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Angola: Milhares de crianças fora do sistema escolar

Angola/04 diciembre de 2017/Jornal de Angola

Resumen: Un total de setenta mil niños están fuera del sistema escolar en el año lectivo que está a terminar, debido al reducido número de personal docente, informó el Director provincial del Ministerio de Educación.

Um total de setenta mil crianças do ensino primário, na província do Bié, ficaram fora do sistema de ensino no ano lectivo que está a terminar, devido ao reduzido número de pessoal docente, informou ontem ao Jornal de Angola o director provincial do Ministério da Educação, Basílio Caetano.

Actualmente, segundo Basílio Caetano, a província conta apenas com mil 926 professores, dos 13 mil que estavam controlados até há cinco anos. Razões como aposentação, falecimento e desistência fazem parte dos  motivos que levaram a província do Bié a registar uma baixa significativa no número de professores. “Nos últimos anos, registámos ausência de muitos professores  por razões várias, particularmente no ensino primário”, frisou.
Na óptica do responsável da Educação na província, a actual conjuntura do país tem sido favorável à afluência de muitas crianças à escola, ao contrário de outrora, daí o aumento de alunos no sistema escolar público.
“A livre circulação de pessoas e a abertura de algumas vias em zonas rurais estão a motivar muitas famílias a levarem os filhos à escola, o que não se verificava há alguns anos. Infelizmente, não conseguimos corresponder com esta procura por termos poucos professores”, assinalou.
Paralelamente ao défice do reduzido número de professores, Basílio aponta o estado precário das salas de aula em várias localidades como outro factor que estrangula o ensino no Bié, pois, argumenta que “sem condições  para acomodação dos alunos e professores” não se consegue ter bom aproveitamento. “Não é possível cobrarmos dos professores e dos alunos quando não lhes proporcionarmos boas condições para que desempenhem, com sucesso, as suas actividades”, sublinhou.
O responsável máximo do Ministério da Educação na província do Bié revelou ainda que uma das grandes apostas do seu elenco é garantir que os estudantes tenham ensino de qualidade. “Estão em curso uma série de acções para a melhoria do ensino na província, como o refrescamento constante dos professores, a reabilitação e o apetrechamento das infra-estruturas.

ONG apoia educação

A organização não governamental checa, People In Need , está a dirigir   um programa estruturante em Angola que visa a reorganização do sistema de educação primária e a diversificação da produção agrícola nas províncias do Bié, Huambo, Huíla e Lunda-Norte, informou ontem, no Cuito, o seu representante em Angola Klára Jelinková.
Na vertente agrícola, o programa da People In Need,  beneficia 875 mil pessoas desfavorecidas nas referidas províncias, onde também  foram construídas  15 escolas e quatro bibliotecas. Nestas mesmas regiões foram   entregues a famílias camponesas charruas e imputes agrícolas.
Klára Jelinková , informou que, a par dos programas agrícolas e educativos, a People In Need presta  ainda apoio directo às comunidades na condução de projectos de irrigação, saneamento básico, nutrição e  saúde pública.
“ Vamos continuar a dar apoios às populações no interior de Angola, particularmente  na província do Bié, desenvolvendo  várias acções junto das comunidades rurais”, garantiu.
Klará Jelinková  disse que à  People In Need  tem recebido apoio do Governo angolano para implementar os seus projectos humanitários em várias províncias do país.
A interrupção dos trabalhos do projecto agrícola “Terra do Futuro”, que estava a ser desenvolvido no município de Nharea, província do Bié, há dois anos, está a preocupar  muitas famílias camponesas, que tinham grandes perspectivas de obter mais rendimentos com a sua integração no programa, apurou o Jornal de Angola de fonte junto de alguns moradores da localidade.

«Terra do Futuro» 

O projecto “Terra do Futuro”, que está a cargo do governo provincial, é financiado pelo  Banco de Desenvolvimento Angolano (BDA). Além de estar virado para o fomento da agricultura, também  prevê a construção de  residências e a reabilitação de vias que ligam zonas rurais a áreas produtivas.

Fuente: http://jornaldeangola.sapo.ao/provincias/milhares_de_criancas_fora_do_sistema_escolar

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Nigerian Universities Face More Staff Strikes

Nigeria/December 04, 2017/Allafrica

Resumen: Los sindicatos del personal no académico de las universidades nigerianas han decidido reanudar su huelga el 4 de diciembre, en protesta contra la financiación deficiente de las universidades y otros asuntos relacionados que afectan el bienestar de sus miembros.

The non-academic staff unions of Nigerian universities have resumed their suspended strike.

The unions, members of NAAT, NASU, and SSANU, announced the resumption of the strike in a joint statement on Thursday night.

