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Kenia: Teachers’ appraisal system has improved curriculum delivery

Kenia / 26 de abril de 2017 / Por: NANCY MACHARIA / Fuente: http://www.nation.co.ke

Amid the heightened political activities in the preparation for elections, performance contracting for the heads of institutions and teacher appraisal reforms are gradually transforming delivery of education to children.

The Teachers Service Commission (TSC) introduced the two performance management tools in January last year to enhance the quality of teaching and ultimately improve learning in primary, and secondary schools and tertiary institutions.

MANAGEMENT AREAS

The reforms are intended to build a performance-oriented culture and instil accountability in public learning institutions.

In performance contracting (PC), the heads of institutions are assessed against negotiated targets in the key management areas that have a direct impact on the quality of education offered.

They include teaching standards; curriculum organisation and implementation; supervision of staff; teaching and learning infrastructure.

Others are financial management and compliance with the law.

In teacher performance appraisal and development (TPAD), they are evaluated on pedagogy, particularly preparation and use of schemes of work, lesson plans and notes, and maintenance of learners’ progress and assessment records.

REDUCED ABSENTEEISM

Other important areas are innovation in curriculum delivery such as integration of information communication technology, implementation of learners’ welfare programmes, participation of teachers in co-curricular activities and collaboration with parents and guardians.

From a survey carried out by the TSC recently, it is evident that save for teething challenges such as slow uptake of technology, poor Internet coverage in some areas and resource constraints, performance contracting and teacher appraisals are already having a major impact on teaching and learning in public schools and colleges.

First, there is improved time management. Because heads and other teachers have targets to achieve, and report on at the end of every term, absenteeism has considerably reduced.

Heads have become more rigorous in supervision because their targets cannot be met without teachers first delivering on their own.

FEEDBACK

They are now regularly verifying professional documents for teachers and promoting teamwork.

Even when assignments outside school or illness lead to missed classes, systems are now in place to ensure the lessons are made up for.

Learners providing feedback on attendance by teachers motivates them not to miss classes.

Every day, student leaders compile a daily summary on attendance by all teachers for accountability.

This is used by the administration to reconcile attendance records for all teachers, including the heads.

As a result, teachers are becoming increasingly sensitive to the needs of learners as their primary clients.

ACCOUNTABILITY

More teachers are preparing and using crucial professional documents such as schemes of work, lesson plans and notes and teaching aids.

Learners’ progress records are well-maintained.

There is also increased integration of information communication technology in teaching, sourcing of appropriate teaching and learning materials from the Internet, and sometimes through mobile phones.

There is evidence that a collaborative culture is developing in schools where teachers involve parents and guardians in the management of learner behaviour.

Equally important, accountability structures in the management of institutional resources have improved.

IMPROVING TEACHING

Compliance with public procurement and disposal of assets laws and regulations, through tendering, evaluation, awarding and disposal procedures is becoming entrenched.

This ensures prudent use of financial resources.

Although it is still early to tell, some heads of institutions are convinced performance contracting and appraisal is the reason for their improvement in examinations.

In order to address the teething problems cited, the commission will commit more resources to induction, training, supervision and communication infrastructure to ease implementation.

Ms Macharia is the Chief Executive Officer, Teachers Service Commission

Fuente noticia: http://www.nation.co.ke/oped/Opinion/Teachers–appraisal-system–improved-curriculum/440808-3902374-128smg2z/index.html

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Portugal: Governo investe 200 milhões de fundos comunitários nas escolas

Portugal / 26 de abril de 2017 / Fuente: http://www.portugal.gov.pt

O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, afirmou que foram celebrados mais de cem protocolos com as autarquias nos últimos seis a sete meses «para que estes 200 milhões de euros de fundos comunitários, do Portugal 2020» cheguem às escolas.

Em Vizela, após ter assinado um protocolo que prevê o investimento de três milhões de euros na escola secundária, o Ministro referiu que o valor servirá para que a escola «possa ser requalificada e para que o projeto pedagógico se possa cumprir ainda com mais eficácia e eficiência».

O caso de Vizela é, para Tiago Brandão Rodrigues, «um claro exemplo do que está a ser feito um pouco por todo o País». O Ministro acrescentou que «a maioria dos acordos já foram celebrados» mas que o Governo continua a trabalhar para que mais investimentos possam ser feitos, numa parceria entre a Educação e os municípios.

