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Brasil: Fábricas de criatividade revolucionam aprendizado

América del Sur/Brasil/20 Noviembre 2016/Fuente:brasil.elpais/ Autor: REGIANE OLIVEIRA

Resumen: Esto no es una escuela, al menos no en el modelo tradicional. El concepto de Fab Lab (en Inglés laboratorio de fabricación ) llegó a poco más de diez años, el Centro de Bits y Átomos del Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) , y designa espacios de colaboración para el intercambio de conocimientos, la tecnología y las herramientas de fabricación digital.

Na entrada do Fab Lab Galeria Olido, no centro de São Paulo, uma escultura da Vitória de Samotrácia feita em impressora 3D recepciona os visitantes juntamente com três imagens de mulheres cientistas – Hedy Lamarr (inventora da tecnologia que possibilitou a criação do wifi), Tabitha Babbitt (inventora da serra circular) e Ada Lovelace (coinventora da primeira máquina de cálculo). “As pessoas sempre me perguntam se não vou terminar a escultura, pensando que o que falta é a cabeça”, brinca Ricardo Elias Delgado, líder do espaço, que faz parte da Fab Lab Livre SP, uma rede de laboratórios de criatividade, aprendizado e inovação criada pela Prefeitura de São Paulo.

Não se trata de uma escola, ao menos não uma no modelo tradicional. O conceito de fab lab (em inglês fabrication laboratory) surgiu há pouco mais de dez anos, no Centro de Bits e Átomos do Massachusetts Institute of Technology (MIT), e designa espaços colaborativos de compartilhamento de conhecimento, tecnologias e ferramentas de fabricação digital. Os fab labs oferecem cursosinseridos na cultura maker, uma versão tecnológica do movimento “faça você mesmo”, nos quais pessoas comuns aprendem a desenvolver projetos, independentemente da idade ou escolaridade.

São três os modelos de fab lab disponíveis no Brasil: os públicos, como o da Galeria Olido, gratuitos por serem financiados pelo Governo; os acadêmicos, mantidos por entidades de ensino superior; e os privados (de interesse social ou não), em que os participantes pagam pelo uso do espaço. Todos têm uma característica em comum: equipamentos de ponta, como impressoras 3D, cortadoras a laser, plotter de recorte, fresadoras CNC (máquinas de corte e modelagem em diversos materiais que são guiadas por computador), computadores com software de desenho digital CAD, equipamentos de eletrônica e robótica, além ferramentas de marcenaria e mecânica.

A Prefeitura de São Paulo investiu 2,3 milhões de reais em equipamentos e mais 2 milhões de reais por ano em pagamento de insumo e pessoal no contrato com a ITS Brasil, vencedora da licitação, para a abertura de 12 laboratórios. Desde dezembro de 2015, os fab labs da rede atendem entre 4.500 e 5.000 pessoas por mês. A rede recebe um público variado. “Os mais velhos têm mais paciência para aprender, enquanto os mais novos são mais intuitivos. O diálogo entre gerações ajuda a desenvolver persistência para reavaliar os processos, identificar os erros e aprender”, explica Luiz Otávio Alencar Miranda, chefe da rede pública da Instituto de Tecnologia Social (ITS Brasil), responsável pelo Fab Lab Livre. Ele destaca um dado interessante: a participação feminina é alta nos espaços, chegando a 46% do total de inscritos.

Aprender fazendo

As estudantes de arquitetura Nathallya Martins, 19, e Camila Antunes, 21, frequentam o fab lab localizado dentro do CEU Heliópolis, com o objetivo de utilizar a máquina de corte a laser para montar maquetes de habitação de interesse social para o curso de arquitetura. “Esse equipamento não está disponível em nossa universidade, mas faz muita diferença na qualidade do trabalho”, diz Camila. Elas contam que, por enquanto, foram as únicas de sua turma a utilizar o equipamento. O motivo? Muita gente não conhece os fab labs

No Brasil, já existem fab labs em várias cidades, mas a divulgação ainda é tímida. No caso do laboratório do CEU Heliópolis, há uma coordenação com o projeto Bairro Educador da região, o que faz com que o laboratório seja muito utilizado pelas crianças e jovens das escolas locais. “Discutimos ações conjuntas e já impactamos 56 escolas da região do Ipiranga com nossos projetos de capacitação de professores, que hoje voltam com seus alunos”, conta Yuri Alexsander Tavares Pereira, líder do Fab Lab Heliópolis.

