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Brasil: Governo anuncia novas vagas para financiamento estudantil

America del Sur/Brasil/agenciabrasil.ebc.com.b

O governo federal anunciou hoje (6) a abertura, para 2018, de 310 mil vagas em três modalidades do Novo Fundo de Financiamento Estudantil (Novo Fies). Dessas vagas, 100 mil serão ofertadas a juro zero para estudantes com renda familiar per capita de até três salários mínimos, incidindo somente correção monetária. Outras 75 mil novas vagas foram anunciadas para o segundo semestre deste ano.

O Novo Fies passará a vigorar a partir de 2018. Na modalidade Fies 1, com oferta de 100 mil vagas por ano a juro zero, o estudante pagará uma parcela máxima de 10% de sua renda mensal. Outros pontos de corte serão a pontuação mínima de 450 pontos e nota na redação acima de zero no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

O ministro da Educação, Mendonça Filho, afirmou, também, que as universidades serão responsáveis por bancar os custos com as taxas bancárias para os empréstimos. Com isso, a economia para a União será de R$ 300 milhões, segundo o governo. Um fundo garantidor será criado para que as instituições de ensino contribuam para mitigar os riscos das operações.

“Agora as instituições de ensino superior privadas serão sócias também da inadimplência, elas terão que zelar por cada real emprestado, e se por acaso a inadimplência aumentar, elas terão que aportar mais recursos no fundo garantidor”, disse o ministro durante o anúncio do Novo Fies, no Palácio do Planalto.  “Tem que ser sócio no filé e também tem que ser sócio no osso.”

Para o ministro, as modificações garantirão a continuidade do programa. Ele mostrou dados segundo os quais, em seu formato anterior, o programa acumulava uma inadimplência de 46,4%, cujo risco terá que ser absorvido inteiramente pelo Tesouro Nacional.

Em seu pico, em 2014, o Fies alcançou mais de 732 mil contratos de empréstimos para financiar cursos para estudantes de baixa renda em universidades privadas. Segundo o atual governo, no entanto, não havia critérios suficientes para garantir a sustentabilidade do programa. O MEC contabiliza no momento mais de 2,5 milhões de contratos ativos no Fies.

Outras modalidades

Na segunda modalidade, o Novo Fies terá como fonte de recursos fundos constitucionais regionais. Em 2018, neste grupo serão ofertadas 150 mil vagas para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, a juros de até 3% ao ano, mais correção monetária.

A terceira modalidade do Novo Fies contará também com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Neste grupo, 60 mil vagas serão ofertadas em 2018 a estudantes com renda familiar per capita de até cinco salários mínimos.

Edição: Lidia Neves
Fuente: http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2017-07/governo-anuncia-100-mil-vagas-juro-zero-para-fies-em-2018
Imagen tomada de: http://www.patosagora.net/fotos/noticias/ff62b60f2341b96b4a316647d598c5dc_D.jpg
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Bangladesh, Problem in Education: Quality not priority

Asia/Bangladesh/thedailystar.new/Wasim Bin Habib

Resumen:  Aunque el gobierno ha aumentado las asignaciones presupuestarias para el sector de la educación en los últimos años adjuntando la máxima prioridad a la misma, la asignación sigue siendo insuficiente para garantizar una educación de calidad. Se debe a que una gran parte del presupuesto de educación se gasta en fines no de desarrollo, principalmente para los salarios de los profesores, lo que deja poco margen para la inversión en educación de calidad. En su discurso sobre el presupuesto, el ministro de Finanzas AMA Muhith propone una asignación de 50.432 millones de rupias Tk en el presupuesto para el año fiscal 2017-18 para el sector de la educación, el aumento de la asignación de alrededor de un 14 por ciento desde el año fiscal saliente.

Although the government has increased budgetary allocations for the education sector over the years attaching top priority to it, the allocation is still inadequate for ensuring quality education.

It is because a large portion of the education budget is spent on non-developmental purposes, mainly for teachers’ salaries, leaving little scope for investing in quality education.

In his budget speech, Finance Minister AMA Muhith proposed an allocation of Tk 50,432 crore in the budget for 2017-18 fiscal year for education sector, raising the allocation by around 14 percent from the outgoing fiscal year.

