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Alfombras de Aserrín trascienden fronteras de Honduras

esta actividad se realizó en el marco del tratado de Cooperación, cultural, educativo y científico Honduras y Panamá

Honduras/ 22 de Marzo de 2016/Diario Tiempo

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Tegucigalpa.-La Embajada de Honduras en Panamá, con la iniciativa de la Embajadora, Nery Magali Funes Padilla y el equipo de trabajo, en coordinación con el Ministerio de Relaciones Exteriores y Cooperación Internacional- Subsecretaria de Política Exterior.

Directora del Museo de Comayagua, Licenciada Leda Zapata, quien coordinó la confección de alfombras de aserrín, con la ayuda del Ministerio de Relaciones Exteriores- Viceministerio de Asuntos Multilaterales y Cooperación de Panamá, esta actividad se realizó en el marco del tratado de Cooperación, cultural, educativo y científico Honduras y Panamá.

Para llevar a cabo esta muestra de arte, se contó con la anuencia de las autoridades de la Iglesia Católica, en la elaboración se contó con la ayuda de cinco 5 jóvenes del Programa social “Barrio Seguro” del Gobierno panameño, los funcionarios de la Embajada, Pamela Suazo, estudiante de la Universidad José Cecilio del Valle de Honduras y amigos hondureños residentes en el país.

Las mismas se exhibieron en Plaza Bolívar y en el atrio de la Iglesia San Francisco de Asís, del Casco Antiguo de la Ciudad, para dar a conocer las tradiciones y arte hondureño de las ciudades de Comayagua y Tegucigalpa, en el tiempo de Semana Santa.

Las alfombras fueron exhibidas el día sábado 19 y domingo 20 de marzo “Domingo de Ramos”. El sábado fue durante la reinauguración del Templo San Francisco de Asís, que data desde el Siglo XVII, celebrado con una Eucaristía oficiada por el Arzobispo de Panamá, Monseñor José Domingo Ulloa Mendieta, con la presencia del Presidente Juan Carlos Varela y su Gabinete de Gobierno, Cuerpo Diplomático acreditado, así como feligresía del pueblo panameño.

Cabe resaltar que este arte hondureño fue admirado por ciudadanos panameños y turistas extranjeros quienes se deleitaron viendo esta tradición hondureña en el Casco Histórico de Panamá, declarado por la UNESCO Patrimonio Mundial de la Humanidad.

Fuente: http://www.tiempo.hn/alfombras-de-aserrin-trascienden-fronteras-de-honduras/

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ABACOenRed

NICARAGUA: ¡a 36 años del inicio de la CNA, seguimos construyendo calidad educativa!

NICARAGUA: ¡a 36 años del inicio de la CNA, seguimos construyendo calidad educativa!

ABACOenRed saluda al pueblo de Nicaragua en el 36 aniversario de la Cruzada Nacional de Alfabetización, comprometiéndose con seguir aportando en la construcción de calidad educativa en toda Nuestramérica desde un enfoque de cooperación genuina.

Hace 36 años: La Cruzada Nacional de Alfabetización en Nicaragua. Estuvo inspirada en el mandato del Comdte. Carlos Fonseca Amador, cuando dijo «…y también enséñenles a leer». El 23 de marzo de 1980 miles de personas, con el objetivo de alfabetizar a aquellas que no sabían leer y escribir, partieron de Managua expandiéndose por todo el territorio de Nicaragua, llegando a los más recónditos lugares para convertir la oscurana en claridad.
La Cruzada Nacional de Alfabetización fue un gran movimiento de masas, participaron nicaragüenses de toda clase, también miles de maestras/os de Cuba y de otras nacionalidades, se estima que fueron más de 60.000 los participantes. En un año el índice de analfabetismo quedó reducido a menos del 13% (Era un 52%).En los barrios, aldeas y pueblos ondeaban las banderas que indicaban que aquel territorio estaba libre de analfabetismo.
La Revolución Popular Sandinista, en su primera etapa en aquel entonces, generó su propia pedagogía con su propio material didáctico y filosofía.

