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Nigeria: Tambuwal. Sokoto State Govt. targets N1bn education levy annually

Nigeria/27 june, 2017/ By NAN/Source: http://www.pulse.ng

The governor disclosed this on Monday when he inaugurated a 27-man Education Revitalization and Strengthening Committee.

Gov. Aminu Tambuwal of Sokoto State says over N1billion will be collected annually as education levy to be deducted from the salaries of civil and public servants in the state

The governor disclosed this on Monday when he inaugurated a 27-man Education Revitalization and Strengthening Committee being chaired by the Sultan of Sokoto, Alhaji Saad Abubakar.

The News Agency of Nigeria (NAN) reports that the governor performed the inauguration during the 2017 Annual General Meeting of the Sokoto Education Development Trust Fund (SEDTF).

Tambuwal disclosed that civil servants on Grade Levels 1 to 6 would pay one per cent of their basic salaries as education levy.

Similarly, those on Grade Levels 7 to 12 would pay one and a half per cent, while those on Grade levels 13 to 16, would pay two per cent.

Tambuwal said, ”The high powered committee was set up as part of measures being implemented under the declaration of the state of emergency in the education sector.

”The committee was also set up as part of the proactive strategies by the state government to revive education from its state of coma.»

”This action was premised on some disturbing statistics from development partners that the state still lags behind in education, especially girl child education.

”The committee is therefore charged with the responsibility of increasing enrollment, retention and completion of school by pupils,” he said.

Tambuwal further said that the terms of reference of the committee include: the rehabilitation, expansion and construction of schools, with the collaboration of the schools’ based management committees in the state.

In the same vein, the governor said that the committee would work out modalities for grassroots mobilisation of parents to enroll their children in both western and Islamic schools.

”It will also work to ensure improved quality of teaching and learning, as well as equity, irrespective of gender.

”The sultan is globally recognised as a committed leader and he has zero-tolerance for non compliance just like he led the successful war on the menace of polio,” Tambuwal, averred.

In his acceptance, the sultan commended Tambuwal for reposing tremendous confidence in the members of the committee and promised to work diligently in the discharge of the onerous responsibility.

”We will work assiduously in the discharge of this noble assignment, without fear or favour, and in the absolute fear of God.

”The committee will recommend the sacking of all unqualified teachers, as there are many of them, with some of them always absent from their duty posts.»

The Chairman of the Board of Trustees of the fund and second republic President Shehu Shagari lauded the state government, sultanate council of sokoto and some individuals for their sustained support to it.

Shagari, who was represented by Alhaji Idris Koko, the Madawakin Gwandu, pledged to continue to complement the efforts of the state government to restore the lost glory of the state’s education sector.

Source:

http://www.pulse.ng/local/tambuwal-sokoto-state-govt-targets-n1bn-education-levy-annually-id6901676.html

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Angola: Situação de crianças em risco foi debatida

Angola/26 de Junio de 2017/jornaldeangola

O sistema de atendimento aos menores em situação de risco foi tema de um seminário realizado ontem, em Luanda, pelos Salesianos de Dom Bosco.

O encontro,  que contou com o apoio do Instituto Nacional da Criança (INAC) e do Voluntariado Internacional para o Desenvolvimento (VIS), reflectiu sobre o problema das crianças que vivem nas ruas de Luanda,  causas e consequências.
O evento serviu também para sensibilizar a sociedade sobre a gravidade deste fenómeno, divulgar as práticas e estratégia do trabalho realizado por instituições afins, identificar as reais causas que levam as crianças para a rua e disseminar boas práticas de intervenção.
O superior dos Salesianos  de Dom Bosco, padre Victor Cerqueira, identificou os principais focos de concentração das crianças,  as actividades que desenvolvem e definiu medidas preventivas e reactivas para ajudar as crianças que se encontram nas ruas, tendo em conta os 11 compromissos  definidos pelo Governo.
O encontro enquadra-se no programa de reinserção de crianças e adolescentes de e nas ruas de Luanda levado a cabo pela instituição católica em Angola. Segundo o religioso, essas actividades servem para promover o diálogo entre os actores institucionais e da sociedade civil sobre a questão da protecção social das crianças, adolescentes e jovens de risco na cidade de Luanda.
Participaram do encontro,  que serviu ainda para apresentar o projecto educativo-pedagógico para reinserção de crianças e adolescentes de e na rua, entre outras individualidades, a delegada da União Europeia em Angola, Marta Brites, e a directora do INAC, Nilza Batalha.

