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Bullying en Uruguay, ¿una problemática estudiantil en aumento?

www.teledoce.com/31-03-2016/

Se gordo, no ser querido o ser poco sociable son algunas cosas que pueden llevar a un escolar a ser discriminado y sufrir bullying. Uruguay ocupa el cuarto lugar en América Latina en países con casos de bullying.

Se define como el acoso físico o psicológico al que someten de forma continúa a un alumno. Se da entre los escolares y para ser catalogado como acoso escolar debe ser hecho de forma reiterada y a largo plazo. La forma de sufrir bullying puede ser verbal, con insultos y menosprecios; físico, con empujones y patadas; psicológico, minimizando la autoestima de la víctima y generando temor o social, con exclusión o aislamiento de la persona del resto del grupo.

Según el relevamiento de Unicef y el Consejo de Educación Secundaria realizado en 2014, los niños son acosados principalmente en forma verbal, después se ubica la exclusión, sigue la agresión contra objetos de la persona y por último agresión física.

El bullying no presenta diferencias significativas entre hombres y mujeres en cuanto a víctimas, pero entre los agresores prevalece el sexo masculino.

Otra de las conclusiones de este estudio es que los estudiantes cuyas familias son más presentes e involucradas en sus vidas, son menos propensos a ser agresores que los que tienen padres ausentes.

También determinaron que las redes sociales como Facebook, Twitter, Snapchat o Whatsapp son las nuevas plataformas en donde se desarrolla el acoso escolar.

En nuestro país hay varios casos de bullying a nivel judicial, si bien no existe una normativa constitucional específica sí se pueden aplicar acciones civiles o penales para los menores agresores y sus familias.

En Desayunos Informales nos acompañaron la psicóloga Silvana Giachero y el abogado Néstor Gutiérrrez.

fuente de la imagen: http://educarparacrescer.abril.com.br/listas/bullying-754458.shtml

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Bolivia garantiza educación gratuita para personas con discapacidad

www.prensa-latina.cu/29-03-2016/

El viceministro boliviano de Educación Alternativa y Especial, Noel Aguirre, remarcó hoy que el Gobierno del presidente Evo Morales garantiza el acceso a la educación gratuita de casi 20 mil niños, niñas y jóvenes con discapacidad.

bolivia

 

Destacó asimismo la existencia de 124 Centros de Educación Especial a lo largo y ancho del país, gracias a la inversión de unos ocho millones de dólares.

Desde 2006, y como nunca antes, el gobierno garantiza el derecho y acceso a una enseñanza libre de costos y con equiparación de condiciones de 19 mil 592 niños, niñas y jóvenes con discapacidad, dijo el titular en conferencia de prensa.

Detalló que 10 mil 517 personas estudian en Centros de Educación Especial y otros nueve mil 75 estudiantes asisten a Unidades Educativas del Sistema de Educación Regular.

Aguirre recordó que antes de la llegada al poder del Movimiento al Socialismo, la educación de estas personas estaba en manos de instituciones privadas, la Iglesia y Organizaciones No Gubernamentales, pues ningún gobierno asumía esa responsabilidad.

Hasta 2005, solo seis mil 891 personas con discapacidad estudiaban, señaló.

Recordó que cuatro años después, se creó el Viceministerio de Educación Alternativa y Especial para garantizar el acceso a la educación de ciudadanos con limitaciones físico-motoras.

Puntualizó además que el Bono Juancito Pinto, con un presupuesto de unos 575 mil dólares, fue creado como una política para incentivar la escolaridad y evitar la deserción escolar, incluidos de los niños y niñas con discapacidad.

Por primera vez en la historia de la educación boliviana, desde 2014 las Escuelas Superiores de Maestros forman a maestros y maestras especializados en la enseñanza a personas con discapacidades, remarcó.

