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Ecuador: Ministerio de Educación diseña estrategia para combatir acoso escolar

Ecuador / 07 de junio de 2017 / Fuente: http://www.ecuadorinmediato.com

Según un estudio, el acoso ocurre en orden de mayor frecuencia: en las aulas, en patios y canchas

Según un estudio realizado por el Ministerio de Educación, Visión Mundial y el Fondo de las Naciones Unidas para la Infancia (Unicef), el 60% de los estudiantes entre 11 y 18 años han sido víctimas de un acto violento en la escuela. Este informe recoge una indagación realizada en 126 instituciones educativas del país. Ante esta situación, el Ministerio de Educación ha diseñado una estrategia para hacer frente a este fenómeno.

Violencia entre pares en el sistema educativo: Una mirada en profundidad al acoso escolar en el Ecuador, acopia una investigación efectuada en tres regiones del país. Las cifras son reveladoras, 3 de cada 5 estudiantes sufrieron algún tipo de acoso en su escuela y el 23% de los estudiantes lo padecen de manera reiterativa.

El acoso ocurre en orden de mayor frecuencia: en las aulas, en patios y canchas. Además fuera del centro educativo, en pasillos, baños, bares y transportes escolares. Y finalmente existe un ‘ciberacoso’ en las redes sociales que pretende ser combatido por las autoridades.

Frente a todo esto, la cartera de Estado  ordenó las siguientes medidas:

  • -Completar la conformación de los DECE, Departamentos de Consejería Estudiantil a escala nacional.
  • -Fortalecer las capacidades de docentes, madres y padres de familia, intensificando la capacitación en este tema, por medio de talleres de prevención.
  • -Implementar íntegramente el programa Educando en Familia.
  • -Ejecutar cuando se requieran los Protocolos de Actuación para casos de violencia y acoso (publicados en marzo de este año).
  • -Contrarrestar el silencio creando entornos de confianza y campañas de difusión, que hagan conocer la normativa correspondiente y que insten a denunciar la violencia y el acoso.
  • -Implementar acciones concretas para disminuir estas amenazas.
  • -Dar ejemplo de firmeza para frenar actos de violencia y acoso.
  • -Promover el respeto a la diversidad y el rechazo a las exclusiones.
  • -Difundir e interiorizar todo lo dicho entre docentes y estudiantes.
  • -Convocar a madres y padres de familia a tratar estos temas.

Fuente noticia: http://www.ecuadorinmediato.com/index.php?module=Noticias&func=news_user_view&id=2818820987

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México: CNTE cumple dos semanas “plantada” en Finanzas

Morelia, Michoacán / 07 de junio de 2017 / Fuente: http://agenciatzacapu.com

Este martes se cumplen dos semanas de que la Sección XVIII de la Coordinadora Nacional de Trabajadores de la Educación (CNTE) instaló un plantón en calzada Ventura Puente, frente a la Secretaría de Finanzas para exigir el pago de bonos y adeudos.

Fue el 23 de mayo cuando el magisterio disidente instaló casas de campaña afuera de las oficinas de la dependencia estatal.

El plantón permanece pese a que la Secretaría de Educación en el Estado (SEE) informó que ya ejecutó los pagos pendientes por los conceptos de Día del Maestro y Apoyo a la Despensa de los docentes del sistema estado; así como el pago de gastos de operación a los centros de Desarrollo Infantil (Cendi), a los albergues Octavio Paz y Elías Oliveros, y a los Centros de Capacitación y Desarrollo de la Juventud (Cecadej) de Charo y Tacámbaro.

Al respecto la SEE dijo que estos pagos fueron por un monto superior a los 80 millones de pesos.

Fuente noticia: http://agenciatzacapu.com/2017/06/cnte-cumple-dos-semanas-plantada-en-finanzas/

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Portugal: «Só existe um caminho para a competitividade: apostar no potencial das qualificações dos portugueses»

Portugal / 07 de junio de 2017 / Fuente: http://www.portugal.gov.pt

«Só existe um caminho para a competitividade: apostar no potencial das qualificações dos portugueses», afirmou o Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, na apresentação do projeto GEN10S Portugal, em Lisboa, presidido pelo Primeiro-Ministro, António Costa.

O Ministro sublinhou: «A aquisição de competências digitais não é um mero ponto de chegada, mas um ponto de partida para ir mais longe», sendo «determinantes para todos, independentemente da área de formação ou da profissão exercida».