The amount is 2.2 percent of the GDP (gross domestic product) and 12.6 percent of the total outlay.

In the revised budget of the previous fiscal year, the allocation for education was Tk 44,260 crore.

The finance minister yesterday set aside an allocation of Tk 28,410 crore for the two newly created divisions under the education ministry and another Tk 22,022 crore for the primary and mass education ministry.

Of the proposed allocation, the proposed non-development expenditure is Tk 34,676.

The size of the national budget is increasing every year; the budgetary allocation to the education sector also rises. But the share of the education budget has been remaining almost static over the years, both as percentage of GDP and as a share of total outlay.

In the last six years since 2011, the rise of allocation has been hovering around 10 to 12 percent except that of last year when the jump was over 14 percent, according to the budget documents.

The ratio of education budget to GDP stood around two percent over the last 15 years, which is lower than that of many other Asian countries, like Vietnam and Nepal.

Bangladesh committed in the Dakar Declaration in 2000 and other global forums that it would spend 6 percent of the GDP or allocate at least 20 percent of the national budget for education. The Unesco also stipulates that the budgetary allocation for education should constitute at least 6 percent of the GDP and 20 percent of the total budget.

Against such a background, educationists said Bangladesh should invest more in education, especially in quality education, if it wanted to change its future and achieve the goals set in the National Education Policy 2010 and Vision 2021.

«It is not possible to ensure quality of education with this amount. The government expenditure on education has to be increased,» Manzoor Ahmed, professor emeritus of Brac University, told The Daily Star over phone yesterday.

Although the government repeatedly promises to raise the allocation, but it does not do so as per expectation. The budgetary allocation for education is quite low compared to other South Asian countries, he added.

«We have been observing that the allocation remains almost at the same level.»

As per the international benchmark, the allocation in the education sector should be 20 percent of the total budget, said Manzoor.

«Setting the 20 percent allocation as our target, the government should increase the allocation every year,» he added.

NEW PLANS FOR PRIMARY AND SECONDARY EDUCATION

In his budget speech, the finance minister said they planned to build ICT-based interactive classrooms at 503 model primary schools to enhance both capacity and quality in primary education.

Besides, the government planned to undertake two projects at a cost of Tk 14,864 crore to create appropriate learning environment at the primary schools, he said.

Stressing the need for developing quality of secondary education, he said a five-year long project titled «Secondary Education Development Programme» is being undertaken with an estimated cost of $18.2 billion.

«However, we need to recognise that improvement of quality of education will take some time,» he said.

Muhith said the government was initially focusing on expanding the opportunities for education. «Our next priority is to build a pool of trained teachers,» he said.

FIVE NEW UNIVERSITIES

The finance minister said the government would strengthen its efforts to set up five new public universities.

«It may be mentioned here that the law regarding setting up of five universities has been enacted, while the projects for constructing the physical infrastructure for three universities are at the approval stage,» he said.

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Fuente: http://www.thedailystar.net/Bangladesh-Budget-2017-18/frontpage/still-not-enough-quality-education-1414294

Imagen tomada de: http://www.theindependentbd.com/assets/news_images/Finance-Minister-AMA-Muhith5.jpg

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Venezuela: 3 mil estudiantes trujillanos beneficiados con dotación de mobiliario escolar

Venezuela/Julio de 2017/Fuente: MPPE

El Ministerio del Poder Popular para la Educación (MPPE) a través de la Fundación de Edificaciones y Dotaciones Educativas (FEDE), se desplegó en 10 instituciones del estado Trujillo, para cumplir con el cronograma de dotación de mobiliario escolar, aprobado por el Presidente Nicolás Maduro para todas las edificaciones educativas del país.

Una matrícula de 3 mil 500 estudiantes de básica y diversificado pertenecientes a los centros de estudio: U.E Juan José Landaeta, E.E.C Rafael María Urrecheaga, I.E.E.B Juan Vicente Campo Elías, E.E Concentración Arenales, E.B. Eloisa Fonseca, E.B Julio Sánchez Vivas, E.T.R.Z Monseñor Estanislao Carrillo, L.T.I Santa Apolonia, L.B. Américo Briceño Valero y U.E Elisa Pulgar de Ramírez, recibieron un total de 2 mil 345 nuevas mesas-sillas.