Fuentes de las imágenes:

http://www.espiralsantacruz.org/wp-content/uploads/2015/04/M.A.-6-Lineamientos-curriculares-y-metodolgicos-de-la-educacin-inclusiva-del-rea-de-la-educacin-espe-11.pd

http://www.sie7edechiapas.com/#!Operan-275-Centros-de-Atenci%C3%B3n-para-Estudiantes-con-Discapacidad/cjds/56f371060cf23c800ad0a1fb

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Brasil: Porto Alegre-Aula pública em frente da Faculdade de Educação (Faced)

 

América del Sur/Brasil/Marzo 2016/Fuente:Kaosenlared /Autor:Marco Weissheimer

Resumen: Iniciativa promovida por professores del Instituto de Filosofia y Ciencias Humanas (IFCH) de la UFRGS, con el propósito de encender una señala de alerta para el pais, debido al clima de hostil que ha ido ganando espcios en la socidad brasilera, y que se ha visto reflejado en las diversas agresiones y ataques  sucedidos en los últimos días. El encuentro reunio a centenas de estudiantes, profesores y personal de la universidad en “Defensa de la Democracia”,

A recente agressão ao estudante indígena na frente da Casa de Estudante da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o ataque a clientes e funcionários do bar Odeon por, supostamente, ser um “bar de petistas” e pessoas sendo hostilizadas nas ruas em função da cor da roupa que estão vestindo devem acender o sinal vermelho de alerta para todo o país para o clima de ódio que está ganhando espaço na sociedade brasileira.

A advertência foi feita pelo professor Marcelo Kunrath, do Departamento de Sociologia da UFRGS, durante a aula pública realizada na tarde desta quarta-feira, em frente ao prédio da Faculdade de Educação (Faced).

Iniciativa de um grupo de professores do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da UFRGS, o encontro reuniu centenas de estudantes, professores e funcionários da universidade que debateram o atual momento político vivido no país e Iniciativa de um grupo de professores do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da UFRGS, o encontro reuniu centenas de estudantes, professores e funcionários da universidade

A professora Soraya Cortes, diretora do IFHC, abriu a aula pública esclarecendo que os professores do instituto que aceitaram participar do encontro falariam em nome próprio, não expressando posições oficiais de seus respectivos departamentos. “O que nos une hoje aqui é a defesa da democracia”, assinalou. Ao falar da efervescência social e política vivida pelo país, Marcelo Kunrath destacou a necessidade de lutar pela manutenção das condições de possibilidade da própria democracia, que estão sob ameaça.

 Na avaliação do sociólogo, a transformação do debate político no país em um debate moralista que, supostamente, opõe o bem contra o mal é algo profundamente nefasto para a democracia brasileira. Mais de um participante da aula pública falou sobre a fragilidade dessa democracia que parecia estar consolidada.

“A democracia que nós construímos nas últimas décadas é uma fina de camada de gelo sobre um oceano de autoritarismo, ódio e intolerância”, afirmou Kunrath, que lembrou alguns dos casos de violência e agressões ocorridos em Porto Alegre nos últimos dias. “Isso para não falar do que está acontecendo na internet que se tornou também um canal de disseminação do ódio”, acrescentou.

Além da ameaça de ruptura social, o professor da UFRGS também alertou para o risco de rupturas institucionais de várias ordens. “Quando um juiz reconhece a ilegalidade do seu ato, mas o justifica pelo objetivo que está buscando, está praticando uma ruptura grave”, exemplificou. Kunrath também criticou a atuação da mídia, que estaria desconstruindo as fontes da própria legitimidade enquanto fonte de informação confiável”. Neste cenário, o sociólogo defendeu como tarefa urgente uma disputa cultural pelos valores da democracia, que estão sob ataque.

“A corrupção nunca preocupou as elites brasileiras”

A professora Celi Pinto, do Departamento de História da UFRGS, lembrou que, no mesmo lugar onde estava ocorrendo a aula pública, ela se defrontou pela primeira vez com o autoritarismo. “Foi neste prédio que me defrontei, em 1968, com policiais agentes do DOPS entrando no Colégio de Aplicação para fichar alunos e depois invadindo a Faculdade de Filosofia”. Celi Pinto sustentou que a crise atual não se deve aos grandes problemas que os governos do PT acumularam nestes últimos 14 anos, mas sim às suas qualidades e aos seus acertos. Em 1964, assinalou, o capitalismo brasileiro e a banca internacional estavam sendo confrontados por projetos de reformas que ampliavam direitos e a própria democracia. É isso que está na base também da crise atual, assinalou, enfatizando que a corrupção nunca foi algo que preocupou as elites brasileiras.