Processo educativos

Um manual com a descrição dos processos educativos voltados para a reinserção da criança de rua na província de  Luanda foi apresentado no seminário de reflexão sobre o sistema de atendimento à criança em situação de risco.
A brochura, que é resultante do  projecto educativo

da Rede Salesiana de Dom Bosco, tem como objectivo sistematizar o conhecimento sobre os menores de rua na capital do país, assim como detalhar as etapas e opções técnicas realizadas para a reinserção familiar e na sociedade dessas crianças.
Apresentada pela professora Bibiana Ferreira, o livro comporta 91 páginas que abarcam  vários tópicos, com destaque para “Quem são as crianças e os adolescentes em situação de risco na rua?”, “A resposta Salesiana”, “Objectivos e resultados do projecto educativo”, “Mapeamento do trabalho realizado com as crianças e jovens nas ruas” e “Processos metodológico”.

Reinserção social

A “Representação gráfica do processo de reinserção social”, “O impacto esperado”, “O plano de compensação e possibilidades de reprodução/extensão (efeitos multiplicadores)” e “Anexos” são também focalizados no manual.
O documento, intitulado “Projecto Educativo-Pedagógico para a Reinserção de Crianças e Adolescentes de e na Rua”, pretende ilustrar o trabalho desenvolvido pelos salesianos de Dom Bosco na província de  Luanda com esse grupo vulnerável da sociedade angolana.
Prefaciado pelo padre Victor Cerqueira, superior dos Salesianos de Dom Bosco, o manual traz como tema central a exclusão social de crianças, adolescentes e jovens, fenómeno historicamente presente em toda a sociedade humana, mas que afecta com extrema dureza os que vivem em áreas de maior degradação, pobreza económica e social e violência familiar.
Os Salesianos de Dom Bosco são uma organização internacional da Igreja Católica que trabalha há anos para o desenvolvimento da criança e da juventude, especialmente das mais necessitadas.

Fuente: http://jornaldeangola.sapo.ao/sociedade/situacao_de_criancas_em_risco_foi_debatida
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Menor pobreza si todos los adultos tuvieran secundaria

Por: Vanguardia

Presenta Unesco informe sobre reducir la pobreza por medio de la educación.
La tasa de pobreza mundial podría reducirse a la mitad si todos los adultos terminaran sus estudios de nivel de secundaria, aseguró este miércoles la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (Unesco). Advirtió que nuevos datos muestran que prácticamente no ha habido progreso alguno en la reducción de las tasas de las personas no escolarizadas en los años recientes, de acuerdo con el Instituto de Estadística de la organización.

El equipo del Informe de Seguimiento de la Educación en el Mundo de la Unesco publicó el documento Reducir la pobreza mundial a través de la educación primaria y secundaria universal, que demuestra la importancia de reconocer que la educación es clave para acabar con la pobreza en todas las latitudes, señaló la agencia de las Naciones Unidas en un reporte enviado a La Jornada.

El análisis basado en los efectos promedio de la educación sobre el crecimiento y la reducción de la pobreza en los países en desarrollo de 1965 a 2010, muestra que “cerca de 60 millones de personas podrían escapar de la pobreza si todos los adultos tuvieran tan sólo dos años más de escolaridad.

Si todos los adultos terminarán la educación secundaria, 420 millones de personas podrían salir de la pobreza, al reducir el número total de personas pobres en más de 50 por ciento a escala mundial y en casi dos tercios en África subsahariana y Asia Meridional, afirma el documento.

Pero a pesar del potencial de la educación para reducir la desigualdad, los nuevos datos del Instituto de Estadística de la Unesco (IEU) revelan que a escala mundial, a 9 por ciento de todos los niños en edad de cursar la primaria todavía se les niega el derecho a la educación, con tasas que alcanzan 16 y hasta 37 por ciento para los jóvenes en edad de acudir a la secundaria inferior y superior, respectivamente, y que en total, 264 millones de niños, adolescentes y jóvenes no asistieron a la escuela en 2015.