O objetivo do projeto GEN1OS é formar em programação Scratch cinco mil alunos do 5.º e 6.º ano.

Transversalidade das competências digitais

«As competências digitais, sendo verdadeiramente transversais e imateriais, são tão importantes na atualidade como ler, contar, expressar, sentir, e até pensar», «para que possamos chegar mais aos outros», disse Tiago Brandão Rodrigues.

O Ministro referiu também que as competências digitais são essenciais «para que sejamos todos uma ponte e possamos destruir o fosso que hoje existe – e que se irá aprofundar ainda mais – de todos os que se mantiverem distantes das competências digitais».

«Saber estar, ser e fazer no digital é, por isso, um fundamental instrumento de integração de toda a sociedade», acrescentou Tiago Brandão Rodrigues, referindo que, «por terem esta natureza transversal, as competências digitais exigem uma resposta coordenada, que não deixe ninguém de fora».

Coordenação de estratégias europeias e nacionais

«Uma resposta em competências digitais tem de chegar, sem dúvida, aos mais jovens, mas também aos adultos», realçou o Ministro, afirmando que «este movimento tem de reforçar a competitividade do País, ao mesmo tempo que combate a exclusão social, económica, e até informativa».

Tiago Brandão Rodrigues lembrou que «não estar no digital deixa-nos excluídos de entender o mundo como ele verdadeiramente acontece nos dias de hoje».

«No espaço europeu, até 2020, estima-se que fiquem por preencher cerca de um milhão de postos de trabalho por falta de competências digitais, quer no setor das telecomunicações, quer nas comunicações», acrescentou o Ministro.

Por outro lado, «sabemos que existe uma taxa de desemprego de jovens que procuram trabalho, entre os 18 e os 24 anos, que atinge quase 20% no espaço europeu», disse Tiago Brandão Rodrigues, referindo que «este desajuste entre a procura e a oferta de trabalho não faz sentido, mas acontece todos os dias».

«A resposta necessária a nível europeu já se começou a desenvolver, com a agenda para as novas competências» e «os Estados-membros têm acordado entre si programas de ação para a garantia de competências. O europass já está hoje já em curso, mas isto não basta», afirmou o Ministro.

Tiago Brandão Rodrigues referiu: «Temos de responder a este desafio também de forma nacional. O Governo já começámos a trabalhar com a OCDE e, em 2017, já estamos na fase de ação da estratégia nacional de competências».

Papel das escolas na universalização do digital

«O Governo tem uma estratégia de competências digitais para os adultos e outra para todos os alunos do sistema educativo português», afirmou o Ministro.

Para os mais jovens, «é importante promover as competências digitais em todos os níveis, mas também em todas as modalidades de ensino», ou seja, «no ensino humanístico, mas também no artístico e – como é óbvio – no ensino profissional», disse ainda.

«Temos de o fazer junto dos nossos alunos, mas também junto dos nossos docentes, numa ótica de formação contínua, para além da relação como as comunidades locais», acrescentou Tiago Brandão Rodrigues.

O Ministro exemplificou com o Ambiente como «caso de sucesso da ‘contaminação’ do conhecimento pelas escolas»: «A inovação tem de fazer parte da matriz educativa das pessoas, e não apenas como uma competência autónoma e independente de todas as outras».

«Para além das escolas, parcerias como que deu origem a este projeto são fundamentais para o ensino do digital chegar a todo o País». «O Governo sabe disso e associa-se a outros parceiros para chegar mais longe», referiu também.

80% de literacia digital em 2030

Tiago Brandão Rodrigues lembrou que «a iniciativa nacional de competências digitais – INCoDe.2030 – tem como objetivo chegar mais longe nas competências digitais».

«O INCoDe.2030 visa promover, entre outras metas, a igualdade de oportunidades, a modernização da administração pública e o reforço da coesão social», disse o Ministro.

E concluiu: «A nossa ambição é chegarmos a 2030 com 80% das pessoas a ter um conjunto de competências básicas no digital».