Adicional a ello, la Fundación coordinó la dotación de mobiliario integral para las edificaciones educativas priorizadas, entregando filtros de agua, pizarras acrílicas, bibliotecas, archivadores, escritorios con sus respectivas sillas, mesones de trabajo y comedor, cocinas tipo II con todos los implementos para la elaboración de comidas, taburetes, entre otros insumos que mejoran sustancialmente las jornadas educativas.

Colectivo educativo agradecido

Los estudiantes de la Escuela Bolivariana Julio Sánchez Vivas, del municipio San Rafael de Carvajal, recibieron la asignación de 400 mesas-sillas para su institución, con la que cubrieron 75 por ciento de las necesidades de este recurso para el estudio, quienes para celebrarlo, realizaron un acto cultural con presentaciones musicales típicas de la región andina, muestras de platos típicos y más.

 María Viloria, directora del plantel, catalogó como una excelente y oportuna atención, la brindada por la Fundación para la dotación.

«Teníamos pupitres de 40 años en uso y por más mantenimiento que le hiciéramos ya no estaban aptos para dar clase a los estudiantes, estamos muy agradecidos y seguimos en batalla con el Ministro Elías Jaua. Ahora tendremos jornadas con todo el personal docente, obrero, administrativo y junto a los estudiantes, para mantener en buen estado la dotación”, explicó Viloria.

Por su parte, Andreína Ulloa, estudiante del tercer año diversificado del Liceo de Turno Integral Santa Apolonia, en el municipio La Ceiba, describió como un gran honor haber recibido junto a sus compañeros la dotación, “felicitamos y damos las gracias a FEDE, gracias por habernos tomado en cuenta, con esto mejorará la calidad de nuestra educación por eso nos sentimos contentos, gracias Presidente Maduro”, expresó.

 En las edificaciones educativas abordadas por la Fundación, se instalaba en simultaneo una mesa de trabajo junto a los consejos educativos, representantes de la Organización Bolivariana de Estudiantes y Poder Popular.

(Texto: R.M/ Fotos: Brawnyelis González)

Más de tres mil estudiantes de Trujillo recibieron dotación de mobiliario escolar

Trujillo, 22.06.2017 (Prensa FEDE).-El Ministerio del Poder Popular para la Educación (MPPE) a través de la Fundación de Edificaciones y Dotaciones Educativas (FEDE), se desplegó en 10 instituciones del estado Trujillo, para cumplir con el cronograma de dotación de mobiliario escolar, aprobado por el Presidente Nicolás Maduro para todas las edificaciones educativas del país.

Una matrícula de 3 mil 500 estudiantes de básica y diversificado pertenecientes a los centros de estudio: U.E Juan José Landaeta, E.E.C RafaelMaría Urrecheaga, I.E.E.B Juan Vicente Campo Elías, E.E Concentración Arenales, E.B. Eloisa Fonseca, E.B JulioSánchez Vivas, E.T.R.Z Monseñor Estanislao Carrillo, L.T.I Santa Apolonia, L.B. Américo Briceño Valero y U.E Elisa Pulgar de Ramírez, recibieron un total de 2 mil 345 nuevas mesas-sillas.

Adicional a ello, la Fundación coordinó la dotación de mobiliario integral para las edificaciones educativas priorizadas, entregando filtros de agua, pizarras acrílicas, bibliotecas, archivadores, escritorios con sus respectivas sillas, mesones de trabajo y comedor, cocinas tipo II con todos los implementos para la elaboración de comidas, taburetes, entre otros insumos que mejoran sustancialmente las jornadas educativas.

Colectivo educativo agradecido

Los estudiantes de la Escuela Bolivariana JulioSánchez Vivas, del municipio San Rafael de Carvajal, recibieron la asignación de 400 mesas-sillas para su institución, con la que cubrieron 75 por ciento de las necesidades de este recurso para el estudio, quienes para celebrarlo, realizaron un acto cultural con presentaciones musicales típicas de la región andina, muestras de platos típicos y más.

