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Kenia: Form 1 selection: 65,000 pupils to join extra-county schools

Kenia / 14 de diciembre de 2016 / Por: OUMA WANZALA / Fuente: http://www.nation.co.ke/

Some 24,795 Standard Eight candidates have been selected to join 103 national schools.

This is an increase of 1,710 from 2015, when 23,085 pupils secured slots in the top schools.

In selection results announced Tuesday by Education Cabinet Secretary Fred Matiang’i, another 133,785 candidates will join county schools as 65,331 head to extra-county learning centres.

Some 492,576 Standard Eight leavers have also been chosen to be students in sub-county schools.

Dr Matiang’i said the transition rate from primary to secondary school had increased to 84 per cent, up from 82 per cent last year.

LETTERS ONLINE

The selection, done at the Kenya Institute of Curriculum Development in Nairobi, was based on merit, quotas, equity, affirmative action and candidates’ choices.

Dr Matiang’i said admission letters would be posted on the Education ministry website, www.education.go.ke.

However, parents can check the schools their children have been selected to join by sending an SMS with the candidate’s index number to 20042 from any network.

Carrier charges will apply, depending on each telco company.

KCSE RESULTS

To check for admission letters online, log on to www.education.go.ke, select the county and sub-county where the candidate sat the KCPE exam, key in the index number and submit.

To complete the process, click on the admission letter at the bottom of the page.

Meanwhile, this year’s Form Four exams will be marked in December, Dr Matiang’i said on Tuesday.

***

Editor’s Note: An earlier version of this story and SMS alert sent out on December 13 had indicated that KCSE exam results would be released in December. Dr Matiang’i has since clarified that it is marking, not the release of results, that will be done this month.

Fuente noticia: http://www.nation.co.ke/news/24-700-selected-to-join-national-schools/1056-3484756-y20vcdz/index.html

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Brasil: «PEC do teto dos gastos vai trazer danos graves à educação»

Para a diretora global de Educação do Banco Mundial, o congelamento de investimentos no ensino será um «desastre» para as novas gerações e comprometerá a produtividade dos futuros trabalhadores no Brasil.

O Senado vota nesta terça-feira (13/12), em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, conhecida como PEC do teto dos gastos públicos. Elaborada como uma tentativa de conter a crise econômica, a proposta fixa um limite para os gastos do governo pelos próximos 20 anos.

No primeiro turno, realizado no final de novembro, os senadores aprovaram a proposta por 61 votos favoráveis e 14 contrários. Se a PEC 55 for aprovada, a partir de 2018 os investimentos mínimos para educação e saúde deixam de crescer proporcionalmente à receita do país e passam a ficar congelados – corrigidos apenas pela inflação do ano anterior.

Como se trata de um piso, e não de um teto, é possível, na teoria, que a União invista mais que o mínimo estipulado. Mas como todas as outras áreas estarão com seus orçamentos limitados, é improvável que sobre dinheiro para gastos extras com educação e saúde.

Em entrevista à DW Brasil, Claudia Costin, diretora global de Educação do Banco Mundial, afirma que os impactos da PEC 55 serão danosos às futuras gerações de alunos. «O Brasil continuará com o desastre educacional que tem hoje.»

Claudia já foi secretária de Educação da cidade do Rio de Janeiro, de Cultura do estado de São Paulo e ministra da Administração e Reforma do governo de Fernando Henrique Cardoso. Hoje, vive nos Estados Unidos, onde leciona na Faculdade de Educação de Harvard. Segundo ela, é imprescindível que o Brasil invista mais nos salários e na formação dos professores para aumentar a produtividade dos novos trabalhadores brasileiros.

«Se não conseguirmos avançar nessas medidas, estaremos condenados a uma educação de baixa qualidade, e o Brasil não vai conseguir crescer economicamente. O país será uma promessa falida», afirma Claudia.

DW Brasil: Como a senhora avalia os impactos da PEC 55 para a educação?

Claudia Costin: Estamos com um problema sério e de longo prazo. Acredito que a PEC 55 vai trazer danos graves para a educação, sem ganhos significativos do ponto de vista fiscal. Não sou contra medidas de austeridade. Houve uma gestão irresponsável das contas fiscais, gastando-se mais do que se podia. Mas na tentativa de correção do problema, é fundamental preservar a educação. Normalmente, quando países têm problemas fiscais, ao menos os mais desenvolvidos, eles preservam a educação dos cortes. O Brasil optou por não fazer isso. É uma grande pena.

