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Rusia: Hallan en Crimea enterramientos de ‘gigantes’ de la época bizantina

Hallan en Crimea enterramientos de ‘gigantes’ de la época bizantina

Arqueólogos rusos han encontrado una necrópolis con varias decenas de tumbas con esqueletos «parecidos a restos de gigantes» que datan de la época del Imperio bizantino, informó a RG el subdirector del departamento de protección de monumentos del Museo Histórico y Cultural de Crimea Oriental, Vladímir Frolov.

La necrópolis fue hallada durante unas excavaciones cerca de las escaleras de Mitrídates, en la ciudad portuaria rusa de Kerch, en la costa este de la península de Crimea. Hasta la fecha, los investigadores rusos han descubierto un total de 27 tumbas.

Según Frolov, su tamaño alcanza los 2 metros y 30 centímetros de longitud, mientras que los esqueletos encontrados en su interior miden unos 1,8 metros. En la época bizantina, precisa el historiador, la altura media de una persona adulta era de unos 1,6 metros. Por el momento, los especialistas no han encontrado una explicación para esta anomalía, si bien esperan que un examen más detallado de los restos por antropólogos ayude a arrojar luz sobre el misterio.

«Lo más sorprendente es que aquí están enterradas las mismas personas que visitaron el templo de Juan el Bautista, que fue construido en Kerch en el siglo VIII d.C.», expresó Frolov.

En el sitio también se encontraron pendientes y pulseras de bronce, restos de ropa de fieltro, fragmentos de un cinturón de cuero y cabello humano. Fueron estos hallazgos los que permitieron fechar esta necrópolis en los siglos XI-XIII d.C.

Fuente de la Información: https://actualidad.rt.com/actualidad/365604-hallan-crimea-enterramientos-gigantes-bizantinos

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Brasil: ‘I Congresso Mundial em defesa da Educação pública e contra o neoliberalismo’ (educacional 26 e 27 de setembro de 2020)

A pandemia do Covid-19 gerou uma situação inédita de paralisia global programada, que revelou as profundas desigualdades do sistema, mas que também se transformou em uma oportunidade para o grande capital em seu objetivo de avançar numa redefinição de seus processos e dinâmicas, com elementos de maior exclusão e dominação. A onda de privatizações dos serviços básicos e de interesses social ocorridas nas últimas décadas, levaram os setores sociais mais empobrecidos e a classe trabalhadora fossem as mais afetados pela crise da pandemia.

 

A paralização em todos os setores geradas pela pandemia, se ligou com a crise econômica do capital que apareceu numa nova recessão econômica mundial. E nesse contexto vimos surgir governos neoconservadores com políticas de traço fascista como a de Trump ou Bolsonaro, que com suas políticas negacionistas de riscos para a saúde do Covid-19 levaram milhares de seres humanos aos hospitais e a morte. Muitos governos, seguindo o exemplo de Trump e Bolsonaro, privilegiaram os lucros sobre as vidas humanas. Isso deve ser enfrentado pelos povos e suas organizações sociais e sindicais no plano das ideias, da mobilização e da organização.

 

A atual conjuntura mundial é de crise profunda do sistema capitalista que o leva a colocar sobre as costas dos trabalhadores e das trabalhadoras os custos dessa situação. A pandemia do COVID-19 serviu de pretexto para avançar na agenda neoliberal da sociedade educadora, a qual se concretiza com novas formas de privatização na educação, associadas ao acesso a conexão com a internet e o uso de equipes para participar nas turmas virtuais.

 

O experimento da virtualidade em casa está sendo usada para colocar uma disputa que não existia em fevereiro de 2020, entre educação presencial na escola X educação virtual em casa. O capitalismo sabe que não pode suprimir de maneira impune e rápida as escolas, mas está criando um imaginário social sobre o caráter obsoleto da escola. Ele permitir as corporações tecnológicas e de conteúdos educativos digitais ao “mercado educativo”, o qual está acompanhado de um desinvestimento sustentada na atualização e formação docente para contextos digitais com o atual.

 

Apesar disso, o magistério internacional assumiu por contra própria e com acompanhamento de seus grêmios, centros acadêmicos e sindicatos a tarefa de atualizar-se para enfrentar os desafios pedagógicos presentes. Nos educadores do mundo, somos um digno exemplo de compromisso com continuidade do direito a educação, em condições cada vez mais adversas, que garantimos de maneira real a sustentação do vínculo pedagógico com os e as estudantes.

 

Isso não oculta a emergência de novas formas de privatização, ao transferir as famílias, docentes e estudantes às responsabilidades dos Estados nacionais em garantir as condições mínimas para exercer o direito a educação. São agora as famílias, docentes e estudantes que devem comprar ou instalar computadores, pagar planos de dados para o acesso a internet e inclusive adquirir plataformas privadas para poder dar aulas virtuais. Esta privatização está sendo ocultada como uma estrondosa cortina de fumaça midiática dos governos que falam do suposto êxito educativo na pandemia, com frases oportunistas sobre a mística docente.