They said the strike will resume on Monday, December 3.

The statement was signed by the national presidents of NAAT, Sani Sulaimon; NASU, Chris Ani; and SSANU, Samson Ugwoke.

They workers said they reject the mode of sharing the recent financial allocation to universities.

 «We wrote a letter to the federal ministry of education to explain the criteria for the allocation and we gave them seven days notice to do the needful. But the date has elapsed without a response from the federal government,» they said.

PREMIUM TIMES reported how the mode of sharing N23 billion sent to universities by the federal government had caused protests in many universities as the non-academic workers accuse their academic counterparts of unfair distribution formula.

The unions suspended their strike and asked their members to resume work on September 25 after signing a memorandum of understanding with the federal government.

They gave the federal government one month to start the implementation of the agreement; but said on Thursday that the government is yet to meet their demands after two months.

 Fuente: http://allafrica.com/stories/201712010095.html

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Argentina: Fortalecen políticas educativas para la primera infancia

Argentina/04 de Diciembre de 2017/Jujuy al Día

Desde el mes de agosto, diez municipios de nuestra provincia fueron capacitados por la IIPE UNESCO en la formulación de proyectos de formación para fortalecer las políticas públicas educativas para la primera infancia. En ese marco, el Gobierno de Jujuy estuvo representado por los Ministerios de Desarrollo Humano, Educación y Salud, quienes vienen trabajando mancomunadamente junto a UNESCO y UNICEF para mejorar las políticas públicas destinadas a los niños, niñas y adolescentes de la provincia.

El Gobierno de Jujuy participó en el cierre de la capacitación para el fortalecimiento de políticas educativas para la primera infancia que realizó el Instituto Internacional de Planeamiento de la Educación de la Unesco

Al respecto, la ministra de Desarrollo Humano, Ada Galfré, celebró que “todos los municipios hablaron dentro del paradigma de protección integral de derechos y esto es el resultado de un trabajo que se viene realizando desde hace mucho tiempo”, una muestra clara del trabajo que se realiza en las Oficinas de Protección de Derechos “que son espacios que garantizan la prevención, promoción, tratamiento familiar y básicamente el fortalecimiento cuidando que la infancia vulnerada no termine judicializada” en prácticamente toda la provincia.

Galfré mostró su agrado respecto a los proyectos presentados por los distintos municipios porque “se respetó la perspectiva de género, y esto es importante ya que cuando tenemos niñas y niños debemos iniciar el camino adecuado para que cuando lleguemos a la adolescencia o adultez, no tengamos que volver a deconstruir para evitar situaciones de violencia cuando ya están instaladas”.

“Es muy bueno que esto esté incorporado naturalmente, reconociendo en el marco de la protección de derechos las cuestiones de género porque el lenguaje sexista marca luego el rol que tiene la infancia en un contexto familiar, comunitario y social, y se puede evitar las consecuencias al decir las cosas por su nombre”, señaló.

Finalmente, felicitó a los equipos de trabajo de los municipios y los proyectos realizados a partir de la capacitación llevada adelante por el Instituto Internacional de Planeamiento de la Educación de la Unesco (IIPE), expresando que “creo fervientemente que la sustentabilidad de cualquier proyecto y política pública tiene que ver con el abordaje integral, con la articulación respetuosa, responsable, sustentable y sostenida en el tiempo y entiendo que eso es lo que nos demanda hacer la protección integral de derechos de niñas, niños y adolescentes porque los gobiernos nacional, provincial y municipales, así como la comunidad entera, tenemos que entender que no estamos haciéndonos favores sino que cada uno desde su lugar está cumpliendo los derechos que requiere la infancia”, concluyó.

Fuente: http://www.jujuyaldia.com.ar/2017/12/03/fortalecen-politicas-educativas-para-la-primera-infancia/

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Informe de la Ocde: Nivel socioeconómico explica el 17% del desempeño de los estudiantes chilenos

Chile/04 de Diciembre de 2017/Pluviometro

Apoyar más a los estudiantes, mejorar el acceso a Educación de calidad y disminuir la brecha entre los resultados de los estudiantes que vienen de diferentes contextos socioeconómicos son algunos de los desafíos que Chile debería adoptar en materia educativa.

El Ministerio de Educación encargó a la Ocde en 2014 la realización del estudio “Revisión de políticas nacionales de educación” (Review of National Policies for Education), cuyo propósito es ofrecer recomendaciones en el marco de las reformas educativas que actualmente se están desarrollando en el país, identificando los cambios clave en el sistema educativo chileno principalmente entre 2004 y 2016.