Qual será o ponto mais prejudicado pelas novas regras para investimentos em educação?

Muitos olham para os números e dizem que o Brasil já gasta muito com educação. Isso não é verdade. Países que deram saltos na qualidade da educação tiveram de aumentar os investimentos durante um certo período. Não estamos fazendo o mesmo. Pelo contrário. Hoje, não investimos o suficiente no ensino básico e pagamos mal os professores. Acredito que o mais complicado será lidar com a questão da atratividade da profissão de professor, que vai continuar baixa pelos próximos 20 anos. Caso não se estabeleça um mecanismo de revisão logo (antes dos dez anos previstos pela proposta), o Brasil vai continuar com o desastre educacional que tem hoje.

Quais serão as consequências de não se adotar esses investimentos?

O impacto direto é condenar o Brasil a uma baixa qualidade da educação das crianças por um período de 20 anos. Nenhum sistema educacional é melhor que a qualidade de seus professores. Melhorar o salário do professor é uma das medidas mais importantes para aumentar a atratividade da licenciatura, para aqueles jovens que ainda vão escolher que profissão seguir. Pesquisas mostram que os piores alunos tendem a escolher profissões de baixa atratividade. Corrigir esses salários demanda um esforço importante, constante e progressivo. Ao congelarmos os gastos por 20 anos, isso não poderá ser feito. Não é a única medida para melhorar a educação, mas é uma das mais importantes.

O que pode ser feito para melhorar a educação no país, independentemente da quantidade de recursos investidos?

O ideal seria, pelo menos, aprovar revisões dos valores dos investimentos antes dos dez anos – como prevê a PEC 55. Mas mesmo se isso não passar, será preciso mudar a universidade que forma os professores. Tornar a faculdade de educação e a licenciatura mais profissionalizantes, preparar melhor os universitários para a profissão de professor. Também temos de pensar na criação de um processo de ensino mais adequado para os jovens e adotar um currículo nacional comum (a base nacional curricular comum já está em processo de elaboração pelo governo), que defina claramente as expectativas de aprendizagem dos alunos brasileiros.

É preciso que este currículo seja muito mais adequado para as demandas do século 21: que forme jovens que saibam pensar, aplicar conceitos em situações reais, ler e interpretar textos de forma analítica. Tudo isso demanda um professor mais bem preparado. É um esforço que temos de fazer independentemente da PEC do teto dos gastos públicos.

Em que sentido é preciso melhorar a formação dos professores?

Hoje, a formação dos professores é excessivamente focada nos fundamentos da educação, como sociologia da educação, história da educação, filosofia da educação. Os currículos das universidades que formam professores trabalham muito pouco com a prática. Os cursos de Engenharia e Medicina, por exemplo, preparam o futuro engenheiro ou médico com uma abordagem prática e reflexão sobre a prática muito maior.

Em educação, isso não acontece. É urgente mudar os currículos de formação de professores pelas universidades e os concursos públicos das secretarias municipais e estaduais de educação para selecionar professores que, durante sua formação, tenham desenvolvido sua competência de ensinar de forma mais prática, com maior enfoque na didática.

Caso essas mudanças não sejam adotadas, como a senhora vê o país daqui a 20 anos?

Vejo o país estagnado. Uma das questões mais preocupantes que observamos na economia brasileira é a da produtividade, que está estagnada em um patamar muito baixo. Com uma produtividade baixa, e ela tem uma correlação importante com a qualidade da educação e o crescimento econômico de longo prazo, não vamos crescer. Com menos investimentos em educação, não vamos conseguir preparar os jovens para o futuro do mercado de trabalho. Hoje, vários cargos que demandam atividades manuais e intelectuais rotineiras estão se tornando obsoletos e desaparecendo por causa da automação do trabalho.