CNA, Nicaragua, ABACOenRed

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Brasil: 70% dos estudantes consideram que já ocorreu violência em suas escolas

capa_diagnostico_participativoA Flacso Brasil realizou, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), o Diagnóstico Participativo das Violências nas Escolas: Falam os Jovens, como parte do Programa de Prevenção à Violência nas Escolas. O estudo foi realizado com a colaboração de professores e alunos das últimas séries do ensino fundamental, do ensino médio, e EJA, que foram capacitados para atuar no processo de diagnóstico, em escolas de sete capitais: Maceió (AL), Salvador (BA), Fortaleza (CE), Vitória (ES), São Luís (MA), Belo Horizonte (MG) e Belém (PA).

O estudo alerta para a “tendência a um homogêneo panorama de violência nas escolas públicas, percebidas pelos alunos, ainda que a intensidade de determinados indicadores varie ou tenha marcas regionais”.

Segundo os dados encontrados, a maioria dos estudantes considera que já ocorreu algum tipo de violência nas suas escolas (70%), com exceção dos jovens das escolas de Belém, onde 89% indicaram que não teria ocorrido nenhuma violência. A percepção de que nas escolas teria ocorrido algum tipo de violência foi mais intensa em Maceió (85%), Salvador (83%) e Belo Horizonte (80%).

Considerando o conjunto de cidades pesquisadas, cinco em cada dez jovens indicam que já foram agredidos nas escolas. Cyberbullying (definido pela pesquisa como “zoar, ameaçar ou xingar pela internet”) foi uma das agressões mais citadas, reportada principalmente em Vitória (37%), Belo Horizonte (27%) e Maceió, (27%). Roubos e/ou furtos foram apontados como outra violência comumente sofrida (25%), chegando a serem registrados em 33% em São Luís e 30% em Belém. Ameaças foram apontadas por cerca de dois em cada dez jovens, em cada cidade. Belém se destaca como a cidade em que os jovens menos indicaram ter sofridos agressões físicas (1%), quadro distante do apresentado por Salvador (17%) e Maceió (17%). Chega a 2% os relatos de violências sexuais na escola tomando como referência o conjunto de cidades pesquisadas. Esse patamar é ultrapassado por Salvador e Vitoria, onde 3% dos alunos denunciaram, respectivamente, ter sofrido tal violência.

Mais de um terço dos entrevistados (27,4%) apontam que já sofreram algum tipo de discriminação. Discriminação pelo “lugar onde mora” é uma das construções mais citadas (19%), principalmente em Maceió (28%), São Luís (25%) e Fortaleza (21%). “Raça” e “religião” foram citados por 18% cada. A pesquisa destaca a variedade de temas usados para discriminar: “há jovens que se perceberam vitimizados por sua ‘deficiência física’ (9% em Vitoria, 7% em Salvador, sendo que a média para o conjunto de cidades foi de 6%); por sua ‘orientação sexual’ (assinalado em 11% em Vitoria e 3% em São Luís, e em torno de 6,0% na maioria das demais cidades), por sua ‘classe social’ (cerca de 10% em Belém e Salvador, 9% em Fortaleza); já por preferência política chegou ao nível de 6% em Vitoria, superior ao anotado em outras cidades (em média 4%)”.

 A diretora da Flacso Brasil, Salete Valesan Camba, avalia que o caráter participativo da pesquisa, que incluiu estudantes e professores na realização do diagnóstico, tem “como resultado a possibilidade de, ao mesmo tempo em que desenvolve a pesquisa, formar educadores e jovens como pesquisadores da própria realidade, levando resultado aos pais e à comunidade em um processo de formação e educação”.

O estudo foi coordenada por Miriam Abramovay e realizado por Mary Garcia Castro, Ana Paula da Silva e Luciano Cerqueira. Conheça o diagnóstico completo aqui.

