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Brasil:Educação é ferramenta contra racismo

América del Sur/Brasil/Abril 2016/Fuente: Agencia Senado/Autor: Iara Guimarães Altafin

Resumen:En el marco del Debate efectuado a finales de marzo en la comisión de Derechos Humanos y Legislación Participativa los participantes concordaron que una de las principales herramientas contra la discrimación racial y a favor de la insersión personal, cultural y social de la poblacion afrodescendiente es la educación.

A educação é uma das principais ferramentas contra a discriminação racial e em favor da inserção pessoal, cultural e social da população afrodescendente, ressaltaram participantes de debate, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

Anderson Quack, da Fundação Cultural Palmares, ilustrou a importância da educação ao contar sua experiência como jovem que cresceu na comunidade Cidade de Deus, no Rio de Janeiro.

— Aprendi que andar com livro debaixo do braço poderia salvar minha vida dentro da favela. Pela sobrevivência, comecei a andar com um livro debaixo do braço, passei a pegar prazer pela leitura e acabei me transformando em um escritor — contou.

O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) conduziu a audiência pública, a pedido do presidente da CDH, Paulo Paim (PT-RS), e comentou a experiência relatada por Anderson Quack.

— É uma metáfora maravilhosa. Você usou o livro para se proteger não apenas no sentido físico, de agressões e maus-tratos, mas com um significado muito maior, de emancipação. Essa luta tem que ser levada adiante — defendeu Cristovam.

A audiência pública foi realizada para celebrar o Dia Internacional de Luta contra a Discriminação Racial, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) e celebrado em 21 de março.

A data é uma referência a massacre ocorrido em 1960 no bairro de Sharpeville, em Johanesburgo, na África do Sul. Na ocasião, tropas do Exército mataram 69 pessoas e feriram outras 186, em repressão a protesto que reuniu 20 mil negros contra lei que limitava a circulação da população negra na cidade.

Qualidade

Para o advogado Melillo Nascimento, integrante do Grupo de Trabalho Jurídico da Casa de Oxumaré, além de garantir acesso à educação para todas as crianças e jovens, o país tem o desafio de transformar as escolas em espaços de qualidade, de respeito à diversidade e de compreensão do papel dos afrodescendentes na história do Brasil.

No mesmo sentido, Thiago de Oliveira Sampaio da Silva, presidente do Movimento do Orgulho Afrodescendente (MOA), pediu prioridade nas escolas para valores das comunidades negras.

— É preciso abraçar a cultura negra com menos preconceito e como promoção da diversidade cultural dentro das escolas — opinou.

Cotas

Ao comentar os resultados positivos da política de cotas para negros nas universidades, o senador Cristovam Buarque disse que a estratégia é apenas uma etapa do processo de inclusão.

— Cotas são necessárias, mas insuficientes. Temos que avançar no acesso à educação igual para todos: o filho do pobre estudando na mesma escola do filho do rico; o filho do negro estudando na escola do filho do branco — ressaltou.

Na opinião de Dandara Baçã, do Movimento Negro Unificado, as cotas representam um funil e não eliminam o preconceito que a população negra enfrenta dentro das universidades e no mercado de trabalho.

— É uma forma de racismo dolorosa. Mesmo passando em um concurso, mostrando nossa qualificação, temos que ser o melhor do melhor para sermos ouvidos — afirmou.

Integração

Alexandre Peña Ghisleni, do Ministério das Relações Exteriores, relatou iniciativas contra o racismo empreendidas pelo governo brasileiro, em integração com outros países, e acordos internacionais para combate à discriminação racial.

No Brasil, disse, pessoas afrodescendentes são os principais alvos da discriminação racial, enquanto em outros países, o preconceito também se revela contra refugiados, imigrantes, indígenas, entre outros grupos.

— Não vamos conseguir resolver a questão do racismo trabalhando apenas dentro do nosso país, esse é um problema internacional, um problema de dimensão planetária — frisou.

Já Luciana Ramos, do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, citou ações articuladas entre ministérios, para melhoria de vida da população negra. Ela destacou o Programa Minha Casa, Minha Vida, que privilegia a mulher como titular do imóvel e tem sido particularmente relevante para fortalecer o papel das mulheres negras.

Intolerância religiosa

A violência contra praticantes de religiões de matriz africana, como o candomblé e a umbanda, foi outra preocupação mencionada pelos debatedores. Para Melillo Nascimento, é preciso combater essas manifestações de intolerância, que expressam discriminação racial.

