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Se desarrollará una cátedra sobre educación popular en cárceles de mujeres

América del Sur/Argentina/sinmordaza

Macarena Prestigiovanni, de la Comisión de Mujeres por la Libertad, se manifestó sobre un panel que se realizará en la Facultad de Humanidades y Ciencias sobre la educación popular en cárceles de mujeres.

 “Mañana se da en la Facultad de Humanidades la primera cátedra libre de pensamiento feminista; la Comisión de Mujeres por la Libertad fue invitada para llevar adelante un panel testigo de lo que es la experiencia de educación popular en cárceles de mujeres” comentó Prestigiovanni al aire en Sin Mordaza.

“Desde la Comisión estamos trabajando en la unidad penal número cuatro. Es un grupo independiente que se organiza con la necesidad de poder acompañar la construcción de espacio de políticas feministas, a partir delo que es el gobierno macrista represivo, regresivo, que recae en las mujeres pobres y sin trabajo y las que sufren violencia extrema que son las mujeres privadas de la libertad” manifestó la entrevistada.

“Llevamos adelante dentro de esta unidad un proyecto de cine, género y derechos humanos que es un proyecto de educación en cárceles, de la mano de un proyecto de cooperativa textil con las compañeras que ya están saliendo libres o en prisión domiciliaria” explicó.

“La cátedra está organizada por Insurgencia Feminista, que es una organización dentro de la facultad, y va a hacer estas jornadas a lo largo de todo el año. Es mañana a las 18 horas en el aula cuatro de la Facultad de Humanidades. El jueves que viene vamos a estar a las 16 horas en la Facultad de Derecho”.

Al respecto, Alejandra o ‘Pini’, quien ya recuperó su libertad, se manifestó sobre estas experiencias desde el interior de la cárcel. “Los casos de las chicas federales que se encuentran en Santa Fe, casi todas están con el abogado defensor de la federal, es el que le designan y nunca resuelven nada. Cuando deciden trasladar a estas chicas las mueven a cualquier punto del país, no importa si tienen hijos o no”.

“Al no tener un abogado pago dependemos de los abogados del Estado. No hay compromisos del Estado ante esta situación”.

Al ser consultada sobre si se participa en estas experiencias, Alejandra afirmó que “se participa, yo participaba de todos los talleres, una trata de reinsertarse lo más posible. Yo terminé el secundario y estaba estudiando en la UNL, hasta que me trasladaron a La Pampa sin motivo alguno. La situación en La Pampa era mucho peor”.

Fuente: http://www.sinmordaza.com/noticia/437983-se-desarrollara-una-catedra-sobre-educacion-popular-en-carceles-de-mujeres.html

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Brasil: Representantes da área de educação criticam MP que altera as regras do Fies

Brasil/Agosto de 2017/Fuente: Jornal Do Brasil

Resumen: En audiencia pública interactiva este miércoles, representantes de la enseñanza superior, de los trabajadores en educación, activistas del sector e internautas criticaron la Medida Provisional (MP) nº 785/2017, que cambia las formas de concesión del Fondo de Financiamiento Estudiantil (FIES). A lo largo del debate en la comisión mixta encargada de emitir opinión sobre la materia, ellos fueron unánimes en afirmar que la MP atiende a las necesidades fiscales del gobierno federal, pero restringe el acceso de los estudiantes al financiamiento estudiantil, al exigir fiador y extinguir el plazo de carencia Para la aprobación de la gestión del préstamo, hoy de 18 meses, entre otras enmiendas.

Em audiência pública interativa nesta quarta-feira (23/08), representantes do ensino superior, dos trabalhadores em educação, ativistas do setor e internautas criticaram a Medida Provisória (MP) nº 785/2017, que altera as formas de concessão do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Ao longo do debate na comissão mista encarregada de emitir parecer sobre a matéria, eles foram unânimes em afirmar que a MP atende às necessidades fiscais do governo federal, mas restringe o acesso dos estudantes ao financiamento estudantil, ao exigir fiador e extinguir o prazo de carência para quitação do empréstimo, hoje de 18 meses, entre outras alterações.