O que está sendo cada vez mais valorizado no mercado é a capacidade de criação, concepção, reflexão crítica, comunicação. E essas habilidades dependem de uma educação mais sofisticada e de melhor qualidade. Se não conseguirmos avançar nessas medidas, estaremos condenados a uma educação de baixa qualidade, e o Brasil não vai conseguir crescer economicamente. O país será uma promessa falida. O que garante o crescimento econômico de longo prazo, especialmente inclusivo, que diminua a desigualdade, é a educação de qualidade. Se o Brasil colocar no seu projeto de nação a educação como um eixo estruturador, e investir nela, poderemos ser um país diferente.

A senhora conhece outros países que já adotaram medidas semelhantes ao que a PEC 55 propõe para a educação?

Não. No Brasil, quem usa os serviços de educação e saúde públicas são, em geral, as pessoas mais pobres. A classe média frequenta pouco as escolas públicas e os serviços de saúde do governo. Num país tão desigual como o nosso, estaremos atingindo os mais pobres. Com certeza, há outras formas de cortar gastos sem prejudicar investimentos em educação e saúde.

Em oposição à PEC 55 e à Medida Provisória da reforma do Ensino Médio (que, entre outros pontos, diminui a quantidade de disciplinas obrigatórias da grade curricular), milhares de estudantes ocuparam escolas de todo o país. Como a senhora avalia este movimento estudantil?

Durante muito tempo, o sistema educacional brasileiro tratou os jovens de forma um pouco infantilizada, como se não pudessem ser protagonistas de sua própria vida escolar. Na Finlândia, por exemplo [país com desempenho educacional excelente], as escolas não chamam os pais para discutir comportamento de alunos de Ensino Médio. Eles chamam o próprio aluno. O estudante tem de perceber que a educação dele depende do seu protagonismo. Ele é o principal ator na construção dos seus sonhos e na sua vida escolar. Quem vai sair perdendo se a qualidade da educação ficar congelada ou se deteriorar ainda mais vai ser justamente esta geração.

Por isso, vejo esse movimento estudantil de forma positiva, embora eu concorde que o ensino médio brasileiro, com uma média de quatro horas de aula por dia e 13 disciplinas, está insustentável. Precisamos criar trilhas diferentes de educação, em que o aluno possa escolher disciplinas e não cursar durante os três anos as 13, ou 15 em alguns estados, matérias obrigatórias. Se olharmos para os 30 primeiros países no ranking do Pisa, nenhum deles têm mais de seis matérias, e todos têm carga horária maior que quatro horas de aula por dia. É uma pena que a reforma tenha sido proposta por medida provisória, mas ao meu ver ela é necessária.

O Brasil obteve resultados ruins no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) em 2015, ocupando a 59ª posição em leitura, 63ª em ciências e 66ª em matemática, de um total de 70 países avaliados. Por que o desempenho brasileiro foi tão fraco?

O Brasil está estagnado há várias edições do ranking. O Pisa enfatiza a área de ciências, de letramento científico. Em primeiro lugar, estamos com professores muito mal formados para sua função. A universidade não prepara adequadamente professores no Brasil. Um professor de química, por exemplo, tem em média três anos e meio de aulas de química e um ano, ou menos, de aulas de fundamentos da educação. Mas não aprende a didática da química, ele não aprende a ensinar os alunos a pensar cientificamente. A prova Pisa pede exatamente esta competência: aplicar conceitos científicos para resolver problemas do dia a dia.

Os nossos professores não estão sendo preparados para isso. Além disso, dada a baixa atratividade da carreira, considerando os salários, condições e perspectivas, os melhores alunos do ensino médio não escolhem tornar-se professores. E mesmo os que já estão na faculdade de Química, Física e Biologia, por exemplo, na hora de fazer a licenciatura, optam apenas pelo bacharelado, porque o mercado paga muito mais que a sala de aula. A somatória das duas coisas, a baixa preparação da universidade e os salários reduzidos, explica boa parte do problema.

Fonte: Nathalia Tavolieri, DW

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PISA y el Debate Educativo: volver al foco

Por Andrés Peri

Hace más de diez años que soy director de la División de Investigación, Evaluación y Estadística (DIEE)(1) de la Administración Nacional de Educación Pública (ANEP). Me gusta mi trabajo. Soy un agradecido de contar con un equipo excelente de profesionales y de trabajar en la dificilísima articulación entre la ciencia y la política. El día después de presentar los resultados de PISA y cuando surgió la polémica sobre ellos, alguien me dijo que no quería estar en mis zapatos. Yo sí quiero seguir luciéndolos; me trajeron hasta acá, y ninguna de las mezquindades del mundo me los va a sacar. Intentaré en esta nota desenredar el malentendido generado.

