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Brasil: Bolsonaro pretende banir pedagogia de Paulo Freire e censurar escolas

Redacción: Verônica Lugarini/Portal Vermelho

Resumen: El discurso antidemocrático del candidato a la presidencia, Jair Bolsonaro, alcanza en pleno la educación. Las propuestas del diputado para el área engloban censura y retroceso al defender el criticado programa, Escuela sin Partido, la educación a distancia desde la enseñanza fundamental como forma de baratear la educación, la reducción de cuotas en las universidades y hasta la ‘expurgación’ de la ideología del educador Paulo Freire.

O discurso antidemocrático do candidato à presidência, Jair Bolsonaro, atinge em cheio a educação. As propostas do deputado para a área englobam censura e retrocesso ao defender o criticado programa, Escola Sem Partido, a educação à distância desde o ensino fundamental como forma de baratear a educação, a redução de cotas nas universidades e até a ‘expurgação’ da ideologia do educador Paulo Freire.

Representando a extrema-direita nas eleições, o candidato a presidência Jair Bolsonaro (PSL) coleciona insucessos em seus anos de mandato na Câmara, como o completo desprezo da educação. Deputado há 27 anos, ele teve apenas dois projetos aprovados e, das 150 propostas apresentadas, apenas um trata de educação.

Essa única proposição foi apresentada em 1991 quando o ex-militar estreava no Congresso. Denominada PL 2.332/1991, ela estabelecia a redução de impostos federais nas cobranças de taxas, mensalidades e emolumentos nos estabelecimentos de ensino para famílias com mais de um filho. O projeto foi apresentado em seu primeiro ano de mandato e está arquivado.

Já a ofensiva contra as cotas nas universidades é antiga. Como chacota, Bolsonaro apresentou um projeto (PLP 354/2006) que garantia 50% das vagas para deputados federais às populações negras e pardas. Todavia, a intenção do deputado era justamente o oposto de democratizar o acesso à política, mas ironizar o sistema de cotas para negros nas universidades discutido em 2006. Bolsonaro admitiu na justificativa que, apesar de ser o autor proposição, ele mesmo votaria contra a matéria, expondo a falta de compromisso e compreensão do seu papel como deputado.

Ainda este ano, durante entrevista ao programa Roda Viva, Bolsonaro defendeu a redução de cotas para universidades e concursos. “Não vou falar que vou acabar [com as cotas], porque depende do Congresso. Quem sabe a diminuição do percentual. Não só para universidade, mas para concurso público. Pelo amor de Deus, vamos acabar com essa divisão no Brasil.»

Lembrando que entre os projetos apresentados por Bolsonaro na Câmara estava a suspensão das resoluções garantem o uso de nome social para travestis e transexuais nas instituições de ensino.

Escola Sem Partido

Não é apenas a falta de projetos para educação e a restrição de cotas que fazem das propostas de Bolsonaro inadequadas e retrógadas.

Em seu plano de governo, por exemplo, o candidato defende o programa Escola Sem Partido que se diz contra a “doutrinação ideológica na escola”, mas que é, na realidade, um programa de censura tanto dos professores quanto dos conteúdos ministrados em sala de aula.

“Conteúdo e método de ensino precisam ser mudados. Mais matemática, ciências e português, sem doutrinação e sexualização precoce. Além disso, a prioridade inicial precisa ser a educação básica e o ensino médio/técnico”, prega em seu plano de governo.

O programa é alvo de críticas entre especialistas em educação. Para o professor Fábio Villela, do Departamento de Educação da Unesp de Presidente Prudente, o programa Escola Sem Partido é um amplo movimento conservador que fere tanto a liberdade de ensino quanto a liberdade de expressão.

Villela aponta como problemática a capacidade de capilarização e ramificação do Escola Sem Partido na sociedade, já que ele começaria como uma forma de estabelecer igualdade e neutralidade dos temas abordados, mas sorrateiramente poderia acabar com a democratização e liberdade tanto das escolas públicas quanto das escolas privadas ao instaurar a censura velada nas salas de aula. Para ele, com o projeto, repressão nas aulas se tornaria constante, permitindo que o Estado puna judicialmente os docentes.

A proibição do debate sobre sexualização em sala de aula vai contra, inclusive, a instrução da Organização Mundial de Saúde (OMS) que recomenda a educação sexual nas escolas a partir dos 12 anos. O Japão, por exemplo, é citado como modelo de qualidade em seu plano de governo, prevê o ensino da sexualidade no currículo escolar a partir da idade indicada pela OMS.

