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Brasil: Representantes da área de educação criticam MP que altera as regras do Fies

Brasil/Agosto de 2017/Fuente: Jornal Do Brasil

Resumen: En audiencia pública interactiva este miércoles, representantes de la enseñanza superior, de los trabajadores en educación, activistas del sector e internautas criticaron la Medida Provisional (MP) nº 785/2017, que cambia las formas de concesión del Fondo de Financiamiento Estudiantil (FIES). A lo largo del debate en la comisión mixta encargada de emitir opinión sobre la materia, ellos fueron unánimes en afirmar que la MP atiende a las necesidades fiscales del gobierno federal, pero restringe el acceso de los estudiantes al financiamiento estudiantil, al exigir fiador y extinguir el plazo de carencia Para la aprobación de la gestión del préstamo, hoy de 18 meses, entre otras enmiendas.

Em audiência pública interativa nesta quarta-feira (23/08), representantes do ensino superior, dos trabalhadores em educação, ativistas do setor e internautas criticaram a Medida Provisória (MP) nº 785/2017, que altera as formas de concessão do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Ao longo do debate na comissão mista encarregada de emitir parecer sobre a matéria, eles foram unânimes em afirmar que a MP atende às necessidades fiscais do governo federal, mas restringe o acesso dos estudantes ao financiamento estudantil, ao exigir fiador e extinguir o prazo de carência para quitação do empréstimo, hoje de 18 meses, entre outras alterações.

Representante da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior, Sólon Caldas disse que a MP atende a interesses imediatos do governo, mas abandona totalmente o caráter social do Fies. Ele destacou ainda que os mais ricos estudam de graça nas universidades públicas, enquanto os menos favorecidos precisam pagar mensalidades em estabelecimentos particulares de ensino. Também alertou que o número de vagas oferecidos pelo programa não atende à demanda dos alunos.

Sólon Caldas criticou, entre outros pontos, o fato de o governo não financiar 100% da mensalidade, o que faz com que o estudante não tenha como arcar com a diferença. Além disso, o governo estabelece alguns cursos prioritários, nem sempre em consonância com o mercado de trabalho, e as vagas acabam sobrando e ficando ociosas no sistema.

«A MP fatiou o Fies em três modelos. O primeiro oferece só 100 mil vagas. Nos outros dois modelos, o governo transfere o risco financeiro para os bancos. A restrição vai ser muito maior. O “juro zero” é um discurso perigoso do governo. O juro é corrigido pelo INPC. Em 2014, foram mais de 730 mil contratos. Em 2017, não vamos chegar a 200 mil. Precisamos de um Fies sustentável, mas que não fique só de enfeite», alertou.

Representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, Gilmar Ferreira disse que a MP não abarca de forma plena as metas decenais do Plano Nacional de Educação (PNE), que preveem avanços na instrução de grupos historicamente desamparados na educação superior.

«A MP traz limitações na admissão do tempo de carência aos que acessaram o benefício e no desconto consignado em folha de pagamento. A fragmentação dos contratos dificultará a quitação. A exigência de fiador levará a outras exigências que dificultarão a obtenção do financiamento. O governo continua com sua saga de contenção de gastos para alimentar o rentismo, e provoca submissão dos parcos recursos públicos. No caso dos fundos regionais de desenvolvimento, eles atendem mais ao mercado internacional de exportação in natura, deixando à margem o desenvolvimento local, ou submetendo as regras às exigências do mercado», afirmou.

Assessor jurídico do Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior, José Roberto Covac afirmou que a educação não deve representar custo, mas um investimento necessário para o desenvolvimento do País. «Vai ter redução do programa. A gente não sabe até que ponto os recursos serão destinados no montante necessário para o ensino superior. O desafio que temos é cumprir as metas do PNE. O aluno, ao sair do Fies, agrega receita no mínimo de 70%, fora a qualificação que ele vai dar ao sistema de produção do País, ressaltou.

