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Francia y la India ratifican compromiso contra el cambio climático

Francia/Junio de 2017/Fuente: Prensa Latina

El presidente francés, Emmanuel Macron, recibió hoy al primer ministro de la India, Narendra Modi, ocasión en la cual ambos ratificaron su decisión de aumentar esfuerzos en la lucha contra el cambio climático.
Dos días después de que el presidente estadounidense, Donald Trump, anunciara la decisión de sacar a su país del Acuerdo de París sobre el clima, el tema del calentamiento global centró el diálogo de Macron y Modi, reunidos en el Palacio del Elíseo.

En una declaración conjunta, el jefe del Gobierno indio afirmó su intención de ‘ir más allá’ en la aplicación del Acuerdo de París, mientras el anfitrión afirmó que ‘los dos países tienen mucho por hacer para favorecer la transición energética’.

Macron anunció su intención de viajar a la India antes del fin de este año para participar en la primera cumbre de la Alianza mundial solar, creada en 2015 con el fin de impulsar en el mundo el aprovechamiento de la energía fotovoltaica.

En el diálogo, los dos mandatarios abordaron el refuerzo de la cooperación bilateral en temas como las energías renovables, la industria, la lucha contra el terrorismo, la cultura y la educación.

Fuente: http://www.prensa-latina.cu/index.php?o=rn&id=90556&SEO=francia-y-la-india-ratifican-compromiso-contra-el-cambio-climatico
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Brasil não tem política para reduzir desigualdade na educação, diz especialista

Brasil/Junio de 2017/Fuente: Terra

Resumen: Brasil no tiene una política orientada hacia la reducción de desigualdades en la educación, en la evaluación de la presidenta ejecutiva del movimiento Todos por la Educación, Priscila Fonseca de la Cruz, y eso impacta no sólo datos educativos, sino el desarrollo del país. «Hemos logrado avanzar porque tuvo política única de inclusión en el sistema. Pero se detuvo ahí. No tenemos políticas para priorizar la parcela más pobre de la población «, dice. Los Todos por la Educación, en sociedad con la Editora Moderna, lanzó el Anuario Brasileño de la Educación Básica, que reúne datos de la educación brasileña organizados de acuerdo con las metas del Plan Nacional de Educación (PNE). El PNE fue sancionado en 2014 y establece metas para mejorar la educación hasta 2024. Entre ellas está el aumento de la inversión en el área para por lo menos el 10% del Producto Interno Bruto (PIB) por año – actualmente, Brasil invierte el equivalente a 5, 3% del PIB en educación.

O Brasil não tem uma política voltada para a redução de desigualdades na educação, na avaliação da presidente executiva do movimento Todos pela Educação, Priscila Fonseca da Cruz, e isso impacta não somente dados educacionais, mas o desenvolvimento do país. “A gente conseguiu avançar porque teve política única de inclusão no sistema. Mas parou por aí. Não temos políticas para priorizar a parcela mais pobre da população”, diz.

O Todos pela Educação, em parceria com a Editora Moderna, lançou o Anuário Brasileiro da Educação Básica, que reúne dados da educação brasileira organizados de acordo com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). O PNE foi sancionado em 2014 e estabelece metas para melhorar a educação até 2024. Entre elas está o aumento do investimento na área para pelo menos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) por ano – atualmente, o Brasil investe o equivalente a 5,3% do PIB em educação.

Os dados mostram que há uma grande desigualdade entre a população mais pobre e a população mais rica quando se tratam de indicadores educacionais. “Isso define muito o futuro, não só profissional, mas de vida, participação e cidadania. Estudos que levam em consideração escolaridade mostram que três anos a mais de escolaridade média do país levam a um crescimento de 1% do PIB”, diz Priscila.

