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Enfoque de Calidad en Educación Universitaria: una experiencia vivida

Enfoque de calidad en educación universitaria: una experiencia vivida

Una experiencia de reflexión crítica entre docentes universitarias/os sobre ‘calidad educativa’, desde las propias experiencias confrontadas con nuevos insumos y llevando a compromisos concretos para un nuevo año académico en UNAN-Managua / FAREM-Estelí y UNI-Norte, también en Estelí, Nicaragua.

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Fórum Social debate Educação Popular e Universidade

Fórum Social de Educação Popular se reúne em Porto Alegre durante Fórum Social Mundial

Brasília, Brasil/18 de febrero de 2016/Autora: Marina Baldoni Amaral

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Résumen: El Foro Social de la Educación Popular (FSEPop) reunió en enero en Porto Alegre, Brasil, intelectuales de América Latina, África y Europa, organizaciones y líderes sociales, los movimientos, las universidades y los gobiernos para un gran debate sobre la educación popular en el mundo actual. El evento promueve el interconocimiento y el aprendizaje recíproco y crea un espacio para articular alianzas en favor de otro tipo de educación, que considera que la democratización de las sociedades implica necesariamente la democratización del conocimiento .

Fórum Social da Educação Popular (FSEPop) reuniu em janeiro, em Porto Alegre, Brasil, intelectuais da América Latina, África e Europa, organizações e lideranças sociais, movimentos, universidades e governos para um grande debate sobre educação popular no mundo atual. O evento teve como proposta promover o interconhecimento e a aprendizagem reciproca e criar um espaço para articular alianças a favor de outro tipo de educação, que acredita que a democratização das sociedades passa necessariamente pela democratização do conhecimento.

A ideia do fórum surgiu de um diálogo entre a Flacso Brasil, o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, o projeto Alice, a Universidade Popular dos Movimentos Sociais (UPMS), o Conselho de Educação de Adultos da América Latina (Ceaal), o Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (Clacso) e o Conselho para o Desenvolvimento da Pesquisa em Ciências Sociais na África (Codesria).

20160117_103500-300x169FSEPop abriu as atividades do Fórum Social Mundial Temático 2016 com o Encontro da Educação Popular e Universidades: Experiências e desafios, nos dias 17 e 18 de janeiro. O evento foi uma reunião aberta para compartilhar experiências de formação e iniciativas populares que tenham como objetivo a transformação social através da educação.

O Fórum começou levantando o debate sobre a relação entre Educação Popular e Universidade na roda de conversa A relação entre Universidade e Educação Popular – atual momento histórico, com apresentação do sociólogo português da Universidade de Coimbra Boaventura de Sousa Santos, que avaliou o atual momento dessa relação. Ele aponta que universidade e educação popular se tronaram mais complexas e se encontram em uma “encruzilhada”.

Segundo o sociólogo, a Educação Popular surge de uma dupla exclusão das classes populares: a falta de acesso à universidade e o conteúdo de aprendizagem nas universidades, hostis aos interesses desses grupos. Ele avalia que os dois campos estão muito distantes um do outro: “Temos que nos deseducar de muita coisa que aprendemos para nos educar de outra forma. Abrir para outras formas de educação, porque é aí que está o futuro”, defende.

Para Boaventura, o conhecimento popular “tomou mais consciência de si” e os movimentos sociais têm assumido uma posição de protagonismo, utilizando conhecimentos e formas de organização interna próprios, tornando mais complexa a ideia de “classes populares”.

Neste mesmo processo, ele aponta também o surgimento das novas classes médias, nos últimos 15 anos, que passaram por um processo de “inclusão dependente”, através do acesso ao consumo mais do que à cidadania. Boaventura também destaca o que chama de “sociologia das ausências”, indicando uma exclusão ainda mais dura dos que não participaram desse processo de inclusão.