Empreendedorismo

A mineira Heloísa Neves, fundadora do We Fab e professora do Insper, é uma das pioneiras no desenvolvimento e implementação de fab labs no Brasil. Formada em arquitetura, ela conheceu o movimento maker em 2012, quando passou um ano sabático na Espanha. No Fab Lab Barcelona, ela participou de um curso livre, ministrado pelo MIT e coordenado pelo Fab Academy.

Heloísa admite que passou o primeiro mês reclamando com o fab manager que pagou caro pelo curso e não estava aprendendo. “Demorou um pouco para eu entender que temos que pensar de maneira horizontal e ver que o professor não tem resposta para tudo”, conta. Aliás, muitas vezes a resposta está com o colega. “O maker é uma pessoa que, independentemente de título, tornou-se um expert naquele tema, e quer compartilhar o que aprendeu”, explica ela.

A maker revela que o foco dos fab labs é inovação na área social e educação. “Mas ele não é um espaço para criar produtos complexos e sim acolher pessoas.» Em suas viagens, ela percebeu o grande alcance dos fab labs também na Holanda, nos Estados Unidos, e na França e ressalta que, no Brasil, o alcance ainda é limitado principalmente a estudantes de faculdades de arquitetura, design e engenharia. “Está muito elitizado ainda, dá para ampliar”, garante.

Educação por projeto

O Garagem abriu as portas em 2012 como o primeiro fab lab independente do país. Em 2015, a Associação Garagem Fab Lab se mudou do centro de São Paulo para o bairro de Barra Funda, com foco em se tornar um espaço construído pela comunidade. Sem vínculo ou financiamento de nenhuma instituição, o espaço sem fins comerciais conseguiu recursos para reforma por meio de crowdfunding. Todos os móveis do laboratório foram feitos pela CNC, uma fresadora (máquina guiada via computador) capaz de fazer peças maiores. “A própria CNC foi construída aqui, por um arquiteto e um químico, e também temos a nossa própria impressora 3D, feita por mim, que sou designer de produtos e por um amigo fotógrafo”, conta Tauan Bernardo, diretor do Garagem.

Ali, a regra do “faça você mesmo” atrai pessoas curiosas e autodidatas, que pagam um valor mensal para utilizar o espaço ou participar dos cursos. E não há barreira para o acesso à tecnologia. “O conjunto de máquinas é adequado para pessoas que não têm conhecimento técnico”, afirma Tauan. O espaço recebe muitas crianças, especialmente para os cursos de programação e robótica.

“Somos bastante requisitados por empresas e instituições de educação para trazer o movimento maker para dentro da escolar”, conta Tauan. Essa experiência fez com que o Garagem montasse um grupo de estudos para entender como a educação pode interagir melhor com o movimento maker. “Trabalhamos com a ideia de educação por projeto, bastante difundida nos Estados Unidos e Europa”, afirma. Trata-se de uma metodologia de trabalho educacional que tem como objetivo a construção do conhecimento em torno de metas definidas previamente por professores e alunos. “Para realizar projetos, os estudantes precisam aprender as disciplinas”, conta Tauan.

Fuente de la noticia: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/11/16/politica/1479318738_264761.html

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Colombia: ¿Qué investigan las universidades del Caribe?

América del Sur/Colombia/20 Noviiembr 2016/Fuente y Autor: El Espectador

Desde un programa de desarrollo psicoafectivo para niños hasta el hábitat de los pepinos de mar hacen parte de las temáticas en las que profundizan las universidades de la región.

El Caribe es un territorio en el que confluyen saberes de todo tipo, por su inmensa diversidad. A pesar de ello, es poca la inversión para proyectos académicos. Las universidades de los ocho departamentos de la región acogen a 492 de los 3.473 grupos de investigación reconocidos, es decir, el 12,4 % a nivel nacional, de acuerdo con las cifras de Colciencias.

Aunque no es un territorio en donde haya una proliferación de estudios, sobresale la capacidad de sus profesionales para hacer investigaciones de calidad que impactan en la región. Por eso quisimos dar una mirada a algunos de los trabajos de las universidades y el resultado fue sorprendente: desde cuidar el agua en el Cesar, pasando por una revisión histórica de las relaciones internacionales de Colombia, hasta la intención de reproducir una especie marina, hacen parte de los proyectos que hoy se emprenden con esfuerzo.