“Não podemos esquecer esse cenário. Não é por nada que a Fiesp está apoiando o golpe e as manifestações contra o governo, colocando aquele pato amarelo ridículo na avenida Paulista. Devemos olhar o contexto maior que estamos vivendo. Neste período, todas as experiências de esquerda no continente estão sendo pressionadas e derrubadas. Não estamos brincando com amadores”, advertiu a professora do Departamento de História. E acrescentou, chamando a atenção de todos para a gravidade do momento: “Temos um Legislativo sequestrado por Eduardo Cunha e com síndrome de Estocolmo, um Executivo paralisado, um Judiciário que está se espetacularizando e uma massa de pessoas despolitizadas nas ruas se manifestando contra os partidos e a política. Esse é um cenário extremamente perigoso”.

A relação entre privacidade e democracia

Felipe Gonçalves Silva, professor do Departamento de Filosofia da UFRGS, abordou, por sua vez, a relação entre privacidade e democracia. É fundamental, defendeu, estabelecer esse vínculo de uma forma não individualista, pois a esfera privada não é uma esfera de isolamento, possuindo uma posição defensiva e uma posição positiva no terreno da luta política. Em sua posição defensiva, disse Felipe Silva, a esfera privada protege a liberdade de pensamento de tal modo que a possibilidade de tornarmos públicas nossas posições não seja prejudica por uma exposição coagida das mesmas. Mas ela também tem, acrescentou, uma função positiva na construção de contra-poderes ao poder estabelecido.

O pesquisador lembrou a obra “Origens do Totalitarismo”, de Hannah Arendt, para falar dos riscos da supressão da privacidade. Segundo Hannah Arendt, o poder totalitário não se instala apenas pelo controle da esfera pública. Ele envolve também a supressão da esfera privada por meio da instauração de uma polícia secreta. “Não somos contra o combate às patologias de nosso sistema político. Somos contra a tentativa de derrubar um governo eleito, com o uso de quebra de sigilos telefônico, exposição coagida de opiniões e utilização seletiva e manipulatória do poder Judiciário”, afirmou Felipe Silva.

Operação de desconstrução simbólica

O professor Caleb Faria Alves, do Departamento de Antropologia da UFRGS, enumerou a série de mensagens fantasiosas e falsas que vêm circulando na internet e na própria mídia para falar da operação de desconstrução simbólica em curso no Brasil. “Ontem recebi uma mensagem que dizia que a Dilma estava desesperada por dinheiro e, por isso, estava multando carros nas ruas, usando até o Exército para fazer isso”, exemplificou Caleb Alves, citando também a divulgação em rede nacional de televisão de conversas privadas entre a esposa de Lula e o próprio filho.

“O que está em jogo aqui são signos sociais de pertencimento”, assinalou. O que essas mensagens dizem é que essas pessoas (Lula e sua família) não podem estar no lugar onde estão, pois, supostamente, não pertencem a ele socialmente. O que está em jogo, acrescentou o professor da UFRGS, é a construção de legitimidade em torno da questão: a quem pertence esse espaço público.

Retomando o ponto desenvolvido pelo sociólogo Marcelo Kunrath, a cientista política Maria Isabel Noll destacou que a sociedade brasileira é profundamente conservadora e não tem uma paixão particular pela democracia. “Talvez, nós, cientistas políticos, tenhamos sido demasiadamente otimistas com os avanços da democracia brasileira”.

 A crise atual, assinalou ainda, é decorrente também de traços de longa duração em nossa história, como a existência de um Estado muito pesado e avesso a mudanças e uma cultura de mudanças negociadas, sem que o custo dessas negociações seja transparente. Na mesma direção, o cientista político Benedito Tadeu César defendeu que não estamos na iminência de um golpe de Estado clássico, mas sim diante da possibilidade de uma ruptura institucional, com todos os poderes sendo questionados. “O equilíbrio entre os poderes, fundamental para a democracia, foi rompido”, afirmou.