 

Os docentes foram submetidos a sobrecarga em seus horários e tarefas, isolados em suas casas, resolvendo por sua conta a continuidade da atividade educativa. Isto está feito pelo magistério mundial com o mínimo ou nenhum reconhecimento dos governos.

 

Em poucos meses, milhões de estudantes no mundo formal expulsos dos sistemas educativos. A proposta da educação virtual, híbrida e multimodal encontrou milhões de meninos, meninas e jovens sem possibilidades reais de continuar seus estudos. Não são eles, os jovens e as jovens, as crianças que estão deixando os estudos, é o sistema capitalista que estão deixando fora, ao romper o papel de permitir condições de igualdade de aprendizagem atribuído a escola.

 

Alguns governos de maneira irresponsável convocaram um retorno as aulas em meio ao ascenso da contaminação, sem que ainda se conte com uma vacina e sem as adequadas condições de biossegurança, questão que expressa com clareza que suas maiores preocupações estão em reativar a economia capitalista em crise, ao custo da segurança e vida de crianças e dos trabalhadores da educação.

 

Enquanto o capital hoje defende a escola como berçário e local para transmitir conhecimentos funcionais ao seu modo de produção, nós defendemos a escola de pensamento crítico, da solidariedade, do encontro humano, do vínculo como a transformação social.

 

A atual crise ratifica velhas certezas ao mesmo tempo propõe novos desafios. A certeza segundo a qual a experiência educativa inegavelmente se sustenta numa atividade presencial recuperou a valorização do exercício docente, tão maltratado pela mercantilização educacional neoliberal. Com tudo isso, o retorno a escola e ao ensino presencial não pode ser aquela realidade naturalizada de desigualdades, expressadas antes de março de 2020, e trágicas durante a pandemia.

O desafio que enfrenta a geração de trabalhadores e trabalhadoras da educação no presente é ainda maior: trata-se de pensar e construir respostas, não somente para a conjuntura, mas desde o atual momento de resistências se possa traçar um horizonte estratégico, que passa inegavelmente pela construção de alternativas pedagógicas que sustentam uma nova escola.

 

Assumir de maneira mais consistente e responsável esse desafio, supõe ir para além das fronteiras nacionais, pois o que está em jogo é precisamente a superação da crise de um modelo globalizado de educação neoliberal.

 

Com esse propósito e o reconhecimento da solidariedade e a confiança de quem lutamos na defesa de educação pública, viemos construindo um espaço internacional de encontro, de caráter aberto, horizontal, plural e inclusivo que denominamos “Grupo de Contato Internacional” (GCI), para assim continuarmos pensando juntos nestes e outros desafios educacionais.

 

Desde o “Grupo de Contato Internacional” apresentamos durante esses cinco meses de pandemia debates, reflexões, análises com relação as características da atual ofensiva do capital contra a educação e concluímos sobre a urgência de convocar o “I Congresso Mundial em Defesa da Educação Pública e contra o neoliberalismo educacional.

 

Este I Congresso Mundial de Educação 2020, que se realizará por meio virtual, busca enfrentar o neoliberalismo em todas as suas formas e expressões, e avançarmos no estabelecimento de um Coordenadoria Internacional d@s Trabalhador@s da Educação (CITE), como espaço permanente de diálogo, encontro e organizações de lutadores na defesa da educação pública e contra o neoliberalismo educacional. Convidamos todas as organizações, grêmios, centros acadêmicos, sindicatos, movimentos sociais e personalidades que convirjam nessas ideias, a se somar aos debates e deliberações que estaremos desenvolvendo de 26 a 27 de setembro de 2020.

 