Respecto a los cambios, el director de la Ocde, Andreas Schleicher, manifestó su apoyo a la Reforma Educacional que impulsa el gobierno de la Presidenta Bachelet y precisó que es necesaria para avanzar en calidad y en mayor equidad social. Mientras que en educación escolar destacó la puesta en marcha de la Ley de Inclusión Escolar y la reforma del proyecto de desmunicipalización. 

Además, el director de la organización afirmó que «que las reformas aprobadas son pasos importantes para mejorar la calidad y equidad del sistema educativo y que, como extranjero, cuesta comprender por qué en Chile ha habido resistencia a la eliminación del copago en la educación». 

Educación de mejor calidad y accesible

Sin embargo, no todo es color de rosas. Tal como señala el informe, entre los países Ocde, Chile fue el tercer país con desempeño más bajo en ciencias. Además, una mayor proporción de estudiantes del país, en comparación con el promedio, no alcanzó el nivel mínimo de competencia requerido en ciencias según las medidas de la prueba Pisa.

Por otro lado, Chile fue también uno de los países participantes en PISA 2015 donde el contexto socioeconómico de los estudiantes tuvo más influencia en su desempeño. El nivel socioeconómico explicó el 17% del desempeño de los estudiantes chilenos en PISA 2015, lo que fue superior al promedio de la OCDE de 13%. Tendencia que habría marcado todo el período de análisis del estudio.

Respecto a estos puntos, la organización propone que el país debe entregar oportunidades para que los chilenos de todos los orígenes socioeconómicos. La directora de política educativa de Educación 2020, Nicole Cisternas, afirma que estos planteamientos se vienen proponiendo desde hace tiempo por diversas organizaciones en el interior del país.

 Ver imagen en Twitter

Mientras que para el sistema escolar, la Ocde recomienda unificar y fortalecer el sistema de educación pública y promover el rol del profesor y de la profesión docente, otorgando oportunidades para el desarrollo profesional de alta calidad.

Finalmente para la Educación Superior, se recomienda fortalecer la equidad en el acceso a la educación superior de mejor calidad y aumentar la calidad en la formación técnico profesional.

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España: El 92% de los profesores está «satisfecho» pero solo 9% se siente «valorado»

España/04 de Diciembre de 2017/La Vanguardia

Resultado de imagen para El 92% de los profesores está "satisfecho" pero solo 9% se siente "valorado"

Nueve de cada diez maestros y profesores madrileños se declaran globalmente «satisfechos» con su trabajo y volverían a elegir esta profesión, pero solo uno de cada diez cree que los docentes «están bien valorados por la sociedad», según una encuesta de la Consejería de Educación.

Un total de 20.000 docentes y cerca de 2.000 directores de centros educativos participaron en la encuesta que se realizó de forma paralela a las evaluaciones externas a los alumnos de 3º y 6º de Primaria y de 4º de la ESO, que tuvieron lugar el pasado mes de mayo en colegios e institutos de la región.

El 92 % de los docentes encuestados se mostró «satisfecho con su trabajo, un 90% dijo que volvería a escoger esta profesión y un 79% considera que las ventajas de su trabajo superan claramente las desventajas», según los datos que dio a conocer hoy el consejero de Educación, Rafael van Grieken.

En cambio, los profesores madrileños no están contentos con su prestigio social ya que «apenas el 9 % piensa que la profesión docente está bien valorada por la sociedad».

De las cinco áreas educativas en las que se divide la región (DAT), la percepción que tienen los profesores de su valoración social es menor en la Norte (5%), seguida del Este (6%), Madrid capital (9%), oeste (11%) y Sur (13%).

El Gobierno regional está elaborando un Plan de Reconocimiento a la Función Social del Docente, anunciada por la presidenta Cristina Cifuentes en el último Debate del Estado de la Región, y que incluirá una campaña de comunicación institucional para prestigiar la figura del profesorado.

Fuente: http://www.lavanguardia.com/local/madrid/20171129/433291004321/el-92-de-los-profesores-esta-satisfecho-pero-solo-9-se-siente-valorado.html

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La OCDE lamenta la desigualdad laboral en Oriente Próximo y el norte de África pese a los avances

África/04 de Diciembre de 2017/Ecodiario

Las mujeres tienen un 23 por ciento menos de posibilidades de conseguir un empleo, según un estudio

Las tasas de participación laboral y empresarial femenina en los países de Oriente Próximo y el norte de África mantienen algunos de los niveles más bajos del mundo pese a los avances logrados gracias al impacto en materia de género de los nuevos marcos legales implantados en la región, según la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económico (OCDE).

El informe sobre «El empoderamiento económico de las mujeres en países MENA», publicado por la OCDE, analiza los cambios que se han producido en Argelia, Egipto, Jordania, Libia, Marruecos y Túnez tras la implementación de la nueva legislación, que ha supuesto un ligero aumento de la participación en la vida económica de las mujeres, que cuentan actualmente con mayor libertad y un mejor nivel educativo.