O Ministro referiu que este tipo de protocolos prevê que a comparticipação nacional seja assumida, em partes iguais, pela administração central e pelos municípios.

«Existe ainda um conjunto de municípios que estão, neste momento, em negociação para que se possa celebrar os acordos», acrescentou.

Fuente noticia: http://www.portugal.gov.pt/pt/ministerios/medu/noticias/20170424-medu-investimento-escolas.aspx

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Brasil: Materiais da sam disponíveis no site para download – inscrições até 04/05 para recebimento dos kits

Brasil / 26 de abril de 2017 / Fuente: http://campanha.org.br/

É com muita satisfação que comunicamos que todos os materiais da Semana de Ação Mundial 2017 estão disponíveis para download no site www.semanadeacaomundial.org, assim como o manual de subsídios e atividades!

COMUNICADO 02

Semana de Ação Mundial 2017
04 a 11 de junho

Pelo Plano Nacional de Educação – PNE
Rumo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS

Não vamos inventar a roda!

É com muita satisfação que comunicamos que todos os materiais da Semana de Ação Mundial 2017 estão disponíveis para download no site www.semanadeacaomundial.org, assim como o manual de subsídios e atividades!


INSCRIÇÕES: As inscrições permanecem abertas para o recebimento do kit de materiais até dia 04/05, por este formulário: https://goo.gl/HG20IX

Divulgue e garanta a sua inscrição, pois o envio de materiais é limitado aos primeiros 1 mil destinatários que se inscreverem.


Neste ano, a mobilização da SAM é Pelo Plano Nacional de Educação rumo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, marcando um balanço da implementação da Lei nº 13.005/2014, do PNE, contextualizado com o monitoramento dos ODS no Brasil, com ênfase em educação, igualdade de gênero e fortalecimento das instâncias democráticas de participação.

Coordenada pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação há 13 anos, a SAM brasileira acontecerá, em 2017, entre os dias 4 e 11 de junho em todo o território nacional. Ela precede a data de aniversário do Plano Nacional de Educação 2014-2024 (Lei 13.005/2014), dia 25 de junho de 2014, quando foi sancionado. Assim, a SAM brasileira está dedicada ao monitoramento do terceiro ano de implementação do PNE.

Sob o mote, Não vamos inventar a roda!, a SAM garantirá um olhar nacional qualificado e crítico para esse debate, reforçando a necessidade da implementação plena dos marcos legais já existentes para o cumprimento do direito à educação e da necessidade de um chamamento nacional por nenhum retrocesso.

De 2003 a 2016, a Semana já mobilizou mais de 70 milhões de pessoas em todo o mundo, sob iniciativa da Campanha Global pela Educação. Apenas no Brasil, já são 1,2 milhão de pessoas. É a maior atividade de mobilização qualificada da sociedade civil pelo direito humano à educação.

O grande objetivo é fazer uma grande pressão sobre líderes e políticos para que cumpram os tratados e as leis nacionais e internacionais, no sentido de garantir educação pública, gratuita, equitativa, inclusiva, laica, e de qualidade socialmente referenciada para toda criança, adolescente, jovem, adulto e idoso que vive no Brasil.

Nesta edição, os participantes serão convidados a aderir à iniciativa global contra o trabalho infantil e a exclusão escolar,“100 milhões por 100 milhões”, liderada mundialmente pelo Nobel da Paz, Kailash Satyarthi, coordenada no Brasil pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação.

Como participar da SAM 2017?

Qualquer pessoa, grupo ou organização pode participar da SAM, discutindo o tema e realizando atividades em creches, escolas, universidades, sindicatos, praças, bibliotecas, conselhos, e secretarias, envolvendo todas e todos os que se interessam pela defesa da educação pública, gratuita e de qualidade no Brasil. A SAM é um chamamento intersetorial, por isso é importante unirmos forças em todos segmentos e áreas.

O Comitê Técnico que apoiará a execução da SAM 2017 está em fase de composição, em breve partilharemos os nomes das instituições que o integram.

Para obter mais informações sobre a SAM 2017 escreva para:

sam@campanhaeducacao.org.br.

Um forte abraço de toda nossa equipe e esperamos manter intenso contato nos próximos meses!