Los resultados de PISA son siempre una sorpresa. Son el producto de 6.062 adolescentes que se enfrentaron a una tarea nueva. No tenían que estudiar para la prueba, sino que la prueba quería evaluar “qué pueden hacer con lo que saben”. A su vez, lo que incide para que a un estudiante le vaya bien en una prueba de estas características hay que rastrearlo en factores que se empiezan a gestar desde la concepción hasta el día de la prueba. La competencia lectora depende del lenguaje hablado por la familia en los primeros años de vida, de la adquisición de la lectura fluida en los primeros años de la escolaridad, de realizar exitosamente la transición de aprender a leer a leer para aprender alrededor de la mitad de la educación primaria, y depende mucho de si la persona es incentivada a la lectura por placer. La escuela cumple un rol fundamental, pero también la sociedad. Lo mismo podría decirse de las competencias matemática y científica, aunque hay acuerdo en que el rol de la escuela en estos dominios últimos es aun más relevante.

Muchos esperaban un resultado negativo. Algunos lo veían como munición política. Es tan importante que el sistema educativo haya aprendido, recientemente, a valorar lo que las pruebas PISA pueden -y no pueden, ya que no son la única forma de evaluar-, como que el sistema político y los medios de prensa lo entiendan y colaboren en no hacer del ejercicio un espacio de contienda política de corto plazo. Los problemas que enfrenta la educación están presentes y no desaparecen por una mejora en las pruebas PISA, como tampoco se hacen apocalípticos por lo contrario. Lo que PISA nos ofrece es una herramienta para entender, en parte, por qué nuestros resultados se comportan de tal o cual manera.

Los resultados fueron presentados de la misma forma por nosotros y por la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos (OCDE) en todos los ciclos anteriores basados en el informe internacional. En la tabla se presentan los puntajes del país para cada ciclo en que participó Uruguay.

De la misma forma que se toma el último valor de desempleo y se lo compara con el mes anterior y con la tendencia pasada, si uno mira la tabla concluye que Uruguay mejora sobre 2012 en todas las áreas (coyuntura de tres años), y si analiza toda la serie concluye que el resultado de 2015 es el mayor valor de la serie en Ciencias y en Lectura.

Después uno analiza si las comparaciones con los ciclos anteriores son estadísticamente significativas. En este caso, lo que corresponde comparar es el ciclo anterior y el año en que el área fue foco.(2) Para Ciencias, por ejemplo, la diferencia es significativa para el año anterior, pero no significativa cuando se la compara con 2006. En el caso de Lectura, la diferencia es significativa(3) tanto para 2012 como para 2009, cuando fue área foco.

Las percepciones sobre el sistema educativo son mayoritariamente negativas. He visto experiencias muy valiosas que no logran hacer mella en “el estado del alma” sobre la educación que se instaló en Uruguay. PISA no podía ser una excepción. Pedro Ravela encontró en la página 308 del anexo del informe internacional un ejercicio metodológico con el cual se reescala la serie de resultados para atrás y se analiza qué habría pasado si los cambios introducidos por la metodología 2015 se hubieran aplicado a los ciclos anteriores. En ese ejercicio de simulación los resultados cambian, y la serie muestra una tendencia distinta a la que reporta el informe internacional (que fue el mismo que publicaron Uruguay, Chile y Colombia) en el Cuadro Tabla I.4.4A. Si esta metodología fuese la que se debería adoptar, entonces la OCDE no debería haber publicado el cuadro anterior con la misma metodología que utilizamos nosotros.

Los valores ajustados que presentó en la prensa Pedro Ravela son parte de este ejercicio de simulación, y no forman parte del Volumen I impreso que publicó la OCDE el 6 de diciembre. Sí aparece un link a un sistema de información que tiene la OCDE para ver tablas comparativas. Invito a todos los lectores -y a los colegas técnicos en particular- a ver si algún país informó la tendencia en base a esa corrección. Nosotros hemos hecho una consulta a la OCDE, y la respuesta de Andreas Schleicher (director de Educación de la OCDE) fue la siguiente: “La comparación con el Anexo A5 no debe utilizarse para arrojar dudas sino para comprender las fuentes de esa mejora”.