África subsahariana es la región con las tasas más elevadas de personas no escolarizadas en todos los grupos etarios. Cincuenta y siete por ciento de los jóvenes de entre 15 y 17 años; 36 por ciento de los adolescentes de entre 12 y 14 años, y 21 por ciento de los niños de entre seis y 11 años no asisten a la escuela, refiere la Unesco.

Etiopía, India, Indonesia, Nigeria, Pakistán y Sudán son los países que albergan a más de un tercio de los niños que no asisten a la primaria.

De persistir las tendencias actuales, de los 61 millones de niños en edad de asistir a la escuela primaria que actualmente no lo hacen, 17 millones nunca acudirán a un aula, alertó.

Las niñas de países pobres aún enfrentan obstáculos para educarse, de acuerdo con datos del IEU. En países de bajos ingresos, más de 11 millones de niñas de edad escolar primaria están fuera de la escuela, en comparación con casi 9 millones de niños. Aunque las niñas que logran comenzar tienden a completar el ciclo primario y continuar en el nivel de secundaria.

Para maximizar sus beneficios y reducir desigualdad de ingresos, la educación debe alcanzar a los más pobres, pero el informe muestra que en los países de ingresos bajos, es ocho veces más probable que los niños de las familias más pobres (menos de 20 por ciento), estén fuera de la escuela, que los niños más ricos (más de 20 por ciento). También que es nueve veces más probable que los niños en edad escolar primaria y secundaria en los países más pobres, estén fuera de la escuela, que sus pares en los países más ricos.

El documento hace hincapié no sólo en mejorar la educación, sino en reducir los costos directos e indirectos de la educación para las familias.

En otro informe de la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos publicado este miércoles, el organismo afirma que colocar guardería y educación prescolar bajo una misma autoridad y disponer de programas coordinados a partir de un año de edad mejoran la calidad de la enseñanza y puede ayudar a reducir desigualdades.

Fuente: http://www.vanguardia.com.mx/articulo/menor-pobreza-si-todos-los-adultos-tuvieran-secundaria

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Poco hábito de lectura en Nigeria, según estudio

Nigeria/26 de Junio de 2017/Prensa Latina

El poco hábito de leer afecta hoy a la población de Nigeria, advirtió el profesor Lenrie Aina, director general de la Biblioteca Nacional, durante una campaña de promoción de lectura en el sudeste del país.
Un reciente estudio arrojó que la mayoría de los nigerianos no leen, dijo Aina, durante la cita celebrada este miércoles en Enugu, capital del estado del mismo nombre.

Las principales naciones del mundo -comentó- se enorgullecen de su promoción de la lectura y ven en el alto de nivel de alfabetización una fuente importante de su competitividad y madurez social.

Sin embargo, la ausencia de una cultura generalizada respecto a la lectura en el caso de Nigeria ‘actúa como una barrera para nuestro desarrollo y competitividad internacional’, indicó.

Aina afirmó que la Biblioteca Nacional emprendió una intensa campaña alrededor del país para fomentar el importante hábito entre los ciudadanos, así como para identificar los obstáculos que inhiben la lectura y ofrecer soluciones.

Apeló a los maestros para que animen a sus alumnos a leer e instó a los padres a poner libros a disposición de sus hijos. En un mensaje al evento, el gobernador de Enugu, Ifeanyi Ugwuanyi, aseguró que su administración hace todo lo posible para promover la cultura de la lectura en las escuelas.

Otros oradores, al insistir en la importancia de la promover la lectura, en particular entre los jóvenes, pusieron énfasis en que esta ‘es para la mente lo que el ejercicio para el cuerpo’.

La tasa de alfabetización en Nigeria -segunda economía de África- ronda solo el 70 por ciento de la población, según algunos reportes de prensa.

Fuente: http://prensa-latina.cu/index.php/component/content/?o=rn&id=95107&SEO=poco-habito-de-lectura-en-nigeria-segun-estudio
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OMPI: «La innovación alimenta al mundo»

24/06/2017.  Fuente: actualidad.rt.com

La Organización Mundial de la Propiedad Intelectual (OMPI) presenta su informe internacional anual, que en 2017 revela algunas sorpresas.

