docentes fueron condenados por la justicia de Morales por enfrentar el cierre de los CEIJA y defender el derecho elemental a la educación, en este caso de jóvenes trabajadores/as.

Por otro lado, sabemos que en la docencia provincial, sobre todo en los niveles Inicial y Primario la gran mayoría somos mujeres y las que menos cobramos en el sistema educativo ya que nuestros sueldos son los más bajos, colocando a muchas bajo la línea de pobreza, obligadas a trabajar en situaciones de precariedad, en doble turno, para tratar de equiparar los índices de inflación y los tarifazos, pues muchas somos sostén de familias. Pero a esto se suma, luego de la jornada laboral, continuamos en casa con las tareas domésticas, trabajo que no es reconocido y es invisibilizado como tal. El Estado capitalista y sus empresarios “ahorran” al no reconocerlo.

Estas jornadas laborales extenuantes, traen aparejadas enfermedades crónicas como el estrés y otras derivadas de la misma. A esto se suman, maltrato laboral y el control por parte del gobierno que no sólo vulnera derechos sino que genera persecución, colocándonos en listas negras si participamos en paros y movilizaciones para enfrentar los ataques.

En este sentido debemos exigir a los sindicatos, que tomen en sus manos la reivindicación por un salario que se equipare a la canasta familiar y a los índices de inflación, como así también se ponga en pie una secretaria de género, de la mano a la pelea por extensión de la licencia por maternidad por 6 meses como la otorgan otras provincias, creación de jardines maternales en lugares de trabajo y la lucha por la implementación efectiva de la ESI.

También, el gremio debe pronunciarse a favor de la legalización del aborto, legal, seguro y gratuito en un contexto donde la muerte de mujeres por abortos clandestinos se ha transformado en la principal causa de muerte materna. También debemos exigir la implementación efectiva de la ILE, (Interrupción Legal del Embarazo) ya que en lo que va del año han ocurrido dos hechos horrorosos donde como consecuencia de la injerencia del Estado y la Iglesia, se vulneró el derecho de dos niñas violadas que fueron torturadas y obligadas a parir.

La pelea que da la agrupación 9 de Abril 

Es un gran desafío para el próximo 8M convertir el Paro Internacional de las mujeres en un hecho resonante en alianza con todos los sectores en lucha, por lo que es necesario que los sindicatos se organicen y movilicen a las cientos de mujeres que conformamos la docencia. Desde nuestra agrupación propusimos en asambleas de ADEP, CeDEMS y ADIUNJU no sólo adherir al Paro Internacional por el 
8M, sino también que los sindicatos pongan todos sus recursos a disposición de que se garantice la movilidad de todos/as los/as docentes que quieran participar de la marcha. Esto fue votado por asamblea y es muy importante que se haga efectivo.

Ante las políticas de ajuste y endeudamiento con el FMI, más que nunca hay que salir a las calles para pararles la mano a estos gobiernos que sólo benefician a unos pocos.

NO AL PAGO AL FMI

BASTA DE PRECARIZACIÓN LABORAL

SALARIO IGUAL A LA CANASTA FAMILIAR

BASTA DE VIOLENCIA MACHISTA HACIA LAS MUJERES, PRESUPUESTO REAL CONTRA LA VIOLENCIA DE GÉNERO

CUMPLIMIENTO EFECTIVO DE LA ILE, POR LOS DERECHOS DE LAS INFANCIAS, NIÑAS NO MADRES

ABORTO LEGAL, SEGURO Y GRATUITO

APLICACIÓN DE LA ESI EN TODAS LAS INSTITUCIONES EDUCATIVAS, CON PERSPECTIVA CIENTÍFICA Y DE GÉNERO

SEPARACIÓN DE LA IGLESIA DEL ESTADO

Te invitamos a movilizar junto a la agrupación docente 9 de abril y Pan y Rosas, este viernes 8 de marzo, desde Plaza Belgrano, 17hs.

Fuente de la noticia: https://laizquierdadiario.com/8M-Las-y-los-docentes-paramos-y-nos-movilizamos

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Vídeo: Educación es igual a Libertad con Sergio Fajardo

Por: TEDx Talks.