María Viloria, directora del plantel, catalogó como una excelente y oportuna atención, la brindada por la Fundación para la dotación.

“Teníamos pupitres de 40 años en uso y por más mantenimiento que le hiciéramos ya no estaban aptos para dar clase a los estudiantes, estamos muy agradecidos y seguimos en batalla con el Ministro Elías Jaua. Ahora tendremos jornadas con todo el personal docente, obrero, administrativo y junto a los estudiantes, para mantener en buen estado la dotación”, explicó Viloria.

Por su parte, Andreina Ulloa, estudiante del tercer año diversificado del Liceo de Turno Integral Santa Apolonia, en el municipio La Ceiba, describió como un gran honor haber recibido junto a sus compañeros la dotación, “felicitamos y damos las gracias a FEDE, gracias por habernos tomado en cuenta, con esto mejorará la calidad de nuestra educación por eso nos sentimos contentos, gracias Presidente Maduro”, expresó.

En las edificaciones educativas abordadas por la Fundación, se instalaba en simultaneo una mesa de trabajo junto a los consejos educativos, representantes de la Organización Bolivariana de Estudiantes y Poder Popular.

Fuente: http://me.gob.ve/index.php/noticias/84-noticias-2027/julio/3077-3-mil-estudiantes-trujillanos-beneficiados-con-dotacion-de-mobiliario-escolar

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CEPAL: Enfoque de género y de ciclo de vida en políticas públicas es crucial para garantizar los derechos de mujeres, niños y adolescentes

Julio de 2017/Fuente: CEPAL

“Un enfoque de género y ciclo de vida en las políticas públicas resulta crucial para visibilizar las necesidades y revertir las desventajas que enfrentan tanto las mujeres como las niñas, niños y adolescentes en América Latina y el Caribe”, dijo hoy Alicia Bárcena, Secretaria Ejecutiva de la CEPAL, en la primera jornada de la reunión de alto nivel Todas las mujeres, todos los niños, todos los adolescentes, que tiene lugar en el Palacio La Moneda, sede del Poder Ejecutivo de Chile.

“El género, la edad y la condición étnico-racial son tres ejes determinantes de la distribución del bienestar y del poder en la sociedad”, por lo que las “políticas públicas deben acompañar a las personas en las diferentes etapas de sus vidas, respondiendo a los riesgos y vulnerabilidades particulares de cada una de ellas”, explicó la máxima representante de la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL).

El evento fue inaugurado por la Presidenta de Chile, Michelle Bachelet, en su calidad de copresidenta del grupo asesor de alto nivel de la iniciativa EWEC (Every Woman Every Child), junto a los ministros de Hacienda, Rodrigo Valdés; de Salud, Carmen Castillo; de Educación, Adriana Delpiano; de la Mujer y la Equidad de Género, Claudia Pascual; y de Desarrollo Social, Marcos Barraza. Asisten altos funcionarios de las Naciones Unidas, representantes de países de América Latina y el Caribe y especialistas internacionales.

EWEC (Todas las mujeres, todos los niños) fue lanzada por el ex Secretario General de las Naciones Unidas, Ban Ki-moon, en septiembre de 2010, con el propósito de movilizar e intensificar la acción nacional e internacional de gobiernos, organismos multilaterales, el sector privado y la sociedad civil en torno a los principales desafíos de salud que enfrentan las mujeres, niños y adolescentes en el mundo.

“Hoy tenemos evidencias concretas de que las intervenciones en favor de las mujeres, la niñez y la adolescencia generan impactos tremendamente positivos” en las sociedades, señaló la mandataria chilena en el evento que tiene como objetivo discutir la implementación de la Estrategia Global para la Salud de la mujer, el Niño y el Adolescente en el contexto de América Latina y el Caribe (2016-2030) con miras a alcanzar los Objetivos de Desarrollo Sostenible (ODS).

Durante su intervención, Alicia Bárcena presentó indicadores clave en materia de pobreza, maternidad adolescente, mortalidad infantil, malnutrición, violencia contra las mujeres y violencia escolar, entre otros, que permiten identificar los principales retos pendientes.

