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Na Namíbia a formação de professores é o pilar do projeto de língua portuguesa

África/Namíbia/29 Enero 2017/Fuente: mundoportugues/Autor: Ana Grácio Pinto

Resumen: Un gran mayoria de profesores estan recibiendo formación en la lengua portuguesa con el propósito de fortalecer la enseñanza del idioma el cuál es una opción curricular a partir del 8 Año.

O que torna este número surpreendente é o facto de a maioria destes alunos serem namibianos e de o português ser uma língua de opção curricular a partir do 8º ano», explica Angelina Costa, Adjunta da Coordenação do Ensino Português.

Um desafio, mas ao mesmo tempo uma oportunidade para aplicar os conhecimentos adquiridos na África do Sul, ao longo de dez anos, como professora de português na vertente de Português Língua Estrangeira. Foi com estes princípios em mente que Angelina Costa aceitou assumir o cargo que desempenha há pouco mais de ano e meio. É Adjunta da Coordenação do Ensino Português na Namíbia, um país onde o português é língua de opção curricular nas escolas namibianas, a partir do 8º ano, sendo ministrada a mais de dois mil estudantes, desde o ensino básico ao superior, como revelou ao ‘Mundo Português’.

Quais são os números do ensino português, tanto no básico e secundário como no ensino universitário?
Atualmente o número de alunos no ensino básico é de 136 alunos, 1783 alunos no ensino secundário, o que perfaz um total de 1919, e 125 alunos na Universidade da Namíbia. O que torna este número surpreendente é o facto de a maioria destes alunos serem namibianos e de o português ser uma língua de opção curricular a partir do 8º ano nas escolas namibianas.

Em quantas escolas é oferecido como língua estrangeira de opção curricular? Há perspetivas de aumento do número de escolas a incluírem o ensino do português?
Atualmente o português é uma língua estrangeira de opção curricular em 22 escolas em sete regiões da Namíbia, nomeadamente Khomas, Erongo, Oshana, Ohangwena, Rundu, Divundu e Tsumeb. O Memorando de Entendimento foi assinado a 14 de novembro de 2011 e o português foi implementado em nove escolas no início de 2012 com um total de 371 alunos. Neste momento o projeto está numa fase de consolidação em que é necessário analisar as necessidades específicas e concentrarmo-nos na formação contínua dos professores namibianos, sem descurarmos com certeza o crescimento do mesmo. De acordo com a estrutura de que disponibilizamos e com número de professores que terminam os seus cursos de português na Universidade da Namíbia, é possível um aumento anual de uma a duas escolas na rede.

Nos vários níveis de ensino tem aumentado a procura, o interesse, pela aprendizagem do português?
A procura e o interesse pela língua portuguesa são constantes na Namíbia porque há uma consciência de que a língua, devido à proximidade com Angola, é sinónimo de poder económico. Residem na Namíbia Cerca de 100 mil angolanos, a somar os 1500 portugueses, e cerca de 500 mil angolanos visitam anualmente a Namíbia, aqui utilizando os serviços de saúde, os serviços educacionais e para adquirirem bens e passar férias. Esta mobilidade gera uma necessidade real por parte dos homens de negócios, empresas e comerciantes locais em falarem português, o que é visto como uma mais-valia profissional. Se acrescentarmos a cooperação forte com o Brasil a nível militar, em que toda a marinha de guerra namibiana fala português e é formada em academias brasileiras, há uma importância geoestratégica do português que é falado em todo o Atlântico Sul.

O português é também ensinado no formato de cursos livres. Quantos alunos os frequentam, onde são ministrados e quais as idades dos alunos?
Os cursos livres são oferecidos no Centro Diogo Cão em horário pós-laboral. Estes cursos são de 52 horas e decorrem duas vezes por semana com uma duração de 13 semanas. A média anual é de 120 alunos e a faixa etária destes é entre os 18 e os 70 anos.
Qual é o perfil dos estudantes que optam por aprender português, nas suas variadas formas de oferta? O que os leva a optar por esta língua?
Os alunos procuram estes cursos por motivos profissionais, porque querem viajar para países de expressão portuguesa ou porque gostam da língua. Há uma grande procura pela classe médica e por empresários.