Foto: Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, na apresentação do projeto GEN1OS, Lisboa, 5 junho 2017 (Foto: Tiago Petinga/Lusa)

Fuente noticia: http://www.portugal.gov.pt/pt/ministerios/medu/noticias/20170605-medu-literacia-digital.aspx

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Cuba labora para fortalecer la educación sexual

La Habana / 07 de junio de 2017 / Fuente: http://www.cadenagramonte.cu

La sociedad cubana busca hoy nuevas estrategias en el campo de la Educación para seguir luchando contra la discriminación por orientación sexual e identidad de género, el respeto a los derechos y la igualdad de oportunidades.

Recientemente se celebró en la isla caribeña la X Jornada contra la Homofobia y la Transfobia con un intenso plan de acciones, dirigidas a promover el enfrentamiento contra el acoso (bullying) y fortalecer el programa de educación sexual del sistema escolar.

En opinión de la directora del Centro Nacional de Educación Sexual (CENESEX), la doctora Mariela Castro, el bullying no constituye un problema en la mayor de las Antillas, pero sí merece la atención de la familia y la sociedad en su conjunto.

Los centros escolares cubanos siguen siendo lugares seguros, pero existe la necesidad de insistir en la formación de valores basados en la igualdad y no discriminación en las escuelas.

El combate contra el acoso escolar no es una campaña de última hora, comentó Castro, pues en 2011 se realizó una importante reunión convocada por la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura donde se propuso una estrategia para combatir la violencia en los espacios educativos.

El problema existió siempre en el mundo, pero no se toma conciencia de ello hasta la década de 1970 gracias a estudios científicos y académicos, apuntó.

Ahora en Cuba se buscan estrategias más agudas para enfrentar cualquier signo de violencia, sobre todo para proteger el segmento más vulnerable, integrado por la comunidad de homosexuales y los menores de edad, señaló la experta.

Tenemos que hacer conciencia y la escuela tiene que desempeñar un papel importante en esa dirección, insistió Castro en declaraciones a la Televisión cubana.

Venimos hace mucho tiempo trabajando de manera seria y rigurosa con el Ministerio de Educación en la capacitación del personal, pues son los maestros un pilar fundamental en la lucha contra cualquier tipo de discriminación y violencia, dijo Castro.

La directora del CENESEX adelantó que las acciones contra la homofobia continuarán, de hecho, está previsto realizar las reuniones preparatorias de cara al VIII Congreso de Educación, Orientación y Terapia Sexual que se realizará el 2018.

Por su parte, la Doctora en Ciencias Pedagógicas y profesora titular Yoanka Rodney considera imprescindible educar para la convivencia, el respeto, el diálogo y la comunicación, la aceptación, solidaridad, igualdad y equidad, la confrontación pacífica, aun cuando se tengan criterios diferentes.

El bullying es todo acto o comportamiento negativo, intencional y repetitivo hacia un estudiante para hacerle daño y por lo general ocurre a espaldas de los profesores, explicó la especialista.

Las investigaciones foráneas plantean que ocurre en muy poco tiempo, entre 30 y 40 segundos, y uno de cada 25 maestros, aproximadamente, es capaz de identificarlo, indicó.

Este comportamiento se expresa de diferentes formas y está reconocido como un problema de la educación a nivel global, precisó la especialista.

Explicó que ningún país o escuela están exentos de situaciones de este tipo, y precisó que en Cuba no se cuenta con evidencias científicas que permitan evaluar la magnitud del problema.

Yo creo en la necesidad de investigar para conocer cuáles son los mecanismos o las formas que utilizan los estudiantes, los lugares de riesgo y qué percepción se tiene sobre el asunto, pues eso nos permitirá guiar mejor las estrategias de prevención.

No obstante, coincido con la doctora Mariela Castro cuando señaló que “aunque sea un solo caso es importante tratarlo, y negar su existencia sería un error, así como hiperbolizarlo”, manifestó.

Otros especialistas concuerdan en la necesidad de una mejor preparación de los profesores para atender la diversidad en todos los órdenes: por orientación sexual, identidad de género, color de la piel, rendimiento académico y ritmos de aprendizajes.

En el caso cubano existe una voluntad política, recogida en los documentos de la Primera Conferencia del Partido Comunista, en la conceptualización del modelo económico y social cubano de desarrollo socialista; en los ejes estratégicos para el año 2030.

Todos esos textos insisten en la necesidad de seguir luchando contra la discriminación por orientación sexual e identidad de género, que se respeten los derechos y haya igualdad de oportunidades.

