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Libro: Pensar con cabeza propia. Educación y pensamiento crítico en América Latina

Cuadernos del Pensamiento Crítico Latinoamericano Nº 48
Pensar con cabeza propia. Educación y pensamiento crítico en América Latina

Raquel Sosa Elízaga. [Autora]

Cuadernos del Pensamiento Crítico Latinoamericano.

CLACSO.
Buenos Aires.
Noviembre de 2011

Las sociedades latinoamericanas deben constantemente reinventarse a sí mismas, toda vez que a cada experiencia de estallido de la libertad siguen golpes de los viejos y nuevos conquistadores. Sobre todo, y ésta es tal vez la condición más dramática que enfrentamos, nuestras sociedades deben protegerse de que la memoria perversa de la opresión las llame a regresar a ella como lugar seguro, pese a todo el dolor que produce.

Los Cuadernos divulgan algunos de los principales autores del pensamiento social crítico de América Latina y el Caribe. Se publican periodicamente en La Jornada de México, en Página 12 de Argentina; en Le Monde diplomatique de Bolivia, Chile, Colombia, España, Perú y Venezuela.

Fuente: http://www.clacso.org.ar/libreria-latinoamericana/buscar_libro_detalle.php?id_libro=649&campo=titulo&texto=pensamiento%20critico
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Brasil: Quem pediu o corte da gratuidade do transporte dos estudantes do Rio

Brasil/Mayo de 2017/Autora: Juliana Dal Piva/Fuente: Folha de S. Paulo

Resumen: Desde el viernes (5) circula por las redes sociales y por el noticiero fluminense la información de que los estudiantes de las redes municipal y federal de Río de Janeiro ya no podrían usar las líneas de autobuses intermunicipales, las barcas, los trenes y el metro de  forma gratuita, como está garantizado por la Ley 4.510 / 2005. Según la Defensoría Pública, 26.500 estudiantes perderían el transporte de casa a la escuela y viceversa. En una nota emitida públicamente este lunes (8), la Secretaría de Educación del Gobierno del Estado (Seeduc) se posicionó sobre el asunto, negando que hubiera pedido la cancelación de las gratuidades.

Desde a sexta-feira (5) circula pelas redes sociais e pelo noticiário fluminense a informação de que os estudantes das redes municipal e federal do Rio de Janeiro não poderiam mais usar as linhas de ônibus intermunicipais, as barcas, os trens e o metrô de modo gratuito – como é garantido pela Lei 4.510/2005. Segundo a Defensoria Pública, 26,5 mil estudantes perderiam o transporte de casa para a escola e vice-versa.

Em nota emitida publicamente nesta segunda-feira (8), a Secretaria de Educação do governo do Estado (Seeduc) se posicionou sobre o assunto, negando que tivesse pedido o cancelamento das gratuidades. No texto, escreveu:

“A informação de que o governo do Estado teria cortado a gratuidade dos transportes para alunos da rede federal não procede e, portanto, é falsa”

A Lupa obteve com exclusividade ofícios trocados entre a Secretaria estadual de Transporte e a Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio, a Fetranspor. Esses documentos mostram que foi o governo estadual quem informou às empresas sobre o fim dos repasses relativos às gratuidades dos estudantes.

A primeira comunicação do governo à Fetranspor foi feita em 29 de março. No ofício 159/2017, o secretário estadual de Transportes, Rodrigo Vieira, escreveu o seguinte: “Conforme entendimento da Secretaria de Estado de Educação, o governo do Estado não é responsável pelo ressarcimento dos cartões vale educação de estudantes de escolas municipais ou federais”. 

Depois, no dia 4 de abril, a secretaria fez um novo ofício, de número 178/2017, para alertar a Fetranspor mais uma vez sobre o fim do pagamento das gratuidades dos estudantes que não estão na rede estadual de ensino “a partir do ano letivo de 2017”. 

No dia 18 de abril, a Fetranspor respondeu. No documento oficial, a federação de empresas pediu que, antes que fosse “requerida a implementação das alterações no sistema de bilhetagem eletrônica e o cancelamento dos cartões vale educação, fosse analisada a previsão do inciso 4º, do artigo 3 da lei estadual número 4.510/2005”.

O artigo mencionado está na lei que obriga o governo do Estado do Rio a regulamentar “a forma de beneficiar estudantes da rede pública de ensino fundamental e médio dos municípios e da União que tenham comprovada necessidade de utilizar as linhas intermunicipais”. Até o momento, o pagamento das gratuidades vinha sendo feito pelo estado.

