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Chile: CONES pide cambiar sistema de financiamiento de la educación en carta entregada en La Moneda

Chile/12 de julio de 2016/ Fuente: el ciudadano

Durante esta mañana, dirigentes de la Coordinadora Nacional de Estudiantes Secundarios (CONES) entregaron una carta en el Palacio de La Moneda, dirigida a la Presidenta Bachelet y su comité político, con el objetivo de presentar el protocolo de acuerdo suscrito por la CONES y una treintena de parlamentarios para cambiar el sistema de financiamiento educacional.

“Es necesario avanzar dentro de la Reforma Educacional, pero este proyecto no puede quedar cojo. Por eso entregamos esta carta y vamos a seguir reuniendo más firmas de parlamentarios, para poder incluirlos dentro de este protocolo de acuerdo”, declaró José Corona, vocero de la CONES.

El dirigente también se refirió a la marcha familiar por la educación, desarrollada el domingo recién pasado. Para Corona, “quedó demostrado que las grandes mayorías del país siguen avalando las demandas del movimiento estudiantil y que es necesario avanzar en las distintas materias en educación”.

“A fin de cuentas, la gran mayoría de Chile quiere construir una nueva educación para el país, avanzar hacia la gratuidad, potenciar las universidades estatales y fortalecer la educación pública en su totalidad”, agregó el dirigente.

 Fuente: http://www.elciudadano.cl/2016/07/11/305264/cones-pide-cambiar-sistema-de-financiamiento-de-la-educacion-en-carta-entregada-en-la-moneda/
Imagen: http://www.elciudadano.cl/wp-content/uploads/2016/07/08-07-16-jose%CC%81-corona-600×400-1-458×305.jpg
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“A educação tem que ser para todos e isso não se consegue com ensino privado”

Brasil/12 de julio de 2016/Fuente: publico.pt

La educación pública es esencial para una sociedad democrática, ya que crea un espacio donde los niños puedan conocer y aprender a participar en la vida cívica. Sin embargo, lo que estamos presenciando, a través de políticas neoliberales es que los espacios públicos de nuestras sociedades estan a decaer. La respuesta a los problemas de la educación no es su privatización. La educación pública permite que la gente tenga algo que decir sobre lo que sucede, lo que no sucede en la educación privada.

«La pregunta con la que nos enfrentamos hoy en día, especialmente teniendo en cuenta el movimiento de privatización de la educación, es darse cuenta de hasta qué punto podemos realmente proteger nuestros derechos democráticos dentro de la educación». Siempre ha habido escuelas privadas, que generalmente eran el lugar de la educación de élite. Entonces la idea comenzó a pasar de que era posible extender esta educación de élite a los más pobres, pero la verdad es que esto no es la misma educación. La pregunta con la que nos enfrentamos hoy en día, especialmente teniendo en cuenta el movimiento de privatización de la educación, es darse cuenta de hasta qué punto podemos realmente proteger nuestros derechos democráticos dentro de la educación.

La educación pública debe ser humanización y promover la libertad de ideas, rango ideológico de la educación privada está mucho más cerca. Parte de la razón por la educación pública es pública es la necesidad de proteger a la inclusión de todos los ciudadanos. La educación tiene que ser para todos y no se puede garantizar con la educación privada.

En los EE.UU., desde hace más de 20 años existe el movimiento de escuelas chárter [escuelas privadas que reciben fondos públicos]. ¿Cuál es su evaluación de esta experiencia?
Ha habido investigaciones recientes que no confirman la idea de que estas escuelas son mejores que las públicas para educar a los niños. Esto no quiere decir que no hay escuelas autónomas que son buenas, lo que digo es que, al igual que existen diferencias en la educación que se recibe por los niños en las escuelas públicas, también existen diferencias en la educación que se recibe por los niños en las escuelas privadas . Y no podemos olvidar que hay dinero público se canaliza a los medios privados, en lugar de ser utilizado para fortalecer la educación pública, que sabemos que es uno de los pilares de la democracia.

A académica norte-americana Antonia Darder tornou-se numa voz activa contra a agenda neoliberal na Educação e em defesa dos modelos públicos de ensino. “A resposta para os problemas da educação não é a sua privatização.”