Que programas, atividades, projetos de complemento ao ensino do português, são desenvolvidos?
A Coordenação de Ensino/Centro Diogo Cão em conjunto com a Embaixada de Portugal em Windhoek, com o apoio do Camões, I.P leva a cabo todos os anos um Plano de Atividades Culturais. Algumas destas atividades são desenvolvidas através de parcerias com organismos/entidades locais, designadamente Tulipanmwe, a National Gallery of Namibia, que é uma oficina de trabalho de artistas plásticos, e uma Residência de Dança em parceria com o College of Arts. Este ano estabeleceu-se uma parceria com o Município de Windhoek para incluir no conceituado Windhoek Jazz Festival, um artista português de jazz. Outras atividades que decorrem anualmente são o Festival de Cinema da EUNIC e o Festival Ibero-americano. No cômputo geral, são desenvolvidas todos os anos uma média de 13 atividades culturais.

A formação de professores é o garante para a continuidade do EPE na Namíbia? Para além da docência, é disponibilizada a especialização em Tradução/Interpretação?
A formação de professores é o pilar de todo o projeto de língua portuguesa na Namíbia. Os professores que estão no terreno necessitam de um apoio constante, de construir e manter a confiança que têm neles, enquanto falantes e professores de língua portuguesa, para poderem melhorar as suas competências e motivar os alunos para a aprendizagem da língua e de adquirirem um sentido de pertença.
Os professores deste projeto estão motivados para ensinar a nossa língua e como conseguem, de uma forma extraordinária, motivar os seus alunos…
No dia 30 de novembro decorreu no Centro Diogo Cão uma cerimónia com o objetivo de reconhecer o melhor aluno de língua portuguesa de cada escola onde o português é ensinado como língua de opção curricular. Foi extremamente recompensador verificar que os alunos estão motivados para aprender português e quiçá para serem futuros professores de Língua Portuguesa. Nesta cerimónia os alunos receberam um certificado e um dicionário de língua portuguesa.
A Universidade da Namíbia ainda não oferece um curso em Tradução/Interpretação. Neste momento, os nossos esforços estão concentrados na formação de professores. A Universidade da Namíbia reconhece a preponderância da Língua Portuguesa neste contexto e com certeza poderá ser criado num futuro próximo um curso em Tradução e Interpretação.

Numa entrevista para o Encarte Camões, IP de julho/2015, referiu o protocolo com a Polícia da Namíbia para o ensino de português, assim como os cursos ministrados a diplomatas. Estas vertentes do ensino mantêm-se?
O protocolo com a Polícia Namibiana foi prorrogado por mais quatro anos aquando da visita da Senhora Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Dra. Teresa Ribeiro. A intenção de renovar e de possivelmente aumentar o número de cursos mostra o sucesso que este protocolo alcançou.
O protocolo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros mantém-se mas encontra-se neste momento em avaliação para que possamos adequar o curso aos horários dos funcionários deste ministério. Há um interesse por parte do Ministério da Defesa em que os seus oficiais aprendam a língua portuguesa mas estamos a encetar conversações.

Que metas ainda há a alcançar, na sua opinião?
Uma das metas a alcançar é tornar este projeto sustentável na medida em que seja assegurado pelas instituições namibianas. Este é um projeto muito recente, mas a meu ver é importante investir na formação dos professores para que no futuro o possam assegurar. A chave é a formação contínua e também garantir que as instituições, principalmente as de ensino superior, tenham um corpo docente constituído por professores devidamente qualificados e com o nível de proficiência desejado.
Outra meta passará por tentar colaborar com a Namibian University of Science and Technology (Universidade da Namíbia para a Ciência e Tecnologia) para criarmos cursos de língua portuguesa para os estudantes de turismo e de cursos técnico profissionais.