Ele considera que esse tipo de intolerância decorre de disputas no mercado das religiões e de crescente ódio às diferenças, à pluralidade e à diversidade.

— A consequência é um grave risco ao patrimônio cultural, religioso e simbólico, que o Brasil tem como grande qualidade em relação a várias nações.

Também participaram do debate na CDH Janaina Bittencourt, da Secretaria de Igualdade Racial do Distrito Federal, e Rafael Moreira, presidente da Federação de Umbanda e Candomblé de Brasília e Entorno.

Fuente de la noticia: http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2016/03/21/educacao-e-ferramenta-contra-racismo-dizem-partidipantes-de-audiencia

Fuente de la imagen: http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2016/03/21/educacao-e-ferramenta-contra-racismo-dizem-partidipantes-de-audiencia/20160321_00314s.jpg/@@images/image/imagem_materia

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Venezuela: Universidades no entran entre las instituciones que no laborarán los viernes

OVE / 7 de Abril de 2016 / Como hemos informado el Presidente Nicolas Maduro anuncio ayer la promulgación de un decreto para evitar la emergencia energética debido a los efectos del fenómeno del niño en el sector de generación eléctrica.  Este decreto contempla que los próximos ocho viernes serán no laborables, salvo algunas excepciones.  En este sentido, el Viceministro para la Educación Universitaria Andrés Eloy Ruiz señaló que la educación es un servicio público, de carácter social consagrado en la Constitución de la República bolivariana de Venezuela, por lo que el desarrollo de las actividades universitarias  no podrá ser interrumpidas por razones de interés público.  En consecuencia, este viernes las actividades universitarias se estarán desarrollando normalmente

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En Bolivia: Instruyen lectura obligatoria de 10 minutos en todas las materias

 La lectura en el aula busca incentivar el hábito en los niños desde el nivel inicial.

La Paz, Bolivia. 05-04-2016. Autora: Verónica Zapana S.   Fuente:paginasiete.bo

El Ministerio de Educación alista una norma que establece la lectura obligatoria de 10 minutos en todas las materias de educación regular, incluida educación física y otras áreas técnicas,  informó el viceministro de Educación Alternativa y Especial, Noel Aguirre.

«Los 10 minutos de lectura en las unidades educativas se van a implementar  desde este año, a través de una resolución, un reglamento y una convocatoria”, dijo Aguirre, ayer, en el lanzamiento de la quinta versión de la campaña Bolivia Lee.

Aseguró que el instructivo será emitido por el  Viceministerio de Educación Regular en estos días.    A partir de esa norma «se prevé que los maestros de todas las áreas dediquen una parte de las clases a la lectura”,  adelantó.

El parágrafo uno del artículo 89 de la Resolución Ministerial 01/2016 -que rige la gestión escolar en curso- establece «la lectura comprensiva obligatoria participativa en cada área correspondiente, antes del inicio de cada contenido, por los estudiantes en un lapso de 10 minutos al inicio de cada jornada escolar”.

Aguirre explicó que la sesión de lectura se hará al inicio de los periodos de todas las áreas o materias. «Si yo (maestro) doy la materia de matemáticas -ejemplificó- voy a dedicar  tiempo   para hacer  una breve lectura al comenzar las clases”. La actividad, que busca reforzar el hábito de lectura en los estudiantes, se implementará no sólo en educación regular (inicial, primaria y secundaria).

«Vamos a  incentivar la lectura y escritura también en educación alternativa y especial y alfabetización”, explicó el viceministro y acotó que para estas dos últimas áreas se redactará el instructivo específico.

El parágrafo dos del artículo 89 de la  Resolución Ministerial 01/2016 plantea también que, paralelamente a la lectura comprensiva, «se desarrollarán procesos de textos narrativos, descriptivos, argumentativos e instructivos como resultado de las actividades de análisis, reflexión  y crítica de la lectura”.

Por ello, en cada  área se incorporará el trabajo con  las familias y la organización de ferias y concursos  durante el año.  La labor de fomentar la lectura en el sistema educativo se desarrolla   desde hace ocho años y -según Aguirre- ya da frutos aunque aún tiene  desafíos. «No todos leemos y no todos hacemos el análisis de lo que leemos, aún hay pendientes”, reflexionó. Recalcó que el objetivo es que los estudiantes lean  por gusto y  no por obligación.

 Por su parte, el ejecutivo del altiplano de la Confederación de Maestros Urbanos, Wilfredo Siñani, dijo  que los maestros no se oponen a la norma, pero deben «discutir” cómo se aplicará.  «Lo que no quiere es que se reduzca un tiempo de la planificación de avance curricular”, sostuvo.

