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Brasil: Com Mendonça Filho, ministério sinaliza para privatização na educação

Trabalhadores do setor veem com «surpresa e preocupação» indicação do parlamentar do DEM para comando do MEC

«Mendonça Filho nunca teve nenhuma ação, nunca falou ou pensou na perspectiva da educação», diz Heleno Araújo, coordenador do Fórum Nacional de Educação (FNE), que reúne 50 entidades representantes da sociedade civil e do poder público no setor, e secretário de Assuntos Educacionais da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE/CUT).

«O ponto mais preocupante de tudo isso é a diminuição dos recursos para a Educação», afirma o presidente da Associação Nacional de Política e Administração da Educação (Anpae), João Ferreira de Oliveira, em referência à proposta de desvinculação de recursos orçamentários para a área, constante do programa oficioso do PMDB «Uma ponte para o futuro», desobrigando estados e municípios, bem como a União, a cumprirem com percentuais mínimos em gastos como a Educação, como determina a Constituição.

Representantes de importantes entidades que atuam na formulação de políticas públicas para a Educação dizem que a nomeação de Mendonça Filho para o ministério da Educação sinaliza um viés privatizante a ser adotado nos próximos anos, com o enfraquecimento da proposta inclusiva que vinha sendo adotada até então, com programas como o Fies, o ProUni e a expansão das universidades federais. A meta de aplicação dos 10% do PIB no ensino público a ser alcançada em 2024, conforme definição do Plano Nacional de Educação, aprovado em 2014, também deve ficar ainda mais distante.

Heleno Araújo, pernambucano como o novo ministro, destaca que durante a gestão do governador Jarbas Vasconcelos, com Mendonça Filho como vice, e mais especificamente em 2005, quando Jarbas sai do governo para se candidatar ao Senado, e Mendonça assumiu o governo, ganhou força o processo de privatização das escolas estaduais do estado, projeto «experimental» que alcançou 14 unidades e depois foi alterado e expandido por Eduardo Campos.

Iniciador dessa experiência que envolvia parceria com a iniciativa privada, o Ginásio Pernambucano, um dos maiores e mais tradicionais colégios de Recife, que recebia em torno de 2.200 alunos até então, passou por reforma financiada por empresas como a Philips e o EuroBank, e reabriu atendendo a apenas 300 alunos. Os outros 1.900 alunos foram «reorganizados» e transferidos para outras unidades.

Para Heleno, o caso é ilustrativo do tipo de política de Educação acreditada por Mendonça Filho, de «políticas focalizadas» e «atendimento restrito». Além de reformar as unidades, as empresas privadas reunidas noInstituto de Corresponsabilidade pela Educação (ICE) indicavam os gestores e selecionavam os alunos. Além de apresentar resultados questionáveis do ponto do desempenho, a implementação das 14 «escolas experimentais» mascarava a realidade das mais 1.200 escolas do estado, em condições muito piores de infraestrutura.

Para João Ferreira (Anpae), a tendência é que entidades privadas como a Fundação Lehman e o Instituto Ayrton Senna passem a ter maior protagonismo na gestão da Educação. Ou ainda, como ocorre em Goiás, estado natal de Ferreira, em que a administração de uma parte das escolas públicas deverá ficar a cargo de organizações sociais, modelo amplamente em voga na administração dos hospitais por todo o país.

«A tendência é fortalecer a presença de setores e entidades privadas na condução e realização efetiva de programas, o que seria uma espécie de privatização da educação, com o enfraquecimento da educação pública», diz.

Ferreira afirma que essa orientação traz impactos negativos que vão desde a formação de professores, currículos, sistema de avaliação, além do próprio padrão de gestão das escolas. «A gente estava num processo de construção social em que a educação estava assumindo um protagonismo, com ampliação de recursos, de metas, de desenvolvimento da sociedade. Isso tudo tende a ser abortado», diz o presidente da Anpae.

Sobre as propostas de adoção de um modelo de bonificação atrelado ao desempenho dos professores, João Ferreira aponta contradição, e diz que, em vez de tal modelo «meritocrático», o caminho para a valorização da carreira do magistério passa, dentre outras coisas, pela aplicação da Lei do Piso Nacional dos Professores.

Com a carreira cada vez menos atrativa, por conta dos baixos salários e da falta de condições adequadas de trabalho, a Anpae alerta para o risco de um «apagão» na formação de professores, ainda mais no momento em que a Emenda Constitucional 59/09 passa a garantir a obrigatoriedade do ensino para crianças e jovens de 4 a 17 anos.