Para Raúl Román, historiador e investigador de la Universidad Nacional, sede San Andrés, si bien estamos en un momento en el que la región Caribe es protagonista, pues ha aumentado su producción en conocimiento, aún existe un “andinocentrismo” (exceso de protagonismo del centro del país) que se ve reflejado en el ejercicio académico y que en muchas ocasiones ha llevado a que se demerite el trabajo de las regiones. “Ciudades como Cartagena fueron más ilustradas que Bogotá durante mucho tiempo. Lo que pasa es que tuvieron ventajas estatales con grandes inversiones que les ayudaron a crear una mejor infraestructura educativa”, asegura.

Lo mismo opina Adriana Rodríguez, bióloga marina e investigadora de la Universidad del Magdalena, quien considera que es momento de que el Estado se meta la mano al bolsillo para colaborar con investigaciones que con seguridad podrían contribuir a la prosperidad del país.

Todos concuerdan en que ese dinero serviría para la compra de equipos de calidad, el mejoramiento de la infraestructura y los subsidios a estudiantes que no cuentan con suficientes recursos. Según Antonio Rudas, de la Fundación Universitaria del Área Andina, esa sería la forma de saldar la deuda con esta parte del país.

Conocer el océano

Ya pasaron más de cuatro años desde que Adriana Rodríguez, una bióloga marina de Bogotá, visitó La Guajira por trabajo y conoció una realidad escondida: “Encontré a unos pescadores que estaban capturando unos pepinos de mar y los dejaban en poncheras. Luego los lavaban, los secaban en el sol y los cocinaban. Me comentaban que había unos comercializadores asiáticos que se los compraban. Me puse a investigar y encontré que es un recurso apetecido en Europa y Asia y muy bien pago. En ese entonces, un kilo costaba US$150 en el mercado internacional. Ellos se los compraban a $2.000”.

Desde entonces se ha dedicado a investigar los pepinos de mar en nuestro mar Caribe y ha logrado, junto con un grupo de ingenieros pesqueros y biólogos marinos de la Universidad del Magdalena, reproducir en cautividad a esta especie que pertenece a la familia de los equinodermos. Para quienes no saben mucho de ellos, estos animales se encuentran en el fondo del mar y tiene una función muy importante porque remueven el sustrato y son como filtradores que mejoran la calidad de los ecosistemas.

También gozan de propiedades nutricionales interesantes y ayudan a la prevención de enfermedades como los tumores y la artritis. Y, como si fuera poco, tienen importancia socioeconómica, pues son consumibles y un producto muy costoso en los mercados internacionales

Toda esta información se ha logrado determinar con sus estudios. De hecho, hace poco registraron una nueva especie de esta zona marina, parecida al pepino de mar. “Encontramos la diferencia al hacer un estudio más profundo en biología molecular y genética”, agrega Rodríguez.

Para esta investigadora, su búsqueda por entender a esta especie hace parte de la idea que tenemos de una riqueza marina inmensa que podemos explotar de manera sostenible y que nos podría ayudar al desarrollo del país, pero que no conocemos.

Lecciones para entender a los niños

“Pisotón es un programa de desarrollo psicoafectivo y educación emocional. Salió de una investigación que parte de una tesis doctoral en la que se buscaba entender las necesidades afectivas de los infantes junto con padres y maestros. Aunque es un área de desarrollo importante, normalmente no se tiene en cuenta y es causal de muchas de las situaciones de violencia social, política y familiar que vivimos en el país”.

Esas son las palabras de Ana Rita Russo, la creadora de uno de los programas más importantes de infancia del país, que nació en las aulas y ahora tiene un gran impacto en la sociedad.

El planteamiento de sus estudios doctorales era que si los educadores y los familiares de los pequeños conocen el proceso de desarrollo y entienden los comportamientos de la infancia, se puede criar un ser humano con mayor armonía, paz, regulación, conocimiento de sí mismo y reconocimiento del otro. Así nació este proyecto que surgió en Cartagena.