E que futuro poderá ter a aprendizagem do português na Namíbia? Na sua entrevista em julho/2015, afirmava que tinha “todas as condições para se tornar a segunda língua mais falada na Namíbia”. Mantém essa crença?
O português poderá tornar-se a segunda língua estrangeira mais falada na Namíbia. Pressupõe-se que a percentagem de falantes de língua portuguesa se situe entre os 5 a 10%. Além das línguas locais, as línguas mais faladas são o Afrikaans, o Alemão, o Inglês e o Português.

Fuente de la noticia: http://www.mundoportugues.pt/article/view/64612

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Portugal: Católica no Porto lança pós-graduação em Nutrição e Ciência Alimentar

Europa/Portugal/29 Enero 2017/Fuente y Autor:mundoportugues

Resumen: La escuela superior de biotecnología de la Universidad Católica de Porto, apertura en este 2017 un curso de postgrado en nutrición y ciencia de la alimentación .

O curso vai formar uma nova geração de profissionais

A Escola Superior de Biotecnologia (ESB) da Universidade Católica no Porto vai lançar no início de 2017, uma pós-graduação em Nutrição e Ciência Alimentar, para o setor da restauração.

O curso, que a academia afirma ser único a nível nacional, vai formar uma nova geração de profissionais – chefes de cozinha, gerentes, empresários, consultores, fornecedores – “ajudando-os a sustentar o seu crescimento, a saber responder às tendências atuais e, mais importante, a serem capazes de antecipar novas tendências”, informa numa nota divulgada à comunicação social.

O curso centra-se na nutrição e na ciência alimentar, incluindo aspetos relacionados com a análise das matérias-primas, em termos da sua natureza e origens, e, ainda, na história e geografia da alimentação. A pós-graduação oferece, igualmente, um programa de formação e educação “que visa dotar os alunos de conhecimentos e capacidades em áreas críticas para a competitividade de restaurantes num ambiente económico tão exigente como o atual”. “É importante referir, ainda, que o programa da formação explora os conceitos da cozinha molecular e da engenharia alimentar”, acrescenta a nota.

O curso dirige-se a profissionais do setor da restauração, particularmente a candidatos com formação superior, preferencialmente na área das Ciências ou da Engenharia (Ciências de Nutrição, Dietética, Engenharia Alimentar) ou outros com interesse neste ramo de atividade.

Fuente de la noticia: http://www.mundoportugues.pt/article/view/64626

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Chile: Bachelet impulsará el debate hacia el matrimonio igualitario

América del Sur/Chile/29 Enero 2017/Fuente:eldiario /Autor: EFE

La presidenta chilena, Michelle Bachelet, se comprometió hoy a impulsar en Chile un debate que permita alcanzar un acuerdo destinado a legalizar el matrimonio entre homosexuales en el país austral.

«Nos comprometemos como Estado a impulsar una discusión pública, participativa y abierta que permita al país generar un proyecto satisfactorio de matrimonio igualitario, reconociendo a todas las personas los mismos derechos», dijo Bachelet durante un acto público.

El acto tenía por objeto el cumplimiento, por parte del Estado chileno, de un acuerdo de solución amistosa con el Movimiento de Integración y liberación Homosexual (Movilh), el principal colectivo de minorías sexuales del país, celebrado ante la Comisión Interamericana de Derechos Humanos (CIDH).

El Movilh demandó al Estado ante esa instancia debido al impedimento legal para que parejas del mismo sexo se casen en Chile.

En ese contexto, la mandataria llamó a los poderes del Estado y a la sociedad civil a concretar «la próxima meta, que es el matrimonio igualitario», destacando que existe en Chile un consenso «importante» para ello.

El anuncio «es un hito relevante (…). Hoy esto ya no depende de los Gobiernos de turno, se transforma en un compromiso del Estado», proclamó Rolando Jiménez, histórico dirigente y portavoz del Movilh.

Destacó que el pacto alcanzado en la CIDH incluye la modificación de la ley de adopciones, de la ley de identidad de género y de las políticas públicas en salud, social y reproductiva, y en educación.

