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El portal Otras Voces en Educación celebra sus 9 millones de visitas.

9 Millones de visitas en el

PORTAL DE LOS MAESTR@S Y LAS PROFESOR@S “OTRAS VOCES EN EDUCACION.ORG”

Con orgullo académico y la alegría propia del magisterio mundial anunciamos que OTRAS VOCES EN EDUCACION . ORG, el portal de los educadores a nivel mundial, acaba de alcanzar las 9 millones de visitas. Esta cifra record en tan solo 16 meses de actividades constituye una evidencia de la importancia que la sociedad le atribuye a la educación.

Con muy escasos recursos presupuestarios y sin apoyo de ninguna instancia, hemos logrado publicar 25470 informaciones (actualmente una novedad cada media hora). Nuestros visitantes han podido leer en este tiempo 5480 artículos de opinión educativa, 17610 noticias sobre reformas, contrarreformas y debates pedagógicos de actualidad, así como 1500 entrevistas a pedagogos, investigadores y decisores, a la par de poder revisar más de 910 documentos de organismos multilaterales, gremios, centros de investigación y un importante número de reseñas de películas.

En fin Otras Voces en Educación es un maravillosos abanico de opciones para estar al día respecto a la perspectiva académica, sindical, de las pedagogías de la resistencia sin dejar de un lado la opinión de los organismos económicos globales.   Un compromiso comunicacional abierto a la pluralidad de enfoques, y la veracidad informativa que no esconde nuestro compromiso con una educación pública, gratuita y de calidad para todos y todas.

Son dieciséis meses de trabajo tesonero de un grupo de pedagogos entre los cuales se cuentan Luz Palomino, Magdalena Saurraute, Iliana Lo Priore, Luis Bonilla-Molina, Rosemary Hernandez, Hayle Avilan, Damaris Scott, Javier Chávez, Jesús Ribas, Juan Echenique, Marianicer Figueroa, Mardeliz Huizi y Keyla Cañizales, Mariangela Petrizzo, Nelly   Blanco, quienes seguimos impulsando la senda que abrieran Boaventura de Sousa Santos, Jurjo Torres Santomé, Luis Bonilla-Molina y una veintena de destacados pedagogos del mundo,.

A partir del 1 de junio de 2017 hemos lanzado una amplia campaña para captar donaciones y anunciantes que nos permitan continuar con nuestra labor de comunicación educativa. Estamos seguros que también en este sentido, contaremos con el apoyo de nuestros lectores y visitantes.

Les invitamos a visitar nuestro portal en http://otrasvoceseneducacion.org y enviar sus artículos y noticias a contacto@otrasvoceseneducacion.org

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Brasil não tem política para reduzir desigualdade na educação, diz especialista

Brasil/Junio de 2017/Fuente: Terra

Resumen: Brasil no tiene una política orientada hacia la reducción de desigualdades en la educación, en la evaluación de la presidenta ejecutiva del movimiento Todos por la Educación, Priscila Fonseca de la Cruz, y eso impacta no sólo datos educativos, sino el desarrollo del país. «Hemos logrado avanzar porque tuvo política única de inclusión en el sistema. Pero se detuvo ahí. No tenemos políticas para priorizar la parcela más pobre de la población «, dice. Los Todos por la Educación, en sociedad con la Editora Moderna, lanzó el Anuario Brasileño de la Educación Básica, que reúne datos de la educación brasileña organizados de acuerdo con las metas del Plan Nacional de Educación (PNE). El PNE fue sancionado en 2014 y establece metas para mejorar la educación hasta 2024. Entre ellas está el aumento de la inversión en el área para por lo menos el 10% del Producto Interno Bruto (PIB) por año – actualmente, Brasil invierte el equivalente a 5, 3% del PIB en educación.

O Brasil não tem uma política voltada para a redução de desigualdades na educação, na avaliação da presidente executiva do movimento Todos pela Educação, Priscila Fonseca da Cruz, e isso impacta não somente dados educacionais, mas o desenvolvimento do país. “A gente conseguiu avançar porque teve política única de inclusão no sistema. Mas parou por aí. Não temos políticas para priorizar a parcela mais pobre da população”, diz.