Assinam a convocatória

Mercedes Martínez (Federación de Maestros y Maestras de Puerto Rico, FMPR), Pedro Hernández (CNTE, México), Luis Bonilla-Molina (Centro Internacional de Investigaciones Otras Voces en Educación), Alfredo Velásquez (SUTEP, Perú), Laura Isabel Vargas (UNE, Ecuador), Fernando Abrego (ASOPROF, Panamá), David Lobâo (SINASEFE, Brasil), Eduardo González (MUD, Chile), Luis Tiscornia (CONADU-H, Argentina), Denis Solís (APSE, Costa Rica), Eblin Farage (ANDES, Brasil), Marc Casanova (USTEC, España), Vladimir Laura (CONMERB, Bolivia), Fernando Lázaro (CEIP-H, Argentina), Julieta Kusnir (EEUU), Nelva Reyes (CGTP, Panamá), Luis Bueno (CNSUESIC, México), Eliana Laport (FeNaPes, Uruguay), Sebastián Henriquez (SUTE, Mendoza, Argentina), Yesid González (La Roja, Colombia), Claudia Baigorria (CONADU-H, Argentina), José Cambra (ASOPROF, Panamá), Richard Araujo (APEOESP, Brasil), Luz Palomino (CII-OVE), Ángel Rodríguez (APPU, Puerto Rico), Carolina Jiménez (UN, Colombia), Cássio Santos (Rede Pública Municipal, Brasil), Daniel Libreros (CADTM, Colombia), Diógenes Sánchez (Coalición Panameña por la Defensa del derecho a la Educación), Edgar Isch (Académico, Ecuador), Fernando Gómez (Rosario, Argentina), Hugo Aboites (Académico, México), Laura García Tuñón (ENDYEP, Argentina), Luis Sánchez (AEVE, Panama), Marco Raúl Mejía (Planeta Paz, Colombia), Mauro Jarquín (Investigador, México), Rosa Cañadel (Cataluña, España), Sandra Lario (Colectivos de Educadores populares del Sur, Argentina), Rosemary Hernández (FOVEDE, Venezuela), Toninho Alves (FASUBRA, Brasil), Verónica del Cid (Red Mesoamericana Alforja), Zuleika Matamoros (Movimiento Pedagógico de Base, Venezuela), … seguem assinaturas

 

Para maiores informações podem escrever para: congresomundialdeeduacion2020@gmail.com

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Roma: “La creación gime”. El Papa Francisco insta a respetar el Acuerdo de París

“La creación gime”. El Papa Francisco insta a respetar el Acuerdo de París

El líder de los 1.200 millones de católicos romanos del mundo, el Papa Francisco, instó a las naciones a luchar contra el calentamiento global de acuerdo con el Acuerdo de París de 2015 sobre el cambio climático, sopesando el tema que figura en la carrera presidencial de Estados Unidos.

“La sociedad moderna había empujado al planeta más allá de sus límites y se estaba acabando el tiempo para arreglar una emergencia climática”, dijo. Francisco y agregó: “Nuestra constante demanda de crecimiento y un ciclo interminable de producción y consumo están agotando el mundo natural”.

“La sociedad moderna había empujado al planeta más allá de sus límites y se estaba acabando el tiempo para arreglar una emergencia climática”, dijo. Francisco y agregó: “Nuestra constante demanda de crecimiento y un ciclo interminable de producción y consumo están agotando el mundo natural”.

“Necesitamos hacer todo lo que esté en nuestra capacidad para limitar el aumento de la temperatura promedio global por debajo del umbral de 1,5 grados Celsius consagrado en el Acuerdo de París, porque ir más allá resultará catastrófico, especialmente para las comunidades pobres de todo el mundo”, explicó el Santo Padre.

El presidente de Estados Unidos, Donald Trump, ha puesto en marcha un proceso para eliminar a Estados Unidos, el segundo emisor mundial de gases de efecto invernadero detrás de China, del acuerdo que unió a los países para mitigar el calentamiento global, diciendo que era demasiado costoso.

Por su parte, su retador a la presidencia, el candidato demócrata Joe Biden, ha dicho que devolverá a Estados Unidos a un papel de liderazgo en el cambio climático, reingresando asertivamente a la nación en futuras negociaciones climáticas para avanzar en los objetivos del Acuerdo de París patrocinado por las Naciones Unidas.

Al respecto, el Papa Francisco reflexionó que “la pérdida de biodiversidad, los desastres climáticos y el impacto desproporcionado de la pandemia del coronavirus en los pobres y vulnerables eran todos una llamada de atención frente a nuestra codicia y consumo desenfrenados”.

Por David Twomey. Artículo en inglés

Fuente de la Información: https://www.ecoportal.net/paises/papa-francisco-respetar-acuerdo-de-paris/

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Chile – Dauno Tótoro: «queremos que haya una voz alternativa a los partidos de los 30 años»

Dauno Tótoro: «queremos que haya una voz alternativa a los partidos de los 30 años»

«Queremos participar del proceso constituyente para que exista una alternativa a los partidos de los 30 años, una voz anticapitalista y de las y los y trabajadores». Con estas palabras Dauno Tótoro, dirigente nacional del Partido de Trabajadores Revolucionarios (PTR), condensa la postura de su organización ante el proceso que se abre.

Tótoro afirma que en el proceso constituyente es urgente impulsar una tercera alternativa, «que luche por las demandas de la rebelión, por no + AFP, por educación y salud gratuitas, y que también pelee por una verdadera Asamblea Constituyente, que sea libre y soberana; porque sabemos que este proceso constituyente está lleno de trampas y es controlado por los mismo de siempre, incluyendo al Frente Amplio- que votó la ley antiprotestas- y al Partido Comunista- que votó a favor de la ley de suspensión del empleo, que significó un gran ataque en contra de las y los trabajadores», denuncia el dirigente político.