«Precisamos urgentemente de um crescimento da formação dos professores para atender à demanda da educação infantil e do ensino médio. É uma carreira que precisa se tornar interessante, senão o país não tem futuro. Isso não se resolve com bônus, se resolve com salário digno que torne a profissão mais atraente. O professor não funciona assim. Ele trabalha engajado, num projeto coletivo da escola. Precisa ser valorizado não por bônus, mas por salário e condições de trabalho. Escola não é empresa. É outra coisa», detalha João Ferreira.

O coordenador do FNE comenta que, durante as Conferências Nacionais de Educação, ocorridas em 2010 e 2014, os debates e deliberações apontavam para a necessidade de ampliação dos recursos para a educação, com o aumento da vinculação de impostos e contribuições. «Aí vem o PMDB propor a desvinculação desses recursos, na contramão daquilo que foi apontado em amplo debate nacional», destaca Heleno.

O documento final da Conferência realizada em 2014 apontava para a necessidade de aumentar os gastos obrigatórios da União, que passaria de 18% para 25%, e de estados e municípios, de 25% para 30%. João Ferreira lembra que foi justamente um parlamentar do PMDB o autor da emenda constitucional que determinava os gastos mínimos de cada ente federado.

Heleno Araújo frisa ainda que, no ano em que assumiu o governo de Pernambuco, Mendonça Filho nem sequer cumpriu a obrigação constitucional e terminou o ano de 2006 com gastos de 24,67%, segundo dados do Tribunal de Contas.  Ele lembra  ainda que o DEM se opôs de maneira sistemática a políticas de democratização do acesso ao ensino superior, como o ProUni, o Fies e a política de cotas.

Os especialistas também temem que a falta de diálogo com o novo ministério possa enfraquecer iniciativas como o Fórum Nacional de Educação e as conferências da área, com etapas de organização prévia e conferências municipais e estaduais que se iniciam neste ano, com vistas à realização da Conferência Nacional de Educação em 2018.

«Infelizmente, temos uma elite que não só quer ganhar mais, mas quer impedir que outros passem a ter direitos. Pessoas que têm muito, mas que não basta ter. Também querem impedir que o outro tenha. O mundo viu, durante a votação (que aprovou o impeachment da presidenta Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados), como é a postura dessas pessoas que pensam só no privado. Não pensam no público, apesar de assumirem um cargo em que juraram defender a Constituição Federal e o povo, mas, na verdade, a sua atuação é bem privada», diz Heleno.

Fonte: Tiago Pereira, da Rede Brasil Atual

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Argentina: Ingreso y gratuidad de la Universidad

Buenos Aires, Argentina / Mayo 2016 /Autor: Julián Mónaco. Fuente: http://editorial.unipe.edu.ar/

Aprobada en el Senado a fines de 2015, la Ley de Implementación Efectiva de la Responsabilidad del Estado en el Nivel de Educación Superior modificó seis artículos y agregó otros dos a la Ley de Educación Superior (LES) sancionada durante la presidencia de Carlos Menem hace ya veinte años. La discusión alrededor de esta modificatoria –que a cinco meses de su sanción todavía no ha sido reglamentada– ayuda a comprender algunos de los nudos conflictivos de un debate que, incluso en un tiempo prolífico en materia de legislación educativa, no ha tenido como correlato una nueva normativa, aun cuando existe un amplio consenso respecto de su necesidad.

La Ley 27.204 nació como proyecto en la Cámara de Diputados en 2013, con un fuerte impulso de la entonces diputada por la Provincia de Buenos Aires del FPV, Adriana Puiggrós. En mayo de ese año, obtuvo el voto afirmativo de todos los bloques, excepto del PRO y del diputado de Compromiso Federal, Eduardo Amadeo. Finalmente, en octubre del año pasado el proyecto consiguió la media sanción restante en el Senado de la Nación, con el voto afirmativo de 40 de los 52 senadores presentes. Los doce que votaron en contra (diez de la UCR y dos del bloque Justicialista de San Luis que lidera Adolfo Rodríguez Saá) impugnaron con fuerza el segundo artículo que establece, entre otras cosas, que las universidades públicas nacionales deberán rendir cuentas ante la Auditoría General de la Nación (AGN) ya no solamente respecto de los fondos presupuestarios recibidos, como lo hacían hasta ahora, sino también de los fondos producidos por ellas mismas, cada vez más importantes y que muchas veces alcanzan a los invertidos por el propio Estado.

La senadora de la UCR Silvia Elías de Pérez se opuso al uso de los conceptos de supervisión y fiscalización por parte del Estado. “Dos palabras –argumentó en la sesión del 28 de octubre del año pasado– que realmente nosotros sentimos que van en contra de la autonomía”. En respuesta a este tipo de críticas, que continúan todavía hoy, Puiggrós es contundente: “Este ítem no tiene nada que ver con la autonomía universitaria y no va en contra de ella. Pero sí limita las acciones que pueden realizar organismos que viven de fondos presupuestarios”.