Representante da Associação Nacional das Universidades Particulares, Elizabeth Guedes destacou a importância do crédito estudantil e da educação para o desenvolvimento nacional. «Se nós, de ensino superior, tivéssemos os três milhões de alunos adicionais que nos permitissem chegar à média da OCDE [Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico], só de aumento do PIB [produto interno bruto] a gente teria de três a seis por cento. Ninguém que pegou empréstimo com o Fies deve nada ao Brasil, pelo contrário. O país sempre ficará devendo toda vez que um jovem se formar, gerar emprego e começar a pagar impostos», afirmou.

Expansão do ensino superior

Membro do comitê da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Catarina de Almeida disse que o Brasil precisa decidir se vai continuar com o empréstimo subsidiado ou adotar uma ação de longo prazo para expansão da educação superior pública. «Temos que aumentar em 50% o número de vagas, sendo que 40% precisam ser nas universidades públicas, com a expansão de mestres e doutores. As universidades federais estão em processo de contenção de sua expansão, mas são as universidades que têm o maior número de professores com dedicação exclusiva. É preciso pensar no processo de regulação da educação, fazer avaliação do financiamento e de seu retorno para a educação de qualidade e a empregabilidade – defendeu.

Representante da Associação Brasileira de Estágios, Seme Arone Júnior observou que apenas 16% da população entre 25 e 34 anos têm nível superior no País, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual é de 11% entre as pessoas mais velhas, em torno de 55 anos. «Há um impacto do ensino superior na empregabilidade. No Brasil, o percentual de quem tem nível de ensino superior completo é de 6,4%. Quem não tem ensino médio vive um drama. É importante dar acesso à educação para os jovens. Precisamos ampliar a inserção do jovem no ensino superior», afirmou.

Representante da Confederação Nacional Dos Estabelecimentos de Ensino, Jorge de Jesus Bernardo disse que a MP não vai ampliar o acesso ao ensino superior no País. «A MP não atende aos alunos, aos mantenedores e ao próprio país. Não estamos contribuindo para o desenvolvimento do Brasil», alertou.

Por sua vez, o senador Pedro Chaves (PSC-MS) disse ser favorável ao aprimoramento do Fies. Ele sugeriu o aumento do Fundo Garantidor e da participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no programa. «Temos que definir uma forma de minimizar o problema. Sou favorável ao Fies, ao aumento do número de vagas e a facilitar ao máximo. Se não, o estudante não tem condição». afirmou.

Ao final da audiência pública, o relator da matéria, deputado Alex Canziani (PTB-PR) disse ser favorável ao aprimoramento da MP. «Acredito que a gente possa buscar um novo caminho, construir um texto mais adequado ao que a sociedade precisa, sem esquecer a situação fiscal em que se encontra o Pais, disse.

Essa foi a primeira das cinco audiências programadas pela comissão mista para instrução da MP nº 785/2017. O colegiado é presidido pelo senador Dalírio Beber (PSDB-SC). A relatora-revisora da MP é a senadora Lúcia Vânia (PSB-GO).

O que estabelece a MP do Fies

A Medida Provisória nº 785/2017 aponta para a redução de riscos fiscais, eleva as garantias da União e altera o perfil dos financiamentos concedidos pelo Fies, a serem definidos em três modalidades de contratação. Com a edição da medida, o governo federal espera a redução da inadimplência no cumprimento dos contratos, limitação de riscos, melhoria nas condições de financiamento e racionalização das amortizações.

O atual Fies, vinculado ao Ministério da Educação, comportará uma das modalidades de contratação (Fies 1 – Fundo Garantidor), com a participação da União no limite global de até R$ 2 bilhões. A MP cria o Programa de Financiamento Estudantil, que comportará duas outras modalidades de concessão de crédito (Fies 2-Regional e Fies 3-Desenvolvimento/Trabalhador). Também destina ao financiamento recursos de fundos constitucionais e de desenvolvimento regional, além de linhas de crédito do BNDES; estabelece a exigência de fiador em alguns casos; elimina a carência para o início do pagamento do financiamento e autoriza a concessão abatimentos e descontos aos estudantes, entre outras alterações.