En palabras del joven «debe haber una izquierda que no le deba nada a este régimen heredado de la dictadura militar, que enfrente a los poderosos del país, y para eso nos exigen juntar siete mil firmas, y por eso te pido apoyo en este video», comenta Tótoro en relación al proceso de legalización que están llevando adelante.

Revisa el video completo acá:

https://www.facebook.com/watch/?v=311329810123179&extid=RvmKu4vnkDDmx1g8

Fuente de la Información: http://www.laizquierdadiario.cl/Dauno-Totoro-queremos-que-haya-una-voz-alternativa-a-los-partidos-de-los-30-anos

 

 

 

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Congreso Mundial en defensa de la educación pública y contra el neoliberalismo educativo

 

Congreso Mundial en defensa de la educación pública y contra el neoliberalismo educativo

26 y 27 Septiembre 2020

Documento propositivo

 

La pandemia del COVID-19 generó una situación inédita de parálisis global programada, que desnudó las profundas desigualdades del sistema, pero que también se convirtió en una oportunidad para el gran capital en su propósito de avanzar en una redefinición de sus procesos y dinámicas, con elementos de mayor exclusión y dominación.  La ola de privatizaciones de los servicios básicos y de interés social ocurridas en las últimas décadas, hizo que los sectores sociales más empobrecidos y la clase trabajadora fueran los más afectados por la crisis de la pandemia.

La parálisis en todos los planos generada por la pandemia se imbricó con la crisis económica del capital que venía eclosionando en una nueva recesión económica mundial. En ese contexto vimos surgir gobiernos neo- conservadores con políticas de corte fascista como el de Trump o Bolsonaro, que con sus políticas negacionistas de los riesgos para la salud del COVID-19 llevaron a miles de seres humanos a los hospitales y a la muerte. Muchos gobiernos, siguiendo el ejemplo de Trump y Bolsonaro, privilegiaron las ganancias por encima de la vida humana.  Esto debe ser enfrentando por los pueblos y sus organizaciones sociales y sindicales en el plano de las ideas, la movilización y la organización.

La actual coyuntura mundial es de crisis profunda del sistema capitalista que lo lleva a intentar colocar sobre las espaldas de los y las trabajadores los costes de esta situación. La pandemia del COVID-19 ha servido de pretexto para avanzar en la agenda neoliberal de sociedad educadora, la cual se concreta con novedosas formas de privatización educativa, asociadas al acceso a la conexión a internet y la posesión de equipos para participar en las clases virtuales.

El experimento de la virtualidad en casa está siendo usado para colocar una disputa que no existía en febrero de 2020, entre educación presencial en la escuela versus educación virtual en casa. El capitalismo sabe que no puede suprimir de manera impune y rápida las escuelas, pero está creando el imaginario social sobre la obsolescencia de lo escolar. Ello procura dar entrada a las corporaciones tecnológicas y de contenidos educativos digitales al “mercado educativo”, lo cual va acompañado de una desinversión sostenida en la actualización y formación docente para contextos digitales como el actual.

A pesar de ello el magisterio internacional ha asumido por cuenta propia y con el acompañamiento de sus gremios y sindicatos la tarea de actualizarse para enfrentar los actuales desafíos pedagógicos. Los educadores del mundo somos un digno ejemplo del compromiso con la continuidad del derecho a la educación, en condiciones cada vez más adversas, quienes hemos garantizado de manera real el sostenimiento del vínculo pedagógico con los y las estudiantes.

Ello no oculta la emergencia de nuevas formas de privatización, al transferir a las familias, docentes y estudiantes las responsabilidades de los Estados nacionales de garantizar las condiciones mínimas para ejercer el derecho a la educación. Son ahora las familias, docentes y estudiantes quienes deben comprar o repotenciar computadoras, pagar planes de datos para el acceso a internet e incluso adquirir plataformas privadas para poder dar clases virtuales. Esta privatización está siendo ocultada con una estruendosa cortina de humo comunicacional de los gobiernos que habla del supuesto éxito educativo en la pandemia, con frases oportunistas sobre la mística docente.

Los docentes han sido sometidos a sobre carga en sus horarios y tareas, encerrados en sus casas, resolviendo por su cuenta la continuidad de la actividad educativa. Esto lo ha hecho el magisterio mundial con el mínimo o ningún reconocimiento de los gobiernos.

En solo meses millones de estudiantes en el mundo han sido expulsados de los sistemas educativos. La propuesta de educación virtual, híbrida y multimodal ha encontrado a millones de niños, niñas y jóvenes sin posibilidades reales de continuar sus estudios. No son ellos, los y las jóvenes y los más chicos(as) quienes están dejando los estudios, es el sistema capitalista quien los está dejando fuera, al romperse el papel igualador de condiciones de aprendizaje asignado a la escuela.