Con diplomados se les enseña a las figuras de autoridad a regular las emociones naturales de los niños. “Los mordiscos, pataletas, la curiosidad sexual no son algo anormal, así que les enseñamos cómo manejarlas”, agrega. Con los niños se utilizan kits con cuentos, juegos, manuales y títeres.

En la región Caribe hacen presencia en siete departamentos. La formación de los maestros y las madres comunitarias es constante y la aceptación del programa es altísima. En estas zonas se encontró que los niños tienen mucha ansiedad y temor a la pérdida o la separación

“Había situaciones como que los padres debían pasar a Venezuela a buscar recursos para la manutención del hogar. Los niños se quedaban con sus abuelos, pero no hacían el desplazamiento de amor hacia ellos. Nuestro impacto ahí fue enseñar que no era un abandono, sino una proyección, y los ayudamos a desplazar ese amor de sus padres a sus figuras sustitutas”, cuenta Russo.

El éxito de esta investigación, según su creadora, es que pudo pasar a la realidad y se mantiene viva gracias a los estudios que se hacen en territorio. También, a que no sólo se limita a la descripción de los fenómenos, sino que les enseña a los demás a manejarlo. Así lo resumió un papá hace poco: “Ustedes no sólo enseñan el qué, sino el cómo”.

El ciudado de las cuencas

En el departamento del Cesar se están desarrollando grandes proyectos de infraestructuras para el país, como la Ruta del Sol, la Línea Férrea de Chiriguaná y los puertos de los ríos Magdalena. Eso ha demandado enormes cantidades de material de arrastre para las obras, que se han sacado de este territorio.
El problema, advierte Antonio Rudas Muñoz, director del Centro de Investigación y Desarrollo de la sede de la regional de Valledupar de la Fundación Universitaria del Área Andina, es que su explotación se hace sobre los cauces de los ríos y eso afecta el ambiente, sobre todo la calidad del agua.

Con este argumento, un grupo de investigadores decidió crear un modelo de sistemas de extracción sostenible. “Hacemos todo de manera manual: buscamos una imagen de satélite, delimitamos la cuenca hidrográfica, empezamos a buscar la información climática para saber mediante estadísticas cuáles serían las condiciones de máxima precipitación en un período de retorno de 100 años. Eso nos genera una inundación y es ahí cuando se ven dónde están los materiales de arrastre. Vamos con los geólogos y hacemos perfiles del suelo para saber qué cantidad hay, cuál es su calidad y la extensión de yacimientos en sitios distintos al cauce”.

Ahora trabajan para que una compañía de tecnología los ayude con la construcción de la automatización del modelo, que podría disminuir la contaminación de los ríos y mejorar la explotación de estos materiales, pues con los diagnósticos el proceso sería más eficiente.

Escudriñar en las relaciones diplomáticas

A raíz del fallo de la Corte de La Haya en 2012 sobre el litigio entre Colombia y Nicaragua, Raúl Román y Silvia Mantilla realizaron un estudio de las relaciones diplomáticas de Colombia en el Caribe. Fue un trabajo que abarcó del siglo XIX al XX, para entender el origen de las confrontaciones actuales con Nicaragua, Costa Rica e islas.

“Encontramos que tenemos un país que reacciona frente a las ofensivas o movimientos de resolución de fronteras y de definición de los territorios de estos estados centroamericanos. Como consecuencia, nunca hubo una política estatal que visionara la importancia estratégica del territorio y sus negociaciones internacionales”, explica Román.

A esto hay que sumar otros hechos, como la doctrina de neutralidad que se pregonó en el trascurso de los dos últimos siglos: “No intervenimos en los asuntos de otros países y ellos esperaban la solidaridad colombiana contra los grandes imperios que siempre tuvieron intereses en el territorio. Eso generó un deterioro en el relacionamiento”, explica Román.

Según su revisión, estas relaciones también se vieron afectadas a causa de que en Colombia no logró construir su soberanía interna, pues nunca edificó un Estado y sólo mantuvo gobiernos.

Finalmente concluyeron que hay un enfoque inadecuado del Gobierno para manejar este tipo de conflictos. Pero además, después de un trabajo de campo, entendieron cómo se afectaron las comunidades de Colombia y Nicaragua, que antes tenían un mar compartido y ahora están polarizadas.