Fue el artículo quinto, sin embargo, el que más polvareda levantó: mientras que la LES permitía que en las universidades con más de 50.000 estudiantes cada facultad resuelva discrecionalmente su régimen de admisión (poniendo en cuestión una de las políticas privilegiadas por el radicalismo tras el regreso de la democracia: el ingreso irrestricto), la modificatoria establece que todos los egresados del secundario, por el solo hecho de serlo, ya están en condiciones de comenzar una carrera universitaria, sin necesidad de rendir exámenes de ingreso o de esperar por un cupo.

Previsiblemente, esta cuestión disparó el interrogante de si las universidades pueden hacerle frente a una política de este tipo con su infraestructura, docentes y presupuesto actuales, es decir, sin una mayor inversión estatal. Y también volvió a poner sobre la mesa la pregunta de si es posible garantizar la calidad de las carreras (o al menos de algunas de ellas) una vez que se masifican (1).

Apenas una semana después de la sanción de la ley, Marcelo Yorio, Decano de la Facultad de Ciencias Médicas de la Universidad Nacional de Córdoba (UNC), emitió un comunicado asegurando que la regulación del ingreso a una carrera como medicina, que requiere no solamente de docentes sino también de múltiples escenarios de prácticas, todos ellos limitados y costosos (laboratorios básicos y clínicos, centros de investigación básica y aplicada, salas de simulación, consultorios, dispensarios, centros de salud, hospitales y ambientes comunitarios), es la única herramienta para garantizar su calidad. En 2004, la carrera sancionó una resolución que limita el ingreso a partir de un orden de mérito según las notas obtenidas en el ciclo de nivelación. Cada año se presentan cerca de 2.500 aspirantes para un cupo de 630.

En el caso de la Facultad de Ciencias Médicas de La Plata, el Consejo Directivo votó la eliminación del curso anual de ingreso a Medicina, a las licenciaturas en Obstetricia y Nutrición y a la tecnicatura en Prácticas Cardiológicas. Además de aprobar las ocho materias del curso, el acceso a Medicina exigía responder correctamente a más de 40 de las 60 preguntas de cada uno de los dos exámenes finales. Obteniendo entre 30 y 39, permitía ingresar a las licenciaturas. Quienes obtenían un puntaje menor, realizando un curso complementario, podían ingresar a la tecnicatura. Si en los últimos años la cantidad de ingresantes a Medicina se mantenía entre 300 y 600, este año se prevé que saltará a unos 3.500.

“No hemos recibido ninguna ayuda financiera extra, así que seguimos con la misma capacidad áulica y el mismo número de docentes”, explica Ana Lía Errecalde (2), decana de la Facultad y titular de una de las cátedras de Histología, que este año abrirá cincuenta comisiones: cuarenta más que el año pasado. Sus estudiantes, que tenían clases de dos horas dos veces a la semana, cursarán cada quince días. Todo ello, asegura Errecalde, afectará negativamente la acreditación que carreras como Medicina están obligadas a realizar periódicamente ante la Comisión Nacional de Evaluación y Acreditación Universitaria (CONEAU) por otorgar títulos que habilitan el ejercicio de profesiones que, al ser de interés público, están reguladas por el Estado. “Este tipo de carreras –agrega– sí deberían poder poner alguna forma de selección de sus alumnos”.

Voces como las de Yorio y Errecalde muestran que la reglamentación de la ley impulsada por Puiggrós será vital: para ser posible, el ingreso irrestricto deberá ir acompañado de una amplia transferencia de recursos financieros así como de una transformación edilicia en la mayoría de las universidades. Pero además, una nueva ley de educación superior deberá ser explícita respecto de las estrategias que hagan del ingreso irrestricto una conquista efectiva y no una fuente de deserción masiva. Una vez más: abrir las puertas de la universidad no significa asegurar la inclusión inmediata y exitosa de los ingresantes en la vida universitaria.

“El desafío para las universidades –afirma Adrián Cannellotto, rector de la Universidad Pedagógica (UNIPE)– es darse una política que permita hacer la transición entre la secundaria y los estudios superiores. Eso implica responder cuáles son las operaciones que tienen que hacer los jóvenes para inscribirse en una trayectoria universitaria y sin desertar en el primer o el segundo año, teniendo en cuenta que es allí donde se concentran los mayores problemas. Son preguntas que las universidades recién están comenzando a hacerse y que deberían aparecer en una nueva normativa” (3).  Otro de los aspectos fuertes de la modificatoria apunta a proteger la gratuidad de todos los estudios de grado. Si el texto de la LES de 1995, cuya aprobación fue exigida por el Banco Mundial para liberar un crédito de 165 millones de dólares destinados al Programa de Mejoras de la Educación Superior, dejaba abierta la posibilidad de su mercantilización, la Ley 27.204 prohíbe establecer sobre los estudios de grado cualquier tipo de gravamen, tasa, impuesto, arancel o tarifa de modo directo o indirecto.