O Todos pela Educação, em parceria com a Editora Moderna, lançou o Anuário Brasileiro da Educação Básica, que reúne dados da educação brasileira organizados de acordo com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). O PNE foi sancionado em 2014 e estabelece metas para melhorar a educação até 2024. Entre elas está o aumento do investimento na área para pelo menos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) por ano – atualmente, o Brasil investe o equivalente a 5,3% do PIB em educação.

Os dados mostram que há uma grande desigualdade entre a população mais pobre e a população mais rica quando se tratam de indicadores educacionais. “Isso define muito o futuro, não só profissional, mas de vida, participação e cidadania. Estudos que levam em consideração escolaridade mostram que três anos a mais de escolaridade média do país levam a um crescimento de 1% do PIB”, diz Priscila.

Atualmente, as pessoas com idade entre 18 a 29 anos, estudaram em média 10,1 anos. As diferenças aparecem quando considerados os 25% mais ricos da população e os 25% mais pobres. O primeiro grupo, estuda em média 12,5 anos, enquanto o segundo, 8,5 anos, ou seja, uma diferença de quatro anos de escolaridade. A educação é obrigatória, por lei, dos 4 aos 17 anos, o que equivale a 13 anos de estudo.

Embora o país tenha avançado em inclusão de crianças e jovens fora da escola, as diferenças socioeconômicas ainda impactam na educação. Prova disso é que o atendimento das crianças de 4 e 5 anos que vêm de famílias com renda até um quarto de salário mínimo (R$ 234,25) atinge 86,8%. Já entre aqueles que ganham pelo menos um salário mínimo (R$ 937), a taxa de atendimento sobe para 94,8%. Dos 15 aos 17 anos, também há diferença. A taxa de atendimento no primeiro grupo é de 79,1%, enquanto no segundo, 91,5%.

Para combater a desigualdade, de acordo com Priscila, seria necessário inverter a lógica atual e oferecer aos mais pobres uma educação de melhor qualidade, com melhor infraestrutura e melhor formação de professores. O que ocorre, no entanto, é o inverso. “Comunidades que têm escolaridade mais baixa geram menos riqueza, recebem menos riqueza, investem menos em educação e ficam presas nesse ciclo”, diz.

Investimento

Um dos caminhos para reduzir a desigualdade educacional no país é por meio de uma melhor distribuição de recursos e aumento de investimento. O momento, no entanto, de crise econômica, é também de alerta para o financiamento público da educação brasileira, segundo o coordenador de Projetos do Todos pela Educação, o economista Caio Callegari.

Em artigo publicado no Anuário, Callegari mostra que a complementação, pela União, do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) está hoje no patamar mínimo instituído por lei (Lei 11.494/2007). Em 2017, a complementação atingiu o montante de R$ 11,7 bilhões, menor valor em termos reais da série histórica.

“Embora o Fundeb ainda não seja um mecanismo perfeito de redistribuição de recursos e de indução de avanços educacionais, um aporte ampliado na complementação da União permitiria ampliar a equidade do sistema educacional básico, uma vez que o montante seria destinado aos estados com menores valores aluno/ano no Fundeb”, avalia Callegari

O Fundeb é, em muitos municípios, a principal fonte de recursos para a educação básica, pagando o salário dos professores e manutenções na rede de ensino. O fundo é formado por receitas dos entes federativos, mais uma complementação da União.

Callegari também demonstra preocupação com a redução de recursos para educação, sobretudo com a Emenda Constitucional nº 95/2016, que estabelece um teto de gastos para a União.

A previsão da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados é de que o mínimo de investimento em Manutenção e Desenvolvimento do Ensino (MDE) seja inferior ao que seria sob a regra anterior durante todo esse período de vigência da emenda.

Os impactos maiores viriam no decorrer dos anos, quando a economia voltar a se estabilizar. Os cálculos citados por Callegari mostram que no agregado de 2028 a 2036, a perda seria de pelo menos R$ 302,2 bilhões.

O governo diz que como educação ficou fora da regra geral das demais áreas, apesar do setor estar dentro de um teto geral, é possível realocar recursos e aumentar o investimento. O Fundeb também ficou fora do teto geral.