Representante da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior, Sólon Caldas disse que a MP atende a interesses imediatos do governo, mas abandona totalmente o caráter social do Fies. Ele destacou ainda que os mais ricos estudam de graça nas universidades públicas, enquanto os menos favorecidos precisam pagar mensalidades em estabelecimentos particulares de ensino. Também alertou que o número de vagas oferecidos pelo programa não atende à demanda dos alunos.

Sólon Caldas criticou, entre outros pontos, o fato de o governo não financiar 100% da mensalidade, o que faz com que o estudante não tenha como arcar com a diferença. Além disso, o governo estabelece alguns cursos prioritários, nem sempre em consonância com o mercado de trabalho, e as vagas acabam sobrando e ficando ociosas no sistema.

«A MP fatiou o Fies em três modelos. O primeiro oferece só 100 mil vagas. Nos outros dois modelos, o governo transfere o risco financeiro para os bancos. A restrição vai ser muito maior. O “juro zero” é um discurso perigoso do governo. O juro é corrigido pelo INPC. Em 2014, foram mais de 730 mil contratos. Em 2017, não vamos chegar a 200 mil. Precisamos de um Fies sustentável, mas que não fique só de enfeite», alertou.

Representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, Gilmar Ferreira disse que a MP não abarca de forma plena as metas decenais do Plano Nacional de Educação (PNE), que preveem avanços na instrução de grupos historicamente desamparados na educação superior.

«A MP traz limitações na admissão do tempo de carência aos que acessaram o benefício e no desconto consignado em folha de pagamento. A fragmentação dos contratos dificultará a quitação. A exigência de fiador levará a outras exigências que dificultarão a obtenção do financiamento. O governo continua com sua saga de contenção de gastos para alimentar o rentismo, e provoca submissão dos parcos recursos públicos. No caso dos fundos regionais de desenvolvimento, eles atendem mais ao mercado internacional de exportação in natura, deixando à margem o desenvolvimento local, ou submetendo as regras às exigências do mercado», afirmou.

Assessor jurídico do Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior, José Roberto Covac afirmou que a educação não deve representar custo, mas um investimento necessário para o desenvolvimento do País. «Vai ter redução do programa. A gente não sabe até que ponto os recursos serão destinados no montante necessário para o ensino superior. O desafio que temos é cumprir as metas do PNE. O aluno, ao sair do Fies, agrega receita no mínimo de 70%, fora a qualificação que ele vai dar ao sistema de produção do País, ressaltou.

Representante da Associação Nacional das Universidades Particulares, Elizabeth Guedes destacou a importância do crédito estudantil e da educação para o desenvolvimento nacional. «Se nós, de ensino superior, tivéssemos os três milhões de alunos adicionais que nos permitissem chegar à média da OCDE [Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico], só de aumento do PIB [produto interno bruto] a gente teria de três a seis por cento. Ninguém que pegou empréstimo com o Fies deve nada ao Brasil, pelo contrário. O país sempre ficará devendo toda vez que um jovem se formar, gerar emprego e começar a pagar impostos», afirmou.

Expansão do ensino superior

Membro do comitê da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Catarina de Almeida disse que o Brasil precisa decidir se vai continuar com o empréstimo subsidiado ou adotar uma ação de longo prazo para expansão da educação superior pública. «Temos que aumentar em 50% o número de vagas, sendo que 40% precisam ser nas universidades públicas, com a expansão de mestres e doutores. As universidades federais estão em processo de contenção de sua expansão, mas são as universidades que têm o maior número de professores com dedicação exclusiva. É preciso pensar no processo de regulação da educação, fazer avaliação do financiamento e de seu retorno para a educação de qualidade e a empregabilidade – defendeu.