Bernadete Menezes, da coordenação da Associação de Servidores da UFRGS (Assufrgs), parceira na realização da aula pública, assinalou que, apesar das diferenças com o governo Dilma, a entidade tem lado. “Estamos saindo de quatro meses de greve, mas temos lado. Estamos hoje aqui reunidos para fazer política e defender a nossa frágil democracia. Temos que alagar a democracia. Só isso vai impedir o golpe”, disse Berna lembrando que os limites dessa democracia aparecem ainda no âmbito da própria universidade. “Nós nem conseguimos fazer uma Comissão da Verdade aqui dentro da UFRGS para elucidar o que aconteceu durante a ditadura”, lembrou

 

Fuente de la noticia:http://kaosenlared.net/brasil-porto-alegre-aula-publica-em-frente-da-faculdade-de-educacao-faced/

Fuente de la imagen:http://kaosenlared.net/wp-content/uploads/2016/03/BrasilAulapublica.jpg

 

 

 

 

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20 mil niños y jóvenes de toda Argentina se están quedando sin sus orquestas.

www.reporteplatense.com.ar/31-03-2016/

Los grandes medios de comunicación siguen ocultando las reacciones populares ante el desmantelamiento de distintas áreas del Estado que promovían la cultura, la ciencia y la educación. En este caso, pasó casi desapercibida una enorme protesta que cientos de jóvenes estudiantes realizaron el martes frente del Palacio Sarmiento, donde funciona el Ministerio de Educación de la Nación, para expresar el rechazo a la provincialización y vaciamiento del «Programa Nacional de Orquestas y Coros Infanto-Juveniles para el Bicentenario».

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«Estamos muy preocupados. Este Programa llega a todo el país. Alrededor de 20 mil chicos y chicas de todo nuestro país están haciendo música sinfónica, música coral, con instrumentos bastante complejos, tanto para tenerlos como para tocar, como son los instrumentos de orquesta sinfónica. Es decir, la flauta traversa, oboe, trompeta, clarinete, trombón, trompa, violines, chelos, violas y contrabajos. Estamos sin respuestas del Ministerio de Educación sobre la continuidad de nuestro Programa. Creemos que es fundamental la educación musical para los chicos de nuestro país», señalò a la prensa el Maestro Horacio Vivares, director de dos de las más de 145 orquestas y 160 coros del programa.

«Ellos adquieren un montón de conocimientos, no solamente el conocimiento de la música, de la técnica de un instrumento sino que podemos llegar imaginariamente a un montón de lugares del mundo, porque tocamos estilos, músicas de distintas partes del mundo, conocemos autores, compositores…», describió Vivares en una entrevista con la agencia Paco Urondo.

En la movilización cada uno de los estudiantes concurrió con su instrumento: primero sonó «Huaynito del Sapo», luego, un Coro gigantesco entonó «Tren del Cielo», más tarde interpretaron «La burrita» y «Rezo por vos» de Charly García. Al final, el Himno Nacional Argentino, entre las lágrimas de todos los profesionales que viven cada día el progreso y el estudio de los chicos.

Estuvieron presentes orquestas y coros de Avellaneda, Punta Indio, Lujan, Berazategui, Gral. Sarmiento, Gral. Rodríguez, Partido de la Costa, La Matanza, Laprida, Malvinas Argentinas, Moreno, Quilmes, San Antonio de Areco, San Martín, San Vicente, Vte López, José C. Paz y Flores. Además, los conciertos se reprodujeron a lo largo y a lo ancho del país con idéntico objetivo: hacer que las autoridades los escuchen.

La misma suerte que el «Programa de Orquestas y Coros Infanto-Juveniles» correrían los «Centros de Actividades Infantiles (CAI)», el «Programa Nacional de Extensión Educativa (CAJ)» , «Ajedrez Educativo» y los diversos programas socioeducativos que dependen del Ministerio de Educación de la Nación.

Fuente de la imagen destacada: http://www.aporrea.org/

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Visita a EE.UU: Bachelet realizará conferencia sobre Reformas y Educación en Chile.

www.puranoticia.cl/31-03-2016/
En el marco del segundo día de la Presidenta en la capital estadounidense, quién participa de la IV Cumbre de Seguridad Nuclear.
Internacional , Jueves 31 de marzo de 2016 a las 08:19 horas

Durante esta jornada de este jueves, la Presidenta Bachelet entregará una conferencia denominada «Las Reformas de Transparencia, Probidad y Educación en Chile». Esto en el marco del segundo día de Bachelet en la capital estadounidense, quién participa de la IV Cumbre de Seguridad Nuclear.

Esta mañana la mandataria tiene programado un desayuno con empresarios locales en la residencia oficial de Chile y dos horas después tendrá un encuentro con el presidente del Banco Interamericano de Desarrollo (BID), Luis Alberto Moreno.