Para tentar embasar suas teorias, deputado chegou ao ponto de mostrar um livro sobre educação sexual – intitulado Aparelho sexual e Cia. – que nunca foi usado como material didático, ou sequer, comprado pelo governo. Isso aconteceu durante sabatina no Jornal Nacional.

Pedagogia de Paulo Freire

Em seu plano de governo, Bolsonaro ainda defende uma ação antidemocrática, que é o banimento do uso da pedagogia de Paulo Freire. O educador é um intelectual reconhecido internacionalmente e patrono da educação no Brasil.

Segundo o seu plano antidemocrático de governo a alfabetização deve ser feita “expurgando a ideologia de Paulo Freire”.

O educador defendia o ensino como uma forma de despertar o pensamento crítico, fazendo com que o aluno busque a ampliação de sua consciência social para assim, atingir a autonomia. Justamente o que Bolsonaro não quer para os jovens: a formação de um pensamento crítico.
O deputado chegou inclusive a declarar que usaria um lança-chamas para queimar e retirar os simpatizantes do patrono da educação brasileira do Ministério da Educação.

Educação à distância

Outra proposta polêmica é a defesa da implementação da educação à distância desde o ensino fundamental. A medida é criticada por especialistas, incluindo o ex-ministro da Educação Aloizio Mercadante, que afirmou em artigo: “o candidato quer tirar as crianças do processo de convivência e de aprendizagem na escola e substituir por educação à distância”. Ainda segundo Mercadante, “com o ensino à distância não haverá qualquer controle de qualidade sobre as instituições e os conteúdos que serão oferecidos pela modalidade”.

Além disso, Bolsonaro já declarou em entrevistas que a educação à distância irá baratear o ensino.

Vale destacar que a fissura entre o ensino à distância e o presencial poderá ampliar ainda mais a desigualdade educacional, onde as famílias com maior poder aquisitivo colocarão seus filhos em instituições privadas, logrando de uma boa qualidade de ensino. Enquanto isso, crianças e jovens mais pobres terão direito ao ensino defendido por Bolsonaro, com uma educação à distância mais barata, com menos qualidade e socialização.

Fuente: http://www.vermelho.org.br/noticia/314761-1

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Orgía de terror y sangre paramilitar en universidades costeñas

Por: Libardo Muñoz/Prensa Rural/05-09-2018 
Desde la Universidad del Atlántico, de las más pobladas por estudiantes no sólo de Barranquilla, sino de toda la Región Caribe, comienza a descorrerse un velo que oculta una atroz orgía de asesinatos sistemáticos, que tuvo como escenario las universidades de Magdalena, Córdoba y el Cesar, entre los años 1996 y 2003.

Esa fue una etapa de la vida estudiantil y académica de las ciudades costeñas, que vio caer jóvenes promesas del arte, la cultura, la investigación social, del derecho y de la docencia, asesinados a plena luz del día, frente a sus padres, hermanos, esposas, hijos quienes hoy retienen en su recuerdo a esos seres que representaron una esperanza, una alegría de vida, una fuente de amor familiar.

Casi no pasaba una semana sin que las páginas judiciales de los periódicos costeños no registraran homicidios de docentes o estudiantes que sus antiguos compañeros y colegas de hoy, están dispuestos a rescatar y lavar su memoria, y a no permitir que la impunidad caiga sobre sus tumbas.

Por disposición de la Corte Suprema de Justicia, en cada una de las universidades públicas de la costa donde se tiene documentación de los asesinatos sistemáticos, se estableció un Comité de Derechos Humanos que representa a determinada cantidad de víctimas y que es muy importante para la investigación y la imputación de cargos.
Hoy la fiscalía tiene claro que los asesinatos dentro de la Universidad del Atlántico, situada en Barranquilla, la mano asesina fue la organización conocida como Autodefensas Unidas de Colombia AUC y que se trató de un plan dirigido a todas las universidades públicas de la Región Caribe, como lo confeso Salvatore Mancuso.

También se comprobó que para que funcionara el plan de exterminio contra estudiantes y docentes de la Universidad del Atlántico, sus directivas permitieron que las AUC Infiltraran en todas las facultades esbirros disfrazados de estudiantes que tuvieron el encargo de señalar a sus víctimas con la mayor cantidad posible de datos, como lugar de residencia, sitios frecuentados, círculos amistosos, hábitos sociales, que pudieran servir para quitarles la vida.
Sin duda alguna, para el caso de Barranquilla la actuación del paramilitarismo fue aterradora, la lista es de 19 asesinados, compuesta por 11 estudiantes y 8 profesores.