Como en tantos otros temas, no vemos la luna sino el dedo que la señala. Los temas que tratamos son complejos: es muy difícil medir una competencia por medio de actividades propuestas a estudiantes, y más aun monitorearlas a lo largo de una década en medio de cambios de todo tipo. Insisto: todo lo analizado se hizo como lo plantea la OCDE en su informe central. Las inferencias de mejora se basaron en los datos publicados y en los análisis realizados.

Cuando decante el polvo, ¿qué quedará? ¿Podremos encaminar el debate hacia cómo mejorar, cómo hacer para que un estudiante pueda enfrentarse a una actividad científica y pueda resolverla, cómo atacamos la desigualdad que persiste en nuestro sistema y que cada tres años PISA nos recuerda? El ciclo 2015 mostró mejoras entre los estudiantes de los sectores más vulnerables. Hay ofertas educativas que crecen más de 50 puntos entre 2012 y 2015. Persiste, sin embargo, un fuerte gradiente entre origen social y logros, y un importante porcentaje de estudiantes que no alcanzan resultados de competencia básica. Antes que debatir si hay razones para alegrarse o para preocuparse, yo señalaría que hay razones y evidencia para ocuparse. Ocuparse de identificar nuestros problemas persistentes y atacarlos; ocuparse de entender las causas de las mejoras y potenciarlas. Michael Fullan recomendaba a todos los actores educativos no distraerse. Intentemos volver al foco.

(1). DIEE es la unidad encargada de realizar las evaluaciones internacionales de aprendizaje en las que la ANEP decide participar. Tiene dos departamentos, uno de Evaluación de Aprendizajes y otro de Investigación y Estadística. (2). PISA rota cada tres años el área foco entre Ciencias, Lectura y Matemática. (3). Se denomina “diferencia significativa” cuando se aplica un procedimiento estadístico que descarta la variabilidad inherente a trabajar con muestras.

Fuente:http://ladiaria.com.uy/articulo/2016/12/pisa-y-el-debate-educativo-volver-al-foco/

Imagen: ladiaria.com.uy/media/photologue/photos/cache/puntajes_pisa_article_main.png

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Entrevista a Hugo Juri: La educación sufre un terremoto en cámara lenta

13 de diciembre de 2016/Fuente: la voz

El rector de la UNC analiza por qué los estudiantes de otros países son exitosos en las pruebas Pisa y opina que, en Argentina, la educación ha perdido valor social.

Para el rector de la Universidad Nacional de Córdoba, Hugo Juri, la educación en la Argentina viene sufriendo “un terremoto en cámara lenta”.

Y advierte que esta situación no sólo se vincula con el deterioro en la calidad educativa, sino también –y en esencia– con el hecho de que, al margen de lo que se declama, la educación ha perdido en el país su valor social como herramienta fundamental en la movilidad social y el desarrollo personal y colectivo.

“Pero ni la Argentina ni los individuos van a tener salida sin la educación”, asegura, al tiempo que enfatiza que para mejorarla hay que poner el foco en la formación y jerarquización de los docentes, así como en la inversión educativa.

En ese contexto, el rector y ex ministro de Educación de la Nación, analizó cuáles son las claves del éxito de los países asiáticos en las pruebas Pisa, cuyos resultados se conocieron hace pocos días.

Cuestión cultural

De acuerdo con Juri, el denominador común que comparten los países que vienen arrasando en las últimas pruebas Pisa se vincula a que “tienen una tradición, una cultura, en la que la educación es muy importante y muy valorada a nivel social, aunque buena parte de la población sean campesinos con muy pobre nivel educativo como China, o sociedades con muchísimos profesionales como Finlandia”.

Y subrayó que eso se da en países muy heterogéneos en otros aspectos, ya que algunos son capitalistas, otros comunistas; y en algunos las escuelas son sólo públicas, y en otros privadas y ­públicas.

El rector destacó que las naciones asiáticas, así como también los países de la ex Unión Soviética, como Estonia –que quedó en el top 3 en ciencia en las Pisa 2015–“hay una tradición de estudio, ya que antes el conocimiento era la forma de ascender socialmente y ahora también lo es para ascender económicamente”.