O sociólogo apontou ainda grandes transformações na Universidade, principalmente nas instituições públicas, que passam por um processo de democratização e aumento do acesso graças às políticas de ações afirmativas, “permitindo uma aproximação das classes”. Mas ele destaca que este movimento é “relutante”, “inclui gente diferente mas não inclui cosmovisões diferentes”

Ele avalia que é cada vez mais difícil identificar o opressor e o oprimido, mas essa distinção nunca foi tão importante”. Para Boaventura, Universidade e Educação popular estão “em uma encruzilhada”. “Ela pode ser superada de forma progressista e emancipadora”, ele defende que para isso, a “educação popular precisa de uma universidade progressista e a universidade progressista precisa da educação popular”.

Para Boaventura, “educar é construir experiências que representem o mundo como seu”, e ressalta que, para a grande maioria da população mundial “o mundo lhes acontece, eles não fazem acontecer o mundo. E se não fazem acontecer, não podem o transformar”. O sociólogo defende uma inversão no pacto educativo, propondo uma pedagogia de “retaguarda” que “entra nas classes populares a partir de baixo, caminha com os que vão mais devagar”. “Asas com raízes é a metáfora da utopia educativa do nosso tempo”, concluiu.

Compuseram a roda de diálogo Naomar Almeida Filho, reitor da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Lia del Carmen Córdoba Garrido, da Universidad de los Pueblos (Colômbia), Cláudia Rose, do Museu da Maré (RJ), e Jesus Alejandro Vera Jimenez, reitor da Universidad Autónoma del Estado de Morelos (México), que comentaram a apresentação de Boaventura e falaram sobre suas experiências, como a da UFSB. A universidade tem compromisso com a “ecologia de saberes”, conceito trabalhado por Boaventura para a relação entre os conhecimentos, e que é eixo estrutural da relação dos estudantes com a instituição. “Estamos buscando construir na prática este enorme complexo de ideias, princípios e conceitos, que são um projeto de universidade”, disse Naomar Filho.

Participaram da mesa de abertura do FSEPop Salete Valesan Camba, diretora da Flacso Brasil, Mauri Cruz, presidente da Abong, Albet Sansano (STEs), Oscar Jara, do Conselho de Educação de Adultos da América Latina (Ceaal), presidente da Câmara Municipal de Vereadores de Porto Alegre, o vereador Cassio Trogildo.

CZBpVL3WYAEN3uy-300x169Universidade e Educação Popular – Durante os dois primeiros dias de evento, os participantes do FSEPop trabalharam em grupos temáticos para discutir a relação entre Universidade e Educação Popular em quatro eixos: Direitos Humanos; Cultura; Extensão e Saberes populares, saberes acadêmicos e investigação. O trabalho fez parte da atividade “Viajando na relação entre Universidade e Educação Popular”.

Os grupos foram convidados a apresentar os resultados das discussões de forma criativa, e trouxeram para o fórum jograis, cartazes, dinâmicas e um cordel (que pode ser acessado aqui).

“Não faz mais sentido que Educação Popular e Universidade estejam separados”, disse Salete Valesan Camba, diretora da Flacso Brasil, durante o “Papo Final”, encerrando o segundo dia do FSEPop. Ela usou a metáfora da “educação de corpo inteiro” para defender que, assim como o ser humano não deve ser subdivido em partes, “não faz mais sentido que as escolas continuem dividindo as pessoas, os sujeitos, as mentes e o conhecimento em partes”. “Isolados e fragmentados não somos nada”, concluiu.

Oscar Jara destacou que a educação popular é um fenômeno sócio-político e cultural latino-americano, mas é também uma concepção de educação e deve permear todas as atividades educativas, inclusive as universidades.

Jara defende que a história é uma “construção” e devemos “fazer a história que a gente quer ter”. Ele avalia que os grupos de trabalho do fórum têm identificado os eixos problemáticos da educação e “colocaram uma agenda de trabalho que surge de nossas práticas”.

CZBpGKlWYAQQx-0-300x169Em sua fala, Pablo Gentili, secretario-executivo do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (Clacso) discutiu como incorporar novos saberes e transformar, a partir de dentro, as universidades, para torna-las críticas e transformadoras. Ele defendeu que, para isso, a universidade precisa incorporar metodologias e práticas de educação popular. “A distinção entre educação pública e educação popular é uma falsa dicotomia”, argumentou. Para ele, “não existe público que não tenha a ver com o comum”. Ele defendeu que as universidade precisam “fortalecer e gerar práticas desinstitucionalizantes para poder questionar uma ordem que parece permanente”.