El 5 de octubre de 2000 cayó Alfredo Martín Castro, de 46 años de edad, Vice rector de bienestar de la Universidad del Atlántico, acribillado delante de su esposa y una hija de corta edad.

En agosto 26 de 2000, cae asesinado en Barranquilla, el profesor de la Universidad del Atlántico Luis Meza Almanza. En la Universidad del Magdalena, con sede en Santa Marta, las AUC asesinaron a dos profesores y un estudiante, en la Universidad de Córdoba, sede Montería, cayeron 5 estudiantes y 5 profesores y en el Cesar, sede Valledupar asesinaron 2 profesores y 3 estudiantes.

Las víctimas del paramilitarismo dentro de la Universidad del Atlántico eran activistas denunciantes de actos de corrupción en el manejo del fondo de pensiones, que ocasionaron un desfalco de 156 mil millones de pesos. Eran también vigilantes contra el abandono administrativo y guardianes del cuidado de la planta física de la universidad.

Por la cadena criminal, sucedida en las más importantes y concurridas universidades públicas de la costa, la fiscalía imputó cargos de homicidio a Hernán Giraldo Serna, alias El Patrón, de las AUC Tayrona, y a Eduardo Enrique Vengoechea, alias El Flaco, ambos presos en Estados Unidos.

Es muy importante, afirma la fiscalía de Barranquilla, que se mantengan activos los representantes de las víctimas de los asesinatos cometidos por las llamadas AUC, y los grupos de derechos humanos dispuestos por la Corte Suprema de Justicia, claves en la identificación de los paramilitares como en evitar la impunidad.

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5 técnicas de estudio efectivas que recomiendan desde la Universidad de Harvard

Redacción: AM

Te presentamos una serie de consejos para aumentar tu rendimiento en el estudioy aprovechar al máximo el tiempo dedicado a la revisión.

Los siguientes consejos forman parte de un libro de Peter C. Brown, Henry L. Roediger III y Mark A. McDaniel, de la prestigiosa Universidad de Harvard. Se titula “Make It Stick: the Science of Succesful Learning”, y sefocaliza en la manera de aprendercómo retener los datos importantes que tarde o temprano necesitaremos.

1. Saca apuntes a mano

Los especialistas de Harvard aseguran que ese tiempo extra que te lleva escribir a mano, influye en qué tanto logras retener el conocimiento. Escribir con lápiz y papel  requiere más tiempo pero te obliga a reflexionar sobre lo que haces. Esa primera instancia te ayuda a pensar y visualizar la información; por el contrario cuando solo traspasas la información a tu dispositivo electrónico pero no la analizas mientras lo haces

2. Dedica tiempo a estudiar varias materias a la vez

Los autores aseguran que esta manera de estudiar alternando entre una materia y favorece la retención y facilita la comprensión de lo leído. Al principio puede hacerte pensar que estudiaste menos de lo que realmente lo hiciste, y te llevaras una grata sorpresa cuando te des cuenta de lo efectivo de este método.

3. Deja pasar tiempo entre tus horas de estudio

Aprenderte todo de una vez en una sesión eterna de 9 horas seguidas no sirve. Esa información desaparecerá días u horas después del examen. Para retener lo aprendido, tienes que dejar pasar un par de horas en tus momentos de estudio para dejar reposar la información.

4. No leas las cosas mil veces

No te confundas: pasar horas y horas releyendo un mismo libro de texto no te grabará las líneas en el cerebro. Es mejor dedicar menos tiempo a la lectura y más al recuerdo mental; de esta manera podrás focalizarte en la retención y lo recordarás luego.

5. Enfréntate a desafíos

Estudiar siempre ejercicios sencillos y conocidos poder más cómodo. Pero la verdadera manera de aprender es cuando te ves obligado a resolver un problema o responder una pregunta nueva. De este modo facilitarán posteriormente el aprendizaje. Para ello es muy útil estudiar en grupo para realizarse mutuamente preguntas para recordar lo aprendido.