Atualmente, as pessoas com idade entre 18 a 29 anos, estudaram em média 10,1 anos. As diferenças aparecem quando considerados os 25% mais ricos da população e os 25% mais pobres. O primeiro grupo, estuda em média 12,5 anos, enquanto o segundo, 8,5 anos, ou seja, uma diferença de quatro anos de escolaridade. A educação é obrigatória, por lei, dos 4 aos 17 anos, o que equivale a 13 anos de estudo.

Embora o país tenha avançado em inclusão de crianças e jovens fora da escola, as diferenças socioeconômicas ainda impactam na educação. Prova disso é que o atendimento das crianças de 4 e 5 anos que vêm de famílias com renda até um quarto de salário mínimo (R$ 234,25) atinge 86,8%. Já entre aqueles que ganham pelo menos um salário mínimo (R$ 937), a taxa de atendimento sobe para 94,8%. Dos 15 aos 17 anos, também há diferença. A taxa de atendimento no primeiro grupo é de 79,1%, enquanto no segundo, 91,5%.

Para combater a desigualdade, de acordo com Priscila, seria necessário inverter a lógica atual e oferecer aos mais pobres uma educação de melhor qualidade, com melhor infraestrutura e melhor formação de professores. O que ocorre, no entanto, é o inverso. “Comunidades que têm escolaridade mais baixa geram menos riqueza, recebem menos riqueza, investem menos em educação e ficam presas nesse ciclo”, diz.

Investimento

Um dos caminhos para reduzir a desigualdade educacional no país é por meio de uma melhor distribuição de recursos e aumento de investimento. O momento, no entanto, de crise econômica, é também de alerta para o financiamento público da educação brasileira, segundo o coordenador de Projetos do Todos pela Educação, o economista Caio Callegari.

Em artigo publicado no Anuário, Callegari mostra que a complementação, pela União, do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) está hoje no patamar mínimo instituído por lei (Lei 11.494/2007). Em 2017, a complementação atingiu o montante de R$ 11,7 bilhões, menor valor em termos reais da série histórica.

“Embora o Fundeb ainda não seja um mecanismo perfeito de redistribuição de recursos e de indução de avanços educacionais, um aporte ampliado na complementação da União permitiria ampliar a equidade do sistema educacional básico, uma vez que o montante seria destinado aos estados com menores valores aluno/ano no Fundeb”, avalia Callegari

O Fundeb é, em muitos municípios, a principal fonte de recursos para a educação básica, pagando o salário dos professores e manutenções na rede de ensino. O fundo é formado por receitas dos entes federativos, mais uma complementação da União.

Callegari também demonstra preocupação com a redução de recursos para educação, sobretudo com a Emenda Constitucional nº 95/2016, que estabelece um teto de gastos para a União.

A previsão da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados é de que o mínimo de investimento em Manutenção e Desenvolvimento do Ensino (MDE) seja inferior ao que seria sob a regra anterior durante todo esse período de vigência da emenda.

Os impactos maiores viriam no decorrer dos anos, quando a economia voltar a se estabilizar. Os cálculos citados por Callegari mostram que no agregado de 2028 a 2036, a perda seria de pelo menos R$ 302,2 bilhões.

O governo diz que como educação ficou fora da regra geral das demais áreas, apesar do setor estar dentro de um teto geral, é possível realocar recursos e aumentar o investimento. O Fundeb também ficou fora do teto geral.

Fuente: http://istoe.com.br/brasil-nao-tem-politica-para-reduzir-desigualdade-na-educacao-diz-especialista/

 

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Panamá: Urge reformar educación en Latinoamérica para combatir desigualdad

Panamá/Junio de 2017/Autor: John Alonso/Fuente: HispanTv

La educación puede servir para generar cambios trascendentes en los pueblos de América Latina, que se plantean la urgencia de una reforma en sus métodos.

Uno de los retos más importantes que enfrenta la región latinoamericana en cuanto al tema educativo, sigue siendo el derecho a la educación y el fomento de pilares determinantes como su gratuidad, calidad y equidad; en una América Latina que hoy día, según datos de la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (Cepal), sigue siendo la región más desigual del planeta.