O livro de Antonia Darder Cultura e Poder na Sala de Aula foi lançado há 25 anos, mas continua a ser um marco na reflexão sobre a inclusão de minorias étnicas e culturais através da educação. Depois disso, a académica norte-americana, nascida em Porto Rico, construiu uma carreira que fez dela uma intelectual influente e uma activista reconhecida. Actualmente ocupa a Leavey Presidencial Endowed Chair em Liderança Moral e Ética, na Escola de Educação da Universidade Loyola Marymount, nos EUA. Esta semana esteve em Portugal para uma conferência sobre o futuro da educação pública, promovida pelo Sindicato dos Professores da Grande Lisboa.

A conferência em que participou acontece num contexto em que o país está a sair de um debate acerca da liberdade de escolha das famílias, a propósito de um corte no financiamento de alguns colégios privados. Como vê a relação entre escolas públicas e privadas?
O ensino público é fundamental para uma sociedade democrática, porque cria um espaço em que as crianças podem encontrar-se e aprender a participar na vida cívica. Todavia, aquilo a que estamos a assistir, através das políticas neoliberais, é que os espaços públicos nas nossas sociedades estão a minguar. A resposta para os problemas da educação não é a sua privatização. O ensino público permite às pessoas terem uma palavra sobre aquilo que acontece, o que não acontece no ensino privado.

Qual deve ser o papel das escolas privadas num sistema de educação?
Sempre houve escolas privadas, que genericamente eram o local da educação da elite. Depois começou a passar-se a ideia de que era possível alargar esta educação de elite aos mais pobres, mas a verdade é que não se trata da mesma educação. A questão com que estamos a lidar hoje, especialmente tendo em conta o movimento de privatização do ensino, é perceber em que medida é que podemos realmente proteger os nossos direitos democráticos dentro da educação.

Em que sentido?
A minha pergunta é: estes ambientes de educação privada têm em conta as questões mais profundas da democracia e da cidadania? O ensino público deve ser humanizador e promover a liberdade de ideias. A faixa ideológica do ensino privado é muito mais estreita. Parte do motivo pelo qual o ensino público é público é a necessidade de proteger a inclusão de todos os cidadãos. A educação tem que ser para todos e isso não se consegue garantir com ensino privado.

Nos EUA, há mais de 20 anos que existe o movimento das chamadas charter schools [escolas privadas que recebem financiamento público]. Qual é a sua avaliação dessa experiência?
Tem havido investigação recente que não confirma a ideia de que estas escolas são melhores do que as escolas públicas a educar as crianças. Isto não significa que não haja charter schools que são boas, o que estou a dizer é que, da mesma forma que há disparidades na educação que é recebida pelas crianças em escolas públicas, também há disparidades na educação que é recebida pelas crianças em escolas privadas. E não podemos esquecer que há dinheiro público a ser canalizado para meios privados, em lugar de estar a ser usado para reforçar a educação pública, que sabemos que é um dos pilares da democracia.

Esta é uma discussão que está a ocorrer em vários países. Como explica esteve movimento global?
A lógica do neoliberalismo é a de que tudo deve ser visto do ponto de vista das finanças, incluindo a educação. A educação costumava ser um tema protegido dentro dos espaços públicos, mas isso mudou e agora tornou-se um produto que se pode vender e comprar. Mas, da mesma forma que acredito que ninguém devia estar a lucrar com a doença, também não devem estar a lucrar com a educação das nossas crianças. Temos uma tensão aqui que é ideológica e com a qual temos que lutar. Nem tudo pode ser construído nos termos da agenda neoliberal.

Essa agenda tem consequências no sector educativo?
Tem-se passado a ideia de que as taxas de abandono estão a diminuir, mas isso não corresponde totalmente à verdade. O que temos visto na generalidade dos países são altas taxas de abandono nas comunidades mais pobres, especialmente comunidades constituídas por pessoas de cor. Quando as crianças não recebem educação adequada, as suas oportunidades reduzem-se e é isso que acontece quando se privatiza a educação.

Como imagina o futuro da educação pública?
Precisamos de recursos suficientes e de uma boa preparação dos professores para que possam responder às necessidades dos seus alunos. Nos EUA, muitos dos alunos que estão na educação pública pertencem a comunidades muito diversas em termos culturais e, com frequência, os professores não estão preparados para lidar com isso. Há questões de racismo, de classe, de privilégios, de que não se fala. Precisamos de criar políticas e práticas que possam garantir às nossas crianças que a educação está a prepará-las para um mundo muito diverso e complexo. O que vemos com frequência é que os estudantes estão muito infelizes nas escolas, acreditam que a educação que estão a receber é irrelevante, não encontram um lugar com que se identifiquem.