Cada año la Universidad Cornell, la escuela de negocios INSEAD y la Organización Mundial de la Propiedad Intelectual (OMPI), elaboran el Índice Mundial de Innovación, que analiza varios indicadores para medir el nivel de innovación en 127 países y economías de todo el planeta.

Entre esos indicadores que se examinan en cada país están el entorno normativo (que puede ser más o menos propicio para la innovación), la educación, las infraestructuras y el grado de desarrollo del tejido empresarial local. Tal como señalan los autores del informe, todos los países tienen potencial para innovar, y lo importante es crear las condiciones óptimas y apostar decididamente por desarrollarlo.

Flickr/ World Intellectual Property Organization

«La innovación es el motor del crecimiento económico en una economía global cada vez más basada en el conocimiento, pero se necesita más inversión para ayudar a impulsar la creatividad humana y la producción económica», dijo el director general de la OMPI, Francis Gurry, que también destacó que «la innovación puede ayudar a transformar el ascenso económico actual en crecimiento a más largo plazo«.

Esta es la lista de los países más innovadores en 2017:

1. Suiza

2. Suecia

3. Países Bajos

4. Estados Unidos

5. Reino Unido

6. Dinamarca

7. Singapur

8. Finlandia

9. Alemania

10. Irlanda

Los líderes de cada región

El informe detalla además qué país lidera cada zona del mundo en la región a la que pertenece. Así, encontramos que en Norteamérica, Estados Unidos está por delante de Canadá.

En la zona del Africa subsahariana, Sudáfrica encabeza la lista de líderes, seguida de Mauricio y Kenia.

Chile es el país más innovador de la región de Latinoamérica y el Caribe, por delante de Costa Rica y México, que ocupan los siguientes puestos.

Flickr/ World Intellectual Property Organization

En la región de Asia Central y Meridional, Israel, Chipre y los Emiratos Árabes son, por ese orden, los países más innovadores.

Singapur es el país más innovador de toda la región de Asia Sudoriental, Asia Oriental y Oceanía, en la que también destaca la República de Corea. Japón, país tradicionalmente puntero en el ámbito de las tecnologías, ocupa este año un discreto tercer lugar en su región, aunque en la lista mundial ocupa el número 14.

¿Cuáles son los 5 países más innovadores de América Latina?

En cuanto a Asia Central y meridional, la India ocupa el primer puesto, seguida por Irán y por Kazajstán.

Por último, los líderes de la innovación en Europa son Suiza, Suecia y los Países Bajos, que son también los tres primeros países de la lista a nivel mundial.

Tal como apuntan la OMPI en su comunicado al respecto, «las principales conclusiones apuntan a que la India está pasando a ser un nuevo polo de innovación en Asia, a los buenos resultados en materia de innovación para el desarrollo en África Subsahariana, y a que existen oportunidades de mejorar la capacidad de innovación en América Latina y el Caribe».

Innovación y alimentación

El tema del Índice Mundial de Innovación 2017 es ‘La innovación alimenta al mundo’, y está centrado en las innovaciones en la agricultura y los sistemas alimentarios. La OMPI advierte que «En los próximos decenios, el sector agrícola y alimentario deberá hacer frente a un auge enorme de la demanda mundial y a una competencia creciente en relación con los limitados recursos naturales. Además, tendrá que adaptarse al cambio climático y contribuir a mitigarlo. La innovación es fundamental para apoyar el crecimiento de la productividad que se exige para responder a esa demanda creciente y contribuir a perfeccionar las redes que integran la producción, el procesamiento, la distribución, el consumo y la gestión de deshechos sostenibles en la alimentación, es decir, los sistemas alimentarios».

Por su parte, uno de los ponentes en la presentación del informe, Barry Jaruzelski, director de la consultoría ‘Strategy&’, quiso llamar la atención sobre una circunstancia amenazante que podría plantear problemas en un futuro no muy lejano: «Se estima que hacia 2050, la tierra tendrá 9.700 millones de habitantes. Eso plantea un complejo desafío al sector mundial de la agricultura. Se reúnen todos los factores para que se produzca una crisis alimentaria mundial si los encargados de la formulación de políticas y otras partes interesadas no introducen las innovaciones agrícolas necesarias para impulsar la productividad de forma considerable».