Fuente: https://www.am.com.mx/2018/08/08/curiosidades/5-tecnicas-de-estudio-efectivas-que-recomiendan-desde-la-universidad-de-harvard-504173

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Profesores e investigadores españoles se solidarizan con Argentina por la defensa de una Universidad pública

Redacción: Público

Las 57 universidades públicas argentinas, que llevan tres semanas paralizadas, se preparan para afrontar una manifestación este jueves contra los ajustes del Gobierno a los presupuestos que amenazan a “todo el sistema público educativo y de investigación”.

El movimiento LaUniEnLaCalle, formada por profesores, investigadores, estudiantes y no docentes de diversas universidades públicas españolas, se solidarizan con la lucha en Argentina por la defensa de un servicio público que “sufre un ataque desde el Gobierno de Macri”.

Las 57 universidades públicas argentinas, que llevan tres semanas paralizadas, se preparan para afrontar una manifestación este jueves contra los ajustes del Gobierno a los presupuestos que amenazan a “todo el sistema público educativo y de investigación”, afirman en un comunicado de prensa.

Unas medidas que “no solo implica la expulsión de profesorado, la reducción de los salarios reales en un 30% como consecuencia de que no se ajustan a la enorme inflación, la suspensión de proyectos de investigación y la falta de un mantenimiento mínimo de sus infraestructuras, sino también la amenaza anunciada de cierre de universidades situadas en áreas menos favorecidas económicamente”, explican.

El colectivo español, entre los que se encuentran Jorge Fonseca (UCM), Juan Varela -Portas (UCM), Begoña Soto Vázquez (URJC), Irene Solbes Canales (UCM), Marta Domínguez (UCM), o María José Sánchez Leyva (URJC) entre otros, explica «que en gran parte del mundo las universidades y el resto del sistema educativo público sufren el acoso de políticas que buscan su control privado, como parte de un proyecto de orden social basado en los intereses de las corporaciones multinacionales que controlan los mercados»

Los sindicatos de profesores argentinos no aceptan la propuesta del Gobierno de un incremento salarial del 15% porque consideran que es insuficiente al vislumbrarse unos pronósticos que advierten que la inflación podría superar este año un 30%.

Además, el ajuste fiscal que acordó el presidente Macri con el Fondo Monetario Internacional (FMI), a cambio de un rescate financiero de casi 50.000 millones de dólares (unos 43.146 millones de euros), ha abierto una brecha en Argentina. “Las exigencias de ajuste planteadas por el Fondo Monetario Internacional como consecuencia de las políticas gubernamentales agravarán esta situación”, denuncian desde el colectivo español.

Fuente: https://www.publico.es/internacional/universidad-publica-profesores-e-investigadores-espanoles-solidarizan-argentina-defensa-universidad-publica-universal.html

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México: Universidades crean archivo digital que preservará memoria del ’68

Redacción: El Financiero

La UNAM, el Politécnico, el Colmex y las universidades Iberoamericana y de Chapingo instalaron el Comité Interuniversitario M68: Ciudadanías en Movimiento

El repositorio digital reunirá documentos de más de 30 archivos públicos y privados sobre los movimientos sociales, políticos y culturales más significativos, de 1968 al día de hoy, que han impulsado el reconocimiento de derechos en México.

M68: Ciudadanías en movimiento será el archivo digital creado y documentado por la UNAM, el Politécnico, las universidades Iberoamericana y Autónoma de Chapingo así como el Colegio de México para preservar los movimientos sociales políticos y culturales derivados del Movimiento Estudiantil de 1968.

La colaboración del Comité Interuniversitario permitirá integrar, investigar, preservar y difundir acervos como el archivo fotográfico El Heraldo Gutiérrez Vivó-Balderas, así como la Colección Documental del Movimiento de 68 y el Fondo Ana Victoria Jiménez sobre la lucha feminista, resguardados por la UIA.

El Colmex integrará sus archivos México 1968, Movimientos armados en México, recursos de información y documentos conjuntados por el académico Sergio Aguayo.

El IPN participará con la selección de fotografías resguardadas en el Archivo General de la Nación, sobre su participación en el movimiento, y el Canal 11 colaborará con una selección de materiales audiovisuales sobre movimientos sociales.

La UACh colaborará con la recopilación de testimonios y ensayos de integrantes de dicha universidad sobre el movimiento estudiantil, así como otras investigaciones y publicaciones en torno a la huelga nacional de las escuelas de agricultura, realizada en 1967.