Algunos gobiernos de manera irresponsable han convocado a una vuelta a clases en medio del ascenso de los contagios, sin que aún se cuente con una vacuna y sin las adecuadas condiciones de bio seguridad, cuestión que expresa con claridad que sus mayores preocupaciones están en reactivar la economía capitalista en crisis, a costa de la seguridad y vida de les niñes y les trabajadores de la educación.

Mientras el capital hoy defiende la escuela como guardería y sitio para transmitir conocimientos funcionales al modo de producción, nosotros defendemos la escuela del pensamiento crítico, de la solidaridad, del encuentro humano, del vínculo con la transformación social.

La actual crisis ratifica viejas certezas al tiempo de instalar nuevos desafíos. La certeza según la cual la experiencia educativa ineludiblemente se sostiene en una actividad presencial ha recuperado nuevamente valor para el ejercicio docente, tan denostado por la mercantilización educativa neoliberal. Con todo ello, el retorno a la escuela y la presencialidad no puede ser a aquella realidad naturalizada de desigualdades expresadas antes de marzo 2020 y con dramatismo durante la pandemia.

 

El desafío que enfrenta la generación de trabajadores y trabajadoras de la educación en el presente es aún mayor: se trata de pensar y construir respuestas, no solo para la coyuntura, sino que desde el presente de resistencias se pueda trazar un horizonte estratégico, que pasa ineludiblemente por la construcción de alternativas pedagógicas que sustenten una nueva escuela.

Asumir de la manera más consistente y responsable este desafío, supone ir más allá de las fronteras nacionales puesto que lo que está en juego es precisamente la superación de la crisis de un modelo globalizado de educación neoliberal.

Con este propósito y el reconocimiento, solidaridad y confianza de quienes luchamos en defensa de la educación pública, hemos venido construyendo un espacio internacional de encuentro, de carácter abierto, horizontal, plural e inclusivo que denominamos “Grupo de Contacto Internacional” (GCI), para desde ahí continuar pensando juntes estos y otros desafíos educativos.

Desde el “Grupo de Contacto Internacional” propiciamos durante estos cinco meses de pandemia debates, reflexiones, análisis, respecto a las características de la actual ofensiva del capital contra la educación y concluimos sobre la urgencia de convocar al “I Congreso Mundial en Defensa de la Educación Pública y en contra el neoliberalismo educativo”.

Este I Congreso Mundial de Educación 2020 que se efectuará por medios virtuales, se plantea el desafío de enfrentar al neoliberalismo en todas sus formas y expresiones y para ello, avanzaremos en el establecimiento de una Coordinadora Internacional de los y las Trabajadores de la Educación (CITE), como espacio permanente de diálogo, encuentro y organizaciones de quienes luchamos en defensa de la educación pública y contra el neoliberalismo educativo. Invitamos a todas las organizaciones, gremios, sindicatos, movimientos sociales y personalidades que converjan en estas ideas a sumarse a los debates y deliberaciones que estaremos desarrollando el 26 y 27 de septiembre 2020.

 

Firman la convocatoria

 

Mercedes Martínez (Federación de Maestros y Maestras de Puerto Rico, FMPR), Pedro Hernández (CNTE, México), Luis Bonilla-Molina (Centro Internacional de Investigaciones Otras Voces en Educación), Alfredo Velásquez (SUTEP, Perú), Laura Isabel Vargas (UNE, Ecuador), Fernando Abrego (ASOPROF, Panamá), David Lobâo (SINASEFE, Brasil), Eduardo González (MUD, Chile), Luis Tiscornia (CONADU-H, Argentina), Denis Solís (APSE, Costa Rica), Eblin Farage (ANDES, Brasil), Marc Casanova (USTEC, España), Vladimir Laura (CONMERB, Bolivia), Fernando Lázaro (CEIP-H, Argentina), Julieta Kusnir (EEUU), Nelva Reyes (CGTP, Panamá), Luis Bueno (CNSUESIC, México), Eliana Laport (FeNaPes, Uruguay), Sebastián Henriquez (SUTE, Mendoza, Argentina), Yesid González (La Roja, Colombia), Claudia Baigorria (CONADU-H, Argentina), José Cambra (ASOPROF, Panamá), Richard Araujo (APEOESP, Brasil), Luz Palomino (CII-OVE), Ángel Rodríguez (APPU, Puerto Rico), Carolina Jiménez (UN, Colombia), Cássio Sindserv Santos (Rede Pública Municipal, Brasil), Daniel Libreros  (CADTM, Colombia), Diógenes Sánchez (Coalición Panameña por la Defensa del derecho a la Educación), Edgar Isch (Académico, Ecuador), Fernando Gómez (Rosario, Argentina), Hugo Aboites (Académico, México), Laura García Tuñón (ENDYEP, Argentina), Luis Sánchez (AEVE, Panama), Marco Raúl Mejía (Planeta Paz, Colombia), Mauro Jarquín (Investigador, México), Rosa Cañadel (Cataluña, España), Sandra Lario (Colectivos de Educadores populares del Sur, Argentina), Rosemary Hernández (FOVEDE, Venezuela), Toninho Alves (FASUBRA, Brasil), Verónica del Cid (Red Mesoamericana Alforja), Zuleika Matamoros (Movimiento Pedagógico de Base, Venezuela), Estela Gramajo (Intergremial de Formación Docente),    … siguen firmas