Campaña Bolivia «Lee» se amplía a las escuelas

 Para intensificar el hábito de lectura en  la población, el  Ministerio de Educación presentó ayer la quinta versión de la campaña Bolivia Lee, que desde este año se amplía a educación regular, informó  el viceministro de Educación Alternativa y Especial, Noel Aguirre.

Explicó que en esta gestión «también las escuelas instalarán bibliotecas comunitarias hechas por los estudiantes como un acto de solidaridad”.

 La recolección de los textos se realizará en una jornada especial, el  24 de abril, en la que participarán miembros de las Fuerzas Armadas y  personal del Ministerio de Educación, entre otras instituciones.  «Ese día se hará la recolección de libros casa por casa en todo el país”. También se abrirán puntos de acopio en todas las direcciones departamentales de educación del país.

 Preven recolectar 100 mil libros. «El objetivo es intensificar la lectura y escritura, las que nos permiten ampliar los horizontes, conocer otras realidades, experiencias y saberes; además, nos permiten hacer historia en  vida, precisó Aguirre.

 En los cuatro años de la campaña Bolivia Lee se recopiló  375.994 libros, con los que se instaló 1.619 bibliotecas comunitarias.

Fuente de la noticia: 

http://www.paginasiete.bo/sociedad/2016/4/5/instruyen-lectura-obligatoria-minutos-todas-materias-92173.html

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Argentina: Los gremios docentes realizaron un paro nacional del 95 por ciento de educadores

Argentina / 07 de abril de 2016 / Por: Resumen Latinoamericano / Fuente: http://www.resumenlatinoamericano.org/

El secretario de prensa de la Confederación de Trabajadores de la Educación de la República Argentina (Ctera), Alejandro Demichelis, informó que “la adhesión al paro nacional docente en reclamo de mejoras salariales alcanzó el 95 por ciento”.

Los docentes Hugo Yasky, Roberto Baradel y Eduardo López, entre otros, hablaron desde un escenario montado sobre la avenida Callao, entre Marcelo T. de Alvear y Paraguay, tras una concentración multitudinaria que colmó la avenida Callao entre Córdoba y Corrientes.

Durante la movilización, que reunió a docentes nucleados en Ctera y Sadop y contó el respaldo de la Asociación de Trabajadores del Estado, los maestros reclamaron “el cumplimiento de los acuerdos por parte del gobierno nacional para que gire los fondos para la paritarias (docentes), esta vez en el marco de la recordación del compañero Carlos Fuentealba, asesinado hace 9 años en Neuquén”.

Esta mañana, la secretaria gremial de Suteba, María Laura Torre, anticipó que era “muy alto” el acatamiento al paro nacional docente. Torre subrayó que, a poco más de un mes del inicio del ciclo lectivo, “no se cumplieron los acuerdos paritarios a nivel nacional” y “parte de las provincias no terminaron de cerrar sus acuerdos porque Nación no ha girado los fondos”.

Además, la secretaria gremial indicó que otra razón para la huelga son los “despidos masivos en programas nacionales”, entre ellos, “el más emblemático, el de Conectar Igualdad”, que dijo fue “desmantelado”.

Por su parte, el secretario General de la Asociación de Docentes de la Educación Media y Superior (Ademys), Jorge Adaro, salió al cruce de las declaraciones del ministro de Educación de la Nación, Esteban Bullrich, al señalar que el paro que desarrollan los trabajadores de la educación “no es excesivo” ya que “hay compañeros en distintas provincias que solo llegan a 6000 pesos al mes”.

Adaro -en declaraciones formuladas esta mañana a FM Delta- reivindicó la medida de fuerza que los docentes nacionales realizan en todo el país y advirtió que “la situación se complica cada día más en varios distritos, porque los docentes no llegan a fin de mes”.

“Mientras escuchaba a Bullrich hoy pensaba en los compañeros docentes de Mendoza, que con este acuerdo deben ir enfermos a trabajar para no perder el item ‘aula’ que es una especie de presentismo; y en los de Santa Cruz que les ha ofrecido solo un 10 por ciento de aumento, en una de las provincias con mayor costo de vida del país”, apuntó.

Para Adaro, “el ministro propuso un acuerdo con el cargo testigo como el de maestro de grado, que deja fuera un montón de cargos docentes por debajo de ese acuerdo y con sueldos muy bajos. Se prioriza un aumento solo para un sector de la docencia dejando afuera al resto. Esto hace que los acuerdos no se puedan materializar”.