En la sede del BID, Bachelet entregará una conferencia denominada «Las Reformas de Transparencia, Probidad y Educación en Chile», ocasión en la que realizará una férrea defensa de los cambios que ha impulsado su administración durante sus dos años de mandato.

Según consigna el sitio Emol, a las 16:15 horas en Chile, tiene programada una reunión bilateral con el Primer Ministro de Nueva Zelanda, John Key, en el Hotel St. Regis de la capital estadounidense y al finalizar la jornada, asistirá en la ceremonia de recepción de la Cumbre de Seguridad Nuclear en la Casa Blanca, la cual concluirá con una cena ofrecida por el Presidente Barack Obama.

Por último durante la jornada de mañana viernes, la Presidenta asistirá a un desayuno con el Vicepresidente de Estados Unidos, Joe Biden, quién contará también con la presencia del mandatario argentino, Mauricio Macri.

Fuente de la imagen destacada: http://www.cimatchile.com/titulares-de-los-principales-periodicos-de-chile/

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Crisis global y ética desde la espiritualidad de nuestra América

 

La Semana Santa fue una oportunidad para reflexionar sobre la crisis global y el intento de depurar el rumbo constructivo de paz desde Nuestra América, amenazado, tanto por errores internos como por fuertes ambiciones de grandes poderes mundiales.

Argentina, visitada por el presidente Obama, conmemora 40 años de la instalación de una dictadura implacable violadora de derechos humanos, con militares formados en la Escuela de las Américas de Estados Unidos. Los movimientos de Derechos Humanos expresan su rechazo a las políticas del presidente Macri. En Brasil los movimientos sociales enfrentan amenazas de golpe de Estado a la presidenta Dilma y al líder obrero Lula, con los medios de comunicación como punta de lanza. En Bolivia, Ecuador y en la República Bolivariana de Venezuela se manifiestan amenazas similares. En Venezuela, quien asumirá en Abril la presidencia de UNASUR Y MERCOSUR, representantes del gobierno de Colombia y de las FARC, acuerdan una ruta de paz, luego de medio siglo de guerra interna.

La decisión del gobierno argentino de impedir la señal de la agencia de noticias Telesur,   resulta repudiada por organizaciones de derechos humanos y  movimientos sociales de Nuestra América.

En su mensaje de Pascua de Resurrección, Francisco, primer Papa latinoamericano, refiriéndose a Venezuela, abogó por que se trabaje por el bien común y la búsqueda de diálogo y “Se promueva en todo lugar la cultura del encuentro, la justicia y el respeto recíproco, lo único que puede asegurar el bienestar espiritual y material de los ciudadanos”.

Por su parte, el párroco del templo de San Francisco en Caracas, Numa Molina, en entrevista realizada en el Domingo de Resurrección con el destacado periodista José Vicente Rangel, al hacer referencia a la extensión del decreto del presidente Obama que declara a Venezuela como amenaza inusual y extraordinaria a la seguridad de Estados Unidos y refiriéndose al silencio al respecto de las autoridades eclesiásticas venezolanas, afirmó: “Claro que tenían que pronunciarse, es lógico, porque si está en juego la vida de los cristianos, de mis hermanos, de mi país al que me debo como pastor, se está en juego la vida de ellos y yo soy el pastor, tengo que levantar la voz por mis ovejas” Y señaló que “estamos urgidos a una refundación ética”.

Refundación ética que requiere necesariamente, con base en la espiritualidad de Nuestra América mestiza, asumir la perspectiva incluyente de valores ancestrales como el buen vivir, que no es vivir mejor que los demás, al cual induce la competencia neoliberal. Rescatar los valores arraigados desde el movimiento de Jesús, que rechaza le pretensión de poder, sobre la vocación de servicio “no he venido a ser servido sino a servir”. La reflexión ética implica asumir en el camino democrático de Nuestra América, la depuración de males internos como la corrupción, no cambiando de rumbo hacia violencias institucionalizadas – como caracterizaban los obispos latinoamericanos en Medellín 1978 a la situación de América Latina de entonces-. Sino a depurar el rumbo democrático asumiendo la perspectiva ética del diálogo sincero, sin manipulaciones mediáticas, con la perspectiva de las víctimas, con verdad, justicia, respeto por los que piensan distinto, cuidado de la Madre Tierra. En función de la construcción de la Paz del Resucitado, con la alegría del evangelio.

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