Por que acontece isso?
Não perguntamos se as crianças estão felizes na escola, se estão entusiasmadas a aprender. A sua criatividade está a ser estimulada, estão a sentir que a escola é um lugar onde podem sentir felicidade e amor? Esta componente é completamente deixada fora da discussão, especialmente hoje em que tudo parece resumir-se aos resultados dos exames. Hoje parece que a escola só serve para testar.

Isso parece-lhe negativo?
Em muitas sociedades, o resultado disto são altas taxas de abandono. Em vez de o abandono estar a ser visto como um problema que se prende com a forma como os professores estão a ser preparados, com os currículos e com a estrutura da educação, colocamos as responsabilidades nas crianças, nas famílias, nas suas culturas e nas suas comunidades.

O seu trabalho principal tem a ver com educação bi-cultural. Em que consiste a sua proposta?
É necessário perceber as tensões que existem com as crianças que vêm de uma cultura que não é a cultura dominante. Para muitos como eu, que nasci em Porto Rico e emigrei ainda criança para os EUA, a minha cultura e a minha língua foram sempre reprimidas durante a minha formação. O que tentei perceber foi o impacto dessa repressão cultural e linguística nas nossas crianças e em que medida é que se tornou aceite que as crianças devem simplesmente adoptar a cultura e a língua dominantes e excluir qualquer formação nas suas línguas e cultura primárias.

Que impactos são esses?
Os imigrantes vêm de diferentes contextos culturais e chegam com conhecimento. Pode ser um conhecimento diferente e que pode não ser entendido pelos professores e pelo sistema educativo, mas eu acredito que é benéfico valorizar a sabedoria e o conhecimento que estas pessoas trazem às nossas escolas e à sociedade. Só que o que fazemos é cortar essas aprendizagens, porque simplesmente decidimos que esse conhecimento, essa cultura ou essa língua não têm importância.

Os resultados deste trabalho podem ser úteis, por exemplo, a um país como Portugal, onde a diversidade étnica e cultural é menor do que nos EUA?
O último relatório da Comissão Europeia sobre racismo e intolerância nota que em Portugal há altas taxas de abandono entre as minorias e sugere que deve haver maior monitorização da educação das crianças imigrantes no que toca à discriminação. O documento recomenda também a Portugal uma maior diversidade dos professores e mais preparação para o bilinguismo. Há certos princípios e certas formas de entender as condições sob as quais estas comunidades foram colonizadas que são comuns aos vários países.

Fuente: https://www.publico.pt/sociedade/noticia/a-educacao-tem-que-ser-para-todos-e-isso-nao-se-consegue-com-ensino-privado-1737693

Imagen: https://imagens4.publico.pt/imagens.aspx/1061164?tp=UH&db=IMAGENS

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Argentina: Los futuros ciudadanos que no conocemos (antes de la tormenta)

Argentina/12 de julio de 2016/Fuente:  Urgente24

Los barrios porteños más vulnerables son a la vez los que más porcentaje de niños hasta 4 años registran en la Capital: Villa Soldati, Villa Riachuelo y Villa Lugano, en una primera línea, y Boca, Barracas, Parque Patricios y Nueva Pompeya, un escalón más abajo. Todos linderos al Riachuelo y adonde el gobierno de la Ciudad le apunta los cañones sociales. Ya funcionan 64 Puntos Centros de Primera Infancia que atienden a 9.000 chicos en todas las comunas en materia alimentaria, de salud y educación. Aunque una encuesta de CIPPEC, UNICEF, FLACSO y el Ministerio Desarrollo Humano y Hábitat de la CABA les abrió un crédito, la calle sigue reflejando con crudeza la triste historia de generaciones de niños que crecen prisioneros de esa desigualdad social.

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Colomia: Maestros, la clave para fomentar la investigación

Colombia/12 de julio de 2016/ Fuente: semana

En Colombia ha empezado a surgir una generación de maestros que a partir de métodos novedosos han fomentado el interés y el amor por la ciencia, el conocimiento y la investigación.