 

Para mayor información pueden escribir a congresomundialdeeducacion2020@gmail.com

 

 

 

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América Latina: Países destacan importancia de las estadísticas para visibilizar las vulnerabilidades y grandes desigualdades que caracterizan a la región

Países destacan importancia de las estadísticas para visibilizar las vulnerabilidades y grandes desigualdades que caracterizan a la región

La XIX reunión del Comité Ejecutivo de la Conferencia Estadística de las Américas fue inaugurada hoy con un llamado a fortalecer el papel de las oficinas nacionales de estadística para hacer frente a los desafíos del COVID-19.

Representantes de los países de América Latina y el Caribe destacaron hoy la importancia de las estadísticas para visibilizar las vulnerabilidades y las grandes desigualdades que caracterizan a la región e hicieron un llamado a fortalecer el papel de las oficinas nacionales de estadística para hacer frente a los desafíos que impone la pandemia del coronavirus (COVID-19).

La XIX reunión del Comité Ejecutivo de la Conferencia Estadística de las Américas (CEA) de la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL) fue inaugurada por Alicia Bárcena, Secretaria Ejecutiva de la CEPAL; Juan Daniel Oviedo, Director General del Departamento Administrativo Nacional de Estadística (DANE) de Colombia, en su calidad de Presidente de la CEA-CEPAL, y Stefan Schweinfest, Director de la División de Estadística de las Naciones Unidas.

En el encuentro, que se extenderá hasta el 27 de agosto, participan 39 delegaciones de los Estados miembros de la CEPAL y de 11 miembros asociados.

Durante su intervención, Alicia Bárcena advirtió que la pandemia del COVID-19 ha evidenciado y pronunciado con mayor fuerza problemas sociales que infelizmente caracterizan a nuestra región, como son la pobreza y la desigualdad.

Precisó que la pobreza se incrementará 37,3% y alcanzará a 231 millones de personas; unas 98 millones de personas vivirán en extrema pobreza (15,5%). Asimismo, la CEPAL proyecta una mayor desigualdad en la distribución del ingreso en todos los países de la región: el índice de Gini se incrementaría entre un 1% y un 8% en los 17 países analizados.

“La pandemia ha evidenciado con claridad que la desigualdad, problema sobre el cual la CEPAL ha insistido recurrentemente desde hace más de una década, no se sitúa solamente en el orden del discurso académico o técnico, sino que tiene consecuencias concretas y degradantes en la vida de las personas”, afirmó la Secretaria Ejecutiva de la CEPAL.

Añadió que la precariedad de los sistemas de protección social ha dejado a la deriva a millones de personas que, ante al cierre de sus fuentes laborales, han debido recurrir a otras alternativas de subsistencia, no pudiendo respetar las medidas de distanciamiento social y exponiéndose a los riesgos de la pandemia.

En este contexto, instó a seguir avanzando hacia formas más comprensivas de medir el bienestar y de visibilizar las brechas sociales a través de información estadística desagregada por características como género, etnia, grupo de edad, lugar de residencia y discapacidades, para no dejar a nadie atrás.

“Necesitamos generar instrumentos que den cuenta de las percepciones que tienen las personas sobre su propio bienestar y experiencias e incorporar elementos subjetivos en nuestra noción del bienestar. Debemos contar con una medición más completa de los ingresos y de la riqueza de las personas, para así generar mejores políticas públicas para disminuir la desigualdad en los recursos económicos. Necesitamos avanzar en sistemas de información que integren la estadística con la geografía y nos permitan visualizar dónde ocurren los fenómenos que nos interesan”, subrayó Alicia Bárcena.

Asimismo, la máxima representante de la CEPAL advirtió que la pandemia ha incrementado el riesgo de no lograr el cumplimiento de los Objetivos de Desarrollo Sostenible (ODS), que ya venía presentando un avance dispar en la región. De acuerdo a un análisis de 72 series estadísticas de los indicadores de los 17 ODS para la región, se observa que se han alcanzado 4 metas; hay 15 que probablemente se cumplan según la tendencia actual; 8 necesitan más intervención de políticas públicas; 13 requieren una fuerte intervención de políticas públicas; 27 están estancadas y 5 están en retroceso, precisó.

En el caso de los países del Caribe, la pandemia ocurre en momentos en que ya presentan un alto desafío para el cumplimiento de los ODS, debido a su mayor vulnerabilidad ante las crisis externas, sus altos niveles de endeudamiento, sumado a una mayor exposición al cambio climático y eventos externos del clima, con lo cual se requerirá de un esfuerzo adicional al ya realizado.