Fuente noticia: https://actualidad.rt.com/actualidad/242297-paises-mas-innovadores-mundo

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UNESCO: Reducir la pobreza mediante la educación

24/06/2017. Fuente: La Jornada Maya. Autor: UNESCO

«La tasa de pobreza mundial podría reducirse a la mitad si todos los adultos terminaran sus estudios de nivel de secundaria», aseguró este miércoles la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (Unesco). Advirtió que «nuevos datos muestran que prácticamente no ha habido progreso alguno en la reducción de las tasas de las personas no escolarizadas en los años recientes», de acuerdo con el Instituto de Estadística de la organización.

El equipo del Informe de Seguimiento de la Educación en el Mundo de la Unesco publicó el documento Reducir la pobreza mundial a través de la educación primaria y secundaria universal, que demuestra la importancia de reconocer que la educación es clave para acabar con la pobreza en todas las latitudes, señaló la agencia de las Naciones Unidas en un reporte enviado a La Jornada.

El análisis basado en los efectos promedio de la educación sobre el crecimiento y la reducción de la pobreza en los países en desarrollo de 1965 a 2010, muestra que “cerca de 60 millones de personas podrían escapar de la pobreza si todos los adultos tuvieran tan sólo dos años más de escolaridad.

«Si todos los adultos terminarán la educación secundaria, 420 millones de personas podrían salir de la pobreza, al reducir el número total de personas pobres en más de 50 por ciento a escala mundial y en casi dos tercios en África subsahariana y Asia Meridional», afirma el documento.

Pero a pesar del potencial de la educación para reducir la desigualdad, los nuevos datos del Instituto de Estadística de la Unesco (IEU) revelan que a escala mundial, a 9 por ciento de todos los niños en edad de cursar la primaria todavía se les niega el derecho a la educación, con tasas que alcanzan 16 y hasta 37 por ciento para los jóvenes en edad de acudir a la secundaria inferior y superior, respectivamente, y que en total, 264 millones de niños, adolescentes y jóvenes no asistieron a la escuela en 2015.

África subsahariana es la región con las tasas más elevadas de personas no escolarizadas en todos los grupos etarios. Cincuenta y siete por ciento de los jóvenes de entre 15 y 17 años; 36 por ciento de los adolescentes de entre 12 y 14 años, y 21 por ciento de los niños de entre seis y 11 años no asisten a la escuela, refiere la Unesco.

Etiopía, India, Indonesia, Nigeria, Pakistán y Sudán son los países que albergan a más de un tercio de los niños que no asisten a la primaria.

«De persistir las tendencias actuales, de los 61 millones de niños en edad de asistir a la escuela primaria que actualmente no lo hacen, 17 millones nunca acudirán a un aula», alertó.

Esto afectaría a uno de cada tres niños no escolarizados en África subsahariana, Asia occidental y África septentrional, y a más de uno de cada cuatro menores en Asia central y Asia meridional.

Las niñas de países pobres aún enfrentan obstáculos para educarse, de acuerdo con datos del IEU. En países de bajos ingresos, más de 11 millones de niñas de edad escolar primaria están fuera de la escuela, en comparación con casi 9 millones de niños. Aunque las niñas que logran comenzar tienden a completar el ciclo primario y continuar en el nivel de secundaria.

Para maximizar sus beneficios y reducir desigualdad de ingresos, la educación debe alcanzar a los más pobres, pero el informe muestra que en los países de ingresos bajos, es ocho veces más probable que los niños de las familias más pobres (menos de 20 por ciento), estén fuera de la escuela, que los niños más ricos (más de 20 por ciento). También que es nueve veces más probable que los niños en edad escolar primaria y secundaria en los países más pobres, estén fuera de la escuela, que sus pares en los países más ricos.

El documento hace hincapié no sólo en mejorar la educación, sino en reducir los costos directos e indirectos de la educación para las familias.

Más información

En otro informe de la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos publicado este miércoles, el organismo afirma que colocar guardería y educación prescolar bajo una misma autoridad y disponer de programas coordinados a partir de un año de edad mejoran la calidad de la enseñanza y puede ayudar a reducir desigualdades.