Hace un tiempo, en una entrevista concedida a SEMANA, Adrián Paenza, uno de los periodistas y divulgadores científicos más importantes de América Latina, responsabilizaba a los métodos tradicionales de educación por la falta de interés de los niños y jóvenes en temas como matemática, biología y ciencias en general. Decía que “la solución de problemas algebraicos o de fórmulas químicas no le dice nada a los estudiantes sobre su vida cotidiana, ni mucho menos les sirve para afrontar los problemas del día a día”. Por eso, él señalaba que a los muchachos no se les podía culpar por su falta de interés en los conocimientos que se les impartían en la escuela.

En el caso colombiano, desde hace unos cuantos años ha empezado a surgir una nueva generación de profesores que por medio de métodos innovadores combaten ese tedio y desinterés de los estudiantes. Gracias a esas nuevas técnicas, educadores como Ángel Yesid Torres, Nancy Palacios y Alizander Girón Alvarado no solo han logrado que la educación no se quede en acumulación de datos, sino que han fomentado en los niños y jóvenes el amor por la ciencia y la investigación.

Las propuestas pedagógicas de Ángel y Nancy les han merecido el premio al Gran Maestro otorgado por la Fundación Compartir, institución que lleva 36 años trabajando por mejorar la calidad de la educación de niños y jóvenes colombianos; y en el caso de Alizander, una nominación. Pero, además, ellos han hecho parte del Programa Ondas, una estrategia de Colciencias que busca fomentar el interés por la ciencia, la tecnología y la innovación en la población infantil y juvenil colombiana, a través de la investigación.

Y es que los modelos pedagógicos de estos profesores muestran que sí es posible fomentar en los niños el interés por la ciencia y la investigación. Tal es el caso de Nancy, que a partir de la experiencia con Ondas, construyó unidades didácticas en las que los menores aprenden conceptos de las ciencias sociales a partir de pequeñas investigaciones sobre el lugar en donde viven. “Sacamos la educación de las aulas, conseguimos que los alumnos observaran su entorno económico, social y cultural y lo convirtieran en temas de investigación”, explica la profesora afrodescendiente de la institución Santa Ana de los Caballeros de Ansermanuevo (Valle del Cauca).

De manera similar, Alizander, de origen yanacona y profesor del colegio Santa Catalina Labouré de Bolívar (Cauca), creó desde 2012 un centro de investigación cultural, en el que los estudiantes han explorado temas que van desde los movimientos sociales hasta la composición de los suelos del municipio para mejorar la agricultura. “A mí siempre me inquietó que a los muchachos no les gustaba leer ni escribir, y me di cuenta que no era culpa de ellos sino de nosotros los maestros porque les enseñamos los temas de manera descontextualizada. Fue así como desde 2012 me empeñé en sacar a los alumnos del colegio para que conocieran la realidad”.

Por su parte, Ángel ha logrado desarrollar competencias tecnológicas en los estudiantes de la institución educativa José Cayetano Vásquez de Cienéga (Boyacá) a partir de la robótica, en especial de su aplicación para solucionar los problemas de la población discapacitada.

Todas estas propuestas pedagógicas han roto los esquemas tradicionales en Colombia. Por ejemplo, Alizander y Ángel coinciden en señalar que sus proyectos, en los que participan estudiantes de distintos grados, han acabado con las jerarquías, “aquí los de séptimo discuten con los de once, todos leen y corrigen los escritos de sus compañeros sin importar que sean de grados superiores o inferiores, podríamos decir que aquí el conocimiento se democratiza”, afirma Alizander. Además, consideran que fundamentar el aprendizaje en la investigación rompe el mito de asumir que los profesores les transmiten su verdad a los alumnos. “Con la investigación les estamos demostrando a nuestros niños que el conocimiento es democrático, que se construye entre todos y que nadie tiene la razón absoluta”, explica Ángel.

Para seguir promoviendo este proceso, la Fundación Compartir ha abierto la convocatoria para que todos los profesores del país participen en la edición número 19 del Premio Compartir al Maestro. Las inscripciones estarán abiertas hasta el 31 de julio, y en el concurso podrán participar aquellos que tengan una experiencia educativa que hayan aplicado durante dos años y que crean que con ella han mejorado la forma de enseñar a sus alumnos.

Fuente: http://www.semana.com/vida-moderna/articulo/maestros-la-clave-para-fomentar-la-investigacion/481331

Imagen:https://static.iris.net.co/semana/upload/images/2016/7/9/481257_1.jpg

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Venezuela: Siembran conciencia en pro del planeta

Venezuela/12 de julio de 2016/Fuente: elimpulso

Los Ayamanes, grupo de indígenas que pobló el estado Lara, mantuvieron una unidad armoniosa y fecunda con la naturaleza, es por eso que esta importante fundación, creada hace casi 16 años y que se dedica a la siembra de consciencia ambiental, lleva su nombre.