Según Jiménez, el relator especial de la CIDH, Enrique Gil Botero, ha manifestado que «no se entiende matrimonio igualitario si este no contempla la adopción y la filiación» y «quienes hacen una distinción absurda respecto de matrimonio sin adopción están tremendamente equivocados, porque es parte sustancial del acuerdo».

Luis Larraín, presidente de la Fundación Iguales, otro colectivo de homosexuales, dijo: «vamos a estar expectantes para ver qué sucede en estos meses de Gobierno, si se cumple el compromiso de que antes del 30 de junio se envíe el proyecto de ley al Congreso».

Bachelet destacó los avances en la lucha contra la discriminación que ya se han logrado con el Acuerdo de Unión Civil, concretado por su Gobierno para reglamentar la convivencia, derechos y deberes de las parejas que conviven sin casarse, incluidas aquellas entre personas del mismo sexo.

Anunció también el próximo envío al Parlamento de un proyecto para perfeccionar la llamada «Ley Zamudio», contra la discriminación, que se aprobó tras el asesinato de un joven en un brutal ataque homofóbico hace algunos años.

El nuevo proyecto, dijo Bachelet, busca «promover la igualdad, sancionar la discriminación y la incitación al odio en contra de una persona o un grupo de personas basado en su origen social, creencia, nacionalidad, sexo, orientación sexual o pertenencia étnica».

Fuente de la noticia: http://www.eldiario.es/politica/Bachelet-impulsara-matrimonio-igualitario-Chile_0_603690378.html

Fuente de la imagen: http://images.eldiario.es/politica/Bachelet-impulsara-matrimonio-igualitario-Chile_EDIIMA20170120_0607_4.jpg

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Munira Ahmed: la mujer convertida en el rostro de la resistencia contra Trump

29 Enero 2017/Fuente: Eldiario/Autor:

Munira Ahmed, una fotógrafa freelance de 32 años, se convirtió en el rostro de la resistencia contra el Gobierno de Donald Trump cuando su imagen fue enarbolada por  miles de personas el sábado pasado en las manifestaciones masivas contra el nuevo presidente.

La imagen, que muestra a la mujer estadounidense de origen bangladesí con una mirada desafiante y un hijab estampado con la bandera de su país, es una ilustración de Shepard Fairey, artista conocido por su retrato de Barack Obama, que se convirtió en el símbolo del mensaje de esperanza del expresidente de Estado Unidos.

“La idea es decir ‘soy estadounidense, igual que vosotros’”, señala Ahmed a the Guardian al regresar a Nueva York desde Washington, donde participó en las protestas. “Soy estadounidense y soy musulmana, y estoy muy orgullosa de ambas cosas”.

El trabajo de Fairey forma parte de un proyecto colectivo coordinado por la Amplifier Foundation bajo el título We the People. También se han presentado trabajos de Ernesto Yerena y Jessica Sabogal.

Las colaboraciones de Fairey están hechas en el mismo estilo de estarcido que su retrato de Obama e incluyen además un niño negro y una mujer de origen latinoamericano con las frases “las mujeres son perfectas” y “defendemos la dignidad”. Sin embargo, el retrato de Ahmed fue el que tuvo mayor impacto cultural.

En todas las manifestaciones realizadas el sábado en las principales ciudades de Estados Unidos, destacaron los carteles con la imagen de Ahmed. La ilustración de Fairey también apareció a página completa en varios periódicos, incluyendo el New York Times y el Washington Post, en el mismo día de la investidura.

“Para mí es un honor, por lo que representa la imagen,” asegura Ahmed. “No es antinada. Representa la inclusión. La idea es decir ‘soy estadounidense, igual que vosotros’. Una congresista se me acercó [durante las protestas del sábado] y me dijo que me reconoció inmediatamente. Me sorprendí porque pensé que la gente creería que la mujer de la imagen iría cubierta [con un hijab] y la verdad es que yo no me cubro. Unas chavalas me preguntaron cuándo dejé de cubrirme y les expliqué que en realidad nunca lo he hecho”, cuenta.