La polémica alrededor de este punto incluyó la puesta en circulación del viejo argumento de que en una universidad como la argentina, en la que buena parte de los estudiantes provienen de hogares con ingresos medios y altos, la gratuidad genera mayor inequidad. Este tipo de posiciones suelen analizar la educación superior en términos de costo (inversión estatal) y beneficio (cantidad de egresados), desconociendo que la experiencia universitaria en nuestro país, aun si no redunda en egreso, nutre las trayectorias, tanto a nivel profesional como personal, y, por supuesto, a la sociedad en su conjunto.

En este sentido, vale recordar que la matrícula de las universidades argentinas no ha dejado de crecer desde la vuelta a la democracia (en 1983 era de 400.000 estudiantes, en 2015 ya trepaba a más de 1.600.000) y que, sobre todo en los últimos años, esa expansión incluyó desde jóvenes de los sectores populares que son la primera generación de sus familias en pisar la universidad hasta adultos que completaron sus estudios secundarios en el Plan de Finalización de Estudios Primarios y Secundarios (FINES) (4).

La Universidad Nacional de Río Negro (UNRN) ofrece profesorados pagos (en Biología, Química y Física, entre otros), dictados en forma virtual, a aquellos egresados que se encuentran trabajando en colegios secundarios de la provincia. Este tipo de carreras, que en 2015 costaron a la UNRN cerca de $6.000.000, también deberán ser gratuitas. “De acuerdo a nuestro criterio como legisladores –explica Puiggrós– todas esas modalidades, y todas aquellas de primer nivel y posteriores al secundario, deberán ser consideradas grado”.

Juan Carlos del Bello, Secretario de Políticas Universitarias al momento de sancionarse la LES y actual rector de la UNRN explica: “A partir de la publicación en el Boletín Oficial de la ley, el Ministerio de Educación tendría que haberse comunicado con todas las universidades para que indiquen el costo de las carreras que hoy son aranceladas a fin de cubrirlas con un presupuesto especial. Si el gobierno actual discrepa con esta ley deberá elevar un proyecto para derogarla, si no lo hace, pero tampoco nos transfiere recursos, no nos va a quedar otra salida más que recurrir a la Justicia”.

También aquí la reglamentación de la modificatoria jugará un papel fundamental y es probable que la discusión se centre en la definición de qué es (y qué no es) un estudio de grado. Lo cual implicará posturas fuertes de las universidades nacionales, cuyos ingresos dependen, muchas veces, del dictado de diplomaturas, especializaciones, tecnicaturas y profesorados pagos.

El debate que generó la sanción de la Ley de Implementación efectiva de la responsabilidad del Estado en el Nivel de Educación Superior demuestra que la tarea de defender la gratuidad de todos los estudios de grado y el ingreso irrestricto ya ha comenzado. Y obliga a quienes aspiran a defender esas conquistas a interpelar a la sociedad con ideas y prácticas concretas y potentes que, para ser efectivas, deberán disputar en el presente. Lo cual supone volver sobre el propio pensamiento para no resignarse ante los “aires de época” ni quedar atrapados en la pura nostalgia. Elaborar esas prácticas e ideas requerirá, como siempre, de imaginación y construcción políticas.

Autor: Julián Mónaco. Editorial UNIPE. Argentina. Licenciado en Comunicación, facilitador pedagógico digital e integrante del equipo editorial de UNIPE.

Fuente: http://editorial.unipe.edu.ar/wp-content/uploads/2016/05/Unipe40.pdf

Fuente de la imagen: http://blogs.elpais.com/.a/6a00d8341bfb1653ef01b7c830dfd3970b-pi

 

 

 

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México: Sólo 37% de los maestros convocados han confirmado su asistencia a la Evaluación Docente

Fuente: http://michoacantrespuntocero.com/ 18 de Mayo de 2016

Morelia, Michoacán.-Un 37 por ciento de los docentes convocados a la Evaluación Docente en Michoacán han confirmado su asistencia el próximo jueves 19 de mayo en el Centro de Convenciones de Morelia, confirmó la titular de la Secretaría de Educación en el Estado (SEE), Silvia Figueroa Zamudio.

A la prueba, de carácter obligatorio fueron citados un total de 5 mil 300 profesores con funciones de docencia, dirección y supervisión tanto en el nivel educativo básico como en el media superior.

Figueroa Zamudio exhortó a los maestros michoacanos a registrarse y aplicar el examen que les garantizará una mejor preparación, y por ende mejores beneficios económicos. Reiteró que la prueba es obligatoria, así que para quienes no asistan serán despedidos.