“Muchos de los padres son todavía muy pobres, pero tienen claro que aunque ellos estén cosiendo botones, aspiran a que sus hijos vayan a la universidad. Y como entrar es muy difícil, saben que para lograrlo les tiene que ir muy bien en la escuela”, explicó.

“Y a eso se suma que esos Estados también han decidido que los chicos tengan ocho horas de clase y deberes en la casa”, puntualizó.

Esfuerzo y decisión política

“Valoran altamente la educación, y a la vez tienen otra tradición vinculada al espíritu de sacrificio para lograr metas”, señaló Juri, al tiempo que marcó que el alto rendimiento que se observa en los estudiantes asiáticos en las pruebas Pisa, se replica en escuelas y universidades en California (Estados Unidos), donde también arrasan.

“Es cultural: en Asia o donde estén, hacen exactamente lo mismo”, subrayó.

“Además, otro factor fundamental son las expectativas puestas en el estudio que tienen las familias, los docentes y también los propios pares”, advirtió. “Hay presión social para andar bien en la escuela, y eso es muy importante”, dijo.

No obstante, el rector puntualizó que a los factores culturales se agrega la decisión política.

La clave del éxito finlandés, explicó Juri, se centra en la capacitación y jerarquización de los docentes, a lo que se suma el alto nivel educativo de la población. “La cultura está en la casa”, sostuvo Juri.

“Pero además, la carrera do­cente es la más difícil para ingresar, y el docente tiene el mismo prestigio y está igual o mejor pagado que los médicos o los abogados. A su vez, la mayoría de los maestros tiene un máster o lo está haciendo, y los mejores son los que enseñan en los primeros grados”, finalizó.“Esos países han tenido una estrategia nacional en la que han invertido para tener buenas universidades y para desarrollar la ciencia y la tecnología, y tienen claro que para cubrir esos puestos necesitan personas altamente capacitadas”, indicó.

En la misma línea, Juri destacó que el fenómeno de los países asiáticos es relativamente nuevo. “El boom es de los últimos 10 años, porque en los primeros exámenes Pisa ninguno de ellos aparecía en los primeros puestos. Pero se pusieron las pilas y tomaron la decisión”, señaló.

Sobre el caso de Singapur, que ocupó el primer lugar en ciencias, matemáticas y lectura en la última prueba Pisa, Juri informó que se trata de una ciudad-Estado con menos de seis millones de habitantes, económicamente muy rica, y que desde hace una década tiene una de las 10 mejores universidades del mundo.

“En mi opinión su caso no es tan sorprendente como el de algunos países pobres, con fuertes masas de campesinado, como Vietnam, que pasó a integrar el top 10 en las tres competencias. En Vietnam los sectores económicos más bajos tienen hoy mejores resultados en matemáticas que los sectores más altos de Buenos Aires”, afirmó.

Fuente: http://www.lavoz.com.ar/ciudadanos/entrevista-hugo-juri-la-educacion-sufre-un-terremoto-en-camara-lenta

Imagen: staticf5a.lavozdelinterior.com.ar/sites/default/files/styles/landscape_1020_560/public/nota_periodistica/16_151.jpg

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Video: A pesar del aumento del 20% en el gasto por estudiante,sólo 12 países mejoraron el desempeño en ciencias

13 de diciembre de 2016/Fuente: OCDE

Más de medio millón de jóvenes de 15 años participaron en la última encuesta mundial sobre educación de la OCDE, conocida como PISA. El principal tema estudiado fue la ciencia, una parte cada vez más importante de nuestra vida económica y social.

 

Fuente: https://www.youtube.com/watch?v=HZjxkDA1s-c&feature=youtu.be

Imagen: static.animalpolitico.com/wp-content/uploads/2016/12/92844132_pisa5-960×500.jpg

 

 

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Mozambique: Govt Approves 2017 Economic and Social Plan

Monzambique/12 de Diciembre de 2016/Allafrica

Resumen: El Parlamento de Mozambique, desde la Asamblea de la República, aprobó el viernes el Plan Económico y Social del Gobierno para 2017, con el voto en contra de todos los diputados de la oposición.