Es un impulsor de la educación desde la gestión pública, como elemento fundamental para lograr un desarrollo sostenible y la transformación social. Matemático con Maestría y Doctorado de la Universidad de Wisconsin-Madison, Estados Unidos. En 1999 decidió dejar el mundo de la academia para liderar un movimiento cívico e independiente y en el 2004 llega a la Alcaldía de Medellín, en dónde dirigió la más grande transformación de la ciudad. Fue candidato Vicepresidencial del Partido Verde en el 2010 y Gobernador de Antioquia 2012 – 2015. Es un impulsor de la educación desde la gestión pública, como elemento fundamental para lograr un desarrollo sostenible y la transformación social. Matemático con Maestría y Doctorado de la Universidad de Wisconsin-Madison, Estados Unidos. En 1999 decidió dejar el mundo de la academia para liderar un movimiento cívico e independiente y en el 2004 llega a la Alcaldía de Medellín, en dónde dirigió la más grande transformación de la ciudad. Fue candidato Vicepresidencial del Partido Verde en el 2010 y Gobernador de Antioquia 2012 – 2015.

Fuente de la reseña: https://www.youtube.com/watch?v=dgniv9WazS0

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Educación sexual e interculturalidad: una deuda pendiente de Santelices y de la política educacional en Chile

Por: Ricardo Bravo Lepe. 

La educación sexual forma parte de una educación de calidad; si queremos avanzar en una sociedad respetuosa de los derechos humanos, equitativa y con mejores niveles de calidad de vida, necesitamos desarrollar políticas públicas integrales, sin “culpabilizar” a las personas por la carencia de una política pública que aborde una cuestión tan central como la sexualidad y la afectividad. Es decir, individualizar las “culpas” es no hacerse cargo de las falencias estructurales de nuestros actuales sistemas de salud y educación.

El pasado 14 de febrero, el actual ministro de Salud, Emilio Santelices, anunció la situación de los casos de VIH-Sida en nuestro país. Según cifras del Instituto de Salud Pública (ISP), entre enero y diciembre de 2018 se registraron 6.948 nuevos casos de VIH-Sida, lo que evidencia un aumento de 1.132 casos en comparación con los registros del 2017.

Estos son los “datos duros”, que tanto se requieren para diagnosticar cuestiones socialmente relevantes. El problema es cómo se presenta dicha información, pues el titular de la cartera de salud señaló: “Cuando uno desagrega esta cifra, puede encontrar que la mayor parte de estos pacientes, son pacientes extranjeros. Es decir, los que se incrementaron este año son, en mayor parte, pacientes que vinieron con VIH. Sobre eso, lo que a nosotros nos corresponde como Minsal es focalizar nuestra estrategia, generar nuevas estrategias complementarias para ir a identificar esas poblaciones”. Además, en una entrevista radial, agregó que uno de los elementos para explicar el aumento de VIH en el país es que “cuando aparece la píldora del día después ya no usan condón para evitar el embarazo. Entonces, todos estos elementos contribuyeron, y esto por mucho tiempo se fue invisibilizando y hoy en día tenemos estos resultados”.

Las palabras del ministro Santelices son preocupantes para todas aquellas personas que trabajamos directa o indirectamente en el sistema educativo, pues de manera irresponsable e insidiosa tratan de reforzar algunas ideas prejuiciosas y estigmatizadoras respecto de dos grupos de especial protección: migrantes y mujeres. Este discurso se condice, además, con una política antiinmigrante y discriminatoria del actual Gobierno, que se suma a la estrategia de presentación de cifras, muy propia de la actual administración, que solo desvía el foco del problema, el que se deriva de responsabilidades ministeriales. Los dichos y explicaciones del ministro se centraron en culpar a la población migrante, en vez de plantear propuestas que apuntasen al diseño de estrategias que aborden una educación sexual más efectiva desde la promoción, como así también preventiva. La forma en que el ministro de Salud presenta las cifras es una manifestación más de esta política migratoria del actual Gobierno.

Las palabras del ministro Santelices son preocupantes para todas aquellas personas que trabajamos directa o indirectamente en el sistema educativo, pues de manera irresponsable e insidiosa tratan de reforzar algunas ideas prejuiciosas y estigmatizadoras respecto de dos grupos de especial protección: migrantes y mujeres. Este discurso se condice, además, con una política antiinmigrante y discriminatoria del actual Gobierno, que se suma a la estrategia de presentación de cifras, muy propia de la actual administración, que solo desvía el foco del problema, el que se deriva de responsabilidades ministeriales. Los dichos y explicaciones del ministro se centraron en culpar a la población migrante, en vez de plantear propuestas que apuntasen al diseño de estrategias que aborden una educación sexual más efectiva desde la promoción, como así también preventiva. La forma en que el ministro de Salud presenta las cifras es una manifestación más de esta política migratoria del actual Gobierno.