La Secretaría de Educación Pública (SEP) despidió en el mes de marzo a 3 mil 600 docentes, que representaba al 2.2 por ciento de los convocados a nivel nacional, que no se presentaron a realizar la evaluación.

Fuerte dispositivo de seguridad en la evaluación 

El secretario de Gobierno, Adrián López Solís informó que serán 3 mil policías los que resguarden el Centro de Convenciones el día de la prueba, a fin de brindar seguridad a los más de 5 mil profesores y evitar disturbios en el lugar.

Aunque en semanas pasadas la titular de la SEE había declarado que los docentes serían trasladados en vehículos destinados a la prueba para resguardar su integridad física, el encargado de la política interna del estado declaró que los profesores eligieron llegar por sus propios medios.

Por ello,  exhortó a los profesores que están en desacuerdo con la Evaluación Docente a ser respetuosos con aquellos que sí quieren ser evaluados.

CNTE anuncia movilizaciones

La Coordinadora Nacional de Trabajadores de la Educación (CNTE) y el Frente Cívico Social (FCS) anunciaron una megamarcha para el próximo jueves, la cual saldrá de los cuatro puntos cardinales de la capital michoacana, además de manifestaciones en los ayuntamientos de la entidad.

Esto como parte de las acciones para exigir la derogación de la Reforma Educativa que se realizan a nivel nacional, mientras que en la entidad aprovecharán que se aplicará la Evaluación Docente.

 

El enlace original en: http://michoacantrespuntocero.com/solo-37-de-los-maestros-convocados-han-confirmado-su-asistencia-a-la-evaluacion-docente/

 

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José Vaquero: La revolución ha logrado que la educación sea participativa y plural.

América del Sur/Venezuela/ Anzoategui/ mundo-oriental/ lunes, 16 de mayo de 2016

Para el docente y rector de la Universidad Politécnica Territorial José Antonio Anzoátegui, José Vaquero, la incorporación de los Programas Nacionales de Formación, han logrado que la educación sea más participativa y plural, resaltando que se ha dejado atrás el modelo rentistas y capitalista del individualismo, que llevaba al individuo a ser una personas solitaria y poco social.

Y es que en el marco del segundo aniversario de la UPTJAA, su rector José Antonio Vaquero Martínez, aseguró que en 17 años, la revolución ha desdramatizado al individuo en las aulas de clase, para darle paso a la amplitud y al compañerismo, logrando que más personas se entusiasmen cada día en sacar una carrera universitaria, con la ventaja además, de poder obtener una licenciatura o una ingeniería en su mismo entorno, sin tener que trasladarse a otros municipios o ciudades.

¿Cuáles son las diferencias académicas entre el pasado y la actualidad?
-Son muchas las diferencias académicas, desde que llegó la revolución se dio un cambio radical, ya que a través de los programas nacionales de formación se cambió el modelo individualista que aún se maneja en las universidades tradicionales, donde ellos aprenden solos, presentan sus exámenes individualmente y al final, presenta su tesis o pasantía también solo y siempre es al final de la carrera, donde aplica todos los conocimientos que aprendió durante todos los semestres o años de estudio, siendo el enfoque neoliberal y capitalista donde el individuo lo aíslan, obligándolo a competir por un título y luego por un empleo.

Con este nuevo modelo concebido en revolución en el 2007 por el Comandante Chávez, a través de la Misión Alma Mater, se creó un sistema donde se busca crea a un individuo que trabaje en equipo, en colectivo, adoptando una actitud más solidaria, que además aplicara el conocimiento al momento que entra en la universidad y que no necesite llegar al final de cualquier carrera para aplicar el conocimiento, además que se involucre con los problemas de la sociedad del estado y del país, en fin un hombre politizado y además preparado.

¿Cuántas ingenierías y licenciaturas se imparten hoy en la universidad?
-En la actualidad dentro de la Uptjaa se imparten 10 carreras universitarias, distribuidas en ingenierías (Mecánica, Agroalimentaria, Eléctrica, Informática, Mantenimiento) y licenciaturas  (Contaduría, Administración y Química,  Cultura Nutricional y Seguridad Alimentaria), teniendo la salvedad que en la sede de Puerto La Cruz se imparte una carrera más, que es el Técnico Superior Universitario en Preescolar, el cual asumió la institución cuando se generó todo un conflicto con las personas que estudiaban en el Instituto Isaac Newton, el cual estafó a muchas personas.

¿Cuántos estudiantes había en la Cuarta República y cuantos hay hoy? 
-Bueno eso se ha incrementando considerablemente, ya que habían unos 2.500 estudiantes en El Tigre, en las pocas carreras que se impartían y unos 5 mil en total con todas las sedes, hoy en día contamos con más de 14 mil estudiantes, y no crecemos más porque no tenemos espacio físico para lograrlo. Ha aumentado por la calidad de la educación que se imparte y por la capacidad de graduarse en una carrera larga que antes no existía, evitando que los estudiantes tengan que emigrar a otros municipios u otros estados.