Fuente de la noticia:

ARGENTINA: Los gremios docentes realizaron un paro nacional y 30.000 docentes se movilizaron al Ministerio de Educación: “La adhesión al paro fue del 95 por ciento”

Fuente imagen principal:

https://infoclicknea.com/wp-content/uploads/2016/02/paro-docente.jpg

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Argentina: Colección «El Maestro Ignorante» para los chicos y los no tan chicos

Argentina/02 abril 2016/Autor y Fuente:  http://www.gacetamercantil.com/

La editorial «Capital Intelectual» acaba de lanzar la colección «El maestro ignorante», que recupera el gesto pedagógico de Jacques Rancière de que «es posible enseñar lo que uno ignora».

El filósofo marxista Jacques Rancière consagró un libro, El maestro ignorante (Libros del Zorzal), a ese personaje singular, alternativamente revolucionario, capitán de artillería, profesor de química, latinista y fundador de un corpus teórico bautizado “la educación universal”. El tema no podía ser más apropiado para Rancière que, a partir de la experiencia de Jacotot, analiza los principios de su teoría y los compara con el sistema educativo y social moderno, basado en la admisión de la desigualdad entre saber e inteligencia. Alumno de Louis Althusser, Rancière participó en la redacción de Para leer El Capital(1965), antes de alejarse y cuestionar la doctrina de su maestro en La lección de Althusser (1974). A partir de 1970, se lanzó de lleno en lo que sería desde entonces su línea de investigación: los lazos entre política y estética. En más de treinta libros, ese hombre discreto y tímido de 68 años, apasionado cinéfilo, dueño de una inmensa cultura y de una temible complejidad intelectual, analizó las representaciones tradicionales de lo social y los procesos de emancipación de la clase obrera.

“Lo finito y lo infinito”, de Alan Badiou y “Diferencias de sexos”, de Françoise Heritier, son los primeros libros de “El maestro ignorante”, una colección pensada para los chicos que recupera el gesto pedagógico del filósofo francés Jacques Rancière de que es posible enseñar lo que uno ignora “mediante un ejercicio de emancipación intelectual y colectiva”.

«Montaigne escribió que enseñar a un niño no es llenar un vacío, sino encender un fuego», es la frase inicial de esta colección que edita en Argentina “Capital Intelectual”, cuyo título se inspira el libro de Ranciére, el filósofo francés que pregonaba la igualdad de las inteligencias, sin importar las edades.

Justamente porque es posible enseñar lo que se ignora, el maestro es capaz de impulsar al alumno a utilizar su propia inteligencia. «La función del maestro ignorante será entonces recuperar aquel gesto y proponer, en un momento dado, un objeto singular, un pasaje un tanto misterioso, una pregunta que se nos viene encima y ante la cual hay que reaccionar», se presenta la colección, dirigida a los más chicos.

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¿El tiempo, es finito o infinito?, ¿Por qué la vida no se llama muerte, ya que morir forma parte de la vida?, ¿Cuando surgió el comienzo? o por ejemplo ¿supone una diferencia de derechos la diferencia entre los cuerpos? y ¿esa diferencia justifica la dominación de un sexo por el otro?, son algunos de los interrogantes que dan estructura a las novedades del sello.

Es que los temas que desfilan por la colección no tienen límites, la complejidad que los atañe tampoco, pero hay un requisito obligado: que estén dirigidos a niños. Sucede que aquí la infancia no es entendida como una unidad de tiempo o un estado psicológico, más bien -como dice «El maestro ignorante» al comienzo- «se trata de un impulso de insumisión repleto de paciencia, un amor del riesgo cargado de memorias».

El texto de Badiou, escrito en Montreuil el 22 de mayo de 2010, tiene apenas 30 páginas, las suficientes para desgranar la noción de finito y de infinito, mientras el de la antropóloga Françoise Heritier ocupa más o menos la misma cantidad y del mismo modo plasma con maestría sus reflexiones sobre un tema también complejo como lo es la relación sexo-género.

La colección nació a partir de una serie de conferencias, dirigidas a grandes y a chicos, por esa razón los libros están divididos en dos partes: la primera reúne las reflexiones de los autores y finaliza con una hoja en blanco para tomar notas, mientras que la segunda es un espacio para el debate con preguntas y respuestas sobre los temas que se abordaron.