O Fies 1 – Fundo Garantidor destina-se a estudantes com renda familiar bruta de até três salários mínimos per capita, com previsão de taxa de juros zero e de 100 mil vagas por ano. As receitas dessa modalidade de financiamento são as atualmente utilizadas, com origem no Tesouro Nacional.

A MP autoriza a União a participar do Fundo Garantidor no limite global de até R$ 2 bilhões. As entidades mantenedoras serão cotistas do fundo na proporção inicial de 13% sobre o valor dos encargos educacionais financiados. Esse percentual irá variar a partir do segundo ano, de acordo com a inadimplência dos estudantes que cursaram cada instituição de ensino.

O Fies 2 – Regional destina-se a estudantes com renda familiar bruta de até cinco salários mínimos per capita, com taxa de juros de 3% ao ano e de 150 mil vagas por ano. As receitas dessa modalidade serão advindas do fundos constitucionais de financiamento do Norte (FNO), do Nordeste (FNE) e do Centro-Oeste (FCO). A aplicação de recursos dos fundos constitucionais deverá ser efetuada nas respectivas regiões de atuação. Os agentes financeiros deverão ser o Banco da Amazônia (Basa), o Banco do Nordeste (BNB) e o Banco do Brasil (BB), gestores dos fundos.

O FIies 3 – Desenvolvimento/Trabalhador também destina-se a estudantes com renda familiar bruta de até cinco salários mínimos per capita, com juros regulados pelo mercado e de 60 mil vagas por ano, com possibilidade de mais 20 mil vagas. As receitas dessa modalidade também virão dos fundos constitucionais de desenvolvimento. Há ainda a possibilidade de uso de linha de crédito do BNDES.

As instituições financeiras assumirão integralmente o risco de crédito das operações e o custo de captação (Taxa de Longo Prazo – TLP). Para o Fies 2 e o Fies 3, as condições de concessão do financiamento ao estudante serão definidas entre o agente financeiro, a instituição de ensino superior e o estudante, obedecidos os critérios estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Fuente: http://www.jb.com.br/informe-cnc/noticias/2017/08/24/representantes-da-area-de-educacao-criticam-mp-que-altera-as-regras-do-fies/

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Libro: Como se configuran los movimientos sociales hacia la problemática ambiental ¿Movimientos ambientalistas, asambleístas y/o anticapitalistas?

Como se configuran los movimientos sociales hacia la problemática ambiental ¿Movimientos ambientalistas, asambleístas y/o anticapitalistas?

Documento de Trabajo #13

Liliana Beatriz Polastri. [Autora de Artículo]

Colección Red de Posgrados en Ciencias Sociales. 
ISBN 978-987-1891-27-6
CLACSO.
Buenos Aires.
Noviembre de 2012

*Disponible sólo en versión digital

Este trabajo es un intento de desentrañar la relación entre los movimien- tos sociales en Latinoamérica, los vínculos con el sistema socio –económico predominante, como así también los procesos históricos de conformación de estos movimientos y sus formas de construcción política. En cierta medida, intentamos interrogarnos respecto a la constitución social de estos movimientos. Preguntarnos si son construcciones policlasis- tas, o si por el contrario, subyace en su conformación alguna forma –aunque primaria– de conciencia de clase. Dicho de otra manera, nos preguntamos si estos movimientos se limitan estrictamente a la problemática ambiental o si son capaces de interpelar las causas económicas y los intereses más profundos que se ocultan detrás de la depredación del ambiente.
Fuente: http://www.clacso.org.ar/libreria-latinoamericana/buscar_libro_detalle.php?id_libro=746&campo=titulo&texto=movimientos
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Argentina: El Gobierno lanzó el programa de escuela secundaria con oficios, con apoyo de los sindicatos

Argentina/Agosto de 2017/Fuente: Télam

El Gobierno lanzó, en el municipio bonaerense de La Matanza, el programa de escuela secundaria con oficios, una iniciativa que apunta a articular ese nivel educativo con la formación técnica, con el objetivo de mejorar el acceso de los egresados a empleos de calidad.