¿Existen proyectos para construir otra sede?
-Otra sede como tal no, porque aquí todavía hay mucho espacio para construir, sin embargo para poder ingresar a todos los alumnos que intentan optar por un cupo se necesitarían al menos 20 aulas más.

Se dice que en el pasado cualquiera podía ser profesor titular sin tener mucha experiencia ¿Cómo es hoy?
-Bueno eso no es del todo cierto, realmente no es mucho lo que ha variado el proceso de selección de los docentes, donde se evalúa el perfil del aspirante y dependiendo de su experiencia es incorporado a nuestras filas, gracias a Dios son pocas las veces que hemos tenido que despedir a un docente porque haya fallado en su proceso de enseñanza, ya que con nuestro proceso de selección, le garantizamos la calidad educativa a los estudiantes, donde además en la actualidad contamos con profesionales en las áreas en que se necesitan.

¿Cuántas becas y Tablet se han entregado en la Universidad? 
-Bueno en cuanto a las becas, son varios estilos que maneja esta institución donde tenemos 10% de la matrícula recibiendo estos beneficios, está la que entregamos nosotros con recursos propios, donde en la actualidad tenemos a 1.600 estudiantes recibiendo el aporte, que de verdad nos gustaría que fuese mucho por la difícil situación del país, sin embargo estos alumnos reciben 2 mil bolívares mensuales. También está la Ayacucho y la Sucre.

-En cuanto a las Tablet, se entregaron unas 10 mil entre todos los núcleos, y a pesar de que la institución cuenta con 14 mil estudiantes, este proceso generó mucha polémica, ya que no era la institución quien las estaba entregando, sino directamente

Entre la Cuarta y la Quinta República, cual ha brindado más beneficios laborales a  los profesores, obreros y administrativos
-Buenos las diferencias son considerables, por lo que en la actualidad contamos con docente a tiempo completo, que se dedican solo a dar clases. Sin embargo hay que reconocer que existen muchos profesionales que prefieren emigrar para otras instituciones, principalmente Pdvsa, a pesar de que en la actualidad se ha logrado la dignificación del docente, quien en el pasado vivía en una pelea constante por el sueldo y ahora no es así, ya que son muchos los mecanismos que han surgidos con la llegada de la revolución, como el instituto de previsión social del docente, planes de vivienda, que aunque no se ha concretado se tiene un proyecto bien adelantado donde se aspira entregar al menos 800 viviendas a los profesores; guardería, pago de becas para los hijos, pago por profesionalización.
-En la actualidad en la UPTJAA contamos con nómina de 1.681 personas, divididos entre docentes, obreros y administrativos, teniendo estos últimos los mismos beneficios que dignifican su labor.

¿Hay convenios con grandes empresas petroleras y de servicios en la actualidad? 
-No realmente no, aunque en su mayoría las grandes empresas cuentan con profesionales egresados de esta institución, cada una tiene su propio proceso de selección y captación de personal que no tiene nada que ver con la Uptjaa, por ejemplo en el caso de Pdvsa, ellos reciben a diario cintos de currículos y cuentan con personal que seleccionan de acuerdo al perfil del profesional que se esté buscando.

¿Por qué los implementos petroleros o productos químicos tan sencillos como agua destilada no se producen en la universidad?
-Si estamos produciendo, nuestros alumnos han venido desarrollando prácticas de elaboración de muchos productos como desinfectante, detergente en polvo  y jabón líquido, lo que sucede que lo poco que se produce es vendido a la misma comunidad universitaria, ya que por la misma guerra económica inducida, no cuentan con la materia prima suficiente para aumentar la producción y cuando se consigue, es en motos muy elevados casi imposibles de costear.

¿Y en cuanto al área agrícola?
-Pasa algo muy particular, ya que luego de varias guarimbas del pasado, perdimos nuestra cerca perimetral y eso ha traído consecuencias graves para nuestras cosechas, ya que por no contar con ellas, se meten animales de fincas vecinas y se comen o dañan la cosecha, además de contar con el asecho de personas inescrupulosas que cosechan los productos antes de que lleguen a término. Sin embargo estamos trabajando en recuperar la agricultura para aumentar la producción  y aportar al abastecimiento de la comunidad universitaria, para ello ya se han llevado a la venta de los alumnos, docentes y personal artículos como batata, frijol bayo, parchita, ají dulce; además estamos trabajando en la recuperación de un vivero, donde están sacando plantas ornamentales, frutales, medicinales, entre otras.