Lo más significativo es que más allá de celebrar una jornada en la isla caribeña es que las personas sepan que es necesario respetar al otro, y juntos construir una sociedad en igualdad de condiciones.

 Fuente noticia: http://www.cadenagramonte.cu/articulos/ver/70647:cuba-labora-para-fortalecer-la-educacion-sexual

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La ayuda destinada a la educación disminuye por sexto año consecutivo

07 de junio de 2017 / Fuente: http://es.unesco.org

La cantidad de ayuda asignada a la educación ha venido disminuyendo durante seis años consecutivos, según revela un documento de política titulado Aid to education is stagnating and not going to countries most in need(link is external) (La ayuda a la educación se está estancando y no va dirigida a los países más necesitados), publicado por el Informe de Seguimiento de la Educación en el Mundo (GEM) de la UNESCO.

La ayuda total a la educación se sitúa en 12.000 millones de dólares estadounidenses,
un 4% menos que en 2010, mientras que la ayuda total al desarrollo durante el mismo periodo aumentó en un 24%. La ayuda a la educación básica, que incluye la ayuda a la educación preescolar y primaria, así como la ayuda a los programas de educación y alfabetización de adultos, es de 5.200 millones de dólares, lo que supone un aumento con respecto a los 4.800 millones de 2014. Aun así, esta cantidad es un 6% menor que la de 2010. La ayuda a la educación secundaria, mientras tanto, se eleva a 2.200 millones de dólares, lo que representa un 19% del total de la ayuda a la educación.

El análisis se basa en datos recientemente publicados por el Comité de Ayuda al Desarrollo de la OCDE.

“La ayuda sigue siendo muy inferior a la cantidad necesaria para alcanzar el Objetivo de Desarrollo Sostenible 4, lo que pone en peligro nuestros compromisos”, declaró Irina Bokova, Directora General de la UNESCO. “Para alcanzar nuestros objetivos comunes en materia de educación, necesitaríamos multiplicar la ayuda al menos por seis, y esta debería ir destinada a los países que más la necesitan. Sin embargo, observamos que los donantes en el ámbito de la educación están desviando su atención de los países más pobres”, advirtió.

Los Estados Unidos y el Reino Unido siguen siendo los dos mayores donantes al sector de la educación básica, pero en el periodo 2014-2015 redujeron su asignación en un 11% y un 9%, respectivamente. Noruega y Alemania, mientras tanto, incrementaron su asignación en un 50% y un 34%, respectivamente.

Además, la ayuda no se está distribuyendo en función de las necesidades. El África Subsahariana, donde vive la mitad de los niños sin escolarizar del mundo, recibe actualmente menos de la mitad de la ayuda a la educación básica que recibía en 2002. Esta cantidad representa un 26% de la ayuda total a la educación básica, un porcentaje apenas superior al 22% asignado a África Septentrional y Asia Occidental, donde vive el 9% de los niños sin escolarizar.

A diferencia de las tendencias en la ayuda bilateral a la educación, la Alianza Mundial para la Educación destinó el 77% de sus desembolsos al África Subsahariana, y el 60% a países afectados por la inestabilidad y los conflictos.

El documento ofrece ejemplos específicos de cada país en los que la asignación de recursos se realiza en función de los criterios del donante. Esto demuestra que la ayuda no se asigna según el número de niños sin escolarizar para financiar el coste de alcanzar la educación universal en cada país.

Si bien la ayuda humanitaria a la educación ha alcanzado un máximo histórico, con un aumento del 55% entre 2015 y 2016, este sector sigue recibiendo únicamente el 2,7% de la ayuda total disponible, lo que representa un 48% de la cantidad que solicita.

El documento señala tres grandes propuestas para que los donantes vuelvan a dirigir su atención hacia la educación:

  1. Este año la campaña de refinanciación de la Alianza Mundial para la Educación está intentando recaudar 3.100 millones de dólares para el periodo 2018-2020, con el objetivo de que se convierta en una operación de 2.000 millones de dólares anuales en 2020, o cuatro veces más que el nivel de financiación actual.
  2. El Mecanismo de Financiación Internacional para la Educación propuesto por la Comisión Internacional sobre la Financiación de las Oportunidades de Educación Mundial afirma que para 2020 podría recaudar alrededor de 10.000 millones de dólares anuales en financiación adicional para que los bancos de desarrollo amplíen sus operaciones relativas a la educación y se centren en países de ingresos medianos y bajos.
  3. El fondo La Educación No Puede Esperar creado en 2016 se propone recaudar 3.850 millones de dólares de aquí a 2020, lo que transformaría la manera en la que se imparte la educación en situaciones de emergencia.
  • FIN –