El programa de escuela secundaria con oficios, tiene el apoyo del Ministerio de Trabajo de la Nación, del Sindicato de Mecánicos y Afines del Transporte Automotor (SMATA), de la Unión Obrera de la Construcción de la República Argentina (UOCRA), del Sindicato de Luz y Fuerza, del Sindicato de Plásticos y de la Cámara de Industria y Comercio de La Matanza.

Los talleres incluidos en el plan abarcan mecánica, electricidad, energía, administración, plomería, gastronomía y hotelería, entre otras actividades, que en una primera etapa se implementarán en La Plata, Morón, San Miguel y La Matanza.

El programa es impulsado por el Ministerio de Desarrollo Social de la Nación, a través de la Secretaría de Economía Social, y de la Dirección General de Escuelas de la provincia de Buenos Aires.

“Durante un año y medio estuvimos pensando en un proyecto que pudiera articular la escuela con el trabajo y así surgió la idea de que, quien finalice sus estudios, obtenga un título secundario y, además, un oficio con certificado habilitante”, señaló el secretario de Economía Social, Matías Kelly.

El secretario de Educación provincial, Sergio Siciliano, agregó que “este es un ejemplo para los chicos que están en la escuela y a veces piensan en dejarla, que vean a estos jóvenes y adultos que se esfuerzan por progresar, trabajando y estudiando”.

El lanzamiento se realizó en el Polo Formativo y Productivo de La Matanza con la presencia de alumnos avanzados que participan del plan FinEs, orientado a personas de más de 18 años para que concluyan la educación secundaria en forma gratuita.

Fuente: http://www.telam.com.ar/notas/201708/198906-escuela-secundaria-con-oficios-lanzamiento-la-matanza-gobierno-smata-uocra-ministerio-de-desarrollo-social.html
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Perú Sutep: profesores anuncian paro nacional este jueves

Perú/Agosto de 2017/Fuente: Diario Correo

Las bases de los docentes del Sindicato Unitario de Trabajadores en la Educación del Perú (Sutep) que aún continúan en huelga anunciaron para mañana jueves 23 un paro nacional, es decir, otros colectivos gremiales y sindicalistas como la CGTP apoyarán la protesta de los docentes que inició el 15 de junio.

El profesor de Pichanaki Jaime Orozco rechazó la versión de no querer ser evaluados. Aseguró que la prueba que piensa hacerle el Ministerio de Educación es «subjetiva» y evalúa el desempeño de los maestros en el aula a través de unos observadores, lo que, según los maestros, «no es suficiente» y «no sirve para determinar cómo verdaderamente los maestros trabajan con los alumnos».

Lo que los docentes planean es modificar esta evaluación de desempeño que consta de seis indicadores que serán evaluados por un observador. «Nosotros no estamos en contra de dar una prueba de conocimientos. La evaluación debe ser normativa y no subjetiva», dijo una profesora de la base Yauyos.

Precisamente, estos profesores de dicha provincia de Lima contaron que ganan 1200 soles pese a que algunos cuentan con dos especialidades y negaron que el incremento de la escala salarial prometido por el Gobierno les alcance a ellos.

Hoy los dirigentes se organizarán y evaluarán las actividades programadas para el transcurso de la tarde y de mañana, que se da inicio al paro nacional. Mientras tanto, los maestros del interior del país continúan alojándose en el local de los fonavistas, en el Cercado de Lima, donde pasan la noche y realizan olla común.