“Só há educação popular porque a educação formal é anti-popular”, disse Boaventura de Sousa Santos. “A mais anti-popular é a universidade”, complementou. “Estamos aqui para juntar o que foi separado porque foi separado exatamente para dividir e descaracterizar”, defendeu. O sociólogo argumentou que é necessário trabalhar para superar essa distinção: “Se praticarmos três verbos, democratizar, descolonizar e despatriarcalizar, estaremos superando essa distinção, que será cada vez mais do passado do que do futuro”, concluiu.

20160122_153139Mesa de Convergência – Na sexta-feira (22), a mesa de Convergência de Educação: A Educação Popular e os Direitos Humanos, do Fórum Social Temático 2016, teve a participação da ministra das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, Nilma Lino Gomes, de Baltasar Garzón, jurista espanhol especialista em direitos Humanos, do sociólogo Boaventura de Souza Santos (CES/UPMS – Portugal), Beatriu Cardona, do STEPV, de Valencià, Espanha, Moacir Gadotti, diretor do Instituto Paulo Freire, Verônica Lima (Frepop – Brasil). A diretora da Flacso Brasil, Salete Valesan Camba facilitou a mesa ao lado de Albert Sansano, da Confederação dos Sindicatos das Trabalhadoras e Trabalhadores da Educação (STEs) (Espanha) e Mauri Cruz, da Abong.

 “Viva o autodidatismo, é daí que eu entendo a educação popular”, disse Moyses Martins, rapper e cadeirante, membro do Brasil Acessível e do coletivo Família Rap Nacional, que participou da mesa de convergência A educação popular e os Direitos Humanos. “Quem primeiro resgatou o Moyses foi a educação popular, o rap nacional, que eu entendo como uma reivindicação criada a partir da nossa realidade”, avalia. Moysés intercalou sua fala com versos de suas músicas e demonstrou a quem estava no Auditório Araújo Viana a importância de se incluir diferentes saberes nos debates sobre o tema.

É preciso transformar “a vida, ela própria, na escola”, disse o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos, da Universidade de Coimbra e da Universidade Popular dos Movimentos Sociais (UPMS). Em sua fala ele destacou a importância de “educar os educadores”, um processo que deve ser feito tirando-os da sala de aula e da “zona de conforto” proporcionada pelo entendimento de que conhecimentos e saberes formais são mais valiosos do que populares.

“Educar é criar consciência de que o mundo é nosso” disse. E completou: “Se eu representar o mundo como meu eu posso transforma-lo”. Ele elencou três processos de dominação que atravessam toda a sociedade: capitalismo colonialismo e patriarcado. “Atuam sempre articulados. Mulheres, negros e indígenas sabem muito bem”, disse.

Moacir Gadotti, presidente do Instituto Paulo Freire, falou sobre a necessidade de articulação entre lutas de diferentes temáticas: “Nos interessa a educação popular ao lado da noção de democracia de direitos e justiça social”. Ele analisa que, para construção de um sistema nacional de educação popular ainda falta um grande caminho, e entende que a mercantilização da educação “entrou no ethos do sistema educacional brasileiro”.

Mauri Cruz, presidente da Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais (Abong) e do comitê organizador do FSMT afirmou que a mudança para um outro mundo “só será completa a partir da educação popular”, que permita o empoderamento dos povos. Ele avalia que “a energia de educação continua forte e latente no Brasil e na América Latina”, mas que os processo reais de aprendizado são lentos. “Leva tempo para construir a real consciência crítica”, disse, explicando que ela tem uma relação dialética entre a prática concreta e construção teórica.

Camila Lane, presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) falou sobre a experiência recente vivida por estudantes secundaristas em São Paulo, que ocuparam escolas estaduais ameaçadas de fechamento pelo governo do Estado. “Precisamos pensar nas ocupações como pequenas experiências da educação popular que queremos”.