Tras el crecimiento económico registrado en los últimos años, la desigualdad en América Latina continúa siendo un factor determinante en el desarrollo de sus pueblos, cuya salida, según indican especialistas, será proporcional a las reformas educativas que modernicen el sistema en la región.

Esta semana convergieron en la Ciudad de Panamá (capital) distintos especialistas que abordaron el tema de la calidad en la educación, coincidiendo en que esta es el arma primordial para el fortalecimiento de la identidad de los pueblos; más allá de las diferencias estadísticas, sociopolíticas, históricas o culturales de cada uno de sus países.

Si bien es cierto que la inversión pública en la educación de América Latina ha crecido en los últimos años en términos absolutos, el desafío principal es acotar las desigualdades sociales, pues los pueblos indígenas, afrodescendientes y rurales siguen presentando profundas carencias en la instrucción académica que reciben.

Fuente: http://www.hispantv.com/noticias/panama/343324/reformar-educacion-america-latina-desigualdad

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Marruecos: Alhucemas, la ciudad rebelde

Marruecos/Junio de 2017/Autora: Beatriz Mesa/Fuente: El Periódico

Lo que tendría que ser un mes de ayuno (el mes sagrado de Ramadán para los musulmanes) envuelto de espiritualidad, invitando a la expiación de pecados y al encuentro familiar con la vuelta a casa por la navidad musulmana de los migrantes rifeños residentes en el extranjero (MRA), ha pasado a ser a una celebración empañada por el miedo de algunos y el activismo imparable de otros.

Alhucemas se rebela y parece que no hay marcha atrás, lo hace desde su plaza de Ben Ayoub, emulando las plazas de la primavera árabe de 2011. Cada noche -desde que el pasado sábado las fuerzas del orden lanzaran una ola de arrestos contra los activistas más influyentes del movimiento popular- miles de personas se concentran reclamando cambios profundos para El Rif. Nada más terminar la plegaria posterior al ftur (el desayuno, en árabe), los jóvenes, mujeres y niños pequeños acuden a la plaza para protestar pacíficamente. Sentados sobre el suelo de la plaza y en la parte alta de una avenida en pendiente, familias enteras, jóvenes, mujeres y niños gritan desgañitándose “¡Viva el pueblo! ¡Viva el pueblo!”.

En sus manos portan imágenes del Moncef Fkrir, el vendedor de pescado que se arrojó en un contenedor de basura en marcha como señal de protesta contra el abuso de poder o del líder del movimiento popular, Nasser Zefzafi, a quien, junto con otros activistas, las autoridades transfirieron este viernes desde Casablanca a las dependencias policiales de Alhucemas. Sobre ellos pesan cargos de extrema gravedad como actuar atentando contra la seguridad del Estado.

ENCOLERIZADA AVENIDA

Los activistas no están solos, en el otro extremo, un fuerte dispositivo de las fuerzas del orden (policía, fuerzas auxiliares, soldados) cortan la avenida y cada una de sus calles adyacentes a ésta para evitar que nuevos manifestantes se acerquen a la protesta popular. Agentes de la policía interrumpen el acceso de los rifeños a la empinada, larga y encolerizada avenida exigiendo un carné de identidad, “¿a dónde vas?”- pregunta la autoridad. “ A mi casa, ¿puedo?”-responde el vecino rifeño.

La estrategia de las autoridades en las últimas 24 horas ha sido la de sellar el corazón de la de Alhucemas para contener las protestas y evitar su propagación hacia otros barrios de la ciudad rebelde. Sin embargo, los jóvenes más bregados utilizan los efugios necesarios para alcanzar Ben Ayoud desde otros lados de la ciudad llegando incluso astutamente a saltar tejados de viviendas con el fin de lograr su objetivo que no es otro que sumarse a las protestas sociales que duran ya seis meses haciendo tambalear los pilares del ‘establishement’ marroquí.