Representante da Associação Brasileira de Estágios, Seme Arone Júnior observou que apenas 16% da população entre 25 e 34 anos têm nível superior no País, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual é de 11% entre as pessoas mais velhas, em torno de 55 anos. «Há um impacto do ensino superior na empregabilidade. No Brasil, o percentual de quem tem nível de ensino superior completo é de 6,4%. Quem não tem ensino médio vive um drama. É importante dar acesso à educação para os jovens. Precisamos ampliar a inserção do jovem no ensino superior», afirmou.

Representante da Confederação Nacional Dos Estabelecimentos de Ensino, Jorge de Jesus Bernardo disse que a MP não vai ampliar o acesso ao ensino superior no País. «A MP não atende aos alunos, aos mantenedores e ao próprio país. Não estamos contribuindo para o desenvolvimento do Brasil», alertou.

Por sua vez, o senador Pedro Chaves (PSC-MS) disse ser favorável ao aprimoramento do Fies. Ele sugeriu o aumento do Fundo Garantidor e da participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no programa. «Temos que definir uma forma de minimizar o problema. Sou favorável ao Fies, ao aumento do número de vagas e a facilitar ao máximo. Se não, o estudante não tem condição». afirmou.

Ao final da audiência pública, o relator da matéria, deputado Alex Canziani (PTB-PR) disse ser favorável ao aprimoramento da MP. «Acredito que a gente possa buscar um novo caminho, construir um texto mais adequado ao que a sociedade precisa, sem esquecer a situação fiscal em que se encontra o Pais, disse.

Essa foi a primeira das cinco audiências programadas pela comissão mista para instrução da MP nº 785/2017. O colegiado é presidido pelo senador Dalírio Beber (PSDB-SC). A relatora-revisora da MP é a senadora Lúcia Vânia (PSB-GO).

O que estabelece a MP do Fies

A Medida Provisória nº 785/2017 aponta para a redução de riscos fiscais, eleva as garantias da União e altera o perfil dos financiamentos concedidos pelo Fies, a serem definidos em três modalidades de contratação. Com a edição da medida, o governo federal espera a redução da inadimplência no cumprimento dos contratos, limitação de riscos, melhoria nas condições de financiamento e racionalização das amortizações.

O atual Fies, vinculado ao Ministério da Educação, comportará uma das modalidades de contratação (Fies 1 – Fundo Garantidor), com a participação da União no limite global de até R$ 2 bilhões. A MP cria o Programa de Financiamento Estudantil, que comportará duas outras modalidades de concessão de crédito (Fies 2-Regional e Fies 3-Desenvolvimento/Trabalhador). Também destina ao financiamento recursos de fundos constitucionais e de desenvolvimento regional, além de linhas de crédito do BNDES; estabelece a exigência de fiador em alguns casos; elimina a carência para o início do pagamento do financiamento e autoriza a concessão abatimentos e descontos aos estudantes, entre outras alterações.

O Fies 1 – Fundo Garantidor destina-se a estudantes com renda familiar bruta de até três salários mínimos per capita, com previsão de taxa de juros zero e de 100 mil vagas por ano. As receitas dessa modalidade de financiamento são as atualmente utilizadas, com origem no Tesouro Nacional.

A MP autoriza a União a participar do Fundo Garantidor no limite global de até R$ 2 bilhões. As entidades mantenedoras serão cotistas do fundo na proporção inicial de 13% sobre o valor dos encargos educacionais financiados. Esse percentual irá variar a partir do segundo ano, de acordo com a inadimplência dos estudantes que cursaram cada instituição de ensino.

O Fies 2 – Regional destina-se a estudantes com renda familiar bruta de até cinco salários mínimos per capita, com taxa de juros de 3% ao ano e de 150 mil vagas por ano. As receitas dessa modalidade serão advindas do fundos constitucionais de financiamento do Norte (FNO), do Nordeste (FNE) e do Centro-Oeste (FCO). A aplicação de recursos dos fundos constitucionais deverá ser efetuada nas respectivas regiões de atuação. Os agentes financeiros deverão ser o Banco da Amazônia (Basa), o Banco do Nordeste (BNB) e o Banco do Brasil (BB), gestores dos fundos.