Ahmed señala que la fotografía que Fairey utilizó para la ilustración tiene 10 años. Se la hizo Ridwan Adhami, un fotógrafo de Nueva York, que es también de Queens. Fueron a la Bolsa de Nueva York a hacer la fotografía, anticipando que estar cerca del sitio que fue epicentro de los ataques terroristas del 11-S le daría más intensidad al mensaje de la imagen.

“Esta foto ha tenido dos y tres vidas”, indica Ahmed, fotógrafa de viajes. “Se viralizó antes de que existiera el concepto de ser viral, cuando la gente la subió a muchos blogs musulmanes porque les pareció que molaba. Ahora tiene una tercera vida, que es mucho más masiva que las anteriores”, añade.

La ilustración de Fairey y la fotografía de Adhami plantean la misma pregunta: ¿qué significa ser musulmán y estadounidense en un momento de la historia en que Estados Unidos participa en conflictos en países musulmanes?

“La intención fue hacer una declaración firme –cuenta–. Por eso hicimos la fotografía en la Zona Cero, para remarcar el sentido: ‘Estamos aquí, somos neoyorquinos y pertenecemos a este país’”. Ahmed añade que ahora le suma significado el hecho de que en el fondo se vea un edificio que es propiedad de Trump, el número 40 de Wall Street.

Vecina de Trump

Ahmed creció en el barrio de Jamaica, en Queens, cerca de la urbanización cerrada Jamaica Estates, donde vivió Trump de niño. Los padres de Ahmed fijaron su residencia en Queens después de abandonar Bangladesh a fines de los años 70. Munira nació allí. Otros familiares suyos se instalaron en Michigan. Tanto Ahmed como Adhami se han interesado por la cuestión de la identidad racial estadounidense y los desafíos que surgieron tras los atentados del 11 de septiembre.

“Me decepcionan mucho las personas que están de acuerdo con la retórica que logró que este hombre, Donald Trump, fuera elegido presidente,” señala Ahmed, añadiendo que el viernes pasado evitó deliberadamente ver la investidura de Trump.

“Es lamentable que haya personas que todavía piensen que Estados Unidos debería excluir a personas de otro origen. En mi opinión, los valores fundamentales de Estados Unidos están muy lejos de eso. Gran parte del progreso de este país se debe a los inmigrantes, así que la idea [sugerida por Trump durante la campaña] de  prohibirles la entrada a los musulmanes o crear un registro de musulmanes es absurda. Lo que hace grande a este país es el pluralismo. Nuestra diversidad es la envidia del mundo”, explica.

Adhami asegura que él, igual que Ahmed, ha sentido la necesidad de formar parte de la resistencia contra ese sentimiento antimusulmán que apareció tras los atentados del 11-S. Explica que más de una vez le han culpado por los ataques terroristas por ser musulmán y ha participado en fuertes discusiones dentro de la comunidad musulmana.

“Por eso comencé a trabajar con muchos otros artistas musulmanes que estaban creando obras que nos representaban y nos interpelaban como artistas y musulmanes a la vez”, afirma. Adhami cuenta que cada vez que surge la cuestión del patriotismo de los musulmanes, él ha subido la fotografía de su amiga. Cada vez, la imagen se volvió más compartida, incrustada y reenviada. Ese mismo año, Adhami fue contactado por la Amplifier Foundation.

Al hacer público el Proyecto We the People,  Fairey declaró a la web Middle East Eye que era importante crear imágenes que mostraran a personas de comunidades atacadas y excluidas, especialmente sobre ideas de Trump, que “en mi opinión, sólo pretenden sembrar miedo y son totalmente indignas de un americano”.

“La imagen del hijab con el estampado de la bandera estadounidense es muy poderosa”, señala Fairey, “porque le recuerda a la gente que la libertad de culto es un principio fundacional de este país, y a lo largo de nuestra historia hemos dado la bienvenida a personas que estaban sufriendo persecuciones en sus países de origen”.

Para Adhami, su imagen de Ahmed está asociada a cierta frustración. “Ya estaba cansado de la imagen y de tener que aclararle al mundo ‘soy estadounidense,’” confiesa. “Me ponía muy triste que siempre surgiera la misma conversación. Pero cuando apareció Donald Trump, durante la campaña, lamentablemente se volvió relevante y necesaria otra vez”.