Ya el día lunes, Pedro Castillo Terrones, presidente del Comité Nacional de Lucha de las bases regionales del SUTEP, anunciaba que la huelga de maestros continuaría «hasta las últimas consecuencias» e informaba de un paro nacional en apoyo a los docentes, quienes acatan la medida de fuerza desde hace más de 60 días.

Esta disposiciones las dio a conocer en un mitin dirigido a los profesores agrupados en la Plaza San Martín, tras anunciarse el no acuerdo entre el Ministerio de Educación y sus representantes.

El líder sindical confirmó, además, que los profesores del Cuscose sumarán nuevamente a las protestas del magisterio. Asimismo, anunció radicalizar la medida con una huelga de hambre hasta que sean aceptadas las demandas de los maestros.

«Hemos encontrado una represión en la calle, una represión en la mesa y una presión a la dignidad del magisterio, tildándonos que somos de tal o cual color», señaló Pedro Castillo.

«Maestros y maestras reiteramos aquí que nuestra única arma que nos ha llevado a esta huelga nacional indefinida es una sola y esa arma es nuestra razón. Qué pecado hemos cometido los ciudadanos de este país de haber elegido de ser maestros y contribuir con la formación de los ciudadanos de la patria», agregó.

Fuente: http://diariocorreo.pe/ciudad/huelga-de-maestros-pedro-castillo-anuncia-paro-nacional-en-apoyo-a-docentes-video-768966/

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Uruguay: Sindicatos uruguayos protestan contra decretos de esencialidad

Uruguay/Agosto de 2017/Fuente: Prensa Latina

El Plenario Intersindical de Trabajadores-Convención Nacional de Trabajadores (PIT-CNT) realiza hoy un paro parcial que incluye una concentración ante la sede del ministerio del Trabajo de Uruguay.

La acción de protesta convocada por la principal organización sindical uruguaya se produce en rechazo al decreto de esencialidad firmado por el Gobierno en los centros de la Administración de los Servicios de Salud del Estado y en el Patronato del Psicópata.

Bajo la consigna ‘Contra el decreto abusivo de esencialidad y porque lo esencial es avanzar en los cambios’, el cese de labores cuenta con el respaldo de la Federación de Funcionarios de Salud Pública, que cumplirá un paro general de 24 horas, según el diario El País.

Otras organizaciones gremiales como la Asociación de Docentes de Educación Secundaria, la Asociación de Maestros del Uruguay y el Sindicato Único Nacional de la Construcción y Anexos también secundaron la iniciativa.

El PIT-CNT publicará un documento en septiembre en el cual enfatizará su rechazo a la reforma laboral brasileña, la necesidad de negociar con los sindicatos en futuras rendiciones de cuentas antes de su presentación al Parlamento, y la mejora de los salarios más bajos.

Dentro del movimiento obrero existe un marcado rechazo a los decretos de esencialidad firmados por el Gobierno, los cuales vulneran el derecho de los trabajadores a huelga y constituyen ‘abuso de poder’, estimó el presidente de la principal central sindical uruguaya, Fernando Pereira.

El Estado decreta la esencialidad en aquellos casos que la paralización de algunos servicios represente una afectación o amenaza contra el bienestar o la seguridad de las personas.

De 2015 a la fecha la actual administración aprobó decretos de este tipo en los sectores de la educación, el servicio meteorológico, el abastecimiento de combustibles y la salud, lo que a criterio del movimiento obrero constituye una utilización reiterada y abusiva de esa prerrogativa.

Fuente: http://prensa-latina.cu/index.php?o=rn&id=110112&SEO=sindicatos-uruguayos-protestan-contra-decretos-de-esencialidad
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Venezuela: Gobierno anunció nuevo plan de estudio para la educación media integral

Venezuela/Agosto de 2017/Fuente: El Universal

El ministro para la Educación informó que el período escolar 2017-2018 iniciará el 18 de septiembre para la educación primaria y el 2 de octubre para la educación media. Anunció que se prevé un incremento de 15% para los docentes que entraría en vigencia durante la segunda semana de septiembre.