Durante más de una década y media los miembros de la directiva y el voluntariado de la Fundación Huerto Los Ayamanes han utilizado la educación como eje central de su labor.

Crear una organización no gubernamental de este tipo puede resultar tarea fácil, pero lo difícil es mantenerla en el tiempo y lograr que de frutos. ¿Cuál ha sido la clave para esta Fundación? La constancia y la entrega, responde su director Gustavo José Mendoza Reyes.

“Nuestras ganas de trabajar y la convicción de que todo lo que hacemos vale la pena, es lo que nos ha permitido mantenernos en el tiempo y mantener motivados a los miembros del voluntariado, que no reciben ningún tipo de remuneración por su labor”, explica.

A esa pasión se suman las alianzas establecidas en distintos ámbitos con importantes universidades, ONG’s, medios de comunicación e instituciones, públicas y privadas, que creen en el movimiento ambientalista basado en la educación.

Mendoza Reyes enfatiza que “es en la educación donde se puede concebir un cambio trascendental, que permita formar ciudadanos responsables, conscientes de la necesidad de ver el entorno como elemento integrador”.

La fundación tiene cuatro áreas fundamentales de gestión: educación ambiental; difusión y promoción; cultura y recreación; y acción social.

Nació en el año 2.000 por iniciativa de Mendoza Reyes, quien para la fecha tenía 8 años y que en todo momento ha contado con el apoyo de su familia, al punto de que su mamá Ana Cecilia Reyes Rivero, es la subdirectora de la fundación.

Gustavo José abrigó desde pequeño el interés por mostrar al colectivo lo importante que es preservar y conservar el planeta, fue así como surgió la idea de idea de concebir una fundación dedicada a la tarea de generar consciencia y multiplicar conocimientos en materia de valores ambientales, siendo los niños y jóvenes su principal meta.

Agricultores de esperanza

A propósito de la celebración de su décimo cuarto aniversario, los integrantes de Fundación Huerto Los Ayamanes elaboraron su primer Boletín Informativo, en el que ofrecen un interesante balance de los logros obtenidos hasta esa fecha.

Luego de los años, las cifras y el número de beneficiados con su labor se han incrementado de forma considerable y exitosa. En el texto se identifican como agricultores de esperanza, porque siembran respeto, humildad, gratitud, generosidad, solidaridad, optimismo y bondad por el ambiente.

Festivales ambientales, exposiciones, trabajo manuales, juegos y conversatorios, son algunas de las actividades realizadas en más de 25 instituciones de educación básica, media y diversificada de la región.

Además han brindado educación ambiental no formal en comunidades de varios municipios del estado Lara, mediante siembra de árboles, talleres sobre reutilización de desechos, juegos ecológicos, círculos de discusión, rally, actividades culturales y recreativas.

Formación de líderes

A partir del año 2012 iniciaron el Curso de Formación de Líderes Ambientales, que cuenta con el respaldo de la Universidad Pedagógica Experimental Libertador (UPEL- IPB), a través del Departamento de Ciencias Naturales y la Coordinación de la asignatura Educación Ambiental.

Más de 50 jóvenes de entre 15 y 25 años, provenientes de Lara, Yaracuy y Cojedes, han sido capacitados en las áreas de ambiente, comunicación y liderazgo.

Vale destacar que Huerto Los Ayamanes forma parte del directorio de Organizaciones No Gubernamentales Ambientales de Venezuela, que forma parte del Proyecto de Redes Ambientales, y de la Red de Organizaciones No Gubernamentales de Venezuela (Red ARA).

De igual forma, han auspiciado y participado en más de 60 encuentros universitarios de carácter conservacionista. Y entre las universidades aliadas también destacan la Universidad Centroccidental Lisandro Alvarado (UCLA), Universidad Yacambú (UNY), Universidad Politécnica Territorial Andrés Eloy Blanco (Uptaeb) y la Universidad Nacional Experimental Simón Rodríguez.

¡A celebrar el Día del Niño!

Por tercer año consecutivo, Fundación Huerto Los Ayamanes y Fundación Integrarte, unen esfuerzos para llevar a cabo una celebración especial: el Día del Niño, donde los protagonistas serán pequeños de escasos recursos de la Comunidad La Piedad Sur del Municipio Palavecino, próximo 23 de julio.