Alicia Bárcena destacó que, para el seguimiento de los ODS, la CEPAL ha creado la Plataforma regional de conocimiento para los Objetivos de Desarrollo Sostenible (SDG Gateway), la que tiene por objetivo servir de punto de encuentro y referencia para toda la información relacionada con los ODS, incluidas actividades, recursos de información, estadísticas, datos regionales, instrumentos analíticos específicos y productos de conocimiento desarrollados y puestos a disposición por las Naciones Unidas en respuesta a las necesidades de los países miembros.

Juan Daniel Oviedo, por su parte, subrayó que la Conferencia Estadística de las Américas cumple 20 años y, bajo el liderazgo de la CEPAL, se ha transformado en un catalizador de la modernización de las oficinas de estadística y de innovación en materia de producción estadística en la región.

“El trabajo conjunto de los países de América Latina y el Caribe se vuelve fundamental para aprovechar como región la oportunidad que nos brinda la información estadística de calidad, objetiva y pertinente que nos permita, en el marco de la CEA, orientar la revitalización de los tejidos sociales, productivos y ambientales de nuestros países en el marco de la nueva normalidad”, afirmó.

Stefan Schweinfest, Director de la División de Estadística de las Naciones Unidas, en tanto, felicitó a las oficinas de estadística de América Latina y el Caribe por haber permanecido unidas durante la pandemia y recalcó que la cooperación internacional es ahora más importante que nunca.

Destacó que la región inspira al resto del mundo por la integración de la información estadística y geoespacial, lo que, en medio de la pandemia, nos permite sabes no solo cuántas personas están infectadas, sino también dónde se ubican.

“Toda crisis es una oportunidad. Definitivamente es un momento de datos”, afirmó.

En la XIX reunión del Comité Ejecutivo de la CEA, las y los participantes analizarán los desafíos del COVID-19 como una oportunidad para fortalecer el papel de las oficinas nacionales de estadística, y dialogarán sobre el papel de las oficinas nacionales de estadística como administradoras de datos. También abordarán la década de acción para los Objetivos de Desarrollo Sostenible, y examinarán el progreso en la ejecución del Programa Bienal de Actividades de Cooperación Regional e Internacional 2020-2021 de la CEA.

Fuente de la Información: https://www.cepal.org/es/comunicados/paises-destacan-importancia-estadisticas-visibilizar-vulnerabilidades-grandes

 

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Palestina: La lucha contra la COVID-19 en los territorios ocupados de Palestina

La lucha contra la COVID-19 en los territorios ocupados de Palestina

El brote de la enfermedad coronavirus 2019 (COVID-19) en los territorios palestinos ocupados, y en Gaza específicamente, pone de relieve el efecto de un bloqueo continuado sobre la salud pública. En 2007, tras la toma de posesión de Hamás, Israel y Egipto impusieron un bloqueo terrestre, aéreo y marítimo a Gaza. De acuerdo con la decisión del gabinete de Israel en ese momento, se declaró que Gaza estaba gobernada por una “entidad hostil” debido a los ataques de Hamas a los ciudadanos israelíes. El bloqueo incluía la prohibición de lo que se conoce como materiales de doble uso (aquellos que pueden utilizarse tanto para fines civiles como militares). Sin embargo, la prohibición incluye artículos que no tienen nada que ver con la seguridad -por ejemplo, ciertos tipos de alimentos- y otros que se prohibieron como castigo -como las limitaciones de electricidad. El carácter extensivo del bloqueo ha tenido un efecto devastador en la salud y el bienestar de los residentes de Gaza.

En el 30 de junio de 2020, se han diagnosticado un total de 2.443 casos de COVID-19 en el territorio palestino ocupado, 72 de los cuales han sido en Gaza /1 (VS: a 16 de agosto se habían acumulado 21.554 casos, 4.225 por millón de habitantes, y 119 personas fallecidas, 23 por millón de habitantes,, y la situación de la transmisión es clasificada por brotes).

Los Ministerios de Salud palestinos, tanto en Gaza como en Ramallah, han reconocido que su capacidad para contener la propagación de la COVID-19 se ve limitada por la escasez actual y preexistente de material de asistencia sanitaria, incluidos los medicamentos y material desechable. Las medidas de salud pública han puesto su énfasis en la precación y han contribuido en gran medida a una tasa de infección muy baja durante los tres primeros meses de la crisis; por ejemplo, Gaza ha recomendado que las personas que regresen de fuera de Gaza por el cruce de Rafah o Erez permanezcan en cuarentena durante 21 días, en lugar de 14 días /2 .