Maria Rehder

Coordenadora da SAM 2017

Campanha Nacional pelo Direito à Educação

Fuente: http://campanha.org.br/semana-de-acao-mundial/materiais-da-sam-disponiveis-no-site-para-download-inscricoes-ate-0405-para-recebimento-dos-kits/

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25 million children out of school in conflict zones – UNICEF

Chad/Dakar/New York/ 26 de abril de 2017 / Fuente: https://www.unicef.org

Syrian education activist and refugee Muzoon sees impact of conflict on education during trip to Chad

More than 25 million children between 6 and 15 years old, or 22 per cent of children in that age group, are missing out on school in conflict zones across 22 countries, UNICEF said today.

“At no time is education more important than in times of war,” said UNICEF Chief of Education Josephine Bourne. “Without education, how will children reach their full potential and contribute to the future and stability of their families, communities and economies?”

At the primary school level, South Sudan has the highest rate of out-of-school children with close to 72 per cent of children missing out on education. It is followed by Chad (50 per cent) and Afghanistan (46 per cent). The three countries also have the highest rate of girls who are out of school, at 76 per cent for South Sudan, 55 per cent for Afghanistan, and 53 per cent for Chad.

At the lower-secondary school level, the highest rates of out-of-school children are found in Niger (68 per cent), South Sudan (60 per cent) and the Central African Republic (55 per cent). Out-of-school rates for girls spike for this age group, with nearly three quarters of girls in Niger and two in three in both Afghanistan and the Central African Republic not in school.

To help drive an increased understanding of the challenges children affected and uprooted by conflict face in accessing school, 19-year-old Syrian refugee and education activist Muzoon Almellehan, dubbed ‘the Malala of Syria’, travelled to Chad, a country where nearly three times as many girls as boys of primary-age in conflict areas are missing out on education.

Muzoon met a 16-year-old girl who was abducted by Boko Haram outside her school in Nigeria at the age of 13 and was drugged, exploited and abused for three years before fleeing to Chad. Muzoon also met children who are able to get an education for the first time, and community members who, like her once, are risking it all to get children into school.

“Conflict can take away your friends, your family, your livelihood, your home. It can try to strip you of your dignity, identity, pride and hope. But it can never take away your knowledge,” said Muzoon. “Meeting children in Chad who had fled Boko Haram reminded me of my own experiences in Syria. Education gave me the strength to carry on. I wouldn’t be here without it.”

When Muzoon was forced to flee unspeakable violence in Syria four years ago, her school books were the only belongings she took with her. She spent nearly three years in Jordan, including 18 months in Za’atari refugee camp, where she made it her personal miss ion to get more girls into education. She went from tent to tent talking to parents to encourage them to get their children into school and learning. She’s now resettled in the UK.

Like Muzoon, who fled violence in Syria to Jordan, 4,400 children have fled Boko Haram violence in northeast Nigeria to Chad. Unlike her, many of them remain out of school – and therefore risk abuse, exploitation and recruitment by armed forces and groups. Around 90 per cent of children arriving into Chad from Nigeria have never been to school.

UNICEF works in conflict-affected countries to get children back to learning, by providing catch-up education and informal learning opportunities, training teachers, rehabilitating schools and distributing school furniture and supplies.

In response to the education crisis in Chad, UNICEF has so far this year provided school supplies to more than 58,000 students, distributed teaching materials to more than 760 teachers, and built 151 classrooms, 101 temporary learning spaces, 52 latrines and 7 sports fields. UNICEF Chad also supported the salaries of 327 teachers for the 2016-2017 school year.

A USD $10 million allocation from Education Cannot Wait, a fund launched during the World Humanitarian Summit held in May 2016, will provide quality education for children who have been displaced and those living in host communities in Chad.

Despite these efforts, funding shortfalls are affecting children’s access to school in the conflict-affected areas of Chad. Currently, 40 per cent of UNICEF’s 2017 education funding needs in the country have been met.

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Fuente noticia: https://www.unicef.org/media/media_95861.html

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Panamá: Padres de familia rechazan nuevas guías de educación sexual del Meduca

Panamá / 26 de abril de 2017 / Por: Guadalupe León B / Fuente: http://laestrella.com.pa

El viceministro de Educación, Carlos Staff, informó que hasta el momento se están trabajando con las guías para padres y docentes

La Confederación Nacional de Padres de Familia realizará una asamblea general este miércoles para evaluar las acciones que llevarán con el tema de las guías de educación sexual y que según la organización podrían incluir una posible movilización masiva si es necesario.