Carlos Conde, jefe de la División de Oriente Medio y África y secretario de relaciones globales de la OCDE, ha lamentado los «resultados decepcionantes» de la investigación ya que, pese a la transformación en el marco legal y jurídico, las mujeres siguen sufriendo una discriminación generalizada en su vida cotidiana, así como en el ámbito laboral.

«Las mujeres tienen un 23 por ciento menos de posibilidades de conseguir un empleo», ha dicho Conde, quien ha subrayado que «el cambio es posible». «El mensaje general, aunque duro, es que la mujer sufre discriminación legal, y a pesar de los esfuerzos, este hecho tiene un gran impacto en las economías», ha concluido.

Por su parte, Nicola Ehlerman, responsable del programa sobre competitividad MENA-OCDE, ha puesto en relieve los cambios constitucionales de Marruecos, Jordania y Libia en materia de igualdad y discriminación. «La legislación importa», ha dicho Ehlerman, quien ha recordado que «los cambios contemplados en las constituciones deben reflejarse ahora en la vida real».

Ehlerman ha explicado que la situación de desigualdad actual es el resultado de una confluencia de factores entre los que destacan la falta de mecanismos legales y las distintas barreras a las que se enfrentan las mujeres en el acceso a la justicia.

Uno de los factores más importantes es la desigualdad con respecto al derecho familiar. Actualmente las mujeres continúan asumiendo más obligaciones familiares y siguen teniendo deber de obediencia en su relación conyugal. Además, las diferencias con respecto a los derechos de la propiedad, divorcio y herencia suponen para la mujer una presión social y personal que les impide la integración plena en la vida económica.

Por otro lado, Nora Alim, una investigadora independiente, ha subrayado los «cambios prometedores» en países como Túnez, donde se han implementado políticas de igualdad en la ley de sucesiones y se está produciendo un debate con respecto a los matrimonios interreligiosos. En Egipto, ha explicado Alim, también se han producido mejoras en el derecho de sucesión, sancionando incluso a los hombres que se apropian de la herencia de sus hermanas.

Los representantes de la OCDE han recomendado afrontar estos retos a través de políticas dirigidas a ayudar a liberar el potencial que representan estas mujeres e impulsar el crecimiento, la competitividad y el desarrollo social inclusivo.

Fuente: http://ecodiario.eleconomista.es/internacional/noticias/8775484/11/17/La-OCDE-lamenta-la-desigualdad-laboral-en-Oriente-Proximo-y-el-norte-de-Africa-pese-a-los-avances.html

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Guatemala: Comunidad internacional se manifiesta a favor de profesionalización magisterial

Guatemala/04 de Diciembre de 2017/El Periódico

Dentro de recomendaciones a nivel internacional emitidas por los organismos encargados de velar por la educación y la niñez, se incluye instar a los mejores estudiantes a convertirse en maestros.

Integrantes de la comunidad internacional lideradas por la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (Unesco) y el Fondo de las Naciones Unidas para la Infancia (Unicef), manifestaron hoy su apoyo a la decisión de las autoridades nacionales que en 2012 trasladaron la formación docente de primaria al nivel universitario.

Consideran que ese tipo de acciones son trascendentales para elevar la calidad de la enseñanza, por lo que creen que regresar esta preparación al nivel medio representaría un retroceso en los esfuerzos realizados en los últimos años.

Su posición fue sustentada en estudios realizados por la Unesco, Preal, la Agencia de los Estados Unidos para el Desarrollo Internacional (USAID), OEI y el BID en los que se evidencia que el mejoramiento de la calidad educativa se obtiene por medio de profesores bien preparados, “razón por la cual la tendencia internacional es la formación inicial de los docentes en el nivel terciario o superior”.

La Unesco consideró que Guatemala dio un paso histórico hacia la mejora en la calidad escolar, ya que la formación disciplinar y pedagógica de los docentes incide directamente en la del aprendizaje de los estudiantes.

Ante esos antecedentes las organizaciones firmantes de un comunicado difundido en las redes sociales, sugirieron a las autoridades guatemaltecas efectuar esfuerzos para mantener o consolidar la formación inicial de los docentes en el nivel universitario.  “También es importante crear la normativa del desarrollo profesional docente y atraer a los mejores estudiantes como futuros formadores de los ciudadanos de la sociedad”, concluyeron.

Fuente: https://elperiodico.com.gt/nacion/2017/11/29/comunidad-internacional-se-manifiesta-a-favor-de-profesionalizacion-magisterial/

 

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