Sin embargo, estos esfuerzos se ven obstaculizados por las restricciones especiales a las que se enfrenta el sistema de salud palestino. Si incluso los sistemas de atención de la salud bien equipados de los países europeos han encontrado difícil el manejo de esta crisis, es probable que el servicio de salud palestino, que soporta la carga de la escasez de presupuesto y una fragmentación desde hace décadas, se encuentre en una situación mucho peor. La separación entre Jerusalén oriental, Gaza y la Ribera Occidental, y las restricciones que Israel impone a la libertad de circulación de los pacientes, el equipo médico y el personal sanitario, obstaculizan estructuralmente el buen funcionamiento del sistema de salud palestino.

El bloqueo de 13 años significa que no se dispone de muchos tratamientos en Gaza y que el personal sanitario local no tiene conocimientos médicos actualizados. En consecuencia, más de 9.000 pacientes necesitan permisos de salida israelíes para salir de la Franja de Gaza cada año con el objetivo de recibir un tratamiento que no está disponible a nivel local, de los cuales una cuarta parte son pacientes con cáncer /3.

La insuficiente cantidad de equipo necesario para tratar la COVID-19 en el territorio palestino ocupado (por ejemplo, 87 camas con ventiladores en la unidad de cuidados intensivos para casi 2 millones de personas, y una escasez de equipo de protección personal) se ve agravada por las deficientes condiciones de salud pública: una crisis de agua y electricidad, una pobreza desenfrenada y una alta densidad de población /4 .

Mientras tanto, los pacientes que necesitan un tratamiento que no está disponible a nivel local se enfrentan a un dilema: seguir sin recibir tratamiento o correr el riesgo de infectarse por la COVID-19 al salir de la Franja de Gaza. A este dilema se suma el regreso obligatorio a los centros de aislamiento de Gaza, los cuales no cuentan con el equipo necesario, lo que supone un riesgo adicional para la salud. La OMS estima que, a finales de marzo, había unos 1.200 pacientes que debían abandonar Gaza para recibir tratamiento, entre ellos docenas de pacientes con cáncer /5.

Médicos de Israel por los Derechos Humanos (PHRI, la organización de salud y derechos humanos en la que ambos trabajamos) ha exigido que Israel actúe de forma transparente y publique las políticas del país para prevenir un brote en el territorio ocupado de Palestina. El Convenio de Ginebra exige que la Potencia ocupante adopte “las medidas profilácticas y preventivas necesarias para combatir la propagación de enfermedades contagiosas y epidemias ” /6. Aunque Israel tiene preocupación por su seguridad, las restricciones que ha impuesto dejan a miles de personas sin acceso a una atención adecuada. Hay indicios iniciales alentadores de que se ha producido una cooperación entre Israel, la Autoridad Palestina y Hamas, al menos indirectamente. Sin embargo, es preciso adoptar nuevas medidas.

Para que los sistemas de salud palestinos puedan gestionar el brote, Israel debe levantar su cierre de la Franja de Gaza para permitir el funcionamiento adecuado del sistema de salud y otros servicios esenciales de Gaza ante la pandemia de COVID-19. El levantamiento del cierre debe incluir la eliminación de las barreras a la circulación de mercancías. En los casos en que no se disponga de medicamentos y equipo debido a la escasez de presupuesto o a argumentos de doble uso, Israel debe ayudar a garantizar el suministro de los materiales que faltan en la mayor medida posible. Simultáneamente, las autoridades israelíes deben trabajar con Hamas y la Autoridad Nacional Palestina para encontrar soluciones para los pacientes que actualmente no pueden salir de la Franja de Gaza pero que deben recibir un tratamiento no disponible en esta.

PHRI presentó una petición al Tribunal Supremo de Israel exigiendo la ayuda mencionada. En su respuesta del 7 de mayo, Israel detalló parte de la muy limitada ayuda que se ha proporcionado hasta ahora. Sin embargo, dadas las mencionadas deficiencias en los sistemas de salud de Gaza y la Ribera Occidental y el alcance de la responsabilidad de Israel, la ayuda que ha proporcionado hasta ahora es en gran medida simbólica. La petición ante el tribunal ha sido retirada, pero PHRI seguirá presionando para que se aumente la asistencia a Gaza, especialmente a la luz de una posible segunda oleada.

 

Referencias

 

  1. WHO. Coronavirus disease 2019 (COVID-19) situation report 27.

 

  1. Palestinian National Authority. Ministry of Health, Unit of Information System

Daily report for COVID 19 virus.

 

  1. WHO. Right to health 2018.

 

  1. WHO. Coronavirus disease (COVID-19) situation report 33.

 

  1. WHO. Health access. Barriers for patients in the occupied Palestinian territory.

 

  1. International Committee of the Red Cross. Geneva convention relative to the protection of civilian persons in time of war (fourth Geneva convention).

 

 

The Lancet, September 2020

 

Fuente de la Información: https://vientosur.info/la-lucha-contra-la-covid-19-en-los-territorios-ocupados-de-palestina/

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