Ela coloca como desafio do movimento estudantil consolidar uma escola popular, não só na formação do pensamento crítico, mas da inclusão social. A organização entende que reformulação do médio e básico são uma estratégia para alcançar uma mudança de pensamento na geração. “A escola é um território de lutas, se a escola não mudar, o Brasil não vai mudar”, disse, ressaltando a importância da educação para enfrentar o racismo, o machismo e a homofobia.

“Um dos maiores desafios dos governos progressistas, em tempos de realinhamento das forças, é se posicionar firmes, mantendo o princípio de que os direitos das pessoas estão acima dos direitos dos mercados” disse a ministra das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, Nilma Lino Gomes. Ela falou sobre o desafio de conquistar políticas de direitos humanos em um cenário “permeados por interesses diversos”, e concluiu que é estratégico manter a “sintonia com os movimentos sociais”. “É o que vai nos dar legitimidade”, afirmou. Para ela, a principal relação entre direitos humanos e educação popular é que ambos buscam “recuperar a humanidade roubada de sujeitos”.

“A construção teórica dos Direitos Humanos já temos, há grande teorias e tratados, mas nos falta um desenvolvimento prático, real e participativo através de uma dinâmica claramente em defesa dos movimentos sociais”, defendeu Baltazar Garzón, jurista espanhol especialista no tema. Ele falou sobre a necessidade de novos protagonistas, “mais apegados às realidades” e mais “reflexivos e conhecedores das dinâmicas sociais”.

Beatriu Cardona, do Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação de Valencia, Espanha, classifica a educação como um direito humano “fundamental para exercer e consolidar os direitos humanos”. “O neoliberalismo, o FMI e grandes corporações e bancos não querem uma educação popular porque ela representa um perigo para seus interesses”, avalia, já que ela é “feita por e para o povo” e tem igualdade, cooperação, solidariedade e inclusão como principais valores.

Para Boaventura, “Se queremos fazer acontecer e transformar o mundo, temos que ser utópicos, ter asas com raízes”. Ele destacou a importância de “juntar os saberes para vencer as lutas dos tempos atuais”, aliando universidade e educação popular, avaliando que as universidades públicas estão subfinanciadas e já não têm o apoio das elites, “que educam seus filhos nas universidades globais” e nem das classes populares. “Temos que construir uma outra universidade, que seja popular”, concluiu.

Salete Valesan Camba, diretora da Flacso Brasil e facilitadora da mesa, afirmou que a atividade foi organizada de forma representativa dos diversos fóruns que compõe o Fórum Social Mundial. Albert Sansano, (STEs, Espanha), também facilitador da mesa, também destacou o formato adotado: “é uma base bastante completa”.

Carta de Porto Alegre – Como resultado do FSEPop, foi construída a Carta de Porto Alegre, documento que defende a ampliação da atuação da educação popular e denuncia a precarização e mercantilização das universidades latino-americanas, “como consequência de uma expansão do capitalismo global”, citando como exemplo desse processo a promulgação pelo governo brasileiro da Lei 13. 243/2016, que regulamenta os estímulos ao desenvolvimento científico, à pesquisa, à capacitação científica e tecnológica e à inovação.

“Entendemos que a democratização das sociedades deve passar pela democratização do conhecimento, tanto básico como avançado. Este processo assenta-se não só na conquista de maior acesso ao saber acadêmico, o que requer a universalização do acesso à universidade, mas, sobretudo, uma revolução epistemológica, considerando como conhecimento válido os saberes leigos, populares, tradicionais, urbanos, camponeses e oriundos de culturas não ocidentais, como indígenas, de origem africana, orientais, entre outros. Assim, para nós é cada vez mais óbvio que a universidade precisa da educação popular”, defendem. Leia o documento completo aqui.