O FIies 3 – Desenvolvimento/Trabalhador também destina-se a estudantes com renda familiar bruta de até cinco salários mínimos per capita, com juros regulados pelo mercado e de 60 mil vagas por ano, com possibilidade de mais 20 mil vagas. As receitas dessa modalidade também virão dos fundos constitucionais de desenvolvimento. Há ainda a possibilidade de uso de linha de crédito do BNDES.

As instituições financeiras assumirão integralmente o risco de crédito das operações e o custo de captação (Taxa de Longo Prazo – TLP). Para o Fies 2 e o Fies 3, as condições de concessão do financiamento ao estudante serão definidas entre o agente financeiro, a instituição de ensino superior e o estudante, obedecidos os critérios estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Fuente: http://www.jb.com.br/informe-cnc/noticias/2017/08/24/representantes-da-area-de-educacao-criticam-mp-que-altera-as-regras-do-fies/

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Una escuela de preescolar en Bélgica observa signos de radicalización en algunos niños

Bélgica/24 agosto 2017/Fuente: 20 Minutos

  • El documento presentado por el centro incluye el caso de un niño que amenazó con matar «infieles» y llamó «cerdos» a sus compañeros.
  • Es el primer caso de este tipo que se aborda en todo el mundo.

Los profesores de una escuela de preescolar de la localidad belga de Ronse expresaron su preocupación después de observar en algunos niños señales de que pueden estar expuestos a influencias islamistas radicales, según informa este lunes el diario local Het Laatste Nieuws.

En el informe interno de la escuela de Ronse se describe de manera detallada el comportamiento de estos niños, que recitan versos del Corán en árabe en el patio, no van a escuela los viernes (día sagrado para los musulmanes) y rechazan dar la mano a alguien del sexo opuesto por razones religiosas.

Un menor llamó «infieles» a sus compañeros El documento incluye además, el caso de un niño que amenazó con matar «infieles», llamó a otros niños «cerdos» y se pasó el dedo por la garganta mientras simulaba el movimiento de «degollar».

Las escuelas flamencas están trabajando duro para combatir la radicalización entre alumnos.

De hecho, se trata del primer caso de radicalización de niños de preescolar que está siendo examinado.

Según recoge la agencia Belga, la ministra de Educación flamenca, Hilde Crevits, ha calificado el caso como «muy excepcional».

Fuente: http://www.20minutos.es/noticia/3116671/0/belgica-escuela-preescolar-rasgos-radicalizacion/

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España: Una escuela de Barcelona será el primer centro público LGTBI «amigable»

España/24 agosto 2017/Fuente: La Vanguardia

La escuela Turó Blau del barrio barcelonés de Sant Andreu del Palomar será el primer centro público catalán validado como «LGTBI amigable» por la Asociación de Familias LGTBI, que el próximo curso aplicará allí el programa «Escuelas Rainbow» para sensibilizar sobre la diversidad en las aulas.

El proyecto, que dura dos años, ya se ha aplicado en otros centros concertados y privados, y se realizará gracias a la subvención de La Filadora, el fondo de solidaridad de los concejales de Barcelona en Comú, que financiará los 4.000 euros por curso que cuesta.

La presidenta de la entidad, Katy Pallàs, ha explicado a Efe que el proyecto «Escuelas Rainbow» es un programa para prevenir las conductas homófobas y la marginación social de las personas LGTBI y de sus familias en las escuelas de infantil y primaria.

Tres profesionales de la entidad formarán a los docentes, a las juntas directivas y al personal no docente de los centros y ayudarán a los profesores a incluir materiales didácticos (como libros o películas) en sus clases, sea cual sea la materia.