La reacción surge tras la decisión de la ministra de Educación (Meduca), Marcela de Paredes, quien el jueves pasado anunció que la entidad se está preparando para poner en marcha las cuestionadas guías con los contenidos que se brindarán a los colegios públicos.

Mientars que de manera paralela, la Asamblea Nacional informó su intención de retomar el proyecto de ley 61 sobre la educación sexual.

Luis Cedeño, representante de la Confederación Nacional de Padres de Familia dijo a La Estrella de Panaamá que a pesar de que el año pasado llegaron a un acuerdo con el Meduca, según el cual la institución,  se comprometió a que los iban a tomar en cuenta para la elaboración de los documentos, la entidad no lo hizo.

De acuerdo con Cedeño, en el acuerdo se estableció que el Meduca los iban a llamar para participar con la elaboración de las guías, pero no para validarlas, como se pretedne ahora.

El Meduca estableció cuatro guías, la primera en terminar es la guía para padres, la cual contemple los instructivos para padres de familia y acudientes. Seguidas están las guías para los estudiantes, luego las de los profesores y fnalmente las de las jóvenes embarazadas.

Para estos padres de familia, el tema de la educación sexual tiene que dejar de ser tabú, pero dichas guías deben fundamentarse en temas de valores morales y la ética.

Cedeño aseguró que la organización no está en contra de las guías de educación sexual, lo que ellos piden es que se tomen en cuenta los valores familiares.

El viceministro de Educación, Carlos Staff, explicó que las guías de educación sexual son documentos técnicos que están siendo elaboradas por un equipo interinstitucional.

Hasta el momento, se tiene contemplada la presentación de las guías para los padres de familia y los docentes.

El último informe del Ministerio de Salud revela que en enero de 2017, se registraron 786 casos de adolescentes embarazadas. Estos reportes no incluyen a las jóvenes que buscan atención en la Caja del Seguro Social (CSS) y hospitales privados.

El año 2016 cerró con 11,298 embarazos en adolescentes.

Fuente noticia: http://laestrella.com.pa/panama/nacional/padres-familias-rechazan-guias-educacion-sexual-inconsultas/23997878

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Estados Unidos: Education First, U.S. Based Liberians’ Initiative Improving Education In Liberia

Estados Unidos / 26 de abril de 2017 / Por: Cholo Brooks / Fuente: http://gnnliberia.com

Officially registered in the United States as a not-for-profit organization with the planned objective of helping to improving Africa’s oldest Republic Liberia educational system and to nurture its youthful population as its future leaders, the Education First was born.

The dreams and aspiration of the foundation of this NGO came to spotlight when in 2008 its Executive Director and Founder, Dr. Blidi Stemn, who has been in the field of education for more than two decades came to Liberia in a bid to mold the minds of the Country’s future leaders.

While in Liberia, Dr. Stemn extensively traveled across the country noticing the overcrowding of Liberian school classrooms with children who are ambitious of sound education sitting on lumber supported by cement blocks as they wrote with their notebooks on their laps. Most of the schools visited by Dr. Stemn were staffed with under qualified and untrained teachers who taught at grade levels they themselves had barely achieved.

In spite of the surmounting problems faced by schools and teachers as a result of the 14 years of civil unrest, Dr. Stemn came across some dedicated teachers with limited to no resources teaching in abandoned buildings and open areas. These teachers were making the best of the limited resources available to them at the time.

At the end of his visit to Liberia, this humanitarian and educator, Dr. Stemn established what is now called ‘Education First Academy’ in 2012 to provide quality education to children and youths in under-served communities particularly in southeastern Liberia, specific in Harper, Maryland County.

According to information gathered, in September 2012, Education First Academy started with 40 children from the early per-kindergarten to grade 2. Since its establishment, approximately 300 children are receiving quality education and the primary education program has been extended to include grade 3 through 6. Other programs include after-school remedial sessions, technology literacy, summer camps, and extracurricular activities are also offered at this unique educational setting.

Being aware that education is a treasure that can never be taken away, it must also be noted that it is one of the soundest predictors of well-being and economic stability; as Communities can flourish when families have access to quality early childhood education, high-performing schools and enrichment activities for their children, and when adults can get the skills training and continuing education they need to land and advance in living wage jobs.

Unfortunately, education continues to be the victim in post war Liberia with most of the better facilities found mainly in the capital Monrovia and its environs. According to recent report, approximately 62% of the children in Liberia are not enrolled in any form of primary education program. That’s why promoting educational opportunity is at the foundation of our work in under-served communities in Liberia.