“La pobreza tiene rostro de mujer en América Latina y el Caribe”, resaltó, ya que las ellas están sobrerrepresentadas en los quintiles de menores ingresos. Asimismo, “los niños, niñas y adolescentes son más afectados por la indigencia y la pobreza que personas de otros grupos etarios”, agregó.

Bárcena también planteó que la persistente mortalidad materna por razones prevenibles es probablemente uno de los indicadores más reveladores de la desigualdad y la discriminación que afecta a las mujeres latinoamericanas y caribeñas.

Por otra parte, si bien la mortalidad infantil ha disminuido significativamente en los últimos 10 años, esta sigue siendo sistemáticamente más elevada entre la población indígena y la afrodescendiente, enfatizó.

La CEPAL en conjunto con el PMA (Programa Mundial de Alimentos) también ha calculado los costos totales de la doble carga de la malnutrición (desnutrición y obesidad) en tres países de América Latina (2014). Los montos ascienden a 493 millones de dólares en el caso de Chile (0,2% del PIB), 4.344 millones de dólares en Ecuador (4,3% del PIB) y 28.830 millones de dólares en México (2,3%), por costos asociados a salud, educación y productividad.

“La desigualdad no es inevitable”, resumió Bárcena, quien abogó por un nuevo paradigma de desarrollo en América Latina y el Caribe que combine inclusión social, sostenibilidad ambiental y dinamismo económico.

En este marco, agregó la alta funcionaria, la CEPAL propone construir un nuevo pacto político que permita transitar desde una cultura de privilegios -sustentada en la evasión fiscal, en la corrupción y en el tráfico de influencias- a una cultura de la igualdad.

Es indispensable, dijo, contar con políticas universales de salud, educación y erradicación de la pobreza y con sistemas de protección social universal, especialmente para la niñez y la adolescencia, además de garantizar las tres autonomías de las mujeres (física, económica y política) y derrotar el silencio estadístico, visibilizando a las poblaciones más vulnerables.

En la reunión –que concluye el martes 4 de julio- se presentará el Compromiso para la Acción para poner en marcha la Estrategia Mundial para la salud de la Mujer, el Niño y el Adolescente.

Fuente: http://www.cepal.org/es/comunicados/alicia-barcena-enfoque-genero-ciclo-vida-politicas-publicas-es-crucial-garantizar

 

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España: La asignatura pendiente de la formación científica

España/Julio de 2017/Fuente: El Periódico

El conocimiento científico-tecnológico, una prueba que realizan solo los alumnos de cuarto de ESO, ha obtenido los peores resultados en los exámenes de competencias básicas realizados este año en Catalunya. Concretamente, los estudiantes han cosechado una nota media de 65,9 sobre 100, peor incluso que los 67,2 del año anterior, una situación «preocupante», según ha explicado Joan Mateo, presidente del Consejo Superior de Evaluación del Sistema Educativo.

Hay además un 15,5% de estudiantes situados en la franja de «nivel bajo», por encima del umbral del 15% que recomienda la UE, y solo un 17,7% en el grupo de «nivel alto», el menor porcentaje de excelentes entre las cinco materias evaluadas en ese curso.

En cualquier caso, Mateo ha atribuido parte de la mala nota a que se trata de un examen bastante nuevo que aún no se prepara a conciencia en los institutos -solo se ha realizado dos veces- y también ha recordado que contrasta con los buenos resultados obtenidos en las últimas pruebas de ciencias del informe PISA.

Los resultados a largo plazo son lógicamente negativos. «Luego nos encontramos que para cursar el grado de Matemáticas o algunas ingenierías -ha dicho el presidente del Consejo Superior de Evaluación- la nota de selectividad baja hasta el 5 por falta de estudiantes. Y eso que la demanda laboral es muchísimo mejor que en otros ámbitos». Lo peor de todo, sin embargo, es que la tendencia es avanzar hacia un empeoramiento.