En el encuentro se sembrarán árboles y se realizará un mural artístico, además de diversas actividades culturales y recreativas, entre las que destaca la puesta en escena del cuento “Ups, el mensajero del Planeta del Corazón”. Todo lo previsto será desarrollado por voluntarios de ambas organizaciones y otros colaboradores sumados a la causa, en un ambiente alegre, divertido y en especial, lleno de sueños.

La actividad finalizará, con una entrega de libros a modo de obsequio para los pequeños asistentes, con el objeto de promover el hábito por la lectura, la creatividad, el arte, y por supuesto, el amor por la naturaleza. Para ello, están recolectando cuentos infantiles (nuevos o usados pero en buen estado), así como pinturas, pinceles, brochas y árboles autóctonos o especies ornamentales de fácil cuidado.

“La finalidad es doble, por un lado compartir y por el otro dejar una huella en la comunidad a través de la siembra de especies autóctonas y la realización del mural”, dijo Mendoza Reyes.

Por otro lado, Los Ayamanes tienen previsto realizar el primer Eco Perrotón Canino Guaro, en el Parque Canino de El Pedregal, el próximo 13 de agosto, a beneficio de sus labores como ONG.

Además se definen como pioneros en el desarrollo de la primera campaña comunicacional educativa “Barquisimeto BIOdiversa”, que resultó seleccionada como uno de los diez proyectos finalistas del Bayer Encuentro Juvenil Ambiental 2013, como una propuesta positiva que apuesta por crear consciencia verde.

Fuente: http://www.elimpulso.com/correos-diarios/a-esta-hora/siembran-conciencia-pro-del-planeta

Imagen: https://huertolosayamanes.files.wordpress.com/2016/03/cropped-2.jpg

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Paraguay: El limbo de los niños sindicados

Paraguay/ 12 de Julio de 2016/ Fuente: el pais

“Trabajo desde que tengo memoria”. Las palabras de Daniel Cardoso suenan añejas, como si hubiesen pasado décadas desde el primer día en que puso un pie en el mercado central de abasto de Asunción, la capital paraguaya. Allí vende zumos y tereré (bebida típica hecha con yerba mate, agua y hielo).

Con 12 años, este niño ha trabajado la mitad de su vida y lo único que tiene claro es que el dinero siempre ha sido bienvenido en casa. Su abuela materna y una tía lo han criado casi desde que nació. Daniel dedica entre tres y cuatro horas del día a lo que llama él “su negocio”. Gana entre 2.000 y 2.500 guaraníes diarios (menos 50 céntimos de euro al día) y se siente orgulloso de contribuir a los ingresos en su hogar. “Me gusta trabajar porque puedo ayudar a mi familia”, explica.

Por la mañana, Daniel va a la escuela y por la tarde se instala en el mercado. Desde hace tres años se incorporó a la Coordinación Nacional de Niñas, Niños y Adolescentes Trabajadores de Paraguay (Connats). Ahora es delegado de esta asociación y se reúne con otros como él para hablar sobre su condición y defender los derechos que tienen como empleados. La organización guaraní, nacida en 1999, agrupa a 600 menores de todo el país, en donde la tasa de trabajo infantil llega al 22,4%, según cifras de 2011.

Uno de los primeros sindicatos de niños trabajadores germinó en Perú durante los años 70 con la fundación del Movimiento de Adolescentes y Niños Trabajadores, Hijos de Obreros Cristianos (Manthoc). En las últimas dos décadas, esta corriente ha llegado a Bolivia, Colombia, Argentina, Chile, México, Guatemala, Ecuador y Venezuela. Los diversos grupos de la región han confluido en el Movimiento Latinoamericano y del Caribe de Niñas, Niños y Adolescentes Trabajadores (Molacnats), una asociación laica que cuenta con 8.000 miembros, según Gladys González, secretaria ejecutiva de la agrupación.

Una gota en el mar

“Los llamados sindicatos de niños buscan ser escuchados. Ven en el trabajo una manera de salir adelante y no una forma de explotación. Defienden el derecho al trabajo y a la educación y militan por el ejercicio de una actividad digna”, comenta Robin Cavagnoud, especialista en el tema de la Pontificia Universidad Católica del Perú. Los integrantes de este grupo, sin embargo, apenas representan una pizca de los 12,5 millones de menores que trabajan en Latinoamérica (9,5 millones lo hacen en poniendo en peligro su integridad), según la Organización Internacional del Trabajo (OIT), publicadas en 2013. Además, no son reconocidos institucionalmente, pues violan la Convención 138 de la Conferencia Internacional del Trabajo, que estipula entre los 14 y 16 años la edad mínima de admisión al empleo.