Fuente: http://www.mundo-oriental.com.ve/Det.aspx?Id=47902

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Pablo Vommaro: «Hay en América Latina un fenómeno de juvenicidio, alerta especialista»

Publicado por: Verónica Garduño /13 mayo, 2016/ EducaFuturo

En la actualidad, en América Latina se registra un fenómeno de juvenicidio invisibilizado, advirtió el doctor Pablo Vommaro, académico de la Universidad de Buenos Aires, Argentina (UBA).

Durante el encuentro internacional temático: Formación para la crítica y territorializaciones de paz, efectuado en la Unidad Iztapalapa de la Universidad Autónoma Metropolitana (UAM), el investigador resaltó que los jóvenes de las clases sociales desfavorecidas se desarrollan en ambientes de extrema violencia que provocan incluso su desaparición.

El especialista recordó que el mexicano José Manuel Valenzuela fue el primero en hablar de juvenicidio relacionado con precarización, pobreza, desigualdad, estigmatización y estereotipo, mientras que el también investigador argentino Raúl Zaffaroni califica de genocidio por goteo la problemática juvenil.

juventudDurante su ponencia Territorios, juventudes y resistencias: configuraciones generacionales, disputas por lo público y espacios para la paz, instó a erradicar el discurso que presenta a los jóvenes como víctimas y sobre todo como victimarios responsables de decesos violentos, pues es un recurso utilizado por las fuerzas de seguridad para justificar la represión contra ese sector de la de población.

El también director del Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales resaltó que la Unicef planteó en un estudio reciente que en Brasil sólo uno por ciento de las muertes violentas es causado por menores de 18 años, dato que desmiente la tendencia a culpabilizar de la violencia a los jóvenes.

“Noventa y nueve por ciento de los delitos violentos es responsabilidad de los adultos, pero es más fácil culpar a la juventud”.

Fuente: http://www.educacionfutura.org/hay-en-al-un-fenomeno-de-juvenicidio-alerta-especialista/

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Las universidades deben aprender a servir mejor a los estudiantes.

Reino Unido es el adecuado para exigir estándares más altos y fomentar nuevos participantes.

Gran Bretaña está muy orgulloso de sus universidades. Con sólo el 1 por ciento de la población mundial, el país es el hogar de cuatro de los mejores del mundo 10, de acuerdo con el ranking QS, la cual los jueces este tipo de sillas de aprendizaje frente a una serie de factores. Sin embargo, aunque la excelencia en la investigación de posgrado durante muchos años ha sido casi una enseñanza dada, calidad superior de los estudiantes universitarios se ha quedado atrás.

Una encuesta reciente encontró que aproximadamente el 30 por ciento de los estudiantes creían que sus cursos eran una mala relación calidad-precio. Un tercio de los que pensó inadecuada enseñanza era el culpable. Tales hallazgos son razón de preocupación para los ministros. Cuando la coalición conservadora triplicó las tasas de £ 9.000 en 2012, la idea era que esto sería elevar la calidad de los cursos, no menos importante animando a los estudiantes a exigir más de sus profesores. Lo que ha faltado es un mecanismo eficaz para apalancar las normas. Pocos estudiantes tienen mucha idea de qué esperar de una educación universitaria. Y por el tiempo que han figurado a cabo, por lo general es demasiado tarde para tener mucho que ver con su grado final.

Jo Johnson, el ministro de las universidades, se ha tratado de abordar esto con un libro Blanco ponía ya lo que sería la mayor reforma de la educación superior durante más de dos décadas. Como reflejo del llamado marco de investigación de excelencia que se introdujo en la década de 1980 para recompensar valiosa investigación académica, el gobierno tiene previsto un mecanismo similar destinado a la enseñanza. Esto vinculará a la financiación de las universidades resultados de la enseñanza, que van desde la satisfacción de los estudiantes y las tasas de abandono a la proporción de graduados de entrar en puestos profesionales y de gestión.

Se permitió a las universidades para aumentar sus honorarios por la tasa de inflación si pueden demostrar que su enseñanza se encuentra con el nuevo estándar. Sr. Johnson planea establecer un órgano independiente, la Oficina de Estudiantes, para evaluar las universidades contra el nuevo marco. También pretende abrir el sector a la competencia, lo que podría ver Bretaña confiere poderes grado de emisión de los nuevos operadores, como el new college de humanidades del profesor AC Grayling , o instituciones extranjeras que deseen entrar en el Reino Unido.

Los planes del gobierno pueden rallar en universidades independientes de Gran Bretaña. Algunos rectores se preocupe de que un mayor enfoque en la enseñanza podría socavar su lugar en la clasificación mundial, los cuales están ligados principalmente a la producción de investigación.Pero hay mucho que decir acerca de la ambición del señor Johnson. Una gran razón para la enseñanza pobre es la falta de énfasis universidades le dan a los estudiantes universitarios. Como ha señalado Anthony Seldon, rector de la Universidad de Buckingham, esto es una consecuencia de tener » un mercado seguro de abandono escolar no se queha por demasiado tiempo.