Según Mateo, no es cuestión de capacidad, sino de interés, y en este sentido ha puesto como ejemplo que los alumnos que escogen materias relacionadas con este ámbito obtienen notas muy positivas. Los que eligen cursar en cuarto de ESO biología, física-química y tecnología obtienen un 76 en las competencias básicas de ciencia, mientras que quienes no eligen ninguna materia científica se quedan en un mediocre 59. El problema, ha añadido Mateo, es que el primer grupo solo supone el 7% del alumnado total, con tendencia a un retroceso mayor.

Además, al margen de la nota que luego obtuvieron en el examen, un 49,9% de los chavales consideraron que la prueba era difícil y un 29% que era muy difícil.

UN EXAMEN DE MEDIO NATURAL

Para reforzar la base del aprendizaje científico, el secretario de Polítiques EducativesAntoni Llobet, ha avanzado que se está estudiando la incorporación de un examen sobre medio natural en las pruebas de sexto de Primaria.

El Departament d’Ensenyament, ha dijo Llobet, trabaja asimismo «para favorecer el interés de los alumnos por el ámbito de la ciencia y la tecnología». El eje fundamental es el programa STEMcat, en fase de concreción, que entre otras medidas incluye programas de formación para profesores y diversos incentivos para que estas materias resulten «más estimulantes incluso desde P3», como ha dicho el secretario de Polítiques Educatives.

«Debemos favorecer el interés por desvelar estos ámbitos desde pequeños», ha afirmado Mateo. Uno de los grandes «retos» es lograr la implicación de las chicas, que actualmente cursan menos asignaturas científicas y obtienen peores notas.

Fuente: http://www.elperiodico.com/es/noticias/educacion/competencias-basicas-malos-resultados-ciencia-6152608

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Argentina: Molina inauguró la Feria de Ciencia y Tecnología Distrital

Argentina/Julio de 2017/Fuente: Quilmes Presente.com

Quilmes fue sede de la Feria de Ciencia y Tecnología que tuvo lugar en la Escuela Técnica Nº2 de Bernal, donde alumnos de diferentes niveles educativos expusieron los proyectos de investigación que trabajaron durante el año.

“Es muy alentador ver los proyectos de los alumnos, que seguramente serán útiles para pensar un futuro sustentable para nuestra sociedad”, expresó el intendente Martiniano Molina, quien agregó: “Este tipo de encuentros son un gran impulso para continuar trabajando por la educación que todos queremos”.

Por su parte, el secretario de Cultura y Educación municipal, Ariel Domene, remarcó la importancia del evento: “La educación, la ciencia y la tecnología es una llama latente que debemos potenciar desde el aula y el Estado. Esta feria da el indicio de que estamos por el buen camino”.

El coordinador de la Feria de Ciencias a nivel regional, Leonardo Miccineli, destacó a Quilmes como “pionera en feria de ciencias”. A su vez detalló que la Feria de Ciencia y Tecnología cuenta con una comisión evaluadora compuesta por profesores idóneos a las distintas temáticas que abordan los proyectos. De los trabajos presentados en las ferias distritales surgen los elegidos que en la siguiente instancia pasarán a exponer a nivel regional, que tendrá a Quilmes nuevamente como sede del evento.

El acto inaugural estuvo acompañado por la subsecretaria de Educación, Mónica Bressi, el inspector jefe regional Claudio Roselli, la jefa distrital Laura Bressi y el presidente del Consejo Escolar de Quilmes, Danilo D´Angelo, entre otras autoridades e inspectores del distrito.

Fuente: http://www.eldia.com/nota/2017-7-6-11-8-8-molina-inauguro-la-feria-de-ciencia-y-tecnologia-distrital-quilmes

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Costa Rica: MEP impartirá educación sexual a partir de 10mo

Costa Rica/Julio de 2017/Autora: Andrea Mora/Fuente: El País

El Ministerio de Educación Pública (MEP) anunció la creación de una nueva asignatura de Educación para la afectividad y la sexualidad, la cual será impartida a estudiantes de 10º año de Educación Diversificada, a partir del 2018.

El espacio específico estará a cargo de docentes de Psicología y promoverá una metodología participativa que facilite a estudiantes partir del conocimiento que tienen sobre el tema y abrir espacios de reflexión.