Además, durante el segundo año, el centro debe organizar unas jornadas para celebrar la diversidad, a través de actividades, charlas o cineforos.

En los talleres, los formadores explican a los profesores temas como la diferencia entre género y sexo, o la afectación que puede tener el binarismo en las personas que no lo pueden cumplir, siempre con el objetivo de que este conocimiento lo trasladen después a sus clases, con un lenguaje adaptado a los más pequeños.

Esto se consigue a través de materiales didácticos que la entidad pone a disposición de los centros, ya sean libros o largometrajes.

Por ejemplo, la asociación facilita dos documentales que ha rodado: «Hom Baby Boom», dirigido por Anna Boluda y que aborda el papel de las familias LGTBI, y «Right to Love», de la directora Adaia Teruel, que trata la situación legal de las familias LGTBI en los diferentes países de Europa.

El programa también llevará a la escuela a un cuentacuentos y prestará varios libros para que los profesores los trabajen en clase, como «Aitor tiene dos madres», «El gran libro de las familias», «Las cosas que le gustan a Fran», «Papá, papi y yo» y «La princesa valiente».

La presidenta de la entidad reconoce que el proyecto surgió hace tres años porque las familias venían a su entidad a pedir referencias sobre escuelas seguras, en las que sus hijos no fueran discriminados, ya sea por su orientación o identidad sexual o la de sus padres.

Pallàs cree que «la información es lo que nos hará libres» y por ello ve imprescindible que los niños «escuchen desde pequeños palabras como gay, lesbiana o trans» porque así «se rompe el estigma», y subraya que la mejor manera de hacerlo es desde pequeños y a través del acompañamiento de sus profesores.

El programa está inspirado en otro similar que se lleva a cabo en Inglaterra desde hace diez años y es el único de este tipo en Cataluña ya que, aunque sí que se imparten talleres esporádicos, no hay una «educación en la diversidad sostenida», asegura Pallàs.

Katy Pallàs reconoce que le hubiese gustado contar con el apoyo de la Generalitat, con la que se reunieron hace meses para exponerle el proyecto, tras haber solicitado un encuentro en numerosas ocasiones, aunque finalmente no lograron ningún compromiso, lo que critica porque de esta manera «incumplen» el artículo 12 de la Ley catalana contra la LGTBIfobia.

Fuente noticia: http://www.lavanguardia.com/vida/20170824/43772962355/una-escuela-de-barcelona-sera-el-primer-centro-publico-lgtbi-amigable.html

Fuente imagen: http://e.rpp-noticias.io/normal/2016/10/17/232523_268449.png

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República Dominicana: Crisis: ADP pide desbloqueo; Educación exige pruebas

República Dominicana/24 agosto 2017/Fuente: metro RD

Bloqueo. La situación generada por el bloqueo de nómina de miles de profesores ha provocado que en varias escuelas el año escolar no haya iniciado.

 Tras varios días de paralizaciones docentes y movilizaciones, la Asociación Dominicana de Profesores (ADP) y el Ministerio de Educación (Minerd) llegan a un acuerdo y crean comisión mixta para investigar los casos “uno por uno” de los miles de maestros que les mantienen sus cuentas de nóminas bloqueadas, por lo que no han podido cobrar desde el pasado mes de junio.

educaciónMostrando supuestas evidencias de que si trabajaban. / mETRORD

El acuerdo fue establecido luego que una comisión del gremio profesoral, encabezada por su presidente Eduardo Hidalgo, fue recibida por el funcionario del Minerd, Julio Santana.

Educadores de todas partes del país que permanecen bloqueados en la nómina de Educación, realizaron la mañana de este miércoles una vigilia frente a la sede de esa institución en demanda de que sean depositadas sus respectivas remuneraciones de manera retroactiva.

Dicha comisión, compuesta por 21 representantes de la ADP más el personal del ministerio, iniciaron los trabajos de depuración desde ayer en la tarde, según informó Eduardo Hidalgo.