Por Marina Baldoni Amaral – Flacso Brasil

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Hungría y Ecuador: Para afianzar la cooperación en educación, ciencia y tecnología, Embajadora en Hungría visita la Universidad de Miskolc y de Eger

Hungría/ Febrero de 2016 / Autor y Fuente: Ministerio de Relaciones
Exteriores y Movilidad Humana – Cancillería Ecuador

La Embajadora del Ecuador en Hungría, María del Carmen González, visitó a
finales de enero de 2016, la Universidad de Miskolc, en ese país, para
afianzar la ejecución del vigente Acuerdo de Cooperación en Educación,
Ciencia y Tecnología, cuyo propósito es la interacción entre los centros
académicos ecuatorianos y las universidades húngaras, para la cooperación
en intercambio de profesores, alumnos y data.

La Embajadora González fue recibida por el rector de la Universidad, Prof.
András Torma, y por el vicerrector Prof. Tamás Kékesi. Allí, la diplomática
conoció el importante pénsum académico, con especialidades en ingenierías y
áreas técnicas, que son parte de la oferta de becas para estudios en inglés
del Programa Stipendium Hungaricum.

Dicha Universidad trabaja en coordinación con empresas privadas instaladas
en Miskolc que emplean alta tecnología, y que se nutren del personal
especializado en este centro académico, que -a su vez- encuentra en las
empresas el lugar adecuado para la realización de las pasantías y prácticas
de sus estudiantes.

La diplomática también se reunió con los estudiantes de Ecuador que asisten a la Universidad de Miskolc y a la de Eger. En la visita realizada por la Embajadora González, las autoridades universitarias solicitaron que se promueva en el Ecuador la oferta de becas
para estudios en inglés de carreras técnicas y científicas, recomendando
sus instalaciones para albergar el mayor número posible de estudiantes
ecuatorianos que deseen ser parte del Programa Stipendium Hungaricum.

Para acceder a las becas Stipendium Hungaricum, el plazo de aplicación
vence el 30 de marzo del 2016, para los estudios que iniciarán en el mes de
septiembre del año en curso. Ecuador tiene asignadas 50 becas,
promocionadas a través de la página web de la Secretaría Nacional de
Educación Superior, Ciencia, Tecnología e Innovación (SENESCYT) y de la
Embajada del Ecuador en Hungría.

La diplomática también se reunió con los estudiantes de Ecuador que
realizan maestrías en petróleos, ingeniería mecánica y geografía, tanto en
la Universidad de Miskolc como en la Universidad de Eger: Sebastián
Santiago Ordoñez Ulloa, Víctor Hugo Ordóñez Izquierdo, Christian Hernán
Amador Chamorro, Fernando Andrés Lucero Calvache, y Lenín Bastidas.

Los ecuatorianos resaltaron el alto nivel académico de los estudios que
están realizando y recomendaron promocionar la oferta de becas del Programa
Stipendium Hungaricum, para la participación de nuestros compatriotas en
los programas en inglés de maestrías y doctorados en las universidades en
Hungría.

Fuente de la Noticia:
http://www.cancilleria.gob.ec/embajadora-en-hungria-visita-la-universidad-de-miskolc-para-afianzar-la-cooperacion-en-educacion-ciencia-y-tecnologia/

Más información: http://programasbecas.educacionsuperior.gob.ec/wp-content/uploads/downloads/2016/01/PROGRAMA-STIPENDIUM-HUNGARICUM-2016-Actu-3.pdf

Fuente de foto: http://www.cancilleria.gob.ec/wp-content/uploads/2016/01/embajadora_en_hungria_visita_la_universidad_ de_miskolc_para_afianzar_la_cooperaci%C3%B3n_en_educaci%C3%B3n_ciencia_y_tecnologia.png

Procesado por: Iliana Lo Priore. Miembro del Equipo fundador de la Red
Global/Glocal por la Calidad Educativa Doctora en Educación, Magíster en
Desarrollo Curricular, Especialista en Desarrollo Infantil. Diseñadora y
evaluadora curricular de carreras y programas nacionales de formación de
pre y postgrado, Autora y coautora de textos y artículos en el ámbito
educativo. Coordinadora de programas comunitarios para la familia e
infancia, Profesora Titular UC. Investigadora acreditada en PEII,
nivel C. Investigadora del CIM y Asesora Local (Venezuela) de Teacher Task Force/Unesco.