Ahmed afirma que la oleada de racismo que acompañó al ascenso de Trump no le ha hecho perder de vista lo que sucede en otros sitios, que es mucho peor. Por ejemplo, la persecución de musulmanes en Myanmar. “Por mucho que me pueda concentrar en lo que está sucediendo aquí, en Estados Unidos, tengo una visión más global. Sé que vamos a superar esto. Hemos pasado momentos difíciles en el pasado y [las manifestaciones del sábado] son un testimonio de que las cosas no son tan desalentadoras como parecen”.

Ahmed asegura que los recuerdos de la manifestación estarán siempre con ella. “Sentí amor. Sentí inclusión”, señala. “Me llevará un tiempo darme cuenta de lo que realmente significa, una vez se hayan calmado las aguas”.

Al regresar a Nueva York, encontró algo que no había llevado a Washington, y no porque se lo hubiera olvidado. “Tenía una entrada para la ceremonia de investidura”, afirma. “Me dijeron que si la quería, era mía. Pero yo no quería ir. Dejé el sobre de la entrada en la encimera de la cocina para usarla de posavasos”.

Fuente de la noticia: http://www.eldiario.es/theguardian/Munira-Ahmed-convertida-resistencia-Trump_0_605090503.html

Fuente de la imagen: http://images.eldiario.es/fotos/Ilustracion-Shepard-Fairey-Munira-Ahmed_EDIIMA20170124_0865_20.jpg

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Colombia: Más vale horas de juego que cuadernos llenos de planas

América del Sur/Colombia/29 Enero 2017/Fuente y Autor:El espectador

El programa Transiciones Exitosas llegó a Itagüí para apoyar a los niños en su tránsito desde la casa a los diferentes niveles educativos durante sus primeros años de vida, para que vivan inexperiencias positivas e inolvidables.

Algunos padres e incluso maestros sienten que cuando los niños juegan y no está en casa haciendo tareas, pierden el tiempo. Les gusta verlos con cuadernos y lecciones hechas. Sin embargo, es la lúdica la herramienta más poderosa para su aprendizaje. “El juego le permite al niño socializar con el entorno, desarrollar habilidades como la observación; así como memoria, concentración, habilidades sociales; adquiere normas, respeta el punto de vista de otros. A nivel motriz desarrolla equilibrio, postura”, explica Lina Paniagua docente de la institución Marceliana Saldarriaga, en Itagüí.
Por eso, cuando llegó el programa de Transiciones Exitosas de Bancolombia a este colegio en Itagüí, los profesores desempolvaron sus ‘juguetes’ y se entregaron a las actividades lúdicas con los niños. “Nunca en mis 12 años como docente en una institución nos habíamos preparado para apoyar y acompañar a los niños en su proceso de transición de la casa a un hogar infantil o de preescolar a primaria. El proyecto nos ayudó a prestarle mayor atención a las necesidades particulares de la infancia y saber que como institución debemos estar preparados para acoger al niño”, dice Lina sobre el proyecto en general, que, teniendo a la lúdica como uno de sus componentes, se enfoca en atender los momentos críticos de las transiciones de los niños, especialmente del hogar al Centro de Desarrollo Infantil, CDI, y de este a transición; así como de transición a primaria.   
¿Qué son Transiciones Exitosas?
Es un programa de Bancolombia que promueve un modelo en el que tanto niños como docentes van creando un proceso para el paso de una institución a otra en sus primeros años, que les permite adaptarse a los nuevos espacios sin traumatismos, acompañados por sus maestros y padres. El programa se enfoca en la adecuación y disposición de los entornos y espacios físicos, para ejecutar acciones pedagógicas que durante el proceso potencien el desarrollo de los niños y que sean unas experiencias significativas en su vida. 
Lina explica que “el proceso antes era traumático porque cuando los niños dejan su casa o su curso con los compañeros y la maestra para pasar a un espacio desconocido manifestaban angustia y se quedan aferrados a su casa; así vinieran ya escolarizados, el cambio es duro, porque tienen un colegio grande, una profesora y niños que no han visto”.
Entonces, tanto en Sincelejo, Cartagena, Cundinamarca o Itagüí donde funciona Transiciones Exitosas, se realizan acciones de acogida. Por ejemplo, se invita a los niños con sus padres a los colegios donde estarán el nuevo año. Se les hace una celebración de recibimiento con juegos y actividades de familiarización con los maestros y compañeros. Trabajo conjunto con los padres y encuentros semipersonalizados con niños y padres para acompañar este tránsito. Así, cuando comienzan clases al año siguiente, ya no hay una expectativa que genere angustia.
Pero no solo se habla de conocer un nuevo lugar. Jennyfer Naranjo, profesional de AlinaConsultorías S.A.S., firma operadora del programa, dice que también se trabaja en el mejoramiento del plan curricular, en la transformación de ambientes de aprendizaje. “También se incluye al plan de alimentación escolar, comité de emergencia. Se ha hecho seguimiento al plan con evaluaciones donde tomamos acciones correctivas, preventivas y de mejora. Se compraron materiales propicios para el desarrollo de las actividades; se involucraron profesores de transición y primero. El programa también contempla la adaptación de ambientes seguros, rutas de atención en caso de vulneración de derechos o brotes de enfermedades prevalentes de primera infancia”.
El programa ha mostrado que los niños disfrutan de sus clases, les gusta ir a estudiar; están más dispuestos a las actividades en las aulas y con menos ausentismo. Desde su comienzo en el 2013 se ha beneficiado directamente a 773 agentes educativos y a 4916 niños.
Fuente de la noticia: http://www.elespectador.com/noticias/educacion/mas-vale-horas-de-juego-cuadernos-llenos-de-planas-articulo-649099
Fuente de la imagen:http://www.elespectador.com/files/imagecache/560_width_display/imagenprincipal/d08faa3f185f097afa1fc0d336fec009.jpg
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Venezuela: Universidades aportarán soluciones para mejorar producción nacional