Fuente: http://istoe.com.br/brasil-nao-tem-politica-para-reduzir-desigualdade-na-educacao-diz-especialista/

 

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Libro: La pregunta por la violencia

La pregunta por la violencia

Ana Belén Blanco. María Soledad Sánchez. Sergio Tonkonoff. [Editores]

Ana Belén Blanco. María Soledad Sánchez. [Presentación]

Rubén R. Dri. Emmanuel Taub. Gustavo A. Ludueña. María Stegmayer. María Pía López. Daniel Alvaro. Miguel Angel Rossi. Ezequiel Ipar. Carlos Gustavo Motta. Daniel Mundo. Martina Lassalle. Sergio Tonkonoff. Sofía Tiscornia. Henrik Malmström. [Autores de Capítulo]

Secretaría Ejecutiva.
ISBN 978-987-42-2889-5
Pluriverso Ediciones. CLACSO.
Buenos Aires.
Mayo de 2017
 

Puede decirse que la violencia es una de las problemáticas más recurrentes en las reflexiones e investigaciones que se desarrollan en la actualidad en el marco de las ciencias sociales y humanas. Con todo, es difícil pensar que sea ésta un objeto de indagación claramente delimitado según las exigencias de una rigurosa metodología científica. Vale decir, que pueda rápidamente definirse como una categoría exhaustiva y excluyente. ¿Qué entendemos por violencia? ¿Qué prácticas, procesos, objetos, sujetos pueden ser caracterizados como violentos? ¿Por quién/es? ¿Cómo? ¿Cuáles serían los lenguajes que nos permitirían aproximarnos a su estudio? En resumen, ¿cómo responder a la pregunta por la violencia?
Fuente: http://www.clacso.org.ar/libreria-latinoamericana/libro_detalle.php?orden=&id_libro=1234&pageNum_rs_libros=0&totalRows_rs_libros=1174
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Panamá: Urge reformar educación en Latinoamérica para combatir desigualdad

Panamá/Junio de 2017/Autor: John Alonso/Fuente: HispanTv

La educación puede servir para generar cambios trascendentes en los pueblos de América Latina, que se plantean la urgencia de una reforma en sus métodos.

Uno de los retos más importantes que enfrenta la región latinoamericana en cuanto al tema educativo, sigue siendo el derecho a la educación y el fomento de pilares determinantes como su gratuidad, calidad y equidad; en una América Latina que hoy día, según datos de la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (Cepal), sigue siendo la región más desigual del planeta.

Tras el crecimiento económico registrado en los últimos años, la desigualdad en América Latina continúa siendo un factor determinante en el desarrollo de sus pueblos, cuya salida, según indican especialistas, será proporcional a las reformas educativas que modernicen el sistema en la región.

Esta semana convergieron en la Ciudad de Panamá (capital) distintos especialistas que abordaron el tema de la calidad en la educación, coincidiendo en que esta es el arma primordial para el fortalecimiento de la identidad de los pueblos; más allá de las diferencias estadísticas, sociopolíticas, históricas o culturales de cada uno de sus países.

Si bien es cierto que la inversión pública en la educación de América Latina ha crecido en los últimos años en términos absolutos, el desafío principal es acotar las desigualdades sociales, pues los pueblos indígenas, afrodescendientes y rurales siguen presentando profundas carencias en la instrucción académica que reciben.

Fuente: http://www.hispantv.com/noticias/panama/343324/reformar-educacion-america-latina-desigualdad

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Marruecos: Alhucemas, la ciudad rebelde

Marruecos/Junio de 2017/Autora: Beatriz Mesa/Fuente: El Periódico

Lo que tendría que ser un mes de ayuno (el mes sagrado de Ramadán para los musulmanes) envuelto de espiritualidad, invitando a la expiación de pecados y al encuentro familiar con la vuelta a casa por la navidad musulmana de los migrantes rifeños residentes en el extranjero (MRA), ha pasado a ser a una celebración empañada por el miedo de algunos y el activismo imparable de otros.

Alhucemas se rebela y parece que no hay marcha atrás, lo hace desde su plaza de Ben Ayoub, emulando las plazas de la primavera árabe de 2011. Cada noche -desde que el pasado sábado las fuerzas del orden lanzaran una ola de arrestos contra los activistas más influyentes del movimiento popular- miles de personas se concentran reclamando cambios profundos para El Rif. Nada más terminar la plegaria posterior al ftur (el desayuno, en árabe), los jóvenes, mujeres y niños pequeños acuden a la plaza para protestar pacíficamente. Sentados sobre el suelo de la plaza y en la parte alta de una avenida en pendiente, familias enteras, jóvenes, mujeres y niños gritan desgañitándose “¡Viva el pueblo! ¡Viva el pueblo!”.