 

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Este es el secreto para entrar a Harvard

EEUU. CNNMoney. Katie Lobosco. Publicado: ene 22, 2016

Harvard es una de las universidades más importantes y con mayor renombre en los Estados Unidos, no sólo por el largo historial en formación para el “capital humano” que se ha ganado, sino también por los elementos que tiene en cuenta al momento de seleccionar a sus estudiantes en los procesos de ingreso año tras año, paradójicamente, un reciente informe emitido por la casa de estudios recomienda a los institutos educativos cambiar sus estrategias de reclutamiento.

En tal sentido, los exámenes estandarizados, las diferencias entre razas, el condicionamiento de la matriculación por ingresos económicos y la promoción de la preocupación por el bien común, son algunos de los factores que dicho informe recomienda revisar en los institutos técnicos superiores.

En relación a los exámenes estandarizados, se invita a incorporar preguntas que tengan relación con la contribución de los estudiantes con sus entornos naturales, como: el hogar y la comunidad, es decir, que hablen de sus logros y actividades extracurriculares sin que esto implique sentirse presionado, por la antesala de un enunciado que obligue al estudiante a citar sus talentos en una “hoja de logros”.

El documento en general, fomenta la apertura que deben tener los estudiantes a considerar otras opciones para su formación,no precisamente en universidades sino en College, e invita a los institutos a modificar sus formas de ingreso para brindar más opciones a estudiantes que deseen formarse.

Fuente de la noticia: http://cnnespanol.cnn.com/2016/01/22/este-es-el-secreto-para-entrar-a-harvard/

Fuente de la imagen: https://www.google.com/search?q=universidad+de+harvard&biw=1366&bih=623&source=lnms&tbm=isch&sa=X&sqi=2&ved=0ahUKEwjqtYGLm9_KAhWRsh4KHSZhCo4Q_AUIBigB#imgrc=JMCjza2k8WrawM%3A

Palabras claves: educación universitaria, presupuesto

Editora: Liliana de Luzón. Centro Internacional Miranda. Integrante-Fundadora de la Red Glocal/Global por la Calidad Educativa. Licenciada en Educación. Especialista en Entornos Virtuales de Aprendizaje. Maestrante
del Master Dual: Máster en Formación de Profesores de Español como Lengua
Extranjera y Master in Teaching English as a Foreign Language. Autora y
coautora de investigaciones del ámbito educativo.

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La Excelencia Educativa Suiza y los Convenios con el Continente Americano

México/Diciembre de 2015/Autor: Louis-José Touron*/Fuente: Prensa Excélsior

Alcanzar una educación de calidad es la base para mejorar la vida de las personas y el desarrollo de cualquier país del mundo. En el caso de Suiza la educación ha sido un pilar fundamental para alcanzar los altos niveles de desarrollo, estabilidad, capacidad de innovación y satisfacción, que en 2015 nos convirtieron en el país más feliz del mundo.

La escuela pública tiene una función primordial en mi país, la educación es competencia del Estado desde la entrada a la escuela obligatoria, que en Suiza tiene una duración de 11 años, hasta el nivel terciario (Educación Superior).

Actualmente, 90% de los jóvenes en Suiza obtienen un certificado de nivel secundario II. Ese certificado les permite entrar directamente en la vida profesional, acceder al sistema de formación profesional – o en otras palabras la educación dual – o un bachillerato profesional. Sin embargo, sólo un 31% de los jóvenes suizos se gradúan de programas universitarios, mientras que el 66% se gradúan en el sistema de formación profesional. Uno de los objetivos de la política de educación suiza es el de animar a un porcentaje alto de jóvenes menores de 25 años a obtener un diploma de nivel secundario superior. En los últimos 10 años Suiza ha conseguido incrementar este porcentaje de 87 a 95 % (en México se alcanza el 50%). Estos objetivos  no sólo son esenciales para satisfacer a la demanda de la economía y de la sociedad de hoy en día, sino también contribuyen a que cada persona pueda beneficiarse de una base sólida para su carrera profesional y su bienestar. En Suiza, las tasas de desempleo en jóvenes es de las más bajas en el mundo (3.5% en 2015).