América del Sur/Venezuela/29 Enero 2017/Fuente y Autor: eluniversal

El ministro de para Educación Universitaria, Ciencia y Tecnología, Hugbel Roa, dijo que el objetivo es colocar a las universidades al servicio de mejorar “la calidad de nuestros cultivos, producción de medicamentos y las necesidades que tiene hoy el venezolano”.

El ministro para Educación Universitaria, Ciencia y Tecnología, Hugbel Roa, informó este jueves que el Gobierno Nacional y el sector universitario del país instalarán mesas de trabajo para consolidar la participación de las casas de estudios en la solución de los problemas asociados a la productividad del país.

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«Se van a instalar unas mesas permanentes de trabajo para aportar y mejorar la capacidad de nuestras universidades y su aporte a cada uno de los centros productivos, a cada uno de los espacios tecnológicos y a cada uno de los distintos espacios donde se desarrolla la ciencia, con un sentido de pertenencia hacia lo que demanda el país», dijo en transmisión de Venezolana de Televisión (VTV).

También comentó que en esas mesas se abordarán asuntos sobre «los alimentos que debemos producir, cuáles son las medicinas que debemos producir, cuál es la ciencia venezolana que debemos hacer», según reseñó AVN.

Asimismo, señaló que este nuevo esquema tiene por objetivo promover las “potencialidades de las casas de estudios del país para superar el rentismo petrolero”.

«Que esa potencialidad que pueda aportar la universidad venezolana a la necesidad del país, hoy se pueda colocar al servicio para mejorar la calidad de nuestros cultivos, producir medicamentos y para solucionar esas necesidades que hoy tiene el venezolano. (El mismo), que día a día demanda de que ese universitario que se está formando ahí, esté al servicio. La ciencia al servicio del pueblo venezolano”, agregó el ministro.

Incluso, anunció que más de 400 mil tabletas serán entregadas este año a la comunidad universitaria.