In order to do more for the children of Liberia, Education First, Inc. is soliciting funding to construct its own facility to house Education First Academy in Harper, Liberia.  The enrollment at our current facility, which is privately owned, has increased its enrollment from 40 students in 2012 to 300 in 2016.

This $300,000 (United States Dollars) facility when completed will enable the founders to better provide quality education to approximately 500 students from pee-kindergarten through secondary school. Specifically, the facility will have an early childhood center, a primary school and a secondary school.

In addition, the facility will have administrative offices, school health and wellness center, a multimedia center, library, science and technology lab, multipurpose building for indoor activities, and a cafeteria for the school feeding program. The school will also provide community-based programs for adults, particularly women, outside of regular school hours.

The founders of Education First believe and are of the conviction that there are many people who could immensely wish to contribute to the cause of the future leaders in order for a safe and reliable conduit will be provided for people who want to help Liberia’s children from under-served and rural communities aspire to a brighter future, through access to a good education.

For the betterment and in the interest of the children of Liberia, the founders of Education First have vowed to guarantee donors and supporters who are of the desirous to contribute to the cause that every penny donated to this NGO will go towards the construction of this Education Complex.

Fuente noticia: http://gnnliberia.com/2017/04/24/education-first-u-s-based-liberian-initiative-improving-education-liberia/

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La enseñanza y el aprendizaje de la historia de los genocidios

26 de abril de 2017 / Fuente: http://www.unesco.org/

La nueva guía sobre políticas de la UNESCO en materia de Enseñanza de cuestiones relativas al Holocausto y la prevención de otros genocidios proporciona respuestas eficaces y una gran riqueza de recomendaciones para los interlocutores del ámbito educativo.

¿Qué significa la enseñanza del Holocausto?

La enseñanza del Holocausto consiste fundamentalmente en un estudio histórico de la persecución y el asesinato sistemático, burocrático y auspiciado por el Estado de seis millones de judíos por la Alemania nazi y sus colaboradores.

La enseñanza ofrece también un punto de partida para examinar las señales de alarma que pueden indicar la posibilidad de que nuevas atrocidades masivas ocurran. Este estudio plantea cuestiones sobre el comportamiento humano y nuestra capacidad de buscar chivos expiatorios o dar respuestas simplistas a problemas que acarrean los desafíos sociales complejos. El Holocausto ilustra lo peligroso que resultan los prejuicios, la discriminación, el antisemitismo y la deshumanización. Revela también la gama completa de respuestas humanas al plantear consideraciones importantes sobre las motivaciones y las presiones sociales e individuales que impulsan a las personas a actuar como actúan o a no reaccionar en lo absoluto.

¿Por qué es necesario enseñar el Holocausto?

Para abordar este tema, los interlocutores del sector educativo pueden recurrir a un conjunto de razonamientos y modalidades vinculadas a una gran variedad de contextos y diversas historias en todo el mundo. La guía enumera algunas de las razones principales que hacen que, a escala mundial, resulte pertinente este tipo de enseñanza.

La enseñanza y aprendizaje del Holocausto pueden:

  • Demostrar la fragilidad de todas las sociedades e instituciones llamadas a proteger la seguridad y los derechos de todos. También muestran cómo dichas instituciones pueden volverse en contra de una parte de la sociedad y destacan la necesidad colectiva, fundamentalmente para aquellos que se encuentran en una posición de liderazgo, de reforzar los valores humanistas que protegen y preservan la libertad y la justicia sociales.
  • Poner de relieve los aspectos del comportamiento humano que afectan a todas las sociedades, tales como la tendencia a buscar chivos expiatorios y el deseo de dar respuestas simplistas a problemas complejos; el potencial de violencia extrema y de abuso de poder; y el papel pueden desempeñar el miedo, la presión social de nuestros semejantes, la indiferencia, la codicia y el resentimiento en las relaciones sociales y políticas.
  • Demostrar los peligros del prejuicio, de la discriminación y de la deshumanización, ya sea con respecto al antisemitismo que alimentó el Holocausto u otras formas de racismo e intolerancia.
  • Profundizar en la reflexión sobre las cuestiones contemporáneas que afectan a las sociedades de todo el mundo, tales como el poder de ideologías extremistas, la propaganda, el abuso de poder oficial, así como el odio y la violencia contra determinados grupos.
  • Enseñar el potencial humano en situaciones extremas y desesperadas, tomando en consideración las acciones de los autores y de las víctimas, así como de otras personas quienes, por diferentes motivos, pudieran tolerar e ignorar las formas de odio y violencia, o actuar contra éstas. Esto puede desarrollar una sensibilización, no sólo sobre la forma en que el odio y la violencia suelen arraigarse, sino también sobre la capacidad de resistencia, de resiliencia y de solidaridad en todos los contextos a escala local, nacional e internacional.
  • Llamar la atención sobre las instituciones y normas internacionales establecidas en reacción contra la Segunda Guerra Mundial y el Holocausto. Entre éstas figuran fundamentalmente las Naciones Unidas y sus convenciones internacionales para fomentar y promover el respeto por los derechos humanos; promover los derechos individuales y un trato igualitario en virtud de la ley; proteger a los civiles durante cualquier conflicto armado; y proteger a los individuos que han abandonado sus países por miedo a las persecuciones. Esto puede ayudar a construir una cultura de respeto hacia estas instituciones y normas, así como las normas constitucionales resultantes a nivel nacional.
  • Subrayar los esfuerzos realizados por la comunidad internacional para hacer frente a los genocidios modernos. El Tribunal Militar Internacional de Nuremberg fue el primer tribunal que juzgó “los crímenes contra la humanidad”, y creó los cimientos en materia de justicia penal internacional moderna. La Convención para la Prevención y la Sanción del Delito de Genocidio, según la cual las partes contratantes se comprometen a establecer sanciones penales eficaces para castigar a las personas culpables de genocidio, es otro ejemplo de respuesta directa para hacer frente a los crímenes perpetrados por la Alemania nazi. La enseñanza del Holocausto puede conllevar a una reflexión acerca de la manera en que tales crímenes son recurrentes y sobre el papel que la comunidad internacional debe desempeñar.

¿Cuáles son las metas de la enseñanza y del aprendizaje?

Comprender cómo y por qué ocurrió el Holocausto puede facilitar una mejor comprensión de la violencia masiva en general, así como poner de relieve la importancia de promover los derechos humanos, la ética y el compromiso cívico con miras a reforzar la solidaridad humana. El estudio de estos acontecimientos históricos puede generar un debate sobre los contextos sociales que dan lugar a que determinadas políticas de exclusión logren dividir a las comunidades y creen entornos favorables a los genocidios. Estos análisis son una herramienta potente para que los educandos se interesen en los debates sobre cuestiones relativas a la emergencia y la promoción de los derechos humanos, la naturaleza y la dinámica de los crímenes atroces y cómo pueden evitarse, así como la manera de abordar los traumas del pasado mediante la educación.

Este enfoque educativo ofrece múltiples oportunidades para que los educandos piensen en el papel que como ciudadanos del mundo pueden desempeñar. La guía examina, por ejemplo, cómo la enseñanza del Holocausto, puede incidir en que se alcancen los objetivos de aprendizaje de la Educación para la Ciudadanía Mundial (ECM), uno de los pilares de la Agenda 2030 de Educación. El documento propone temas y actividades que pueden ayudar a informar a los estudiantes, a hacer que tengan una mirada crítica, a que permanezcan socialmente vinculados, y respeten la diversidad, sean responsables y adopten compromisos éticos.

¿Cuáles son los principales ámbitos de implementación?

Cada país tiene un contexto distinto y diferentes capacidades. La guía abarca todos los ámbitos que los responsables políticos deben tomar en cuenta en el marco de la enseñanza del Holocausto y, posiblemente, en la de otros genocidios y atrocidades masivas. Proporciona también orientaciones específicas para cada ámbito. Esto incluye, por ejemplo, programas pedagógicos y manuales escolares, en los que figura la manera de integrar el Holocausto a diversos temas, a qué edad deben ser abordados, y por qué medios garantizar la exactitud histórica de los manuales y programas pedagógicos. Asimismo, la guía abarca la formación de docentes, las prácticas y pedagogías apropiadas en las aulas y los institutos de enseñanza superior. También brinda recomendaciones importantes con miras a reforzar las interacciones con el sector de la educación no formal, mediante la formación de adultos, la colaboración con los museos y memoriales, los viajes de estudio y la celebración de las jornadas internacionales conmemorativas.

Fuente noticia: http://www.unesco.org/new/es/media-services/single-view/news/teaching_and_learning_about_the_history_of_genocide/

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