Debido a la permeabilidad y apertura del sistema de educación suizo, así como a la multiculturalidad que lo caracteriza, los estudiantes alcanzan, según la OCDE, niveles de aprendizaje y conocimientos superiores a los de otros países.

A nivel académico, las escuelas politécnicas federales de Suiza y las universidades están clasificadas en lo más alto de los rankings, siendo parte en general de las mejores universidades del mundo de habla no inglesa. Los procesos de contratación de profesores son internacionales, y las universidades y Politécnicas de Suiza cuentan con los mejores profesores del mundo.

Una explicación de la excelencia del sistema de educación suizo es la formación profesional, que no sólo es importante en número de estudiantes, sino que es vista como una pieza fundamental para la economía suiza en general.

En Estados Unidos, el modelo de educación profesional suizo es considerado como “The Gold Standard”. Desde hace casi una década, las empresas suizas en México han mostrado su interés por impulsar la instalación del sistema  de educación dual. El 11 de junio de 2015, al fin, se pudo concretar: México estableció una base legal para la educación dual.

“Felicito a México por ser el primer país en el Continente Americano que dispone de una base legal para la formación dual. Las empresas suizas tienen un gran interés en avanzar y participar en el desarrollo y fortalecimiento del Modelo Mexicano de Formación Dual, sobre todo frente a la importante falta de mano de obra calificada que deplora la mayoría de las empresas suizas presentes en México”

Actualmente, en el Modelo Mexicano de Formación Dual existen seis y, a partir de la próxima primavera, 13 carreras en las cuales los jóvenes se pueden entrenar. El reto ahora es crear carreras adicionales con estándares similares a las que conocemos en Suiza, Alemania o Austria en sectores que son de alta relevancia para las empresas suizas. Por supuesto, esto necesita esfuerzos y coordinación de parte de las cámaras empresariales mexicanas.

La Formación Dual tiene el objetivo de formar e instruir de una manera integral al joven aprendiz y prepararlo para poder asumir sus responsabilidades en el mundo laboral. Este objetivo, que se halla en el núcleo de la educación dual, nos lleva, nuevamente, al inicio y a los valores básicos que tradicionalmente han caracterizado a la educación suiza: La formación integral del joven y el desarrollo de sus capacidades de autoformación y reflexión. Partiendo de estos valores, introducidos, entre otros, por los grandes educadores suizos *Enrique Pestalozzi *en Suiza y Europa y *Enrique Rébsamen* en México, el gobierno y las empresas suizas en México están colaborando con las autoridades de educación en México, para poder compartir las buenas prácticas de nuestro sistema y ayudar a implementar algunos programas que contribuyan a lograr los objetivos de desarrollo de mi lindo país anfitrión”

** Embajador de Suiza en México*

A partir de esta información salta a la reflexión si estos convenios con los países latinoamericanos en educación ¿serán realmente beneficiosos? ¿Realmente es una oportunidad para los jóvenes latinoamericanos? ,¿La educación dual se puede dar aún en contextos culturales diversos?, o ¿sólo es un beneficio para las trasnacionales suizas? Queda de parte de los países del continente americano, en este caso México, cuidar que el talento que se forme
se quede en su país y verdaderamente ayuden al progreso e ilustración de todos.

Fuente de la Noticia:
www.excelsior.com.mx/opinion/columnista-invitado-global/2015/12/17/1063890

Fuente de la Foto:
s3.amazonaws.com/static.oculus.com/website/2014/06/carbon_team_small.jpg

Editor: Elvis Ramírez T. Docente Jubilado (UPEL-IPC) Pos-Doctorado en Educación Ambiente y Sociedad, Doctor en Cs, de la Actividad Física y el Deporte, Magister en Educación, Estudios Avanzados en Investigación (DEA), coordinador de la Línea de Investigación Cs. de la Actividad Física y el Deporte (IPC), Investigador A2 (PEII).

 

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