Esta asignatura forma parte de un nuevo modelo mixto de Educación para la afectividad y la sexualidad, que inicia en primaria y que culmina con esta nueva lección en 10º año.  La ministra de Educación Pública, Sonia Marta Mora, explicó que este modelo busca el abordaje del tema desde diferentes asignaturas, integrando y enriqueciéndose desde las distintas disciplinas.

Nivel Asignaturas
I y II ciclo (Primaria) Orientación
Ciencias
III ciclo (7º, 8º y 9º) Orientación
Educación Cívica
Educación para la Vida Cotidiana
Ciencias con un programa específico en Educación para la Afectividad y la Sexualidad, aprobada en el 2012
10º año Lección de Educación para la Afectividad y la Sexualidad
Psicología
Orientación
Educación Cívica
Biología

“Este modelo se basa en la complementariedad, con una asignatura específica en 10º año, pero también con el abordaje de la temática en otras lecciones. Cada director o directora de centro educativo, debe promover un modelo colaborativo entre profesionales de Orientación, Educación Cívica, Ciencias y Psicología, para que la educación que reciban nuestros estudiantes se enriquezca en las distintas perspectivas”, explicó la jerarca.

“La transformación permite que la educación se refuerce y esté adaptada a la lógica de desarrollo de cada nivel”, agregó Mora.

Además, los cambios se enmarcan dentro del proceso transformación curricular que emprendió el MEP desde el 2015, según el cual los nuevos programas de estudio trabajan por competencias y habilidades.

Entre los saberes que se promoverán en esta nueva asignatura destacan el bienestar y el desarrollo personal y social, el conocimiento y cuidado de nuestros cuerpos, la reflexión sobre las nuevas masculinidades y feminidades, la prevención y la denuncia y erradicación de toda forma de abuso y de violencia sexual.

El Consejo Superior de Educación (CSE) aprobó en el 2012 el Programa de Estudio de Educación para la Afectividad y la Sexualidad Integral,  que se imparte actualmente en  estudiantes de III Ciclo (7º, 8º y 9º).

Este contenido se da como parte de las lecciones de Ciencias, y en apego a la evaluación de esa asignatura. Esta sería la primera vez que la lección de Educación para la afectividad y sexualidad se consolida como una materia independiente.

Ante la creación de una materia específica, fue necesaria la actualización de los programas de III ciclo (7º, 8º y 9º), pues al existir un año más de formación, se amplía el tiempo –de tres a cuatro años- para el desarrollo de los contenidos.

La mejora de los programas vigentes se orientó al fortalecimiento  del enfoque de Derechos Humanos y se actualizaron temáticas referidas a nueva legislación, por ejemplo el caso de las Uniones Impropias.

El programa de la nueva asignatura está pensado para dar especial apoyo a los docentes que impartirán las lecciones, pues se construyeron recomendaciones metodológicas para el desarrollo de las clases.

Además, gracias al apoyo de el Fondo de Población de las Naciones Unidas (UNFPA), se desarrollará un banco de recursos educativos, con contenidos científicamente validados y ajustados a los planteamientos del MEP.

La implementación de los nuevos programas estará acompañada de un fuerte proceso de capacitación docente.

En el 2015, el MEP realizó una evaluación de la unidad de Educación para la Afectividad y la Sexualidad impartida para 7º,8º Y 9º,lo que permitió detectar que un 93.8% de los estudiantes encuestados considera que la unidad era adecuada o muy adecuada. Los estudiantes además solicitaban la ampliación de espacios en los cuales pudieran abordar esta temática.

La evaluación también le permitió al MEP identificar posibles mejoras. Entre ellas, la necesidad de un acompañamiento coordinado a los docentes por parte de la Dirección Curricular y la Dirección de Vida Estudiantil, la importancia de profundizar los procesos de capacitación, la elaboración de recursos metodológicos que apoyen el trabajo docente y la mejora del monitoreo y evaluación de la implementación del Programa. Todas estas recomendaciones, fueron incorporadas en esta propuesta.

Fuente: http://www.elpais.cr/2017/07/06/mep-impartira-educacion-sexual-a-partir-de-10mo/

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