En educación, el gobierno planea alcanzar una tasa de asistencia a la escuela primaria del 86,5% y contratar a 8.300 nuevos maestros para educación general y técnica. La proporción de alumnos por maestro en la enseñanza primaria debería bajar de 62 a 60.

The Mozambican parliament, the Assembly of the Republic, on Friday approved the government’s Economic and Social Plan for 2017, with all opposition deputies voting against.

The plan passed with 138 deputies of the ruling Frelimo Party voting in favour, against the opposing votes of 91 members of the rebel movement Renamo and of the Mozambique Democratic Movement (MDM).

The plan sets a target of 5.5 per cent economic growth for 2017. This would be a significant increase on the 3.9 per cent growth expected for this year, but lower than the seven per cent initial target for 2016.

The government expects to bring inflation under control, and sets a target that the average 12 monthly inflation rate over the year should not exceed 15.5 per cent.

Exports are expected to grow by 7.7 per cent to reach about 3.5 billion US dollars. The government expects to cut the deficit on the current account from 42 to 34 per cent. The country’s net international reserves should remain at a level throughout the year capable of financing three months’ imports of goods and services.

 In education, the government plans to attain a primary school attendance rate of 86.5 per cent, and to hire 8,300 new teachers for general and technical education. The ratio of pupils to teachers in primary education should drop from 62 to 60.
 As for health care, the government plans to expand complete vaccination coverage to 90 per cent of children under one year of age, and to increase the proportion of births that take place in health units to 76 per cent.

The number of health units offering specialist care to women and children who are victims of domestic violence should rise by 89 to reach 310.

The government also plans to rehabilitate 300 kilometres of roads, and to build or rehabilitate 42 bridges. 100 new buses will be acquired for urban passenger transport, and 306 railway wagons will be rehabilitated.

The electrification of all district capitals is now reaching its end. Four capitals will be electrified in 2017 – Luabo, Dere and Mulavala in the central province of Zabezia, and Doa in the western province of Tete. 1,129 kilometres of electricity line will be built and strengthened, and there should be 100,000 new connections to the national electricity grid.

After the vote on the first reading of the resolution approving the plan, the Assembly moved to a second reading in which the resolution was passed and amended article by article. As happens every year, Renamo introduced a wrecking amendment, seeking to replace the words “the plan is approved” by “the plan is rejected”.

Procedurally, this was illegitimate since the plan had already been approved in general. But rather than waste time arguing with Renamo, a vote was taken on the amendment which went down to defeat by 138 votes to 90.

Fuente: http://allafrica.com/stories/201612100019.html

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Argentina: Delegados docentes votan plan de lucha contra la tregua de Baradel

Argentina/ 12 de Diciembre de 2016/Izquierda Diario

El 6 de diciembre se reunió el cuerpo de delegados del combativo SUTEBA La Matanza, y resolvió por unanimidad movilizarse por exigir la reapertura de paritarias.

El 6 de diciembre se reunió el cuerpo de delegados del combativo SUTEBA La Matanza, por la mañana se debatió y resolvió por unanimidad movilizarse por exigir la reapertura de paritarias, por un bono de fin de año y rechazar la segunda etapa de la evaluación externa del plan Aprender 2016. Por la tarde en comisiones se inició el debate por la reforma de los estatutos burocráticos de SUTEBA.

Mas de cien delegados de escuelas se hicieron presentes en la sede del SUTEBA La Matanza para debatir y decidir cómo continuar la lucha contra el plan de ajuste del gobierno nacional y provincial, que gracias a la tregua de la burocracia kirchnerista de Baradel y la direccion de SUTEBA avanza en su ataque a la educación pública.

El gobierno avanzó con el recorte del 3% del presupuesto educativo para el 2017, la municipalizacion de los comedores escolares, profundizando la crisis de la alimentación de los niños y estudiantes que asisten a la escuela publica, mantiene la crisis de la infraestructura escolar con un 75% de escuelas con problemas y con decenas de miles de docentes que ganan $9800, bien lejos del valor de la canasta familiar, es decir que forman parte del 32% de pobres que hay en Argentina. Y para colmo, Mariu Vidal quiere poner techo en las paritarias del 2017 acordando un 18% en cuatro cuotas con el sindicato lamebotas de UPCN, mientras el diario Ámbito Financiero publicaba la semana pasada que para recuperar el salario perdido lo docentes de la provincia tendrían que recibir un bono de $9000, es decir casi duplicar el salario de bolsillo.