Si desea más información o infografías, puede ponerse en contacto con Kate Redman: k.redman@unesco.org(link sends e-mail) +33671786234

Notas para los editores:

Si desea descargar el documento completo (en inglés), utilice el siguiente enlace: http://Bitly.com/FundEd(link is external)

Puede descargar la carpeta para las redes sociales con infografías en: http://on.unesco.org/2r0UVZI

Visite la página web del Informe de Seguimiento de la Educación en el Mundo (GEM)

Fuente noticia: http://es.unesco.org/news/ayuda-destinada-educacion-disminuye-sexto-ano-consecutivo

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Colombia: Avanza la “toma” de Medellín por parte de los maestros

Medellín / 07 de junio de 2017 / Por: SANTIAGO CÁRDENAS Y VÍCTOR ÁLVAREZ / Fuente: http://www.elcolombiano.com

En uno de los momentos más críticos de la negociación entre Fecode y el Ministerio de Educación para levantar el paro que ya completa 28 días, el gremio educador realiza en Medellín una marcha en la que participan alrededor de 10 mil maestros de todo el departamento.

La marcha que iba a comenzar a las 9:00 de la mañana inició a las 10:30 debido a las fuertes lluvias. Los maestros salieron en un pequeño grupo desde la sede de Adida (Asociación de Institutores de Antioquia), ubicada en Girardot.

Mientras avanzaba la marcha un numero grande personas se fue uniendo hasta llegar a la sede de la Fundación Médico Preventiva, ubicada en Giradot con La Playa. En este lugar hicieron un plantón exigiendo mejor atención en salud por parte de esta entidad.

En el lugar estuvieron alrededor de 15 minutos para luego tomar la avenida La Playa hacía la Oriental para bajar finalmente a la Alpujarra por San Juan.

En La Alpujarra en estos momentos hay congregadas por lo menos 10.000 personas, según los organizadores de la marcha, entre las que hay diferentes líderes de organizaciones sindicales como la CUT y Asonal Judicial.

Así mismo, hay docentes de todos los municipios de Antioquia y se han unido también personeros estudiantiles que con arengas y tambores piden mejorar la salud de los maestros y las condiciones salariales.

Por otro lado, se confirmó que hay un llamado a bloquear las vías del departamento, hacia occidente, en la vía que comunica a Medellín con Santa Fe de Antioquia, lo mismo en el Oriente antioqueño.

Esta es la segunda manifestación con mayor cantidad de maestros en lo que va del paro. La más multitudinaria fue la realizada el pasado miércoles que congregó a más de 20.000 personas.

El centro de la ciudad de Medellín vive al mediodía de este miércoles un caos vehicular, pues las vías han estado cerradas por la marcha y hay largos trancones por la avenida Oriental.

Los maestros estarán en La Alpujarra todo el mediodía y tiene la intención de cerrar los dos sentidos de la avenida San Juan, pues en estos momentos tienen bloqueado el paso solo en sentido oriente- occidente.

Cabe señalar, que en la marcha no se han presentado hechos de violencia, ni desmanes y ha sido una manifestación pacífica por parte de los educadores.

Los líderes de la marcha llamaron a que este jueves los maestros se tomen las diferentes comunas de Medellín, donde hay instituciones educativas públicas para pedir condiciones salariales y de salud.

No hay acuerdo

En cuanto a las negociaciones, a pesar de la mediación de la Procuraduría General de la Nación, en la noche de este martes no se logró un acuerdo entre el Gobierno Nacional y Fecode para levantar el paro del magisterio.

Mientras los maestros insisten en que este miércoles habrá nuevas concentraciones en la capital del país, el Ministerio Público lamentó que la falta de consenso, pero insiste en que seguirá prestando su mediación.

Según la Procuraduría, “una vez presentadas las propuestas por cada una de las partes, estas no encontraron un punto de acercamiento que permitiera llegar a un entendimiento”.

Además, este organismo del Estado hizo un llamado a Fecode a restablecer el servicio público de la educación, “para que no se sigan afectando los derechos de los estudiantes y sus familias, sin perjuicio de que puedan avanzar en sus reclamaciones laborales”.