El gremio advirtió al ministro de Educación, Andrés Navarro, que si no se resuelve la situación de los maestros bloqueados continuarán  con las protestas y hasta paralizaciones, “lo que acabaría con la paz en el sistema educativo”.

Los profesores mostraban pancartas y vociferaban consignas a ritmo de redoblantes mientras policías y militares vigilaban de cerca la manifestación, al tiempo que otro grupo carga un ataúd como simbolismo a la situación de detrimento en que se encuentran los profesores por no estar cobrando sus salarios desde el mes de junio.

“Yo trabajo, no soy botella”, expresaba una de las pancartas, con la denominación “Mao” para indicar que procedían desde la provincia Valverde.

La movilización de los educadores causó largos taponamientos en las inmediaciones del Ministerio de Educación, en la Zona Universitaria.

El inicio formal del año escolar fue el pasado 21 de agosto, y a pesar de que el Minerd dijo que la asistencia fue masiva desde aquel día, los piquetes que han hecho profesores en distintas escuelas del país han impedido que el inicio de clases en paz sea efectivo en todas las escuelas.

No han iniciado

El mismo lunes 21, el presidente de la seccional ADP,  Miguel Ángel Féliz, dijo que los docentes iniciarán el año escolar 2017-2018 cuando Educación normalice la situación de más de 40  docentes bloqueados en nómina del municipio cabecera Santa Cruz de Barahona , por lo que desde ese día los maestros solo acudieron a firmar el libro, no a dar docencia.

educaciónA ritmo de diversos intrumentos vociferaban consignas. / METRORD

Ese mismo día, profesores de la región este no fueron a los centros donde imparten docencia, y en cambio marcharon vestidos de negro en solidaridad por sus compañeros que permanecen bloqueados por parte del Minerd.

De igual manera, en Azua cientos de profesores protestaron y no participaron en la apertura del año escolar dispuesto por el Minerd.

La seccional de la ADP en esa provincia sureña advirtió que no habrá clases hasta que no se resuelva el problema con los profesores bloqueados y reciban sus salarios atrasados, según profesores que participaron en el reclamo, la paralización afecta a más de 90 centros educativos.

Diputados

Varios diputados consultados sobre el tema exhortaron al Ministerio de Educación a que “apure el paso”, en el proceso de saneamiento de la nómina, puesto que muchos maestros que sí trabajan están siendo afectados por tener ya dos meses sin devengar sus salarios.

educación

Pidieron una auditoría seria y creíble, ante la situación de que muchos maestros siguen bloqueados y que llevan años cumpliendo con su labor.

ADP

Se recuerda que la ADP había presentado el pasado lunes los documentos que según el gremio demuestra que el 80% de los maestros bloqueados por el Ministerio de Educación sí están laborando.

Eduardo Hidalgo aseguró que luego de un recorrido realizado por la ADP por las 32 provincias del país se determinó que de los 3 mil 929 maestros bloqueados 3 mil 143 si están laborando.

Fuente: https://www.metrord.do/do/destacado/2017/08/23/crisis-adp-pide-desbloqueo-educacion-exige-pruebas.html

 

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Exigen educación para refugiados sirios en Jordania

Jordania/24 agosto 2017/Fuente: Debate

Los donadores también reafirmaron su compromiso con el plan jordano para «acelerar el acceso de los niños refugiados sirios a educación formal de calidad».

Canadá, el Fideicomiso Regional de la Unión Europea (UE) de Respuesta a la Crisis Siria, el Fondo Madad, Alemania, Noruega, Reino Unido y Estados Unidos anunciaron hoy que seguirán apoyando a Jordania en el manejo de los refugiados sirios.

Los donadores también reafirmaron su compromiso con el plan jordano para «acelerar el acceso de los niños refugiados sirios a educación formal de calidad», indicó el Ministerio de Educación.