Logo depois, a Fetranspor informou que o “não ressarcimento” dos valores referentes às gratuidades estudantis “desobrigaria a prestação do serviço gratuito” por parte das empresas. E propôs que fosse estabelecida uma data limite de 30 dias para o cancelamento dos cartões (Riocard).

Em resposta ao pedido de prazo feito pela Fetranspor, o secretário estadual de Transportes escreveu no dia 24 de abril que a posição não havia mudado e completou: “entendemos ser necessária e louvável a preocupação quantos as intervenções sistêmicas e a plena comunicação necessária, porém, informamos a posição da secretaria de Educação e, consequentemente, do governo do Estado de que: ‘não estaremos atestando e pagando valores relativos à gratuidade para alunos da Rede Federal enquanto não forem equacionados os elementos de ressarcimento  pelo governo federal’”.

Procurada, a Secretaria de Transporte disse, por nota, que apenas encaminhou os ofícios a pedido da Seeduc e que não faz a administração das gratuidades – uma responsabilidade da Secretaria de Educação.

A Seeduc, por sua vez, manteve a afirmação de que a decisão de pedir a suspensão da gratuidade foi da Fetranspor.

A gratuidade de transporte para os estudantes é garantida pela Lei 4.510/2005. Ela determina que o Estado é o responsável por arcar com esses custos.

E, conforme três oficios (159, 178 e 204) enviados pela Secretaria estadual de Transportes à Fetranspor, foi o governo do Rio quem informou à federação que não faria mais pagamentos referentes às viagens gratuitas dos estudantes da rede federal.

Diante disso, a empresa informou que suspenderia o serviço.

No domingo (7), porém, a Defensoria Pública obteve uma liminar proibindo que a desabilitação dos cartões Riocard ocorresse, e a prestação de serviços foi mantida.

A Secretaria de Transporte disse, por nota, que somente encaminhou os ofícios a pedido da Seeduc e que não faz a administração das gratuidades – uma responsabilidade da Secretaria de Educação.

Questionada sobre os ofícios, a Seeduc manteve a afirmação de que a decisão foi da Fetranspor.

O primeiro ofício enviado à Fetranspor pela Secretaria Estadual de Transportes (159) mostra que – sim – as redes municipais poderiam ser afetadas. O ofício só não deixa claro quais seriam esses municípios.

Em 29 de março, o secretário de Transportes, Rodrigo Vieira, escreveu que “conforme entendimento da Secretaria de Estado de Educação, o governo do estado não é responsável pelo ressarcimento dos cartões vale educação de estudantes de escolas municipais ou federais, independente se em seus trajetos casa-escola-casa utilizarem transportes intermunicipais”.

Em resposta a questionamentos da Defensoria Pública, na sexta-feira (5), a Fetranspor escreveu que seriam afetados 7.244 alunos da rede federal e 19.241 da rede pública municipal. Os últimos são estudantes de cidades da região metropolitana e que até agora tinham a gratuidade custeada pelo governo do estado do Rio.

Os alunos só não perderam o benefício ainda porque a Defensoria Pública obteve uma liminar proibindo que a desabilitação dos cartões ocorresse.

A Secretaria Municipal de Educação da capital informou por nota emitida na segunda-feira (8) que a medida não se referia aos alunos da capital. Segundo a prefeitura, os estudantes da rede carioca têm a gratuidade paga pela prefeitura.

A Secretaria de Transporte disse, por nota, que somente encaminhou os ofícios a pedido da Seeduc e que ocorreu um equívoco na redação ao mencionar a rede municipal.

A Seeduc insistiu que alunos de redes municipais não serão afetados porque são as respectivas prefeituras que fazem o custeio dessas gratuidades, mas não respondeu sobre os 19.241 estudantes mencionados pela Fetranspor.

Fuente: http://piaui.folha.uol.com.br/lupa/2017/05/10/quem-cortou-a-gratuidade-do-transporte-dos-estudantes-do-rio/

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Mamá ¡suéltame!

Por: Gloria Hurtado

La mejor ocasión para hablar con la madre es esta semana, vísperas de su día, en medio de la parafernalia que arrastra la celebración. Flores, corazoncitos, panegíricos, poemas, en fin, todo lo que trae esta “inolvidable” fecha. Porque ya es hora, por favor, de que alguien tome la vocería y a nombre de la salud mental de los hijos e hijas, de los yernos y de las nueras, adultos todos, les diga, les suplique, les implore a las mamas “por favor, suéltame”. Por favor, déjame crecer, déjame volar, permite que construya una vida independiente. No me amarres con culpas, cuentas de cobro o sacrificios desmesurados. No, mamá, déjame crecer, déjame tomar decisiones. No quiero sentir mas que soy “el sentido de tu vida”, no quiero que este amor maternal se vuelva una cárcel, no quiero sentirme aprisionado en los barrotes del afecto culposo, no quiero hacer lo mismo que tu, amar como tu, comer como tu, vestirme como tu.