“Sólo queremos que el Estado responda a nuestro derecho social. Nos sentimos enclavados. Date una vuelta y verás a gente rondando los 40 años sentada en los cafés porque no tiene empleo”, explica a EL PERIÓDICO un rifeño militante del partido socialista USFP. En su discurso se reabren las heridas del pasado de los tiempos del rey Mohamed V y su hijo Hassan II, cuando se empleó el ejército para sofocar con violencia las sublevaciones de los años 57 y 58 .

Los rifeños, medio siglo después, se sienten nuevamente atacados y desafiados ante la imponente presencia del Ejército y el despliegue en calles de cientos de furgonetas de la policía nacional y de los antidisturbios al acecho de cualquier brote de indignación popular: “ es deplorable la intervención directa de las autoridades. Entraron en la casa de mi cuñada para detener a su hijo. Y fíjate que su marido era un agente de la seguridad. Abatieron la puerta de la vivencia pero mi sobrino escapó”, denuncia a este diario muy afligido un notario del Rif. “Nuestra reivindicación es social pero no puede separase de nuestra identidad. Nos sentimos rifeños de Marruecos y no buscamos la independencia, tan sólo el reconocimiento”, añade el militante político a este diario.

RECONOCIMIENTO SOCIAL

La defensa del reconocimiento social ligado a la identidad constituye el catalizador de la movilización del pueblo rifeño, lo que suscita varios interrogantes: “¿si el Estado marroquí cumpliera con sus promesas sociales, los rifeños volverían a casa?”.  “ Por supuesto. Ya lo dijo públicamente Nasser (Zefzafi), el líder, si nos garantizan la construcción de una universidad y la mejora de las condiciones del hospital con la creación de un departamento de oncología para atender a los enfermos de cáncer, abandonamos la calle”- responde esta vez un profesor, director de un centro de formación.

Todos prefieren guardar el anonimato salvo Silya, la joven activista de 23 años y estudiante de literatura amazigh en la Universidad de la ciudad de Oujda, al noreste de Marruecos, cuya intensa actividad en las redes sociales ha abierto la ventana del Rif al exterior. Silya es una de esas mujeres rifeñas cuya odisea vital por juventud e ideas le ha llevado a despojarse del miedo y expresar públicamente “ganar o morir”.

Fuente: http://www.elperiodico.com/es/noticias/internacional/alhucemas-ciudad-rebelde-marruecos-6081606

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Argentina: Intiman al Ministerio de Educación por problemas en las escuelas

Argentina/Junio de 2017/Fuente: Anbariloche

En 48 horas la cartera educativa deberá presentar un informe sobre el estado de los establecimientos escolares de la ciudad.

En el marco del amparo presentado la semana pasada por el legislador Alejandro Ramos Mejía, padres y docentes de distintas comunidades educativas de nuestra ciudad, el juez Rubén Marigo intimó al Ministerio de Educación de la provincia para que presente un informe detallado de cada establecimiento educativo a su cargo en el término perentorio de 48 horas.

Ramos Mejía se mostró conforme con la disposición del magistrado. “Es fundamental que se avance sobre esta problemática lo antes posible, y esta medida va a ayudar a determinar y conocer la verdadera situación edilicia de los colegios afectados”, señaló.

“Los chicos no pueden seguir esperando que retomen las clases, cuando la situación actual se produce, fundamentalmente, por la desidia e incapacidad de los funcionarios del gobierno de (Alberto) Weretilneck», añadió.

Ramos Mejía aclaró que Marigo decidió dar trámite al amparo principalmente para que el Ministerio de Educación repare la totalidad de los edificios escolares que padecen problemas de gas y electricidad, “garantizando así el derecho a la educación de nuestros chicos”.