Fonte: Marina Baldoni Amaral –  Flacso Brasil

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Publicação traz relatos de universitários de origem popular

capa_geaCaminhadas dez anos depois: Relatos de universitários de origem popular, o sexto volume da Coleção Estudos Afirmativos, do Grupo Estratégico de Análise da Educação Superior no Brasil (GEA – ES), da Flacso Brasil, conta as trajetórias de alguns estudantes bolsistas do programa Conexões de Saberes dez anos depois do início do programa.

A primeira edição de Caminhadas contava a trajetória dos (as) bolsistas do programa até a chegada na universidade, escritos por eles (as) mesmos. A obra foi resultado de uma parceria entre o Observatório de Favelas do Rio de Janeiro, o Ministério da Educação (MEC) e universidades federais e resultou na publicação de 32 volumes que integram a Coleção Caminhadas de Universitários de Origem Popular, cada um deles contendo ao menos 25 narrativas autobiográficas sobre o trajeto que os estudantes percorreram até chegarem à universidade.

“Em 2006, a redação desses livros era ao mesmo tempo um ato de luta, de superação, de denúncia e de comemoração. Hoje, dez anos depois, alguns deles retornam para nos contar como tem sido o tempo vivido daquele momento até agora. Como antes, esses jovens têm muito a ensinar. Para quem duvida, basta ler as narrativas reunidas neste volume”, afirma André Lázaro, organizador da Coleção Estudos Afirmativos, na apresentação do livro.

Ele afirma também que as narrativas que integram este volume informam acerca dos processos, “ora sutis ora agressivos, com que preconceitos e discriminações atingem a juventude que, com imenso esforço e extraordinária dedicação, supera as condições de pobreza e alcança a universidade pública”.

“Espero que nosso leitor possa ser tocado por essas histórias de vida que superaram as adversidades impostas por uma sociedade elitista, racista, machista e preconceituosa. Espero que também possam ver que a questão não se resume ao mérito, mas às oportunidades, ou à falta delas, que temos durante a vida” afirma Leonor Franco de Araujo, organizadora da obra.

O livro completo pode ser acessado e baixado aqui.

Fonte: Marina Baldoni Amaral – Flacso Brasil

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En México: Prepara SEP evaluación docente en Chiapas y Oaxaca

Por: Redacción | Profelandia 22 marzo, 2016

El Secretario de Educación Pública, Aurelio Nuño Mayer,  evaluó con los gobernadores de Chiapas, Manuel Velasco Coello, y de Oaxaca, Gabino Cué Monteagudo, por separado, los preparativos para realizar la Evaluación del Desempeño  extraordinaria, así como el avance en la implementación de la Reforma Educativa en esas entidades.

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Los encuentros entre Nuño Mayer y los mandatario estatales se llevó a cabo en las oficinas de la SEP.

Los funcionarios dialogaron sobre la evaluación extraordinaria a maestros que fueron seleccionados para realizarla en los meses de noviembre o diciembre de 2015, y que por alguna razón no pudieron presentarla.

En dichos encuentros se contó con la participación del subsecretario de Planeación, Evaluación y Coordinación, Otto Granados Roldan, así también con el comisionado general de la Policía Federal (PF), Enrique Galindo Ceballos.

Se trata precisó la SEP, de trabajar para garantizar a quienes decidan evaluarse, “lo hagan en condiciones de seguridad”.

Fuente de la informacion y de la foto: http://profelandia.com/no-hay-marcha-atras-evaluacion-docente-se-aplicara-conforme-a-lo-previsto-nuno/sep-nuno-evaluacion-desempeno-docente_opt/

Noticias relacionadas:

http://www.jornada.unam.mx/ultimas/2016/03/22/nuno-velasco-y-cue-preparan-evaluacion-extraordinaria-sep-6694.html

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Maestras Pasionarias Españolas en tiempos de la Dictadura de Franco

22-03-2016 | Memoria Histórica | Yo fui presa de Franco | Tercera informacion

En la cárcel de Burgos, España fueron internadas varias maestras a las que apodaban, por rebeldes, “Pasionarias”. Todas las mujeres sufrieron en la prisión, pero las educadoras más que ninguna, porque, además, cuando consiguieron la libertad resultó casi peor. No las permitieron ejercer y la represalia se mantuvo feroz. Fueron apresadas, vilipendiadas, desprovistas del título, exiliadas y, muchas, fusiladas después de múltiples castigos y dolor.