“Los sindicatos de niños están en un limbo”, reconoce David del Campo, director de cooperación internacional de Save the Children. Por un lado, explica, las asociaciones están obligadas a cumplir las convenciones internacionales, pues los países en donde se han establecido han ratificado los convenios 138 (edad mínima de trabajo) y 182 (que habla sobre las peores formas de empleo). Y por otra parte, agrega, los movimientos estipulan que la labor que realizan es innegable a su situación económica, en una región donde la pobreza llegó en 2015 a más de 175 millones de personas, de acuerdo con la Cepal. “El mandato de la OIT es necesario y hay que cumplirlo, pero los menores trabajadores no tienen derechos ni normas que rijan su actividad y no se les puede ignorar, porque hacerlo generaría un caldo de cultivo para la explotación”, espeta Del Campo.

A pesar de esta falta de reconocimiento, estos movimiento se han dejado sentir con fuerza la zona andina, donde existen los mayores índices de trabajo infantil. A finales de 2013, el sindicato Unión de Niños, Niñas y Adolescentes Trabajadores de Bolivia (Unatsbo) mostró su músculo, pues se opuso a que el Gobierno de Evo Morales adoptará la legislación internacional que prohíbe el trabajo a los menores de 14 años. Durante un mes se manifestaron intermitentemente a lo largo del país bloqueando incluso los accesos a la capital. Y lo consiguieron. En julio de 2014, el Congreso boliviano rebajó la edad mínima de empleo en 10 años.

Lo que se logró fue una regulación, dice Cavagnoud, pues oficialmente se mantiene el límite en 14 años. Para que un niño pueda trabajar a los 10 años de manera “independiente” (como vendedor en la vía pública, por ejemplo) o a partir los 12 como empleado “dependiente” en un negocio, la familia y la Defensoría de la Niñez y Adolescencia deberán de dar su aprobación y tienen como condición seguir con sus estudios. Según las cifras oficiales bolivianas, el país tiene uno de los índices más altos de trabajo infantil: un 28% (la media en la región es de un 8,8%), y en donde el 61% de los más de 800.000 menores que está en esta condición no llega a los 14 años.

Las consecuencias de un niño trabajador son “desastrosas” para la economía de un país, dice José Manuel Salazar-Xirinachs, director regional para América Latina y Caribe de la OIT. “Si un menor trabaja en vez de ir a la escuela afecta su formación y oportunidades en el mundo laboral… el capital humano de un país se ve afectado y se perpetua el circulo de pobreza”, explica.

UNA PROPUESTA DE SOLUCIÓN

En la última década, América Latina vio reducido el número de niños trabajando. Más de 7,5 millones salieron de esta condición, según la Organización Mundial del Trabajo (OIT). La bonanza económica fue uno de los grandes dinamizadores para subyugar al fenómeno, comenta José Manuel Salazar-Xirinachs, director regional para América Latina y Caribe de la OIT. En el mundo existen más de 168 millones de menores en esta condición. África subsahariana presenta el mayor índice de niños (entre 5 y 17 años) en situación de trabajo con un 21,4%, seguido de Asia Pacífico (9,3%), América Latina (8,8%) y Oriente Medio y África del Norte (8,4%), según los datos de la OIT.

Para que América Latina continúe con la erradicación del trabajo infantil, el organismo internacional ha propuesto un sistema de transferencias de dinero condicionadas. La idea, según reza un análisis de la institución, es que más de 11 millones de menores en condición de trabajo en América Latina reciban 27 euros mensuales, lo que implicaría un gasto aproximado de 3.600 millones de euros para 17 Gobiernos de la zona. En caso de que se lograra implementar este plan, para 2025 el empleo infantil estaría casi extinto, indica Salazar-Xirinachs.

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Situación y desafíos de la educación en Argentina

Argentina/12 de julio de 2016/ Fuentes: el liberal

Los chicos que hoy están cursando primer grado terminarán la escuela en año 2027, se jubilarán alrededor del año 2080 y muchos de ellos estarán con vida en el año 2116. La posibilidad de celebrar el Tricentenario en una Argentina desarrollada social, cultural y económicamente depende de las acciones que realicemos hoy. Fundamentalmente, de aquellas que llevemos adelante en el seno de la escuela.