Fuente noticia: https://www.lajornadamaya.mx/2017-06-22/Reducir-pobreza-mediante-la-educacion

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Botsuana: el 66° país que se adhiere a la Declaración sobre Escuelas Seguras

África/Botsuana. 24/06/2017.  Fuente: www.ei-ie.org

La Internacional de la Educación acoge con satisfacción la decisión de Botsuana de adherirse a la Declaración sobre Escuelas Seguras que le compromete a proteger a los estudiantes, los docentes, las escuelas y las universidades en tiempos de guerra.

Botsuana se convirtió, el 15 de junio, en el 66º país que se adhiere a la Declaración sobre Escuelas Seguras y se unió a la tercera parte de los estados miembros de la ONU que ya han firmado este compromiso de salvaguardar la educación durante los conflictos armados, dijo la Coalición Internacional para Proteger la Educación de Ataques (GCPEA, por sus siglas en inglés). La adhesión de Botsuana eleva el número de estados de la Unión Africana que la respaldan a 18, lo que corresponde también la tercera parte de sus miembros.

El Consejo de Paz y Seguridad de la Unión Africana ha instado a todos sus miembros a adherirse a la Declaración sobre Escuelas Seguras al reconocer el papel crucial que desempeña la educación para aportar estabilidad al continente. Botsuana alberga la Comunidad de Desarrollo de África Austral (SADC), lo que hace que su adhesión sea particularmente importante para la región.

Ataques contra instituciones de enseñanza en al menos 27 países del mundo, entre ellos 12 de África

Según las últimas investigaciones de la GCPEA, desde 2013, en al menos 27 países de mundo, entre ellos 12 de África, las escuelas y universidades han sido sistemáticamente bombardeadas o incendiadas, o los estudiantes y el personal docente han sido deliberadamente asesinados, mutilados, violados, secuestrados o reclutados en grupos armados en las escuelas o universidades o de camino hacia ellas. Asimismo, en al menos 27 países, entre ellos 13 de África, las escuelas y universidades han sido utilizadas con fines militares, como cuarteles y bases, arsenales y centros de detención por grupos armados, lo que las ha convertido en objetivos de ataque y pone en riesgo la vida de las personas que se encuentran en su interior. Al adherirse a la Declaración sobre Escuelas Seguras, los países se comprometen a tomas medidas concretas para proteger las escuelas y las universidades de estos ataques e impedir que sean utilizadas con fines militares.

Antecedentes

La Declaración sobre Escuelas Seguras, que fue elaborada por medio de un proceso impulsado por los estados y liderado por Noruega y Argentina, quedó abierta para su adhesión en Oslo el 29 de mayo de 2015. Incluye los compromisos de:

·         Respaldar y utilizar las Directrices para prevenir el uso militar de escuelas y universidades durante conflictos armados

·         Fortalecer la supervisión y la revelación de estos ataques

·         Investigar las denuncias de los ataques y enjuiciar a sus responsables si procede

·         Desarrollar y promover políticas educativas sensibles a los conflictos

·         Seguir impartiendo una educación segura durante los conflictos armados

El Secretario General de la ONU, António Guterres, también puso de relieve la urgente necesidad de proteger las escuelas y las universidades, así como a sus estudiantes y personal, de estos ataques. En su informe de mayo de 2017 para el Consejo de Seguridad sobre la protección de la población civil durante los conflictos armados, instó a los estados miembros a adherirse a la Declaración.

La Coalición Internacional para Proteger la Educación de Ataques (GCPEA) es una coalición de organizaciones internacionales única, entre las que se encuentran Human Rights Watch, el Fondo de Rescate Académico del Instituto de Educación Internacional, Proteger la educación en situaciones de inseguridad y conflicto (PEIC), Save the Children, la red Académicos en Riesgo (SAR), ACNUR, UNICEF y la UNESCO.

Fuente noticia: https://www.ei-ie.org/spa/detail/15184/botsuana-el-66%C2%B0-pa%C3%ADs-que-se-adhiere-a-la-declaraci%C3%B3n-sobre-escuelas-seguras

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