Déjame nacer emocionalmente. Déjame escoger pareja a mi antojo. No me chantajees con enfermedades psicológicas porque no elijo a la mujer u hombre por ti esperado. No soy igual a ti porque no nacimos en la misma época ni quiero convertirme en tu fotocopia. De esa manera no seríamos felices ni tu ni yo porque estaríamos desubicados viviendo en cuerpo ajeno. No te enfermes por mi. No sentencies que la única y mejor amiga eres tu, que la única en la que puedo confiar es en ti, porque  estas limitando mis contactos y me estas volviendo prevenido y paranoico. El mundo no se agota en tu espacio de madre. ¡Afortunadamente! Quiero existir independiente, quiero creer en el dios que mi vida elija, quiero descubrir la sexualidad que mi deseo construya, quiero agradecerte la vida pero no la hipoteques a tus frustraciones. No nací para que tu tuvieras por qué vivir. Suéltame mamá.

Que rico quererte, acompañarte y visitarte cuando es mi deseo o tu necesidad real, pero no cuando toque hacerlo porque si no, “no te quiero”. No digas por favor “primero conociste máma que esposa”, no destruyes el vínculo con el hombre o la mujer que quiero argumentando que tu vas primero. Si así fuera no podría existir el linaje humano. No me hagas heredero ni de tus odios ni de tus amores, no tengo porque cargarlos. Hay tantas cosas maravillosas de ti, en especial que me diste la vida y espero, a su vez, que me des la libertad para construirme como lo deseo, como el mundo de hoy lo necesita y de acuerdo a las personales circunstancias de mi actuar. No me metas en la mitad de las peleas con papá, porque me es difícil escoger entre ustedes . Ambos son mis padres. ¡Papá también es un buen hombre! Y no siempre te daré la razón porque no siempre la tienes. Ojalá no te escudes en el victimismo, no te luce y además sabes que no es cierto. Tu también perteneces a la raza humana y por lo tanto eres imperfecta, todos lo somos.

El amor de madre es necesario para la vida, siempre y cuando esta mujer tenga mundo propio y no considere la maternidad su “empleo”, lo que  impediría el crecimiento de los hijos. Si crecen quedaría “vacante” y no es fácil aceptar un “despido laboral”. Que lo pagarían los hijos, claro. Por eso el mejor homenaje es permitirle ser mujer, no amarrarla a la maternidad como su única fuente de vida, darle gracias  y dejarla ser. ¿Es posible?

Fuente: http://www.revolturas.com/en/articulos

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Chile: Reforma Educación Superior: Universitarios entregaron indicaciones a bancada estudiantil

Chile/Mayo de 2017/Fuente: Entorno Inteligente

Esta tarde los estudiantes agrupados en la Confech llegaron hasta el Congreso para entregar sus indicaciones al proyecto de reforma a la educación superior propuesto por el gobierno, a la bancada estudiantil.

Como explicó el presidente de la Federación de Estudiantes de la Universidad de Chile, Daniel Andrade , piden que sus premisas cuenten con el patrocinio de los diputados para que puedan ser discutidas, que estos sean consecuentes con las demandas y que la ministra de Educación, Adriana Delpiano, no los vete y pueda ingresar las propuestas que requieren el apoyo del Ejecutivo.

De esta forma, el dirigente aseguró que   sus planteamientos incluyen “cinco puntos prioritarios que hoy el gobierno no acoge en su reforma”.

Fin del endeudamiento y la condonación de la deuda Gratuidad universal y que se tengan claros los plazos de esa gratuidad Fortalecimiento de la educación pública, ampliación de la matrícula y financiamiento claro hacia las instituciones de región. Marco regulatorio que asegure la calidad, transparencia e infraestructura. Fin al lucro en todas las instituciones de educación superior. Desde la bancada, el diputado Giorgio Jackson felicitó al movimiento por el esfuerzo y el trabajo que han hecho en la materia, ya que aquí “no sólo hay protestas, sino que también propuestas”.

“En segundo lugar quisiera servir de alguna manera de altavoz para que el gobierno solucione los problemas de las instituciones con crisis (…) En tercer lugar poner énfasis en que hay una oportunidad para poder tener una reforma a la educación superior (…) La invitación es a que el gobierno tome en consideración alguna de estas demandas, se abra al diálogo con el movimiento estudiantil y ojalá que lo haga los antes posible “, dijo.