Ante un mundo que cambia permanentemente y de manera vertiginosa, no sabemos cómo será la realidad de las próximas décadas. En este contexto, debemos preguntarnos cómo tiene que ser la escuela que prepare a nuestros chicos de la mejor manera para afrontar ese futuro cargado de incertidumbre y enormes desafíos. Y está claro que no hay posibilidad de ser libre e independiente si no se accede a una educación de calidad.

Lamentablemente, en nuestro país la situación educativa es alarmante y se agrava en los sectores sociales de mayor vulnerabilidad social. A pesar de que por la Ley Nacional de Financiamiento Educativo N° 26.075 la inversión en educación alcanzó el 6,5% en el 2011 (Cippec), los resultados de desempeño siguen siendo preocupantes.

El 44% de los niños y jóvenes en el país no terminan el secundario. Y de los que terminan, la mitad no comprende correctamente textos. Prueba de ello es que llegamos al punto el año pasado de que la Universidad de Buenos Aires abrió talleres de comprensión lectora para sus alumnos.

Además, según el Operativo Nacional de Evaluación (ONE) de 2013, uno de cada cuatro alumnos desfavorecidos se ubica en los niveles más bajos de la prueba nacional. En las pruebas Pisa de 2012, Argentina quedó en el puesto 59 de 65 naciones evaluadas, dejando en evidencia que las brechas por nivel socio-económico son de las más altas del mundo. Más aún, cuando observamos las cifras de graduados universitarios, nos encontramos con que la Argentina tiene una tasa de graduados cada 10.000 habitantes muy baja: 431 ingresan y sólo 28 se gradúan. Por eso la situación empeora en sectores de mayor vulnerabilidad social, en un país donde el 34,5% de la gente vive bajo la línea de pobreza, según la última medición del Observatorio de la Deuda Social Argentina de la UCA.

Ante este duro y complejo diagnóstico, se nos plantean cinco grandes desafíos desde la educación, en los siguientes ejes:

Innovación. Debemos construir una escuela que nos lleve al futuro. Para ello, desde el Ministerio de Educación y Deportes de la Nación hemos lanzado una Red Federal de Mejora de los Aprendizajes. En ese sentido, tenemos que apasionarnos con la siguiente consigna: Todos los chicos pueden y deben aprender. Independientemente de dónde se nazca, todos los niños tienen derecho a acceder a una educación de calidad.

El rol del docente. Hay que realzar la figura del docente. Resulta imperioso reconocer que el rol del docente como líder de los procesos de enseñanza y de aprendizaje, para poder gestar una escuela del Siglo XXI, precursora del Siglo XXII. Por ello, es ante todo imprescindible pensar consecuentemente los institutos de formación docente, fortaleciendo la formación continua y en servicio, además de seguir mejorando las condiciones salariales y de trabajo.

Evaluación. En línea con el compromiso con la verdad asumido por el Presidente Mauricio Macri, hemos creado una Secretaría de Evaluación de la Calidad Educativa. En octubre se llevará a cabo un Operativo Nacional de Evaluación, llamado Argentina Aprende. Eso nos permitirá darle muchísima más claridad a los datos que disponemos y generar otros nuevos. Vamos a publicar un resultado censal educativo por municipio, tanto para la educación de gestión pública como privada. Conocer la realidad nos permitirá tomar las mejores decisiones para transformarla.

Primera Infancia. Necesitamos articular las políticas de Primera Infancia para generar condiciones de educabilidad. Acompañar a la mujer embarazada y al niño desde el nacimiento en materia de nutrición, salud y hábitat. A su vez, debemos abrir centros de desarrollo infantil para la estimulación temprana de nuestros niños y construir 3.000 jardines de infantes a lo largo y ancho de nuestro país.

Relación con el mundo del trabajo. Es central establecer un diálogo entre el sistema educativo y el mundo y la cultura del trabajo, para de esa forma lograr que la escuela hable con la realidad socioproductiva del lugar. Es nuestro deber comprometernos con la educación como único camino para resolver las desigualdades e inequidades sociales estructurales de nuestro país.

Fuente: http://www.elliberal.com.ar/noticia/272022/situacion-desafios-educacion-argentina

Imagen: http://elperiodico.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2016/02/422.jpg

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