Por su parte, la UNAM — a través del Centro Cultural Universitario Tlatelolco— será la encargada de resguardar el macro almacén digital e incorporará acervos de sus dependencias como el Instituto de Investigaciones sobre la Universidad y la Educación, el Centro de Investigaciones y Estudios de Género (CIEG), y la Coordinación de Difusión Cultural, quien participa a través del Museo Universitario Arte Contemporáneo, Radio UNAM, TV UNAM, Filmoteca, el Centro Universitario de Estudios Cinematográficos, la Casa del Lago Juan José Arreola, el Museo Universitario del Chopo y del propio Centro Cultural Universitario Tlatelolco, señaló la máxima casa de estudios en un comunicado.

Además, se contará con la colaboración de la Coordinación de Colecciones Universitarias Digitales y del Centro de Investigaciones Interdisciplinarias en Ciencias y Humanidades, así como de la Biblioteca y Hemeroteca Nacional de México y otras bibliotecas.

El repositorio digital se lanzará en octubre y será la columna vertebral del proyecto expositivo del CCUT, pues derivará en la apertura del Memorial del 68 y Museo de los Movimientos Sociales que busca dignificar la memoria de quienes participaron, lideraron y fueron víctimas del movimiento estudiantil.

El nuevo Memorial del 68 y Museo de los Movimientos Sociales estará ubicado físicamente en la antigua Sala de Colecciones Universitarias, cuya superficie es de mil 700 metros cuadrados.

Fuente: http://www.elfinanciero.com.mx/culturas/universidades-crean-archivo-digital-que-preservara-memoria-del-68

 

 

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México: Rechazados de universidades públicas protestan en la casa transición (VIDEO)

Redacción: MVS Noticias

Los protestantes demandan que se destine al menos el 8% del PIB a la educación.

Una centena de jóvenes rechazados de la UNAM, el IPN y la UAM, salieron en marcha desde las oficinas de la transición de gobierno en la colonia Roma a la Secretaría de Educación Pública.

Poco más de 120 muchachos, algunos acompañados por sus padres, avanzan por Insurgentes para tomar Reforma, avenida Juárez, Eje Central y las calles de 5 de mayo y Brasil, para instalarse en asamblea permanente frente a la SEP, en espera de resolutivos de la mesa de negociación que arrancó a las 11:00 horas con autoridades educativas y universitarias ante quienes reclamarán la falta de espacios para unos 250 mil aspirantes a estudios superiores en la zona metropolitana del Valle de México.

 

Además de demandar que se destine al menos el 8% del PIB a la educación, los jóvenes se inconformaron ante las rejas de las oficinas de Andrés Manuel López Obrador, por la designación de Esteban Moctezuma Barragán como secretario de Educación Pública del futuro gobierno.

“Moctezuma ha sido responsable del proceso de privatización de la educación pública y llamarlo a un gobierno que con mucha legitimidad fue elegido el 1º de julio, nos parece, no está dando alternativas diferentes a las de los últimos sexenios con una política que sigue siendo la misma: la exclusión”, señalaron antes de emprender su marcha.

Se dijeron dispuestos a abrir el diálogo con el poder; dijeron estar de acuerdo con el futuro primer mandatario del país, Andrés Manuel López Obrador, quien ha planteado la eliminación del examen de ingreso a la educación superior por su carácter de exclusión, pero el llamado del Movimiento de Aspirantes Excluidos de la Educación Superior (MAES) a los gobiernos que termina y con el que comenzará el próximo 1º de diciembre, es para dialogar sobre las políticas de “exclusión” en las universidades públicas e ir generando solución frente a 250 jóvenes que se han quedado fuera de las universidades nacionales tan solo en el Valle de México.

Fuente: http://www.mvsnoticias.com/#!/noticias/rechazados-de-universidades-publicas-protestan-en-la-casa-transicion-video-740

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¿Existen relaciones de poder en la ciencia mundial?

Autor:  Alejandro Zegada

Según Fernanda Beigel, investigadora principal del Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET) de Argentina, los rankings universitarios se convirtieron en “una fuente directa para reforzar el prestigio de un pequeño grupo de universidades, de sus principales revistas y editoriales oligopólicas”.

Para Beigel, la aplicación de estos rankings “tiende a volver cada vez más periférica a la ciencia desarrollada en los espacios alejados del circuito mainstream o de corriente principal”.

Sin embargo, otros expertos notan que no existen otras herramientas de medición de la producción científica, y afirman que la constitución de Universidades de Rango Mundial (URM) es un tema de “vital importancia para el desarrollo económico de largo plazo”.
El debate se está posicionando entre buscar nuevas herramientas y aprovechar las existentes para identificar los puntos débiles de la educación en los países en vías de desarrollo.