Debería tener un reconocimiento a su labor, porque durante los pocos años que pudieron ejercer su trabajo, enseñaron a los niños y niñas a convertirse en personas de provecho, pero inculcándoles valores e ideas para enfrentarse a una vida distinta a la que hasta entonces habían llevado sus padres, por lo general, analfabetos ante la falta de estudios y de una formación. Ante esta carencia de formación, las clases pudientes acabaron convirtiéndoles en meros siervos. La labor de las maestras consistió en intentar sacar de esa ignorancia y de ese servilismo a aquellas nuevas generaciones. Abrir la mente, donde empieza la liberación.

Las Pasionarias burgalesas se llamaban Sebastiana Alonso Tortajada, detenida con 22 años en Terminón mientras pasaba las vacaciones de verano. Era maestra en Pontevedra. Fue condenada a la última pena, conmutada meses después por la cadena perpetua. Esther Martínez Calvo, natural de Logroño, ejercía de profesora en el pueblo burgalés de Salas de los Infantes. Su pena fue de seis años de cárcel. Matilde Pérez García nació de Sasamón, donde también era maestra hasta que la detuvieron el 27 de julio de 1936 y fue condenada a 15 años de reclusión mayor. Valentina María del Pilar López de Venganzones, maestra en Medina de Pomar, tenía 29 años cuando fue detenida y condenada a seis años y medio de cárcel. Estaba casada y era madre de un niño. A su marido lo fusilaron y ella, cuando fue puesta en libertad, malvivió para sacar a su hijo adelante. Mercedes Chicote Alonso, natural de Palacios de la Sierra y educadora en Roa de Duero. Fue condenada a 30 años de reclusión mayor. Dionisia Arroyo Alonso, nació en Villaquiran, pero era maestra en Gijón al sacar plaza para el colegio público de Jovellanos. Fue condenada a 12 años de cárcel.

Todas obtuvieron la libertad provisional pasados unos años y todas fueron inhabilitadas para siempre para poder ejercer su profesión. La mayoría tuvo que ponerse a servir para vivir.

Sus vidas se diferenciaban mucho de la vida de la verdadera Pasionaria, Dolores Ibárruri. Ella era una activa militante, mientras que estas mujeres no militaban ni en partidos políticos, ni en agrupaciones de mujeres antifascistas. Eso sí, eran jóvenes que creían en la libertad, odiaban las dictaduras, luchaban por la solidaridad, querían un nuevo mundo en el que desaparecieran las clases sociales y todos y todas pudiesen expresarse libremente. Un mundo en el que hubiese trabajo, una jornada suficiente para que los obreros pudiesen vivir dignamente y en el que las mujeres pudieran tener idénticas oportunidades que los hombres.

Fuente de la información: http://www.tercerainformacion.es/spip.php?article100849

Foto: Lamarea.com

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Hamdan Award

El Sr. Khalifa Alsuwaidi en el marco del 8vo Foro internacional de Diálogo de Políticas Docentes expuso los antecedentes, experiencia y alcance del premio internacional Hamdan.  Desde una perspectiva de premiar las mejores experiencias y los desempeños más destacados este premio es un referente del modelo de educación que promueven el modelo de competencias.  En OVE nos parece importante divulgar el esquema de la exposición del Señor  Khalifa Alsuwaidi para el conocimiento y debate en el magisterio.

 

Pueden revisar el esquema de la exposición en el siguiente link:

Premio Hamdan

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