En sus manos portan imágenes del Moncef Fkrir, el vendedor de pescado que se arrojó en un contenedor de basura en marcha como señal de protesta contra el abuso de poder o del líder del movimiento popular, Nasser Zefzafi, a quien, junto con otros activistas, las autoridades transfirieron este viernes desde Casablanca a las dependencias policiales de Alhucemas. Sobre ellos pesan cargos de extrema gravedad como actuar atentando contra la seguridad del Estado.

ENCOLERIZADA AVENIDA

Los activistas no están solos, en el otro extremo, un fuerte dispositivo de las fuerzas del orden (policía, fuerzas auxiliares, soldados) cortan la avenida y cada una de sus calles adyacentes a ésta para evitar que nuevos manifestantes se acerquen a la protesta popular. Agentes de la policía interrumpen el acceso de los rifeños a la empinada, larga y encolerizada avenida exigiendo un carné de identidad, “¿a dónde vas?”- pregunta la autoridad. “ A mi casa, ¿puedo?”-responde el vecino rifeño.

La estrategia de las autoridades en las últimas 24 horas ha sido la de sellar el corazón de la de Alhucemas para contener las protestas y evitar su propagación hacia otros barrios de la ciudad rebelde. Sin embargo, los jóvenes más bregados utilizan los efugios necesarios para alcanzar Ben Ayoud desde otros lados de la ciudad llegando incluso astutamente a saltar tejados de viviendas con el fin de lograr su objetivo que no es otro que sumarse a las protestas sociales que duran ya seis meses haciendo tambalear los pilares del ‘establishement’ marroquí.

“Sólo queremos que el Estado responda a nuestro derecho social. Nos sentimos enclavados. Date una vuelta y verás a gente rondando los 40 años sentada en los cafés porque no tiene empleo”, explica a EL PERIÓDICO un rifeño militante del partido socialista USFP. En su discurso se reabren las heridas del pasado de los tiempos del rey Mohamed V y su hijo Hassan II, cuando se empleó el ejército para sofocar con violencia las sublevaciones de los años 57 y 58 .

Los rifeños, medio siglo después, se sienten nuevamente atacados y desafiados ante la imponente presencia del Ejército y el despliegue en calles de cientos de furgonetas de la policía nacional y de los antidisturbios al acecho de cualquier brote de indignación popular: “ es deplorable la intervención directa de las autoridades. Entraron en la casa de mi cuñada para detener a su hijo. Y fíjate que su marido era un agente de la seguridad. Abatieron la puerta de la vivencia pero mi sobrino escapó”, denuncia a este diario muy afligido un notario del Rif. “Nuestra reivindicación es social pero no puede separase de nuestra identidad. Nos sentimos rifeños de Marruecos y no buscamos la independencia, tan sólo el reconocimiento”, añade el militante político a este diario.

RECONOCIMIENTO SOCIAL

La defensa del reconocimiento social ligado a la identidad constituye el catalizador de la movilización del pueblo rifeño, lo que suscita varios interrogantes: “¿si el Estado marroquí cumpliera con sus promesas sociales, los rifeños volverían a casa?”.  “ Por supuesto. Ya lo dijo públicamente Nasser (Zefzafi), el líder, si nos garantizan la construcción de una universidad y la mejora de las condiciones del hospital con la creación de un departamento de oncología para atender a los enfermos de cáncer, abandonamos la calle”- responde esta vez un profesor, director de un centro de formación.

Todos prefieren guardar el anonimato salvo Silya, la joven activista de 23 años y estudiante de literatura amazigh en la Universidad de la ciudad de Oujda, al noreste de Marruecos, cuya intensa actividad en las redes sociales ha abierto la ventana del Rif al exterior. Silya es una de esas mujeres rifeñas cuya odisea vital por juventud e ideas le ha llevado a despojarse del miedo y expresar públicamente “ganar o morir”.

Fuente: http://www.elperiodico.com/es/noticias/internacional/alhucemas-ciudad-rebelde-marruecos-6081606

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Argentina: Intiman al Ministerio de Educación por problemas en las escuelas

Argentina/Junio de 2017/Fuente: Anbariloche

En 48 horas la cartera educativa deberá presentar un informe sobre el estado de los establecimientos escolares de la ciudad.