Las revistas científicas
Beigel recuenta que, históricamente, tres procesos forjaron el carácter internacional de la actividad científica: 1) la circulación de personas, textos y objetos, 2) el modo de producción de conocimiento y, 3) el financiamiento de la investigación.

“Pero fue el sistema de publicaciones el medio más eficiente de ‘universalización’ de un estilo legítimo de producción, a medida que las revistas se convertían en el eje de rotación del sistema académico mundial. Y pronto los indicadores bibliométricos sirvieron como fuente principal para las comparaciones internacionales”, agrega.

Este sistema comienza en 1959, con la creación del Instituto de Información Científica (ISI) y del Science Citation Index (SCI).

Esta base de datos se presentó como una fuente de información internacional “pero tanto el sistema de evaluación como la mayoría de las revistas tenían un anclaje particular y concreto, principalmente, la academia estadounidense. Gradualmente, esta se universalizó como la única base de datos capaz de medir ‘ciencia mundial’”.

¿Ciencia periférica?
Para la experta del CONICET, “el ISI, sus índices y el factor de impacto terminaron por imponer una idea de ciencia mainstream vinculada a aquellos artículos publicados en revistas incluidas en el SCI y, por oposición, una idea de ciencia periférica, en la que se incluye todo lo que estaba fuera de esta base de datos”.

En ese sentido, lo local y lo internacional, “características inseparables de la producción científica, se volvieron divisibles en términos del proceso de reconocimiento académico: los científicos periféricos terminaron circunscritos a la circulación local, mientras que los académicos de las universidades centrales acumularon capital científico internacional”.

Con el paso de los años, esta tendencia se afianzó y profundizó. Y con ello, el prestigio adquirido por una publicación en una revista ISI fue universalizado como sinónimo de prestigio internacional.

Así, la influencia en los debates de la ciencia difieren fuertemente según dónde se producen las investigaciones. “Y es aquí donde la historia de cada campo y su proceso de ‘acumulación originaria’ de prestigio ISI juegan un papel determinante para el establecimiento de jerarquías estructurantes del proceso de circulación”, nota Beigel.

Rankings universitarios
Quizá uno de los puntos de mayor debate será el referido a los rankings universitarios. Según Beigel, éstos “se basan solo en datos bibliométricos y premios internacionales y, en consecuencia, estarían orientados por la competitividad global en lugar de observar realmente la performance en investigación”.

Sin embargo, las instituciones que elaboran los principales rankings no lo ven así. Webometrics, quizá la más grande, toma en cuenta a “todas las universidades del mundo, no solamente unos cuantos cientos de instituciones del mundo desarrollado”, y afirma proveer “información confiable, multidimensional, actualizada y útil acerca del desempeño de las universidades”.

Por su parte, QS University Rankings detalla los siguientes criterios y su ponderación a la hora de hacer sus evaluaciones: Reputación Académica (30%), Reputación entre Empleadores (20%), Ratio Académicos/Alumnos (10%), Proporción de Académicos con Doctorado (10%), Publicaciones Científicas por Académico (5%), Citas Científicas por Publicación (10%), Impacto Online (5%), Red Internacional de Investigación (10%).

El Ranking de Nueva Economía usa estos criterios: Plantel universitario, docente y administrativo (30%), Calidad docente (30%), Percepción (20%), Acreditación y posgrado (10%) y Carreras (10%).

El meollo
Por un lado, Beigel propone crear (y ha avanzado en esto) un “índice institucional de circulación de la producción científica” para observar y evaluar de mejor manera el conocimiento producido en la periferia.

Mientras, el experto boliviano Wilmar Ascárraga, advierte que “nuestras universidades enfrentan grandes desafíos”, y que es urgente mejorar aspectos como la docencia (entorno de aprendizaje), la investigación, el vínculo con la industria, perspectiva internacional (docentes, estudiantes e investigación) y transferencia de conocimiento.

Posiblemente el camino acertado sea avanzar en ambos frentes, sin usar las críticas a los rankings como excusa para la situación actual, pero al mismo tiempo promoviendo herramientas propias que reflejen mejor la generación del conocimiento científico fuera de los circuitos elitistas del primer mundo.

Fuente: https://elpais.bo/existen-relaciones-de-poder-en-la-ciencia-mundial/

 

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