Fuente de la noticia: http://mba.americaeconomia.com/articulos/reportajes/que-investigan-las-universidades-del-caribe

Fuente de la imagen:

 http://mba.americaeconomia.com/sites/mba.americaeconomia.com/files/styles/article_full_width/public/field/image/pexels-photo-70252.jpeg?itok=ouddZ26q

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Argentina: Lanzaron el programa educativo “Mensajeros del mar”

América del Sur/Argentina/20 de Noviembre 2016/Fuente y Autor:eldiariodemadryn

Este lunes, se presentó en el Salón Histórico de la Municipalidad de Trelew el programa educativo “Mensajeros del Mar, conociendo a los pingüinos de Sudamérica”.

El acto estuvo presidido, en representación del Municipio, por la coordinadora de Educación Olga Vicente, el director de Gestión Ambiental, Maximiliano Iturra; la directora de Turismo, Mónica Montes Roberts; así como también el Subsecretario de Relaciones Institucionales de la Provincia, Gonzalo Mondillo y el director general de Relaciones Institucionales y Control de Gestión, Ezequiel Perrone, el representante de la ONG Global PenguinSociety, Pablo García Borboroglu y la directora del Programa María Lujan Villabriga.

En este marco, Pablo García Borboroglu, remarcó el acompañamiento de la Provincia y el Municipio “porque todos aportan algo y tenemos un gran producto”. Asimismo explicó que “este trabajo nació en la escuela con internado de Camarones hace 9 años, fue creciendo, se realizó en Puerto Madryn y también en otros países”, y explicó que el programa “permite transferir información científica en un formato amigable para los niños”, e indicó que “uno de los objetivos es generar valores de conservación, como aprender a cuidar el lugar donde viven, las playas, los océanos, entre otros”.

Por su parte, Olga Vicente destacó “la presencia de los científicos que integran la ONG, y remarcó que “el municipio comenzó a trabajar con la ONG porque queríamos que esta propuesta educativa este en Trelew porque con pequeñas acciones se pueden lograr gigantes logros para los chicos”.

También Ezequiel Perrone, adelantó que “desde la Provincia se está trabajando para poder llevar este programa a otras localidades”.

Chicos a la Pingüinera

María Lujan Villabriga, responsable del Programa y encargada de brindar las charlas en las escuelas señaló que “el programa tiene charlas informativas de la vida de los pingüinos, la conservación de la especie y culmina llevando a los chicos a la Pingüinera”, y en este caso “son 160 chicos y los docentes de 4° grado de cuatro escuelas primarias de Trelew”.

Además, destacó que “esto es el esfuerzo en conjunto de la Municipalidad de Trelew a través de las áreas de Gestión Ambiental, Educación y Turismo y el apoyo de la Subsecretaría de Relaciones Institucionales de la Provincia”. Por ello, “estamos muy contentos por el acompañamiento y los chicos están muy ansiosos de conocer la Pingüinera por primera vez”.

Fuente de la noticia: http://eldiariodemadryn.com/2016/11/lanzaron-el-programa-educativo-mensajeros-del-mar/

Fuente de la imagen:  http://i2.wp.com/eldiariodemadryn.com/wp-content/uploads/2016/11/Mensajeros-del-Mar.jpg?w=400

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¿Quién es Mariana Costa, la peruana que fue elogiada por Mark Zuckerberg(Facebook) en el APEC 2016?

20 Noviembre 2016/Fuente y Autor: larepublica.pe

Durante su conferencia en el APEC CEO Summit 2016, el dueño de Facebook puso como ejemplo de emprendimiento mundial a una mujer peruana. Zuckerberg y Mariana Costa se conocieron este año en una cumbre de emprendedores.

El CEO de Facebook, Mark Zuckerberg, mencionó el caso de la peruana Mariana Costa para ponerla como ejemplo de emprendimiento mundial durante la conferencia que ofreció este sábado en el Gran Teatro Nacional de Lima, en la segunda jornada de la APEC CEO Summit 2016.
 