El ministro para la Educación, Elías Jaua, informó este miércoles que el período escolar 2017-2018 iniciará el próximo 18 de septiembre para la educación primaria y el 2 de octubre para la educación media general.

«Atentos profesores, madres, trabajadores y docentes. Estas son las fechas tentativas, pero están sujetas a la decisión electoral por las regionales de octubre», dijo el ministro desde el Liceo Andrés Bello en Caracas, durante una rueda de prensa.

Estimó que en el primer semestre de este año el salario de los educadores ha registrado un incremento de 481%. Señaló, además, que está previsto que en la segunda semana de septiembre, una vez que haya iniciado el regreso a clases, se anuncie un incremento de 15% al personal docente que estará previsto en la contratación colectiva firmada por los sindicatos y el sector magisterial.

Nuevo período escolar tendrá adecuaciones en la educación media general

Jaua indicó que los estudiantes de educación media general recibirán su formación con un plan de estudio que se ha adecuado a las nuevas exigencias de la nación y que la misma obedece a los resultados de la Consulta Nacional por la Calidad Educativa, que se efectuó en todo el país en 2014, así como a los planteamientos de académicos, docentes y estudiantes.

«Tras seis meses de discusión, de revisión, de rectificación, de las críticas, las autocríticas de sectores de la opinión pública, sectores interesados en la educación venezolana, pero fundamentalmente de las bases del sector educativo, del sistema público nacional de los estudiantes, de las familias, de los profesores, de los docentes, hemos hecho una adecuación al plan de estudio», apuntó.

Explicó que como parte de la discusión, por instrucciones del presidente de la República, Nicolás Maduro, comenzó –en enero pasado– otro proceso de debate del que surgió la necesidad de unificar el plan de estudio.

Detalló que los profesores recibirán, a partir del próximo 18 de septiembre, talleres de inducción y orientación sobre el nuevo plan, que será publicado en Gaceta Oficial en los próximos días.

Plan de estudio

Jaua indicó que los estudiantes de primero y segundo año de bachillerato tendrán un total de 44 horas académicas y que los de tercero a quinto año, tendrán 46.

Los cinco niveles recibirán formación en las siguientes áreas del conocimiento: Castellano, Inglés y otras Lenguas Extranjeras; Matemáticas; Educación Física; Geografía, Historia y Ciudadanía; Orientación y Convivencia; y Participación en Grupos de Creación y Producción.

Arte y Patrimonio y Ciencias Naturales también se impartirán a primero y segundo año. Mientras que Física, Química y Biología será para los niveles de tercero a quinto año. Este último igualmente recibirá formación en Ciencias de la Tierra.

Formación para la Soberanía Nacional (similar a lo que en su momento fue Instrucción Premilitar) se dictará a los niveles cuarto y quinto año.

Balance

A propósito de los preparativos para el Año Escolar 2017-2018 el ministro precisó que en primaria se recibirán 480 mil nuevos estudiantes y en la educación media general 526 mil.

Reiteró que el Programa de Alimentación Escolar (PAE) llegará a 15.328 planteles, de los más de 24 mil que funcionan en todo el país, para los que habrá un programa especial de meriendas.

Jaua detalló que un total de siete millones 195.335 estudiantes están convocados para el inicio de clases.

Tres millones de niños recibirán el morral escolar para el nuevo período

El titular de la cartera de Educación dio a conocer la entrega de tres millones de morrales a niños de todo el país, los cuales estarán dotados con libros de la Colección Bicentenaria, cuadernos, lápices, colores y todo tipo de implementos necesarios para el estudio.

Informó que además de estos morrales se entregarán dos millones de kits de uniformes en parroquias seleccionadas del país, y se continuará con la asignación de computadoras educativas Canaima, un plan que desarrolla el Gobierno Nacional desde 2009.