Embajadores y representantes de Canadá, la UE, Alemania, Noruega, Reino Unido y Estados Unidos pusieron a disposición de forma conjunta 54 millones de dinares para el próximo ciclo escolar.

Foto: Internet

El ministro de Educación de Jordania, Omar Razzaz, brindó una actualización sobre el avance del plan del ministerio para «acelerar el acceso» y pidió continuar con el apoyo financiero de los donadores para el próximo ciclo escolar 2017/2018.

Razzaz y los donadores acordaron que el ministerio establecerá un plan para incrementar de forma significativa el número de niños refugiados sirios inscritos en escuelas formales.

El ministro de Planificación y Cooperación Internacional de Jordania, Emad Fakhoury, agradeció el apoyo de los donadores, lo que ha ayudado a Jordania a responder en los últimos años a sus necesidades humanitarias, resilientes y de desarrollo.

Fakhoury dijo que 125.000 niños sirios se inscribieron en escuelas el año pasado, las escuelas de doble turno aumentaron a 200 y se contrataron 5.700 nuevos maestros.

Fuente: https://www.debate.com.mx/mundo/Exigen-educacion-para-refugiados-sirios-en-Jordania-20170822-0010.html

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Los jóvenes iraquíes se interesan cada vez más en estudiar en Rusia

Rusia/24 agosto 2017/Fuente: Sputnik Mundo

El embajador de Irak en Rusia, Haidar Mansour Hadi, en una entrevista con Izvestia habló sobre las perspectivas de cooperación entre Moscú y Bagdad en el ámbito militar y educativo. También contó sobre los planes de restauración de Mosul tras su liberación.

Irak y Rusia tienen una larga historia de cooperación en el campo de la educación superior. En estos momentos, cerca de 5.000 estudiantes iraquíes se educan en Rusia y este número está en crecimiento, explicó el embajador.

Cada año, el Gobierno ruso concede a los iraquíes cupos en sus universidades para la educación superior gratuita. Este año, 160 iraquíes han podido estudiar en Rusia a expensas del Gobierno ruso, pero las autoridades iraquíes han pedido aumentar este número a 354.

«Un número cada vez mayor de estudiantes iraquíes nos pide ayuda o consejos sobre cómo inscribirse en las universidades rusas», señaló el embajador.

En lo que corresponde a la cooperación militar, el mes pasado se anunció un acuerdo para la compra de decenas de tanques rusos T-90, además de las armas rusas que ya se usan por el Ejército iraquí.

«Las armas rusas son usadas en la guerra contra Daesh, nuestros militares se entrenan en Rusia y ambas partes están interesadas en continuar esta cooperación», aseguró Hadi.

Sobre la reconstrucción de Mosul, el embajador destacó que los terroristas no dejaron piedra sobre piedra en algunos de los barrios, por lo que las autoridades iraquíes se enfrentan a grandes retos para no solo recuperar los edificios y la infraestructura, sino también impulsar el regreso de los antiguos residentes a la ciudad.

«Y, por supuesto, estamos trabajando con los países vecinos y con toda la comunidad internacional en términos de recaudación de fondos. Algunos Estados se han comprometido ya a la reconstrucción de Irak. Las empresas rusas también han mostrado interés en convertirse en parte de este proceso», señaló Hadi.

Según el diplomático, para regresar a Mosul a su estado anterior a la llegada de Daesh (grupo terrorista prohibida en Rusia y otros países) se requiere unos 1.000 millones de dólares.

Asimismo, Hadi sostuvo que dentro de un par de meses, la ciudad iraquí estará completamente libre de invasores. «La operación para la liberación de Mosul ha durado nueve meses: la ciudad podría haber sido tomada por nuestras tropas mucho antes si el enemigo no hubiera utilizado a la población civil como un escudo humano», concluyó.

Fuente: https://mundo.sputniknews.com/prensa/201708221071776504-irak-rusia-cooperacion-militar-educacion/

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