El Presidente de la República, por su parte, dijo el martes que el gobierno no puede ofrecer más dinero del que ya les ofreció a los maestros. “No podemos ofrecer más, no tenemos los recursos”, aseguró Santos.

Los maestros piden, entre otras cosas, nivelación salarial, unificación de la jornada escolar y mejoras en su sistema de salud.

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Fuente noticia: http://www.elcolombiano.com/colombia/educacion/marcha-de-los-maestros-en-medellin-LJ6685058
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Venezuela: Promueven la educación paramédica para optimizar atención de emergencias

Caracas / 07 de junio de 2017 / Fuente: http://www.ultimasnoticias.com.ve

La Fundación Venemergencia lleva adelante un programa de capacitación dirigido al personal paramédico y de atención a las comunidades vulnerables  

De acuerdo con la Organización Mundial de la Salud (OMS), uno de los instrumentos de la promoción de la salud y de la acción preventiva es la educación para la salud, que aborda además de la transmisión de la información, el fomento de la motivación, las habilidades personales y la autoestima, necesarias para adoptar medidas destinadas a mejorar la salud.

En aras de estos objetivos, nace en el 2010 la Fundación Venemergencia, destinada a desarrollar programas educativos en el área de la salud que garanticen la adecuada atención de las emergencias médicas en Venezuela y contribuyan a la vida saludable de los venezolanos.

“En base a esta premisa, vimos la necesidad de crear un modelo de educación en salud que promueva el conocimiento del área, genere una conciencia de prevención y apunte a mejorar la calidad de vida de estos sectores de la población”, dijo Beatriz Pacheco, gerente general de la Fundación Venemergencia, según reseña un boletín de prensa.

Otro factor importante a tener en cuenta, es la adecuada preparación del personal paramédico. En Venezuela, desde el punto de vista profesional, no existe un pensum unificado y diseñado de manera específica para estos especialistas, subrayó la gerente general.

Programas de vanguardia. En respuesta a esta situación, se ha concentrado en el desarrollo de programas educativos en dos áreas fundamentales: profesional y comunitaria. En la primera, “hemos creado el  Diplomado Proveedor de Auxilio Médico de Emergencia (PAME), en asociación con la Universidad Simón Bolívar, el cual busca mejorar la calidad y profesionalismo de los paramédicos, capacitándolos para elevar sus destrezas y conocimientos, mejorando de esta forma los servicios que ofrecen”, informó la gerente.

En cuanto a Educación Comunitaria, cuentan con las Brigadas Comunitarias de Primeros Auxilios Médicos, con las cuales se busca empoderar a los integrantes de las comunidades con respecto a los mecanismos de respuesta que deben utilizar ante situaciones adversas, transformándolos en factores de cambio y desarrollo en sus comunidades. También han desarrollado los Programas de Adiestramiento en Primeros Auxilios, dirigidos a personas particulares y empresas públicas o privadas, los cuales sirven como mecanismo de generación de ingresos y sustentabilidad de la organización.

“Desde el 2004 hasta la fecha hemos entrenado un aproximado de 15.000 personas en primeros auxilios médicos. Se han creado múltiples brigadas de emergencia en empresas en todo el país, y fue constituida la Brigada Comunitaria del barrio Los Erasos, ubicado en San Bernardino, en la ciudad de Caracas. También se han entrenado a voluntarios en primeros auxilios médicos y desastres, además hemos realizado más de 30 cursos en comunidades vulnerables, como inicio del proceso de creación de Brigadas Comunitarias”, detallo la gerente general de la Fundación Venemergencia. De igual manera indicó que se estarán realizando cursos de primeros auxilios para personas particulares durante todo el año 2017.

Así mismo, Pacheco explicó que a través del diplomado PAME ya han egresado tres cohortes y están por iniciar este año la cuarta promoción. “Para la organización, la educación de la población y del personal profesional es fundamental. Sólo, a través de los servicios ejecutados por personal de calidad y una población preparada se puede desarrollar un sistema eficiente de salud privado y público, que garantice una mejor calidad de vida para los venezolanos”, concluyó.

Fuente noticia: http://www.ultimasnoticias.com.ve/noticias/comunidad/salud/promueven-la-educacion-paramedica-optimizar-atencion-emergencias/

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