En «Lo finito y lo infinito», el filósofo, novelista y dramaturgo francés va desbrozando con un tono ameno el significado de las palabras desde las inquietudes más elementales, para lo que se vale de ejemplos, comparaciones, características, situaciones, números, observaciones, que se conjugan en el proceso de aprendizaje.

El recorrido no está exento de dificultades, nociones que incorporan la complejidad de otros temas afines que enriquecen la comprensión de estos términos –“Lo que resulta espantoso en el infinito es que nos recuerda que no lo somos”, por ejemplo-. Y así¬ es como irrumpen el universo, el big bang, un hombre llamado Cantor, las matemáticas.

Lo mismo ocurre con «Diferencia de sexos» de Françoise Heritier, sucesora de Claude Lévi-Strauss en la cátedra de antropología del Collège de France. Allí, también en un tono entretenido y observador, la académica desenmascara la relación sexo-género, al ubicarla como parte de una construcción social y cultural, que difiere de una cultura a otra.

Con decenas de ejemplos, Heritier refleja la discriminación que sufren niñas y mujeres en el ámbito educativo, político y doméstico: «publicidades, o dibujos humorísticos, bromas ordinarias dibujan el paisaje mental en el que se va a inscribir la conducta de los niños, un paisaje que se añade a la educación que reciben en sus casas o en la escuela», escribe la autora acerca de esas representaciones en torno a unos y otros sexos.

«Ser diferente no quiere decir ser desigual», sostiene más adelante para finalmente dar lugar a una catarata de reflexiones y analogías que si bien son complejas están escritas con mucha claridad, como aquella que niega la existencia de una jerarquía naturalmente dada sobre la infundada distribución de las personas según su sexo.

Con la energía cuestionadora de la realidad, «El maestro ignorante» propone una cuidada colección que se aleja de la mirada que restringe el conocimiento por edad, clase o género, y en cambio, apuesta a enseñar aun lo que se ignora.

FUENTE:  http://www.gacetamercantil.com/notas/98067/

Imagen 1 http://www.gacetamercantil.com/imagenes/fotos/66319.jpg

Imagen 2 http://img1.gacetamercantil.com/imagenes/fotos/recortes/200__100__scale__66318.jpg

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Socializado por:

Dulmar Pérez. Candidata al Doctorado Pedagogía, Magister en Docencia Universitaria, Especialista en Docencia para la Educación Inicial. Ha publicado artículos internacionales y nacionales PEII-A Investigadora adscrita al CIM. Coordinadora CNIE en Barinas.

 

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Objetivos de Desarrollo Sustentable / Meta 4: Educación de calidad

PNUD prensa/ Abril 2016

Garantizar una educación inclusiva, equitativa y de calidad y promover oportunidades de aprendizaje durante toda la vida para todos

Desde 2000, se ha registrado un enorme progreso en la meta relativa a educación primaria universal. La tasa total de matrícula alcanzó el 91% en las regiones en desarrollo en 2015 y la cantidad de niños que no asisten a la escuela disminuyó casi a la mitad a nivel mundial. También se han registrado aumentos significativos en las tasas de alfabetización y más niñas que nunca antes asisten hoy a la escuela. Sin duda, se trata de logros notables.

Sin embargo, el progreso también ha enfrentado grandes desafíos en las regiones en desarrollo debido a los altos niveles de pobreza, conflictos armados y otras emergencias. En Asia Occidental y el Norte de África, los conflictos armados en curso han aumentado la proporción de niños que no asisten a la escuela, constituyendo una tendencia preocupante.

Si bien África subsahariana consiguió los avances más notables en la matriculación en la escuela primaria entre todas las regiones en desarrollo (de 52% en 1990 a 78% en 2012), aún hay grandes disparidades, especialmente entre las zonas rurales y urbanas. Por su parte, los menores de los hogares más pobres tienen cuatro veces más probabilidades de no asistir a la escuela que aquellos provenientes de familias con más recursos.

El objetivo de lograr una educación inclusiva y de calidad para todos se basa en la firme convicción de que la educación es uno de los motores más poderosos y probados para garantizar el desarrollo sostenible. Con este fin, el objetivo busca asegurar que todas las niñas y niños completen su educación primaria y secundaria gratuita de aquí a 2030. También aspira a proporcionar acceso igualitario a formación técnica asequible y eliminar las disparidades de género e ingresos, con el fin de lograr acceso universal a educación superior de calidad.

Garantizar una educación de calidad es uno de los 17 Objetivos Globales de la nueva Agenda para el Desarrollo Sostenible. Un enfoque integral es crucial para avanzar en los diversos objetivos.

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