“Mariana dice que la mayoría de mujeres no tiene idea del potencial que posee (…), en unas semanas hacen sus primeras apps, en meses son ingenieras y están listas para unirse a la PEA”, expuso el dueño de Facebook. De inmediato, el nombre de la peruana saltó a las redes sociales ante la sorpresa de muchos usuarios.
Mariana Costa lanzó un proyecto hace algunos años que ha crecido con notable éxito, tanto que ha llegado a oídos de personalidades como Zuckerberg. Ella abrió un laboratorio de ayuda para mujeres talentosas de escasos recursos y se conviertan en desarrolladoras web.
La peruana de 36 años fundó Laboratoria, un proyecto de emprendimiento social para formar a las futuras líderes del sector digital peruano. Laboratoria ahora brinda clases de programación a jóvenes que no tienen la capacidad de poder costear una educación de calidad, y en medio año ya están listas para salir al campo laboral.
Una de las preocupaciones de Costa para llevar a cabo su proyecto fue la poca presencia femenina en el campo tecnológico. Hoy, Laboratoria tiene presencia no solo en Perú, sino también en México y Chile.
La emprendedora peruana conoció al dueño de Facebook en junio de este año, cuando coincidieron en el Congreso Global de Emprendedores (GES 2016), a la que fueron invitados emprendedores de todas partes del mundo. En dicho evento también dialogó con el presidente de Estado Unidos, Barack Obama.
Fuente de la noticia: http://larepublica.pe/politica/823093-quien-es-mariana-costa-la-joven-que-fue-elogiada-por-mark-zuckerberg-en-el-apec-2016
Fuente de la imagen:
 http://cdn7.larepublica.pe/sites/default/files/styles/img_620/public/imagen/2016/11/19/mark-Noticia-823093.jp
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Perú: Piden mayor participación de la inversión privada en la educación

América del Sur/Perú/20 Noviembre 2016/Fuente: Andina/Autor:JCC/RES

Para consolidar una verdadera reforma educativa, deben continuarse con las actuales políticas en este sector y permitir una mayor participación de la inversión privada, pidió hoy el fundador presidente de la Universidad San Ignacio de Loyola (USIL), Raúl Diez Canseco.

En declaraciones a Andina Canal Online, destacó la propuesta del fundador de Facebook, Mark Zuckerberg, para lograr llevar internet gratis a todo el mundo, con la finalidad de darle mayor conectividad al orbe.
“En educación hay que invertir más en lo que se está haciendo, no cambiar las políticas y darle una mayor participación a la inversión privada en la educación, nosotros competimos con otras casas de estudios privadas y públicas, a través de una propuesta innovadora para lograr convencer a los nuevos estudiantes”, dijo.
Asimismo, consideró como necesario que existan “reglas claras y de largo plazo”.
En otro momento, felicitó a la organización de la Cumbre del Foro de Cooperación Asia – Pacífico (APEC) por la buena recepción y atención a los miles de extranjeros que llegaron por este evento internacional.
“Además, este APEC llega en un momento interesante para el Perú, con un nuevo presidente (Pedro Pablo Kuczynski) que cree en la inversión y en la libre competencia”, agregó.
Fuente de la noticia: http://www.andina.com.pe/agencia/noticia-piden-mayor-participacion-de-inversion-privada-la-educacion-641090.aspx
Fuente de la imagen: http://portal.andina.com.pe/EDPfotografia3/Thumbnail/2016/11/19/000388349W.jp
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Venezuela: Embarazo en edad temprana es un factor generador de pobreza

América del Sur/Venezuela/20 Noviembre 2016/Fuente: Correo del Orinoco/Autores: Leida Medina 
F/Roberto Gil

Continúan charlas de prevención en los centros educativos

Las charlas van dirigidas tanto “a las muchachas y los muchachos, ya que la niña no se embaraza sola, hay que tomar en cuenta a los muchachos para inculcarle la responsabilidad. Los dos son responsables”

En el marco de las políticas sociales el Gobierno Nacional continúa dictando las charlas en los centros educativos del país, en torno a la prevención del embarazo en edad temprana y en las adolescentes, ya que “se trata de un factor generador de pobreza y pobreza extrema”.

Así lo expresó este jueves la coordinadora de la Mesa de Prevención de Embarazo en Temprana Edad y en la Adolescencia, adscrita al Ministerio del Poder Popular para la Mujer y la Igualdad de Género, profesora Dianora Martínez de Istúriz, durante una jornada en el Liceo Caricuao ubicado en la UD5.

Las charlas, indicó, se están impartiendo en todos los centros educativos, los urbanismos de la Gran Misión Vivienda Venezuela (GMVV) y en las bases de misiones, “tenemos la ambición de abarcar todo el territorio nacional”.