Por un lado, refuerza una idea que se ha instalado en una parte de la población en Chile: que la migración es perjudicial para nuestro país, pues las personas migrantes “traen enfermedades” y “se aprovechan” de nuestro sistema social de salud. Este argumento, por lo demás, ha sido muy utilizado en diferentes momentos y espacios contra la población migrante, demostrando con esa ubicuidad lo artificiosa que es la afirmación. Sin ir muy lejos, ni en tiempo ni en kilómetros, se culpó a los migrantes bolivianos de transportar el dengue por la frontera, en la Argentina del menemismo, y actualmente se suscita un debate emparentado en el país vecino, acerca del supuesto aprovechamiento del sistema de salud por parte del mismo grupo de migrantes, lo que por otra parte muestra un creciente discurso xenófobo a escala regional, que se vale de este argumento sanitario, entre otros. Incluso sin salir de nuestro país, antes se culpó a los migrantes de aumentar la cifra de tuberculosis, o de reactivar la lepra. En definitiva, transformar al migrante en portador de pestes es una estrategia tan vieja y usada como dudosa.

Por otro lado, de manera implícita, las palabras del ministro nos sugieren que las mujeres se han preocupado de prevenir los embarazos, pero no las enfermedades de transmisión sexual. De este modo, la responsabilidad del aumento de las cifras de VIH sería principalmente de ellas.

El ministro de Salud, con sus dichos, refuerza un discurso xenófobo y sexista, pero además desconoce la realidad de las políticas públicas, tanto en el ámbito de su cartera como en el de educación.

En Chile, las campañas públicas de prevención de enfermedades de transmisión sexual que el MINSAL ha desarrollado han sido poco exitosas, entre otras razones, por su fuerte tinte moral y por no vincularse con las reales prácticas sexuales de la población, careciendo de una campaña dirigida específicamente al mundo juvenil, que es un grupo en el que se han incrementado los casos de VIH-Sida.

Desde el campo de la educación, los Objetivos de Aprendizaje Transversales de las Bases Curriculares establecen metas de carácter comprensivo y general para la educación escolar, referidas al desarrollo personal, intelectual, moral y social de las y los estudiantes. Así, en la dimensión afectiva, se plantea “comprender y apreciar la importancia que tienen las dimensiones afectiva, espiritual, ética y social para un sano desarrollo sexual”. Sin embargo, según el análisis de la inclusión de la educación en derechos humanos en el currículum escolar, que realizó el Instituto Nacional de Derechos Humanos en Chile el 2015, solo hay una incorporación directa de temas de sexualidad en dos objetivos de aprendizaje de la asignatura de Ciencias Naturales, en séptimo básico y en segundo medio. Asimismo, no se reconocen los derechos de las personas migrantes en ningún objetivo de aprendizaje explícito, y tampoco hay alusiones a la promoción de la igualdad entre  hombres y mujeres, o la corresponsabilidad doméstica y de crianza.

En consecuencia, una educación sexual con enfoque de derechos humanos e intercultural debiera referirse a derechos sexuales y reproductivos, métodos anticonceptivos seguros y planificación familiar, riesgos de embarazo precoz, prevención y tratamiento del SIDA y de las ETS, diferencias culturales en las formas de concebir y experimentar la sexualidad, entre otros temas. Dichas temáticas se deben abordar de manera integral, sin estigmatizar a ningún grupo de personas y promoviendo una cultura respetuosa de la dignidad de todas ellas. Es por ello que las palabras del ministro Santelices resultan de tal gravedad, pues de manera simplista y unicausal argumentó que las cifras del VIH se debían a la llegada de personas migrantes y a las mujeres que no se cuidan.

La educación sexual forma parte de una educación de calidad; si queremos avanzar en una sociedad respetuosa de los derechos humanos, equitativa y con mejores niveles de calidad de vida, necesitamos desarrollar políticas públicas integrales, sin “culpabilizar” a las personas por la carencia de una política pública que aborde una cuestión tan central como la sexualidad y la afectividad. Es decir, individualizar las “culpas” es no hacerse cargo de las falencias estructurales de nuestros actuales sistemas de salud y educación.

Ser un país intercultural, es decir, una sociedad que respete, valore e incorpore realmente la diversidad, es un esfuerzo que se debe impulsar desde diversos sectores de la sociedad, pero el rol de Estado es crucial, por su obligación de desarrollar políticas respetuosas de los derechos humanos, promover un trato igualitario, sin discriminar ni estigmatizar a ninguna persona por su nacionalidad, origen étnico, género, sexo, edad, o cualquier otra condición.

Fuente de la entrevista: https://www.elmostrador.cl/destacado/2019/02/28/educacion-sexual-e-interculturalidad-una-deuda-pendiente-de-santelices-y-de-la-politica-educacional-en-chile/

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