Mucho dependerá de cómo las reformas funcionan en la práctica. Está bien para establecer un «marco de actuación de la excelencia» a las universidades de tasas. Sin embargo, el regulador debe asegurar que las evaluaciones no se conviertan en un ejercicio de caja de relojería en la que todo el mundo recibe la máxima puntuación. Del mismo modo, no se sigue necesariamente que la llegada de nuevos proveedores aumentará la calidad. La competencia en la educación a veces puede conducir a la erosión de las normas, no a la inversa.

La mayor prueba para las reformas del Sr. Johnson es si pueden cambiar la percepción de los empresarios sobre lo que constituye un «buen» universidad. Muchas empresas todavía reclutan de forma predeterminada de las instituciones de élite reconocidos, dando poca atención a la calidad de la enseñanza. Hasta que esto no se altera, los mejores estudiantes acuden a las instituciones establecidas , la inhibición de la competencia virtuoso señor Johnson le gustaría fomentar. La responsabilidad de romper este patrón no se encuentra solo con el gobierno, pero con las empresas y los propios estudiantes.

Fuente: http://www.ft.com/intl/cms/s/0/66caf11e-1b61-11e6-b286-cddde55ca122.html#axzz48sR9tLb9

Imagen: http://im.ft-static.com/content/images/8f286d76-658d-4f2e-ae72-f4e7071a3762.img

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Reconozcamos la labor docente

Por: Teresa Ortuño

El domingo 15 de mayo, se celebra el Día del Maestro, ritual anual que nos invita a agradecer y reconocer a quienes nos formaron y día a día están frente al aula.

maestro en méxico

Veamos una breve numeralia:

Para el ciclo 2015-2016, el Sistema Educativo Nacional cuenta con 36,392,832 docentes. De ellos, 31,537,619 se desempeñan en la Educación Pública y 4,855,213 en la Escuela Privada.

La enorme mayoría se ubica en la Educación Básica: 25,897,636. En Educación Media Superior se encuentran 4,985,080. A la Educación Superior acuden 3,648,945 docentes a impartir sus clases. La Capacitación para el Trabajo cuenta con 1,861,171 profesores.

En 1970 la población de 15 años o más tenía en promedio 3.4 años de escolaridad. Hoy andamos rondando los 9.2

Si consideramos que la población ha ido en aumento, el esfuerzo de pueblo y gobierno por la cobertura ha sido notorio y sus efectos también.

La mala noticia viene cuando nos comparamos con el resto del mundo. Si bien es cierto, en México existen áreas donde el nivel educativo compite con los mejores del planeta, nuestras cifras nacionales son desastrosas.

El Instituto Nacional para la Evaluación de la Educación nos reporta algunas cifras:

  • 5 de cada 10 personas es menor de 29 años. En otras palabras, podrían estar en la escuela. El 84.4 por ciento de los que debieran terminar la secundaria, realmente lo hacen. Y allí se abre el precipicio, pues sólo el 51 por ciento de quienes debieran tener educación media superior, no la tienen.
  • El 43 por ciento de los docentes de escuelas indígenas reportan no tener el material didáctico en esas lenguas, mientras que 9 de cada 10 profesores manifestaron no contar con materiales para alumnos que tengan algún tipo de discapacidad, sobresalientes o con necesidades educativas especiales.

Estas cifras obligan a preguntarnos por la pertinencia de los contenidos que reciben los muchachos en Media Superior. En ese nivel, la deserción se debe a varios factores, pero no podemos ignorar el de la pertinencia: que los jóvenes perciban que lo que aprenden tiene sentido, les va a servir y permitir generar mejores ingresos económicos en un futuro.

Antes de cumplir tres meses de iniciado el ciclo escolar, en el veinte por ciento de las escuelas ya se habían realizado cambios de docentes. Los jóvenes duran meses sin maestro/a, con las consecuencias que esto acarrea.

En estos días escucharemos elogios a los docentes, la enorme mayoría de ellos, muy merecidos, porque se esmeran, pero lo cierto es que la estructura del sistema educativo mexicano no ha permitido mejorar el desempeño de los profesores/as. Aún falta tiempo para concretar la Reforma Educativa que garantizará que esto suceda.

Celebremos el 15 de mayo. Agradezcamos a nuestros docentes, pero vayamos exigiendo las condiciones para que puedan alcanzar la mejor versión de sí mismos y así poder ejercer su misión transformadora en sus alumnos.

*Articulo tomado de: http://www.educacionfutura.org/reconozcamos-la-labor-docente/

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