Destacó que las charlas van dirigidas tanto “a las muchachas y los muchachos, ya que la niña no se embaraza sola, hay que tomar en cuenta a los muchachos para inculcarle la responsabilidad. Los dos son responsables”.

En su opinión, es de suma importancia abordar esta problemática y ejecutar soluciones para lograr “una población como decía el Presidente (Hugo) Chávez, con unos niños bien atendidos”, razón por la cual es necesario impartir estas charlas en todos los centros educativos del país.

DISMINUIR ÍNDICES

Martínez manifestó que “tenemos que bajar los índices de embarazo en adolescentes, atendiendo a las muchachas, dándoles conferencias, formándolos, hablando con la familia, porque la familia también es un factor muy importante. La primera escuela del ser humano es la familia, allí es donde se aprende a caminar, a hablar, se aprende sobre el amor y la convivencia. Todos estos elementos mucha veces faltan en el hogar”, explicó.

Esta materia, recordó, en su momento fue una gran preocupación del comandante Hugo Chávez y actualmente es del Presidente Nicolás Maduro, “la atención a todas nuestras niñas, adolescentes y jóvenes”.

Para la prevención, Martínez aseguró, es necesario llevar a todos los espacios posibles en primer lugar la educación pero también el deporte, la cultura y la recreación. En esa dirección, indicó que para la prevención se apoyan en la Misión Barrio Adentro para atender el factor salud.

Con dichas actividades, comentó, los jóvenes “cubren su tiempo de ocio, que no estén sin hacer nada y no estén a merced de los medios de comunicación que es el principal factor responsable, por la forma en que están llevando los programas”.

Fuente de la noticia: http://www.correodelorinoco.gob.ve/nacionales/embarazo-edad-temprana-es-un-factor-generador-pobreza/

Fuente de la imagen: http://www.correodelorinoco.gob.ve/wp-content/uploads/2016/11/PREVENCION-DEL-EMBARAZO-A-TEMPRANA-EDAD-LICIO-CARICUAO-UD5-8.jpg

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Libro: Feminismos para un cambio civilizatorio

Feminismos para un cambio civilizatorio

Alba Carosio. [Coordinadora]

Magdalena Valdivieso. Montserrat Sagot. Eugenia Correa. Norma Vasallo Barrueta. Alicia Girón. Alejandra Arroyo. María Chaves. María Luisa González Marín. Mariana Martínez García. Elisa Alejandra Valdivieso Ide. Lucy Mirtha Ketterer Romero. Raquel Irene Drovetta. Alba Carosio. [Autoras de Capítulo]
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Colección Grupos de Trabajo.
ISBN 978-980-399-053-4
Fundación Celarg. CLACSO. Centro de Estudios de la Mujer.
Caracas.
Mayo de 2014

Nuestra razón civilizatoria puede ser mejor comprendida si se reconoce que est. fundamentada sobre bases tanto capitalistas como patriarcales. El patriarcado aporta al modelo civilizatorio un pacto social que establece la superioridad y el dominio del modelo masculino de vida social, basado en la desvalorización de los modos femeninos de ser, estar y construir en el mundo. Podemos decir que el modo masculino-patriarcal se caracteriza por centrarse en la competencia, la agresividad y la división sexual del trabajo, y además desliga a la mitad de la humanidad de las labores de reproducción y sostenimiento de la vida. Se trata de un modelo de contrato social que implica el contrato sexual, a través del cual se instituyen los mundos público-masculino y privado- femenino y se les asignan tareas y valores jerarquizados. A lo público-masculino corresponde lo racional-abstracto-progresista; y a lo privado-femenino corresponde el estado de naturaleza e irracionalidad. Por esto, el contrato sexual-social establece la supremacía masculina sobre todas las cosas, al mismo tiempo que desvaloriza lo femenino y niega la interdependencia.
Fuente :
http://www.clacso.org.ar/libreria-latinoamericana/pais_autor_libro_detalle.php?campo=autor&texto=3947&id_libro=877&pais=10
Fuente imagen:
https://lh3.googleusercontent.com/xlnJBt2vp7h2fZNfYoiL9o2EyTEo54el-idZ2G38DFQE0V0mEfvWUeSw1m-r6YzzXEkf1A=s85
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