En el marco del amparo presentado la semana pasada por el legislador Alejandro Ramos Mejía, padres y docentes de distintas comunidades educativas de nuestra ciudad, el juez Rubén Marigo intimó al Ministerio de Educación de la provincia para que presente un informe detallado de cada establecimiento educativo a su cargo en el término perentorio de 48 horas.

Ramos Mejía se mostró conforme con la disposición del magistrado. “Es fundamental que se avance sobre esta problemática lo antes posible, y esta medida va a ayudar a determinar y conocer la verdadera situación edilicia de los colegios afectados”, señaló.

“Los chicos no pueden seguir esperando que retomen las clases, cuando la situación actual se produce, fundamentalmente, por la desidia e incapacidad de los funcionarios del gobierno de (Alberto) Weretilneck», añadió.

Ramos Mejía aclaró que Marigo decidió dar trámite al amparo principalmente para que el Ministerio de Educación repare la totalidad de los edificios escolares que padecen problemas de gas y electricidad, “garantizando así el derecho a la educación de nuestros chicos”.

Fuente: http://www.anbariloche.com.ar/noticias/2017/06/03/58876-intiman-al-ministerio-de-educacion-por-problemas-en-las-escuelas

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ACNUR, impactado por las muertes en el desierto del Sáhara

Suiza/Junio de 2017/Fuente: UNHCR/ACNUR

ACNUR, la Agencia de la ONU para los Refugiados, está impactada por las informaciones sobre la muerte de 44 inmigrantes y refugiados en el desierto del Sáhara esta semana, entre ellos mujeres y niños.

Los supervivientes sugieren que un grupo de 50 personas viajaba en dirección a Libia cuando su camión se averió entre las ciudades de Agadez y Dirkou en el desierto del norte de Níger, lo cual les expuso a un calor extremo y sin agua. Sólo 6 personas pudieron ser rescatadas con vida.

Está claro que los traficantes de personas son capaces de traspasar cualquier límite para explotar a inmigrantes y refugiados desesperados. Estás estremecedoras muertes forman parte de un panorama mayor de explotación, una trampa mortal organizada por los traficantes que se extiende desde el Mediterráneo al Sáhara.

ACNUR abrió recientemente en Níger una oficina en Agadez, cerca de las zonas de tránsito, con el fin de proveer a los refugiados un acceso ágil al asilo. También se trabaja con la Organización Internacional para las Migraciones (OIM) para advertir sobre los peligros del desierto y las travesías en barco. Desde enero de 2017, alrededor de 17.000 inmigrantes y refugiados han cruzado a Libia a través de Níger.

ACNUR está asimismo intensificando su presencia y sus proyectos en Libia en respuesta al empeoramiento de la crisis humanitaria resultante del conflicto, la inseguridad, la inestabilidad política y el colapso de la economía en el país norafricano. Muchos refugiados e inmigrantes terminan siendo detenidos o explotados por traficantes de personas; miles han fallecido mientras intentaban cruzar el Mediterráneo Central hasta Italia desde Libia.

ACNUR necesita $75 millones de dólares para abarcar las crecientes necesidades humanitarias y de protección en Libia, entre las que se incluyen las de los desplazados internos, comunidades de acogida, refugiados y solicitantes de asilo. Esta solicitud de fondos incluye tanto labores de monitorización de la protección e intervenciones como la defensa de de cuestiones relacionadas con el respeto a los derechos humanos, el acceso a los servicios básicos, los procedimientos de asilo y la libertad de circulación. También se necesitan recursos adicionales en Níger, Burkina Faso, Malí y Chad, para ayudar a prevenir y responder a los riesgos asociados con estas mortíferas travesías.

Con esta última tragedia en el desierto del Sáhara, ACNUR repite su llamamiento para la creación de alternativas seguras para quienes necesitan protección internacional a estos peligrosos viajes, incluyendo formas accesibles y seguras de alcanzar Europa, como la reunificación familiar, el reasentamiento y el patrocinio privado. ACNUR continúa centrando sus esfuerzos en ampliar las oportunidades de reasentamiento para refugiados para así salvar vidas.

Fuente: http://www.acnur.org/noticias/noticia/acnur-impactado-por-las-muertes-en-el-desierto-del-sahara/

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