«Con el apoyo del Ministerio de Economía, Finanzas y Comercios, se implementará a partir de las próximas semanas un conjunto de ferias en todo el país, para garantizar la distribución a precios justos de los útiles escolares» y también «la distribución de calzados, camisas y pantalones para acompañar a nuestro pueblo en la lucha contra los especuladores. Llamamos a nuestro pueblo a que no se deje especular y se una a esta batalla y proteja los sistemas de distribución gratuita para sus hijos», agregó.

Fuente: http://www.eluniversal.com/noticias/politica/gobierno-anuncio-nuevo-plan-estudio-para-educacion-media-integral_667009

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La calidad de la educación en Colombia, una mirada crítica

Colombia/24 agosto 2017/Fuente: Las 2 Orillas

“Se hace necesario implementar reformas que no se queden en el papel, reformas que tenga un gran impacto en el desarrollo integral del niño”.

La educación en su mayor expresión es el vehículo por el cual las personas participan para crecer como ciudadanos, es ese proceso de formación continuo que se da ya sea en un aula de clase o bien sea en la cotidianidad. Cabe decir que esta es un área de estudio bastante trabajada por los académicos. Para empezar, lo fundamental sería que delimitemos el concepto de calidad. Según la Real Academia Española significa: propiedad o conjunto de propiedades inherentes a algo, que permite juzgar su valor.

Después de tener claro este concepto es fundamental hacer ciertas apreciaciones desde el campo educacional, lo que significa que en esta parte la educación se puede determinar como un proceso de integración del individuo en la sociedad, y que dentro de este proceso educativo existirá siempre un educando y un educador; siendo este segundo un adulto integrado en una cultura, en una sociedad determinada.

El concepto de educación tiene un sin número de definiciones que se ven reflejadas en los diferentes manuales pedagógicos o en los distintos puntos de vistas expuestos por autores que han echado un vistazo más profundo en el tema; pero a pesar de las diferentes consideraciones y los diversos puntos de vista, existe un aspecto donde estas definiciones centran sus mirada y analizan a la educación partiendo de la integración del individuo en la sociedad. Autores como Aristóteles hacen énfasis en la importancia del individuo en la sociedad y definen la educación como “aquel proceso de carácter algo material y que entiende que solo mediante la relación del individuo con otras personas se puede hacer un hombre: si esta relación es cualificada puede llegar hacer un buen hombre”.

Asimismo, en las sociedades primitivas se podía apreciar cómo los niños aprendían de la relación que sostenían con sus padres, amigos, familiares, y las diferentes personas que conformaban parte del contexto donde estos se desenvolvían. Todos estos conocimientos adquiridos se impartían de una forma espontánea donde el niño aprendía de la experiencia y la interacción con su medio.  La enseñanza de la época se centraba en una educación diferenciada, en donde los niños asimilaban las cosas de los hombres y donde las niñas realizaban todo lo relacionado con las actividades de las mujeres. A medida que la sociedad fue ganando en complejidad y adelantos sociales, la educación pasó de ser algo espontáneo a formalizarse en una serie de instituciones formales. Es aquí donde nacen las diferentes entidades de educación formal que basan su educación en un conocimiento que se fundamenta en socializar al individuo.

Por lo tanto, en lo que respecta al tema de la calidad educativa en Colombia se considera que esta debe estar fundamentada desde una perspectiva de carácter socializador, ya que en los diferentes espacios y tiempos donde se ha desarrollado la educación en nuestro país se ha evidenciado que lo educativo se encuentra ligado con lo social. Por lo tanto, para lograr una educación de calidad se requiere hacer cambios significativos desde la parte educativa, ya que en estos tiempos enfrentamos retos en cuanto al verdadero sentido de educar. En consecuencia, es vital tener presentes los valores, el sentido de la vida y la realidad social que vivimos para ejercer en los educandos una mentalidad de sentido de pertenencia, formando al hombre con sentido social que contribuya al desarrollo de la sociedad y de su cultura desde una perspectiva crítica y reflexiva que aporte a las dificultades o problemas que se presentan en su entorno mediante posibles soluciones.