Fuente: http://www.anbariloche.com.ar/noticias/2017/06/03/58876-intiman-al-ministerio-de-educacion-por-problemas-en-las-escuelas

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ACNUR, impactado por las muertes en el desierto del Sáhara

Suiza/Junio de 2017/Fuente: UNHCR/ACNUR

ACNUR, la Agencia de la ONU para los Refugiados, está impactada por las informaciones sobre la muerte de 44 inmigrantes y refugiados en el desierto del Sáhara esta semana, entre ellos mujeres y niños.

Los supervivientes sugieren que un grupo de 50 personas viajaba en dirección a Libia cuando su camión se averió entre las ciudades de Agadez y Dirkou en el desierto del norte de Níger, lo cual les expuso a un calor extremo y sin agua. Sólo 6 personas pudieron ser rescatadas con vida.

Está claro que los traficantes de personas son capaces de traspasar cualquier límite para explotar a inmigrantes y refugiados desesperados. Estás estremecedoras muertes forman parte de un panorama mayor de explotación, una trampa mortal organizada por los traficantes que se extiende desde el Mediterráneo al Sáhara.

ACNUR abrió recientemente en Níger una oficina en Agadez, cerca de las zonas de tránsito, con el fin de proveer a los refugiados un acceso ágil al asilo. También se trabaja con la Organización Internacional para las Migraciones (OIM) para advertir sobre los peligros del desierto y las travesías en barco. Desde enero de 2017, alrededor de 17.000 inmigrantes y refugiados han cruzado a Libia a través de Níger.

ACNUR está asimismo intensificando su presencia y sus proyectos en Libia en respuesta al empeoramiento de la crisis humanitaria resultante del conflicto, la inseguridad, la inestabilidad política y el colapso de la economía en el país norafricano. Muchos refugiados e inmigrantes terminan siendo detenidos o explotados por traficantes de personas; miles han fallecido mientras intentaban cruzar el Mediterráneo Central hasta Italia desde Libia.

ACNUR necesita $75 millones de dólares para abarcar las crecientes necesidades humanitarias y de protección en Libia, entre las que se incluyen las de los desplazados internos, comunidades de acogida, refugiados y solicitantes de asilo. Esta solicitud de fondos incluye tanto labores de monitorización de la protección e intervenciones como la defensa de de cuestiones relacionadas con el respeto a los derechos humanos, el acceso a los servicios básicos, los procedimientos de asilo y la libertad de circulación. También se necesitan recursos adicionales en Níger, Burkina Faso, Malí y Chad, para ayudar a prevenir y responder a los riesgos asociados con estas mortíferas travesías.

Con esta última tragedia en el desierto del Sáhara, ACNUR repite su llamamiento para la creación de alternativas seguras para quienes necesitan protección internacional a estos peligrosos viajes, incluyendo formas accesibles y seguras de alcanzar Europa, como la reunificación familiar, el reasentamiento y el patrocinio privado. ACNUR continúa centrando sus esfuerzos en ampliar las oportunidades de reasentamiento para refugiados para así salvar vidas.

Fuente: http://www.acnur.org/noticias/noticia/acnur-impactado-por-las-muertes-en-el-desierto-del-sahara/

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Ninguna escuela de EEUU puede rechazar a un estudiante por ser indocumentado: Conoce los derechos de los estudiantes

Estados Unidos/Junio de 2017/Fuente: Univisión

Los niños van a la escuela a aprender, los maestros, a enseñar. Parece sencillo, pero esto a veces se pierde en medio del clima político actual, cargado de retórica antiinmigrante. Es importante que tanto padres, estudiantes y educadores tengan claro cuáles son los derechos de los estudiantes en las escuelas, sean estos inmigrantes o no.