Fuente de la noticia: http://www.eluniversal.com/noticias/politica/universidades-aportaran-soluciones-para-mejorar-produccion-nacional_637067

Fuente de la imagen:http://www.eluniversal.com/component/cmp-modal-foto/470164.shtl

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Estados Unidos: Trump lleva a los científicos a adelantar las agujas del reloj del Apocalipsis

América del Norte/Estados Unidos/29 Enero 2017/Fuente:La Vanguardia /Autor:Miriam Elies

La Humanidad está más cerca del Apocalipsis. Eso es lo que asegura un grupo de científicos atómicos de la Universidad de Chicago que, desde 1947, publica anualmente un boletín en el que se refleja de manera simbólica a cuántos minutos estaría el mundo de su final si su vida se midiera en una jornada de 24 horas.

Según el grupo, que incluye 15 Premios Nobel, el Reloj del Fin del Mundo está sólo dos minutos y medio del fin de nuestra existencia. Los expertos han adelantado las manillas del metafórico reloj porque consideran que los líderes mundiales no han logrado hacer frente a las amenazas existenciales más urgentes para la humanidad: las armas nucleares y el cambio climático.

Los científicos señalan a Trump como el principal culpable de la amenaza

Y Donald Trump ha tenido buena parte de culpa. El discurso del presidente de EE.UU. sobre el uso y la proliferación de armas nucleares y su actitud impasible ante la amenaza del cambio climático influyeron en la decisión de los especialistas de alertar a la humanidad sobre los grandes peligros que la acechan.

La Junta de especialistas considera que Trump “ha hecho comentarios desconsiderados sobre la extensión del arsenal nuclear de los EE.UU.” y ha rechazado públicamente “los consejos de expertos relacionados con la seguridad internacional”, incluso los de los servicios de inteligencia, además de haber puesto en entredicho las recomendaciones de los expertos sobre el calentamiento global y los de gases de efecto invernadero.

“En pocas palabras, a pesar de que acaba de tomar posesión de su cargo, las declaraciones intempestivas del presidente, el rechazo a los consejos de expertos y los dudosos nombramientos de su gobierno ya han empeorado la situación de la seguridad internacional”, concluyen los científicos.

Sobre el cambio climático, los científicos reconocen que 2016 ha sido un año “algo menos lúgubre”. “A raíz del acuerdo climático de París, las naciones del mundo han tomado algunas medidas para combatirlo y las emisiones de dióxido de carbono fueron esencialmente planas en 2016, en comparación con el año anterior”, señalan. Sin embargo, manifiestan que “todavía no ha comenzado a disminuir” y, por consiguiente, el mundo “sigue calentándose”.

En 1953 la humanidad estuvo más cerca que nunca de la destrucción

Los científicos sugieren a los líderes mundiales que frenen las armas nucleares y la amenaza climática. De no ser así, invitan a que sea la población la que tome cartas en el asunto. “Los funcionarios públicos sabios deben actuar inmediatamente, guiando a la humanidad lejos del abismo. Si no lo hacen, los ciudadanos sabios deben dar un paso adelante y liderar el camino”, concluyen.

El año pasado las agujas del reloj no se movieron y siguieron marcando las 23.57 horas. Sin embargo, este año los científicos sostienen que a lo largo de 2016 el panorama de la seguridad global “se oscureció” y el escenario de amenaza llevó a un aumento del nacionalismo extremo a nivel internacional.

Fue en 1953 cuando el Reloj del Fin del Mundo señaló que la Humanidad estaba más cerca de la destrucción que nunca. Por aquel entonces Rusia y los EE.UU. desarrollaron sus propias bombas termonucleares y la amenaza se disparó. Las manillas marcaban las 23.58 horas. Tan sólo 30 segundos más que ahora.

Fuente de la noticia: http://www.lavanguardia.com/internacional/20170126/413722006484/cientificos-reloj-del-apocalipsis-donald-trump.html?utm_campaign=botones_sociales&utm_source=facebook&utm_medium=social

Fuente de la imagen:

http://www.lavanguardia.com/r/GODO/LV/p4/WebSite/2017/01/26/Recortada/LAVANGUARDIA_G_3428522861-kCnH–65

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