Por su parte, Gabriel Boric sostuvo que “es la última oportunidad para sacar adelante una reforma por la cual hemos venido peleando durante más de 10 años y por eso es que le decimos a la ministra y al gobierno que no desaproveche esta oportunidad, que aprendamos de las experiencias”.

“Si queremos hacer políticas públicas en serio y no tener que estar revisándolas 10 años después, necesitamos la incorporación de las demandas que ha planteado el movimiento estudiantil . Por lo tanto el llamado es que no se cierren al debate, que el Ejecutivo las patrocine para poder discutirlas”, agregó el parlamentario.

Por su parte, Camila Vallejo dejó en claro que como bancada están absolutamente disponibles para plantear las indicaciones que los universitarios han hecho.  “El conjunto de propuestas nosotros creemos que van a mejorar el proyecto y por lo tanto creemos que tienen que estar sobre la mesa, tienen que ser debatidas”, puntualizó la diputada PC.

Fuente: http://www.entornointeligente.com/articulo/9966763/CHILE-Reforma-Educacion-Superior-Universitarios-entregaron-indicaciones-a-bancada-estudiantil-10052017

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Colombia: Docentes, claves para que Duitama encabece índice en educación

Colombia/Mayo de 2017/Fuente: El Tiempo

El municipio de Duitama (Boyacá) es de nuevo ejemplo a nivel nacional en educación. El Índice Sintético de Calidad Educativa (Isce) 2017 lo ubica en el primer lugar en la categoría de municipios, con un puntaje de 6,83. 

Pero Duitama también tiene el mejor índice en los tres niveles de educación: 6,52 puntos en primaria; 7,55 en media (de sexto a noveno) y 7,05 en secundaria (décimo y undécimo).

Precisamente, los resultados en el Isce de este municipio fueron destacados este miércoles por el presidente Juan Manuel Santos, durante la conmemoración del Día de la Excelencia Educativa y en el que el mandatario reveló los avances de su gobierno para hacer de Colombia el país mejor educado de América Latina en el 2025.

La secretaria de Educación de Duitama, Marinella Camargo, le atribuye este logro en gran medida al talento humano. “La gran mayoría de nuestros maestros son especialistas y algunos tienen maestrías y doctorados”, explicó Camargo.

Pero además, Álix Azucena Patiño, rectora del colegio La Presentación, uno de los 14 colegios públicos de la ciudad, afirma que la clave ha sido el trabajo en equipo, no solo entre las instituciones y la administración, sino de los padres y los estudiantes.
Para esta tercera edición del Isce, según Santos, se ha visto cómo el país ha mejorado en la calidad educativa. “Estos resultados son el fruto del esfuerzo de la comunidad educativa y del Gobierno Nacional, que no ha ahorrado esfuerzo para fortalecer el sector y que los niños tengan una educación de mejor calidad”.

En primaria, la meta para el 2017 era de 5,40 puntos y se llegó a 5,65, con lo que superó la meta para el 2018, que es de 5,61. Lo mismo ocurrió en secundaria, nivel que tenía una meta de 5,32 puntos y alcanzó 5,61, superando lo proyectado para el próximo año (5,60). La educación media, con 5,97 puntos, sobrepasó la meta del 2017 y quedó muy cerca de la del 2018 (6,01 puntos).

La mejora en los tres niveles se vio tanto en los colegios públicos como en los privados. Además, más del 50 por ciento de los colegios evaluados (15.471) superaron la meta de Mejoramiento Mínimo Anual, y fueron los oficiales los que en mayor magnitud lo lograron frente a los colegios privados. El nivel que más mejoró en el sector oficial fue secundaria; y en el privado, la media.

En los resultados del Isce también se destacan ciudades como Barranquilla, con cinco colegios públicos entre los 10 mejores del país en el nivel de secundaria, e instituciones privadas de Cali, La Calera y Tunja entre las primeras en el mismo nivel educativo.

En el escalafón también sobresale el caso del Liceo Colombia, de Ibagué, como el mejor colegio privado en primaria. En esta institución, con 160 estudiantes y que se encuentra en un sector de estrato tres de la capital del Tolima, los alumnos se han acercado a la lectura y al conocimiento a través de ilustraciones de obras literarias que ellos mismos realizan.

Herramienta para los colegios

Entrevista a Ximena Dueñas, directora del Icfes.

¿Qué es el Índice Sintético de Calidad Educativa (Isce)?

Es la herramienta en la que nos apoyamos para hacer el seguimiento al progreso de todos los colegios del país, en cuanto a educación de calidad.