Lo más importante es que todos los estudiantes, sin importar su estatus migratorio, tienen los mismos derechos cuando se trata de su educación y de las escuelas. Esto proviene de una decisión de la Corte Suprema de 1982, Plyler v. Doe, que dictaminó que los niños indocumentados o de padres indocumentados tienen el mismo derecho de asistir a las escuelas públicas que tienen los niños que son ciudadanos estadounidenses.

Todo esto además está respaldado por la clausula de Protección Equitativa ( Equal Protection clause, en inglés), parte de la 14va Enmienda de la Constitución, que dice que ningún estado puede negarle a una persona «la protección equitativa de la ley».

Ahora, en Estados Unidos, los jóvenes no solo están obligados a asistir a la escuela hasta los 18 años. Además, las escuelas públicas no pueden:

  • Negarle la matrícula a un estudiante basándose en su situación legal y/o migratoria, ya sea a principios del curso o durante el año escolar.
  • Tratar a un estudiante en forma desigual al verificar la situación de migratoria solo de ciertos estudiantes.
  • Promover prácticas cuyo resultado es negar el derecho de acceso a los servicios escolares.
  • Requerir que un estudiante o sus padres revelen o documenten su situación migratoria.
  • Interrogar a estudiantes o padres con la intención de obligarlos a exponer y revelar su situación de indocumentados.
  • Exigir que los padres produzcan licencias de conducir u otros documentos de identificación.
  • Exigir que un estudiante obtenga un número de Seguro Social (SS) como requisito de admisión a la escuela.

Si un estudiante no tiene un número de SS, la escuela debe asignarle un número de identificación, según la Asociación de Investigación de Desarollo Intercultural, o IDRA, por sus siglas en inglés. Los adultos sin números de SS que necesitan almuerzo o desayuno gratis solo tienen que indicar que no tienen Seguro Social. Allí debe terminar la conversación.

Sin embargo, escuelas alrededor del país están publicando avisos en sus páginas web y otros sitios web escolares indicando que es necesario tener una tarjeta de SS o un certificado de nacimiento para registrar a los niños en la escuela. Aunque las escuelas pueden solicitar un certificado de nacimiento, no pueden prohibir que los estudiantes se matriculen si no tienen este documento. Esto sería una violación directa de Plyler v. Doe.

Los padres además deben saber que tanto ellos como sus hijos tienen derecho a la privacidad, es decir, el derecho a que no se comparta información de sus hijos, ya se migratoria o de otros temas. La Ley de Derechos Educativos y Privacidad Familiar le restringe a las escuelas compartir información con ICE, o la agencia de Inmigración y Control de Aduanas.

A los estudiantes indocumentados no se debe desalientar asistir.
A los estudiantes indocumentados no se debe desalientar asistir. iStock

¿Por qué EEUU tiene estas políticas de educación hacia los inmigrantes?

Lo que Plyler v. Doe dictaminó fue radical en su momento. La corte dictó que el estatuto de Texas contra el que se entabló la demanda «le impone una vida entera de dificultad y sufrimiento a una clase específica de niños que no son responsables por su estatus discapacitante. Estos niños no pueden ni afectar la conducta de sus padres ni su propio estatus indocumentado».

Además, continúa el texto de la decisión, «la educación pública tiene un rol crucial en mantener el tejido de la sociedad y en mantener nuestra herencia política y cultural. Privar de educación deja una marca negativa inestimable en el bienestar social, económico, intelectual y psicológico del individuo, e impone un obstaculo para la realización personal».

El personal de las escuelas – en especial el director y los que admiten a los estudiantes – deben ser conscientes de que no tienen la obligación legal de hacer que se cumplan las leyes de inmigración del país. Su labor es educar y apoyar a sus estudiantes para ayudarlos a aprender y triunfar como individuos y como miembros de la sociedad.

Fuente: http://www.univision.com/noticias/educacion-publica/ninguna-escuela-de-eeuu-puede-rechazar-a-un-estudiante-por-ser-indocumentado-conoce-los-derechos-de-los-estudiantes

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