La educación en todo su esplendor arroja como resultado al hombre integral para vivir en sociedad. Sin embargo, esta nos permite comprender el verdadero significado que tiene el tener una buena calidad educativa, ya que de esta depende el desarrollo y avance de nuestro país. En consecuencia, es fundamental que busquemos y apliquemos los mejores métodos y estrategias educativas que nos permitan formar a nuestros niños y jóvenes con los más altos niveles académicos, puesto que se considera que si tenemos una sociedad bien educada tendremos personas con altos niveles intelectuales y por ende seremos una sociedad bien organizada y progresiva.

Pero debemos hacernos la siguiente pregunta: ¿qué procesos se deben implementar para mejorar la calidad de educación en los estratos menos favorecidos y lograr así una educación equitativa?

En las últimas décadas, el sistema educativo colombiano ha puesto la educación como prioridad para mejorar la prosperidad económica y social del país y ha prometido más recursos para este sector que para cualquier otra área de política. Ya ha dado grandes pasos para ofrecer una educación incluyente y de calidad. Ha logrado alargar el tiempo que los niños colombianos van a la escuela, y ha garantizado que más niños ingresen al sistema desde edades más tempranas y continúen hasta la educación superior, en particular, entre los más desfavorecidos. Y ni qué hablar de las brechas del sector educativo entre los jóvenes de las grandes urbes y los que residen en el área rural.

Sin embargo, en nuestro país la expectativa de vida escolar de los estudiantes en condiciones de pobreza son mucho más bajas que las de familias de estratos altos. La baja calidad de la educación es un factor determinante de este retiro progresivo. Un apoyo deficiente del aprendizaje desde el principio deja a demasiados niños sin unas bases sólidas, por tanto, deben esforzarse al máximo para progresar a un ritmo aceptable, tienen que repetir años o desertar del todo.

Hoy en día en Colombia es común escuchar en las estadísticas que niños a temprana edad abandonan nuestras instituciones educativas, por las situaciones sociales que se están presentando en su entorno y como la falta de herramientas económicas hacen de la educación de nuestros estudiantes un calvario.

Casi al mismo tiempo nos encontramos con estadísticas de deserción escolar, al igual que noticias donde vemos las pésimas condiciones que tienen que confrontar nuestros estudiantes para recibir sus clases. También es común observar las odiseas que jóvenes y  niños realizan a diario para recibir sus lecciones, en muchas ocasiones exponiendo su integridad personal. Es casi cotidiano encontrar a profesores llevar a cabo sus clases con herramientas poco funcionales o poco adecuadas para el desarrollo de la actividad docente.

Es muy difícil alcanzar la calidad educativa en nuestro país cuando vemos cómo nuestros estudiantes se ven inmersos en un sinnúmero de problemáticas sociales que hacen de este camino uno lleno de obstáculos casi imposibles de superar. Se hace necesario implementar reformas que no se queden en el papel, reformas que tenga un gran impacto en el desarrollo integral del niño. No solo basta con estipular un rosario de artículos que solo cumplen su función en los libros, necesitamos una verdadera aplicación de todas aquellas reformas que se están estacando en el papel. Ya es hora de que se comience a ver la calidad educativa desde lo social, cultural, económico y político. No dejemos a nuestros estudiantes sin herramientas con que defenderse o como el soldado que es mandado a la guerra sin su fusil. La calidad educativa es un proceso que inicia desde el primer bocado de comida, hasta el dormir por las noches de nuestros estudiantes.

Fuente:  https://www.las2orillas.co/la-calidad-la-educacion-colombia-una-mirada-critica/

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