Ante esta situación se votó por unanimidad organizar una jornada distrital de lucha con movilización el próximo 14 de diciembre en San Justo y continuar con el enfrentamiento al Plan Aprender llamando a rechazar y boicotear la autoevaluacion docente del próximo 21 de diciembre y discutir en las escuelas como nos preparamos para el 2017, contra el plan antieducativo de Macri y Vidal y la tregua de Baradel y el Frente Gremial Docente. Como no podía ser de otra manera, la agrupación Celeste de Baradel y los punteros del municipio no se hicieron presentes en la reunión y siguen en la tregua, seguramente preparando sus vacaciones como buenos burócratas y funcionarios políticos millonarios.

Un debate: El 20 de diciembre a las calles con los sectores combativos

En la mañana más de 25 delegados intervinieron en el participaron del debate, mostrando la predisposicion a la lucha por la calidad educativa que llevamos adelante los trabajadores de la educación, pero también como no somos indiferentes a los problemas sociales y ante el nuevo aniversario del 19 y 20 de diciembre la mayoría voto por sumarse a la movilización independiente que están impulsando los sectores combativos del movimiento obrero, el Encuentro Memoria Verdad y Justicia y los partidos de izquierda. La única abstención provino de la agrupación Azul y Blanca-CCC-PCR que siguiendo su política de paz social que firmo con el gobierno junto a la CTEP y Barrios de Pie, se negó a marchar con los sectores que convocamos a la movilización del 20. Desde La Marrón-PTS e independientes en el Frente de Izquierda, claramente salimos a cuestionar esta orientación política que va en contra de la política que desarrollamos desde el SUTEBA La Matanza, ante el asombroso silencio del resto de las agrupaciones de la Multicolor.

Por eso al igual que repudiamos la tregua de la CGT y las CTA, también repudiamos la tregua de las direcciones de los movimientos sociales que a cambio de migajas legalizan el trabajo informal y la desocupación, como la obra social que va a administrar la CTEP.

1º debate por la estatuyente en el SUTEBA La Matanza

Por la tarde, el 50% de los delegados presentes se sumaron al trabajo en la Comisión de reforma de los estatutos, propuesta desde la Lista Marrón en la secretaria de organización. Este paso, luego de la votación de la última asamblea extraordinaria del 23 de noviembre pasado, muestra el interés que despertó encarar de manera democrática la reforma de los burocráticos estatutos del SUTEBA, que atan nuestra organización sindical al estado, al gobierno y que pone el SUTEBA al servicio de los partidos patronales y que permite que una casta parasite nuestro sindicato atornillándose a los sillones, como Baradel que hizo toda su carrera docente sin trabajar, viviendo como un burócrata desde hace 24 años.

Como motor del debate pusimos a discusión la votación de la asamblea que planea iniciar un proceso estuyente desde las escuelas para que sean los docentes los que discutan las reformas y que luego de un debate se vote en una asamblea la reforma, lejos de las decisiones que toman los dirigentes burocráticos del Suteba.

Luego de más de dos horas de debate, se acordó en que los principios del estatuto que tienen que regir nuestro sindicato son la independencia política del gobierno y los partidos patronales, contra la integración y la injerencia del Estado que promueven todas las burocracias sindicales y en particular la Celeste como se vio en la última asamblea donde el Consejero Escolar del distrito se presentó dirigiendo una agrupación docente bancada por Magario y el PJ local.

Los otros preceptos que se pusieron a discusión fueron que los dirigente luego de un mandato vuelvan a trabajar a las escuelas, que los delegados paritarios sean elegidos en asamblea y con mandato, que se respeten las minorías y su derecho a integrarse en todas las instancias del sindicato basándose en el sistema D´Hont, que la instancia máxima de decisión sea la asamblea soberana y no el plenario de secretarios generales como el ejemplo del sindicato ceramista de Neuquén y su estatuto clasista. Se resolvió publicar en un cuaderno para llevar a todas las escuelas la discusión realizada y continuar el debate en la próxima reunión de delegados.

Fuente: http://www.laizquierdadiario.com/Delegados-docentes-votan-plan-de-lucha-contra-la-tregua-de-Baradel

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