¿Para qué sirve?

Por medio de los resultados, los colegios y la comunidad educativa tienen una manera de identificar cómo estamos, qué caminos podemos coger para convertir a Colombia en el país mejor educado de América Latina para el 2025.

¿Cómo se obtienen estos resultados?

Tenemos cuatro variables: progreso, desempeño, eficiencia y ambiente escolar.
¿Y las metas para 2025?

A nivel nacional, en primaria, un puntaje de 7,009; en secundaria, de 7,414, y en media, 7,056.

Fuente: http://www.eltiempo.com/vida/educacion/duitama-mejor-municipio-en-calidad-educativa-86788

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Desarrolla acciones Ecuador para prevenir acoso escolar

Ecuador/Mayo de 2017/Fuente: Prensa Latina

Como parte del combate al acoso escolar que desarrolla hoy Ecuador, el Ministerio de Educación, Visión Mundial y el Fondo de las Naciones Unidas para la Infancia (Unicef) presentaron el primer estudio a escala nacional sobre ese problema.
Bajo el título de ‘Violencia entre pares en el sistema educativo: Una mirada en profundidad al acoso escolar en el Ecuador’, la investigación busca además promover acciones para prevenir ese mal, que afecta al estudiantado.

De acuerdo con la pesquisa, llevada a cabo en 126 centros educativos privados y públicos ubicados en sectores urbanos y rurales, uno de cada cinco estudiantes entre 11 y 18 años afirma haber sido víctima de acoso escolar.

El informe se redactó a partir de las visitas a instalaciones en las regiones Sierra, Costa y Amazonía, donde se aplicaron cinco mil 511 encuestas a alumnos desde el grado octavo de educación general básica hasta tercero de bachillerato.

Según la investigación no existen diferencias significativas sobre el nivel de acoso escolar y violencia entre pares, entre escuelas públicas y privadas, ni entre zonas urbanas y rurales o por edad.

Teniendo en cuenta el género, quedó evidenciado que los varones sufren más de insultos y golpes, mientras entre las hembras predominan los rumores o revelaciones de secretos y el denominado ciberacoso.

A juicio del viceministro de Educación, Miguel Herrera, la pesquisa sirve como punto de partida para incentivar el trabajo por una cultura de paz en las unidades docentes y afianzar la lucha contra el fenómeno, que es más visible en las aulas, seguido de las canchas deportivas y el patio, así como en los exteriores de las escuelas.

Por su parte, Jorge Vallés, representante adjunto de Unicef Ecuador, indicó que la iniciativa se enfoca en buscar soluciones a partir de identificar el problema y sus causas.

Mientras, Fernando Sánchez, de Visión Mundial (organización no gubernamental dedicada a apoyar el fortalecimiento del sistema de protección integral de niños, familias y comunidades), consideró necesario mantener los ejercicios de levantamiento de información, a fin de monitorear los resultados de las acciones aplicadas para erradicar el acoso escolar.

La estrategia aplicada por el gobierno nacional para atacar ese fenómeno incluye la creación de departamentos de Consejería Estudiantil a escala nacional, orientados a prevenir y combatir esas situaciones de riesgo, así como la aplicación del programa ‘Educando en familia’, dirigido a padres y representantes legales.

También se puso en práctica la socialización del texto ‘Protocolos de actuación frente a situaciones de violencia, detectadas o cometidas en el sistema educativo’, que dota de información a la comunidad educativa sobre cómo actuar en casos de violencia entre pares, de tipo sexual, familiar, institucional o ejercida hacia docentes en el sistema educativo.

Fuente: http://www.prensa-latina.cu/index.php?o=rn&id=84988&SEO=desarrolla-acciones-ecuador-para-prevenir-acoso-escolar
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Rezago escolar y trabajo infantil en el Perú

Perú/11 mayo 2017/Fuente: Clacso

Este documento presenta la situación y dinámica del atraso o rezago escolar durante la última década (2004-2014), deteniéndose en explorar los factores sociales asociados a este problema. Nos importa en particular dar cuenta de la vinculación de la participación laboral de los menores de edad y su incidencia en el atraso escolar. Por ello, un segundo eje es la descripción y el análisis de la situación reciente del trabajo infantil y adolescente en el Perú, concentrándonos en los últimos tres años (2012-2014).

Para leer, descargue aqui: http://biblioteca.clacso.edu.ar/Peru/desco/20170223025151/pdf_1301.pdf

Fuente:http://biblioteca.clacso.edu.ar/colecciones/saladelectura/index.php?novedad=si&c=pe-007&d=12470

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